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CENTRO DE

ADESTRAMENTO
ALMIRANTE
MARQUES DE LEÃO

CAV-GM
TAMPONAMENTO
OBJETIVOS

• IDENTIFICAR UM TAMPONAMENTO;

• DESCREVER OS GRAMPOS UTILIZADOS;

• CITAR AS FINALIDADES DE COFERDÃ;


• CITAR MÉTODOS DE REFORÇO ESTRUTURAIS
• RELACIONAR OS FATORES QUE DIFICULTAM
OS REPAROS NAS OBRAS VIVAS
TAMPONAMENTO

• Consiste na obstrução provisória, parcial ou


total, de furos, rombos ou frestas, resultantes
de avarias no costado do navio ou em suas
anteparas.
• É considerado satisfatório se limitar a entrada
d’água a bordo, a uma quantidade bem
inferior a capacidade de esgoto do navio.
ROMBO NAS
OBRAS VIVAS
OS GRANDES ROMBOS NAS OBRAS VIVAS, COMO OS
PRODUZIDOS POR TORPEDOS, MINAS OU BOMBAS NÃO
PODEM SER REPARADOS PELO NAVIO EM COMBATE.
PEQUENOS ROMBOS PODEM E DEVEM SER
REPARADOS DURANTE O COMBATE.
FATORES QUE DIFICULTAM O REPARO NAS OBRAS
VIVAS
A) PRESSÃO DA ÁGUA.
B) DIFICULDADE DE ACESSO
ROMBO NAS
OBRAS VIVAS
ROMBOS PRODUZIDOS NAS CHAPAS DO
NAVIO PODEM TER DIVERSAS FORMAS E
TAMANHOS SENDO VÁRIAS VEZES MAIORES QUE
OS PROJETIS QUE OS PRODUZIRAM .
A QUANTIDADE DE ÁGUA QUE ENTRA A BORDO
VARIA DE ACORDO COM O DIÂMETRO DO ROMBO
E A SUA PROFUNDIDADE EM RELAÇÃO A LINHA
D’ÁGUA.
DOIS PROCESSOS PARA SE FAZER
O TAMPOMAMENTO
BUJONAMENTO
QUANDO O MATERIAL É COLOCADO ATRAVÉS
DO ORIFÍCIO.
DOIS PROCESSOS PARA SE FAZER
O TAMPOMAMENTO
TAMPONAMENTO
O MATERIAL É SOBRE-POSTO AO ORIFÍCIO.
AS RACHADURAS
DEVEM SER
FURADAS NAS
EXTREMIDADES
PARA EVITAR QUE
AUMENTEM COM A
TREPIDAÇÃO.
GRAMPOS PARA TAMPONAMENTO

T J L
GRAMPOS PARA TAMPONAMENTO

OS GRAMPOS TIPO “T” SÃO UTILIZADOS EM


RASGOS NO COSTADO OU EM FRESTAS.

- OS GRAMPOS TIPO “J” SÃO UTILIZADOS EM


PEQUENOS ROMBOS E A PARTE ROSCADA FICA
PELO LADO EXTERNO.

- OS GRAMPOS TIPO “L” SÃO UTILIZADOS EM


PEQUENOS ROMBOS E A PARTE ROSCADA FICA
PELO LADO INTERNO.
CAMISA DE COLISÃO

É UMA SEÇÃO DE LONA IMPERMEÁVEL


DE GRANDES DIMENSÕES COM A
FINALIDADE DE TAMPONAR GRANDES
FUROS OU GRANDE QUANTIDADE DE
FUROS MENORES CONCENTRADOS.
CAMISA DE COLISÃO

O MÉTODO A SER UTILIZADO PARA


INSTALAÇÃO DA CAMISA DE COLISÃO
DEPEN-DERÁ DAS CONDIÇÕES DO MAR,
LOCALIZAÇÃO DO(S) FURO(S) NAS OBRAS
VIVAS E DA EXIS-TÊNCIA DE APÊNDICES NO
CASCO (EIXOS, HÉLICES, ETC.)
CAMISA DE COLISÃO

