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DIREITO

PREVIDENCIÁRIO
PROF. MÁRIO
Financiamento da
Seguridade Social
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE
SOCIAL
Da União

DAS EMPRESAS
Contribuições
Receitas da DOS SEGURADOS
sociais
Seguridade previdenciárias DOS EMPREGADORES
Social DOMÉSTICOS
Art. 195 CF Das
Art. 10 lei Contribuições Das empresas, sobre
8212 sociais o faturamento
e Art. 195 Contribuições
Do Decreto Sociais não Sobre a receita de
previdenciárias concursos de
3.048
prognósticos

Do importador de bens
De outras ou serviços do exterior
fontes
CONTRIBUIÇÃO DA UNIÃO

É constituída de recursos adicionais do Orçamento


Fiscal, fixados obrigatoriamente na Lei
Orçamentária Anual.
Lei 8212- Art. 16 - Parágrafo único. A União é
responsável pela cobertura de eventuais insuficiências
financeiras da Seguridade Social, quando decorrentes do
pagamento de benefícios de prestação continuada da
Previdência Social, na forma da Lei Orçamentária Anual.
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE
SOCIAL
AS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DESTINADAS À
SEGURIDADE SOCIAL SÃO AS SEGUINTES:
1. as das empresas;
2. as dos empregadores domeé sticos ;
3. as dos trabalhadores;
4. as das associaçoõ es desportivas que manteé m equipe de
futebol profissional;
5. as incidentes sobre a receita bruta proveniente da
comercializaçaõ o da produçaõ o rural;
De 1ao 5 – soé podem ser utilizadas para pagamento dos
benefícios do RGPS (art. 167, XI, CF)
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE
SOCIAL
6. as das empresas, incidentes sobre a receita ou o
faturamento e o lucro;
7. as incidentes sobre a receita de concursos de
prognoé sticos;
8. as do importador de bens ou serviços do exterior, ou
de quem a lei a ele equiparar (CF, art. 195, IV).

De 6 ao 8 – podem ser aplicados em qualquer área da


Seguridade Social – saué de, assisteê ncia social ou
prevideê ncia social
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Contribuições das empresas
Decreto 3.048/99, art. 201, I –Vinte por cento sobre o
total das remunerações pagas, devidas ou creditadas, a
qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados
empregado e trabalhador avulso, além das contribuições
previstas nos art.. 202 e 204 (Rat e adicional)
Paga: eé aquela que foi efetivamente entregue ao
segurado.
Devida: eé aquela que o segurado tem direito a receber
(porque prestou o serviço) mas naõ o recebeu.
Creditada: eé aquela que foi depositada na conta bancaé ria
do segurado.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
DIFERENÇA ENTRE SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO E
REMUNERAÇÃO

SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO: eé a base de caé lculo para


se determinar a contribuiçaõ o devida pelos segurados,
com exceçaõ o do segurado especial, tendo valor míénimo e
maé ximo fixados na legislaçaõ o

REMUNERAÇÃO eé a base de caé lculo da contribuiçaõ o da


empresa, e naõ o obedece a qualquer limite, maé ximo ou
míénimo
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Os salaé rios de contribuiçaõ o de todos os segurados estaõ o
sujeitos a um limite míénimo e maé ximo.
O limite míénimo do salaé rio de contribuiçaõ o corresponde
ao piso salarial, legal ou normativo, da categoria ou,
inexistindo este, ao salaé rio míénimo tomado no seu valor
mensal, diaé rio ou horaé rio, conforme ajustado e o tempo
de trabalho efetivo durante o meê s.
Valor mensal: R$ 788,00
Valor diaé rio: R$ 26,27
Valor horaé rio: R$ 3,58
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
O limite maé ximo atual eé de R$5.189,82. Este valor deve
ser reajustado na mesma eé poca e com os mesmos
íéndices do reajustamento dos benefíécios de prestaçaõ o
continuada da prevideê ncia social.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
As alíquotas serão majoradas em razão da atividade
ECONÔMICA preponderante da empresa – RAT – Lei
8.213/91, arts. 57 e 58 e Decreto 3.048/91. art.. 201 e
202.

1% = grau de risco leve (informaé tica, criaçaõ o de bicho da


seda)
2% = grau de risco médio (fabricaçaõ o de cigarros, pesca
em aé gua doce)
3% = grau de risco grave (extraçaõ o de carvaõ o mineral)
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
IMPORTANTE:
O enquadramento eé feito pelo nué mero de segurados
empregados e trabalhadores avulsos. Os CI’s naõ o saõ o
considerados.
Ex. : Empresa X
AÁ rea industrial:
10 empregados
risco grave 02 Trab. Avulso

AÁ rea Comercial:
11 empregados
risco leve 04 CI
Enquadramento: risco grave – 3%
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
STJ Sué mula nº 351 - Alíéquota de Contribuiçaõ o para o
Seguro de Acidente do Trabalho (SAT)
A alíquota de contribuição para o Seguro de Acidente do
Trabalho (SAT) é aferida pelo grau de risco desenvolvido
em cada empresa, individualizada pelo seu CNPJ, ou pelo
grau de risco da atividade preponderante quando houver
apenas um registro.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
RAT AJUSTADO = RAT x FAP (O,5000 A 2,0000)
As alíéquotas RAT poderaõ o ser reduzidas em ateé 50% ou
aumentadas em ateé 100%, em razaõ o do desempenho da
empresa em relaçaõ o aà sua respectiva atividade, aferido
pelo Fator Acidentaé rio de Prevençaõ o – FAP (Lei
10.666/2003, art. 10)
FAP – leva em conta o nué mero de acidentes, benefíécios
concedidos, casos de morte, etc.. – considera a empresa
isoladamente.

