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Treinamento

Poços e Motobombas Submersas

Junho/2008
Poço Tubulares Profundos
• Norma ABNT
– Projeto NBR 12212:2006
– Construção NBR 12244:2006
• Definições:
– “3.22 rocha cristalina”
– “3.23 rocha sedimentar”
• Forma construtiva
– Não revestidos
– Revestidos
– Mistos

Junho/2008
Poços não revestidos

Características

• Ocorrem em região
de rochas cristalinas
• Própria parede do
poço dá sustentação
• Visam aqüíferos
fraturados

Junho/2008
Poços revestidos

Características

• Rochas sedimentares

• Paredes não dão


sustentação à
construção

Junho/2008
Poços mistos
Características

• Camadas superiores de
material sedimentar

• Camadas inferiores de
material firmes

Junho/2008
Cuidados

• Dimensionamento do diâmetro do Poço

– Vazão pretendida
– Material de revestimento
– Espaço anelar

Junho/2008
Cuidados
• Dimensionamento do revestimento
• Tubos lisos e filtros
– Levar em consideração
• diâmetro do revestimento (tubo liso)
• diâmetro do equipamento de bombeamento
• individualidade de cada maciço
• eficiência hidráulica da captação
• velocidade de passagem máxima 1,5m/s (0,03m/s)
• qualidade físico química da água
• comprimento da coluna

Junho/2008
Métodos de perfuração
• Percussão

• Rotativo

• Rotopneumático

Junho/2008
Percussão
• Mais antigo
• Ferramenta em
forma de cunha
• Avança por
pancadas
• Utilizado em
terrenos de rochas
duras

Junho/2008
Rotativo
• Utiliza broca com
dentes e hastes ocas
• Perfuração com lama
• É o peso da coluna
que dá velocidade à
perfuração
• Utilizada em terrenos
sedimentares

Junho/2008
Rotopneumático
• É a união da
percussão com o
rotativo, auxiliado por
ar comprimido
• Utiliza bits e hastes
ocas
• É o compressor que
dá velocidade à
perfuração
• Utilizada em qualquer
terrenos

Junho/2008
Desenvolvimento/Limpeza
• Embolo
• Ar comprimido

• Superbombeamento

• Reversão de fluxo

• Jorro em alta velocidade

Junho/2008
Teste de vazão
• Determinar a capacidade produtiva do
poço
• Determinar as características físico-
químicas da água
• Formas
– Vazão máxima
– Escalonado

Junho/2008
TESTE DE BOMBEAMENTO
Poço: nº ob ra: Município:

Vazão máxima
Proprietário: Local:

Tipo de teste: 2 Rebaixamento, vazão máxima

EQUIPAMENTO DE BOMBEAMENTO

tipo: Bomba Submersa marca: Ebara potência (cv): 220

diam.(pol.): 9 7/16" modêlo: BHS1012-11Eprof.crivo (m): 320,03

Prof. N.E.(m): 235,24 referência de medidas: solo


Início Término
data: 9/10/2006 hora: 08:45 data: 10/10/2006 hora: 08:45
hora t (min) N.D.(m) Q (m3/h) s med (m) areia (ppm) ob servações
08:45 0
1 245,40 96,00 10,16 Temperatura da água
Rebaixamento Vazão Máxima 2
3
245,95
246,20
96,00
91,39
10,71
10,96
40°C
Amp. 240/242
4 247,75 91,39 12,51
5 249,30 88,18 14,06
6 249,40 86,53 14,16
t (m in) 7 250,43 15,19
1 10 100 1000 10000
8 251,60 16,36
0 9 252,20 84,85 16,96
10 252,90 83,14 17,66 Temp. da água - 40,5°C
10 12 254,27 19,03
14 255,64 81,39 20,40
20 16 256,85 21,61 Temp. da água - 40,5°C
18 258,00 22,76
20 258,90 79,60 23,66
30
25 261,10 25,86
30 263,00 27,76 Amp. 236/238
40 35 264,30 77,77 29,06
40 265,41 30,17
s (m)

