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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

NORMA REGULAMENTADORA - NR 26
Sinalização de Segurança

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

SINALIZAÇÃO INDUSTRIAL NO
AMBIENTE DE TRABALHO

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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O seguinte estudo procurou esclarecer de maneira mais clara


possível, a importância de se ter a Sinalização Industrial no
ambiente de trabalho. O estudo mostra os tipos de sinalizações,
o que deve constar em cada uma delas, suas cores, o ambiente
em que cada uma delas deve ser implantada, os tipos de
imagens a serem colocadas nas sinalizações

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O sistema de sinalização é responsável pelo deslocamento do


indivíduo no espaço possibilitando a tomada de decisão, de tal
modo que, durante a ocorrência de uma emergência, o conduza
para uma rota de fuga ou área segura. Além disso, as sinalizações
devem prover o indivíduo com informações suficientes para
minimizar o tempo gasto na tomada de decisão

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Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 DOU - 06/07/78


26.1 Cor na segurança do trabalho.
26.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR tem por objetivo fixar as cores que devem
ser usadas nos locais de trabalho para
prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando
áreas, identificando as canalizações
empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases e advertindo contra
riscos.
26.1.2 Deverão ser adotadas cores para segurança em estabelecimentos ou locais de
trabalho, a fim de indicar e advertir
acerca dos riscos existentes. (126.001-4 / I2)
26.1.3 A utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de
acidentes.
26.1.4 O uso de cores deverá ser o mais reduzido possível, a fim de não ocasionar
distração, confusão e fadiga ao
trabalhador.

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26.1.5 As cores aqui adotadas serão as seguintes:


- vermelho;
- amarelo;
- branco;
- preto;
- azul;
- verde;
- laranja;
- púrpura;
- lilás;
- cinza;
- alumínio;
- marrom.

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26.1.5.1 A indicação em cor, sempre que necessária, especialmente quando em área de


trânsito para pessoas estranhas ao
trabalho, será acompanhada dos sinais convencionais ou da identificação por palavras.
(126.002-2/I2)

26.1.5.2 Vermelho.
O vermelho deverá ser usado para distinguir e indicar equipamentos e aparelhos de
proteção e combate a incêndio. Não
deverá ser usado na indústria para assinalar perigo, por ser de pouca visibilidade em
comparação com o amarelo (de alta
visibilidade) e o alaranjado (que significa Alerta).

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É empregado para identificar:


- caixa de alarme de incêndio;
- hidrantes;
- bombas de incêndio;
- sirenes de alarme de incêndio;
- caixas com cobertores para abafar chamas;
- extintores e sua localização;
- indicações de extintores (visível a distância, dentro da área
de uso do extintor);
- localização de mangueiras de incêndio (a cor deve ser usada
no carretel, suporte, moldura da caixa ou nicho);
- baldes de areia ou água, para extinção de incêndio;
- tubulações, válvulas e hastes do sistema de aspersão de
água;
- transporte com equipamentos de combate a incêndio;
- portas de saídas de emergência;

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- rede de água para incêndio (sprinklers);


- mangueira de acetileno (solda oxiacetilênica).
A cor vermelha será usada excepcionalmente
com sentido de advertência de perigo:
- nas luzes a serem colocadas em barricadas,
tapumes de construções e quaisquer outras
obstruções temporárias;
- em botões interruptores de circuitos elétricos
para paradas de emergência.

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26.1.5.3 Amarelo. (126.004-9 / I2)


Em canalizações, deve-se utilizar o amarelo para identificar gases
não liquefeitos.
O amarelo deverá ser empregado para indicar "Cuidado!",
assinalando:
- partes baixas de escadas portáteis;
- corrimões, parapeitos, pisos e partes inferiores de escadas que
apresentem risco;
- espelhos de degraus de escadas;
- bordas desguarnecidos de aberturas no solo (poços, entradas
subterrâneas, etc.) e de plataformas que não possam ter
corrimões;
- bordas horizontais de portas de elevadores que se fecham
verticalmente;
- faixas no piso da entrada de elevadores e plataformas de
carregamento;
- meios-fios, onde haja necessidade de chamar atenção;
- paredes de fundo de corredores sem saída;

