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Psicólogo Paulo Ribeiro

www.pauloribeiro.com.br
INTRODUÇÃO

O sistema nervoso, juntamente Portanto, o cérebro humano vive


com o sistema endócrino, é responsável constantemente uma fantástica ciranda de
pela maioria das funções do controle do impulsos nervosos em todas as direções,
organismo . As principais células que um mecanismo da impressionante complexidade
compõem todo este sistema, conta-se aos que tem como resultado o pensamento, a ação,
bilhões e recebem o nome de neurônios. Locomoção, manifestação de alegria ou de preo-
Do corpo de cada neurônio saem cupação.
prolongamentos que são chamados Os impulsos nervosos para
dendritos, que são vários, e o axônio. passarem de um neurônio para outro,
Esses prolongamentos funcionam como através do axônio, devem vencer um
se fossem fios que levam os impulsos espaço existente entre eles, o qual é
nervosos captados pela visão, olfato, denominado de Fenda Sináptica. Esta
audição, tato e pelo paladar. Dessa forma função de passar e receber o estímulo,
o neurônio ao receber um determinado recebe o nome de Sinapse. Para que os
impulso pode transmitir um estímulo impulsos nervosos possam vencer esse
exitatório ou inibitório a outro neurônio espaço, o primeiro neurônio, através dos
localizado à distância. impulsos que chegam a sua terminação,
liberam substâncias químicas que
Essa comunicação de neurônio a neurônio, não estimulam ou inibem o neurônio seguinte.
ocorre na base de 1/1, pelo contrário, Essas sustâncias químicas, sintetizadas e
muitas vezes um único neurônio pode liberadas pelos neurônios, recebem o
enviar impulsos nervosos a muitos outros, nome de neurotransmissores.
por meio de ramificações finais e de seu
axônio.
 Os aminoácidos formam a estrutura das proteínas, e são essenciais para o corpo humano.

Malhadores e esportistas são os que mais se beneficiam com a suplementação de aminoácidos porque
eles ajudam no reparo, crescimento e desenvolvimento do tecido muscular.

Os aminoácidos são essenciais para a produção de mais de 50 mil proteínas e mais de 15 mil enzimas,
incluindo as enzimas digestivas as quais são muito importantes estarem em ótimo funcionamento
para que você possa aproveitar ao máximo sua alimentação e suplementação.

Os aminoácidos também influenciam em seu humor, concentração, agressividade, atenção, sono e


desejo sexual.

Depois que uma proteína é consumida suas enzimas digestivas a quebram em aminoácidos. Os
aminoácidos individuais são então usados para a criação de novas proteínas e enzimas.

Aminoácidos isolados são mais rapidamente absorvidos e assimilados do que as proteínas. Eles
produzem benefícios farmacológicos e fisiológicos como anabolismo, regulação hormonal e funções
neurotransmissoras. Aminoácidos individuais conseguem desempenhar funções que as proteínas não
conseguem, se tornando assim grandes aliados dos shakes protéicos para o ganho de massa muscular
e performance.
 A experiência de stress e ansiedade na competição
desportiva constitui um problema usual e preocupante
para todos aqueles que, direta ou indiretamente, se
encontram envolvidos no desporto (atletas, treinadores,
pais, árbitros, etc.).

De fato, são bem conhecidas as crescentes exigências que


se colocam a atletas, treinadores, árbitros e dirigentes,
bem como a constante pressão psicológica que lhes é
colocada pela competição, não sendo de estranhar a
dificuldade ou incapacidade de muitos agentes desportivos
em enfrentarem e lidarem eficazmente com as exigências
competitivas
 O sistema nervoso simpático, de modo geral, estimula ações que mobilizam
energia, permitindo ao organismo responder a situações de estresse. Por
exemplo, o sistema simpático é responsável pela aceleração dos batimentos
cardíacos, pelo aumento da pressão arterial, da concentração de açúcar no
sangue e pela ativação do metabolismo geral do corpo. O Simpático tem ação
essencialmente vasoconstritora, mediante a libertação do neurotransmissor
noraepinefrina (vasoconstritor) pelos seus botões terminais, ao contrário do
Parassimpático.
 O parassimpático estimula principalmente atividades relaxantes, como as
reduções do ritmo cardíaco e da pressão arterial, entre outras do Parassimpático
que tem ação vasodilatadora mediante a liberação de acetilcolina
 De modo geral, esses dois sistemas têm funções contrárias (antagônicas). Um
corrige os excessos do outro. Por exemplo, se o sistema simpático acelera
demasiadamente as batidas do coração, o sistema parassimpático entra em
ação, diminuindo o ritmo cardíaco. Se o sistema simpático acelera o trabalho do
estômago e dos intestinos, o parassimpático entra em ação para diminuir as
contrações desses órgãos.
 O SNP autônomo simpático, de modo geral, estimula ações que mobilizam
energia, permitindo ao organismo responder a situações de estresse. Por
exemplo, o sistema simpático é responsável pela aceleração dos batimentos
cardíacos, pelo aumento da pressão arterial, da concentração de açúcar no
sangue e pela ativação do metabolismo geral do corpo.

