Você está na página 1de 49

| | |

|

Quantos tnsos  st no as 

r st at a  anc a   tnsão t a 

‡    s se considerar cifras de    ! "ou # $

‡ !   s se considerar cifras entre %!


%!&&# "ou !&
!&% $

‡ #   s n sab 'u são tnsos

UF()&& * c ut *
UF()
Qua o custo soc a a tnsão
+b tos: ,*!, ð as 
as && 
r onças -a oascuas : ,# * ,.%/
‡  tnsão: ,!*0#  .%/ as -1
‡ onça cébo ascua: * , ,.# / as -1
‡ !/ : *00,
‡ onça s'u ca o coação:0#*0%# ,.##/ as -1
‡ %!/ : !*,

 tnsão t a: ota 0*%# % .!/UFRGS


as -1
UFRGS-- A. Achuti.
Qua o custo soc a a tnsão
2 34 ) )U) — !0" ,!!! & ! " ,!!
oas as causas: *!!*##
r onças -a oascuas : *%*## . /
‡  tnsão: 0*!!  %.#/ as -1
‡ onça cébo ascua: #0*!#, .0,/ as -1
‡ !/ : ,#* %,
‡ onça s'u ca o coação: ##*0 . / as -1
‡ %!/ : ,*,0

 tnsão t a: ota #* .0/ as -1


UF() & * c ut *
| QU 5

2  )6|  2

|U  ))6| 

„ip rt sã rt ri l
Pr ssã lt é q
pr ssã q s g f z
p r s rtéri s, p r l
s m vim t r, é m it
f rt , fic cim s
limit s rm is.
Explic r i:

 
  MINI
 TÉ IO
  D
 ÚDE
  rtivs
C r çã D ç s Crô ic -D g
| san ue circula elo cor o
hu ano raças ao efeito
i ulsor do coraç o...

...Que atua co o se
fosse u a bo ba.

  I IST
RI| ASA  
oordenaç o de oenças r nico- e enerati as
| coação taba a  o s tos
Quando se dilata Quando se contrai
(diástole) (sístole)
enche-se de san ue e ulsa o san ue

IÁST|  SÍST| 

Graças a esses o i entos de contraç o e dilataç o o


san ue circula er anente ente
elos asos san üíneos (art rias e eias).
A ress o arterial a ress o ue o san ue e erce
na arede das art rias.  edida e ilí etros
de ercúrio.
Ao se edir esta ress o
se deter ina duas ressões: Quando o coraç o se
contrai te os u a
ÁXI A ress o á i a
(sistólica)

Í I A Quando ele se dilata


te os u a ress o
íni a
(diastólica)

 I IST RI| ASA   


oordenaç o de oenças r nico- e enerati as
72)
U 8 |
9(2-|
)$uno as 1  t :s as  as   tnsão t a aa
cons a&&s sss noa s aba o  ! $ aa
autos cons a
ssão ; a  aba o  # $ aa <n a

|s n< s ssó cos cons aos +2|) são ,!"! $


QU
 -U) 

2  )6|  2

|U  ))6| 

ma aioria das ezes n o
conse ui os saber co recis o
a causa da hi ertens o arterial,
as sabe os ue uitos fatores
tanto os n o odificá eis co o os
odificá eis ode ser
i ual ente res onsá eis.
F| ) 6| |2F2-91 2)

„RITARIA IA RAÇA


Al u as essoas herda a redis osiç o | en elheci ento A hi ertens o ais
à hi ertens o arterial, ue ode au enta o risco da co u e essoas da
a resentar-se e ários e bros hi ertens o arterial raça ne ra
de u a fa ília. e a bos os se os.
F| ) |2F2-91 2)

| )2
> u fator de risco ara hi ertens o
arterial
F| ) |2F2-91 2)
F| ) |2F2-91 2)
F| ) |2F2-91 2)

STRSS
cesso de trabalho,
an ústia, reocu ações e
ansiedade, ode ser
res onsá eis ela
ele aç o da
ress o arterial.
 VImIST>RI| ASA  
oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
ores de cabeça, he orra ia nasal,
cansaço ecessi o, ode ser al uns.

Quanto às conse uências al u as


ode ser bastante ra es tais co o:

" VImIST>RI| A#SA ! $ %


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
o 'u é otant =a:
o  a$nóst co coc  o
tatanto a'uao a
tnsão at a ou
ssão ata
-|) QUÊ-2)   ))6| 


erra e i inuiç o
erebral da is o
or lesões
na retina
es aste
acelerado
no coraç o
or oenças
no oraç o
(infarto, insuficiência
cardíaca e arrit ias)
es o
ano s rio nas
nos rins art rias
|mSQUÊmIA A RSSÃ| A TA

Au ento da assa


uscular do coraç o.
â â

' VImIST>RI| A(SA & ) *


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
|mSQUÊmIA A RSSÃ| A TA

Art ria entu ida.

