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EEEP FRANCISCA CASTRO DE MESQUITA

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM


ENSINO MÉDIO INTEGRADO

PROCEDIMENTOS
DE ENFERMAGEM
Alimentação/Nutrição

Walfrido Farias Gomes


Professor do Ensino Médio Integrado
E n f e r m e i r o C O R E N /C E 312 . 517

3 EEEP FRANCISCA CASTRO DE MESQUITA


Reriutaba/Ce 2018
EEEP FRANCISCA CASTRO DE MESQUITA
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM
Enfermagem WALFRIDO FARIAS GOMES
ENSINO MÉDIO INTEGRADO Cuidados Clínicos COREN/CE 312.517 Enfermeiro

NUTRIÇÃO
At u a ç ã o d a E n fe r m a ge m n a T N E

Segundo a Resolução RCD nº 63/2000 da ANVISA, “o


enfermeiro é RESPONSÁVEL pela administração da Nutrição
Enteral e prescrição dos cuidados de enfermagem em nível
hospitalar, ambulatorial e domiciliar”.

É responsabilidade do enfermeiro ESTABELECER o acesso


enteral, por via oro/nasogástrica ou enteral, para
administração da NE, conforme procedimento pré-
estabelecido.
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NUTRIÇÃO
At u a ç ã o d a E n fe r m a ge m n a T N E

Sonda gástrica Sonda enteral

Descompressão Alimentação
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CONHECENDO AS NECESSIDADES
N U T R I C I O N A I S D O PA C I E N T E
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NUTRIÇÃO
Conhecendo o Paciente
• Conheça o SEU cliente realizando Exame Físico e
Anamnese;
• Aparência Geral;
• Integridade da Pele;
• Condição dos dentes;
• Capacidade de mastigar e de Engolir;
• Reflexo de Náusea;
• Características da pele e dos cabelos;
• Flexibilidade das articulações;
• Força Muscular;
• Atenção e Concentração;
• Condição Nutricional.
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NUTRIÇÃO
Conhecendo o Paciente

• Qual o Diagnóstico do seu cliente :

• Por quê ele está internado?

• Qual o impacto da alimentação na sua recuperação;

• Quais as suas limitações;

• Quais as doenças de base (DM, HAS, ICC, IRC,


Intolerâncias e alergias)
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NUTRIÇÃO
Conhecendo o Paciente

• Conheça as Queixas do seu Cliente:

• Auto-relato do nível de apetite;

• Síndromes de Abstinência;

• Diarréia;

• Êmese;

• Fraqueza.
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NUTRIÇÃO
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA
N U T R I Ç Ã O D O PA C I E N T E

• ATENÇÃO PARA:

• DISFAGIA;

• ANOREXIA;

• NÁUSEAS E ÊMESE;

• PÓS-OPERATÓRIO;

• DIETAS PARENTERAIS
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NUTRIÇÃO
D I E TA O R A L
REGRAS GERAIS PARA ALIMENTAR O PACIENTE EM DIETA ORAL:

SEMPRE Colocar o Paciente em posição sentada elevada


(Fowler);

SEMPRE manter montado sistema de aspiração;

Auxiliar o paciente na abertura da bandeja;

Alimentar de forma paciente e gradual com pequenas porções;

Ajustar dieta: COMUNICAR nutricionista e Médico assistente em


caso de Disfagia, Diarréia, Anorexia, Náusea e Êmese;
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NUTRIÇÃO
D I E TA O R A L
REGRAS GERAIS PARA ALIMENTAR O PACIENTE EM DIETA ORAL:

SEMPRE após a alimentação, proceder com a higiene oral;

Manter Paciente em Fowler (dorsal ou cabeça lateralizada) por


no mínimo 40 minutos;

Avaliar a aceitação da dieta do paciente de acordo com a


observação direta da bandeja do paciente;

Manter Unidade em Ordem;

Registrar todo o procedimento e aceitação (da dieta) em


prontuário.
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NUTRIÇÃO
D I E TA O R A L
• ANOREXIA:

• Ajustar dieta: COMUNICAR nutricionista e Médico


assistente o grau de aceitação da dieta oral;

