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DIDÁTICA DO ENSINO DE QUÍMICA

Unidade 1 – Distintas visões da aprendizagem significativa;


Unidade 2 – Concepções alternativas;
Unidade 3 – As concepções alternativas de estudantes no ensino de ciências;
Unidade 4 – As diferentes abordagens da ciência na prática docente;
Unidade 5 – O papel da experimentação no ensino e na aprendizagem de Química e de Ciências;
Unidade 6 – Mapas conceituais como instrumentos didáticos de avaliação e análise de currículo;
Unidade 7 – A linguagem e o Ensino de Ciências.

Conhecer o terreno...

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LEIS E EDUCAÇÃO
• A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 205, reconhece a educação como direito fundamental
compartilhado entre Estado, família e sociedade;
• Com base nesses marcos constitucionais, a LDB, no Inciso IV de seu Artigo 9º, afirma que cabe à União
estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes
para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio;
• Diretrizes curriculares traçadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) ao longo da década de 1990,
bem como de sua revisão nos anos 2000;
• Em 2010, o CNE promulgou novas DCN, ampliando e organizando o conceito de contextualização como “a
inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento à pluralidade e à diversidade cultural resgatando e
respeitando as várias manifestações de cada comunidade”, conforme destaca o Parecer CNE/CEB nº
7/20106;
• Em 2014, a Lei nº 13.005/20147 promulgou o Plano Nacional de Educação (PNE);
• Em 2017, com a alteração da LDB por força da Lei nº 13.415/2017, a legislação brasileira passa a utilizar,
concomitantemente, duas nomenclaturas para se referir às finalidades da educação:
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Homologada no final de 2017, a BNCC para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental deve ser implementada
até o começo do ano letivo de 2020. Até lá, podem surgir dúvidas entre os educadores sobre o documento. A Base
orienta os conhecimentos e habilidades essenciais para toda a Educação Básica. NOVA ESCOLA selecionou e
respondeu questões sobre a BNCC.

1 — O que é a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)?

A Base Nacional Comum Curricular é um documento que determina os conhecimentos essenciais que todos os
alunos da Educação Básica — ou seja, da Educação Infantil até o Ensino Médio — devem aprender, ano a ano,
independentemente do lugar onde moram e estudam. Todos os currículos de todas as redes públicas e particulares
do país deverão ser adaptados para contemplar os conceitos e as propostas da Base.
2 — A BNCC já foi aprovada e homologada?

Sim. O texto da Base para as etapas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental foi homologado em dezembro
de 2017. Antes disso, o texto final da Base foi aprovado pelo Conselho Nacional de Educação.

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ENSINO FUNDAMENTAL

A Resolução nº 3, de 3 de agosto de 2005, do Conselho Nacional


de Educação, indicou a nomenclatura a ser adotada
para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental:

1. Educação Infantil – 5 anos de duração – Até 5 anos de idade


2. Creche – Até 3 anos de idade
3. Pré-escola – 4 e 5 anos de idade
4. Ensino Fundamental – 9 anos de duração – Até 14 anos de
idade

Anos iniciais – 5 anos de duração – de 6 a 10 anos de idade


Anos finais – 4 anos de duração – de 11 a 14 anos de idade
• Equivalência entre o Ensino Fundamental em oito e o em
nove anos 5
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Os currículos de todas as redes públicas e
particulares devem ter a BNCC como referencial.

1. Na Educação Infantil, a BNCC estabelece direitos de aprendizagem e desenvolvimento por meio da


convivência, das brincadeiras, da participação, da exploração, da expressão e do autoconhecimento.
2. Por sua vez, no Ensino Fundamental, a Base se divide em cinco grandes áreas do conhecimento, sendo elas:
Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Linguagens e Ensino Religioso.
3. Já no Ensino Médio, a Base ainda não foi aprovada e portanto está sujeita a sofrer alterações. Assim como no
Ensino Fundamental, os conteúdos serão divididos entre áreas do conhecimento.

Obs: A BNCC não define disciplinas, mas componentes curriculares que se desdobram em habilidades que devem
ser desenvolvidas ao longo dos anos. Ela busca manter um trabalho interdisciplinar por meio de um ensino mais
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contextualizado e menos separado em disciplinas.
Alterações na LDB

O QUE A MEDIDA PROPÕE

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Alterações na LDB

O QUE A MEDIDA PROPÕE

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FOCA EM COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
As áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física e Química)

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ENSINO MÉDIO

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Há mais de 2300 anos, Aristóteles defendia a experiência quando
afirmava que "quem possua a noção sem a experiência, e conheça o
universal ignorando o particular nele contido, enganar-se-á muitas
vezes no tratamento" (Aristóteles, 1979). Naquele tempo, já se
reconhecia o caráter particular da experiência, sua natureza.

A experimentação ocupou um papel essencial na consolidação das


ciências naturais a partir do século XVII, na medida em que as leis
formuladas deveriam passar pelo crivo das situações empíricas
propostas.
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Eduardo Fleury Mortimer
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1A

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Apresentar um artigo do Eduardo Fleury Mortimer na forma de seminário
INDIVIDUAL

N1

• 0-2 pts atividade sobre planejamento de uma atividade de caráter inovador para o ensino
de ciências ou química;
• 0-8 pts Seminário sobre o artigo sorteado;
• 0-10 pts Propor uma prática utilizando materiais de baixo custo (planejamento + prática).

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