50 50 267,42 32,18
09:45 60 268,91 75,89 33,67
60 70 270,28 35,04 Temp. da água - 41°C
80 271,00 35,76
90 271,75 74,93 36,51 agua cristalina
70 10:45 120 273,71 73,97 38,47 Temp. da água - 44°C
150 275,41 40,17
80 11;45 180 276,78 72,99 41,54 Amp. 234
210 278,00 42,76 Temp. da água - 46°C
90 12:45 240 279,22 43,98 Temp. da água - 47°C
270 280,10 44,86 Temp. da água - 47°C
13:45 300 280,91 72,00 45,67
100
330 281,70 46,46 Temp. da água - 48°C
14;45 360 282,37 47,13
390 282,96 47,72
15:45 420 283,51 71,00 48,27
16:45 480 284,52 49,28
17:45 540 285,14 69,97 49,90 Temp. da água - 48°C
18:45 600 285,62 68,92 50,38 Amp. 232/230
19;45 660 285,97 67,88 50,73
20:45 720 286,13 66,80 50,89
21:45 780 286,43 51,19
22:45 840 286,74 51,50 Temp. da água - 48°C

Junho/2008
TESTE DE BOMBEAMENTO
Poço: nº ob ra: Município:

Proprietário: Local:

Recuperação
Tipo de teste: 3 Recuperação, vazão máxima

EQUIPAMENTO DE BOMBEAMENTO

tipo: Bomba Submersa marca: Ebara potência (cv): 220

diam.(pol.): 9 7/16" modêlo: BHS1012-11Eprof.crivo (m): 320,03

Prof. N.E.(m): 235,24 referência de medidas: solo


Início Término
data: 10/10/2006 hora: 08:45 data: 10/10/2006 hora: 16:45
hora t '(min) N.D.(m) Q (m3/h) s' med (m) t/t' s' calc (m) ob servações
08:45 0
1 283,27 48,03 1441,00
Rebaixamento Residual 2 282,10 46,86 721,00
3 281,28 46,04 481,00
4 280,57 45,33 361,00
t/t' (m in) 5 280,04 44,80 289,00
10000 1000 100 10 1 6 279,50 44,26 241,00
7 278,91 43,67 206,71
0
8 278,28 43,04 181,00
10 9 277,78 42,54 161,00
10 277,26 42,02 145,00
20
12 276,12 40,88 121,00
30 14 275,26 40,02 103,86
16 274,22 38,98 91,00
40
18 273,27 38,03 81,00

s' (m)
50 20 272,32 37,08 73,00
25 270,08 34,84 58,60
60 30 267,58 32,34 49,00
70 35 266,00 30,76 42,14
40 264,61 29,37 37,00
80 50 262,43 27,19 29,80
90 09:45 60 260,25 25,01 25,00
70 258,07 22,83 21,57
100 80 256,77 21,53 19,00
90 255,44 20,20 17,00
10:45 120 252,72 17,48 13,00
150 250,66 15,42 10,60
11:45 180 249,04 13,80 9,00
210 247,65 12,41 7,86
12:45 240 246,41 11,17 7,00
270 245,26 10,02 6,33
13:45 300 244,33 9,09 5,80
330 243,20 7,96 5,36
14:45 360 242,61 7,37 5,00
15:45 420 241,24 6,00 4,43
16:45 480 240,14 4,74 4,00

Junho/2008
Vazão escalonada

• De três a quatro etapas

• As etapas são consecutivas

• Duração de 1 hora cada etapa

Junho/2008
INTERPRETAÇÃO DE TESTE DE BOMBEAMENTO
Poço: nº ob ra: Município:

Proprietário: Local:

