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LUBRIFICAÇÃO AUTOMOTIVA

ESSO - PEUGEOT

1 14/08/2019
COMBUSTÍVEIS AUTOMOTIVOS

2 14/08/2019
GASOLINA

MISTURA COMPLEXA DE HIDROCARBONETOS


VARIANDO DE C3 A C10

FAIXA DE DESTILAÇÃO DE 30 A 220°C

NÚMERO DE OCTANO VARIA DE 85 A 91

* (R+M)/2

COMBUSTÍVEIS
3 14/08/2019
“BATIDA-DE-PINO”

FRENTE DE CHAMA
EM EXPANSÃO

AUTO-IGNIÇÃO
DESCONTROLADA

COMBUSTÍVEIS
4 14/08/2019
NÚMERO DE OCTANO

“BATIDA DE PINO” É A DETONAÇÃO DA


MISTURA AR/COMBUSTÍVEL POR
AUTO-IGNIÇÃO, APÓS O CENTELHAMENTO

PRÉ-IGNIÇÃO É A DETONAÇÃO DA
MISTURA AR-COMBUSTÍVEL POR DEPÓSITOS
INCANDESCENTES, ANTES DO CENTELHAMENTO

ORI - OCTANE REQUIREMENT INCREASE


AUMENTO DE NECESSIDADE DE OCTANAGEM

COMBUSTÍVEIS
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DETERGENTES NA GASOLINA

LIMPEZA DO MOTOR
- CARBURADORES / INJETORES
- COLETORES DE ADMISSÃO
- VÁLVULAS DE ADMISSÃO

CADA VEZ MAIS NECESSÁRIOS PARA MANTER O BOM DESEMPENHO


DE MOTORES MODERNOS, COM ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL,
DESEMPENHO E BAIXAS EMISSÕES

TAMBÉM ATUAM COMO INIBIDORES DE CORROSÃO

TESTADOS ANTES DE SUA INTRODUÇÃO NO MERCADO

COMBUSTÍVEIS
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CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO DIESEL

CARACTERÍSTICA TESTE SIGNIFICADO

QUALIDADE DE IGNIÇÃO NUMERO DE CETANO PARTIDA, FUMAÇA

VOLATILIDADE DESTILAÇÃO PARTIDA, FUMAÇA

PROPRIEDADES A BAIXAS CFPP , NÉVOA DILUIÇÃO DO ÓLEO,


TEMPERATURAS OPERAÇÃO NO INVERNO

DESEMPENHO DE BOMBA VISCOSIDADE DESGASTE DA BOMBA,


E INJETOR ATOMIZAÇÃO

COMBUSTÍVEIS
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PRINCÍPIOS DE
LUBRIFICAÇÃO

8 14/08/2019
ATRITO

ATRITO SÓLIDO ATRITO DE ROLAMENTO ATRITO FLUIDO

PRINCÍPIOS DE LUBRIFICAÇÃO

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ATRITO

ATRITO SÓLIDO ATRITO FLUIDO


DESLIZANTE
DESLIZANTE

ESTÁTICA ESTÁTICA
SOLDA (DESGASTE) MOLÉCULAS DE ÓLEO

ATRITO É A RESISTÊNCIA AO MOVIMENTO. OCORRE QUANDO UM CORPO


SE MOVE SOBRE OUTRO

O ATRITO SÓLIDO É INDEPENDENTE DA VELOCIDADE E DA ÁREA APARENTE DAS


SUPERFÍCIES EM CONTATO, MAS É PROPORCIONAL À CARGA EXISTENTE

PRINCÍPIOS DE LUBRIFICAÇÃO

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LUBRIFICAÇÃO

A PELÍCULA REDUTORA DE ATRITO CONSISTE DE:

- GASES

- LÍQUIDOS (PRINCIPALMENTE DERIVADOS DE PETRÓLEO)

- SÓLIDOS (ex.: GRAFITE)

DERIVADOS DE PETRÓLEO SÃO BONS LUBRIFICANTES


DEVIDO A SUA CAPACIDADE DE ADERIR A METAIS

LUBRIFICANTES DE PETRÓLEO PODEM SER PRODUZIDOS EM


VÁRIAS VISCOSIDADES PARA ATENDEREM A DIVERSAS APLICAÇÕES

PRINCÍPIOS DE LUBRIFICAÇÃO

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VISCOSIDADE

VISCOSIDADE É A MEDIDA DA RESISTÊNCIA DE UM FLUIDO AO MOVIMENTO

VISCOSIDADE DINÂMICA (ABSOLUTA) É A MEDIDA DA FORÇA NECESSÁRIA


PARA MOVER-SE UMA CAMADA DE FLUIDO SOBRE OUTRA

TENSÃO DE CISALHAMENTO (FORÇA/ ÁREA)


= VISCOSIDADE DINÂMICA
TAXA DE CISALHAMENTO(VELOCIDADE /FOLGA)

PRINCÍPIOS DE LUBRIFICAÇÃO

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EFEITO DA TEMPERATURA SOBRE A VISCOSIDADE

DIAGRAMAS VISCOSIDADE vs. TEMPERATURA


LO
G
LO
G
VISC. VISC.
CINEM. CIN..