• Conversar com paciente sobre preferências


alimentares dentro da dieta proposta (Enfermeira ou
Nutricionista);
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NUTRIÇÃO
D I E TA O R A L
• NÁUSEAS E ÊMESE:

• Alimentar de forma paciente e gradual com pequenas


porções;
• SUSPENDER DIETA em caso de náuseas e êmese
constante: Comunicar nutricionista e Médico assistente;
• Administrar Anti-emético conforme prescrição;
• Proceder com a HIGIENE ORAL após cada episódio de
êmese;
• Manter Paciente em Fowler (dorsal ou cabeça
lateralizada) por no mínimo 40 minutos;
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NUTRIÇÃO
D I E TA O R A L
• PÓS-OPERATÓRIO:
• Comunicar à nutrição o retorno do paciente ao leito (Pós-
operatório imediato), informando o tipo de dieta, a
liberação e o estado de Alerta do paciente (acordado,
sonolento);

• Colocar Paciente em posição sentada elevada


(Fowler) atentando para as limitações perante o Pós-
operatório Imediato;

• Ter sempre montado sistema de aspiração;


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NUTRIÇÃO
D I E TA O R A L
• PÓS-OPERATÓRIO:
• Auxiliar o paciente a abrir a bandeja de alimentação;
• Alimentar de forma paciente e gradual com pequenas
porções;
• Suspender dieta em caso de náuseas e êmese
constante: Comunicar nutricionista e Médico assistente;
• Administrar Anti-emético conforme prescrição;
• Proceder com a higiene oral após cada episódio de
êmese;
• Manter Paciente em Fowler (dorsal ou cabeça
lateralizada) por no mínimo 40 minutos;
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NUTRIÇÃO
• CRIANÇAS: D I E TA O R A L
• Até 6 meses é INDICADO a amamentação exclusiva
(Leite Materno-LM);

• Colocar criança em Fowler no momento da alimentação;

• Favorecer à eructação após a alimentação;


• Sempre que a criança
apresentar dejeções a
enfermagem deverá inspecionar
a fralda e registrar em
prontuário aspecto, quantidade,
coloração.
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NUTRIÇÃO

A T E N Ç Ã O !!
• REGISTRE NO PRONTUÁRIO E COMUNIQUE
IMEDIATAMENTE À NUTRIÇÃO CASO O PACIENTE
INGIRA ALIMENTOS QUE NÃO SÃO DO HOSPITAL!

• QUANDO O PACIENTE RETORNAR DO CENTRO-


CIRÚRGICO, COMUNICAR IMEDIATAMENTE À NUTRIÇÃO
A DIETA E O ESTADO DE ALERTA DO PACIENTE
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NUTRIÇÃO
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA
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• LEMBRE-SE:
• A ALIMENTAÇÃO É UMA NECESSIDADE HUMANA BÁSICA E É
DEVER DA ENFERMAGEM PROVIDENCIAR QUE ESTAS
NECESSIDADES SEJAM ATENDIDAS!

• P O R TA N T O :
• A alimentação do paciente é responsabilidade da Enfermagem,
caso o paciente não possa fazê-lo de forma natural, torna-se uma
Obrigação da Enfermagem !
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NUTRIÇÃO

C U I DA D O S D E E N F E R M AG E M AO PAC I E N T E
EM USO DE SONDA NASOGÁSTRICA
(SNG)/NASOENTERAL (SNE)
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NUTRIÇÃO
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA
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• PA S S A G E M D E S O N D A :

• NASOGÁSTRICA

• NASOENTERAL
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SONDAGEM NASOGÁSTRICA
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NUTRIÇÃO
INSERÇÃO: SONDA NASOGÁSTRICA
M AT E R I AI S NECESSÁRIOS:
- Sonda gástrica ou Levine, números 12 – 20F (French);

- Uma seringa descartável de 20 mL;

- Xylocaína gel;
Observação: Se a sonda for
- Estetoscópio; PERMANECER ABERTA,
- Uma máscara descartável; incluir no material:
- Extensão de látex;
- Um par de luvas de procedimento;
- Frasco coletor;
- Um pacote de gazes;