EQUIPAMENTO DE BOMBEAMENTO

Interpretação
tipo: Bomba Submersa marca: Ebara potência (cv): 220

diam.(pol.): 9 7/16" modêlo: BHS1012-11E prof.crivo (m): 320,03

Prof. N.E.(m): 235,24 referência de medidas: solo


Início Término
data: 9/10/2006 hora: 08:45 data: 10/10/2006 hora: 20:45
Q (m3/h) N.D.(m) s med (m) s/Q (m/m3/h) Q/s (m3/h/m) duração (h) s calc (m) s/Q calc (m/m3/h)
65,72 287,65 52,41 0,7975 1,2540 24,00 52,41 0,7975
64,10 270,34 35,10 0,5476 1,8262 1,00 35,10 0,5476
74,93 277,89 42,65 0,5692 1,7569 1,00 42,65 0,5692
85,69 286,97 51,73 0,6037 1,6565 1,00 51,73 0,6037
93,71 296,74 61,50 0,6563 1,5237 1,00 61,50 0,6563

s/Q x Q
1,000

0,800

s/Q(m/m3/h)
0,600

0,400

0,200

0,000
0 50 100 150 200

Q(m3/h)

s24 h

INTERPRETAÇÃO
Equação tipo: s=B*Q+C*Q^2 Q/s (m3/h/m) = 1,254
B= 0,3109 s/Q (m/m3/h) = 0,797
B(24h)= 0,5636 Eficiência (BQ/(BQ+CQ^2)x100)= 70,7%
C= 3,6E-03 T (m2/dia) = 12,76
CONDIÇOES DE OPERAÇAO PREVISTAS

Vazão (m3/h): 120,00 Nível dinâmico (m): 360,00 Prof. instalação da bomba (m): 380,00

Vazão (m3/h): Nível dinâmico (m): Prof. instalação da bomba (m):

Vazão (m3/h): Nível dinâmico (m): Prof. instalação da bomba (m):

Execução: Itai Estudos,Projetos e Perfuraçoes Ltda Data: 09 e 10/10/2006

Interpretação: Data: 10/10/2006

Junho/2008
TESTE DE BOMBEAMENTO
Poço: nº ob ra: Município:

Proprietário: Local:

Tipo de teste: 2 Rebaixamento, vazão máxima

EQUIPAMENTO DE BOMBEAMENTO

tipo: Bomba Submersa marca: EBARA potência (cv): 350

diam.(pol.): 152,4 modêlo: BHS1015-8 prof.crivo (m): 153

Prof. N.E.(m): 107,00 referência de medidas: solo


Início Término
data: 11/4/2003 hora: 12:00 data: 12/4/2003 hora: 11:00
hora t (min) N.D.(m) Q (m3/h) s med (m) areia (ppm) ob servações
12:00 0
1 134,01 305,51 27,01 água limpa sem areia
2 134,06 27,06

Rebaixamento Vazão Máxima 3


4
134,21
134,36
27,21
27,36
5 134,56 27,56
6 134,61 27,61
7 134,64 27,64
t (m in) 8 134,66 27,66
1 10 100 1000 10000 9 134,72 27,72
15,00 10 134,81 27,81
12 134,99 27,99
14 135,03 28,03
16 135,17 28,17
20,00 18 135,18 28,18
20 135,25 28,25
25 135,41 28,41
30 135,57 28,57
25,00 35 135,71 28,71
40 135,83 28,83
50 136,04 29,04
s (m)

13:00 60 136,08 29,08


30,00
70 136,47 29,47
80 136,68 29,68
90 136,84 29,84
35,00 14:00 120 137,35 30,35
150 137,83 30,83
15:00 180 138,05 31,05
210 138,61 31,61
40,00 16:00 240 138,96 31,96
270 139,48 305,51 32,48
17:00 300 139,73 32,73
330 139,94 32,94
45,00 18:00 360 140,22 33,22
390 140,53 33,53
19:00 420 140,84 33,84
20:00 480 141,40 34,40
21:00 540 141,90 34,90
22:00 600 142,30 35,30
23:00 660 142,90 299,19 35,90
00:00 720 143,32 36,32
01:00 780 143,90 297,91 36,90
02:00 840 144,50 37,50

Junho/2008
Informações obtidas no teste
• Vazão • Vazão específica

• Nível estático • Raio de influência

• Nível dinâmico

• Rebaixamento

Junho/2008
BOMBAS - Conceito
São máquinas operatrizes hidráulicas que
fornecem energia a um líquido com a
finalidade de transporta-lo de um ponto a
outro, recebendo energia de uma fonte
motora qualquer, cedendo parte desta
energia ao fluido sob forma de aumento de
sua pressão, sua velocidade ou ambas e são
classificadas conforme a forma com que a
energia é fornecida ao líquido transportado.