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- vigas colocadas a baixa altura;


- cabines, caçambas e gatos-de-pontes-rolantes, guindastes,
escavadeiras, etc.;
- equipamentos de transporte e manipulação de material, tais como
empilhadeiras, tratores industriais, pontesrolantes,
vagonetes, reboques, etc.;
- fundos de letreiros e avisos de advertência;
- pilastras, vigas, postes, colunas e partes salientes de estruturas e
equipamentos em que se possa esbarrar;
- cavaletes, porteiras e lanças de cancelas;
- bandeiras como sinal de advertência (combinado ao preto);
- comandos e equipamentos suspensos que ofereçam risco;
- pára-choques para veículos de transporte pesados, com listras
pretas.Listras (verticais ou inclinadas) e quadrados
pretos serão usados sobre o amarelo quando houver necessidade
de melhorar a visibilidade da sinalização.

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26.1.5.4 Branco. (126.005-7 / I2)


O branco será empregado em:
- passarelas e corredores de circulação, por
meio de faixas (localização e largura);
- direção e circulação, por meio de sinais;
- localização e coletores de resíduos;
- localização de bebedouros;
- áreas em torno dos equipamentos de socorro
de urgência, de combate a incêndio ou outros
equipamentos de
emergência;
- áreas destinadas à armazenagem;
- zonas de segurança.

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26.1.5.5 Preto. (126.006-5 / I2)


O preto será empregado para indicar as
canalizações de inflamáveis e combustíveis de
alta viscosidade (ex: óleo
lubrificante, asfalto, óleo combustível, alcatrão,
piche, etc.).
O preto poderá ser usado em substituição ao
branco, ou combinado a este, quando
condições especiais o exigirem

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26.1.5.6 Azul. (126.007-3 / I2)


O azul será utilizado para indicar "Cuidado!",
ficando o seu emprego limitado a avisos contra
uso e movimentação de
equipamentos, que deverão permanecer fora
de serviço.
- empregado em barreiras e bandeirolas de
advertência a serem localizadas nos pontos de
comando, de partida, ou fontes
de energia dos equipamentos.
Será também empregado em:
- canalizações de ar comprimido;
- prevenção contra movimento acidental de
qualquer equipamento em manutenção;
- avisos colocados no ponto de arranque ou
fontes de potência.

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26.1.5.7 Verde. (126.008-1 / I2)


O verde é a cor que caracteriza "segurança".
Deverá ser empregado para identificar:
- - canalizações de água;
- - caixas de equipamento de socorro de urgência;
- - caixas contendo máscaras contra gases;
- - chuveiros de segurança;
- - macas;
- - fontes lavadoras de olhos;
- - quadros para exposição de cartazes, boletins, avisos de
segurança, etc.;
- - porta de entrada de salas de curativos de urgência;
- - localização de EPI; caixas contendo EPI;
- - emblemas de segurança;
- - dispositivos de segurança;
- - mangueiras de oxigênio (solda oxiacetilênica).

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26.1.5.8 Laranja. (126.009-0 / I2)


O laranja deverá ser empregado para
identificar:
- canalizações contendo ácidos;
- partes móveis de máquinas e equipamentos;
- partes internas das guardas de máquinas que
possam ser removidas ou abertas;
- faces internas de caixas protetoras de
dispositivos elétricos;
- faces externas de polias e engrenagens;
- botões de arranque de segurança;
- dispositivos de corte, borda de serras,
prensas.

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26.1.5.9 Púrpura. (126.010-3 / I2)


A púrpura deverá ser usada para indicar os perigos provenientes
das radiações eletromagnéticas penetrantes de partículas
nucleares.
Deverá ser empregada a púrpura em:
- portas e aberturas que dão acesso a locais onde se manipulam
ou armazenam materiais radioativos ou materiais
contaminados pela radioatividade;
- locais onde tenham sido enterrados materiais e equipamentos
contaminados;
- recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais
e equipamentos contaminados;
- sinais luminosos para indicar equipamentos produtores de
radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas
nucleares.