DEVE-SE MANTER UMA VIGILÂNCIA CONS-


TANTE NO COMPARTIMENTO E NO CONVÉS PARA
DETECÇÃO DE QUALQUER AVARIA NO
DISPOSITIVO.
APÓS A INSTALAÇÃO DA CAMISA DE COLISÃO
O NAVIO PODERÁ RETORNAR A NAVEGAÇÃO,
PORÉM, O REGIME DE MÁQUINAS DEVERÁ SER O
MAIS GRADATIVO POSSÍVEL.
EMPREGO DO CIMENTO

PODE SER UTILIZADO COMO TAMPONA-


MENTO MAS, SOMENTE EM CONDIÇÕES
CRÍTICAS.
PROPORÇÕES DOS MATERIAIS(VOLUME):
•CIMENTO 1 VOLUME
•AREIA GROSSA 1 1/2 VOLUMES
•PEDRA BRITADA Nº 1 2 VOLUMES
NOTA

O EMPREGO DO CIMENTO COMO


TAMPONA-MENTO PODE SER FEITA ATÉ
COM ÁGUA SALGADA MAS TENDO
ATENÇÃO PARA A SUA VELOCIDADE DE
“PEGA” QUE SERÁ MAIS DEMORADA,
SENDO RESOLVIDA COM ACELERA-DOR DE
SECAGEM.
A UTILIZAÇÃO DO CONCRETO PARA O
TAMPONAMENTO DEVERÁ TER O CUIDADO
PARA QUE SEJA EVITADO O FLUXO DE
ÁGUA ATRAVÉS DA MISTURA. PODENDO
SER OBTIDO POR MEIO DA CALAFETAGEM
DA ÁREA ONDE O CONCRETO FOR
APLICADO.
COFERDÃS

SÃO CAIXAS DE MADEIRA OU METAL, QUE


SÃO COLOCADAS SOBRE UM ROMBO OU EM
VOLTA DE PORTAS OU ESCOTILHAS
ESTANQUES COM 02 FINALIDADES:
•TAMPONAR ROMBOS; OU
•DAR ACESSO A COMPARTIMENTOS TOTAL-
MENTE OU PARCIALMENTE ALAGADOS.
COFERDÃS

TAMPONAR ROMBOS
NOTA QUANDO FIZER USO DE SOLDAS
NÃO UTILIZAR A JUNTA DE BORRACHA .
COFERDÃS

DAR ACESSO A COMPARTIMENTOS


PARCIALMENTE ALAGADOS
COFERDÃS

DAR ACESSO A COMPARTIMENTOS


TOTALMENTE ALAGADOS
SUMARIO

O TAMPONAMENTO É UMA OBSTRUÇÃO


PROVOSÓRIA NO CASCO;
• UTILIZAMOS PARA AUXILIAR O
TAMPONAMENTO OS GRAMPO TIPO “T”, “J”
e “L”; E
•OS COFERDÃS SERVEM PARA TAMPONAR
ROMBOS OU DAR ACESSO A
COMPARTIMENTOS.
PERCINTAGEM
OBJETIVOS

• IDENTIFICAR OS TIPOS DE PERCINTAS


EXISTENTES;

• DESCREVER OS MATERIAIS UTILIZADOS;


PERCINTAGEM

PERCINTA
É UM REPARO PROVISÓRIO EM
CANALIZAÇÕES PERFURADAS OU RACHADAS,
QUE TRABALHAM COM FLUÍDOS EM
BAIXAS E MÉDIAS PRESSÕES.
NÃO DEVEM SER PERCINTADAS AS REDES DE
VAPOR PRINCIPAL E AUXILIAR.
PERCINTAGEM

DOIS MÉTODOS DE PERCINTAGEM SÃO


UTILIZADOS:

MECÂNICA { FORTE E FRACA }

•FORTE, suporta até 150 P.S.I. e até 100 0 C

•FRACA, suporta até 100 P.S.I. e até 100 0 C


PERCINTAGEM

PERCINTA MECÂNICA
A 1A ETAPA CONSISTE NA SELEÇÃO DO
MATERIAL PARA O REPARO. DEVE POSSUIR
CONDIÇÃO DE RESISTIR A PRESSÃO E
TEMPERATURA DO FLUÍDO QUE CIRCULA NA REDE.
A JUNTA DEVE ULTRAPASSAR A ÁREA
AVARIADA EM 05 CM PARA CADA LADO DA
AVARIA.
PERCINTAGEM