- Uma cuba rim;

- Bolas de algodão embebidas em Álcool à 70%;

- Fita adesiva ( esparadrapo ou micropore );

- Lençol;

- Biombo;
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NUTRIÇÃO
SONDAGEM NASOENTERAL
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NUTRIÇÃO
INSERÇÃO: SONDA NASOENTERAL
M AT E R I AI S NECESSÁRIOS:
- Sonda enteral (poliuretano ou borracha de silicone), números 6 – 12F (French);

- Uma seringa descartável de 20 mL;

- Xylocaína gel;
Observação: As sondas enterais
- Estetoscópio;
possuem um FIO GUIA METÁLICO
- Uma máscara descartável;
que facilita sua insersão. Seu
- Um par de luvas de procedimento;
material radiopaco permite verificar
- Um pacote de gazes; sua posição através da radiografia
- Uma cuba rim; tóraco-abdominal. Sua ponta pode
- Bolas de algodão embebidas em Álcool à 70%; ter um peso de material inerte, como

- Fita adesiva ( esparadrapo ou micropore ); tungstênio, para facilitar sua


passagem pelo piloro e sua
- Biombo;
colocação na alça jejunal.
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NUTRIÇÃO
COLOCAÇÃO SONDA NASOENTÉRICA
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NUTRIÇÃO
COLOCAÇÃO SONDA NASOENTÉRICA
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NUTRIÇÃO
COLOCAÇÃO SONDA NASOENTÉRICA
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NUTRIÇÃO
COLOCAÇÃO SONDA NASOENTÉRICA
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NUTRIÇÃO
At u a ç ã o d a E n fe r m a ge m n a T N E

Passagem da SNE

Ponta do nariz

Lóbulo da orelha

Apêndice xifóide + 15cm

Raio-x + Ausculta
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NUTRIÇÃO
At u a ç ã o d a E n fe r m a ge m n a T N E

Efeitos Adversos

Posicionamento inadvertido da sonda no pulmão


Pneumonia, pneumotórax, cianose, hipóxia

Mau posicionamento ou manutenção prolongada da sonda

Soluços, erosão ou ulceração/necrose de asa nasal.


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NUTRIÇÃO
At u a ç ã o d a E n fe r m a ge m n a T N E

Efeitos Adversos

Não lavar a sonda com água filtrada


Obstrução da sonda

Retenção gástrica, rápida infusão, posicionamento inadequado do


paciente

Diarreia, náuseas e vômitos


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NUTRIÇÃO
At u a ç ã o d a E n fe r m a ge m n a T N E
Cuidados com sonda e dieta enteral

• Manter o paciente em decúbito elevado se possível (fowler 45°);

• LAVAR a sonda com 20ml de água filtrada após a administração


de medicamentos e após a infusão da dieta, antes de iniciar a
próxima;

• Lavar as mãos sempre que manipular a sonda;

• Se houver obstrução da sonda o procedimento recomendado é


a lavagem da sonda com 20ml de água sob pressão, ou com
volume maior, utilizando uma seringa
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NUTRIÇÃO
At u a ç ã o d a E n fe r m a ge m n a T N E
Cuidados com sonda e dieta enteral

• A CONFIRMAÇÃO da sonda pela ausculta deverá ser realizada


pela manhã, antes da infusão da primeira dieta;

• Interromper a administração da dieta enteral para realizar


aspiração, durante procedimentos fisioterápicos, no momento
do banho, para a verificação da PVC e para realizar mudança de
decúbito;

• Conferir no rótulo da dieta o nome do paciente, a data, hora e


condições da dieta.
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NUTRIÇÃO
FIXAÇÃO SNE
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NUTRIÇÃO
FIXAÇÃO SNE
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NUTRIÇÃO
MANUTENÇÃO DA SONDA

1. Realizar troca da fixação diariamente!

2. Realizar higiene das narinas diariamente;

3. Realizar higiene oral diariamente;

4. Diariamente verificar o nível de inserção da Sonda;

5. Verificar sempre antes de instalar a dieta, o


posicionamento da sonda (Ausculta do borbulho
gástrico, aspiração de resíduo gástrico);
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NUTRIÇÃO
MANUTENÇÃO DA SONDA

