Você está na página 1de 29

Universidade Federal do Amazonas

Faculdade de Medicina
Departamento de Clínica Médica
Disciplina de Seminários Avançados II

1
Laís Viana Costa Lopes - 21101542
Larisse Souza de Morais -21105074
Ligia Heinrichs Freitas - 21101558
Luã Portela Carvalho - 21101589
Lucas Fernando Nunes Gonçalves - 21101648
Luciano de Souza Monteiro – 21000788
Marcello Paolino – 21100843

2
3
4
 Mudança de hábitos de vida
deletérios
 Ingestão de alimentos ricos
em cálcio e Vit. D
 Exposição Solar
 Atividades físicas

5
 Ingestão de Cálcio:

 Primeira medida terapêutica


 Aumento do consumo de lactose ou
suplementação:
 Carbonato de Cálcio
 Citrato de Cálcio

6
 Ingestão de Cálcio:

 Doses diárias
 Mulheres na pós-menopausa
sem terapia hormonal: De
1.200 a 1.500 mg.
 Mulheres em terapia
hormonal, na pré-menopausa
e homens – de 1.000 a 1.200
mg/dia.

7
 Exposição Solar:

 Síntese cutanea de Vit. D


 Aproximadamente 15min
por dia.

 Ingestão de Vit. D

 Suplementação diária de 800


a 1.000 UI de Colecalciferol

8
 Exercícios Físicos

 Devem sempre ser adequados ao


paciente
 Regulares com impacto
(musculação);
 Melhoram o equilíbrio, mobilidade,
coordenação e resistência muscular.

 Prevenção de quedas adequando


fatores de risco ambientais, como
tapetes, iluminação, tipo de piso,
etc.

9
Antirreabsortivos

Anabólicos

10
 Estrogênio
 Moduladores Seletivos do
receptor de Estrogênio
 Bifosfonatos
 Calcitonina

11
Indicação :

Mulheres pós-menopáusicas com osteoporose

Como atua?

DMO

Reabsorção
óssea
12
Raloxifeno
Preserva a densidade óssea
da coluna lombar e reduz
taxas de fraturas vertebrais

Melhorara do perfil lipídico


(redução do LDL- colesterol)

Reações Adversas: Piora dos


sintomas vasomotores
Tromboembolismo venoso
13
São drogas análogas do pirofosfato.
Juntamente com os estrógenos reduzem a
incidência de fraturas em 30-50%.

Devem ser administrados em jejum e não


por um período maior que 5 anos.

Contraindicações: pacientes renais


crônicos, gestantes e pacientes com
defeito de esvaziamento gástrico

14
 Mecanismo de ação:

Inibem a função e o número de


osteoclastos ao estimular sua
apoptose.

 Alendronato -dose profilática 5


mg /dia e tratamento 10mg/dia.

 Risedronato -5mg/dia dose


profilática e de tratamento

15
Inibe a reabsorção óssea, podendo ser utilizada
nos pacientes com contraindicação ao estrogênio.

Exibe efeito analgésico  dor secundária à fratura


patológica.

Não é tão eficaz quanto o Alendronato no


aumento da densidade óssea vertebral e da bacia

Efeitos colaterais: rinite e epistaxe

16
Administrado na dose de 2g/dia

Há evidências que sugerem não ser tão boa


a relação custo-eficácia como a do
alendronato (Ministério da Saúde – Brasil

Efeitos colaterais: tromboembolismo venoso,


deficiência mental, consciência perturbada,
perda de memória e convulsões.

17
Mecanismo de ação

Aumenta a replicação Reduz a diferenciação


Aumento a síntese de
do precursor do dos osteoclastos e sua
colágeno
osteoblasto atividade

18
Contém uma sequência do hormônio da
paratireóide na sua estrutura N-terminal

Pode promover tanto formação como


reabsorção óssea.Sua administração
intemitente causa mais formação do que
reabsorção.

Contraindicações: metástases ósseas e


radioterapia óssea, Doença de Paget,
elevação da fosfatase alcalina e crianças em
fase de crescimento

19
20
Como prevenir....

21
22
Evitar ...

23
Se alguem quiser deixar uma mensagem legal pra turma...coloque
akee!!

24
CASO CLÍNICO
Tratamento

25
Dados Pessoais
Reumatologia
Nome: N.M.G.M
Idade: 65 anos Primeira Consulta: 07 de março 2002
Sexo: Feminino
Procedência : A.A.L HD: Osteoartrose de Joelho e Osteoporose

Tratamento:

 Alendronato de Sódio – 10mg/dia , em jejum.


Carbonato de Cálcio - 1g/dia
Cloroquina – 150mg/dia

26
Tratamento

18/05/10

 Carbonato de Cálcio : 1g/dia


 Aclasta : 1 injeção /ano
 Tilex: 30 mg /dia

27
 SANTOS, Marcelo Lasmar dos et al., Exercício físico no tratamento e
prevenção de idosos com osteoporose: uma revisão sistemática.
Fisioter. Mov., Curitiba, v. 23, n. 2, p. 289-299, abr./jun. 2010

 CEBRIAN, Antonio Martinez et al., Osteoporose: características,


prevenção e tratamento. Arq. Apader, 9(2): 14-19, 2005.
 CECIL, Goldman L., Aussiello D. Tratado de Medicina Interna. 22ª Ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2010
 Marcelo de Medeiros Pinheiro. Assistente-
doutor e chefe do Ambulatório deOsteoporose e Densitometria
Óssea da Disciplina de Reumatologia daUniversidade Federal de São
Paulo - Escola Paulista de Medicina (Unifesp-EPM). Recebido para
publicação em 10/2008. Aceito em 11/2008. © Copyright Moreira
Jr. Editora.

28
29