40 60 80 100 120 40 60 80 100 120

TEMPERATURA °C TEMPERATURA °C

TÍPICO ÓLEO MINERAL IV 95


FLUIDO SINTÉTICO IV 135

ÍNDICE DE VISCOSIDADE (IV) É UM NÚMERO EMPÍRICO QUE INDICA O


EFEITO DAS MUDANÇAS DE TEMPERATURA SOBRE A VISCOSIDADE
ALTO IV REPRESENTA MENOR MUDANÇA DE VISCOSIDADE COM A TEMPERATURA

ADITIVOS APROPRIADOS AUMENTAM O ÍNDICE DE VISCOSIDADE

PRINCÍPIOS DE LUBRIFICAÇÃO

13 14/08/2019
POR QUE PRECISAMOS DE ÓLEOS DE ALTO IV?

BAIXAS VISCOSIDADE SÃO NECESSÁRIAS

PARA OBTER PARTIDAS A FRIO MAIS FÁCEIS

A TEMPERATURAS DE PLENA OPERAÇÃO, UMA VISCOSIDADE


ADEQUADAMENTE ELEVADA É IMPORTANTE PARA A BOA LUBRIFICAÇÃO

ADICIONA-SE POLÍMEROS AO ÓLEO PARA ATENDER ÀS


NECESSIDADES DE ALTAS E BAIXAS TEMPERATURAS

PRINCÍPIOS DE LUBRIFICAÇÃO

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PRODUÇÃO DE LUBRIFICANTES

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COMPONENTES DE UM LUBRIFICANTE DE QUALIDADE

ÓLEO CRU

BÁSICOS DE BÁSICOS
PETRÓLEO SINTÉTICOS

PRODUTO

ADITIVOS

PRODUÇÃO DE LUBRIFICANTES
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PROCESSO DE PRODUÇÃO DE BÁSICOS MINERAIS

TORRE * CADA CORTE É PROCESSADO EM SUAS RESPECTIVAS TORRES


ATMOSFÉRICA

COMBUSTÍVEL
TORRE DE UNIDADE DE TORRE DE
EXTRAÇÃO DEWAXING HIDROACABAMENTO
TORRE DE (Remove (Remove (Remove compostos PRODUTO
FINAL
VÁCUO Aromáticos) a cera) de N e S)
* ÓLEO BÁSICO

CRU *
*

RESÍDUO *
SOLVENTE SOLVENTE ESSO
HIDROGÊNIO
SOLVENT
DESASFALTIZA
ÇÃO NEUTRAL
RESÍDUO BÁSICO CERA NAFTA
EXTRAÍDO POR
ASFALTO SOLVENTE

ÓLEOS BÁSICOS
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TIPOS DE BÁSICOS SINTÉTICOS

PRODUZIDOS PELA FORMAÇÃO CONTROLADA DE MOLÉCULAS DE CADEIA LONGA


O TAMANHO DA MOLÉCULA SE RELACIONA À VISCOSIDADE

ESTERES - ÓLEOS DE AVIAÇÃO

GLICÓIS (PAG) - ÓLEOS INDUSTRIAIS

ALQUILBENZENOS - ÓLEOS DE REFRIGERAÇÃO

POLI ALFA OLEFINAS (PAO) - ÓLEOS INDUSTRIAIS E AUTOMOTIVOS

ISOMERATOS DE PARAFINA (SWI) - ÓLEOS DE MOTORES

ÉSTERES FOSFATOS - FLUIDOS INDUST. A PROVA DE FOGO


FLUIDOS DE SILICONE - ÓLEOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR

PAO É A BASE MAIS ADEQUADA PARA ÓLEOS DE MOTORES

SINTÉTICOS
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ADITIV0S

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PRINCIPAIS TIPOS DE ADITIVOS

 ANTI-DESGASTE
 EXTREMA PRESSÃO
 DETERGENTES
 ANTI-OXIDANTES
 INIBIDORES DE CORROSÃO / FERRUGEM
 MELHORADORES DO ÍNDICE DE VISCOSIDADE
 ANTI-ESPUMANTES
 DEMULSIFICADORES

