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AEROPORTOS

SEGUNDO RBAC 107 EMENDA 01


 INTRODUÇÃO

 Para a Administração Aeroportuária Local (AAL), a


segurança é fundamental para o sucesso coletivo. O
aeroporto emprega atualmente cerca de 150 pessoas
direta ou indiretamente. Por isso, nós compartilhamos a
responsabilidade de manter a segurança do aeroporto e,
consequentemente, de nós mesmos.
 ÍNDICE

 .3 Introdução
 p.3 Credenciamento
 p.4 Localização e horário de funcionamento
 p.4 Tipos de credenciais
 p.5 - 1º Passo – Cadastro da empresa
 p.6 - 2º Passo – Cadastro dos funcionários –
Documentos: Formulário
 p.7 - 2º Passo – Cadastro dos funcionários –
Documentos: RG e CPF
 p.7 - 2º Passo – Cadastro dos funcionários –
Documentos: Comprovante de Endereço
 p.8 - 2º Passo – Cadastro dos funcionários –
Documentos:
 Antecedente Estadual
 Certidão de Distribuição Justiça Federal
 Antecedente Polícia Federal
 p.9 - 2º Passo – Cadastro dos funcionários –
Documentos: Vínculo Empregatício
 p.9 - 2º Passo – Cadastro dos funcionários –
Documentos: Cursos AVSEC
 p.10 - 2º Passo – Cadastro dos funcionários –
Documentos: Cursos Pátio de Manobras
 p.11 - 3º Passo – Retirar a Credencial
 p.12 Credenciais de uso diário / em serviço
 p.13 ATIV – Autorização de Trânsito Interno de
Veículos
 p.14 Valores
 p.15 CONTROLE DE ACESSO
 p.20 CONTROLE DE ACESSO VEÍCULOS
 p.22 CONTROLE DE ACESSO PESSOAS
 p.23 PONTOS DE ACESSO À ÁREA RESTRITA DE
SEGURANÇA
 p.25 PLANO DE CONTINGÊNCIA
 CREDENCIAMENTO
 A Credencial Aeroportuária tem como objetivo controlar o
efetivo atuante em todo o sítio aeroportuário, bem como
garantir sua segurança por meio de medidas que envolvam o
apoio de órgãos de segurança pública, proporcionar cursos
homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)
e realizar a identificação dos acessos às Áreas Restritas de
Segurança (ARS), além de zelar pelos itens de segurança do
aeroporto de forma a garantir que todas as medidas sejam
cumpridas com consciência. O maior beneficiado é você.
 O Credenciamento do Aeroporto de Araçatuba está sempre
disposto a atendê-lo (a) da melhor forma.

 Esperamos por você!


CREDENCIAMENTO

 LOCALIZAÇÃO E HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO



 ADMINISTRAÇÃO

 Credenciais Temporárias de uso diário / em serviço:
aberto 24 horas todos os dias da semana;

 Credencial Permanente: das 8h às 14h, de segunda a
sexta.
 OS TIPOS DE CREDENCIAIS SEGUEM A
LEGISLAÇÃO RBAC 107:

 TEMPORÁRIO
 VISITA
 Validade: 1 dia.
 EM SERVIÇO
 Validade: até 90 dias.

 PERMANENTE
 Validade: até 2 anos.
 1 º PASSO CADASTRO DE EMPRESAS.

 TODAS AS EMPRESAS que operam dentro do sítio


aeroportuário devem fazer seu cadastro junto ao
credenciamento!

 Solicitar ao credenciamento o modelo dos formulários a


serem preenchidos, por meio de e-mail
sjrpreto@daesp.sp.gov.br.com ou pessoalmente.
 • Preencher a Carta Cadastro com os dados da empresa;

 • Na Carta Cadastro, o responsável pela empresa (sócio,


diretor, gerente, etc.) poderá autorizar até 3 prepostos.

 • Entregar a Carta Cadastro

 + cópia simples do contrato com o Aeroporto;

 • Enviar o logotipo da empresa ao e-mail do


credenciamento: aracatuba@daesp.sp.gov.br
 PRONTO SUA EMPRESA JÁ ESTÁ CADASTRADA!

