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RINITES E

POLIPOSE
NASOSINUSAL
DISCIPLINA : OTORRINOLARINGOLOGIA EM FONOAUDIOLOGIA 3 P
DOCENTE : RAQUEL
DISCENTE : CELINA NEMER, JULIETE COITINHO , GLAUCIA DE SOUZA LIMA, TATIANE BRITO
DEFINIÇÃO DE RINITE

 Rinite é a inflamação da
mucosa de revestimento
nasal, caracterizada pela
presença de um ou mais dos
seguintes sintomas:

 obstrução nasal, rinorreia,


espirros, prurido e hiposmia.
CAUSAS / SINTOMAS

 Constipações e alergias (a poeira, o


pólen e alguns alimentos) são as
causas mais comuns da rinite.

 Os sintomas de rinite incluem :

 Corrimento nasal, Espirros , Congestão,


Problemas com odores,
Lacrimejamento nos olhos , etc...
RINITE ALÉRGICA

 A rinite alérgica pode ser definida como uma


reação exagerada de
resposta inflamatória da mucosa que reveste o nariz
toda vez que
ela entra em contato com determinadas substâncias
que são
chamadas de alérgenos.

 Os alérgenos mais comuns são os ácaros (que


estão na poeira domiciliar), fungos, pelos de
animais e pólens (de gramas, arbustos e árvores).
Rinites: Não Alérgicas, Infecciosa.

 Rinites não-alérgicas:
Podem ser divididas em: idiopáticas não-alérgicas ou vasomotora;
rinite eosinofílica não-alérgica; rinite colinérgica
(gustatória ou por ar frio)

 Rinite Infecciosa:

Rinite medicamentosa (por uso excessivo de gotas nasais, drogas para


pressão alta, aspirina, abuso de cocaína). Existem outras mais raras
como por alteração hormonais, vazamento de líquor, etc.
DIAGNÓSTICO / TRATAMENTO CLÍNICO

 Gravidade e duração dos sintomas: leve a grave; intermitente ou


persistente.

 O diagnóstico baseia-se nos sintomas.

 Rinite são tratadas de diversas formas :

 Antibióticos, Anti-histamínicos, Cirurgia, Injeções de dessensibilização e


evitar irritantes.
POLIPOSE
NASOSINUSAL
DEFINIÇÃO

 Polipose Nasossinusal (PN):

 Doença inflamatória crônica da mucosa


nasossinusal caracterizada pela formação de
pólipos em ambos os meatos médios.

 A PN é praticamente sempre bilateral. Quando


unilateral, ficar atentos aos possíveis diagnósticos
diferenciais :

 papilomas invertidos e neoplasias malignas.


PÓLIPOS

 Os
pólipos se originam na concha média,
meato médio e etmoides.
 geralmente moles, brilhantes, móveis, com
coloração levemente acinzentada ou rosada,
 comsuperfície lisa, indolor à palpação e de
aspecto translúcido.
O tamanho do pólipo é variável, podendo se
expandir do meato médio para toda a
cavidade nasal, nasofaringe, narinas e seios
paranasais.
CLASSIFICAÇÃO

 Grau 1 - Pólipos pequenos, restritos ao meato médio, que


não atingem a borda inferior da concha média.

 Grau 2 - Pólipos que ultrapassam a borda inferior da concha


média, mas não atingem a borda inferior da concha inferior.

 Grau 3 - Pólipos que ultrapassam a borda inferior da concha


inferior, causando obstrução total ou quase total da
passagem de ar.
DIAGNÓSTICO / QUADRO CLÍNICO
 Anamnese

 A principal queixa dos pacientes com PN é


a obstrução nasal constante.

 Secreção nasal anterior e posterior são


referidas em muitos casos.

 Perda parcial ou total do olfato.

 Cefaléia e dor facial não são freqüentes,


apesar da obstrução dos seios paranasais.

 Hiposmia ,Rinorréia
TRATAMENTO

 Os corticóides administrados topicamente no nariz ou de


formasistêmica são as mais efetivas drogas conhecidas para o
tratamento de polipose nasal.

 Estabelecer a respiração nasal e olfação.

 Prevenir a recorrência dos pólipos. Na maioria dos pacientes, o


tratamento é clínico-cirúrgico.
Referencias Bibliográfica

Otorrinolaringologia Princípios e Prática. São Paulo: Artmed


2006. p.680-691

Rev Bras Otorrinolaringol 2008 vol.74(2) Mar./Abr.:1-59.

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