PRODUÇÃO DE LUBRIFICANTES
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ÁREAS CRÍTICAS DA
LUBRIFICAÇÃO

21 14/08/2019
REGIMES DE TEMPERATURA EM UM MOTOR

- 200-350°C
- 80-150°C
- 40- 70°C
- 30-40°C

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

22 14/08/2019
DESGASTE DO CONJUNTO DE VÁLVULAS

PRESSÃO DO DESGASTE DO CAMES


CAMES

DESGASTE DO TUCHO

2.07 x 109 Nm-2

PRESSÃO DA MOLA

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

23 14/08/2019
FORMAÇÃO DE FERRUGEM

FERRUGEM

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

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DEPÓSITOS NAS VÁLVULAS

VAPOR DE COMBUSTÍVEL
ÓLEO
DEPÓSITOS

VÁLVULA PRESA

COMBUSTÍVEL
INJETADO

ENTRADA INCORRETA DA MISTURA AR/ COMBUSTÍVEL

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

25 14/08/2019
DEPÓSITOS NOS PISTÕES E AGARRAMENTO DE ANÉIS

+ 800°C

ANÉIS
ACÚMULO PRESOS
DE DEPÓSITOS

VERNIZ

GASES DE BLOW-BY
DESGASTE EXCESIVO

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

26 14/08/2019
DEPÓSITOS NOS PISTÕES (CONTINUAÇÃO)

DEPÓSITOS
+ 800°C

POLIMENTO DO CILINDRO

DESGASTE EXCESSIVO

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

27 14/08/2019
FORMAÇÃO DE BORRA NO CARTER

ÁGUA CONDENSADA

COMBUSTÍVEL CONDENSADO
E GASES DE BLOW-BY

LUBRIFICANTE

BORRA

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

28 14/08/2019
FORMAÇÃO DE BORRA - TAMPA DE VÁLVULAS

GASES DA COMBUSTÃO BORRA


COMBUSTÍVEL
ÁGUA
ÓLEO
EMULSÃO
EMULSÃO
BORRA

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

29 14/08/2019
BORRA DE BAIXA TEMPERATURA
CAUSADA PELOS GASES DE BLOW-BY (CONTENDO COMBUSTÍVEL SEM QUEIMAR E
ÁGUA) COMBINADOS COM O ÓLEO DO CARTER A BAIXAS TEMPERATURAS.

A BAIXAS TEMPERATURAS OU EM VIAGENS CURTAS, A ÁGUA / COMBUSTÍVEL NÃO SE


EVAPORA E FORMA UMA EMULSÃO, QUE SE CONVERTE EM BORRA.

FORMAÇÃO DE BORRA NO CARTER


- AUMENTA A VISCOSIDADE, BLOQUEIA GALERIAS DE ÓLEO,PREJUDICA A LUBRIFICAÇÃO

FORMAÇÃO DE BORRA NA TAMPA DE VÁLVULAS


- A BORRA GERADA É MACIA MAS, SE AQUECIDA APÓS VIAGEM LONGA, TORNA-SE

DURA E QUEBRADIÇA

- É CONHECIDA COMO “BORRA NEGRA”

- OBSTRUI GALERIAS DE ÓLEO, CAUSA DESGASTE E TRAVAMENTO DO MOTOR

PRINCIPAIS ADITIVOS

- DETERGENTES E DISPERSANTES DE BOA QUALIDADE

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

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AUMENTO DA VISCOSIDADE

BORRA DE ALTA TEMPERATURA


- REAÇÃO DE OXIDAÇÃO DE ÓLEO SOB ALTAS TEMPERATURAS FORMA
MOLÉCULAS GRANDES QUE ESPESSAM O ÓLEO

CONTAMINAÇÃO POR FULIGEM (DIESEL)


- GRANDES QUANTIDADES DE FULIGEM PODEM SER GERADAS EM MOTORES
DIESEL EM SOBRECARGA OU OPERANDO COM MISTURA RICA
- O ÓLEO ABSORVE A FULIGEM, AUMENTANDO A VISCOSIDADE

RESULTA EM:
- MÁ BOMBEABILIDADE, PARTIDAS RUINS E FALTA DE LUBRIFICAÇÃO

PRINCIPAIS EXIGÊNCIAS
- BOA ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