 A validade da Carta Cadastro é de 1 ano a contar do mês


de entrega.

 Quaisquer alterações dos dados contidos neste


documento devem ser avisadas ao setor.
 2º PASSO CADASTRO DOS FUNCIONÁRIOS

 FORMULÁRIO

 Instruções de preenchimento:

 • O formulário deve ser retirado na Administração;

 • Preencher atentamente os dados do solicitante;

 • Caso o curso AVSEC esteja agendado, marcar a data


de agendamento no campo “Observações”;
 2º Passo (Continuação) CADASTRO DOS FUNCIONÁRIOS
 REGISTRO GERAL (RG)

 • A Carteira de Identidade não possui validade, porém o documento


pode não ser aceito no Brasil ou em viagens para o exterior caso
esteja em más condições de conservação ou a foto não permita a
identificação do titular. Recomenda-se que o RG seja renovado a
cada dez anos (fonte: http://www.brasil.gov.br/para/servicos)
• O RG não poderá ser substituído por nenhum outro documento de
identificação de fé pública, pois é uma exigência para a validação
dos Antecedentes Criminais.
• Pode ser apresentado RG de outro Estado, porém recomendamos
solicitar junto ao Poupatempo, um RG do Estado de SP para
facilitar futuras emissões de antecedentes.
 CADASTRO DE PESSOA FÍSICA (CPF)

 Além do próprio CPF podem ser utilizados:

 • CNH

 • Conselho de classe (CRM, COREN, OAB, CREA, entre


outros)

 • Situação Cadastral no site da Receita Federal (imprimir):


 http://www.receita.fazenda.gov.br/aplicacoes/atcta/cpf/consulta
publica.asp
 COMPROVANTE DE ENDEREÇO
 • O comprovante não precisa estar necessariamente no
nome do solicitante.

 • Preferencialmente contas de água, luz ou telefone (fixo


ou móvel)

 • Observar com atenção a data de EMISSÃO (deve estar


dentro de 90 dias).

 • O comprovante deve apresentar o endereço completo


(rua/av, nº, bairro, cep, cidade).
 ANTECEDENTE ESTADUAL

 • Solicitamos o Antecedente do Estado de São Paulo e,


caso o RG ou Comprovante de Endereço forem de outro
Estado, trazer também referentes aos Estados destes.

• Para solicitar o Antecedente Estadual de São Paulo entre


no site:
 http://www.ssp.sp.gov.br/servicos/atestado.aspx

 • Leia com atenção as instruções de preenchimentos


contidas no site.
 ANTECEDENTE DA POLÍCIA FEDERAL

• Acessar o link:
 https://servicos.dpf.gov.br/sinic-
certidao/emitirCertidao.html

 • Ler atentamente as instruções contidas na página.

 • Caso apareça o protocolo, dirija-se ao Departamento de


Polícia
 Federal que possua o serviço de emissão de
antecedentes.
 CERTIDÃO DE DISTRIBUIÇÃO DA JUSTIÇA FEDERAL

• Acesso o link:
 http://www.jfsp.jus.br/certidoes-emissaoonline/

 • A validade da certidão é de 60 dias.
 2º Passo (Continuação) CADASTRO DOS
FUNCIONÁRIOS

 VÍNCULO EMPREGATÍCIO
 É necessário apresentação de vínculo empregatício
aprovado pelo Ministério do Trabalho, exemplos:
 • Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS
(página da foto, verso - Qualificação Civil e Contrato, e se
houver alguma alteração de função ou ressalva na página
do contrato, anexar a cópia a que se fizer referência).
• Registro de Funcionário.
• Contrato de trabalho.
 CURSOS AVSEC

 O objetivo principal é a segurança da aviação civil contra


atos de interferência ilícita.
 TODOS devem possuir algum dos tipos de curso
AVSEC.
 • O tipo de curso a ser feito irá variar de acordo com a
área de acesso do aeroporto e o cargo/função a ser
exercido na empresa.

