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Antimicrobianos

Pós-graduação em farmácia clínica


Prof.ª Msc. Camila Amato Montalbano
Doutoranda do PPDIP-UFMS
Conceitos

Cuidado: existem também os quimioterápicos que não são antibacterianos e


sim antineoplásicos
Bactericida e Bacteriostático

Bacteriostático: inibe
crescimento

Bactericida: mata
Bacteriostático
• Bacteriostático não é indicado para quem
utiliza corticoide, porque o corticoide reduz a
ação imunitária e o bacteriostático apenas
inibe o crescimento bacteriano, mas não mata
a bactéria a qual continua a atacar o
hospedeiro.
• O mesmo para imunossuprimidos em geral
(AIDS e tratamento para o câncer)
• Ex.: Tetraciclina na sífilis
Toxicidade
• Eritromicina, Cloranfenicol, cefalosporinas e
tetraciclinas: irritação gástrica e dor (via oral)
e formação de abcesso (via intramuscular).

• Via intramuscular: se for líquido pode


massagear para amenizar dor, mas se for
suspensão que tem cristais (Benzetacil por ex.)
a massagem pode levar a lesões musculares e
até necrose
Reações de hipersensibilidade
• Reação alérgica
• Resposta inapropriada e exagerada do sistema imune a
algumas estruturas presentes nos medicamentos.
• Ativam IgE e Histaminas (mastócitos)
• Penicilinas, cefalosporinas e sulfonamidas
• Sintomas: Urticária, rash cutâneo, prurido e inchaço de
mucosas como lábios, olhos, boca e língua.
• Choque anafilático: queda na pressão arterial,
dificuldade de respirar causada por intenso espasmo
das vias aéreas (broncoespasmo) e edema da laringe.
Esse quadro é uma emergência médica e pode levar o
paciente ao óbito se não for tratado rapidamente.
Alimentos X Antibióticos
• Antibiótico se ligam fortemente a vitaminas e minerais, formam quelatos e
se tornam indigeríveis indo para as fezes. Absorção diminuída.

• Bebida Alcoólica e antibiótico juntos: Hepatite reativa (pode ser


fulminante

• Anticoncepcional com antibiótico: Antibiótico pode reduzir flora intestinal


a qual é importante para metabolizar anticoncepcional. Resultado: perda
da confiabilidade da contracepção.

• Flora reduzida: constipação e/ou diarreia. Utilizar repositor de flora.


Floratil, Repoflor, Enterogermina.
Mecanismo de Ação
Para determinar a atividade e espectro
Atenção
• Idoso (pré-falência do fígado) e criança (imaturidade
de fígado)

• Antibiograma

• Terapia empírica (experiência do médico e situação


clínica do paciente) e terapia direcionada (após
antibiograma)

• Terapia preventiva pós-cirúrgico, lesões profundas


abdominais
Teste de sensibilidade
Halo de inibição
MIC
Parede celular bacteriana

Lipopolissacarídeo
Antibióticos, bactérias Gram positivas
e Gram negativas
• Antibióticos são hidrofílicos
• Parede de Gram positivas são mais fáceis de serem
ultrapassadas por antibióticos
• Parede de Gram negativos são hidrofóbicas e compostas de
mais substâncias, para ultrapassá-las o antibiótico precisa de
acqua porinas ou proteínas carreadoras
ß-Lactâmicos
• O grupo que possui em comum no seu núcleo estrutural
o anel ß-lactâmico, o qual confere atividade bactericida.

• Conforme a característica da cadeia lateral definem-se


seu espectro de ação e suas propriedades
farmacológicas.