É CONVENIENTE RASPAR E LIXAR A ÁREA A


SER PERCINTADA COM LIXA GROSSA E LIMITAR A
RACHADURA FAZENDO UM FURO EM CADA
EXTREMIDADE ANTES DE APLICAR A JUNTA.
NA PERCINTA MECÂNICA FRACA UTILIZA-SE LENÇOL
DE BORRACHA E CHAPA METÁLICA PARA A VEDAÇÃO, E
PARA PRENDER A PERCINTA UTILIZA-SE FILAÇA, FIO
MERLIM OU ARAMES.
PERCINTAGEM
PERCINTAGEM
PERCINTA MECÂNICA FRACA
PERCINTA MECÂNICA FORTE

NA PERCINTA MECÂNICA FORTE ALÉM DE


UTILIZAR O LENÇOL DE BORRACHA E A CHAPA
METÁLICA PARA VEDAÇÃO UTILIZAMOS FITA
METÁLICA, GRAMPO DE FIXAÇÃO E MÁQUINA DE
PERCINTAR.

A PERCINTA PODE SER FEITA COM UMA OU


DUAS VOLTAS DE FITA, CONFORME SEJA
NECESSÁRIA MAIOR OU MENOR RESISTÊNCIA.
PERCINTA MECÂNICA FORTE
PERCINTAS PRÉ-FABRICADA

SUGERE-SE QUE SEJAM CONFECCIONADAS,


PREVIAMENTE, COM OS DIÂMETROS MAIS
COMUNS A BORDO E SUAS PORCAS DEVEM
ESTAR SEMPRE JUNTA COM O KIT.
PERCINTA PLÁSTICA

COMPOSTA DE UM LAMINADO PLÁSTICO, MALHA


METÁLICA E RESINA EPÓXI COM ENDURECEDOR. CAPAZ
DE SE MOLDAR AOS CONTORNOS DAS REDES.

A PERCINTA PLÁSTICA PODE SER UTILIZADA NAS


REDES DE ÁGUA DOCE, SALGADA, DERIVADOS DE
PETRÓLEO, FREON E AR COMPRIMIDO,
OBSERVANDO OS LIMITES DE PRESSÃO E DE
TEMPERATURA ESTIPULADO PELO FABRICANTE.
1ª ETAPA DA PERCINTA PLÁSTICA

• LIMPA-SE COMPLETAMENTE A ÁREA


• COLOCA-SE O LAMINADO PLÁSTICO SOBRE O
FURO ULTRAPASSANDO DE 2 À 3 CM E FIXO
COM ARAME.
2ª ETAPA DA PERCINTA PLÁSTICA

COBRE-SE O TUBO COM A MALHA CONTENDO


COM A MISTURA EPÓXI, ULTRAPASSANDO DE 3 À
5 CM DO LAMINADO PLÁSTICO, DANDO UMA OU
DUAS VOLTAS.
3ª ETAPA DA PERCINTA PLÁSTICA

ENROLA-SE O ARAME ENVOLTA DA PERCINTA


DANDO VÁRIOS APERTOS ATÉ O SEU
ENDURECIMENTO FINAL.
NOTA

• AO SE UTILIZAR PERCINTA
MECÂNICA PODE-SE APENAS
REDUZIR A PRESSÃO DE TRABALHO
(CONFORME A SITUAÇÃO).
• AO SE UTILIZAR A PERCINTA
PLÁSTICA DEVE-SE ISOLAR
COMPLETAMENTE O FLUIDO DA
REDE PARA A PERFEITA FIXAÇÃO.
SUMÁRIO

- AS PERCINTAS SE DIVIDEM EM
MECÂNICA E PLÁSTICA.