 Em resumo:
 • Áreas Públicas e Externas: Conscientização AVSEC
(RBAC 107 da ANAC).
 • Há outros tipos de cursos AVSEC:

 Atendimento ao passageiro,
 Segurança de carga,
 Básico AVSEC
 Inspeção de Segurança AVSEC
 AVSEC Operador de Aeródromo
 AVSEC Operador de Aéreo
 Operações de solo
 Tripulante,
 entre outros.
 CURSOS PÁTIO DE MANOBRAS

 Treinamento de Familiarização em SGSO (Sistema de
Gerenciamento e Segurança Operacional): aos pedestres
 DDA - Direção Defensiva Aeroportuária: aos motoristas

 NOTA: OS DIAS E HORÁRIOS SERÃO
DISPONIBILIZADOS PELA ADMINISTRAÇÃO COM
ANTECEDÊNCIA
AGORA LEVE TODOS OS DOCUMENTOS LISTADOS NO
2º PASSO AO CREDENCIAMENTO PARA O SETOR DE
CREDENCIAMENTO.

 Horário de funcionamento do: das 8h às 14h, de segunda


a sexta (dias úteis)
 O período para avaliação da documentação é de 3 dias
úteis. Dentro desse período o interessado (RH empresa
ou funcionário) pode vir ao credenciamento para
orientação sobre o andamento do seu processo.
 Fique atendo aos prazos para a liberação do seu
processo:
FIQUE ATENDO AOS PRAZOS PARA A LIBERAÇÃO DO SEU PROCESSO:

 • EMISSÃO / ALTERAÇÕES DIVERSAS / DANIFICADOS


/ EXTRAVIO 3 dias úteis

 • RENOVAÇÃO 7 dias úteis


 Caso o processo seja encaminhado à Polícia Federal,
acrescente cerca de 2 dias aos prazos mencionados
acima.

 RECOMENDAMOS RENOVAR SUA CREDENCIAL


CERCA DE 20 A 30 DIAS ANTES DO VENCIMENTO,
EVITANDO QUALQUER TRANSTORNO
 3º RETIRAR A CREDENCIAL

 AGORA SUA SOLICITAÇÃO JÁ ESTÁ APROVADA E


LIBERADA!

 A credencial deve ser retirada SOMENTE PELO


PORTADOR!
 Todas aquelas cópias de documentos do 2º Passo são
autenticadas no momento de retirar a credencial, por isso,
o interessado deve trazer seus documentos originais!
 CREDENCIAIS DE USO DIÁRIO

 São fornecidas à população aeroportuária flutuante do aeroporto que


venha prestar algum serviço, visitantes e para funcionários públicos
não lotados no Aeroporto.
 • Preencher Formulário (fornecido pelo credenciamento) em 2 vias.
 • Anexar Cópia de um documento de identidade com foto e fé
pública.
 • Quem assina a solicitação deve constar como autorizado na Carta
Cadastro.
 • Encaminhar ao controle de tráfego responsável pela distribuição de
credencial não permanente.
 • Colher as autorizações de acordo com a área que será acessada
como segue:
CREDENCIAIS DE USO DIÁRIO
 Embarque/Desembarque Nacional e Saguão: Autorização
Coordenação de TPS
 Pátio de Manobras: Autorização Coordenação de
Operações.
 Em quaisquer casos acima, deve-se ter por último, a
Autorização do Credenciamento.

 IMPORTANTE: TENHA SEMPRE EM MÃOS SEU


DOCUMENTO DE IDENTIDADE ORIGINAL!
 O credenciado não-permanente só pode entrar em ARS
(Áreas Restritas de Segurança) com o acompanhamento
de pessoal que já tenha credencial definitiva do Aeroporto
de Araçatuba.
 ESTRANGEIROS

 CREDENCIAL TEMPORÁRIA / DEFINITIVA


 A documentação de estrangeiros é a mesma do 2º Passo,
porém substituir o RG por: Carteira Nacional de
Estrangeiro, dentro da validade, expedida pelo
Departamento de Polícia Federal, ou passaporte com
visto temporário;
 É necessária a autorização da Polícia Federal, portanto,
após conferida e autorizada pelo credenciamento,
encaminharemos a documentação.
 Caso o visto seja permanente, não será necessário a
etapa do encaminhamento à Polícia Federal.
ATIV
 AUTORIZAÇÃO DE TRÂNSITO INTERNO DE
VEÍCULOS
 É a “credencial” dos veículos que necessitam circular no
pátio de manobras ou aos equipamentos que fazem o
apoio de solo e cargas.