Art ria nor al Art ria co


aterosclerose
|mSQUÊmIA A RSSÃ| A TA

 ano s rio nos rins.

, VImIST>RI| A-SA + . /


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
|mSQUÊmIA A RSSÃ| A TA

Au enta o risco de derra e

1 VImIST>RI| A2SA 0 3 4


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
|mSQUÊmIA A RSSÃ| A TA

 i inuiç o da is o.

6 VImIST>RI| A7SA 5 8 9


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
-oo tata
.   o. aa o n <uo sab s é
tnso. basta   sua ssão at a

ós con= ao o aunto


a ssão at a: oc é
tnso*
1aos ao tatanto!
-oo o s o tatanto

ão  cantoso


ou uanças no st o
  a

 cantoso
Sendo hi ertenso, sse trata ento oderá
estender-se or
co u trata ento toda a ida.
ade uado, ode-se mos casos e ue o
controlar a indi íduo n o
ossa curar-se.
ress o arterial
le ando o aciente
a ter u a ida
absoluta ente
nor al.
SGUm|:
Reduza a in est o
RA|VÇAR:
Fuja do sal. de ali entos co
uitas calorias e
di inua os
ali entos ricos e
ordura ani al.
TRIR|: QUART|:
refira ali entos Relae!
frescos.  ue Vuitas essoas
tenha ouco sal. conse ue
controlar sua
ress o a enas
co ali entaç o
a ro riada.
àer ita- e a ora, de onstrar o ue
seria u a dieta ara hi ertens o arterial.

A IVmT|S
 -| |)

- Frutas frescas e sucos


- Verduras frescas
- A es
- àescados
- arnes a ras
- ereais
A IVmT|S
 6|  -|  |)
- Frituras
- re e de leite
- Vaionese
- Frios
- butidos (salsicha,
lin uiça, resunto,
ortadela, salae,
co a, etc.)
- Banha
- nlatados

; VImIST>RI| A<SA : = >


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
e e-se arar totalente
de usar bebida alcoólica.

@ VImIST>RI| AASA ? B C


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
mote be, os eercícios físicos
de e ser orientados elo ercícios ue eija randes
dico ara ue n o seja esforços físicos n o s o
rejudiciais. recoendados.

E VImIST>RI| AFSA D G H


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
àRATIQU

ainhada elo bairro


àor si só, eles n o
diinue a tens o
arterial, as
contribue ara reduzir
o ecesso de eso.
onser ar o bo
estado do coraç o
e artrias, ali iar
o estress e fa orecer
o relaaento.

J VImIST>RI| AKSA I L M


oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
àara finalizar,
falareos sobre m o á toar redios
os edicaentos ue diinue
ue de er oser a ress o arterial
indicados elo dico, or conta rória, hin?
ois cada caso
 u caso.

VImIST>RI| AOSA N


P Q
oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
> fundaental no trataento
se uir todas as orientações
dicas e de toda a e uie
de saúde en ol ida co o
trataento
m o erder as consultas
a endadas
m o interroer o trataento
onsiderar sere o dico e
todos os inte rantes da e uie
de saúde, essoas ai as e ue
est o reocuadas co sua
saúde e ualidade de ida.
Fa tos ota nts na a sã o
a o ta ta nto
 ac onaos ao é co:
Relaç o dico-aciente difícil , ac onaos >s  as
Iosiç o de es ueas teraêuticos $ no&  tét cas:
coleos
ieta hiossódica
Reduç o do eso cororal
 ac onaos ao  canto: A rática diária de eercício
A iortância da tran uilidade
múero ea erado de edicaentos | uso discreto do álcool
múero ea erado de coriidos
mecessidade de trataento rolon ado
istência de efeitos colaterais
àreço ele ado do edicaento

VImIST>RI| ASSA R


T U
oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
Fa tos ota nts na a sã o
a o ta ta nto
% ac onaos > onça:
Ausência de sintoas nas hier-
tensões liítrofe, le e a oderada # ac onaos > nst tu ção:
Ausência de conse üências a curto Grande distância do doicílio
razo on o inter alo entre as consultas
Vudança fre üente de dico
 ac onaos ao ac nt: seras uito rolon adas
Baio adr o cultural e de educaç o Vau atendiento
I norância sobre as conse üências
da hiertens o
Ausência de aoio failiar
Iress o de já estar curado

VImIST>RI| AWSA V


X Y
oordenaç o de oenças r nico-e enerati as
   

r  
 
 
r


  

r    




  
 
!!" #$!"!

@@@*aa *o$*b

st at a =o a :ao a 'u  ut o= ss ona a


$a   tnsão t a o
é &)  a ssoc ação au sta  ss stnc a ao  tnso co atoc<n o
os
aboató os F2?