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• Numa altura de grandes descobertas e aperfeiçoamentos

tecnológicos e científicos, como por exemplo o caso da genética e de


alguns progressos na cura da SIDA assim como do cancro,
atravessando o caso da obtenção de energia eléctrica mediante
geradores movidos a energia solar ou eólica, ocorreu uma separação,
fazendo com que hoje em dia, ao contrário de tempos mais remotos,
se comecem a edificar questões ético-morais face à ciência. Contudo
é necessário conhecer, além da sua aplicação, o seu conteúdo, visto
que na sociedade actual, a controvérsia que confronta o
cientificamente provável assim como o eticamente aceitável serão
crescentemente contínuas.
• Abordando “a face negra” do conflito, tomamos consciência de que a
tecnociência tem arrastado consigo algumas questões problemáticas,
nomeadamente acerca do seu desenvolvimento descontrolado e o
astronómico poder sob o Homem assim como sob a Natureza.
Embora incontáveis esforços desenrolados, “ a solução dos
problemas criados pelo desenvolvimento tecnológico não será nem
de natureza científica nem de cariz técnico “, mas sim uma questão
filosófica, visto que a solução para esta proposição anui só e apenas
nela.
• Desde o século XVII, que a ciência e técnica concebeu à humanidade
a realização de muitos progressos, particularmente no controlo e na
exploração da natureza. As suas descobertas e invenções adaptaram
as sociedades actuais, que para o bem, quer para o mal. As
aplicações têm dois prismas, ou seja, variam no que diz respeito a
diminuir o sofrimento humano, mas colaboram também para
aumentar a aptidão destrutiva dos aparelhos militares ou a
separação da vida na terra. O seu encadeamento moral é bastante
evidente para que se possa ignorar. Contudo a ciência e a técnica
estão hoje presentes em bastantes domínios, nitidamente a serviços
das estratégias do poder ou do aumento dos lucros multinacionais.
Várias experiências cientificas têm tomado formas condenáveis ao
reduzirem seres humanos a meras cobaias.
• Associada à Tecnociência está a Bioética ou ética da vida, isto é,
funciona como um estudo interdisciplinar que tenta cimentar as
normas que devem conduzir a acção no campo da intervenção
técnico-científica do Homem em relação à sua própria vida. Uma das
questões que está hoje em causa, não é apenas a da
responsabilidade moral dos cientistas e inventores, mas também a
necessidade de se estabelecerem limites para as experiências
científico-tecnológicas.
• A função da Tecnologia
Hoje em dia, a Tecnologia abrange uma posição principal perante os
processos de globalização, atingindo a nossa vida especificamente. Na
verdade, a Tecnologia já tão antiga quanto a Humanidade e tal como
esta última referida, vem ao longo dos tempos, a ser alvo de uma
demorada e vasta evolução. Por exemplo, Francis Bacon e Tomaso
Campanella, em algumas das suas meditações acerca da sociedade
ideal, colocaram a tecnologia como “fonte suprema de conhecimento
da realidade e solução e aperfeiçoamento do ser humano.”
• Acordamos todos os dias de manhã devido à Tecnologia, o mesmo se
aplica aos bons banhos de água quente que tomamos, à deslocação
diária para o emprego. Não nos conseguimos a imaginar a viver sem
a Tecnologia hoje em dia. Francis Bacon, um grande apologista do
desenvolvimento Tecnológico disse: “a invenção da escrita, a
descoberta da pólvora e do compasso trouxeram maior beneficio à
humanidade do que todas as políticas e religiões”
• A palavra tecnociência a grosso modo se transparece como um
recurso da linguagem para caracterizar a íntima ligação entre ciência
e tecnologia e a desconfiguração de seus limites.
• Deve-se tomar consciência da natureza tecnocientífica da actividade
científica e tecnológica contemporânea. Não se trata só de insistir
nas inter-relações, mas também de apoiar o pólo técnico ou
tecnológico como preponderante.jhjihh
O problema
O O conhecimento sempre foi um instrumento de poder, mas, a partir da revolução industrial, o poder
proporcionado pelas ciências tornou-se um instrumento de dominação quer da natureza, quer dos
próprios seres humanos. E, se, por um lado, o conhecimento é capaz de melhorar as condições de vida,
por outro, pode ser usado para dominar, limitar a liberdade e destruir ou, pelo menos ameaçar, o
equilíbrio natural natural da vida no planeta que habitamos.
O Se o rápido progresso científico e tecnológico começou por gerar uma ilusão otimista relativamente ao
futuro, assim como a crença ingénua na possibilidade de alcançar um conhecimento quase absoluto
no universo, muitos se interrogam sobre as consequências negativas a aplicação descontrolada e sem
ética das descobertas científicas.
O A experiência histórica permite-nos compreender que a investigação cientifica não está isolada das
orientações políticas e económicas dos diversos grupos sociais e, ao analisar o uso que é feito das
tecnologias, delinear o quadro seguinte.
Consequências do desenvolvimento científico-
tecnológico