 VALIDADE MÁXIMA: 1 ANO


 Esse prazo poderá ser menor, irá depender da Apólice de
Seguros ou contrato de locação (caso o
veículo/equipamento seja locado).
 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS:
 • Formulário (fornecido pelo credenciamento);
 • Documentação do veículo e/ou equipamento de acordo
com a legislação pertinente;
 • Termo de Manutenção (modelo fornecido pelo
credenciamento);
 • Apresentação de apólice de seguro correspondente.
 • A APÓLICE DE SEGURO DEVE SER ESPECÍFICA
PARA CIRCULAÇÃO VEÍCULOS/EQUIPAMENTOS
DENTRO DO PÁTIO DE MANOBRAS.
 AS EXIGÊNCIAS MÍNIMAS SÃO:

 Cobertura para danos materiais e pessoais, causados por


veículos e equipamentos, com importância segurada de,
no mínimo R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais), sendo
que será admitido o valor mínimo de R$ 500.000,00
(quinhentos mil reais) para danos estéticos, como
sublimite para danos pessoais.
 • NOS CASOS DE ACESSOS ESPORÁDICOS DE
VEÍCULOS AO PÁTIO DE MANOBRAS, É POSSÍVEL
APENAS SOLICITAR À GERÊNCIA DE OPERAÇÕES
AUTORIZAÇÃO DE COMBOIO.

 • PARA AS EMISSÕES É NECESSÁRIO OBTER


AUTORIZAÇÃO DA GERÊNCIA DE OPERAÇÕES.
 CONTROLE DE ACESSO
 CONTROLE DE ACESSO

O processo consiste da implementação de


barreiras, da identificação de passageiros e
verificação de credenciais de pessoas e
veículos e da aplicação dos procedimentos
de inspeção de segurança da aviação
 Áreas do lado ar de um aeroporto, cujo acesso é controlado
afim de garantir a segurança da aviação civil, incluindo,
normalmente, todas as áreas de embarque de passageiros
localizadas entre os pontos de controle de acesso e as
aeronaves, áreas de rampa, de processamento de bagagens,
de terminais de carga, de preparação de provisões de bordo,
de manutenção e limpeza de aeronaves.
 A administração aeroportuária, em conjunto com outros
órgãos e empresas com atividades operacionais no
aeroporto, deve identificar áreas sensíveis e essenciais
que serão sujeitas a controle de acesso para garantir a
segurança da aviação civil, através de reuniões de CSA,
designando-as como ARS.
 CONTROLE DE ACESSO
 As ARS POSSUEM SEPARAÇÕES das áreas públicas
por meio de barreiras físicas constituídas basicamente por
cercas patrimoniais, cercas operacionais, portões de
acesso e outros dispositivos que impeçam o livre acesso.
entre elas.
CONTROLE DE ACESSO

 É realizado um patrulhamento de toda a área operacional


do aeroporto, de forma freqüente e aleatória, por
colaboradores do Daesp, munidos de equipamentos de
comunicação adequados, a fim de possibilitar contato
direto com o setor de segurança.
CONTROLE DE ACESSO

 O acesso às ARS deve ser rigorosamente controlado,


sendo necessário se submeter a inspeção de segurança,
por meio de equipamentos de inspeção e agente de
proteção da aviação civil, devidamente capacitados
 O acesso às ARS está limitado a:
 - passageiros de posse de cartão de embarque;
 Tripulantes, pessoal de serviço e empregados da
administração aeroportuária devidamente credenciados; e
 - veículos com a Autorização de Trânsito Interno de
Veículos (ATIV).
 CONTROLE DE ACESSO VEÍCULOS
 Os pontos de controle de acesso de veículos devem ser
exclusivos para veículos.
 Os pontos de controle de acesso de veículos podem ser
operados por APAC e/ ou vigilante.
CONTROLE DE ACESSO

 As credenciais dos veículos e equipamentos devem ser


portadas em local visível e sem obstrução, possuindo
tamanho ideal para identificação à distância.
 CONTROLE DE ACESSO VEÍCULOS
 Os ocupantes devem descer dos veículos para serem
inspecionados com o detector manual de metais. Este
procedimento deve seguir o previsto na inspeção manual
de passageiros.