“ESTAMOS HÁ ______ DIAS SEM ACIDENTES DE


TRABALHO”
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
CONTRIBUIÇÃO ADICIONAL AO RAT PARA
FINANCIAR APOSENTADORIA ESPECIAL
Incide sobre a remuneraçaõ o paga, devida ou creditada
aos Empregados e Trabalhadores Avulsos que trabalhem
expostos a agentes nocivos.
Físicos: ruíédos, vibraçoõ es, calor, umidade...
Químicos: poeiras, fumos, gases, vapores nocivos, etc.
Biológicos: micro organismos, bacteé rias, parasitas,
víérus, etc.
25 anos de trabalho = 6%
20 anos de trabalho = 9%
15 anos de trabalho = 12%
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
A comprovaçaõ o do trabalho exposto a agentes nocivos eé
feita atraveé s de um documento expedido pela empresa
chamado PPP – Perfil Profissiograé fico Previdenciaé rio,
entregue ao trabalhador quando de seu desligamento da
empresa.
EÁ de responsabilidade da empresa realizar o
enquadramento na atividade preponderante. (RAT)
Deve ser feito mensalmente.
Cabe aà Secretaria da Receita Federal do Brasil, reveê -lo a
qualquer tempo e fiscalizar.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS

COTAS PATRONAIS
20%
RAT 1%, 2% ou 3%
leve, meé dio ou grave
adicional de 6%, 9% ou 12%

Folha (E/A)
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Contribuição da EMPRESA sobre a remuneração de
Contribuintes Individuais – CI’s

Decreto 3.048/99, art. 201, II ou Lei 8212/91, art. 22,


III – vinte por cento sobre o total das remuneraçoõ es ou
retribuiçoõ es pagas ou creditadas no decorrer do meê s ao
segurado Contribuinte Individual.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Art. 201, 3º do RPS. Naõ o havendo comprovaçaõ o dos valores
pagos ou creditados aos segurados de que tratam as alíéneas
"e" a "i" do inciso V do art. 9º (CI’s)em face de recusa ou
sonegaçaõ o de qualquer documento ou informaçaõ o, ou sua
apresentaçaõ o deficiente, a contribuiçaõ o da empresa referente
a esses segurados seraé de vinte por cento sobre:
I - o salaé rio-de-contribuiçaõ o do segurado nessa condiçaõ o;
II - a maior remuneraçaõ o paga a empregados da empresa; ou
III - o salaé rio míénimo, caso naõ o ocorra nenhuma das
hipoé teses anteriores
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Art. 9º, V, “e” a “i” do RPS
e) o titular de firma individual urbana ou rural;
f) o diretor naõ o empregado e o membro de conselho de
administraçaõ o na sociedade anoê nima;
g) todos os soé cios, nas sociedades em nome coletivo e de capital
e indué stria;
h) o soé cio gerente e o soé cio cotista que recebam remuneraçaõ o
decorrente de seu trabalho e o administrador naõ o empregado na
sociedade por cotas de responsabilidade limitada, urbana ou
rural;
i) o associado eleito para cargo de direçaõ o em cooperativa,
associaçaõ o ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem
como o síéndico ou administrador eleito para exercer atividade
de direçaõ o condominial, desde que recebam remuneraçaõ o;
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS - CI
Condutor autônomo de veículos
RPS, art. 201, parágrafo 4º - A remuneração paga ou
creditada a condutor autônomo de veículo rodoviário, ou
ao auxiliar de condutor autônomo de veículo rodoviário,
em automóvel cedido em regime de colaboração, nos
termos da Lei 6.094, de 30 de agosto de 1974, pelo frete,
carreto ou transporte de passageiros, realizado por conta
própria, corresponde a vinte por cento do rendimento
bruto.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS - CI
Exemplo:
A empresa contrata um transportador rodoviaé rio
autoê nomo (C.I.) e paga R$ 1.000,00 pelo frete.
Neste caso, considera-se como remuneraçaõ o do
condutor, o valor de R$ 200,00 (correspondente a 20%
de 1.000,00) que no caso, seraé a base de caé lculo da
contribuiçaõ o da empresa.
Assim, a contribuiçaõ o previdenciaé ria da empresa seraé
de R$ 40,00 (que corresponde a 20% de R$200,00)
Conclusaõ o: CI transportador rodoviaé rio autoê nomo, a
base de caé lculo seraé de 20% do valor do frete (Base de
caé lculo reduzida)
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Decreto 3048 – art. 201,II