Junho/2008
Classificação
• Dinâmicas ou • Volumétricas ou de
Turbobombas Deslocamento
– Bombas Centrífugas Positivo
– Bombas de Fluxo Misto
– Bombas Alternativas

– Bombas de Fluxo Axial


– Bombas Rotativas
– Bombas Periféricas ou
Regenerativas

Junho/2008
Bombas Dinâmicas

Junho/2008
Bombas de 4” Modelo 4BPS

Junho/2008
Bombas de 4” Modelo 4BPS

Rotor - nylon com fibra de


vidro
Difusor - nylon com fibra
de vidro
Outras partes - aço
inoxidável

Junho/2008
Bombas de 4” Modelo 4BPS

Junho/2008
Bombas BHS
4” - BHS 222 / 232

6” - BHS 411 / 412 / 511 / 512


/ 516 / 517
8” - BHS 813 / 804

10” - BHS 1010 / 1012 / 1015

12” - BHS 1220

Junho/2008
Bombas BHS - Fluxo Radial
4” - BHS 222 / 232
6” - BHS 411 / 412 / 511 / 512

• Rotor - aço inoxidável


• Difusor - nylon e fibra de vidro
• Baixa manutenção
• Fácil montagem e desmontagem

Junho/2008
Radiais

Junho/2008
Bombas BHS - Fluxo Misto
6” - BHS 516 / 517
8” - BHS 813 / 804
10” - BHS 1010 / 1012 / 1015
12” - BHS 1220

• Rotor - bronze de alta qualidade


• Alta confiabilidade e baixa
manutenção

Junho/2008
Semi-axiais

Junho/2008
Motor 4” M4P2

• Motor rebobinavel
lubrificado por água.
• Adequado para bombas de
baixa carga axial (tipo 4BPS
de rotores flutuantes)
• Potências de 0.5 a 2.5HP.

Junho/2008
Motores Internacional

Junho/2008
Motor
Vedação

Bobina

Mancal axial

Junho/2008
Mancais
Axiais

Junho/2008
Nível estático

Nível dinâmico

Tubo liso

Profundidade
de instalação Conjunto
motobomba
submersa Ebara

Filtros

Junho/2008
Nível estático

Nível dinâmico

Tubo liso

Forçando a
refrigeração Conjunto
Filtros motobomba
do motor. submersa Ebara

Camisa de sucção

Junho/2008
Fenômenos hidráulicos

• Altura manométrica
• Perda de carga
• NPSH
• Cavitação

Junho/2008
Altura manométrica
• Soma do desnível geométrico entre o
nível dinâmico e o ponto de descarga,
acrescido da perda por atrito na
tubulação e da pressão necessária para
produzir escoamento

AMT=ND+DN+PC+PE

Junho/2008
Junho/2008
Perda de carga na tubulação
• Fórmula de HAZEN-WILIANS
Hƒ=1,30 x 10-3 x Q1,852 x L x K
D4,870
– Onde:
– Hƒ=Perda de carga em metros
– Q=Vazão em m3/s
– D=Diâmetro da tubulação em metros
– L=Comprimento da tubulação
– K=Fator de rugosidade (1,0 para tubo novo, ou
1,1~2,5 para tubo usado)

Junho/2008
Fórmula simplificada
• PC=(PI+DT+DN+AC) x FPC
100

• Onde:
– PC=Perda de carga em metros
– PI=Profundidade de instalação
– DT=Distância do poço até a descarga
– DN=Desnível da boca do poço à descarga
– AC=Acessórios convertidos em metros
– FPC=Fator de perda de carga

Junho/2008
Calculando a perda de carga
• Vazão:200m³/h
• Profundidade de instalação:120m
• Nível dinâmico: 81,44m
• Diâmetro do poço:8”
• Diâmetro da tubulação:5”
• Acessórios:
– 01 curva 90º
– 01 registro de gaveta