 O fato de um veículo estar credenciado não significa
que seus ocupantes tenham acesso às ARS, por isso
as suas credenciais devem ser verificadas quanto a
acessibilidade a essas áreas. Ex:
 Letra “ARS” – Para acesso às áreas restritas,
CONTROLE DE ACESSO PESSOAS
 IDENTIFICAÇÃO

 A identificação dos tripulantes e pessoal de serviço é


efetuado pelos APAC nos pontos de controles de acesso
às ARS, devendo ser verificada a autenticidade da
credencial ou documento legal de identidade, conciliando
a fotografia com a pessoa, a validade da credencial e
códigos de acesso.
 O uniforme do tripulante não é suficiente para permitir o
seu acesso a ARS, devendo para isso, portar credencial
de sua empresa ou licença expedida pela ANAC ou órgão
equivalente de outro país, quando a serviço de
operadores aéreos.
 O aluno de escola de aviação civil e aeroclube, que não
possua Certificado de Habilitação Técnica (CHT), quando
em viagem de instrução, devem apresentar o documento
legal de identidade e o emitido pela unidade de instrução
profissional responsável pela formação.

 Seu acesso será autorizado somente com


acompanhamento de um instrutor da própria organização.
PONTOS DE ACESSO À ÁREA RESTRITA DE SEGURANÇA

 ACESSO DESACOMPANHADO À ARS É PERMITIDO:


 Às pessoas que portem credencial aeroportuária
permanente expedida pelo operador do aeródromo;
 (ii) ao inspetor de aviação civil credenciado pela ANAC e
inspetor ou investigador credenciado pelo COMAER,
no exercício da função, que apresentem a identificação de
inspetor ou investigador emitida pelos respectivos órgãos;
 (iii) ao tripulante militar, no exercício da função, que
apresente a identificação funcional emitida pelo órgão das
Forças Armadas;
PONTOS DE ACESSO À ÁREA RESTRITA DE SEGURANÇA

 (iv) ao tripulante dos operadores aéreos da aviação


comercial, exceto de táxi aéreo, através da apresentação
da CHT original, quando comprovada a necessidade de
acesso para embarque em aeronave ou outra finalidade
de serviço; e
 (v) aos veículos que portem autorização de trânsito
interno de veículos (ATIV) permanentes, expedida pelo
operador do aeródromo.
PONTOS DE ACESSO À ÁREA RESTRITA DE SEGURANÇA

 ACESSO ACOMPANHADO À ARS É PERMITIDO:


 O acesso à ARS, desde que supervisionado através de
sistema de CFTV ou por profissional credenciado do
operador do aeródromo, é permitido:
 ao tripulante dos operadores aéreos da aviação geral e de
táxi aéreo, através da apresentação da CHT original,
quando comprovada a necessidade de acesso para
embarque em aeronave ou outra finalidade de serviço; e
 (ii) ao aluno em instrução de voo, juntamente com seu
instrutor, quando demonstrada tal situação;
 O acesso à ARS, desde que acompanhado por qualquer
profissional atuante no aeródromo, de posse de credencial
permanente, é permitido:
 às pessoas que portem credencial aeroportuária temporária
expedida pelo operador do aeródromo;
 (ii) na forma de comboio, aos condutores de veículos ou
equipamentos que portem autorização de trânsito interno de
veículos (ATIV) temporário; e
 (iii) ao passageiro de operador de táxi aéreo ou da aviação geral,
quando comprovada a necessidade de acesso para embarque
em aeronave;
 (A) No caso em que o passageiro estiver acompanhado pelo
tripulante de seu voo é dispensado o acompanhamento por
profissional atuante no aeródromo.
 O acesso à ARS, desde que acompanhado por
profissional do operador do aeródromo, nos termos do
parágrafo 107.93(f)(1), é permitido:
 aos profissionais necessários à execução de serviços
emergenciais de manutenção, mediante solicitação formal da
organização instalada no aeródromo e demandante dos
serviços;
 (ii) aos agentes públicos de fiscalização e controle, no
exercício da função, que apresentem identificação expedida
pelos respectivos órgãos; e
 (iii) na forma de comboio, aos condutores de veículos ou
equipamentos não credenciados, com necessidade de
atendimento às atividades ou serviços na área controlada.
 Em caso de acesso ou tentativa de acesso indevido, o operador
de aeródromo deve aplicar medidas de pronta reposta que sejam
suficientes para bloquear e/ou impedir a continuidade do acesso,
incluindo, quando necessário, a comunicação ao setor de
segurança aeroportuária e/ou ao órgão de segurança pública
responsável pelas atividades de polícia no aeródromo,
observando o plano de contingência do aeródromo.