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26.1.5.10 Lilás. (126.011-1 / I2)


O lilás deverá ser usado para indicar
canalizações que contenham álcalis. As
refinarias de petróleo poderão utilizar o lilás
para a identificação de lubrificantes.

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26.1.5.11 Cinza. (126.012-0 / I2)


a) Cinza claro - deverá ser usado para
identificar canalizações em vácuo;

b) Cinza escuro - deverá ser usado para


identificar eletrodutos.

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26.1.5.12 Alumínio. (126.013-8 / I2)


O alumínio será utilizado em canalizações
contendo gases liquefeitos, inflamáveis e
combustíveis de baixa viscosidade (ex.
óleo diesel, gasolina, querosene, óleo
lubrificante, etc.).

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26.1.5.13 Marrom. (126.014-6 / I2)


O marrom pode ser adotado, a critério da
empresa, para identificar qualquer fluído não
identificável pelas demais cores.

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26.2 O corpo das máquinas deverá ser pintado em branco, preto ou verde. (126.015-4 /
I2)
26.3 As canalizações industriais, para condução de líquidos e gases, deverão receber a
aplicação de cores, em toda sua
extensão, a fim de facilitar a identificação do produto e evitar acidentes. (126.016-2 / I2)
26.3.1 Obrigatoriamente, a canalização de água potável deverá ser diferenciada das
demais. (126.017-0 / I2)
26.3.2 Quando houver a necessidade de uma identificação mais detalhada
(concentração, temperatura, pressões, pureza,
etc.), a diferenciação far-se-á através de faixas de cores diferentes, aplicadas sobre a cor
básica. (126.018-9 / I2)
26.3.3 A identificação por meio de faixas deverá ser feita de modo que possibilite
facilmente a sua visualização em qualquer
parte da canalização. (126.019-7 / I2)
26.3.4 Todos os acessórios das tubulações serão pintados nas cores básicas de acordo
com a natureza do produto a ser
transportado. (126.020-0 / I2)

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a) Para fins do disposto no item anterior,


considera-se substância perigosa todo material
que seja, isoladamente ou não,
corrosivo, tóxico, radioativo, oxidante, e que,
durante o seu manejo, armazenamento,
processamento, embalagem,
transporte, possa conduzir efeitos prejudiciais
sobre trabalhadores, equipamentos, ambiente
de trabalho.
26.5 Símbolos para identificação dos
recipientes na movimentação de materiais.
26.5.1 Na movimentação de materiais no
transporte terrestre, marítimo, aéreo e
intermodal, deverão ser seguidas as normas
técnicas sobre simbologia vigentes no País.
(126.024-3 / I3)

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26.6 Rotulagem preventiva.


26.6.1 A rotulagem dos produtos perigosos ou nocivos à saúde deverá ser feita
segundo as normas constantes deste item.
(126.025-1 / I3)
26.6.2 Todas as instruções dos rótulos deverão ser breves, precisas, redigidas em
termos simples e de fácil compreensão.
(126.026-0 / I3)
26.6.3 A linguagem deverá ser prática, não se baseando somente nas
propriedades inerentes a um produto, mas dirigida de
modo a evitar os riscos resultantes do uso, manipulação e armazenagem do
produto. (126.027-8 / I3)
26.6.4 Onde possa ocorrer misturas de 2 (duas) ou mais substâncias químicas,
com propriedades que variem em tipo ou grau
daquelas dos componentes considerados isoladamente, o rótulo deverá destacar
as propriedades perigosas do produto final.
(126.028-6 / I3)

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26.6.5 Do rótulo deverão constar os seguintes tópicos:


(126.029-4 / I3)
- nome técnico do produto;
- palavra de advertência, designando o grau de risco;
- indicações de risco;
- medidas preventivas, abrangendo aquelas a serem tomadas;
- primeiros socorros;
- informações para médicos, em casos de acidentes; e
- instruções especiais em caso de fogo, derrame ou vazamento,
quando for o caso.
26.6.6 No cumprimento do disposto no item anterior, dever-
se-á adotar o seguinte procedimento: (126.030-8 / I3)
- nome técnico completo, o rótulo especificando a natureza do
produto químico. Exemplo: "Ácido Corrosivo", "Composto
de Chumbo", etc. Em qualquer situação, a identificação deverá
ser adequada, para permitir a escolha do tratamento
médico correto, no caso de acidente.

