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FACULDADE INTEGRAL DIFERENCIAL – FACID WYDEN

MEDICINA BLOCO VI – ORTOPEDIA


PROFESSOR: ALCIOMAR VERAS

EXAME FÍSICO DO JOELHO


P4

ANGÉLICA

CAMILA LOPES

CAMILA RAMOS

CAROL MEIRELES

DANDARA

ISABELLA DIAS

LORENA DINIZ

MARCELO AUGUSTO
P3
MARIANA ROCHA

MELINA RAMOS

SERGIVAN RIBEIRO

VYTÓRIA RODRIGUES

WHÂNELA NICOLE

MARCOS FERNANDO

YLANNA LOIOLA
INTRODUÇÃO
• O QUE - QUE REPRESENTA A QUEIXA PRINCIPAL DO PACIENTE, COMO
DOR, FALSEIOS, TORÇÃO, QUEDA ETC.

• QUANDO - VAI MOSTRAR O TEMPO DE QUEIXA.

• COMO - RELATA O MECANISMO DE UM TRAUMA OU A ATIVIDADE QUE


DESENCADEIA A QUEIXA PRINCIPAL.

• ONDE - RELATA ATIVIDADE QUE ESTAVA SENDO VIVIDA NO MOMENTO DO


APARECIMENTO DA QUEIXA PRINCIPAL.
SINTOMAS COMUNS NAS DOENÇAS DO JOELHO
• DOR
LOCALIZAÇÃO
PERIODICIDADE SÃO IMPORTANTES PARÂMETROS
QUE DEVEM SER ANALISADOS
INICIO
RELAÇÃO COM AS ATIVIDADES
PROFISSIONAL, RECREACIONAL OU
ESPORTIVA

OBS:. NAS LESÕES LIGAMENTARES PERIFÉRICAS, OS PONTOS


DOLOROSOS PALPÁVEIS GERALMENTE SUGEREM O LOCAL DA LESÃO,
MAS, EM DOENÇA CRÔNICA, O LOCAL DA DOR NEM SEMPRE
CORRESPONDE À LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DA ESTRUTURA LESADA.
SINTOMAS COMUNS NAS DOENÇAS DO JOELHO
• ESTALO OU ESTALIDO • FALSEIO
O ESTALIDO QUE OCORRE NA TORÇÃO
AGUDA, PRESENTE EM MAIS DE 90% DOS
 SENSAÇÃO DE QUE “ALGO SAIU DO
CASOS DE LESÃO DO LCA LUGAR”
O ESTALO PODE SER AUDÍVEL OU  É MOMENTÂNEO, RÁPIDO E
SIMPLESMENTE UMA SENSAÇÃO
INSTANTÂNEO
REFERIDA.
 GERALMENTE, NA DOENÇA CRÔNICA, ELE
É ACOMPANHADO DE SENSAÇÃO
CONFORTANTE.
SINTOMAS COMUNS NAS DOENÇAS DO JOELHO

• TRAVAMENTO • DERRAME
• É MAIS DEMORADO E MUITAS VEZES LEVA • OCORRE QUANDO HÁ SANGUE NA
ALGUNS SEGUNDOS PARA SE DESFAZER. CAVIDADE SINOVIAL.

• DEVE SER DIFERENCIADO DO


PSEUDOTRAVAMENTO POR CONTRAÇÃO
ESPONTÂNEA E INVOLUNTÁRIA
MUSCULAR
EXAME CLÍNICO
• SEMPRE FAZER UMA CORRELAÇÃO ANATÔMICA CORRESPONDENTE EM AMBOS
OS JOELHOS, PARA COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS.
• O EXAME ORTOPÉDICO DIVIDE-SE EM TRÊS ETAPAS:
• INSPEÇÃO (ESTÁTICA E DINÂMICA)

• PALPAÇÃO

• TESTES ESPECÍFICOS
INSPEÇÃO EM PÉ (BARROS FILHO, 2001)

• OBSERVAR:
 RECURVADO
 LIMITAÇÕES DE EXTENSÃO
• NA INSPEÇÃO ESTÁTICA E NO EXAME DA MARCHA:
 DETECÇÃO DE OUTRAS ALTERAÇÕES QUE PODEM ESTAR
RELACIONADAS COM A DOENÇA ARTICULAR
• A CLAUDICAÇÃO É DETECTADA NA MARCHA
• O SINAL DE TRENDELENBURG É VISÍVEL NESSE
MOMENTO DO EXAME
• É IMPORTANTE ESTUDAR O ALINHAMENTO PATELAR;
• OBSERVAR O ÂNGULO “Q”.
EXAME FÍSICO DO JOELHO
INSPEÇÃO
 MOBILIDADE ARTICULAR
Atrofia
 CONTORNOS MUSCULARES
(BARROS FILHO, 2001)
EXAME FÍSICO DO JOELHO
Leve, moderada e grave