Junho/2008
Tubo de aço

Junho/2008
Acessórios

Junho/2008
PVC

Junho/2008
Mangueira

Junho/2008
Tubo aço

Junho/2008
Perda de carga

Junho/2008
Calculando a perda de carga
• PC=(120+1,5+1)x13,52
100
• PC=(122,5)x13,52
100
• PC=16,56m

Junho/2008
Calculando altura manométrica

• AMT=ND+DN+PC+PE

• AMT=81,44+0+16,56+0

• AMT=98mca

Junho/2008
Dimensionamento
• Escolha do melhor equipamento de
bombeamento:
– Capacidade do poço
– Localização
– Condições de operação
– Altura manométrica

Junho/2008
Junho/2008
NPSH
• Pressão positiva na sucção da bomba

– Disponível
• Característica do sistema

– Requerido
• Necessidade da bomba

Junho/2008
NPSH Disponível
• NPSHdisponível=Hsv

• Hsv = Ha + hs - hv (m)
• Ha = pressão atmosférica (m)
• hs = profundidade de submersão do primeiro rotor (m)
• hv = pressão de vapor da água na temperatura (m)

• Relação entre hv e temperatura


Temp. água (° C) 20 30 40 50 60 70
hv (m) 0,24 0,43 0,75 1,25 2,03 3,18

Junho/2008
Calculando NPSHdisponível

• Hsv = Ha + hs - hv (m).

• Hsv = 10,18 + (38,56+1,35) – 0,43

• Hsv = 49,66m

Junho/2008
NPSH Requerido
• NPSH requerido=hsv.
• hsv = ơ H
• ơ = fator do Thoma
• H = altura (m).
– Para cálculo do fator de Thoma
– Ns = N . Q0,50
H0,75
– N ; rotação (rpm)
– Q ; Vazão ( m3/min.)
– H ; altura ( m )

Junho/2008
Calculando NPSHrequerido
• Equipamento BHS 804-6, 120HP, 440V
– Vazão: 200m³/h
– Altura manométrica total: 98mca
– Rotação do motor
• Ns=3.530x(200/60)0,50
(98)0,75
Ns=206,92

Junho/2008
Junho/2008
Calculando NPSHrequerido

• Fator de Thoma = 0,105

• hsv = 98x0,105

• hsv = 10,29m

Junho/2008
Cavitação

• Surgimento de bolhas de ar causada


pela diminuição da pressão disponível
pelo sistema, ao atingir a pressão vapor
do líquido.

Junho/2008
Ocorrências de Cavitação

• Em bombas submersas:

– NPSHdisponível inferior a 1,2NPSHrequerido

– Poço com cachoeira

– Excesso de estrangulamento

Junho/2008
Analise de caso
• NPSHdisponível = 49,66m

• NPSHrequerido = 10,29m

• 1,2NPSHrequerido = (10,29x1,2)=12,348

• NPSHdisponível > 1,2NPSHrequerido

Junho/2008
Conseqüências da Cavitação

• Queda da vazão e pressão


• Queda da corrente
• Desgaste prematuro das partes
mecânicas da motobomba por
desprendimento