AS PERCINTAS NÃO DEVEM SER


USADAS EM REDES DE VAPOR
PRINCIPAL E AUXILIAR.
ESCORAMENTO
OBJETIVOS

• CITAR AS PEÇAS QUE COMPÕEM UM


ESCORAMENTO;
• MENSIONAR O MATERIAL QUE PODE SER
UTILIZADO EM UM ESCORAMENTO;
• IDENTIFICAR OS TIPOS DE ESCORAMEN-TO;
• DESCREVER OS FATORES QUE DEVEM SER
OBSERVADOS NO ESCORAMENTO.
ESCORAMENTO
É PROCESSO PELO QUAL ANTEPARAS
E PISOS RECEBEM REFORÇOS QUE OS
PERMITAM SUPORTAR CARGAS
SUPERIORES A SUA CAPACIDADE NORMAL
DE TRABALHO.
ESCORA

É UMA VIGA PORTÁTIL, DE MADEIRA OU


METAL, COM A FINALIDADE DE SUSTENTAR E
TRANSFERIR A PRESSÃO EXERCIDA SOBRE UM
ESCORAMENTO PARA OUTRO PONTO.
AS ESPESSURAS DAS ESCORAS NA MB, É
DE 4 X 4”, 4 X 6”, 6 X 6”, 6 X 8” E 8 X 8”. E SEU
TAMANHO MÁXIMO É DE 30 VEZES A SUA MENOR
ESPESSURA.
CONTRA-ESCORA

É UM BARROTE OU VIGA DE
COMPRIMENTO VARIÁVEL QUE SERVE PARA
DISTRIBUIR PESO E PRESSÃO NO LADO DO
ESCORAMENTO.
SOLEIRA

É UMA PLACA DE NO MÍNIMO 1” DE


ESPESSURA E DE 8 A 12” DE LARGURA,
USADA NA EXTREMIDADE DE UMA ESCORA
PARA DISTRIBUIR PESO OU PRESSÃO NO
LADO OPOSTO DO ESCORAMENTO.
CUNHA

É UM BLOCO TRIANGULAR VISTO DE LADO, E


RETANGULAR VISTO DE FRENTE, QUE É USADA
PARA DAR APERTO AO ESCORAMENTO. O SEU
COMPRIMENTO É DE 06 VEZES A SUA ESPESSURA.

A MARINHA TEM COMO PADRÃO AS CUNHAS


DE 1 1/2” E DE 2”.
MADEIRA EMPREGADAS NO
ESCORAMENTO
AS MELHORES MADEIRAS PARA ESCORA-
MENTO SÃO O PINHO DO PARANÁ E O CEDRO
ROSA, AMBAS DE 1ª QUALIDADE.
NA FALTA DESTAS, USAR O VINHÁTICO OU O
JEQUITIBÁ, QUE TAMBÉM SÃO MADEI-RAS
MACIAS, DE FÁCIL CORTE E MANEJO.
RESISTÊNCIA DA ESCORA

É MÁXIMA QUANDO O ESFORÇO QUE


ELA DEVE SUPORTAR É APLICADO NO
SENTIDO AXIAL.
NO SENTIDO TRANSVERSAL, A RESIS-
TÊNCIA É MÍNIMA, E ELAS IRÃO VERGAR,
PODENDO PARTIR.
TIPOS DE ESCORAMENTO
TIPO “T”
TIPOS DE ESCORAMENTO
TIPO “K”
TIPOS DE ESCORAMENTO
TIPO “H”
FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA
A CONFECÇÃO DO ESCORAMENTO
SERROTE, ESQUADRO, GRAMPO TIPO C,RÉGUA
ARTICULADA AJUSTÁVEL, MARTE-LO DE UNHA, MACETE
DE MADEIRA E FOR-MÕES
APARELHOS AUXILIARES
APARELHO DE CORTE OXI-ACETILENO
MÁQUINA PARA SOLDA ELÉTRICA
O MÉTODO MAIS RÁPIDO E PRECISO PARA
MEDIR AS ESCORAS É COM O AUXÍLIO DA RÉGUA
AJUSTÁVEL ARTICULADA.
NA FALTA DA RÉGUA AJUSTÁVEL, PODEMOS
USAR A TRENA OU METRO COMUM OU ESQUADRO
DE CARPINTEIRO
FATORES QUE DEVEM SER
OBSERVADOS EM UM ESCORAMENTO

ANTES: 1) LOCAL A SER ESCORADO;


