Você está na página 1de 76

As Empresas Turísticas

0 Para alguns o turismo é sempre bem-vindo como uma


“indústria” que traz emprego e dinheiro.
0 Para outros o turismo traz a destruição do estilo de vida
tradicional, umas relações de exploração
neocolonialista, e a sobredependência de uma
actividade instável.
0 Estas duas posturas -uma optimista, outra pessimista-
cobraram força nos anos 1960 (optimista) e 1970
(pessimista).
0 Em realidade nenhuma das duas é uma verdade
absoluta.
2
Conceitualização optimista
0 A conceitualização optimista dominante na década
de 1960 entende o turismo como uma indústria de
grandes benefícios, um agente de mudança
económica e social que estimula o emprego e o
investimento, modificando o uso da terra e a
estrutura económica, com o qual se justifica o seu
contributo para a balança de pagmentos dos países
receptores do turismo.

3
Conceitualização pessimista
0 A conceitualização pessimista (década de 1970)
entende o turismo como um perpetuador das
desigualdades, que divide as comunidades e não
desenvolve estas de uma maneira sustentável.

4
Indústria do Turismo
0 A indústria do turismo é, actualmente, a
actividade que apresenta os mais elevados
índices de crescimento no contexto da
economia mundial.

5
Atores da Indústria do
0
Turismo
A actividade turística necessita da actuação do sector
privado
0 hotéis, restaurantes e agências
0 Os detentores da cultura local, ou seja, a comunidade são
um parceiro central, pois é este que conviverá com o fluxo
turístico e seus impactos.
0 Outro potencial actor é o terceiro sector ou ONG de cunho
social e ambiental que poderão auxiliar nas discussões
sobre as alternativas para a inclusão social e utilização
sustentável dos recursos naturais.
0 A comunidade científica participa fomentando o trâmite
metodológico correcto.
0 O sector público - actor auxiliar, a quem cabe orientar o
6
processo.
0 As empresas turísticas desde a década de 90 têm
vindo a conhecer um meio caracterizado por três
fenómenos principais:
0 O processo de globalização;
0 Um ambiente de incerteza;
0 A importância crescente da competitividade para
o sucesso e mesmo para a sobrevivência da
empresa

7
Características da Indústria
Turística
0 A indústria turística, tal como qualquer outro serviço
tem as seguintes características:
0 Intangíveis - Os serviços são intangíveis. Ao contrário dos
outros produtos, não podem ser vistos, sentidos, ouvidos
ou cheirados antes da compra.
0 Inseparáveis - Os serviços são produzidos e consumidos
em simultâneo.
0 Heterogéneos - Os serviços são muito variáveis.
Dependem de quem os presta, onde são prestados.
0 Perecíveis - Os serviços não podem ser
armazenados.
8
Características dos serviços
turísticos
0 Os serviços turísticos têm também características
específicas:
0 Custo elevado – O preço dos produtos turísticos é
relativamente elevado. Ir de férias pode ser a compra
mais importante e dispendiosa do ano;
0 Sazonalidade – Picos de procura sobretudo no Verão;
0 Interdependência – A indústria do turismo é composta
por vários sectores que dependem uns dos outros;

9
Características dos serviços
turísticos
0 Impacto na sociedade – A indústria do turismo provoca
impactos positivos e negativos, de ordem económica,
sócio cultural e ambiental significativos no destino,
embora não deixe de afectar também os países
emissores;
0 Estão sujeitos a efeitos de choques externos – O turismo
é muito afectado por acontecimentos dramáticos que
estão fora do controlo dos seus gestores.
0 Guerras, tempestades, ataques terroristas, poluição,
acidentes, publicidade adversa têm um efeito rápido e
negativo na evolução dos negócios.