COTA PATRONAL
20%

RAT
TERCEIROS

CI

CI que presta serviço por conta proé pria não tem direito ao
benefíécio de auxílio acidente, uma vez que naõ o existe o preé vio
custeio
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
EXEMPLO 1 : Uma padaria possui 9 empregados, sendo
que apenas 2 destes exercem atividade expostos ao
agente nocivo calor, totalizando a folha de pagamento
em R$ 8.000,00 – sendo R$ 2.500,00 a estes 2
empregados. Sabendo que a alíéquota RAT eé de 3% e que
os padeiros tem direito a aposentadoria especial aos 25
anos de contribuiçaõ o, o valor da contribuiçaõ o patronal
deve ser:
Contribuição patronal = 20% X 8.000,00 = 1.600,00
3% X 8.000,00 = 240,00
6% X 2.500,00 = 150,00
TOTAL =
1.990,00
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Exemplo 2: No meê s de março de 2013, o resumo da folha
de pagamento dos segurados que prestam serviço aà
empresa “Curitiba” Industrial Ltda foi o seguinte:

Nome do Segurado Categoria Remuneração


Dentinho Empregado R$ 1.000,00
Ralf Empregado R$ 2.000,00
Sheik Contr. Individual R$ 5.000,00

Calcular as contribuiçoõ es previdenciaé rias, levando-se em


consideraçaõ o que:
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
a) O grau de risco de acidente do trabalho desta
empresa eé grave;
b) O FAP (Fator Acidentaé rio de Prevençaõ o) da empresa eé
igual a 1,2773*
c) O empregado Dentinho exerce atividade com
exposiçaõ o a agentes nocivos, tendo direito aà
aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho;
d) Ralf naõ o estaé exposto a agentes nocivos;
e) Sheik eé o soé cio-gerente da empresa, recebendo os R$
5.000,00 a tíétulo de proé -labore.
*Tabela publicada anualmente pelo Ministeé rio da Prevideê ncia
Social - Art. 202 A, § 4° do RPS
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Resolvendo:
o adicional ao RAT de 6% incide apenas sobre a
remuneraçaõ o de Dentinho, que eé o empregado que tem
direito aà aposentadoria especial aos 25 anos de
trabalho.
Então:
(3% x 1,2773 (FAP)) + 6% = 9,8319% (Dentinho)
O RAT de 3% incide sobre a remuneraçaõ o de Ralf ,
multiplicada pelo FAP, ou seja: 3% X 1,2773 = 3,8319%
Sobre a remuneraçaõ o de Sheik incidem apenas os 20%
de cota patronal, jaé que ele eé considerado segurado CI
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Contribuição Contribuição para Contribuição Total a
SEGURADO da empresa o RAT descontada recolher
para a do (empresa +
seguridade segurado segurado)
social
Dentinho 20% X 1.000,00 9,8319% X 8% X 1.000,00 378,32
= 200,00 1.000,00 = 98,32 = 80,00
Ralf 20% X 2.000,00 3,8319% X 9% X 2.000,00 656,64
= 400,00 2.000,00 = 76,64 = 180,00
Sheik 20% X 5.000,00 0,00 11% X 1.430,78
= 1.000,00 4.663,75 =
513,01
TOTAL R$ 1.600,00 R$ 174,96 R$ 773,01 R$ 2.547,97
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS

E/A
CI 8%
SC = D.S – 11% D.S. 9% SC =
Remuneraçaõ o 11%
Remuneraçaõ o
Recolhe para a prevideê ncia em nome do segurado
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
COOPERATIVAS DE TRABALHO
Cooperativa de trabalho, ou cooperativa de mão-de-
obra, eé a sociedade formada por operaé rios, artíéfices, ou
pessoas da mesma profissaõ o ou ofíécio ou de vaé rios
ofíécios de uma mesma classe, que, na qualidade de
associados, prestam serviços a terceiros - pessoas
físicas ou jurídicas -por seu intermédio, não
produzindo bens ou serviços proé prios.
– a alíéquota de 15% eé devida pela empresa contratante.
Decreto 3.048/99, art. 201, III
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
É obrigação da COOPERATIVA, descontar a contribuiçaõ o de
seus cooperados.
Em relaçaõ o aos segurados empregados, trabalhadores
avulsos e contribuintes individuais (que não sejam seus
cooperados) a cooperativa contribui da mesma forma que as
empresas em geral.
Decreto 3048/91 art. 202, § 11- Caso os cooperados
trabalhem expostos aà agentes nocivos, seraõ o devidas as
alíéquotas adicionais somadas aos 15% sobre o valor da Nota
Fiscal, conforme o caso:
25 anos = 5%
20 anos = 7%
15 anos = 9%
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
O recolhimento seraé feito em regra, pela empresa
contratante todo dia 20 do meê s subsequente.

