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BIO-INSECT

PONTOS CRÍTICOS
NO CONTROLE
INSETOS.

bio-insect@hotmail.com
roseli_controlepragasurbanas@hotmail.com
RESPONSÁVEL TÉCNICA
(Bióloga Sanitarista e Entomologista Roseli teixeira CR-bio nº64803/01
• A saúde.

• Recuperação

• Limpeza e Controle
integrados de pragas
(CIP) ou manejo
integrado de pragas
(MIP).
•Análise de Perigos e
Pontos Críticos de
Controle (APPCC).
•Boas Práticas de
fabricação.
Controle de pragas Urbanas (CIP) ou
Manejo Integrado de Pragas (MIP).

• Ações preventivas e corretivas


que destina e impede que vetores
e as pragas venham gerar
problemas significativos.

• Visa minimizar o uso abusivo e


indiscriminado praguicidas.

• Visa ponto de vista higiênico,


ecológico e econômico e seguro
ao homem.

• Educação populacional.
Analise de
Perigos dos Pontos
Críticos, que garante a
segurança do alimento.
Podendo utilizar vários
métodos de controle,
indireto ou direto para
controle de contaminação
do alimentos, diminuindo
assim a reclamação do
consumidor final e
garantindo ao qualidade
deles.
• E um Programa de Boas Práticas de
fabricação (BPF), e um ponto essencial
para que não haja pragas no recinto (Insetos
são sinantrópicos que se adaptam e vivem
junto ao homem, e causam prejuízos ao
homem, desde os tempos mais remotos por
meio de doenças transmitidas ou pelos danos
causados, na contaminação os produtos,
embalagens e o meio ambiente.

• È a principal via de infecção hospitalar por


ingestão de alimentos contaminados, por
falta de BFP, pois bom programa de
treinamentos aos seus funcionários evitara
essas infecções, é primordial que os todos
envolvidos que trabalham direta ou
indiretamente com pessoas internadas e
debilitadas em hospitais, devem ter um
treinamento contínuo com a produção e
limpeza de alimentos. Pois tem que se
adequar nas diretrizes que faz parte do
tratamento Manual de Boas Práticas
DESENVOLVIMETO
• O controle de insetos com produtos químicos exige muita
atenção, envolvendo manipulação de princípios ativos
que exigem conhecimentos técnicos e cuidados de
segurança. Esses serviços só devem ser feitos se houver
garantias de evitar reinfestações posteriores.

• Fatores fundamentais: Limpeza dos Ambientes e


Proteção Física.
esses dois fatores implantados contribuem
significativamente para a redução de infestações. A
preservação de insetos, por sua vez, utiliza medidas que
visam alcançar o controle em todas as suas fases de
crescimento.

• Porem a dificuldade em relação ao Analise de perigos e


Pontos críticos de controle no que se refere à inspeção de
insetos por ser bem pouco divulgada, e é um problema
sério e freqüente em áreas hospitalares.
DESENVOLVIMENTO
• Esse problema vem sendo observada por um longo período
sem que haja uma solução, por se tratar de um ambiente onde as
pessoas são enfermas não tem condições de locomoção.

• Para que controle desse inseto ocorra tem que haver


informação e oportunidades.

• O problema com pragas nem sempre ocorre onde começa a


infestação a correção desse problema não será apenas aplicar
produtos para o controle de insetos, pois assim só poderíamos
eliminas os insetos que vemos a olho nu.

• Por isso um serviço de alto risco e um trabalho delicado, e com


falta um domínio sobre o conhecimento das técnicas e dos
princípios desses serviços se tornam tão especial e particular,
gerando incerteza e automaticamente insegurança para a
execução desses serviços.
DESENVOLVIMENTO
• A execução de serviços do CIP em áreas hospitalares com
o mínimo de risco existe uma necessidade de
conhecimentos de biologias dos insetos, andamento do
hospital, condições físicas, mecânicas, limpeza etc.

• O uso de inseticidas em hospitais de uso profissional é de


exclusividade empresas devidamente registrada e com
alvará da ANVISA (Agencia de vigilância Sanitária), (10) e
órgãos competente públicos conforme vigora a legislação no
que refere a respeito.

• Assim sendo qualquer hospital ou assemelhado que faça


serviços por sua conta no controle de pragas urbanas e faz
uso de produtos domissanitários profissionais sem uma
empresa especializada incorre a legislação sendo cabível de
multa e podendo causar um acidente em algum pacientes.
DESENVOLVIMENTO
• Contratar uma empresa especialista no assunto,
inclusive com a utilização de APCCC, pois e primordial
que esse profissional conheça essas praticas o que
facilitara seu trabalho.