10
Produtos ou Bens
● Os bens são os meios através dos quais
homens e mulheres tentam ultrapassar o
estado de carência ou mal-estar que
tipifica qualquer necessidade:
● Bens materiais – quando têm visibilidade
física, podendo ser armazenados.
● Exemplos: lápis, bolo, carro
● Bens imateriais ou serviços – quando não
têm visibilidade física, não podendo ser
armazenados.
● Exemplos: consulta no médico, estadia no hotel

11
Distribuição
0 Atividade que leva os bens da produção
(fábrica) até ao consumidor final.
0 Atividades da distribuição:
0 comércio
0 logística
0 armazenagem
0 transporte

12
Canal de distribuição
0 Canal de distribuição é o caminho escolhido por
uma empresa para fazer os seus produtos
chegarem aos consumidores certos, no local e no
momento exato.
0 Retalhista - a venda a retalho inclui as atividades
necessárias para a venda de bens e serviços
diretamente aos consumidores finais
0 Supermercado, padaria, sapataria, papelaria
0 Grossista - Vendem em grandes quantidades a
retalhistas.
0 Armazenistas, Recheio
13
Tipologia dos Serviços
prestados
0 A indústria turística integra uma diversidade de empresas
associadas à produção e distribuição de grande variedade de
produtos e uma grande variedade de clientela.
0 Tipologia de empresas turísticas:
0 Tipo A - Empresas hoteleiras e similares (alojamento e
restauração).
0 Tipo B - empresas de transporte colectivo como
companhias de autocarros, companhias férreas, aéreas,
organizadoras de cruzeiros e as empresas de aluguer de
automóveis.
0 Tipo C - agentes organizadores de viagens (agências de
viagens – retalhistas e os operadores turísticos –
grossistas).
14
0 Tipo D - empresas de animação, informação.
Operadores Turísticos

0 Designação genérica que se dá a um agente de


viagens correspondente à expressão inglesa ‘Tour
Operator’.
0 Persiste a noção de que o Operador Turístico é um
agente que adquire e compatibiliza meios de
transporte, alojamento e outros serviços,
elaborando com eles um produto ( ́package’ ou
pacote) que é colocado à venda por uma rede de
agentes retalhistas.

15
Operadores Turísticos
0 Os Operadores Turísticos (agências grossistas) são
organizadores de viagens de grupo ou colectivas, que
combinam diferentes bens e serviços adquiridos aos
respectivos produtores.
0 Organiza, produtos turísticos acabados, preparados
mesmo antes que a procura se manifeste, que vendem
através da sua rede própria de distribuição ou por
intermédio de agências de viagens.
0 São empresas turísticas comerciais especializadas
na organização e venda de viagens em grupo
(pacotes turísticos) por sua conta e risco.

16
Operadores Turísticos
0 Para organizarem uma viagem, os operadores
adquirem aos produtores os serviços que integram
na viagem por um determinado preço, combinam
estes serviços num pacote (package) e vendem-no
a um preço final que cobre todos os serviços.
0 Podem oferecer ao público preços mais baixos do
que aqueles que o viajante obteria se adquirisse
individualmente o transporte, a transferências entre o
aeroporto e o hotel, as visitas, o alojamento, as
refeições, porque compra estes serviços a preços
por grosso e com desconto.

17
Operadores Turísticos
0 Embora todas as organizações que criam pacotes de
viagem sob sua responsabilidade e risco e que vendem
directamente ou através de retalhistas sejam
considerados como operadores, podemos distinguir os
seguintes tipos que formam a indústria dos grossistas:
0 operadores independentes;
0 companhias aéreas que trabalham em cooperação com um
negociante de viagens por grosso;
0 agentes de viagens a retalho que organiza pacotes para os
seus clientes;
0 operador de viagens em autocarro;
0 empresas organizadoras de viagens de incentivo;
0 clubes de viagens

18
Agentes de Viagens
0 Os agentes de viagens intervém fundamentalmente
na comercialização de produtos turísticos a retalho
- retalhistas.