Cabe aà empresa contratante informar mensalmente


à cooperativa de trabalho a relaçaõ o dos cooperados a
seu serviço que exerçam atividades em condiçoõ es
especiais, identificando o tipo de aposentadoria especial
que a atividade enseja.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
COOPERATIVA DE PRODUÇÃO
Considera-se cooperativa de produçaõ o aquela em que
seus associados contribuem com serviços laborativos ou
profissionais para a “produçaõ o em comum de bens”,
quando a cooperativa detenha por qualquer forma
os meios de produção. – Lei 10.666/03, art. 1º, § 3º.
A cooperativa de produçaõ o contribui como empresa em
geral, ou seja, com 20 % sobre a remuneraçaõ o paga,
distribuída ou creditada aos respectivos cooperados.
Estaõ o sujeitas ao adicional RAT (6%,9%,12%)
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS

NF $ 10.000,00

$10.000,00 15% X FATURA

Cooperativa 20% $ 1.500,00


de trabalho o oê nus dessa contribuiçaõ o
Intermedia M.O eé , em regra, da empresa
+
CI’s cooperados RAT 5% , 7% ou 9%

COOPERATIVA
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA OU
PASSAGEIRO
RPS, art. 201, § 20 – A contribuição da empresa aos
serviços que lhes são prestados por cooperados por
intermédio de cooperativas de trabalho na atividade de
transporte rodoviário de carga ou passageiro, é de quinze
por cento sobre a parcela correspondente ao valor dos
serviços prestados pelos cooperados, que não será inferior
a vinte por cento do valor da nota fiscal ou fatura.
A alíéquota seraé aplicada sobre a base de caé lculo
reduzida. (BCR)
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
valor da NF = R$ 6.000,00
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Exemplo1:

valor da Nota Fiscal: R$ 6.000,00


R$ 2.000,00 serviços
R$ 1.500,00 combustíével
R$ 2.500,00 outros
valor base de contribuiçaõ o: 2.000,00 x 15%= R$300,00
O valor do serviço (= base de caé lculo reduzida) naõ o pode
ser inferior a 20% do total da Nota Fiscal ( R$ 6.000,00),
portanto naõ o pode ser inferior a R$ 1.200,00.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
Exemplo 2:
• Valor da Nota Fiscal : R$ 5.000,00
• R$ 800,00 SERVIÇOS
• R$ 2.000,00 combustíével
• R$ 2.200,00 outros
• Valor base de contribuiçaõ o seria R$ 800,00 x 15% = R$
120,00
• O valor do serviço naõ o pode ser inferior a 20% da NF
(20% x R$5.000,00), ou seja naõ o pode ser inferior a R$
1. 000,00
• Base de cálculo R$ 1.000,00 X 15% = R$ 150,00
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
Saõ o considerados instituiçoõ es financeiras para fins
previdenciaé rios: bancos, bancos comerciais, bancos de
investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas
econoê micas, sociedades de creé dito, financiamento e
investimento, sociedades de creé dito imobiliaé rio,
sociedades corretoras, distribuidoras de tíétulos e
valores mobiliaé rios, empresas de arrendamento
mercantil, cooperativas de creé dito, empresas de seguros
privados e de capitalizaçaõ o, agentes autoê nomos (CI) de
seguros privados e de creé dito e entidades de
prevideê ncia privada abertas e fechadas.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
As Instituiçoõ es Financeiras contribuiraõ o com 22,5% -Lei
8212/91, art. 22, I e III

RAT 1%,2% ou 3% + o adicional 6%,9% ou 12%

obs.: naõ o haveraé a majoraçaõ o (2,5%) se os serviços


forem contratados atraveé s de cooperativa de trabalho,
ou seja, recolheraé os 15% sobre o valor da Nota Fiscal.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS - MEI
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL – MEI
Receita bruta de ateé R$ 60.000,00 no ano.
Naõ o pode ter participaçaõ o em outra empresa como soé cio
ou titular.
Deve possuir um único empregado que receba
exclusivamente 1 salário mínimo ou o piso salarial da
categoria profissional, nesse caso, cota patronal de 3%
+ cota do empregado (quando existir).
Quando renunciar aà aposentadoria por tempo de
contribuiçaõ o, recolheraé 5% sobre 1 salaé rio míénimo (sua
proé pria contribuiçaõ o).
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGTO.
• Amplia a competitividade da indué stria nacional
• Estimula a formalizaçaõ o do mercado de trabalho, uma
vez que a contribuiçaõ o previdenciaé ria dependeraé da
receita e naõ o mais da folha de salaé rios.
• Reduz assimetrias na tributaçaõ o entre o produto
nacional e importado.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGTO.
SETORES ALÍQUOTA FIXADA
TEÊ XTIL 1,00%
CONFECÇOÕ ES 1,00%
COURO E CALÇADOS 1,00%
PLAÁ STICOS 1,00%
MATERIAL ELEÁ TRICO 1,00%
BENS DE CAPITAL – MECAÊ NICO 1,00%
OÊ NIBUS 1,00%
AUTOPEÇAS 1,00%
NAVAL 1,00%
AEÁ REO 1,00%
MOÁ VEIS 1,00%
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGTO.