Junho/2008
Desgaste por Cavitação

Junho/2008
Desgaste por Cavitação

Junho/2008
Quadro de comando

Proteger

Monitorar

Automatizar
Junho/2008
Partida direta trifásica

Junho/2008
Partida direta monofásica

Junho/2008
Partida compensada

Junho/2008
Soft Start

Junho/2008
Inversor de freqüência

Junho/2008
250
Inversor de freqüência
200

150
HMT

100

50

0
0 50 100 150 200 250
Vazão

60Hz 55Hz 50Hz 45Hz 42Hz 40Hz 30Hz 47Hz 52,5Hz 58Hz 35Hz

Junho/2008
Inversor de freqüência
140,00

120,00

100,00 60Hz
58Hz
55Hz
80,00 52,5Hz
Potência

50Hz
47Hz
45Hz
60,00
42Hz
40Hz
30Hz
40,00 35Hz

20,00

0,00
0 50 100 150 200 250
Vazão

Junho/2008
Fusível

• Proteção contra
curto-circuito

Junho/2008
Disjuntores

• Proteção contra
curto-circuito

Junho/2008
Contator

• Liga e desliga uma


carga através de um
circuito de comando
ligado à sua bobina

Junho/2008
Relê Térmico

• Protege o circuito de
uma sobre corrente

Junho/2008
Junho/2008
Relê de tempo

• Comuta ou abre um
circuito após um
tempo determinado
em sua escala de
ajuste

Junho/2008
Capacitores

• Defasagem

Junho/2008
Relê falta de fase

• Protege o circuito
trifásico contra uma
eventual falta de
fase ou mesmo uma
subtensão

Junho/2008
Sentido de rotação

Junho/2008
Relê falta de nível

• Monitora o nível de
água no poço

Junho/2008
Pára-raio

• Dissipa a descarga
atmosférica para a
terra

Junho/2008
Indicadores de grandezas

Junho/2008
Programador horário

Junho/2008
Formas de operação

• Poço Tubular
Profundo
– Bombeamento
Convencional
• Captação d’água

Junho/2008
Formas de operação

• Poço Tubular
Profundo
– Rebaixamento de
lençol
• Estabilizar nível
piezométrico

Junho/2008
Formas de operação

• Poço Tubular
Profundo
– Rebaixamento de
lençol
• Rebaixamento
contínuo

Junho/2008
Drenagem
• Instalação em
reservatórios na
vertical para:
– Esgotamento

– Pressurização

– Diversos

Junho/2008
Pressurização
• Redução de espaço
• Menor custo inicial
• Menor risco de
vandalismo
• Mais fácil
manutenção
• Menor emissão de
ruído

Junho/2008
Pressurização
• Diminuição da
temperatura da casa
de bombas
• Não possui
vazamentos

Junho/2008
Captação de águas superficiais

• Cuidados:
– Submergência
– Refrigeração
– Proteção contra
sucção de peixes,
plantas, etc

Junho/2008
Associação de bombas
• Série

• Paralelo

Junho/2008
Associação de bombas iguais

500

450

400

350

300
HMT

250

200

150

100

50

0
0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500
Vazão
Bomba 1 Operação em série Operação em paralelo

Junho/2008
Associação de bombas diferentes

500

450

400

350

300
HMT

250

200

150

100

50

0
0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500
Vazão
Bombas em paralelo Bomba 2 Bomba 1 Bombas em série

Junho/2008
Associação de bombas muito diferentes

400

350

300

250
HMT

200

Área crítica de
operação
150

100

50

0
0 100 200 300 400 500 600 700
Vazão

Bomba 1 Bomba 2 Bombas em série Bombas em paralelo

Junho/2008
Instalação

•CUIDADOS PRELIMINARES

•EXECUÇÃO

Junho/2008
CUIDADOS PRELIMINARES
• Verificar:
– últimos dados do poço
– perfil construtivo do poço
– dados operacionais
– situação da tubulação e dos cabos
• Definir equipamento:
– escolher equipamento

Junho/2008
MANUSEIO

• Quando necessário
manipula-lo na
posição horizontal
nunca içá-lo por um
único ponto.

Junho/2008
CUIDADOS PRELIMINARES
• Preparação:
– separe:
• equipamentos necessários
– meghômetro, seqüêncimetro
• ferramentas
– chaves, prensa cabo ou ferro de solda, máquina de fixação
• materiais de consumo
– massa, fitas, terminais
– fita de aço, mangueira para fixação
– pano e álcool

Junho/2008
Execução
• Retirar os bujões

• Completar o motor
com água

Junho/2008
Execução
• Medir e anotar a
isolação do motor
– Não prosseguir se a
isolação estiver
inferior a 50MΩ

Junho/2008
Emenda

Junho/2008
Emenda do cabo

Junho/2008
Emenda do cabo

Junho/2008
Emenda do cabo

Junho/2008
Emenda do cabo

Junho/2008
Emenda do cabo

Junho/2008
Isolação
• Materiais utilizados
– Pano e álcool
– Massa para
isolamento
• Vulcanização
– Fita de Alta Tensão
– Fita Isolante