19
Viagens de Incentivo
0 São viagens e programas turísticos oferecidos pelas
empresas aos seus colaboradores, fornecedores, parceiros ou
clientes como prémio por cumprimento de metas ou por algum
desempenho de destaque.
0 Em vez de oferecer um prémio em dinheiro, as empresas brindam o seu
público interno ou externo com uma memorável experiência de viagem, o
que se tem revelado uma poderosa ferramenta para motivar e fortalecer os
laços entre as partes.
0 É como se fosse um acordo entre a empresa e os seus colaboradores,
fornecedores e clientes: “Traga-me resultados e terá uma recompensa
inesquecível”.

20
Clube de viagens
0 Clube de viagens, clube de hotéis, clube de
hospedagem ou clube de turismo são empresas que
oferecem planos de viagens em forma de assinaturas
mensais, em que o associado paga uma taxa mensal
e tem direito a um determinado número de diárias em
um dos hotéis parceiros do clube. Como se fosse
uma poupança de viagens.

21
Vantagens do Clube de Viagens
0 São indicados para quem viaja ou pretende viajar
com certa frequência, seja a trabalho ou a turismo.
0 Também são boas opções para:
0 turistas que dão prioridade ao conforto e à
qualidade da hospedagem, e para aqueles que
gostam de viajar, seja sozinho ou em família, mas
acabam deixando o passeio de lado por dificuldade
de planeamento financeiro.
0 para aqueles que gostam de viajar, mas não têm
tempo ou paciência para procurar preços e fazer o
planeamento. (a equipa de atendimento dessas
empresas tem boas dicas de destinos e fazem tudo pelo
22
viajante).
Actividade dos Operadores
0 A essência da actividade dos operadores é a criação de
viagens organizadas.
0 Viagens organizadas - são aquelas que obedecem a um
programa detalhado que compreende um conjunto mais
ou menos alargado de prestações turísticas, por um
preço fixo determinado à partida.

23
Elementos caracterizadores das
Viagens organizadas
0 Organização prévia: o pacote é determinado pelo
operador antes dos clientes se manifestarem sendo ele
que escolhe o destino, o meio de transporte, os meios de
alojamento, bem como o modelo e tipo de
acompanhamento (com guia, sem guia, com guia em
parte da viagem);

24
Elementos caracterizadores das
Viagens organizadas
0 Conjunto de prestações: os serviços incluídos são
muito variáveis de pacote para pacote podendo incluir
o transporte, as transferências, o alojamento, refeições,
visitas, espectáculos, tratamentos (em termas ou spas,
por exemplo), actividades desportivas, etc.
0 Normalmente, as mais divulgadas incluem, no mínimo, o
transporte, o alojamento, as transferências e visitas;

25
Elementos caracterizadores das
Viagens organizadas
0 Preço fixo: o preço é determinado para o conjunto do
pacote pelo operador e fixado antecipadamente,
englobando todos os serviços que o mesmo
contempla, e é pago antes da partida;

26
Elementos caracterizadores das
Viagens organizadas
0 Datas de partida e de chegada fixas: a duração do
programa é fixada com a sua publicação pelo que as
datas de partida e de chegada são fixadas com
antecedência (dia e hora) não podendo, em regra, ser
alteradas e se o fazem sofrem uma penalização de
preço.

27
Transportadoras Aéreas e
Ferroviárias
0 Transporte Aéreo
0 Transporte Ferroviário

28
Transporte Aéreo
0 O transporte aéreo sofreu uma expansão
relativamente grande comparativamente ao
conjunto dos transportes públicos.
0 Até 1936 o transporte aéreo evoluiu
lentamente e só passados 20 anos é que se dá o
grande salto qualitativo e quantitativo com a
redução dos custos das tarifas aéreas e a nível
da produção das aeronaves (entre outros factores).
0 Este progresso veio estimular a procura do
transporte aéreo devido, sobretudo, à sua
rapidez e segurança. 29
Organização do Transporte
Aéreo
0 Dois tipos de tráfego aéreo:
0 Voo regular
0 Voo charter.

30
Voos Regulares
0 Os voos regulares operam em rotas específicas,
em conformidade com horários publicados e são
obrigados a levá-los a cabo seja qual for o seu
load factor (Taxa de ocupação necessária para
conseguir cobrir os custos).
0 As companhias regulares operam com rotas
definidas, por um tempo determinado, de forma
regular, com horários fixos, só podendo ser
alterados com o consentimento das autoridades
aeronáuticas dos países envolvidos.