Já o SNP autônomo parassimpático estimula principalmente atividades


relaxantes, como as reduções do ritmo cardíaco e da pressão arterial, entre
outras.

Uma das principais diferenças entre o simpático e parassimpáticos é que as


fibras pós-ganglionares dos dois sistemas normalmente secretam diferentes
hormônios. O hormônio secretado pelos neurônios pós-ganglionares do
sistema nervoso parassimpático é a acetilcolina, razão pela qual esses neurônios
são chamados colinérgicos.
 A teoria da personalidade de tipo A e tipo B surgiu a partir de um estudo de
dois cardiologistas norte-americanos, na década de 50.
 A pesquisa que deu origem à divisão buscava encontrar diferenças
comportamentais entre pessoas que, embora compartilhassem estilos
semelhantes de dieta e atividades físicas, fossem psicologicamente mais
propensas a ter um ataque cardíaco.
 Porque o fator diferencial incidia sobre a disposição psicológica e emocional de
levar a vida de modo menos ou mais estressante. Essa pesquisa foi de grande
importância para o campo da psicologia da saúde, que tentava ligar os estados
mentais dos indivíduos a sua saúde física.
 As pessoas de tipo A foram consideradas aquelas de posicionamento mais
“agressivo” em relação à vida: ambiciosas, altamente conscientes do status
social, são perfeccionistas e possuem uma grande necessidade de otimizar o
tempo, a fim de atingir seus objetivos. Ansiosas, são em teoria mais propensas a
fumar, como modo de aliviar o stress ao qual submetem a si mesmas. Um
agravante para a sua já predisposição a problemas cardíacos.
 A personalidade de tipo B é a antítese do tipo A. De
modo geral, tendem a colocar menos pressão sobre si,
levando uma vida com menores níveis de stress. Ainda
que tenham ambições, o fato de não conseguirem
realiza-las não lhes acarreta uma grande derrota; a
graça está no caminho, e não em seu resultado final.
Um bom exemplo prático desse tipo de personalidade
está nas pessoas capazes de manter o bom humor
mesmo perdendo no carteado por exemplo. São as
famosas “easy-going”.
 No estresse constitucional prevalece, diante da carga do agente que produz estresse, um
fator especial, de fragilidade do ego, estando relacionado com a genética, principalmente
com a chamada constituição corporal; aqui se enquadra o Perfil A, chamado assim por
Friedman & Rosenmann (1959, 1960), com as seguintes características, como nos mostra a
tabela abaixo:
 CARACTERÍSTICAS DO PERFIL A
 Tendência acentuada para alcançar metas habitualmente não bem definidas.
 Marcada impulsão para competir.
 Persistente desejo de reconhecimento e progresso.
 Continuamente envolvido em múltiplas funções, não tendo tempo para terminá-las,
afobando-se e angustiando-se no último momento para realizá-las.
 Propensão a acelerar o rítmo das atividades físicas e mentais.
 Extraordinariamente preocupado, física e mentalmente.
 Outra característica ansiosa desses indivíduos é sua incapacidade de relaxar-se, isto é,
esses indivíduos nunca estão satisfeitos com o que realizam, pois seu grau de ambição
situa-se sempre acima daquilo que obtém.
 Tradicionalmente, o stress e a ansiedade no desporto têm
sido vistos como fatores desadaptativos e perturbadores
que, invariavelmente, prejudicam o rendimento dos
atletas. No entanto, também podem apresentar potenciais
efeitos positivos. Por exemplo: em competições da máxima
importância, alguns fatores emocionais e motivacionais
podem fazer com que um atleta se “supere” a si próprio e
atinja níveis máximos de rendimento, enquanto que outro
atleta, na mesma situação competitiva, pode falhar ou
evidenciar uma “quebra” de rendimento aparentemente
inexplicável. Daí que o stress e a ansiedade pareçam ter,
muitas vezes, efeitos facilitadores no rendimento e, outras
vezes, efeitos debilitadores
 As potenciais fontes de stress associadas ou subjacentes à competição
desportiva podem ser:
- a incerteza acerca da titularidade;
- o conflito com treinadores, atletas ou dirigentes;
- o medo de falhar (ou de ter um rendimento inadequado);
- o medo de avaliação (representando uma fonte significativa de ameaça) e da
reação do treinador e dos seus companheiros;
- o medo da avaliação social ao nível das competências ou capacidades
atléticas, sendo estas demonstradas, testadas e avaliadas em público;
- o comportamento dos árbitros e espectadores;
- a preocupação com as lesões desportivas e a sua recuperação;
- a ameaça do abandono da competição desportiva, etc.
 Em ciências exatas (Física):
 Força exercida sobre um sistema que destrói ou altera
a estrutura do mesmo.