Junho/2008
Isolação
• Limpar o cabo
• Passar 3 camadas
de Massa para 3a. Isolação

Isolamento
• Passar 3 camadas 1a. Isolação

de Fita de Alta 2a. Isolação

Tensão 3a.
3a.Isolação
Isolação

• Passar 3 camadas 3a. Isolação

de Fita Isolante

Junho/2008
Fechamento

• Importância
– estanqueidade
• Materiais
– Massa para isolamento
– Fita de Alta Tensão
– Fita Isolante

Junho/2008
Locais
No revestimento da Toda extensão da emenda
Isolação do cabo

Junho/2008
Medir isolação

• Meça e anote a
isolação após a
emenda

Junho/2008
Aterramento
• Efetuar o
aterramento
– na carcaça do
equipamento
– no tubo edutor
– no revestimento do
poço

Junho/2008
Início da descida
• Levantar o
equipamento
apenas após a
fixação do
cabo na
tubulação

Junho/2008
Forma de içamento da coluna

• Utilizar cadeirinhas
do mesmo diâmetro
da tubulação

Junho/2008
Manuseio dos cabos

Junho/2008
Fixação dos cabos
• Prender o cabo em
curto espaçamento
na região da
emenda
• Fixar os cabos em
espaçamento de
dois em dois metros

Junho/2008
Sistemas de tubulação

Junho/2008
Cuidados na instalação

Junho/2008
Cuidados na instalação
• Definir a profundidade correta de
instalação do conjunto motobomba
• Definir a profundidade de instalação dos
eletrodos de nível
• Evitar que a tubulação edutora encoste
no revestimento do poço

Junho/2008
Término da instalação
• Medir a isolação do motor e não partir o
equipamento se estiver abaixo de 5MΩ
• Alimentar e aterrar o painel de comando
• Medir a tensão sem carga
• Efetuar os ajuste nos relês falta de fase,
térmico e de nível
• Conectar os cabos do motor ao painel de
comando

Junho/2008
Término da instalação
• Montar o cavalete: curva, registro,
válvula de retenção, hidrômetro
• Partir o equipamento com registro
pouco aberto
• Após a água estar limpa efetuar a
regulagem da vazão
• Medir a tensão, corrente, vazão e nível
dinâmico do poço

Junho/2008
OPERAÇÃO DE
MOTOBOMBAS E ITENS DE
CONTROLE

Junho/2008
Cuidados básicos:
• Dimensionamento
– Vazão – Limite de partidas
– Altura manométrica • Forma de partida
• Nível estático
• Nível dinâmico – Direta
• Desnível geométrico – Estrela triângulo
• Distância – Auto-compensada
• Diâmetros das
tubulações – Soft Start
• Pressão de – Inversor de
escoamento freqüência

Junho/2008
Cuidados básicos:
• Energia elétrica • Qualidade da água
– Desbalanceamento – Características
entre fase físico/químico
• Tensão
• Corrente
– Temperatura
– Seqüência de fase • Monitoramento
– Isolação do motor – Máximo de
informações possíveis

Junho/2008
Itens de controle
• O que é controlar? • Por que controlar?
– Monitorar as – Evitar surpresas
grandezas passíveis – Aumentar a
de medição durabilidade do
– Ter a consciência dos equipamento
limites do – Identificar a real
equipamento e/ou causa do problema
sistema de
bombeamento

Junho/2008
Itens de controle
• O que controlar?
– Informações do poço – Grandezas de
• Vazão operação
• Níveis estático e • Pressão
dinâmico
• Temperatura de
• Qualidade da água
trabalho do motor
– Grandezas elétricas • Tempo de operação
• Tensão
• Quantidade de
• Corrente partidas
• Seqüência de fases
• Isolação dielétrica