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- Palavra de Advertência - as palavras de advertência que devem ser usadas são:


- "PERIGO", para indicar substâncias que apresentem alto risco;
- "CUIDADO", para substâncias que apresentem risco médio;
- "ATENÇÃO", para substâncias que apresentem risco leve.
- Indicações de Risco - As indicações deverão informar sobre os riscos relacionados
ao manuseio de uso habitual ou
razoavelmente previsível do produto. Exemplos: "EXTREMAMENTE INFLAMÁVEIS",
"NOCIVO SE ABSORVIDO
ATRAVÉS DA PELE", etc.
- Medidas Preventivas - Têm por finalidade estabelecer outras medidas a serem
tomadas para evitar lesões ou danos
decorrentes dos riscos indicados. Exemplos: "MANTENHA AFASTADO DO CALOR,
FAÍSCAS E CHAMAS
ABERTAS" "EVITE INALAR A POEIRA".
- Primeiros Socorros - medidas específicas que podem ser tomadas antes da
chegada do médico

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Resultado e análise
O próprio layout da planta contribuiu para que as sinalizações de segurança fiquem fixadas nas
máquinas e nos produtos químicos que representam perigo, em posições que permitam a sua
visualização.

A Lei n. 12.111/93, a qual diz que “as sinalizações das rotas de saída devem ser localizadas de modo
que a distância de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de, no máximo,
15 metros”, “a sinalização de orientação das rotas de saída deve ser instalada de forma que na
direção de saída de qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte,

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FORMAS DA SINALIZAÇÃO

Circular
Utilizada para implantar símbolos de proibição e ação de comando.

Triangular
Utilizada para implantar símbolos de alerta.

Quadrada e retangular
Utilizadas para implantar símbolos de orientação, socorro, emergência, identificação de equipamentos
utilizados no combate a incêndio, alarme e mensagens escritas.

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SINALIZAÇÃO DE ORIENTAÇÃO
A sinalização de orientação facilita a movimentação do usuário
em um determinado espaço físico. São as sinalizações de rota de
fuga e o mapa de riscos.
Dentre as sinalizações de orientação destaca-se, pela sua
relevância, o mapa de risco, o qual deve existir obrigatoriamente
em qualquer indústria, segundo ao disposto na Norma
Regulamentadora NR-05 (figura 1).
Assim, visando mostrar como esses tipos de informações são
importantes numa situação de emergência.

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Figura 2 - Rota de fuga

SINALIZAÇÃO DE ROTA DE FUGA


Visa indicar o trajeto completo das rotas de fuga até uma saída
de emergência (indicação continuada) (figura 2).

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O uso de rota de fuga se dá pela ocorrência de um sinistro que podem


ser de três tipos:
a) Emissão de gases
b) Explosão
c) Incêndio
Ocorrendo um destes tipos de sinistro, o tempo de evacuação da área deve
ser suficiente para que a retirada de todos seja segura. Um dos tipos de
informação comumente utilizado em indústrias é a advertência que tem três
propósitos:
a) comunicar informação relacionada à segurança a um público específico;
b) promover um comportamento seguro, reduzindo o risco;
c) reduzir ou prevenir problemas de saúde, ferimentos e danos à propriedade.

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Obstáculos
Visa indicar a existência de obstáculos nas rotas de fuga, tais como: pilares, arestas de
paredes e vigas, desníveis de piso, fechamento de vãos com vidros ou outros materiais
translúcidos e transparentes, etc.
Mensagens escritas
Visa informar o público sobre:
a) uma sinalização básica, quando for necessária a complementação da mensagem dada pelo
símbolo;
b) as medidas de proteção contra incêndios existentes na edificação ou áreas de risco;
c) as circunstâncias específicas de uma edificação e áreas de risco;
d) a lotação admitida em recintos destinados à reunião de público.