6. Manter no leito do paciente 2 seringas de 20 ml (UMA PARA


ÁGUA E A OUTRA PARA RESÍDUO) devidamente identificadas;

7. Lavar sonda com 20 ml de água antes e depois de:

1. Administrar dieta;

2. Administrar medicações;

8. Verificar resíduo gástrico conforme prescrição da EMTN;

9. Realizar hidratação do paciente conforme prescrição da EMTN;

10. Trocar equipo da sonda diariamente.

11. Comunicar Nutrição em caso de refluxo e vômito.


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NUTRIÇÃO
EXTERIORIZAÇÃO DA SONDA

• Observar tosse, engasgamento;

• Observar cianose, apatia;

• Dessaturação;

• Queda do estado geral;

• Marcador da sonda além do nível da narina.

• Agitação do paciente;

• Solicitar permissão para a contenção do mesmo


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NUTRIÇÃO
Principais Complicações da administração
da DIETOTERAPIA por sonda

• Broncoaspiração;
• Cabeceira baixa;
• Distensão abdominal -> não-absorção da dieta;

• Diarréia:
• Infusão muito rápida;
• Ajustar tipo de dieta.

• Hipotermia;
• Infusão de dieta gelada;
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NUTRIÇÃO
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Documentar na evolução de enfermagem

• Anotar data e hora da sondagem


• Posicionamento da sonda
• Interpretação da radiografia
• Resultados inesperados
• Intervenções de enfermagem
• Intolerância à dieta
• Número de episódios de náuseas, vômitos ou
diarreia.
• Condições da cavidade oral/nasal.
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NUTRIÇÃO

C U I DA D O S D E E N F E R M AG E M AO PAC I E N T E
COM GASTROSTOMIA (GTT)/
JEJUNOSTOMIA(JTT)
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NUTRIÇÃO

Gastrostomia (GTT)

Abertura artificial do estômago para o


meio externo (estoma gástrico) a fim
de suprir necessidades nutricionais

Assistência de enfermagem desde o pré-operatório, pós-


operatório, cuidado domiciliar.
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NUTRIÇÃO
P RO C E D I M E N TO D E I N S E RÇ ÃO DA GT T
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NUTRIÇÃO
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NUTRIÇÃO
LOCALIZAÇÃO DA GTT
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NUTRIÇÃO
LOCALIZAÇÃO DA JTT
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NUTRIÇÃO
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NUTRIÇÃO
POR QUÊ O MÉDICO DECIDE
INSTALAR UMA GTT/JTT?
• Para realizar a descompressão gástrica;
• Pós-operatória, quando há risco de gastrectasia ou
quando a aspiração nasogástrica é contra-indicada

• Para alimentação do paciente:


• Diminuição do reflexo de Deglutição;
• Uso permanente da SNE;
• Obstrução do trato digestório superior (CA esôfago, etc)
• JTT: gastroparesia.
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NUTRIÇÃO
MANUTENÇÃO DA GTT/JTT
• FIXAÇÃO:
• Prender com micropore a sonda para cima
• L AVA G E M D A S O N D A ;
• Lavar antes e depois da administração de medicamentos;
• Hidratar conforme prescrição da EMTN.
• CABECEIRA ELEVADA;
• DUAS SERINGAS (1 COM ÁGUA E 1 PARA RESÍDUO);
• C U R AT I V O D O E S TO M A :
• Cobrir nas primeiras 72h;
• Após limpar diariamente com SF e deixa descoberto;
• Atentar para dermatites, fungos e descamações.
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NUTRIÇÃO
EXTERIORIZAÇÃO DA GTT/JTT
• AVISAR AO MÉDICO ASSISTENTE;
• ACIONAR CIRURGIÃO GERAL
• IRÁ PASSAR UMA SONDA DE FOLEY A QUAL IRÁ
MANTER TEMPORARIAMENTE A GTT;
• AGENDAR O MAIS RAPIDO POSSIVEL A
REALIZAÇÃO DE NOVA GTT.
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NUTRIÇÃO
Assistência enfermagem na nutrição por GTT
Avaliar tolerância/intolerância a dieta: auscultar RHA, diarreia ou
obstipação, naúseas/vômitos, distensão abdominal;
Verificar o volume residual gástrico no inicio do plantão (se <200 ml,
prosseguir com dieta);
Assegurar integridade do frasco de dieta, validade da dieta, troca de
equipos/frascos a cada 24 h ou cada nova infusão;
Assegurar horário e velocidade de infusão conforme prescrição;
Manter decúbito elevado a 30º a 45º
durante infusão e 30 minutos após Lavar a
sonda (flush) com 20ml de água filtrada
após medicamentos, antes e após infusão
de dieta.
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NUTRIÇÃO
Assistência enfermagem na nutrição por GTT
Avaliar região perigastrostomia (dermatite, secreção, extravasamento de
dieta);
Tratar a pele periestoma conforme condições da pele;
Manter a sonda fixada a pele com o anel de fixação sem apertar em excesso
e evitar o tracionamento brusco;
Auxiliar/estimular a higiene oral;
Estimular deambulação.
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NUTRIÇÃO

CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA
A D M I N I S T R A Ç Ã O D E D I E TA E N T E R A L
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NUTRIÇÃO
T I P O S D E D I E TA
• SISTEMA ABERTO

• A dieta é manipulada e feita “artesanalmente”.


• Pode ser administrada via seringa.
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NUTRIÇÃO
T I P O S D E D I E TA
• SISTEMA FECHADO

• A dieta é produzida industrialmente a partir de fórmulas,


concentrações;
• Vem em embalagens lacradas e fechadas com válvula anti-
refluxo.
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NUTRIÇÃO
I N S TA L A N D O A D I E TA E N T E R A L

1. Conferir na prescrição médica e da prescrição da EMTN o tipo de


dieta, volume, vazão e frequência;

2. Receber dieta e conferir com os dados da prescrição e do paciente;

3. 1 hora antes da administração retirar a dieta de sistema aberto da


geladeira. Não infundir gelada!

4. Lavar as mãos;

5. Reunir material: Dieta já identificada, equipo para dieta enteral, luvas


de procedimento, máscara cirúrgica, bola de algodão com álcool a
70%.
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Enfermagem WALFRIDO FARIAS GOMES
ENSINO MÉDIO INTEGRADO Cuidados Clínicos COREN/CE 312.517 Enfermeiro

NUTRIÇÃO
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6. Colocar Máscara cirúrgica e luvas de procedimento;

7. Realizar anti-sepsia do gargalo da dieta com bola de algodão;

8. Homogeneizar a dieta;

9. Conectar equipo no frasquinho da dieta e “escová-lo”;

10. Não deixar bolhas!

11. Preencher câmera de gotejamento até a metade;


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NUTRIÇÃO
I N S TA L A N D O A D I E TA E N T E R A L

12. Orientar paciente e familiares sobre o procedimento da


dietoterapia;

13. Posicionar paciente em Semi-Fowler elevado;

14. Verificar posicionamento da sonda.

15. Lavar sonda com 20 ml de água filtrada (seringa de água


identificada).

16. Instalar dieta em Bomba de infusão realizando a programação da


volume, vazão e tempo de infusão;
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NUTRIÇÃO
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17. Conectar equipo da dieta em sonda (SNE/GTT);

18. Ligar Bomba.

19. Observar gotejamento;

20. Manter unidade em ordem;

21. Registrar procedimento em prontuário;

22. Checar prescrição da EMTN.


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NUTRIÇÃO
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NUTRIÇÃO

C U I DA D O S D E E N F E R M AG E M AO PAC I E N T E
E M U S O D E N U T R I Ç ÃO PA R E N T E R A L
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NUTRIÇÃO
Cuidados na Administração da NP

o Lavar as mãos;

o Reunir equipo fotossensível + dieta parenteral em bandeja


devidamente limpa;

o Observar a temperatura da dieta = retirar da geladeira 1h antes


de instalar.

