Você está na página 1de 26

A formação das religiões de matriz

africana no Brasil
Reinos Africanos Séculos XVI - XIX
Mapa do Império Colonial Português
Comerciantes portugueses em
submissão ao soberano do Congo
Rotas do Tráfico de Escravizados
Religiões Afro-Americanas: Cuba e
Haiti
Rotas do Tráfico de Escravizados
Pintura de Olinda século XVII
Dança do Calundu – Zacharias Wagner
– Século XVII
Confrarias religiosas negras:
Irmandade da boa morte
Próximo

Xangô na Africa
Xangô em Cuba e no Brasil
Omolu na África (esquerda)
Zangbeto (direita)
Omolu no Candomblé
As religiões de matriz africana pelo
Brasil.
• Ma – Tambor de Mina, Encantaria, Terecô

• PE – Xangô, Xambá, Jurema

• BA – Candomblé Angola, Ketu e Jeje

• RJ – Macumbas Cariocas e Umbanda

• RS – Batuque
Tambor de Mina
Candomblé
Xambá - PE
Umbanda
Repressão às Religiões de Matriz
Africana
• Período Colonial: A cargo da Igreja e da Inquisição ou
dos senhores locais.

• 1822 – 1970: A cargo do Estado Imperial e,


posteriormente, Republicano. Constituição de 1822
permitia cultos não católicos de forma privada. Código
penal de 1890 proibia o uso de talismãs e a prescrição
de remédios curativos baseados nos elementos da
natureza (ervas, minerais)

• 1970 – 2018: Exercida por indivíduos e/ou grupos


intolerantes à margem da lei.
Papel da Imprensa e do Estado na
repressão
Intolerância religiosa
Sincretismo: Forma de resistência e
elemento inovador da fé
Sincretismo Católico
Respeito e diálogo interreligioso – um
caminho possível.