• Pertencem a este grupo:


Penicilinas
Cefalosporinas
Carbapenens
Monobactans
ß-Lactâmicos – Mecanismo de Ação

 Ele atravessa parede celular inibe da síntese da parede


celular bacteriana
Anel Beta lactâmico se liga às PBP ou PLP(Proteína ligante de
Penicilina: Penicilina-binding-proteins) no interior da célula e
inibe a transpeptidase (enzima que cruza os polímeros do
peptideoglicano)
Penicilinas

• Descobertas acidentalmente em 1928, por Fleming


e passou a ser comercializada em 1941 com
antibiótico.
• São divididas em:

-Penicilinas naturais ou benzilpenicilinas;


- Aminopenicilinas;
- Penicilinas semi-sintéticas;
- Ureidopenicilinas.
-Inibidores de beta-lactamase
Benzilpenicilinas
 Únicas naturais
 Maioria não podem ser VO pois são instáveis em meio ácido
 IM suspensão: não massagear!!!!!!!

Bactérias gram-positivas não


produtoras de penicilinase
(estreptococos)
Cocos gram-neg (Neisseria)
Anaeróbios
Espiroquetas (Sífilis)
Benzilpenicilinas
 Penicilina G cristalina
- EV
- Boa penetração LCR
- Meningites, sífilis, leptospirose, infecções estreptocócicas (erisipela, endocardites...)

 Penicilina G procaína
-Procaína: o anestésico se liga fortemente à Penicilina e a liberação
do antibiótico torna-se prolongada
- IM
- Infecções de pequena gravidade, como faringoamigdalite estreptocócica, erisipela, gonorréia

 Penicilina G benzatina
- IM (meia vida longa pois se liga ao anestésico)
- Faringoamigdalite estreptocócica, sífilis, profilaxia de febre reumática

 Penicilina V
- VO
- Infecções de pequena gravidade, como faringoamigdalite estreptocócica, erisipela, gonorréia e
profilaxia de febre reumática
Ampicilina
Aminopenicilinas
Amoxicilina
ß–lactâmicos e Inibidores de Beta-lactamases
• ß–lactamases são enzimas produzidas por algumas bactérias para
destruir o anel ß–lactâmico e inativar o fármaco. Assim existem
fármacos para inibir a ação desta enzima para serem usados com
antibiótico ß–lactâmico. Ex:Amocixilina+ Clavulanato de Potássio
Aminopenicilinas
 Bactérias aeróbias gram-positivas (S. pyogenes, S.
pneumoniae, S. viridans, E. faecalis, Listeria
monocytogenes)
 Bactérias aeróbias gram-negativas (E. coli,
Proteus mirabilis, H. influenzae, Salmonella sp.)
 Bactérias anaeróbias
 IVAS (sinusite, otite, faringoamigdalite)
 ITU
 Meningites (Listeria e S. agalactiae)
 EV e VO
Outras Penicilinas

 Penicilinas resistentes às penicilinases


Oxacilina (S. aureus)
 Celulite, furunculose, osteomielite, endocardite,
pneumonias
 Penicilinas de amplo espectro
Indicações clínicas das penicilinas

A. Pneumonias
B. Otites e sinusites
C. Faringites e epiglotites
D. Infecções cutâneas
E. Meningites bacterianas
F. Infecções do aparelho
reprodutor
G. Endocardites bacterianas
H. Profilaxia
Efeitos colaterais das penicilinas

A. Reações de hipersensibilidade;
B. Manifestações cutâneas;
C. Toxicidade renal;
D. Toxicidade hematológica;
E. Neurotoxidade.
Cefalosporinas
 O que são?
São antimicrobianos ß-lactâmicos de amplo
espectro. Derivam do fungo Cephalosporium.
 Como são classificadas?
Em gerações, que se referem à atividade
antimicrobiana e características farmacocinéticas
e farmacodinâmicas e não necessariamente à
cronologia de comercialização
 Bactérias resistentes: Cefalosporinases
Cefalosporinas
Primeira geração
Cefalotina, Cefalexina, Cefazolina, Cefadroxila
Segunda geração
Cefoxitina, Cefuroxima, Cefaclor
Terceira geração
Ceftriaxona, Ceftazidima, Cefotaxima
Quarta geração
Cefepima
Cefalosporinas de Primeira Geração