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Demarcações de áreas
Visa definir um layout no piso, que garanta acesso do público às rotas de saída e aos
equipamentos de combate a incêndio e alarme, em áreas utilizadas para depósito de materiais,
instalações de máquinas ou equipamentos industriais e em locais destinados a estacionamento de
veículos.
Identificação de sistemas de combate a incêndio
Visa identificar, através de pintura diferenciada, as tubulações e acessórios utilizados para
sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos quando aparentes.

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SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
A Sinalização de Segurança adverte o usuário sobre situações de perigo; sobre
ações proibidas em determinado ambiente; indica condições seguras e instrui sobre
equipamentos de proteção para evitar acidentes.
A sinalização de segurança classifica-se em:
a) mensagens reguladoras - informam as regras vigentes no sistema.
b) mensagens de indicação de condição segura - transmitem informações em que o
usuário poderá encontrar segurança numa emergência.
c) mensagens de ação mandatória - ordenam que o usuário obedeça às normas de
segurança.
d) mensagens de proibição - informam às ações que não são permitidas.
e) mensagem de advertência ao risco - adverte os usuários sobre os riscos.
f) mensagens de identificação de perigo - isolam as áreas perigosas.

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Sinalização de emergência

Fixa as condições exigíveis que devem satisfazer o sistema de sinalização de emergência


em edificações e áreas de risco, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança
Contra Incêndio e Pânico.

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Aplicação
Esta Instrução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco, exceto
residências unifamiliares.
Procedimentos gerais
A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de
incêndio, alertando para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações
adequadas à situação de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a
localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação
em caso de incêndio.
Características da sinalização de emergência
A sinalização de emergência faz uso de símbolos, mensagens e cores, que devem ser
alocados convenientemente no interior da edificação e áreas de risco.
Tipos de sinalização de Emergência
A sinalização de emergência divide-se em:
•Sinalização básica
•Sinalização complementar

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SINALIZAÇÃO BÁSICA
A sinalização básica é o conjunto mínimo de sinalização que uma edificação deve apresentar,
constituído por quatro categorias, de acordo com sua função:
•Proibição Visa
proibir e coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento.
•Alerta
Visa alertar para áreas e materiais com potencial de risco de incêndio, explosão, choques elétricos
e contaminação por produtos perigosos.
•Orientação e Salvamento
Visa indicar as rotas de saída e as ações necessárias para o seu acesso e uso.
•Equipamentos
Visa indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndios e alarme disponíveis
no local.
Os diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de
características específicas de uso e dos riscos, bem como em função de necessidades básicas para
a garantia da segurança contra incêndio na edificação.

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Sinalização de Proibição
A sinalização de proibição própria de segurança contra
incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma
altura de 1,80 m medida do piso acabado à base da
sinalização, distribuída em mais de um ponto dentro da área
de risco, de modo que pelo menos uma delas possa ser
claramente visível de qualquer posição dentro da área,
distanciadas em no máximo 15 m entre si.
Sinalização de Alerta
A sinalização de alerta própria de segurança contra
incêndio e pânico deve ser instalada em local visível e a uma
altura de 1,80 m medida do piso acabado à base da
sinalização, próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo
da área de risco generalizadas, distanciadas entre si em no
máximo, 15 m.

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Indicação de Obstáculos
A sinalização complementar de indicação de obstáculos e riscos na circulação de rotas de saída deve ser instalada
de acordo com os seguintes critérios:
Faixa zebrada
- devem ser aplicadas, verticalmente, a uma altura de 0,50 m do piso acabado, com comprimento mínimo de 1,0m;
- devem ser aplicadas, horizontalmente, por toda a extensão dos obstáculos, em todas as faces, com largura mínima
de 0,10m em cada face;
- devem ser aplicadas tarjas, em cor contrastante com o ambiente, com largura mínima de 50 mm, aplicada
horizontalmente em toda sua extensão, na altura constante compreendida entre 1,00 m e 1,40 m do piso acabado.
As mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica devem se situar imediatamente adjacente
à sinalização complementar, e devem ser escritas na língua portuguesa.
Quando houver necessidade de mensagens em um ou mais idiomas, essas podem ser adicionadas sem, no entanto,
substituir a mensagem na língua portuguesa.