2) PONTO DE APOIO;
3) MATERIAL DISPONIVEL.
DURANTE: 1) PONTO DE APOIO;
2) ALINHAMENTO;
3) DISTRIB. DA PRESSÃO.
DEPOIS: 1) VIGIA NO LOCAL.
REGRAS GERAIS PARA
ESCORAMENTOS
• FORTE E RÍGIDO PONTO DE APOIO PARA
AS ESCORAS
• DISTRIBUIÇÃO DE CARGA (PRESSÃO)
PARA OUTRAS PARTES DA
ESTRUTURA.
• MANTER VIGILÂNCIA CONSTANTE, APÓS
COMPLETADO.
MADEIRAS VERDES SÃO MENOS RESIS-TENTES
DO QUE MADEIRAS SECAS.
MADEIRAS COM NÓ, FACILMENTE QUE-BRAM. AS
DURAS SÃO DE DIFÍCIL CORTE E RACHAM COM
FACILIDADE.
É NECESSÁRIO DIVIDIR A PRESSÃO SO-BRE UM
ESCORAMENTO ENTRE DIVERSOS APOIOS PARA
NÃO SOBRECARREGAR UM SÓ .
NOTA

COMO PRINCIPAL VANTAGEM DO ES-


CORAMENTO METÁLICO, PODEMOS DIZER,
QUE SE REVESTE DE CARAC-TERÍSTICA DE
RESISTÊNCIA AO FOGO E A MENOR
SENSIBILIDADE ÀS VIBRA- ÇÕES QUANDO
EXECUTADO COM SOLDAS BEM FEITAS.
SUMÁRIO

• AS PEÇAS QUE COMPÕEM UM ESCORAMENTO SÃO


AS ESCORAS, CONTRA ESCORAS, SOLEIRAS E
CUNHAS.

• NO SENTIDO AXIAL O ESCORAMENTO TEM A SUA


MAIOR RESISTÊNCIA.

• DEVE-SE TER UMA CONSTANTE VIGILÂNCIA APÓS


O TÉRMINO DO ESCORAMENTO MESMO SE FOR
EMPREGADA A SOLDA ELÉTRICA.
LIMITES

LIMITES

LIMITES DE
INCENDIO
ESTABE- _______ _______ _______
LI ORDENADO _______ LECIDO
SPPS

LIMITES DE
FUMAÇA
_______ ESTABE- _______ _______ _______
LF ORDENADO LECIDO
SPPS

LIMITES DE
LAGAMENTO
_______ ESTABE- _______ _______ _______
LA ORDENADO
LECIDO
SPPS
SISTEMAS FIXOS
SISTEMAS HORA HORA

BORRIFO DE
ESPUMA P/ ATIVADO ISOLADO _______ _______ _______
PORÕES GUARNECIDO HORA HORA
AFFF P

BORRIFO DE
ESPUMA P/ _______ _______ _______
TETO GUARNECIDO ATIVADO ISOLADO
HORA HORA
AFFF T

CO2
ATIVADO EFICAZ _______ _______ _______
CO2 GUARNECIDO HORA HORA

HALON
ATIVADO EFICAZ _______ _______ _______
GUARNECIDO HORA HORA
HALON
SISTEMAS FIXOS

LIMITES HORA HORA

SISTEMA DE
BORRIFO DE
PAIÓIS ATIVADO ISOLADO _______ _______ _______
SB GUANECIDO HORA HORA

CURTINA DE
ÁGUA
ATIVADA ISOLADA _______ _______ _______
GUANECIDA HORA HORA
CA

VAPOR DE
ABAFAMENTO
ATIVADO ISOLADO _______ _______ _______
GUANECIDO HORA HORA
VA
ISOLAMENTOS

ISOLAMENTO
HORA HORA HORA

ISOLAMENTO
MECÂNICO
SISTEMAS _______ _______ ______
ORDENADO CONCLUÍDO RESTABE-
IM LECIDOS

ISOLAMENTO
ELÉTRICO ISOLAMENTO ISOLAMENTO
ELÉTRICO ELÉTRICO ENERGIA _______ _______ ______
ORDENADO CONCLUÍDO RESTABE-
IE (CARTÃO Nº) (CARTÃO Nº) LECIDA
INCÊNDIO