 S. aureus: abcessos, foliculite, celulite


 Estreptococos: erisipela
 Alguns gram-negativos, como E. coli,
Proteus mirabilis: ITU
 Profilaxia cirúrgica
 Não ultrapassa barreira hemato-liquórica
 Não atuam sobre Pseudomonas sp., Brucella sp.,
enterococos
Cefalosporinas de Segunda Geração

 Ação contra gram-positivos (semelhante à


cefalosporina de 1ª geração)
 Ação sobre coco gram-neg., hemófilos e
enterobactérias
 Não há concentraçao adequada no líquor
 Cefuroxima ação H. influenzae, E. coli
 Cefoxitina: ação sobre anaeróbios
 Cefaclor: principal indicação IVAS (Hemófilos)
Cefalosporinas de Terceira Geração
 Cefotaxima: parenteral, boa penetração liquórica, atua sobre
gram-pos e neg, exceto Pseudomonas.
 Ceftriaxona: parenteral, boa penetração liquórica, ação sobre
sobre gram-pos (pneumococo) e neg (enterobactérias), exceto
Pseudomonas.
-Pneumonias, Meningoencefalites bacterianas (atravessa
barreira hemato-liquórica e gera boa concentração na região),
TGI
 Ceftazidima: parenteral, boa concentração liquórica. Ação
sobre enterobactérias, Hemófilos, Pseudomonas, baixa
atividade contra pneumococos. Infecções por
Pseudomonas
 Fortes indutores de resistência
Cefalosporinas de Terceira Geração
Cefalosporinas de quarta Geração

 Gram-negativos (Pseudomonas) e Gram-positivos


 Cefepime: parenteral, reservado para infecções
hospitalares
 Resistem melhor às β-lactamases
Efeitos adversos

Em geral, são antimicrobianos com boa tolerância. Dentre


as reações adversas descritas, as mais freqüentes são:
 tromboflebite (1 a 5%);
 hipersensibilidade (5 a 16% nos pacientes, com
antecedente de alergia às penicilinas, e 1 a 2,5% nos
pacientes sem este antecedente).
•A anafilaxia é muito rara.
•Nos pacientes com história de reação de hipersensibilidade grave às penicilinas, o uso
das cefalosporinas deve ser evitado.
•Eosinofilia e neutropenia são raramente observadas.
•São pouco nefrotóxicas e hepatotóxicas
Tetraciclinas

• Bacteriostático
• Mecanismo de ação: Inibe especificamente o
Ribossomo procariótico, evitando a síntese proteica e
bloqueando a reprodução.
• Impregnam e em osso e dentes: não utilizar em < 8
anos e em grávidas
• Altamente quelante: tomar em Jejum
Tetraciclinas
• Alternativa para tratar Sífilis em sujeitos alérgicos ao
Benzetacil.
• Gram-positivos e Gram-negativos e amebas
• Úlcera, Acne, Bronquite e Pneumonia
• Se usado com álcool ou barbitúricos: eles aumentam
a ação da enzima Citocromo 450 e aumenta a
velocidade da biotransformação (menor tempo de
ação do antibiótico)
Macrolídeos
Pertencem a este grupo azitromicina,
claritromicina, eritromicina, espiramicina,
miocamicina, roxitromicina, etc.

Melhor em pH alcalino.

Bactericida em doses altas e bacteriostático em


doses moderadas

Sua ação ocorre através da inibição da síntese


protéica dependente de RNA, através da ligação
em receptores localizados na porção 50S do
ribossooa, particularmente na molécula 23S do
RNA, impedindo as reações de transpeptidação e
translocação
Macrolídeos
Eritromicina
Possui espectro de ação que inclui bactérias gram-positivas, além de
treponemas, micoplasma e clamídias. É inativa contra enterobacteriaceas e
Pseudomonas spp..