SETORES ALÍQUOTA FIXADA


TI & TIC 2,00%
HOTEÁ IS 2,00%
CALL CENTER 2,00%
DESIGN HOUSES ( chips) 2,00%
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGTO.
Se uma empresa tiver 70% de sua receita derivada de
produtos enquadrados na Medida Provisoé ria e 30% de
fora, entaõ o ela deveraé recolher a alíéquota de 1% sobre
70% de sua receita e aplicar a alíéquota previdenciaé ria
normal, de 20%, sobre 30% de sua folha salarial.
Digamos que a receita de uma empresa nesta situaçaõ o
seja de R$1000,00 e sua folha de salaé rios de R$200,00.
Atualmente, essa empresa recolhe 20% de R$200,00
pagando R$ 40,00 de contribuiçaõ o previdenciaé ria. Pela
nova sistemaé tica, ela pagaraé R$19,00(1% X (70% x
1000) + 20% X (30% X 200)).
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTR. DAS EMPRESAS – TI e TIC
EMPRESAS QUE PRESTAM SERVIÇOS DE TI
(tecnologia da informação) E TIC (tecnologia da
informação e comunicação)
CF - Art. 195, §§ 12 e 13
Lei 8.212/91 – art. 22, I e III
Lei 12.546/2011
MP 563/2012 – ART. 45 e 46
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTR. DAS EMPRESAS – TI e TIC
Consideram-se serviços de TI e TIC:
I – anaé lise e desenvolvimento de sistemas
II – programaçaõ o
III – processamento de dados e congeê neres
IV – elaboraçaõ o de programas de computadores, inclusive de
jogos eletroê nicos
V – licenciamento ou cessaõ o de direito de uso de programas de
computaçaõ o
VI – assessoria e consultoria em informaé tica
VII – suporte teé cnico em informaé tica, inclusive instalaçaõ o,
configuraçaõ o e manutençaõ o de programas de computaçaõ o e
bancos de dados e,
VIII – planejamento, confecçaõ o, manutençaõ o e atualizaçaõ o de
paé ginas eletroê nicas.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRI. DAS EMPRESAS – TI e TIC
EMPRESAS QUE PRESTAM SERVIÇOS DE TI
(tecnologia da informação) E TIC (tecnologia da
informação e comunicação)
Lei 11774/2008 art. 14 – As alíéquotas de que tratam os
incisos I e III do art. 22 da Lei 8.212/91, em relaçaõ o aà s
empresas que prestam serviços de TI ficam reduzidas
pela subtraçaõ o de um deé cimo (1/10) do percentual
correspondente aà razaõ o entre a receita bruta de venda
de serviços para o mercado externo e a receita bruta
total de venda de bens e serviços, apoé s a exclusaõ o dos
impostos e contribuiçoõ es incidentes sobre a venda.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS - TI
Conforme Lei 11.774/2008 - art. 14
Para efeito deste caé lculo, devem-se considerar as receitas
auferidas nos 12 meses imediatamente anteriores a cada
trimestre-calendaé rio.

Incentivo à exportação de serviços.


Lei 12546/ 14 de Dezembro de 2011 (MP 540/2011)
art. 7º.
Alíéquota de 2% sobre a base de caé lculo a partir de 01 de
agosto de 2012 (ateé 31 de julho de 2012 era de 2,5%)
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS - TI
Exemplo: TIMAÕ O Ltda., empresa prestadora de serviços
de tecnologia da Informaçaõ o, obteve, nos 12 meses
imediatamente anteriores ao atual trimestre-calendaé rio,
as seguintes receitas:
(A) Receita bruta total de venda de bens e serviços, apoé s
a exclusaõ o dos impostos e contribuiçoõ es incidentes
sobre a venda = R$ 10 milhoõ es.
(B) Receita bruta de venda de serviços de TI para o
mercado externo = R$ 4 milhoõ es
(C) Razaõ o entre B e A = 4/10 = 0,4 = 40%
(D)Um deé cimo de C = 1/10 x 40% = 4%
(E) Alíéquota reduzida = 20% - 4% = 16%
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS - TI
Para cada 10% da receita bruta que corresponder a
exportaçaõ o de serviços, a empresa teraé uma reduçaõ o de
1% na alíéquota.
Se a totalidade (100%) da receita bruta da empresa de
TI ou de TIC tiver origem em vendas de serviços para o
mercado externo, a alíéquota da contribuiçaõ o seraé
reduzida em 10% (passando de 20% para 10%).
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS - TI
Reduçaõ o apenas para duas contribuiçoõ es:
a) Sobre a remuneraçaõ o do empregado e trabalhador
avulso;
b) Sobre a remuneraçaõ o do contribuinte individual.

Em relaçaõ o ao RAT e aà contribuiçaõ o sobre serviços


prestados por cooperados (cooperativa de trabalho),
seguem a regra geral.
Essa reduçaõ o seraé aplicada pelo prazo de 5 anos
contados a partir de 01/09/2009 (decreto que
regulamentou) – ateé 31/12/2014
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
CONTRIBUIÇÃO DAS EMPRESAS OPTANTES PELO
SIMPLES:

CP

SUBSTITUÍDA
% do Faturamento
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
EMPRESAS ISENTAS:
As cotas patronais naõ o existem.
Requisitos para isençaõ o na forma da lei.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
1. CONTRIBUIÇÕES DAS EMPRESAS
EÁ responsabilidade da empresa recolher a cota patronal
e a parte arrecadada dos segurados a seu serviço ateé o
dia 20 do meê s seguinte, antecipando o vencimento caso
dia 20 naõ o seja dia ué til.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
2. CONTR. EMPREGADOR DOMÉSTICO
2 – CONTRIBUIÇÃO DO EMPREGADOR DOMÉSTICO
Lei 8.212/91, art. 24 - 12% sobre o salaé rio de
contribuiçaõ o do empregado a seu serviço.
Obs.: salário de contribuição não é igual ao total de
remuneração.
Exemplo 1: Empregada domeé stica – governanta – tem
uma remuneraçaõ o de R$ 5.000,00.
A contribuiçaõ o do empregador seraé de:
12% X 4.390,24 = R$ 526,83 (obedece o teto).
A contribuiçaõ o da empregada (descontada dela) seraé de:
11% X 4.390,24 = R$ 482,92
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
2. CONTR. EMPREGADOR DOMÉSTICO
Total recolhido pelo empregador aos cofres da
Prevideê ncia Social, ateé o dia 15 do meê s seguinte: R$
956,57