• Nesses ambientes são notáveis presenças de insetos,


com uma freqüência importante de formigas, são
transmissoras de vírus, bactérias e resquícios de vários
agentes patogênicos de várias doenças transmissíveis a
espécie humanas, podendo ser portadores de moléstias
infecto-contagiosas, serão um desastre do ponto de vista
sanitário.

• O uso de inseticidas em hospitais de uso profissional é


de exclusividade empresas devidamente registrada e
com alvará da ANVISA (Agencia de vigilância Sanitária),
e órgãos competente públicos conforme vigora a
legislação no que refere a respeito.
DESENVOLVIMENTO

• Assim qualquer hospital ou assemelhado que faça serviços por sua conta no
controle de pragas urbanas e faz uso de produtos domissanitários,
profissionais sem uma empresa especializada incorre a legislação sendo
cabível de multa e podendo causar um acidente em algum pacientes.

• Um inseto inofensivo que caminha pela cama de um paciente em


convalescença e enfraquecido, em uma enfermaria poderá ser uma sentença
de morte ambulante.

• Os primeiros conceitos e a serem utilizados serão:


1º inspeção, que será o analise da Situação e o Diagnóstico, Estratégia de
tratamento;
2º Educação com Palestras distribuindo folhetos e informativos;
3º Adequação ao ambiente, com organização, limpeza e manutenção;
4º Tratamento, que poderá ser químico, físico, e Biológico;
5º Controle de Qualidade;
DESENVOLVIMENTO

• No estudo realizado, os hospitais avaliados tiveram a presença de formigas


em 80% delas, as espécies mais encontradas foram Tapinoma
melanocephalum (70%), são chamadas de formigas fantasmas, encontradas
em solo, madeira, colônias com muitas rainhas podendo migrar com
facilidade, consumem qualquer tipo de alimento tendo preferências por
alimentos adocicados, por serem muito pequenas variando de 1,3 a 1,5cm,
andam por qualquer ambiente sem ser notadas dentro das áreas hospitalares.
Paratrechina longicornis (30%), também chamada de formiga louca, são muito
rápidas colônias com várias rainhas, ninhos são feitos no solo sob objetos, se
alimentam de carnes, doces, frutas, verduras e até refrigerantes, muito comuns
em hospitais, e todas estavam colonizadas por espécies bacterianas,
distribuídas entre as espécies, nas amostras foram isolados bacilos gram-
positivos, Corinebacterium sp, (esse gênero foi criado por Lehmann e
Neumann em 1896 como um grupo taxonômico para conter as varias de
bactérias responsáveis por causar difteria).
DESENVOLVIMENTO

• Já os bacilos gram-negativos foram identificados em 62,5% das


amostras e 60% destas foi isolado Klebsiella pneumoniae, (é uma
espécie de bactéria gram-negativa, em forma de bastonete. Pode
causar pneumonia embora seja mais comum a sua implicação em
infecções hospitares (aparelho urinário e feridas), em particular em
doente imunologicamente deprimidos), em 20% K. ozaenae, (Ozena é
uma doença nasal crônica com mecanismo etiopatológico ainda
desconhecido, caracterizado por atrofia osteomucosa progressiva sem
ulceração, crostas amarelo-esverdeadas, sensação de obstrução nasal
e fetidez intensa. A rinite atrófica secundária pode ser decorrente de
uma cirurgia nasal, tornando-se cada vez mais comum como
conseqüência de turbinectomia total, manifestando-se principalmente
por sensação de obstrução nasal e dor intranasal durante a inspiração.
A rinite atrófica pode ser tratada cirurgicamente com o estreitamento
das fossas nasais.
DESENVOLVIMENTO

• Acreditamos que o implante de material biológico na


parede lateral do nariz seja a melhor técnica cirúrgica e
nos parece ser o tratamento mais fisiológico, apresentando
melhores resultados em pacientes portadores de rinite
atrófica secundário pós-turbinectomia), e nos 20%
restantes Escherichia coli ( assume a forma de um bacilo e
pertence à família das Enterobacteriaceae.
• São aérobias e anaerobias facultativas. O seu habitat
natural é o lúmen intestinal dos seres humanos e de outros
animais de sangue quente. Possui múltiplos flagelos
dispostos em volta da célula.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
• As infecções podem ser de origem endógena ou exógena. As de
origem endógena estão associadas a doenças de base ou agravos, nas
quais a microbiota normal do paciente é a responsável pelo processo
infeccioso. Nesses casos, a prevenção é limitada. Já as exógenas são
causadas por microorganismos que não os da microbiota do indivíduo,
sendo sua transmissão facilitada por contato, veículo comum,
via aérea ou por vetor.