 Na medicina:
Fator ou conjunto de fatores que ocasionam
perturbações nos mecanismos homeostáticos que
regulam o equilíbrio físico e mental do indivíduo.
 Eustress
 Distress


 Fases:

 Alarme
 Resistencia Sistema de
 Quase exaustão Coping
 Exaustão
SISTEMA NERVOSO SISTEMA ENDÓCRINO
 SNC - Telefone com fio

 S.E. - Rádio
 Pelo S.N. - Mais rápido via sinapses

 Pelo S.E. - Mais lento via hormônios


 Todas as funções do corpo são permanentemente controladas pelo sistema
nervoso e os hormônios atuam como intermediários entre a resposta elaborada
no sistema nervoso e a resposta efetuada pelos órgãos-alvo.

 Hormônios são substâncias químicas produzidas


pelas glândulas endócrinas e lançadas na corrente
sanguínea que as transporta aos locais de ação.
O sistema hormonal (ou endócrino) é o
conjunto de glândulas que produzem e secretam
hormônios.
 Os hormônios agem especificamente sobre a
atividade de determinadas células, órgãos ou
sistemas e desempenham a função de controlar
processos do organismo
Resposta Neuroquímica de Resposta Neuroquímica de
curto prazo: ADREANALINA longo prazo: CORTISOL
 descarga adrenérgica durante o estresse agudo aumenta o metabolismo
basal e o animal fica mais preparado para pensar ou lutar, ou mesmo fugir
mais rápido. Os hormônios da medula da supra-renal dilatam os vasos
sangüíneos e desviam o sangue para os órgãos mais vitais (cérebro, músculos
estriados, coração), diminuindo a circulação daqueles menos importantes
durante o estresse (e.g.: pele, rins e intestinos). Há retenção corporal de água
e sódio, a pele fica pálida pela vasoconstricção e há menor perda de sangue.
Ao mesmo tempo, há aumento da freqüência cardíaca e da força da
contração miocárdica

 A produção de Catecolaminas é desencadeada pela fase de alarme do Stress


com a Ativação do eixo HHA(Hipotálamo-Hipófise-Adrenal) com aumento
de sua produção pelo o córtex cerebral e pela adrenal (medula).

 Principais Catecolaminas ( neurotransmissores )


• Dopamina
• Adrenalina e noradrenalina

 São os mediadores responsáveis pela Reação “Luta ou Fuga” diante de uma


situação adversa.
 Cortisol é um hormônio esteróide secretado pelas glândulas adrenais(supra-
renais). Também é conhecido como o “hormônio do estresse” porque quando
os seus níveis sobem vêm acompanhados de estresse físico e emocional.
Deficiência ou excesso deste hormônio pode levar a vários sintomas físicos.

 Existem vários fatores que ajudam a “acionar” o cortisol no corpo. Qualquer


situação que deixe uma pessoa estressada física ou mentalmente já é o
suficiente para gerar cortisol: brigas, problemas familiares, financeiros,
ansiedade, mas o principal inimigo dos atletas ou aspirantes é o excesso de
treino. Excesso de treino pode gerar secreções catastróficas de cortisol e colocar
a pessoa em estado catabólico, este é mais um motivo para você entender que
mais treino, não significa mais resultados.
 Transtornos Afetivos:
 Ansiedade, cólera, depressão, fobias, compulsões, sindrome do panico e outras
desadaptativas.