Exemplo 2: Piscineiro (tratador de piscinas) com


remuneraçaõ o de R$ 800,00
Contribuiçaõ o do empregador: 12% X 800,00 = R$ 96,00
Contribuiçaõ o do empregado: 8% x 800,00 = R$ 64,00
Total recolhido aos cofres da Prevideê ncia Social: R$
160,00
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
2. CONTR. EMPREGADOR DOMÉSTICO
Quando o SC do empregado domeé stico for menor que
um salaé rio míénimo mensal (nos casos de admissaõ o,
dispensa, falta naõ o justificada) o empregador domeé stico
tambeé m pode optar pelo recolhimento trimestral,
sempre observando o calendaé rio civil.

CALENDÁRIO CIVIL:
1º TRIMESTRE: JAN/FEV/MAR
2º TRIMESTRE: ABR/MAI/JUN
3º TRIMESTRE: JUL/AGO/SET
4º TRIMESTRE: OUT/NOV/DEZ
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
2. CONTR. EMPREGADOR DOMÉSTICO
O valor mínimo de recolhimento na GPS é de R$
10,00
O empregador domeé stico naõ o participa com o
GIILRAT/RAT
A Contribuição do Empregado Doméstico: eé
descontada pelo EMPREGADOR DOMEÁ STICO e deve ser
recolhida ateé o dia 15 do meê s seguinte prorrogando-se o
vencimento para o dia ué til subsequente quando naõ o
houver expediente bancaé rio no dia quinze.
Os 12% de cota patronal incidem também quando a
empregada domeé stica estiver em gozo de salário
maternidade.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
III - CONTRIBUIÇÕES DOS TRABALHADORES SOBRE
SEU SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO
A) do EMPREGADO, EMPREGADO DOMÉSTICO E T.
AVULSO: alinhada ao princíépio constitucional da
equidade na forma de participaçaõ o no custeio, a forma
de contribuiçaõ o eé de alíéquotas progressivas – quanto
maior o salaé rio de contribuiçaõ o, maior a alíéquota:

SALÁRIO DE CONRIBUIÇÃO ALÍQUOTA


ATEÁ 1.399,12 8%
DE 1.399,13 ATEÁ 2.331,88 9%
DE 2.331,89 ATEÁ 4.663,75 11%
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
Os valores da tabela seraõ o reajustados na mesma eé poca
e com os mesmos íéndices que os do reajustamento dos
benefíécios de prestaçaõ o continuada da Prevideê ncia
Social (Lei 8.212/91, art. 20, paraé grafo 1º)
A incideê ncia da alíéquota naõ o eé cumulativa, ou seja,
incide um ué nico percentual sobre o valor total do salaé rio
de contribuiçaõ o.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
Chicaõ o recebe uma remuneraçaõ o mensal de R$ 2.335,00
Ralf recebe uma remuneraçaõ o mensal de R$ 2.330,00
Apesar de Chicão ter uma remuneração maior que a de
Ralf, apoé s o desconto da contribuiçaõ o previdenciaé ria, sua
remuneraçaõ o líéquida seraé menor que a de Ralf.

Empregado Remuneração Alíquota Contribuição Remuneração


do segurado Líquida

Chicaõ o R$ 2.335,00 11% R$ 256,85 R$ 2.078,15


Ralf R$ 2.330,00 9% R$ 209,70 R$ 2.120,30
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
Sempre que ocorrer mais de um víénculo empregatíécio
para os segurados empregado, trabalhador avulso e
empregado domeé stico, as remuneraçoõ es deveraõ o ser
somadas para o correto enquadramento na tabela,
respeitando-se o limite do salaé rio de contribuiçaõ o.
a) Quando a remuneraçaõ o global for igual ou inferior
ao limite máximo do salário de contribuição, a
contribuiçaõ o incidiraé sobre o total da remuneraçaõ o
recebida em cada fonte pagadora, sendo a alíéquota
determinada de acordo com a faixa salarial
correspondente ao somatoé rio de todas as remuneraçoõ es
recebidas.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
Exemplo 1: o segurado tem víénculo empregatíécio com
duas empresas.