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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

No acesso principal da área de risco, informando o público sobre:


a) o sistema de proteção contra incêndio instalado na área de risco;
b) os produtos líquidos combustíveis armazenados, indicando a quantidade total de recipientes
transportáveis ou tanques, bem como a capacidade máxima individual de cada tipo, em litros ou
metros cúbicos;
c) os gases combustíveis armazenados em tanques fixos, indicando a quantidade total de tanques,
bem como a capacidade máxima individual dos tanques, em litros ou metros cúbicos e em
quilogramas;
d) os gases combustíveis armazenados em recipientes transportáveis, indicando a quantidade total
de recipientes de acordo com a capacidade máxima individual de cada tipo, em quilogramas;
e) outros produtos perigosos que estão armazenados. Indicando o tipo, a quantidade e o perigo que
oferecem às pessoas e meio-ambiente.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Sinalização de Áreas
As sinalizações complementares destinadas à demarcação de áreas devem ser implantadas no piso
acabado, através de faixas contínuas com largura entre 0,05 m e 0,20 m, nas seguintes situações:
a) na cor branca ou amarela, em todo o perímetro das áreas destinadas a depósito de mercadorias,
máquinas e equipamentos industriais, etc., a fim de indicar uma separação entre os locais desses
materiais e os corredores de circulação de pessoas e veículos;
b) na cor branca ou amarela, para indicar as vagas de estacionamento de veículos em garagens ou locais
de carga e descarga;
c) na cor branca, paralelas entre si e com o espaçamento variando entre uma e duas vezes a largura da
faixa adotada, dispostas perpendicularmente ao sentido de fluxo de pedestres (faixa de pedestres), com
comprimento mínimo de 1,20m, formando um retângulo ou quadrado, sem bordas laterais, nos acessos
às saídas de emergência, a fim de identificar o corredor de acesso para pedestres.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Proscritiva - quando quer impedir a tomada de determinada ação.

Sinais Utilizados com Freqüência


As imagens presentes nas advertências podem ser de
três tipos, dependendo do teor e da mensagem transmitida:

Descritiva - quando a imagem identifica uma fonte de perigo.

Prescritiva - quando a imagem prescreve alguma ação a ser tomada.

Proscritiva - quando quer impedir a tomada de determinada ação.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Parâmetros Ergonômicos
A ergonomia informacional aborda parâmetros ergonômicos que são considerados na
linguagem verbal:
Legibilidade: indica a facilidade com que as partes podem ser reconhecidas e
organizadas num modelo coerente.
Visibilidade: qualidade de um caractere ou símbolo que torna possível sua separação
visual do suporte em que é apresentado ou em seu entorno.
Leiturabilidade: qualidade responsável pelo reconhecimento da informação textual
quando apresentada em grupamentos significativos como palavras, sentenças ou textos
contínuos.
Compreensibilidade: qualidade de entendimento correto do significado do símbolo,
como também a compreensão da informação para tomar ou tornar segura a decisão de um
ato.
Orientabilidade: define uma sequência lógica de mensagens para facilitar a
locomoção em uma edificação. Logo, a preocupação com a ergonomia informacional na
indústria é extremamente importante, pois pode auxiliar as pessoas a não alterarem
significativamente seus comportamentos.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Metodologia Ergonômica de Sinalizações


A metodologia utilizada no estudo constituiu-se de três etapas, as quais
fazem parte da análise
a) Apreciação ergonômica: diz respeito ao levantamento das mensagens
visuais locais, verificando se existem aspectos que possam interferir na
transmissão da informação;
b) Diagnose ergonômica: diz respeito à verificação da padronização das
sinalizações, da presença de elementos simbólicos, a compreensibilidade,
visibilidade, entre outros
c) Recomendações ergonômicas: estão relacionadas aos dados levantados,
propondo algumas sugestões para a melhor compreensão de algumas
sinalizações.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

A figura abaixo mostra as sinalizações de rotas de fuga e a localização


das áreas. As setas vermelhas contendo escrita a mensagem “ROTA DE
FUGA” dão à orientação para fora da planta .