Claritromicina
Altamente ativa contra bactérias gram-positivas, sendo 2 a 4 vezes mais ativa
do que a eritromicina contra a maioria dos estreptococos e estafilococos
sensíveis à oxacilina.
A atividade da claritromicina contra as bactérias gram-negativas é semelhante
a da eritromicina, embora um pouco mais ativa contra a M. catarrhalis. A
atividade contra anaeróbios é modesta, semelhante à eritromicina.

Azitromicina (placas- dor de garganta 3 dias)


Difere da eritromicina e da claritromicina por ter maior atividade contra
bactérias gram-negativas, em particular H. influenzae. Entretanto, a maioria das
enterobactérias são intrinsecamente resistentes, porque não conseguem
penetrar na membrana externa efetivamente.
Sulfonamidas
 O grupo das sulfonamidas compreende seis drogas
principais: sulfanilamida, sulfisoxazol, sulfacetamida,
ácido para-aminobenzóico, sulfadiazina e sulfametoxazol,
sendo as duas últimas de maior importância clínica.

 Mecanismo de ação: inibição da síntese do ácido fólico,


precursor das purinas, componente do material genético.
Ocorre inibição da atividade da enzima diidropteroato-
sintetase, com diminuição da síntese do ácido
diidrofólico.
Sulfas e Trimetroprima
Trimetroprima+sulfonamida= Bactrim

Por que esta combinação?

Sulfonamida= inibe diidropteroato-sintetase

Trimetroprima= inibe diidrofolato-redutase

Duplo ataque na síntese de ácido fólico= maior eficácia


Quinolonas
1) Primeira geração (ácido nalidíxico e ácido pipemídico): G-
aeróbios, menos pseudomonas

2) Segunda geração ( norfloxacina, ofloxacina,


ciprofloxacina) denominadas floroquinolonas: G- e
G+aeróbios

3) Terceira geração( fluoroquinolonas respiratórias:


levo/moxifloxacina e gemifloxacina): atuam também
sobre alguns anaeróbios
Quinolonas – Mecanismo de Ação

Inibição da síntese de DNA


cromossômico, através da
subunidade A da DNA girase,
determinando ação bactericida.
Ciprofloxacina
 A mais potente quinolona contra Gram-negativos

 Pequena ação contra estreptococos.

 Não tem ação contra anaeróbios.

 Não tem ação efetiva contra clamídias e micoplasmas

Alta eficácia : gonorréia, infecções urinárias altas e baixas, prostatites,


salmoneloses, shigueloses, infecções respiratórias por hemófilos e por
pseudomonas, infecções biliares, osteomielite
Levofloxacina

 Maior espectro contra Gram-positivos.


 Elevada atividade contra patógenos atípicos
(Chlamydia, Legionella e Mycoplasma ).
 IC: - Infecções respiratórias como monoterapia.
- Pneumonia
- Otite média purulenta, sinusites bacterianas.
- Infecção Urinária
Moxifloxacina
 Ação potente contra bactérias Gram-positivas e
negativas.

 Quinolonas respiratórias.

 Ativo contra enterobactérias, hemófilos, neissérias,


moraxela, estafilococos, estreptococos, pneumococos e
alguns anaeróbios.

 Mesmas indicações que o Levofloxacina


Carbapenens
Imipenem, meropenem e ertapenem
Apresentam amplo espectro de ação para uso em infecções sistêmicas e são
estáveis à maioria das ß–lactamases.
Carbapenens – Indicações Clínicas

infecção abdominal;
infecções do sistema nervoso central;
pneumonia;
infecção de pele e partes moles;
infecção do trato urinário;
infecção ginecológicas.
Monobactans

Têm ação bactericida e atuam como as


penicilinas e cefalosporinas, interferindo com
a síntese da parede bacteriana. No Brasil,
temos disponível o aztreonam.
•Não é absorvido por via oral.
•Pode ser administrado por via intramuscular ou endovenosa.
•A ligação protéica é de 50 a 60%.
•Tem boa distribuição tecidual e penetra na maior parte dos tecidos e líquidos
orgânicos incluindo ossos, próstata, pulmão, secreção traqueal, sistema
nervoso central e trato gastrintestinal.
Aminoglicosídeos
Mecanismo de ação
- ligação à subunidade 30S ribossomal, determinando a
formação de proteínas anômolas
Propriedades farmacológicas

Indicações clínicas

Efeitos colaterais
Principais Aminoglicosídeos
Estreptomicina
Boa atividade contra Mycobacterium tuberculosis e M. bovis, sendo, no
entanto, usada em esquemas alternativos contra tuberculose, quando há
resistência a isoniazida e/ou rifampicina ou quando a terapia parenteral é
necessária.