31 14/08/2019
ESPESSAMENTO DO ÓLEO

PARTÍCULAS DE FULIGEM
MOLÉCULA NORMAL
DE ÓLEO

MOLÉCULA OXIDADA DE
ÓLEO

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

32 14/08/2019
ESTABILIDADE AO CISALHAMENTO

MELHORADOR DE IV

MELHORADOR DE IV
APÓS O CISALHAMENTO

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

33 14/08/2019
DEPÓSITOS DE CINZAS - OBSTRUÇÃO DAS VELAS

DEPÓSITOS DE

CINZAS

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

34 14/08/2019
DEPÓSITOS DE CINZAS - PRÉ-IGNIÇÃO

DEPÓSITOS
DE CINZAS

AQUECIDOS

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

35 14/08/2019
PROBLEMAS COM MOTORES MODERNOS

CONVERSORES CATALÍTICOS
- ADITIVOS ANTI-DESGASTE DO ÓLEO PODEM CONTER FÓSFORO

- HÁ HOJE GRANDE DISCUSSÃO SOBRE OS EFEITOS NEGATIVOS DO

FÓSFORO SOBRE OS ELEMENTOS DO CONVERSOR CATALÍTICO

- PODE PREJUDICAR O FUNCIONAMENTO DO CATALISADOR

- REQUER BAIXO CONSUMO DE ÓLEO

- REQUER ADITIVOS ANTI-DESGASTE EFICIENTES E COM MENOS FÓSFORO

COMPATIBILIDADE COM SELOS

- ADITIVOS DO ÓLEO PODEM ATACAR RETENTORES, TORNANDO-OS QUEBRADIÇOS,

POUCO FLEXÍVEIS OU INCHADOS

- ESPECIALMENTE EM RETENTORES DE ÁRVORES DE MANIVELAS E COMANDOS DE VÁLVULAS

- CAUSA VAZAMENTOS DE ÓLEO

- REQUER ADITIVOS QUE SEJAM COMPATÍVEIS COM OS ELASTÔMEROS DOS SELOS

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

36 14/08/2019
ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO
DESGASTE DO TREM DE REGIMES DE TEMPERATURA

VÁLVULAS - 200-350°C
FERRUGEM - 80-150°C

BORRA - 40- 70°C


DEPÓSIT0S DE ADMISSÃO
- 30-40°C

ANÉIS PRESOS PRÉ-IGNIÇÃO

DEPÓSITOS NOS PISTÕES

POLIMENTO DE
DESGASTE DO CILINDRO
CILINDROS

DESGASTE DE MANCAIS ESTABILIDADE AO CISALHAMENTO

CONSUMO DE ÓLEO
AUMENTO DE VISCOSIDADE
BORRA

ÁREAS CRÍTICAS DA LUBRIFICAÇÃO

37 14/08/2019
CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEOS PARA MOTORES

38 14/08/2019
POR QUE CLASSIFICAR ÓLEOS LUBRIFICANTES?

FÁCIL IDENTIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO ÓLEO.

CORRELAÇÃO ENTRE RECOMENDAÇÕES DO MANUAL DO PROPRIETÁRIO E


DESEMPENHO DO ÓLEO LUBRIFICANTE.

PODE SER USADO COMO APELO DE MARKETING.

NÃO DEPENDE DE IDIOMAS. USADO MUNDIALMENTE.

MELHOR COMUNICAÇÃO ENTRE:


- INÚSTRIA DE LUBRIFICANTES.
- FABRICANTES DE MOTORES.
- CLIENTES E CONSUMIDORES

CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEOS PARA MOTORES

39 14/08/2019
QUAIS SÃO AS CLASSIFICAÇÕES ?

SAE - SOCIETY OF AUTOMOTIVE ENGINEERS


- CLASSIFICA ÓLEOS APENAS POR SUAS PROPRIEDADES VISCOMÉTRICAS

API - AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE


- CLASSIFICA ÓLEOS POR DESEMPENHO EM TESTES PADRONIZADOS

- INCLUI DESEMPENHO EM ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL

ACEA - ASSOCIATION OF CONSTRUCTORS OF EUROPEAN AUTOMOBILES


- NOVO SISTEMA, INTRODUZIDO EM JANEIRO DE 1996
- SUBSTITUIU A CLASSIFICAÇÃO CCMC (OBSOLETA)

CCMC - COMMITTEE OF COMMON MARKET AUTOMOBILE CONSTRUCTORS


- CLASSIFICA ÓLEOS POR DESEMPENHO EM TESTES PADRONIZADOS

CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEOS PARA MOTORES

40 14/08/2019
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO SAE

DISTINGUE GRAUS DE VERÃO E DE INVERNO

CLASSIFICA OS GRAUS DE INVERNO POR:


- VISCOSIDADE A BAIXAS TEMPERATURAS E ALTO CISALHAMENTO
- VISCOSIDA MÍNIMA A 100°C
- TEMPERATURA LIMITE DE BOMBEAMENTO (MRV)
- NOS GRAUS PARA TEMPERATURAS MUITO BAIXAS
TAMBÉM REQUER-SE A ESTABILIDADE DO PONTO DE FLUIDEZ

CLASSIFICA OS GRAUS DE VERÃO POR:


- VISCOSIDADES MÁXIMA E MÍNIMA A 100°C
- VISCOSIDADE A ALTA TEMPERATURA E ALTA TAXA DE CISALHAMENTO

CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEOS PARA MOTORES


41 14/08/2019
CLASSIFICAÇÃO SAE J300 DEC95
V. CIN.. VISC. A ALTA TEMP.
GRAU VISCOSITY MÁXIMA cP BOMBEABILIDADE 100°C,
SAE (CCS) (MRV) cSt ALTO CISALHAMENTO
0W 3250 at - 30°C 60,000 cP max at - 40°C 3.8 min at 150°C, 106s-1 (cP)