31
Voos Regulares
0 Realizam voos quer domésticos, quer
internacionais, para as quais obtiveram
autorização dos governos ou estado envolvidos.
0 As companhias de voo regular devem possuir
horários publicados.
0 Estes serviços podem ainda ser do tipo público ou
privado.

32
Voos Charter
0 Ao contrário dos voos regulares, os serviços charter
podem ser cancelados se a procura é insuficiente.
0 São utilizados, principalmente, nos períodos de
férias .
0 Os voos charter operam em curta, média e longa
distâncias, mas a sua maior concentração é em voos de
pequena distância, dentro da Europa, por motivo de
férias.

33
Voos Charter
0 A partir de 1960 os serviços charter cresceram
rapidamente; o seu apelo baseava-se essencialmente nos
preços baixos, estabelecendo um ponto crítico de load
factor muito elevado (na ordem dos 85%-90%) e pela
redução dramática das suas tarifas quando comparadas
com as praticadas com as das companhias de voo regular.
0 Em 1962 foram certificadas 13 companhias charter. Em
1978 os voos não regulares representavam 38% do
tráfego aéreo.

34
Voos Charter
0 Foram os ingleses que desenvolveram os denominados
Inclusive Tour Charter (ITC), sendo posteriormente
seguidos pelos nórdicos. O tráfego charter, ao nível intra
europeu ultrapassou o tráfego regular.
0 Os Operadores Turísticos socorrem-se do serviço
aéreo charter para elaborar os pacotes turísticos.
0 As companhias fornecem um serviço menos elaborado,
(quer no ar, quer na terra) e de menor qualidade.
0 Apresentam uma grande vantagem em relação aos voos
regulares porque não são obrigados a operar segundo
um horário pré-estabelecido ou calendário. Podem
transferir passageiros de um voo menos preenchido para
outro voo seu com menor taxa de ocupação ou de outras
companhias charter. 35
Companhias aéreas
0 Actualmente, existem 5 categorias fundamentais de
companhias aéreas:
0 As grandes companhias aéreas regulares
0 Companhias aéreas subsidiárias das grandes
companhias - dedicam-se sobretudo às operações não
regulares
0 Companhias independentes - praticamente só operam
serviços “charter”
0 Companhias regionais
0 Companhias “Low Cost” - comercializam os seus
produtos na Internet, a preços muito reduzidos. Podem
ser companhias independentes, subsidiárias das de
voos regular e das de voo charter 36
Serviços oferecidos pelas
Companhias Aéreas
0 Serviços em terra
0 Aceitação dos passageiros (check-in)
0 Facturação do equipamento
0 Atenção especial a pessoas com problemas de
mobilidade, crianças não acompanhadas.
0 Embarque
0 Cartão que facilita diversos serviços (FQTV)
0 Atenção especial a passageiros frequentes

37
Serviços oferecidos pelas
Companhias Aéreas
0 Serviços a bordo
0 Serviço de alimentação e bebidas de acordo com a
duração do voo
0 Projecção de filmes
0 Atenção especial a menores não acompanhados
0 Revistas e imprensa actualizada
0 Transporte de animais (mediante informação prévia
e pagamento)

38
O que é que os passageiros
pretendem?
0 Simpatia no atendimento
0 Informação actualizada e correcta sobre voos
0 Espaço livre
0 Alternativas em termos de restaurantes
0 Sinalética adequada
0 Rapidez no tratamento das suas bagagens
0 Disponibilidade de estacionamento
0 Serviço rápido e eficiente