 (d) O operador de aeródromo deve garantir que materiais de


serviço, mercadorias ou suprimentos direcionados à ARS sejam
objeto de controle de segurança apropriado, podendo submetê-
los à inspeção.
PLANO DE CONTINGÊNCIA

 Ações voltadas para manutenção do funcionamento do


sistema aeroportuário serão efetivadas no sentido de
manter o atendimento de passageiros e aeronaves
regulares mesmo dentro de situações que requeiram
adoção de medidas de segurança contra atos de
interferência ilícita ou outros eventos, taiscomo:

 Sequestro de aeronave, atentados, sabotagem, tumultos,


greves entre outras ocorrências que possam afetar a
normalidade operacional do Aeroporto, Operadoras
Aéreas e demais Concessionários.
 A AAL, operadoras aéreas e demais concessionários
adotarão medidas que possibilitem o funcionamento do
sistema sem agravar a situação de risco existente ou
fragilizar outras operações.
 A AAL acionará as autoridades locais (Polícia Federal,
Militar e Civil) para que adotem seus procedimentos
específicos e assumam suas funções na gestão da crise,
deslocando para o Aeroporto equipes e pessoas
especializadas tendo como local de reunião a sala
existente junto ao COE.
 A AAL acionará/comunicará sua Superintendência (AAS)
que estabelecerá coordenação e comunicação com as
demais autoridades e órgãos fora da localidade e
envolvidos nas ações.
PLANO DE CONTINGÊNCIA

 O trato com a imprensa deverá ser coordenado pela AAL


e AAS que, após analise e coordenação com as demais
entidades envolvidas, repassarão as informações
necessárias buscando manter os órgãos de comunicação
informados sem, contudo, permitir acesso aos setores
fragilizados.
 Este contato será coordenado pela Assessoria de
Imprensa da Secretaria e Logística e Transportes do
Governo do Estado que designará profissional
responsável e capacitado para o trato com a imprensa de
acordo com normas e procedimentos estabelecidos pelo
Governo do Estado de São Paulo.
PLANO DE CONTINGÊNCIA

 O contato com a imprensa será inicialmente organizado e


realizado nas dependências do Terminal de Passageiros do
Aeroporto de Araçatuba com o intuito de se evitar tumultos.

 Para isto serão utilizadas as dependências do Terminal de


Passageiros para imprensa e para recepção dos familiares
de vítimas existentes no Aeroporto de Araçatuba e sem
interferência na gestão da crise que estará localizada na
sala da Administração (COE).
PLANO DE CONTINGÊNCIA

 A DPF da localidade deverá coordenar as ações voltadas


para gestão do ilícito com o apoio de outras entidades,
tais como: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de
Bombeiros e outros profissionais representantes que
possam contribuir para o trato da questão.
 A DPF ou entidade de força pública de segurança por ela
delegada será a entidade responsável pela coordenação
dos trabalhos para negociação, ações repressivas,
movimentação da aeronave para o ponto remoto,
remoção de artefatos, varredura, isolamentos e outras
ações de segurança pertinentes.