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

As sinalizações de segurança apresentadas possuem modos de simbolização do tipo


verbal/numérico-pictórico, tendo em vista a presença de um elemento simbólico.

Indicação de condição Indicação de condição Advertência

Advertência de risco Advertência de risco Advertência de risco

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Ação mandatória Identificação de perigo Ação mandatória

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CURSO DE CAPACITAÇÃO
Figura 18 – Sinalização EM
de Estacionamento de SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
Supermercado

Tipos de Sinalização sem Símbolos


Segundo a NR 26, a cor azul é empregada, entre outros, em avisos colocados no ponto
de arranque. Esta sinalização é indicada na sinalização de riscos diretos ou indiretos
relacionados com a segurança pessoal ou patrimonial. A mensagem visual “AVISO”
pode se fixada no corredor de uma planta de processos ou em lugar determinado a
mensagem (figura 18).
Com relação às sinalizações de orientação têm-se os mapas de riscos, os quais costumam
ser uma planta baixa do local de trabalho, contendo círculos coloridos que representam
os riscos existentes. Todos eles possuem modo de simbolização verbal/numérico –
pictórico, contendo detalhes fiéis ao real dispostos em setores como, por exemplo,
recepção, refeitório, chão de fábrica, sala de controle, entre outros, e esses mesmos
devem ter o mapa de riscos setoriais, para que tanto os visitantes quanto os trabalhadores
possam visualizá-los e manterem-se informados.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Sinalização de proibição:
a) forma: circular;
b) cor de contraste: branca;
c) barra diametral e faixa circular (cor de segurança):
vermelha;
d) cor do símbolo: preta;
e) margem (opcional): branca.

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NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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Sinalização de alerta:
a) forma: triangular;
b) cor do fundo (cor de contraste): amarela;
c) moldura: preta;
d) cor do símbolo (cor de segurança): preta;
e) margem (opcional): amarelo.

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Sinalização de orientação e salvamento:


a) forma: quadrada ou retangular;
b) cor do fundo (cor de segurança): verde;
c) cor do símbolo (cor de contraste):
fotoluminescente;
d) margem (opcional): fotoluminescente.

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Sinalização de equipamentos:
a) forma: quadrada ou retangular;
b) cor de fundo (cor de segurança):
vermelha;
c) cor do símbolo (cor de contraste):
fotoluminescente;
d) margem (opcional):
fotoluminescente.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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Sinalização de porta corta-fogo (vista da escada) Sinalização de porta corta-fogo (vista do hall)

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Sinalização de hidrante Sinalização de extintores

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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Sinalização complementar. Exemplo de rodapé
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Sinalização complementar. Exemplo de rodapé

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Sinalização de saída sobre verga de portas, sinalização complementar de saídas e obstáculos

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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Sinalização de saída sobre porta corta-fogo

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


NR-26 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
Sinalização de saída em rampa

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Sinalização de saída em rampa

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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Sinalização de canteiro de obras

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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MAPA DE RISCO

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MAPA OPERACIONAL DE TRANSPORTE DE CARGAS

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ROTA DE FUGA

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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PLACAS

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

COMBATE A INCÊNDIO

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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Transportes de produtos perigosos


Normas Técnicas (ABNT ).
NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e
armazenamento de produtos.
NBR 7501 – Transporte de Produtos Perigosos - Terminologia.
NBR 7503 – Fichas de Emergência e Envelope para Transporte Terrestre de
Produtos Perigosos, Características, Dimensões e Preenchimento.
NBR 9735 – Conjunto de Equipamentos para Emergência no Transporte
Terrestre de Produtos Perigosos.
NBR 14619 – Incompatibilidade Química.
NBR 15481 – Condições Mínimas de Segurança para o Transporte de Produtos
Perigosos e Anexo A – Lista de Verificação “Check List” de veículos, carga
e documentos antes e depois de carga ou antes da descarga de produtos
perigosos.

Portaria n. 3.214 de 8 de Junho de 1978


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Formulado por Sérgio Amaral


Tec. Seg. Trabalho DRT.N.6920/PA
Email – sergiobio@oi.com.br
91 83419117 88541350
www.petroleo21.jimdo.com
www.petroleo21.blogspot.com

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