39
Trabalho de Pesquisa
0 A história das companhias de transporte aéreo:
0 quando surgiram
0 as primeiras
0 quantos passageiros transportavam
0 as mais famosas
0 Rotas aéreas
0 Load factor
0 Voos domésticos
0 Companhias aéreas europeias na atualidade
0 Diferenças em termos de serviços prestados entre
os vários tipos de companhias de transporte
40
aéreo.
Trabalho de Pesquisa
0 Sobre o Pordata
0 o que é?
0 Quando foi fundado
0 Que tipo de informação nos dá
0 Quais as fontes
0 Pesquisa sobre a evolução do tráfego aéreo em Portugal
0 Pordata - Portugal - Transportes - Aéreo
0 aeroportos e aeródromos
0 tráfego de passageiros
0 aeronaves aterradas
0 nº de linhas
0 pessoal ao serviço
0 de navegação
0 de terra
0 Escolher alguns valores ou copiar os gráficos e fazer uma
análise da evolução. 41
Dia mundial do turismo
Desde 1980 que o dia 27 de setembro celebra o
turismo. O dia mundial do turismo, instituído pela
Organização Mundial do Turismo (OMT), das Nações
Unidas, tem por objetivo reflectir no papel desta atividade
económica e de lazer na comunidade internacional e de
perceber os seus efeitos nos valores sociais, culturais,
políticos e económicos. Todos os anos, neste dia, a OMT
promove conferências dedicadas ao turismo em cidades
diferentes. Hoje, a cidade escolhida foi a capital da
Hungria, Budapeste, onde se irá realizar uma conferência
dedicada ao tema “O turismo e a transformação digital”.
D

42
Transporte Terrestre
0 O transporte terrestre é o movimento de pessoas e
mercadorias por terra.
0 Inclui o transporte rodoviário, ou seja, por estrada,
e o transporte ferroviário, por via-férrea.

43
Transporte Ferroviário
0 O transporte ferroviário é a transferência de
pessoas ou bens, entre dois locais geograficamente
separados, efectuada por um comboio, automotora
ou outro veículo semelhante.
0 O comboio ou seu equivalente circula numa via-
férrea composta por carris dispostos ao longo de um
percurso determinado.
0 O transporte ferroviário está particularmente
vocacionado para o transporte de cargas de baixo
valor total, em grandes quantidades, entre uma
origem e um destino, a grandes distâncias, tais
como: minérios, produtos siderúrgicos, agrícolas e
fertilizantes, entre outros. 44
Tipos de comboio
As principais categorias consideradas são as seguintes:
0 Comboio de mercadorias: comboio constituído por um ou
mais vagões e, eventualmente, por furgões que circulam
vazios ou carregados.
0 Comboio de passageiros: comboio para transporte de
passageiros, constituído por um ou mais veículos
ferroviários, para transporte de passageiros e,
eventualmente, por furgões que circulam vazios ou
carregados.
0 Comboio misto: comboio composto por veículos para
transporte de passageiros e por vagões.
0 Outros comboios: comboios que circulam exclusivamente
para as necessidades da empresa de caminho-de-ferro, não
45
implicando qualquer tráfego comercial.
Furgão
0 Veículo ferroviário rebocado que fazia parte das
composições de passageiros e permitia o transporte
de encomendas, bicicletas, etc. ou parte de uma
automotora destinada ao mesmo fim.

46
Objectivo das viagens
efectuadas pelos passageiros
0 Os motivos para efectuar viagens são:
0 Trabalho e educação - trajecto entre a
casa e o trabalho e a casa e a escola
0 Negócios
0 Férias e feriados
0 Outros - compras, tempos livres,
família

47
Trabalho de pesquisa
0 História do transporte ferroviário em Portugal
0 Quando surgiram os primeiros comboios em
Portugal
0 Quanto tempo demoravam as viagens
0 Definições e fotos
0 Comboio
0 Automotora
0 Vagão
0 Furgão
0 A CP na atualidade
0 A CP em números
0 Comboios turísticos em Portugal 48
Agência de Viagens
0 São agências de viagens e turismo as empresas cujo
objecto compreenda o exercício das actividades previstas
e se encontrem licenciadas como tal.
0 As agências de viagens e turismo organizam e/ou
vendem viagens turísticas, efetuam reserva de serviços
de alojamento e de lugares em qualquer meio de
transporte, representam outras agências de viagens e
turismo, nacionais ou estrangeiras, ou operadores
turísticos estrangeiros, ou fazem a intermediação na
venda dos respetivos produtos e, bem assim, efetuam
serviços ligados à receção, transferência e assistência a
turistas.
49
Agência de Viagens
0 As actividades próprias das agências de viagens e
turismo são:
0 A organização e venda de viagens turísticas;
0 A reserva de serviços em empreendimentos
turísticos, em casas e empreendimentos de turismo
no espaço rural e nos estabelecimentos, iniciativas
ou projectos declarados de interesse para o turismo;