5W 3500 at - 25°C 60,000 cP max at - 35°C 3.8 min


10W 3500 at - 20°C 60,000 cP max at - 30°C 4.1min
15W 3500 at - 15°C 60,000 cP max at - 25°C 5.6 min
20W 4500 at - 10°C 60,000 cP max at - 20°C 5.6
min
25W 6000 at - 5°C 60,000 cP max at - 15°C 9.3 min
20 5.6 - 9.3 2.6 min
30 9.3 - 12.5 2.9 min
40 (0W-40, 5W-40 and 10W-40 GRADES) 12.5 - 16.3 2.9 min
40 (15W-40, 20W-40, 25W-40 AND 40 GRADES) 12.5 - 16.3 3.7 min
50 16.3 - 21.9 3.7 min
60 21.9 - 26.1 3.7 min

CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEOS PARA MOTORES


42 14/08/2019
MULTIGRAUS VERSUS MONOGRAUS

SAE 50 MODIFICADOR DE VISCOSIDADE


VISCOSIDADE VISCOSIDADE
SAE20W-50

SAE20W-50
SAE 20W SAE 20W

-20°C 100°C -20°C 100°C


TEMPERATURA TEMPERATURA

MULTIGRAUS TÊM MAIOR ÍNDICE DE VISCOSIDADE QUE MONOGRAUS


(VISCOSIDADE VARIA MENOS COM O AUMENTO DE TEMPERATURA)

A TEMPERATURAS SUPERIORES A 100°C , OS MULTIGRAUS TÊM MAIOR


CAPACIDADE DE SUPORTAR CARGAS

CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEOS PARA MOTORES


43 14/08/2019
PADRÕES DE DESEMPENHO E
APROVAÇÕES DE FABRICANTES

44 14/08/2019
ESCOPO

EXIGÊNCIAS DE FABRICANTES DE MOTORES

PADRÕES DE DESEMPENHO DE ÓLEO LUBRIFICANTE


- API (AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE)
- CCMC (COMMITTEE OF COMMON MARKET CONSTRUCTORS)
- ACEA (ASSOCIATION OF CONSTRUCTORS OF EUROPEAN AUTOMOBILES)

APROVAÇÕES DE FABRICANTES
- MB (MERCEDES BENZ)
- VW (VOLKSWAGEN / AUDI / SEAT)
- PSA (PEUGEOT / CITROEN)
- VOLVO
- MAN

PADRÕES DE DESEMPENHO E APROVAÇÕES DE FABRICANTES

45 14/08/2019
PREOCUPAÇÕES E EXIGÊNCIAS DOS
FABRICANTES DE MOTORES

PREOCUPAÇÃO / EXIGÊNCIA EFEITOS SOBRE O ÓLEO


VIDA LONGA DO MOTOR DESGASTE
CORROSÃO
FERRUGEM

LIMPEZA DO MOTOR DEPÓSITO


S
VERNIZ
BORRA

AUMENTO DE INTERVALOS DE MANUTENÇÃO DEGRADAÇÃO DO ÓLEO


AUMENTO DE VISCOSIDADE
DESGASTE

BAIXO CONSUMO DE ÓLEO E COMBUSTÍVEL VISCOSIDADE


ESTABILIDADE AO CISALHAMENTO
COMPATIBILIDADE C/ SELOS
ALTO DESEMPENHO AUMENTO DA CARGA E DA
SOLICITAÇÃO SOBRE O ÓLEO

PADRÕES DE DESEMPENHO E APROVAÇÕES DE FABRICANTES

46 14/08/2019
COMO SE DEFINEM PADRÕES DE
DESEMPENHO?

PADRÕES DE DESEMPENHO (API, CCMC, ACEA)

PADRÕES DE DESEMPENHO SÃO UMA COMBINAÇÃO DE:


- TESTES EM MOTORES
- TESTES EM LABORATÓRIO

LIMITES SÃO ESTABELECIDOS PARA PARÂMETROS CRÍTICOS

A EXISTÊNCIA DA ESPECIFICAÇÃO NÃO NECESSARIAMENTE


IMPLICA EM “APROVAÇÃO” DO ÓLEO

PADRÕES DE DESEMPENHO E APROVAÇÕES DE FABRICANTES

47 14/08/2019
O SÍMBOLO DE SERVIÇO DO API ( “DONUT”)

PADRÕES DE DESEMPENHO E APROVAÇÕES DE FABRICANTES

48 14/08/2019
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ACEA

SEQUÊNCIAS ACEA INCLUEM - TESTES DE LABORATÓRIO (VISCOSIDADE, ESTAB. AO CISALHAMENTO, etc.)


- TESTES NOVOS E MODIFICADOS, REFLETINDO REQUISITOS DE DESEMPENHO
(ex.: DEPÓSITOS EM TURBO-C0MPRESSORES, CONTROLE DE FULIGEM)

ACEA CLAS. CCMC PRÓXIMA DESCRIÇÃO

BAIXA VISC.
A1-96 NOVA ECON. DE COMB.
CARROS DE PASSEIO
GASOLINA G-4 VISCOSIDADE NORMAL
A2-96

SUPERIOR ESTABILIDADE
A3-96 G-5
AO CISALHAMENTO

NOVA BAIXA VISC.