A alíéquota de contribuiçaõ o desse empregado eé de 9%, nas


duas empresas, pois a soma das remuneraçoõ es recebidas
eé de R$ 1.300,00 e este valor enquadra-se na faixa de 9%.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
b) quando a remuneraçaõ o global for superior ao limite
máximo do salário de contribuição, o segurado
poderaé eleger qual a fonte pagadora que primeiro
efetuaraé o desconto, cabendo aà s que se sucederem
efetuar o desconto sobre a parcela do salaé rio de
contribuiçaõ o complementar até o limite maé ximo do
salaé rio de contribuiçaõ o, observada a alíéquota
determinada de acordo com a faixa salarial
correspondente aà soma de todas as remuneraçoõ es.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
EmpresaRemuneração Salário de % Contribuição
Contribuição
UM R$ 3.800,00 R$ 3.800,00 11 R$ 418,00
DOIS R$ 1.800,00 R$ 863,75 11 R$ 95,01
TOTAL R$ 5.300,00 R$ 4.663,75 11 R$ 513,01

Neste caso, a empresa “DOIS” descontaraé a contribuiçaõ o


do segurado somente sobre o valor que falta para
atingir o limite maé ximo do salaé rio de contribuiçaõ o. Em
ambas as empresas a alíéquota a ser aplicada eé de 11%.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
Exemplo 3: o segurado tem víénculo empregatíécio com
duas empresas.
EMPRESA Contribuição Salário de % contribuição
Contribuição
UM R$ 5.000,00 R$ 4.663,75 11 R$ 513,01
DOIS R$ 3.000,00 - 11 -
TOTAL R$ 8.000,00 R$ 4.390,24 11 R$ 513,01

Neste caso, a empresa “DOIS” naõ o descontaraé a


contribuiçaõ o do segurado, pois ele jaé contribui sobre o
teto na empresa “UM”.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
CONTRIBUIÇÃO SOBRE 13º SALÁRIO
EÁ devido quando do pagamento ou creé dito da ué ltima
parcela e deveraé ser calculado em separado e recolhido,
juntamente com a contribuiçaõ o a cargo da empresa, ateé
o dia 20 de dezembro, antecipando-se o vencimento
para o dia ué til imediatamente anterior se naõ o houver
expediente bancaé rio naquele dia.
Em caso de rescisão contratual havendo parcela de 13º
salaé rio, o recolhimento seraé ateé o dia 20 do meê s
seguinte ao da rescisaõ o, antecipando-se o pagamento se
naõ o houver expediente bancaé rio naquele dia.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
Atenção:
O 13º salaé rio não deve ser somado aà remuneraçaõ o
mensal para efeito de enquadramento na tabela de
salaé rios de contribuiçaõ o.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. CONTRIBUIÇÕES DOS
TRABALHADORES
RESPONSÁVEIS E PRAZOS DE RECOLHIMENTO
1. Empregado: a contribuiçaõ o eé descontada pela
empresa e deve ser recolhida ateé o dia 20 do meê s
seguinte.
2. Trabalhador Avulso Portuário: a contribuiçaõ o eé
descontada pelo OGMO (OÁ rgaõ o Gestor de Maõ o de Obra)
e deve ser recolhida ateé o dia 20 do meê s seguinte.
3. Trabalhador Avulso não Portuário: a contribuiçaõ o
eé descontada pela empresa tomadora de serviços e deve
ser recolhida ateé o dia 20 do meê s seguinte.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. Contribuições – Facultativo
• Os Segurados FACULTATIVOS contribuirão com:
• 20% para ter direito aà aposentadoria por tempo de
contribuiçaõ o.
• 11% caso renunciem a esse direito.
• 5% para o segurado sem renda proé pria que se dedique
exclusivamente ao trabalho domeé stico no aê mbito de
sua resideê ncia, desde que pertencente a famíélia de
baixa renda – Lei 12.470/2011, § 2º, b.

• O recolhimento deveraé ser feito pelo proé prio segurado


ateé dia 15 do meê s seguinte.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
3. Contribuições – CI

O contribuinte Individual contribuiraé na forma da tabela


a seguir :
QUANDO O CONTRIBUINTE O tomador do Vencimento
INDIVIDUAL serviço desconta a ALÍQUOTA no mês
PRESTAR SERVIÇO: contribuição? seguinte
a) Pessoa física ou
b) Quando exerce
atividade econômica
por conta própria ou NAÕ O 20% DIA 15
c) Quando se tratar de
brasileiro civil que
trabalha no exterior
para Organismo oficial
internacional do qual o
Brasil seja membro
efetivo