O Aspetos positivos:
O Melhor qualidade de vida
O Libertação das tarefas rotineiras, pesadas e escravizantes
O Aumento da produtividade e da riqueza
O Melhores cuidados de saúde
O Aumento da esperança media de vida
O Novas fontes e formas de energia alternativas
O Acesso à informação e à cultura
O Recuperação de espécies em risco
O Reprodução medicamente assistida
O Controlo de doenças genéticas
O Produção de espécies trangénicas
Aspetos negativos

O Poluição
O Esgotamento de recursos não renováveis
O Desequilíbrios nos ecossistemas
O Acidentes(rodoviários, aéreos, de trabalho…)
O Aplicação à guerra (guerra química e bacteriológica)
O Maior desigualdade a nível económico
O Submissão do ser humano à maquina
O Maior controlo da privacidade e liberdade individual
O Intervenções que põem em risco a vida e a identidade dos seres humanos
O Risco de danos irreversíveis para gerações vindouras
O Efeitos dos alimentos transgénicos(saúde e ambiente)
O Alterações climática
Preocupações relativas à época
contemporânea
O O desenvolvimento e o bem-estar prometidos não foram completamente alcançados e isso pôs em causa o
otimismo do cientismo relativamente ao futuro;
O O desnvolvimento tecnológico foi subordinado à avidez económica e gerou uma sociedade de consumo,
criou necessidade novas e supérfluas , e deu origem ao mal-estar generalizado;
O A Euforia da sociedade de consumo causou profundas alterações nos ecossistemas, que estão a provocar
mudanças climáticas causadores de grandes catástrofes:
O A destruição das grandes florestas e a aniquilação de espécies vegetais e animais conrtribuem para o efeito
estufa;
O O consumo desmesurado de combustíveis fósseis prejudica gravemente o clima;
O As guerras desencadeadas para controlar as fontes energéticas, as matérias-primas e os recursos hídricos,
em conjunto com as fomes e doenças que desncadeiam, despertam preocupações relativamnete à
sobrevivência da vida no planeta;
O A par de grandes esperanças, a tecnociência provoca inquietações que exigem uma reflexão séria em torno
do poder que pode gerar e dos riscos que a sua aplicação pode acarretar.
A filosofia: tecnociência e ética