B1-96 ECON. DE COMB.
CARROS DE PASSEIO

DIESEL B2-96 PD-2 VISCOSIDADE NORMAL

NOVA SUPERIOR ESTABILIDADE


B3-96 AO CISALHAMENTO

E1-96 D-4 PARA SERVIÇO SEVERO


EM MOTORES DIESEL
DIESEL
SUPERIOR PROTEÇÃO
SERVIÇO SEVERO
E2-96 - CONTRA DESGASTE,
POLIMENTO E DEPÓSITOS

IGUAL ACIMA, MAIS


E3-96 D-5 CONTROLE DE CONSUMO
DE ÓLEO E FULIGEM

PADRÕES DE DESEMPENHO E APROVAÇÕES DE FABRICANTES

49 14/08/2019
APROVAÇÕES DE FABRICANTES
CARROS DE PASEIO

OEM REQUISITO ESPECIFICAÇÕE


S
MB DESGASTE EM CONDIÇÕES
DE SERVIÇO SEVERAS
FORMAÇÃO DE BORRA NEGRA 229.1 - NOVA ESPECIFICAÇÃO PARA CARROS DE
PASSEIO, GASOLINA E DIESEL (8/96)
APRISIONAMENTO DE AR

VW* ANÉIS PRESOS (DIESEL) 500.00 - ÓLEOS COM ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL


EMISSÕES MULTIGRAUS 5W-X OU 10W-X
ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL
501.01 - ÓLEOS MONO OU MULTIVISCOSOS PARA
COMPATIBILIDADE C/ RETENTORES
CARROS A GASOLINA E A DIESEL (FROTAS MISTAS)
BORRA NEGRA
LIMPEZA 505.00 - MULTIGRAUS PARA MOTORES DIESEL
DE CARROS DE PASSEIO (TURBOS E ASPIRADOS)
DESGASTE (PITTING)

PADRÕES DE DESEMPENHO E APROVAÇÕES DE FABRICANTES

50 14/08/2019
APROVAÇÕES DE FABRICANTES
CARROS DE PASSEIO (CONTINUAÇÃO)....

OEM REQUISITOS ESPECIFICAÇÕES


ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL PEUGEOT DIESEL- CARROS DE PASSEIO -
PEUGEOT
CONSUMO DE ÓLEO
(MOTORES TURBOS E ASPIRADOS)
PROTEÇÃO ANTI-DESGASTE
ESPESSAMENTO (DIESEL) PEUGEOT GASOLINA- CARROS DE PASSEIO
ESTAB. AO CISALHAMENTO

BMW DURABILIDADE DO MOTOR TESTES DE APROVAÇÃO EM MOTORES M42


APRISIONAMENTO DE AR
(200 HRS, 145 °C TEMP. ÓLEO, S/ ARREF. PISTÃO)

PORSCHE DURABILIDADE DO MOTOR TESTES EM MOTORES 911 CARRERA


APRISIONAMENTO DE AR (120 HRS, SIMULA 40000 kM, 120 °C DE TEMP. ÓLEO)

ROLLS ROYCE “PITTING” DO CONJUNTO TESTE PRÓPRIO

DE VÁLVULAS (200 HRS, TESTE DE “PITTING”)

PADRÕES DE DESEMPENHO E APROVAÇÕES DE FABRICANTES

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PRODUTOS ESSO PARA MOTORES PEUGEOT

GASOLINA:
 ESSO ULTRON 5W-40: API SJ/CF; ACEA A3-96/B3-96; PEUGEOT GASOLINA, VW 500/505; BMW.

PORSCHE; ROVER; ROLLS-ROYCE; MB 229.1.

 ESSO ULTRA 15W-50: API SJ/CF; ACEA A3-96/B3-96; PEUGEOT GASOLINA; VW 501.

 ESSO UNIFLO 20W-50: API SJ.

DIESEL:
 ESSOLUBE XD-3 EXTRA+ 15W-40: API CF-4/SF; CCMC D5/PD2; VDS-2; MB 228.3.

 ESSOLUBE XD-3+ 15W-40: API CF-4/SF; CCMC D4/PD2; VDS; MB 228.1

LUBRIFICANTES ESSO
52 14/08/2019
ENGRENAGENS

AUTOMOTIVAS

53 14/08/2019
CAIXA DE MUDANÇAS MANUAL SINCRONIZADA
A CAIXA DE MUDANÇAS PERMITE AO MOTOR OPERAR EM SUA FAIXA
IDEAL DE ROTAÇÕES NAS DIVERSAS VELOCIDADES DO VEÍCULO

ALAVANCA

ÁRVORE
SECUNDÁRIA

EMBREAGEM
NotA: 5a marcha é direta
5a 4a 3a 2a 1a

TRANSMISSÕES
54 14/08/2019
JUNTAS

CARDÃ COM JUNTAS


UNIVERSAIS
(TRAÇÃO TRASEIRA)