PALPAÇÃO
• CREPITAÇÃO CLASSIFICADA EM:

(BARROS FILHO, 2001)


EXAME FÍSICO DO JOELHO
PALPAÇÃO
• TENDÕES DA PATA DE GANSO
• REGIÃO POSTERIOR VERIFICAR A PRESENÇA DE CISTOS Cisto de Baker

• PACIENTE DEITADO EM POSIÇÃO SUPINA

TÔNUS DE TODA A MUSCULATURA DA COXA E DA PERNA

Fonte: Google imagens


EXAME FÍSICO DO JOELHO
Retração do quadríceps
Retração da musculatura isquitibial

(BARROS FILHO, 2001)

Retração do tríceps sural


DORSIFLEXÃO PASSIVA DO PÉ COM O JOELHO FLETIDO E ESTENDIDO
TESTE DE MCMURRAY
o PACIENTE DEITADO EM POSIÇÃO SUPINA E QUADRIS EM 90°
o EXAMINADOR SEGURA O PÉ DO PACIENTE E FAZ MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO EXTERNA
E INTERNA
Lesão menisco
Rotação interna
o lateral
Dor e estalidos

Rotação externa Lesão menisco


Medial

Fonte: Google Imagens


TESTE DE APPLEY
o PACIENTE DEITADO EM POSIÇÃO PRONADA E JOELHO FLEXIONADO
o EXAMINADOR SEGURA O PÉ DO PACIENTE E FAZ MOVIMENTOS DE COMPRESSÃO E
TRAÇÃO JUNTO COM MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO EXTERNA E INTERNA.
Lesão menisco
Rotação interna
lateral
Dor e estalidos
Rotação externa Lesão menisco
medial

Fonte: Google Imagens


TESTE DE STEINMANN
o PACIENTE SENTADO SOBRE A MESA E JOELHO FLETIDOS A 90° PENDENETES
o EXAMINADOR SEGURA O PÉ DO PACIENTE E FAZ MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO EXTERNA E INTERNA
SEGURANDO PELO PÉ
o PRESENÇA DE DOR OU ESTALIDO JUNTO A INTERLINHA ARTICULAR É SINAL DE LESÃO NO MENISCO
CORRESPONDENTE.

Fonte: Google Imagens


SINAL DE SMILLIE
SINAL POSITIVO: DOR A PALPAÇÃO DA INTERLINHA CORRESPONDENTE AO MENISCO
DOR NA INTERLINHA MEDIAL  LESÃO MENISCO MEDIAL
DOR NAS REGIÕES MEDIAL E ANTERIOR  LESÃO MENISCO LATERAL

Fonte: Google Imagens


MARCHA DE PATO
o PACIENTE AGACHADO NO CHÃO
o EXAMINADOR PEDE PRA QUE ELE DÊ ALGUNS PASSOS
o LESÃO DO CORNO POSTERIOR DO MENISCO MEDIAL  DOR QUE IMPEDE O PACIENTE
DE EXECUTAR O MOVIMENTO

Fonte: Google Imagens


TESTE DO PIVOT-SHIFT REVERSO/
TESTE DE JAKOB
• PCTE. EM DD ESTANDO O QUADRIL EM ROTAÇÃO INTERNA
• EXAMINADOR SEGURA O PÉ E O TERÇO SUPERIOR DA TÍBIA
• FLEXÃO DO JOELHO COM FORÇA DE ABDUÇÃO APLICADA À
TÍBIA EM ROTAÇÃO EXTERNA.
• TÍBIA DESLOCA-SE PARA TRÁS SOBRE O CONDILO FEMORAL
LATERAL, COM SUBLUXAÇÃO QUE SE REDUZ NA EXTENSÃO DO
JOELHO: INSTABILIDADE PÓSTERO-LATERAL

Fonte: Google Imagens


TESTE DE ROTAÇÃO EXTERNA-
RECURVADO (RRE)
• PCTE. EM DD
• EXAMINADOR TOMA UM DOS PÉS, E DEPOIS DO
OUTRO PELO HÁLUX E ELEVA AMBOS EM POSIÇÃO
DE HIPEREXTENSÃO DO JOELHO
• TÍBIA RODADA EXTERNAMENTE COM APARENTE
SUBLUXAÇÃO POSTERIOR: INSTABILIDADE
PÓSTERO-LATERAL

Fonte: Google Imagens


HIPEREXTENSÃO OU RECURVADO

• PCTE. EM DD
• EXAMINADOR LEVANTA O MEMBRO
INFERIOR PELO PÉ
• MEDE-SE O RECURVADO EM GRAUS E
SEMPRE DE MANEIRA COMPARATIVA