O Conforme nos foi dado estudar, a filosofia questiona e procura equacionar a


sua época. Neste caso, deverá ajudar a perspetivar criticamente os efeitos e os
impactos positivos e negativos que a tecnociência pode provocar nos
quotidianos das sociedades contemporâneas e futuras.
O É claro que não podemos ignorar os progressos que a tecnociência
proporciona, mas é também claro que se exige uma nova consciência
relativamente ao papel e às responsabilidades de todos os seres humanos na
sociedade atual - uma nova consciência cívica, uma nova consciência
ambiental. podemos perguntar:
O Quais são as repercussões da tecnociência na vida dos seres humanos: no seu
modo de pensar, de sentir, nas suas expetativas, atitudes, crenças e valores?
O Quais são os riscos para o conjunto dos seres humanos e para a natureza do
uso incorreto da tecnociência?
O A quem compete fazer o controlo ético da investigação e das aplicações
práticas da tecnociência?
O Qual é o papel e a responsabilidade dos cientistas? E dos políticos? E das
organizações não governamentais? E de todos os cidadâos? Como encontrar
respostas para todas estas interrogações?
O Escassez da água
O Agua como recurso contiminavel
O O papel da tecnociência no problema da escassez da água
O A escassez de água e os problemas éticos que levantam:“Bondade Humana. Filósofos como
J.Jacques Rousseau constroem uma ficção histórica, segundo a qual o "homem primitivo" ,
possuía já uma consciência que lhe permitia distinguir o bom do mal, justo do injusto, certo do
errado. As decisões erradas derivam não da natureza humana, mas sim da influência da cultura
ou da sociedade.

O Kant afirma que a capacidade de distinguir o que é certo do que é errado é tão inata quanto as
outras propriedades da razão. Não se trata portanto de ensinar nada, mas de libertar a razão.

O Esta ideia torna-se fundamental para a fundamentação de muitas teorias políticas e éticas,
assentes numa visão optimista do ser humano.
O Será o Homem responsávelpela escassez da água?: “União da sabedoria
e do poder raramente resulta, e quando resulta é somente por um
tempo limitado.”-Albert Einstein.
O Numa altura de grandes descobertas e aperfeiçoamentos tecnológicos e
científicos, como por exemplo o caso da genética e de alguns progressos
na cura da SIDA assim como do cancro, atravessando o caso da
obtenção de energia eléctrica mediante geradores movidos a energia
solar ou eólica, ocorreu uma separação, fazendo com que hoje em dia,
ao contrário de tempos mais remotos, se comecem a edificar questões
ético-morais face à ciência. Contudo é necessário conhecer, além da sua
aplicação, o seu conteúdo, visto que na sociedade actual, a controvérsia
que confronta o cientificamente provável assim como o eticamente
aceitável serão crescentemente contínuas.
O Abordando “a face negra” do conflito, tomamos consciência de
que a tecnociência tem arrastado consigo algumas questões
problemáticas, nomeadamente acerca do seu desenvolvimento
descontrolado e o astronómico poder sob o Homem assim como
sob a Natureza. Embora incontáveis esforços desenrolados, “ a
solução dos problemas criados pelo desenvolvimento
tecnológico não será nem de natureza científica nem de cariz
técnico “, mas sim uma questão filosófica, visto que a solução
para esta proposição anui só e apenas nela.
O Desde o século XVII, que a ciência e técnica concebeu à humanidade a realização de muitos progressos,
particularmente no controlo e na exploração da natureza. As suas descobertas e invenções adaptaram as
sociedades actuais, que para o bem, quer para o mal. As aplicações têm dois prismas, ou seja, variam no que
diz respeito a diminuir o sofrimento humano, mas colaboram também para aumentar a aptidão destrutiva
dos aparelhos militares ou a separação da vida na terra. O seu encadeamento moral é bastante evidente
para que se possa ignorar. Contudo a ciência e a técnica estão hoje presentes em bastantes domínios,
nitidamente a serviços das estratégias do poder ou do aumento dos lucros multinacionais. Várias
experiências cientificas têm tomado formas condenáveis ao reduzirem seres humanos a meras cobaias.

O Associada à Tecnociência está a Bioética ou ética da vida, isto é, funciona como um estudo interdisciplinar
que tenta cimentar as normas que devem conduzir a acção no campo da intervenção técnico-científica do
Homem em relação à sua própria vida. Uma das questões que está hoje em causa, não é apenas a da
responsabilidade moral dos cientistas e inventores, mas também a necessidade de se estabelecerem limites
para as experiências científico-tecnológicas.
O No desenrolar do trabalho será reflectido e questionado toda a autoridade e riscos postos em causa pela tecnociencia, assim como será
também reflectido sobre o diálogo fundamental entre a ética e a ciência, tentado sempre obter as respostas mais convenientes acerca de
toda esta problemática presente no actual progresso tecnológico da sociedade contemporânea. Estará ainda presente neste trabalho a
questão da necessidade de se estabelecerem limites para experiências científico-tecnológicas bem como da responsabilidade moral dos
cientistas.
O A ciência do ponto de vista filosófico