50
Agência de Viagens
0 A bilheteira e reserva de lugares em qualquer
meio de transporte;
0 A representação de outras agências de viagens e
turismo, nacionais ou estrangeiras, ou de
operadores turísticos estrangeiros, bem como a
intermediação na venda dos respectivos
produtos;
0 A recepção, transferência e assistência a turistas.

51
Agência de Viagens
0 São actividades acessórias das agências de viagens e
turismo
0 A obtenção de passaportes, certificados colectivos de
identidade, vistos ou qualquer outro documento;
0 A organização de congressos e eventos semelhantes;
0 A reserva de bilhetes para espectáculos e outras
manifestações públicas;
0 A realização de operações cambiais para uso exclusivo
dos clientes.

52
Agência de Viagens
0 A intermediação na celebração de contratos de aluguer de
veículos de passageiros sem condutor;
0 A comercialização de seguros de viagem e de bagagem;
0 A venda de guias turísticos e publicações semelhantes;
0 O transporte turístico efectuado no âmbito de uma
viagem turística;
0 A prestação de serviços ligados ao acolhimento turístico,
nomeadamente a organização de visitas a museus,
monumentos históricos e outros locais de relevante
interesse turístico.
53
Unidades Hoteleiras e de
alojamento turístico
0 Consideram -se empreendimentos turísticos os
estabelecimentos que se destinam a prestar serviços
de alojamento, mediante remuneração, dispondo,
para o seu funcionamento, de um adequado
conjunto de estruturas, equipamentos e serviços
complementares.

54
Empreendimentos Turísticos
0 Os empreendimentos turísticos podem ser
integrados num dos seguintes tipos:
0 Estabelecimentos hoteleiros;
0 Aldeamentos turísticos;
0 Apartamentos turísticos;
0 Conjuntos turísticos (resorts);
0 Empreendimentos de turismo de habitação;
0 Empreendimentos de turismo no espaço rural;
0 Parques de campismo e de caravanismo;
0 Empreendimentos de turismo da natureza.

55
Estabelecimentos Hoteleiros
0 São estabelecimentos hoteleiros os
empreendimentos turísticos destinados a
proporcionar alojamento temporário e outros
serviços acessórios ou de apoio, com ou sem
fornecimento de refeições, e vocacionados a uma
locação diária.

56
Classificação
0 Os estabelecimentos hoteleiros podem ser classificados
nos seguintes grupos:
0 Hotéis;
0 Hotéis -apartamentos (aparthotéis), quando a maioria das
unidades de alojamento é constituída por apartamentos;
0 Pousadas, quando explorados directamente pela ENATUR
— Empresa Nacional de Turismo, S. A., ou por terceiros
mediante celebração de contratos de franquia ou de cessão
de exploração, e instalados em imóveis classificados
como monumentos nacionais, de interesse público, de
interesse regional ou municipal, ou em edifícios que, pela
sua antiguidade, valor arquitectónico e histórico, sejam
representativos de uma determinada época.
57
0 Os estabelecimentos hoteleiros devem dispor,
no mínimo, de 10 unidades de alojamento.
0 Os estabelecimentos hoteleiros podem ocupar uma
parte independente de um edifício, constituída por
pisos completos e contíguos, ou a totalidade de um
ou mais edifícios que constituam um conjunto
harmónico e articulado entre si, inserido num
conjunto de espaços contíguos, apresentando
expressão arquitectónica e características
funcionais coerentes.