TRANSMISSÕES
55 14/08/2019
DIFERENCIAL

DIFERENCIAL

TRANSMITE A FORÇA PARA AS RODAS


PERMITE QUE AS RODAS GIREM A VELOCIDADES DIFERENTES EM CURVAS
OU TERRENOS IRREGULARES
DIFERENCIAIS DE DESLIZAMENTO LIMITADO EVITAM QUE O VEÍCULO PERCA
TRAÇÃO QUANDO UMA RODA ESTÁ EM SUPERFÍCIE DE POUCA ADERÊNCIA

TRANSMISSÕES
56 14/08/2019
COROA E PINHÃO

TIPOS DE ENGRENAGENS
CÔNICA-HELICOIDAL
CÔNICA-HELICOIDAL ÁRVORES
HIPÓIDE EM ÂNGULO

CARACTERÍSTICAS:
- AMBAS SUPORTAM ALTAS CARGAS
EIXO DO
- TÊM OPERAÇÃO SUAVE PINHÃO

HIPÓIDE
VANTAGENS DA ENGRENAGEM HIPÓIDE
ÁRVORES
CONJUNTO MECÂNICO MAIS BAIXO (PINHÃO EM ÂNGULO
ENGRENA NA PARTE INFERIOR DA COPOA)

DESVANTAGENS DAS ENGRENAGENS HIPÓIDES EIXO DO


PINHÃO
OPERAM A ALTAS VELOCIDADES DE DESLIZAMENTO
DIFÍCIL LUBRIFICAÇÃO: REQUEREM ALTA ADITIVAÇÃO EP

TRANSMISSÕES
57 14/08/2019
ÓLEOS PARA ENGRENAGENS E
FLUIDOS PARA TRANSMISSÕES
AUTOMÁTICAS

58 14/08/2019
FUNÇÕES DE UM ÓLEO P/ ENGR. AUTOMOTIVAS

TRANSMISSÕES MANUAIS E DIFERENCIAIS

ÁREAS CRÍTICAS DE LUBRIFICAÇÃO PROPRIEDADES DO ÓLEO


LUBRIFICAÇÃO DE ENGRENAGENS VISCOSIDADE ADEQUADA
E MANCAIS PROPRIEDADES DE CARGA E EP
BAIXA FORMAÇÃO E ESPUMA
LUBRIFICAÇÃO DE VISCOSIDADE ADEQUADA
LUBRIFICANTE NÃO DEVE INTERFERIR
SINCRONIZADORES
COM PROPRIEDADES DE ATRITO
DO SINCRONIZADOR
(ex.: baixa ação do aditivo EP)

LUBRIFICAÇÃO DE DIFERENCIAIS BOAS PROPRIEDADES EP

OUTRAS PROPRIEDADES NECESSÁRIAS


- ESTABILIDADE TÉRMICA E À OXIDAÇÃO
- PROTEÇÃO CONTRA FERRUGEM E CORROSÃO
- DEMULSIBILIDADE

ÓLEOS PARA ENGRENAGENS E ATFs


59 14/08/2019
GRAUS DE VISCOSIDADE SAE

SAE J306 OCT91 - CLASSIFICAÇÃO DE VISCOSIDADE


PARA ÓLEOS DE ENGRENAGENS

Grau de Visc. Temperatura Máxima Viscosidade a 100°C, cSt

SAE para Viscosidade 150.000 cP Mínimo Máximo

70W -55 4.1

75W -40 4.1

80W -26 7

85W -12 11

90 13.5 <24.0

140 24 <41.0

250 41

ÓLEOS PARA ENGRENAGENS E ATFs


60 14/08/2019
CLASSIFICAÇÃO DE SERVIÇO API

CLASSIFICAÇÃO DE TIPO DE ÓLEO APLICAÇÕES


SERVIÇO API
GL-1 MINERAL PURO PARA ALGUMAS TRANSM. MANUAIS

GL-2 EP LEVE ENGR. SEM-FIM; ÓLEOS INDUSTRIAIS

GL-3 EP LEVE ENGR. CÔNICO-HELICOIDAIS

GL-4 EP MÉDIO HIPÓIDES - SERVIÇO MODERADO E A


MAIORIA DAS TRANSM. MANUAIS
GL-5 EP ELEVADO EIXOS TRASEIROS E ALGUNS TIPOS DE
TRANSMISSÕES MANUAIS
GL-6 EP > GL-5 HIPÓIDES C/ ALTO DESALINHAMENTO