O A ciência, na perspectiva filosófica, é algo que tem origem em cada pessoa, enquanto ser humano, assistida pela nossa racionalidade.
Todos nós possuímos o conhecido senso comum, em que acreditamos cegamente; que por vezes nos leva a uma realidade enganosa, por
nos fornecer uma ilusão, essa realidade enganosa deve-se ao facto de depositarmos confiança e conferirmos alguma utilidade ao senso
comum. Isto leva a concluir que por vezes as coisas são aquilo que não são, isto é, o que nos é imposto numa dada experiência pode
apresentar-se tão coerente, que de um instinto imediato corresponde o conhecimento que se apreendemos à realidade.

O A ciência tem de fazer frente ao enganoso senso comum ( no que remete para o senso comum ser tão útil, prático e elementar, que nos
leva a admitir que o que nos é fornecido mediante uma simples experiência associada a uma realidade genérica) lutando contra o seu
destaque e naturalidade e é composta equilibradamente pelo ser Humano.

O A ciência procura então a verdade e a exactidão de uma suposta proposição colocada mediante a nossa mente, utilizando utensílios como
por exemplo a objectividade (caracterizada por nos permitir aceitar as coisas da maneira como são, e não como quiséssemos que fossem);
a racionalidade ( que nos concede e faz responder a certas perguntas que incluem os “como”, “quando”, “onde”, “porquê” ou “o quê”) e
a universalidade ( a necessidade de um conhecimento genericamente aceitável).

O Com o propósito de o ser Humano ser um ser incompleto, nele aviva-se uma ânsia de saber, de adquirir cada vez mais quantidade de
conhecimento possível para um maior contacto com a sabedoria ( que nunca consegue ser totalmente absoluta). Para tal, emprega
algumas vias de obter conhecimentos e uma confirmação dos mesmos mediante certas demonstrações ou experiências devidamente bem
estruturadas e criadas com o seu temperamento cientifico. A partir da utilização de todo esse conhecimento, o ser Humano avançou e
chegou à magnifica evolução científico-tecnológica, que hoje em dia presenciamos.
O A Tecnociência

O - O que é a Tecnociência

O A palavra tecnociência a grosso modo se transparece como um recurso da linguagem para caracterizar a íntima ligação entre ciência e tecnologia e a desconfiguração de seus limites. O termo tecnociência não conduz necessariamente a
terminar com as distinções entre a ciência e tecnologia, mas, alerta-nos de que a pesquisa sobre elas, e as políticas praticadas em relação às mesmas sejam implementadas a partir do tipo de afinidade que a palavra tecnociência deseja
sublinhar. Deve-se tomar consciência da natureza tecnocientífica da actividade científica e tecnológica contemporânea. Não se trata só de insistir nas inter-relações, mas também de apoiar o pólo técnico ou tecnológico como
preponderante.

O É importante elucidar a importância que a diferença entre a ciência e a Tecnologia exerceu no universo intelectual da fase imediatamente seguinte à 2ª Guerra Mundial. Uma vez escandalizada com o impacto das bombas atómicas de
Hiroshima e Nagasaki, a comunidade cientifica encontrou-se com a necessidade de diferenciar a ciência e Tecnologia.

O Actualmente, são bastantes as vezes em que a ciência é tida e confundida com a tecnologia. Na verdade, e mesmo apesar da sua pequena relação, estas são totalmente diferentes.

O A ciência tem como base um conjunto de verdades, logicamente articuladas entre sim, de maneira a administrarem um sistema concordante. Subjectivamente, é um conhecimento exacto das coisas devido às suas causas ou princípios.
Remete para um conhecimento mais objectivo da realidade em relação ao Homem; tal conhecimento pode e deve ser posto em prática para facilitar de uma forma eficiente a criação da vida material, assim, esta aplicação compõe a
tecnologia. Por sua vez, esta vai-se confrontar com a técnica, que se direcciona a outros métodos não informados pelo conhecimento científico, que são um apoio para o Homem solucionar algumas questões práticas.