58
Aldeamentos Turísticos
0 São aldeamentos turísticos os empreendimentos
turísticos constituídos por um conjunto de
instalações funcionalmente interdependentes com
expressão arquitectónica coerente, situadas em
espaços com continuidade territorial, ainda que
atravessados por estradas e caminhos municipais,
linhas ferroviárias secundárias, linhas de água e faixas
de terreno afectas a funções de protecção e
conservação de recursos naturais, destinados a
proporcionar alojamento e serviços
complementares de apoio a turistas.

59
Aldeamentos Turísticos
0 Os edifícios que integram os aldeamentos turísticos
não podem exceder três pisos, incluindo o rés-do-
chão, sem prejuízo do disposto em instrumentos de
gestão territorial aplicáveis ou alvarás de loteamento
válidos e eficazes nos termos da lei, quando estes
estipularem número inferior de pisos.
0 Os aldeamentos turísticos devem dispor, no mínimo,
de 10 unidades de alojamento e, para além dos
requisitos gerais de instalação, das infra-estruturas e
equipamentos.

60
Apartamentos Turísticos
0 São apartamentos turísticos os empreendimentos
turísticos constituídos por um conjunto coerente de
unidades de alojamento, mobiladas e equipadas, que
se destinem a proporcionar alojamento e outros
serviços complementares e de apoio a turistas.
0 Os apartamentos turísticos podem ocupar parte de um
edifício, constituída por pisos completos e contíguos, e
ou a totalidade de um ou mais edifícios que constituam
um conjunto harmónico e articulado entre si, inserido num
espaço identificável, apresentando expressão
arquitectónica e características funcionais coerentes.
0 Os apartamentos turísticos devem dispor, no mínimo, de
10 unidades de alojamento. 61
Conjuntos turísticos (resorts)
0 São conjuntos turísticos (resorts) os empreendimentos
turísticos constituídos por núcleos de instalações
funcionalmente interdependentes, situados em espaços com
continuidade territorial, ainda que atravessados por estradas e
caminhos municipais, linhas ferroviárias secundárias, linhas de
água e faixas de terreno afectas a funções de protecção e
conservação de recursos naturais, destinados a proporcionar
alojamento e serviços complementares de apoio a turistas,
sujeitos a uma administração comum de serviços partilhados e
de equipamentos de utilização comum, que integrem pelo menos
dois empreendimentos turísticos, sendo obrigatoriamente um
deles um estabelecimento hoteleiro de cinco ou quatro
estrelas, um equipamento de animação autónomo e um
estabelecimento de restauração. 62
Conjuntos turísticos (resorts)
0 Consideram -se equipamentos de animação autónomos,
nomeadamente:
0 Campos de golfe;
0 Marinas, portos e docas de recreio;
0 Instalações de spa, balneoterapia, talassoterapia e outras
semelhantes;
0 Centros de convenções e de congressos;
0 Hipódromos e centros equestres;
0 Casinos;
0 Autódromos e kartódromos;
0 Parques temáticos;
0 Centros e escolas de mergulho.

63
Conjuntos turísticos (resorts)
0 O estabelecimento de restauração pode ser parte integrante de um
dos empreendimentos turísticos que integram o conjunto turístico
(resort).
0 Nos conjuntos turísticos (resorts) só podem instalar -se
empreendimentos turísticos.
0 Podem ser instalados num conjunto turístico (resort)
empreendimentos turísticos de diferentes categorias.

64
Requisitos mínimos dos conjuntos
turísticos (resorts)
0 Os conjuntos turísticos (resorts) devem possuir, no
mínimo, e para além dos requisitos gerais de
instalação, as seguintes infra-estruturas e
equipamentos:
0 Vias de circulação internas que permitam o trânsito
de veículos de emergência;
0 Áreas de estacionamento de uso comum;
0 Espaços e áreas verdes exteriores envolventes para
uso comum;
0 Portaria;
0 Piscina de utilização comum;
0 Equipamentos de desporto e lazer.