Gentamicina
Utilizada no tratamento de infecções por bacilos gram-negativos, com ação
contra P. aeruginosa ou S. marcescens. Também usada em esquemas
combinados com ß-lactâmicos para infecções mais graves por enterococos

Amicacina
Tem o maior espectro de ação do grupo e é usada em infecções por bacilos
gram-negativos resistentes a gentamicina e na terapia empírica de infecções
relacionadas à assistência à saúde. É também útil na terapia das
micobacterioses, em casos específicos de infecções por M. tuberculosis ou no
tratamento de infecções pelo M. fortuitum e M. avium.
Efeitos Colaterais

Nefrotoxicidade

Ototoxicidade

Paralisia Neuromuscular
Glicopeptídeos
 Vancomicina e Teicoplanina
 Inibe a síntese da parede celular bacteriana (interrompe a
polimerização da cadeia peptidoglicana)
 Bactérias aeróbias gram-positivas
 Indicações clínicas da vancomicina
- Usada como alternativa aos beta-lactâmicos em
pacientes alérgicos.
- É uma alternativa no tratamento de infecções por
estafilococos resistentes a oxacilina

 Indicações clínicas da teicoplanina


- São similares às da vancomicina com a vantagem do
intervalo, da via de administração e da menor toxicidade.
Efeitos Colaterais
Vancomicina
• Os mais comuns são: febre, calafrios e flebites associados ao período de infusão.
• A Síndrome do pescoço vermelho é associada à velocidade de infusão, devendo-se
diluir a droga e infundir em aproximadamente 1 hora. “Rash” e eritema máculo
papular podem ocorrer em 5% dos casos.
• Pode ocorrer leucopenia, reversível após a retirada da droga e ototoxicidade,
especialmente em pacientes com insuficiência renal. A nefrotoxicidade é um efeito
potencialmente grave da vancomicina.

Teicoplanina
• Os efeitos mais comuns são reações cutâneas e disfunções hepáticas transitórias
(menos de 5% dos pacientes).
• Pode causar dor no local da injeção. Não costuma causar tromboflebite ou
alterações plaquetárias, ou a síndrome do pescoço vermelho.
• A nefrotoxicidade atribuível à teicoplanina é rara, mesmo quando for usada junto
com aminoglicosídeos ou ciclosporina.
• A ototoxicidade também é rara.
Fatores que influenciam a escolha dos
antimicrobianos:
• Características do paciente: idade, função renal e
hepática, estado imunológico, localização do processo
infeccioso, terapia prévia com antimicrobianos,
gravidez/lactação e sensibilidade do paciente;
• Agentes etiológicos: que envolvem a análise do
antibiograma e os prováveis mecanismos de
resistência;
• Propriedades dos antimicrobianos: como a
farmacocinética e a farmacodinâmica, mecanismo de
ação, sinergismo ou antagonismo, toxicidade, interação
medicamentosa e custos.
Principais situações de uso desnecessário do
uso de antibiótico

• Infecções virais
• Infecções virais e quadros febris não infecciosos em
crianças
• Influenza, hepatite A e dengue em adultos
• Sinusites crônicas assintomáticas (raramente
associadas com febre) descobertas por acaso em
pacientes febris
• Pacientes com febre prolongada e FOI–uma
condição que tecnicamente requer diagnóstico e não
terapia a priori
Obrigada!!!!!!!!
montalbano.c1986@gmail.com