 Reações Motoras:
 Tensão muscular, distúrbios da fala, expressões faciais tensas, contração
corporal, postura, descontrole dos esfincteres, descoordenação psicomotra,
paralisias motoras, tremor manuel, tiques nervosos e até cegueira histerica.

 Respostas Cognitivas:
 Alteração da Percepção Visual, pensamentos negativos, julgamentos
distorcidos da realidade, dificuldades na resolução de problemas, distorção da
percepção social, bloqueios mentais (branco) e transtorno de memória.
Respostas fisiologicas:
Alteração na composição do sangue (aumento de eosinofilos), alteração de varias
taxas no exame de urina, aumento ou diminuição das glandulas supra renais
alterando seu funcionamento, aterações cardíacas e reaçõe spsicogalvanicas da
pele.

Outras respostas desadaptativas ao Stress já na Fase de Resistencia.

Transtorno da percepção física, perturbação da visão e do canal auditivo, aumento


da resposta palpebral e de pestanas de forma contínua, ilusão de ótica,
interpretações equivocadas de mensagens recebidas, bloqueio da capacidade de
percepção e concentração, forte diminuição da precisão dos movimentos, forte
dificuldade nas capacidades de decisão e reação, perda progressiva do controle de
si proprio, reações de resistencia a qualquer atividade e riso descontrolado.
 Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurônios, as
células nervosas, por meio das quais elas podem enviar informações a outras
células. Mais de 70 neurotransmissores foram identificados e outros,
certamente, serão descobertos. Além disso, alguns neurotransmissores podem
ligar-se a mais de um tipo de receptor, provocando diferentes efeitos.


Formação
Os neurotransmissores são produzidos na célula transmissora e são
acumulados em vesículas, as vesículas sinápticas. Isto também pode ocorrer por
ação direta de uma substância química, como um hormônio, sobre receptores
celulares pré sinápticos
 Liberação
Quando um potencial de ação ocorre, as vesículas se fundem com a membrana
plasmática, liberando os neurotransmissores na Fenda sináptica. Estes
neurotransmissores agem sobre a célula receptora, através de proteínas que se
situam na membrana plasmática desta, os receptores celulares pós-sinápticos.
Os receptores ativados geram modificações no interior da célula receptora,
através dos segundos mensageiros. Estas modificações é que originarão a
resposta final desta celula.

 Neuropeptídeos
Esses são formados por cadeias mais longas de aminoácidos (como uma
pequena molécula de proteína). Sabe-se que mais de 50 deles ocorrem no
cérebro e muitos deles têm sido implicados na modulação ou na transmissão de
informação neural.
 Acetilcolina (ACh) A acetilcolina controla a atividade de áreas cerebrais
relaciondas à atenção, aprendizagem e memória. Pessoas que sofrem da doença
de Alzheimer apresentam tipicamente baixos níveis de ACTH no córtex
cerebral, e as drogas que aumentam sua ação podem melhorar a memória em
tais pacientes. É liberada pelo sistema autônomo parassimpático.

Serotonina Esse é um neurotransmissor que é incrementado por muitos


antidepressivos tais com o Prozac, e assim tornou-se conhecido como o
'neurotransmissor do 'bem-estar'. ' Ela tem um profundo efeito no humor, na
ansiedade e na agressão. Conhecido como "molécula da felicidade.

Noradrenalina Principalmente uma substância química que induz a excitação


física e mental e bom humor. A produção é centrada na área do cérebro
chamada de locus coreuleus, que é um dos muitos candidatos ao chamado
centro de "prazer" do cérebro. A medicina comprovou que a norepinefrina é
uma mediadora dos batimentos cardíacos, pressão sanguínea, a taxa de
conversão de glicogênio (glucose) para energia, assim como outros benefícios
físicos.
 Glutamato O principal neurotransmissor excitante do cérebro, vital para
estabelecer os vínculos entre os neuroônios que são a base da aprendizagem e
da memória a longo prazo.

Encefalina e Endorfina Essas substâncias são opiáceos que, como as drogas


heroína e morfina, modulam a dor, reduzem o estresse, etc. Elas podem estar
envolvidas nos mecanismos de dependência física.

GABA Essa substancia é um transmissor inibitório importante, na verdade a


maioria da sinápses do cérebro usam GABA.