Fonte: Google Imagens


POSTERIORIZAÇÃO PASSIVA DA
TÍBIA A 90º/ TESTE DE GODFREY:
• PCTE. EM DD COM O QUADRIL EM 90° E O JOELHO EM 90°
• EXAMINADOR MANTÉM A PERNA NESSA POSIÇÃO SEGURANDO
O PÉ, POSSIBILITANDO O RELAXAMENTO DO QUADRÍCEPS.
• TÍBIA SUBLUXA POSTERIORMENTE, CRIANDO UM DEGRAU JUNTO
AO PLANALTO TIBIAL MEDIAL: LESÃO DE LCP

Fonte: Google Imagens


TESTE DA ABDUÇÃO/ VALGO
• PCTE. RELAXADO, QUADRIL EM 0° DE EXTENSÃO COM A COXA APOIADA
SOBRE A MESA DE EXAME
• EXAMINADOR SEGURA O TORNOZELO E APOIA A FACE MEDIAL DO
JOELHO SOBRE O CONDILO FEMORAL MEDIAL
• MANOBRA DE ABDUÇÃO DA PERNA A FIM DE PROVOCAR VALGO DO
JOELHO.
• POSITIVIDADE EM HIPEREXTENSÃO: LESÃO DE LCP
• POSITIVIDADE EM 0° E 30°: LESÃO PERIFÉRICA MEDIAL Instabilidade:
Leve ( entre 0mm e 5mm)
Moderadas ( entre 5mm e 10mm)
• ABERTURA MAIOR DA INTERLINHA ARTICULAR: LESÃO ASSOCIADA DE LCA Graves ( mais de 10mm))

Fonte: Google Imagens


TESTE DA ADUÇÃO/ VARO
• PCTE. EM DD EM 0°E 30° DE FLEXÃO DO
JOELHO
• EXAMINADOR SEGURA O TORNOZELO E
APOIA A FACE MEDIAL DO JOELHO
SOBRE O CÔNDILO FEMORAL MEDIAL
• FORÇAR A ADUÇÃO DA PERNA E DO PÉ.
• A MANOBRA POSSIBILITA A PALPAÇÃO Instabilidade:
Leve ( entre 0mm e 5mm)
DA INTERLINHA ARTICULAR Moderadas ( entre 5mm e 10mm)
Graves ( mais de 10mm)

Fonte: Google Imagens


TESTE DA GAVETA ANTERIOR
• PCET. EM DECÚBITO DORSAL COM JOELHOS EM 80° DE
FLEXÃO;
• MEDICO APOIA O PÉ DO PCET. E POSICIONA AS DUAS
MÃOS NA REGIÃO POSTERIOR DO TERÇO SUPERIOR DA
TÍBIA DO PACIENTE E TRACIONA PARA FRENTE ;

• PROVOCA UM DESLIZAMENTO ANTERIOR DA PERNA


SOBRE A COXA .
• A MANOBRA QUANDO SENSÍVEL DETECTA LESÃO DE LCA E
Fonte : Google imagens
EVENTUAIS LESÕES PERIFÉRICAS COEXISTENTES .
Deve ser pesquisado nas três rotações da perna :
interna, neutra, externa
Quando teste em rotação interna máxima é negativo
para LCA , somente se positiva quando em pesquisa
de lesão de LCP
TESTE DA GAVETA POSTERIOR
• PCET. EM MESMO POSICIONAMENTO DO
TESTE DA GAVETA POSTERIOR , POREM
APENAS EM ROTAÇÃO NEUTRA ;
• NESSA POSIÇÃO O EXAMINADOR
TRACIONA A PERNA PARA TRÁS , COM
AS AMBAS AS POLPAS DIGITAIS
APOIADAS NO REBORDO ANTERIOR DOS Fonte : Google imagens
Se o lado lateral se posterioriza
PLANALTOS TIBIAIS SENTINDO AMBOS isoladamente , trata-se de uma
OS LADOS , MEDIAL E LATERAL; instabilidade póstero-lateral ,mas, se o
faz de ambos os lados , é positivo para
lesão de LCP
JERK TEST/ TESTE DO RESSALTO
• PCET. DEITADO EM DECÚBITO DORSAL COM SEU
MMII COLOCADO EM 45 ° DE FLEXÃO DO
QUADRIL E 90 ° DE FLEXÃO COM O JOELHO
• O EXAMINADOR , COM UMA DAS MÃOS SEGURA
O PÉ EM ROTAÇÃO INTERNA E , COM A OUTRA ,
PRECIONA O TERÇO SUPERIOR EXTERNO DA
PERNA PARA FRENTE .
• NESSA POSIÇÃO O JOELHO ESTENDE-SE LENTA E
PROGRESSIVAMENTE ATE O MOMENTO QUE Fonte:Google imagens
Essa manobra avalia lesão de LCA
NOTA-SE UM RESSALTO ARTICULAR
REFERÊNCIAS

• BARROS FILHO, TARCÍSIO E. P. DE. EXAME FÍSICO EM ORTOPEDIA. SÃO PAULO.


SARVIER, 2001.