O Se abordarmos a ciência por dois prismas, então temos que: por um lado, a ciência confere a génese da tecnologia e administra-lhe as formas e o saber que vão conceder a criação de tecnologias tais como: microscópios, termómetros, entre
muitos outro; por outro lado, o avanço da ciência está dependente dessas tecnologias que (por exemplo), possibilitaram a criação do termómetro, e assim que nos permitiu concluir que a ebulição e solidificação da água está entre os 100ºC
e os 0ºC, respectivamente. Mas e mesmo apesar das suas divergências, a ciência e a tecnologia estão profundamente ligadas, mesmo sendo possível fazer a sua distinção, faz-se com que na prática seja completamente impossível a sua
separação uma vez que o aperfeiçoamento e o avanço de ambas, anui na sua colaboração mútua. Deste modo, deverão ser tratadas como uma só entidade, daí derivar o conceito “Tecnociência”.

O A Tecnociência é uma espécie de afirmação radical do projecto de saber começado pela ciência moderna. As alternativas da Tecnociência ajustam-se no plano da acção, embora os seus defeitos não sejam menos decisivos na vertente ética.
É este o contexto do retorno da ética neste início do século. O autoritário tecnocientifico, admite que não há nenhum limite à priori da tecnociência. No lado oposto encontramos a posição “Tecnofóbica” que trespassa como a sobrevivência
do Homem enquanto ser. Entre a fuga e à ética bem como a recusa da tecnociência, é provável delimitar um terceiro meio, que coloca deveras a necessidade de fazer escolhas entre as possibilidade tecnocientificas. Alberga-se assim, tratar-
se de se criar uma interacção do simbólico e do tecnocientifico, em termos da sua respectiva abertura.

O A ideia de tecnociência sublinha também os complexos laços sociais que conduzem o desenvolvimento científico-tecnológico. O papel dos interesses ou valores sociais na definição do seu curso é tanto mais claro na medida que a dimensão
tecnológica passa a ser influente.

O Em suma, e muito sucintamente, temos que, a Tecnociência é um conceito muito vasto, amplamente usado na comunidade interdisciplinar de estudos ou pesquisas de ciência e tecnologia para designar o contexto social e tecnológico da
ciência respectivamente. O termo, remete ainda para um simples reconhecimento comum de que o conhecimento cientifico não é apenas socialmente codificado e socialmente posicionado, mas também é suportado e tornado duradouro
mediante redes materiais não humanas. Pode-se ainda mencionar que o termo “Tecnociência” foi criado por Gilbert Hottois, filósofo belga; o termo foi criado em fins dos anos de 1970.
O O temo tecnociência foi criado pelo filósofo bela Gilbert Hottois em
fins dos anos 1970.
O A relação da tecnociência com a ética: “ as inovações
tecnociêntíficas têm trazido no seu meio mudanças profundas no
ethos das sociedades nelas envolvidas”-Martin Buber, Newton
Aquiles von Zuben.
O Os desafios colocados pela tecnologia à responsabilidade ética

O Carl Mitcham*

O O termo «responsabilidade» — um dos conceitos mais frequentemente


utilizados nas discussões sobre a ética na ciência e tecnologia — evoluiu,
essencialmente a partir da modernidade, em diferentes contextos jurídicos,
filosóficos, religiosos e políticos como reacção ao progresso científico e
tecnológico. Actualmente, há uma hiperbolização dos comprometimentos
sob a alçada da responsabilidade ética científica e tecnológica, na qual talvez
confiemos em demasia.
O https://www.notapositiva.com/old/trab_estudantes/trab_estudante
s/filosofia/11tecnocienciaeetica.htm
O http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/onu-admite-
que-as-alteracoes-climaticas-sao-inevitaveis