65
Empreendimentos de turismo de
habitação
0 São empreendimentos de turismo de habitação os
estabelecimentos de natureza familiar instalados
em imóveis antigos particulares que, pelo seu valor
arquitectónico, histórico ou artístico, sejam
representativos de uma determinada época,
nomeadamente palácios e solares, podendo localizar -se
em espaços rurais ou urbanos.
0 Nos empreendimentos de turismo de habitação o
número máximo de unidades de alojamento
destinadas a hóspedes é de 15.

66
Empreendimentos de turismo no
espaço rural

0 São empreendimentos de turismo no espaço rural os


estabelecimentos que se destinam a prestar, em
espaços rurais, serviços de alojamento a turistas,
dispondo para o seu funcionamento de um adequado
conjunto de instalações, estruturas, equipamentos e
serviços complementares, tendo em vista a oferta de
um produto turístico completo e diversificado no
espaço rural.

67
Empreendimentos de turismo
no espaço rural
0 Os empreendimentos de turismo no espaço rural
devem integrar -se nos locais onde se situam de
modo a preservar, recuperar e valorizar o
património arquitectónico, histórico, natural e
paisagístico das respectivas regiões, através da
recuperação de construções existentes, desde que seja
assegurado que esta respeita a traça arquitectónica da
construção já existente.

68
Empreendimentos de turismo
no espaço rural
0 Os empreendimentos de turismo no espaço rural
podem ser classificados nos seguintes grupos:
0 Casas de campo;
0 Agro -turismo;
0 Hotéis rurais.

69
Casas de Campo
0 São casas de campo os imóveis situados em aldeias
e espaços rurais que se integrem, pela sua traça,
materiais de construção e demais características, na
arquitectura típica local.
0 Quando as casas de campo se situem em aldeias e
sejam exploradas de uma forma integrada, por uma
única entidade, são consideradas como turismo de
aldeia.

70
Empreendimentos de Agro -
Turismo
0 São empreendimentos de agro-turismo os imóveis
situados em explorações agrícolas que permitam aos
hóspedes o acompanhamento e conhecimento da
actividade agrícola, ou a participação nos trabalhos aí
desenvolvidos, de acordo com as regras estabelecidas
pelo seu responsável.

71
Hotéis Rurais
0 São hotéis rurais os estabelecimentos hoteleiros
situados em espaços rurais que, pela sua traça
arquitectónica e materiais de construção, respeitem
as características dominantes da região onde estão
implantados, podendo instalar-se em edifícios
novos.

72
Parques de Campismo e de
Caravanismo
0 São parques de campismo e de caravanismo os
empreendimentos instalados em terrenos
devidamente delimitados e dotados de estruturas
destinadas a permitir a instalação de tendas, reboques,
caravanas ou autocaravanas e demais material e
equipamento necessários à prática do campismo e do
caravanismo.
0 Podem ser públicos ou privativos, consoante se
destinem ao público em geral ou apenas aos associados
ou beneficiários das respectivas entidades
proprietárias ou exploradoras.
73
Parques de Campismo e de
Caravanismo
0 Nos parques de campismo e de caravanismo podem
existir instalações de carácter complementar
destinadas a alojamento desde que não ultrapassem 25
% da área total do parque destinada aos campistas.

74
Empreendimentos de
Turismo de Natureza
0 São empreendimentos de turismo de natureza os
estabelecimentos que se destinem a prestar serviços de
alojamento a turistas, em áreas classificadas ou noutras
áreas com valores naturais, dispondo para o seu
funcionamento de um adequado conjunto de instalações,
estruturas, equipamentos e serviços complementares
relacionados com a animação ambiental, a visitação de
áreas naturais, o desporto de natureza e a interpretação
ambiental.
0 Os empreendimentos de turismo de natureza são
reconhecidos como tal, pelo Instituto de Conservação da
Natureza e da Biodiversidade. 75
Estudar para o teste
0 Até ao slide 72
0 Ficha 1
0 Ficha 2

76