o Proteger dieta em “capa” fotossensível própria

o Conferir data, Validade, Integridade e Etiqueta com dados do


paciente;
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NUTRIÇÃO
Cuidados na Administração da NP

o Confeccionar etiqueta contendo os dados referente à infusão


da dieta;

o Colocar máscara cirúrgica;

o Calçar luvas de procedimento;

o Conectar equipo à Bolsa de nutrição;

o Realizar “escovação do equipo”


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NUTRIÇÃO
Cuidados na Administração da NP

o Orientar o paciente e familiares sobre o procedimento.

o Montar equipo em Bomba de Infusão;

o Programar vazão (ml/h), Tempo de infusão e Volume (ml)

o Testar Acesso Venoso;

o Puncionar um acesso exclusivo para a NPP/NPT;

o Lavar com Solução salina e testar o fluxo e refluxo do


acesso;
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NUTRIÇÃO
Cuidados na Administração da NP

o ATENTAR para o extravasamento da Dieta na punção;

o Proteger tubos, conexões ou polifix com papel alumínio ou


plástico opaco para impedir que haja reação de
fotossensibilidade;

o Registrar no prontuário qualquer alteração do paciente.

o Não utilizar a mesma via para administrar medicamentos


ou coletar material para exames.
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NUTRIÇÃO
Cuidados na Administração da NP

AT E N Ç Ã O :
o A instalação da NPP/NPT é exclusividade do
ENFERMEIRO!

o A NPP/NPT deverá ser instalada sempre no mesmo horário!

o Pesar o paciente diariamente SEMPRE no mesmo horário!

o Trocar equipo de infusão a cada nova bolsa!

o Trocar AVP a cada 72h!


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NUTRIÇÃO
Cuidados na Administração da NP

AT E N Ç Ã O :
o Realizar o controle da glicemia capilar a cada 6 horas nas
primeiras 72 horas, espaçando este controle para 12 horas em
caso de estabilidade, ou conforme prescrição médica ou
EMTN.

o Caso a NPP/NPT acabe antes de chegar a nova, NÃO deixar


o paciente sem infusão! Instalar SG a 10% pois um dos
componentes das dietas parenterais é a insulina e o paciente
poderá vir a desenvolver HIPOGLICEMIA!
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NUTRIÇÃO
Cuidados na Administração da NP

AT E N Ç Ã O :
o NUNCA utilizar a via de administração da NPP/NPT para
infusão de fármacos ou soluções!

o SEMPRE averiguar a permeabilidade do Acesso venoso!

o Realizar o controle da glicemia capilar a cada 6 horas nas


primeiras 72 horas, espaçando este controle para 12 horas em
caso de estabilidade, ou conforme prescrição médica ou de
enfermagem.
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NUTRIÇÃO
Complicações da NPP/NPT

o COLONIZAÇÃO DO CATETER;

o INFECÇÕES DO CATETER;

o SEPSE.

o HIPO E HIPER GLICEMIA;

o DISTÚRBIOS HIDROELETROLÍTICO.
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NUTRIÇÃO
EM CASO DE BACTEREMIA

Suspender imediatamente a infusão;

Com a bolsa ainda suspensa no suporte de soro, colher uma


amostra da NPP/NPT por punção no dispositivo apropriado,
após desinfecção com álcool a 70%;

Transferir este material assepticamente para um frasco de


hemocultura devidamente identificado. (Na retirada da bolsa do
suporte pode ocorrer contaminação bacteriana ascendente).
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NUTRIÇÃO
EM CASO DE BACTEREMIA

Colher simultaneamente uma amostra de sangue periférico


para hemocultura;

Enviar os frascos para o laboratório de microbiologia;

Desprezar a bolsa e o sistema de infusão;

Registrar o ocorrido no prontuário do paciente;

Notificar a CCIH.
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ENSINO MÉDIO INTEGRADO Urgência e Emergência COREN/CE 312.517 Enfermeiro

Bibliografia :
• MANUAL DE PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE ENFERMAGEM [recurso
eletrônico] /Adriana Aparecida Paz ... [et al.] ; organizado por Emiliane
Nogueira de Souza. – Porto Alegre : Ed. da UFCSPA, 2016.
OBRIGADO!
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