• As formigas podem servir de vetores na transmissão de doenças, são


insetos encontrados em prédios, que são locais ideais para a instalação
de ninhos, sendo o processo facilitado à medida que água e alimentos
são disponibilizados. Apresentam como característica a proliferação
sazonal.
• Esses insetos podem alocar-se em locais limpos; entretanto, a presença
de lixo e resíduos de materiais facilita sua proliferação.
• Em ambientes urbanos, o grande número de formigas encontrado é
reflexo de uma adaptação gradual, mediado pelo sistema de urbanização
moderno, o que significa que não são as formigas estão deixando seu
ambiente natural, e adaptando-se ao comportamento humano,
dependendo dele inclusive
• Assim, as formigas, citadas aqui como
carreadoras de espécies bacterianas, podem
também ser carreadas pelo ser humano, do
ambiente hospitalar para o domicilio, e vive-versa
podendo com isso, obviamente, deslocar cepas
bacterianas multirresistentes, aumentando o risco
de infecções comunitárias graves. Por tudo isso o
Controle de Integrado de Pragas (CIP) ou manejo
integrado de pragas (MIP), Análise de Perigos e
Pontos Críticos de Controle (APPCC) e As Boas
Práticas de fabricação, são de extrema
importância em áreas hospitalares.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 - Carvalho ., N.C., Controle de Pragas em Hospitais, Impressão Nova pagina 1.998- São Paulo, liv.87pgs.
2- Costa., Neto P.L.O., Figueiredo., V.F., Implantação do HACCP na Indústria de Alimentos, Gestão & Produção, São
Carlos, abril/2001, v.8, n.1, pg. 100-111.
3 - Daniel, Vinod, Gordon Hanlon, and Shin Maekawa. "Eradication of Insect Pests in Museums Using Nitrogen."
WAAC Newsletter 15.3 (Setembro 1993): 15-19.
4 – Silva Jr., E.A, Manual de Controle higiênico-Sanitário em alimentos, 5ª edição, Livraria Varela 2002, São Paulo
pgs. 4799.
5- Ambiente Brasil, Prefeitura de São Paulo (www2.prefeitura.sp.gov.br); Prefeitura de Maringá
(www.maringa.pr.gov.br); Instituto Biológico (www.biologico.sp.gov.br), consulta efetuadas em 10/03/10 as 23:09hs.
6 - Rêgo., J.C., Guerra., N.B., Pires., E.F. Influência do treinamento no controle higiênico-sanitário de unidades de
alimentação e nutrição. Revista de Nutrição da PUCCAMP, Campinas, v.10, n.1, p. 50-62, 1997.
7 – Associação Brasileira das Empresas de Refeições coletivas. Manual de práticas de elaboração e serviço de
refeições para coletividades. 4.ed. São Paulo : [s.n.], 1998. 195p.
8 - Bobeng.,.J., David. B.D. HACCP: models for quality control of entrée production in food service systems. Journal of
Food Protection, Ames, v.40, n.9, p.632-638, 1977.
9 – Carvalho., N.C., Manual de Boas Praticas Operacionais para Empresas Controladores de pragas, Editora
Perfectas Artes Gráficas, apoiado pela Novartis, São Paulo, 2000.
10 - ANVISA PORTARIA N° 46, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1998. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA
E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, Parágrafo único, inciso II, da Constituição
Federal.
11 - Carvalho., N.C., O Manejo de Pragas em Estabelecimentos Alimentícios, Bless Gráfica e Editora ltda., 2008- São
Paulo
12- Ueno., M. Pereira., R.S, Formigas como veiculadoras de microrganismos ambiente hospitalar, Revista da
Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 41(5):492-495, set-out, 2008.
13 – Giordano., J.C,– Controle Pragas Urbanas CIP, agost. 2004 – São Paulo.
14- Viggiani., A.M.F.S., Tanaka., I.I., Person., O.C., Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), disciplina
de Microbiologia do Hemocentro da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA).
Serviço de Microbiologia da Disciplina de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e Centro
Universitário São Camilo (USC),Bactérias veiculadas por formigas em ambiente hospitalarem, Arquivos Médicos
ABC, 2007;
32(2): 60-3.
15- Bueno OC. Formigas no ambiente hospitalar. Centro de Estudos de Insetos Sociais.
UNESP - Rio Claro. Disponível em: http://www.rc.unesp.br/ib/ceis/sugestao.html.
Acesso em 25 de março de 2010.
16- Brachman PS. Epidemiology of nosocomial infections. In: Bennett JV, Brachman PS. Hospital infections. 3rd ed.
Boston: Little Brown; 1992, cap. 1, p. 15-7.
OBRIGADA.........

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