AVARIA

INCÊNDIO
TURMA DE ÁREA
SOB PREVENÇÃO INVESTI- ______
CLASSE INFORMADO CONTROLE EXTINTO ESTABELE- GADA
CIDA

TURMA NO
LOCAL
INFORMADO ________ ________ _______ _______ ______
TA, TSA, TSB
HORA
FUMAÇA

+O

US QTO
-E

O
AD
AVARIA

E
-T

FUMAÇA
TESTE DE TESTE DE
VENTILAÇÃO TESTE DE GASES GASES
INFORMADO EM VENTILALDO O2 SAFO EXPLOSI- TÓXICOS
F ANDAMENTO VOS SAFO SAFO
ALAGAMENTO

AVARIA
PROFUNDIDADE

ALAGAMENTO

AL ESGOTO ESGOTO COMPTO _______ ______


INFORMADO INICIADO TERMINADO ISOLADO
Gl/min OU
PÉS

ÁGUA DE
CBINC
ESGOTO ESGOTO _______ ______ ______
H2O / CBINC INFORMADO INICIADO TERMINADO
POL ou PÉS
AVARIAS ESTRUTURAIS

AVARIA

FURO

FURO TAMPONA- TAMPONA-


DIAMETRO DO MENTO OU MENTO OU COMPARTI-
FURO E INFORMADO BUJONAMEN- BUJONA- MENTO _______ _______
DISTÂNCIA DA TO INICIADO MENTO ISOLADO
LINHA D´ÁGUA TERMINADO
AVARIAS ESTRUTURAIS

AVARIAS

RUPTURA DE
REDE ISOLADA
(INFORMAR REPA- ______ ______
R INFORMADO VÁLVULA CONTOR RADA
SISTEMA E INTERCEP- -NADO
LOCALIZAÇÃO TAÇÃO)

ESCORAMENTO TURMA
50 % DE
TURMA NO COMPLE- COMPLE- VIGILÂN- ______ ______
E LOCAL TADO TADO CIA
TIPO ESTABEL
ECIDA

AVARIA
ESTRUTURAL REPARO EM
INFORMADA REPARO _______ ______ ______
AV (RACHADURA / ANDAMENTO COMPLE-
LOCALIZAÇÃO DEFORMAÇÃO) TADO
AVARIAS ELÉTRICAS

AVARIA

CIRCUITOS
ELÉTRICOS CIRCUITO
PERDA DE ELÉTRICO ENERGIA
RESTABE- ________ _______ ______
EL ENERGIA DESALIMEN- LECIDA
(HORA) TADO (HORA)
Nº (HORA)

FORÇA EM
AVARIA 50% DOS ALIMEN- EQUIPA- RESTABE-
ORDENADO CABOS CABOS TADO E MENTO LECIDA
(EQUIPAMENTO) PASSADOS ALIMEN- ALIMEN-
FA PASSADOS (HORA) TESTADO TADO FAV TAÇÃO
(HORA) (HORA) (HORA)
UTILIZADOR (HORA) NORMAL
AVARIAS EM CIRCUITOS
DE COMUNICAÇÕES INTERIORES

AVARIA

PERDA DE CI

PERDA DE COMUNICAÇÃO
CI COMUNI- REPARO EM RESTABELE- _______ _______ _______
CIRCUITO CAÇÃO ANDAMENTO CIDA
ACIDENTE COM O PESSOAL

ACIDENTE

ACIDENTE
COM O
PESSOAL
PRIMEIROS FERIDO
INFORMADO SOCORROS REMOVIDO _______ _______ _______
AP PRESTADOS
Nº BORDO
GUERRA N B Q

CONTAMINAÇÕES

NUCLEAR

LOCAL DESCONTA- DESCONTA- _____ ______


180 R / H INFORMADO MINAÇÃO MINAÇÃO
ISOLADO INICIADA TERMINADA
N

BIOLÓGICA
LOCAL DESCONTA- DESCONTA- _____ ______
AGENTE INFORMADO ISOLADO MINAÇÃO MINAÇÃO
B INICIADA TERMINADA

QUÍMICA
LOCAL
ISOLADO DESCONTA- DESCONTA- _____ ______
AGENTE INFORMADO MINAÇÃO MINAÇÃO
C INICIADA TERMINADA
FIM

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