Junho/2008
0
50
100
150
200
250
300
350
400
450
500
16:28:00'00
16:58:30'00
17:29:00'00
17:59:30'00
18:30:00'00
19:10:30'00
19:41:00'00
20:11:30'00
21:06:30'00
21:37:00'00
22:07:30'00
22:38:00'00
23:08:30'00
23:39:00'00
00:09:30'00
00:40:00'00
01:10:30'00
01:41:00'00
02:11:30'00
02:42:00'00
03:12:30'00
03:43:00'00
04:13:30'00
04:44:00'00
05:14:30'00
05:45:00'00
06:15:30'00
06:46:00'00
07:16:30'00
07:47:00'00
08:17:30'00
08:48:00'00
09:18:30'00
09:49:00'00
10:19:30'00
10:50:00'00
Oscilação aceitável

11:20:30'00
11:51:00'00
12:21:30'00
V3
V2
V1

Junho/2008
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
16:28:00'00
16:58:30'00
17:29:00'00
17:59:30'00
18:30:00'00
19:10:30'00
19:41:00'00
20:11:30'00
21:06:30'00
21:37:00'00
22:07:30'00
22:38:00'00
23:08:30'00
23:39:00'00
00:09:30'00
00:40:00'00
01:10:30'00
01:41:00'00
02:11:30'00
02:42:00'00
03:12:30'00
03:43:00'00
04:13:30'00
04:44:00'00
05:14:30'00
05:45:00'00
Corrente

06:15:30'00
06:46:00'00
07:16:30'00
07:47:00'00
08:17:30'00
08:48:00'00
09:18:30'00
09:49:00'00
10:19:30'00
10:50:00'00
11:20:30'00
11:51:00'00
12:21:30'00
I3
I2
I1

Junho/2008
420
430
440
450
460
470
480
490
500
510
10:03:00'00 520
10:38:15'00
11:13:30'00
11:48:45'00
12:24:00'00
12:59:15'00
13:34:30'00
14:09:45'00
14:45:00'00
15:20:15'00
15:55:30'00
16:30:45'00
17:06:00'00
17:41:15'00
18:16:30'00
18:51:45'00
19:27:00'00
20:02:15'00
20:37:30'00
21:12:45'00
21:48:00'00
22:23:15'00
22:58:30'00
23:33:45'00
00:09:00'00
00:44:15'00
01:19:30'00
01:54:45'00
02:30:00'00
03:05:15'00
03:40:30'00
04:15:45'00
04:51:00'00
05:26:15'00
06:01:30'00
06:36:45'00
Oscilação prejudicial

07:12:00'00
07:47:15'00
08:22:30'00
V3
V2
V1

Junho/2008
0
50
100
150
200
250
10:03:00'00
10:38:00'00
11:13:00'00
11:48:00'00
12:23:00'00
12:58:00'00
13:33:00'00
14:08:00'00
14:43:00'00
15:18:00'00
15:53:00'00
16:28:00'00
17:03:00'00
17:38:00'00
18:13:00'00
18:48:00'00
19:23:00'00
19:58:00'00
20:33:00'00
21:08:00'00
21:43:00'00
22:18:00'00
22:53:00'00
23:28:00'00
00:03:00'00
00:38:00'00
01:13:00'00
01:48:00'00
02:23:00'00
02:58:00'00
03:33:00'00
04:08:00'00
04:43:00'00
05:18:00'00
05:53:00'00
06:28:00'00
07:03:00'00
Oscilação da corrente

07:38:00'00
08:13:00'00
I3
I2
I1

Junho/2008
Monitorando vazão, corrente e
temperatura
80 120
Temperatura (oC)
Q (L/s)
70
Corrente (A) 110

60 100
Vazão e Temperatura

Corrente do Motor
50 90

40 80

30 70

20 60

10 50

0 40
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21
(minutos)

Junho/2008
Itens de controle
• Como controlar?
– Utilizando equipamentos adequados para
cada grandeza
– O grau de precisão dos equipamentos e a
periodicidade de armazenamento das
informações é definida pelo grau de
dependência da operação do sistema

Junho/2008
Itens de controle
• Benefícios:
– Identificar o – Maior margem de
momento ideal para acerto no momento
uma manutenção no de um diagnóstico
poço ou no
equipamento de
bombeamento
– Menor custo por
intervenção

Junho/2008
OBRIGADO

Junho/2008