Dopamina A dopamia é quimicamente muito semalhante à norepinefrina. A


liberação da dopamina em certas áreas do cérebro produz intensas sensações de
prazer, e a pesquisa atual está investigando o papel da dopamina no
desenvolvimento da adicções.
 Desnutrição funcional
 Estimulantes
 Toxinas
 Medicamentos
 Excesso de trabalho
 Pressão
 Dificuldades no sono
 Alimentos processados
 Poluição
 Anemia
 Hipo/Hiper Glicemia
 Atividades Inadequadas
 Falta de Relaxamento
Reações Fisicas

Estados de
humor Ambiente Pensamentos

Comportamento
 Num estado de humor,  Nos estados de humor
estarão presentes, intensos, os
pensamentos que o pensamentos tendem a
fortalecem. ser mais distorcidos.
 Cuidado então com o
que pensa.
 Pensar na direção mais inteligente
 Utilizar a assertividade
 Criar mecanismos neurais facilitadores
 Controlar sua ansiedade
 Ser criativo
 Utilizar a inteligência emocional
 Mudar rapidamente de direção
 Não se viciar em suas emoções negativas
 Separar os pensamentos disfuncionais
 Empregar sempre que possível os conhecimentos que voce
certamente o fará ter sobre si próprio.
 O ISSL visa identificar a presença de sintomas de
estresse, o tipo de sintoma apresentado (somático ou
psíquico), e a fase em que a pessoa se encontra.
Apresenta um modelo quadrifásico do estresse (alerta,
resistência, quase exaustão e exaustão). O inventário é
composto por 37 questões de caráter somático
(identificado através dos quadros 1a, 2a e 3a) e 19 de
caráter psicológico (identificado através dos quadros
1b, 2b e 3b), com intensidade e grau de seriedade
aumentado. O teste foi baseado no modelo de estresse
proposto por Selye. Lipp (2000)
Fatores Sim Não
1. Machucar-se durante o jogo
2. Entrar no jogo machucado
3. Ser prejudicado pelos juízes
4. Falta de preparação psicológica

5. Preparação técnico-tática inadequada

6. Condicionamento físico inadequado


7. Derrotas anteriores
8. Pressão da mídia
9. Pressão de si mesmo para ganhar
10. Pressão da torcida
11. Conflitos com o técnico

12. Pressão dos companheiros de equipe

13. Conflitos com os companheiros de equipe

14. Distância da família


15. Problemas familiares
16. Campo em condições ruim
17. Dificuldade financeira
18. Mudança de técnico

19. Obrigatoriedade de ganhar a partida

20. Renovação de contrato


21. Clima/ Temperatura
22. Cobrança excessiva do técnico
23. Alimentação no clube
24. Insatisfação com o clube
25. Dormir mal na noite anterior
26. Jogar em casa
27. Jogar fora de casa
28. Jogar contra o time favorito
29. Permanecer no banco de reservas
30. Marcar gol contra
31. Cobrança de pênalti
32. Ser expulso do jogo
O teste é dividido em três quadros, que se referem às quatro fases do estresse.
Quadro 1: visa diagnosticar a presença de sintomas de estresse na fase de alerta
– o que se refere aos sintomas experimentos nas últimas 24 horas. A fase de
alerta, corresponde à primeira reação no processo de estresse. Desenvolve-se
quando a pessoa percebe uma ameaça a seu organismo e prepara-se para agir,
lutar ou fugir. Segundo Lipp (2000) essa fase pode ser considerada como
positiva, pois mobiliza a pessoa para a ação. Quadro 2: pode diagnosticar a
presença de sintomas de estresse nas fases de resistência ou de quase-
exaustão (dependendo do número de sintomas assinalados) – refere-se aos
sintomas experimentados na última semana. Nesta fase o organismo busca
recursos para lidar com os estressores, a fim de tentar manter o estado de
equilíbrio interno. Lipp e Novaes (2000) referem ser um momento de bastante
desgaste, quando a energia começa a esgotar-se e o sujeito começa a sentir
cansaço excessivo, esquecimentos e dúvidas. A fase de quase-exaustão ocorre
quando os recursos internos do indivíduo não são mais suficientes para lidar com
os fatores estressores, havendo uma quebra da resistência, iniciando-se o
processo do adoecimento. Quadro 3: pode diagnosticar a presença de sintomas
de estresse na fase de exaustão – o que se refere aos sintomas experimentados
no último mês. Esse estágio de se desenvolve quando a ação do estressor,
permanecer por um longo período até finalmente esgotar-se a energia de
adaptação. Doenças graves podem ocorrer nos órgãos mais vulneráveis. Lipp
(2000).

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