MT-1 ALTO EP TRANSM. MANUAIS - SERV. SEVERO

PG-2 * - ENGR. CÔNICAS HELICOIDAIS E HIPÓIDES

*ESPECIFICAÇÃO FUTURA

ÓLEOS PARA ENGRENAGENS E ATFs


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PRODUTOS ESSO - TRANSMISSÕES MANUAIS PEUGEOT

 ESSO GEAR OIL BV 75W-80W: ESPECIALMENTE DESENVOLVIDO PARA


TRANSMISSÕES MANUAIS DE MODELOS COM
TRAÇÃO DIANTEIRA. PROPRIEDADES
VISCOMÉTRICAS E DE ATRITO EXCLUSIVAS

 ESSOLUBE XD-3+ / ESSOLUBE XD-3 EXTRA+: TRANSMISSÃO MANUAL DA PICK-UP

 ESSO AWS 728: PARA DIFERENCIAIS DE DESLIZAMENTO LIMITADO

ÓLEOS PARA ENGRENAGENS E ATFs


62 14/08/2019
PRODUTOS ESSO - TRANSM. AUTOMÁTICAS PEUGEOT

 ESSO ATF - DEXRON III: APROVAÇÕES: DEXRON III: F30739


MERCON: M980105
(TAMBÉM PARA DIREÇÕES
HIDRÁULICAS)
ALLISON: C425293097

FLUIDO SINTÉTICO
 ESSO LT71141:
SOMENTE PARA
(PARA CAIXAS 4HP20 E AL4) TRANSMISSÕES
AUTOMÁTICAS
NÃO REQUER
TROCA

ÓLEOS PARA ENGRENAGENS E ATFs


63 14/08/2019
GRAXAS AUTOMOTIVAS

64 14/08/2019
COMPOSIÇÃO DAS GRAXAS

ÓLEO BÁSICO + ESPESSANTE + ADITIVOS

MINERAL SABÃO ANTI-OXIDANTE


SINTÉTICO NÃO SAPONIFICADO ANTI-CORROSIVO
VEGETAL EP/ANTI-DESGASTE
AGENTE DE ADESIVIDADE

GRAXAS AUTOMOTIVAS
65 14/08/2019
PRINCIPAIS ESPESSANTES

PROPRIEDADES LÍTIO CÁLCIO Li ARGILA POLIUREIA


COMPL.(1)
ESPESSANTE SABÃO SABÃO Ñ-SABÃO Ñ-SABÃO
SABÃO
TEMPERATURA MAX., °C 120 80 200 180
160
PONTO DE GOTA, °C 190 90 >300 >300
280
RESISTÊNCIA À ÁGUA BOA EXCELENTE BOA EXCELENTE
MUITO BOA
ESTABILIDADE MECÂNICA BOA BOA BOA BOA
EXCELENTE
CUSTO MÉDIO BAIXO ALTO MUITO ALTO
ALTO
EXEMPLO PROD. ESSO BEACON CAZAR K NORVA POLYREX
RONEX MP
NOTAS:
(1) LiCOMPL.= SABÃO DE COMPLEXO DE LÍTIO
(2) OUTRAS PROPRIEDADES, COMO CAPACIDADE DE CARGA, RESISTÊNCIA À CORROSÃO
E À OXIDAÇÃO E ADESIVIDADE, PODEM SER ADQUIRIDAS POR MEIO DO USO DE ADITIVOS.

GRAXAS AUTOMOTIVAS
66 14/08/2019
CLASSIFICAÇÃO NLGI

GRAU PENETRAÇÃO TRABAHADA CONSISTÊNCIA


NLGI 60X A 25°C

000 445-475 SEMI-FLUIDA


00 400-430 SEMI-FLUIDA
0 355-385 MUITO MACIA
1 310-340 MACIA
2 265-295 MÉDIA
3 220-250 MÉDIA
4 175-205 DURA
5 130-160 MUITO DURA
6 85-115 MUITO DURA

GRAXAS AUTOMOTIVAS
67 14/08/2019
CATEGORIAS DE GRAXAS AUTOMOTIVAS

 GRAXAS PARA CHASSIS

 GRAXAS PARA CUBOS DE RODAS

 GRAXAS MULTI-USO

 GRAXAS P/ JUNTAS HOMOCINÉTICAS

GRAXAS AUTOMOTIVAS
68 14/08/2019
RECOMENDAÇÕES PARA USO

MANTER RECIPIENTES SEMPRE FECHADOS

MANTER SUPERFÍCIE DA GRAXA SEMPRE NIVELADA

MANTER PRODUTO AFASTADO DE FONTES DE IGNIÇÃO

LIMPAR RESPINGOS DO PRODUTO

EVITAR MISTURAS DE PRODUTOS

LIMPAR A PEÇA ANTES DE LUBRIFICÁ-LA. USAR PISTOLA DE PRESSÃO

GRAXAS AUTOMOTIVAS
69 14/08/2019
GRAXA ESSO RECOMENDADA PARA VEÍCULOS PEUGEOT

RONEX MP

NLGI 2

COMPLEXO DE LÍTIO

ALTA RESISTÊNCIA À TEMPERATURA

ADITIVAÇÃO EXTREMA PRESSÃO

EXCELENTE ADESIVIDADE

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