A empresa em geral SIM 11% DIA 20


A entidade beneficente de SIM 20% DIA 20
assistência social isenta das
contribuições sociais
A empresa em geral por SIM 11% DIA 20
intermédio de cooperativa (quem desconta eé
de trabalho a cooperativa)
A pessoa física, por SIM
intermédio de (quem desconta eé 20% DIA 20
Cooperativa de trabalho a cooperativa)
QUANDO O CONTRIBUINTE O tomador do
INDIVIDUAL serviço Vencimento
PRESTAR SERVIÇO: desconta a ALÍQUOTA no mês
contribuição? seguinte
A entidade em gozo de SIM
isenção, por intermédio de (quem desconta 20% DIA 20
cooperativa de trabalho eé a cooperativa)
A cooperativa de produção
(mesmo que seja associado SIM 11% DIA 20
à cooperativa)
a) A outro contribuinte 20% (mas pode
individual equiparado a deduzir, da sua
empresa ou contribuiçaõ o, 45% da
b) A produtor rural pessoa contribuiçaõ o do
física , ou NAÕ O contratante, limitada a DIA 15
c) A missão diplomática e 9% do
repartição consular de salaé rio-de-
carreira estrangeiras contribuiçaõ o.
Quando trabalhar por conta
própria, sem relação de
trabalho com empresa ou 11% sobre o salaé rio
equiparado, e optara pela NAÕ O míénimo DIA 15
exclusão do direito ao 5% (renuncia ap. por
benefício de aposentadoria tempo de
por tempo de contribuição. contribuiçaõ o)
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
4. Contribuições das Assoc. Desportivas
RECEITA DA CONTRIBUIÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES
DESPORTIVAS – art. 205 Decreto 3.048/99
A contribuição empresarial da associação desportiva que
mantenha equipe de futebol profissional, destinada à
seguridade social, em substituição às previstas no inciso I
do caput do art. 201e no art. 202, corresponde a 5% da
receita bruta decorrente dos espetáculos desportivos de
que participe em todo território nacional, em qualquer
modalidade desportiva, inclusive jogos internacionais, e de
qualquer forma de patrocínio, licenciamento de uso de
marcas e símbolos, publicidade, propaganda e transmissão
de espetáculos desportivos.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
4. Contribuições das Assoc. Desportivas
ATENÇÃO!
Esta contribuiçaõ o somente substitui as contribuiçoõ es
patronais sobre as remuneraçoõ es de empregados
trabalhadores avulsos e o RAT. Em relaçaõ o aos demais
segurados nada muda.
A contribuiçaõ o seraé devida:
 Em todo territoé rio nacional;
 Ainda que em jogo internacional;
 Vale para qualquer modalidade esportiva;
A associaçaõ o desportiva tem até 2 dias úteis para
efetuar o recolhimento.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
CONTRIBUIÇÃO DO PRODUTOR RURAL PESSOA
JURÍDICA

Decreto 3.048/91, art. 201 – A contribuição a cargo da


empresa, destinada à Seguridade Social é de:
IV – dois vírgula cinco por cento sobre o total da receita
bruta proveniente da comercialização da produção rural,
em substituição às contribuições previstas no inciso I do
caput e no art. 202, quando se tratar de pessoa jurídica
que tenha como fim apenas a atividade de produção
rural.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
CONTRIBUIÇÃO DO PRODUTOR RURAL PJ:

2,5% sobre o valor da comercializaçaõ o da produçaõ o


rural
0,1% em substituiçaõ o ao RAT de 1%, 2% ou 3%
0,25% para o SENAR
Quando o empregador rural pessoa juríédica contrata CI
ou cooperativa de trabalho, fica obrigado a pagar as
mesmas contribuiçoõ es que as empresas em geral pagam
em relaçaõ o a esses fatos geradores.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
CONTRIBUIÇÃO DA AGROINDÚSTRIA
A agroindué stria eé o conjunto de atividades relacionadas aà
transformaçaõ o de mateé rias-primas provenientes da
agricultura, pecuaé ria, aquicultura ou silvicultura.
Contribuirá com:
2,5% destinado à Seguridade Social (substituiçaõ o aà
alíéquota de 20% sobre as remuneraçoõ es pagas, devidas
ou creditadas aos segurados empregados e
trabalhadores avulsos)
0,1% em substituição ao RAT de 1%, 2% ou 3%
0,25% para o SENAR
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
Exceção: piscicultura, carcinicultura, suinocultura e
avicultura.
Florestamento e reflorestamento como fonte de mateé ria
prima para industrializaçaõ o proé pria mediante a
utilizaçaõ o de processo industrial que modifique a
natureza quíémica da madeira ou a transforme em pasta
celuloé sica – Lei 8212 art. 22 A.
Na agroindué stria naõ o ocorre subrogaçaõ o.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
PRODUTOR RURAL PESSOA FÍSICA e Pescador
Lei 8212/91, art. 25

Contribuiraé com 2,3% sobre o valor da comercializaçaõ o


da sua produçaõ o:
2,0% para a prevideê ncia
0,1% em substituiçaõ o ao RAT de 1%, 2% ou 3%
0,2% para o SENAR
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
CONSÓRCIO SIMPLIFICADO DE PRODUTORES RURAIS
PESSOA FÍSICA - Decreto 3.048/99, art. 25-A
EÁ uma foé rmula alternativa de contrataçaõ o de
trabalhadores rurais para atender aà s naturais demandas
de pequena duraçaõ o. Visa facilitar o produtor rural nas
obrigaçoõ es fiscais, trabalhistas e previdenciaé rias.
REQUISITOS:
• Participantes apenas pessoas fíésicas com
propriedades situadas em um mesmo municíépio ou
em municíépios limíétrofes (sem limite de participantes)
• Celebraçaõ o do Pacto de Solidariedade
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
• Cada produtor possui o seu CEI – Cadastro de empresa
individual;
• A matríécula seraé feita em nome do empregador
responsaé vel (eleito);
• O consoé rcio deveraé descontar e recolher as
contribuiçoõ es dos segurados empregados e terceiros;
• A contribuiçaõ o seraé de 2,3% sobre a receita bruta da
comercializaçaõ o da produçaõ o rural:
• 2,O% seguridade
• 0,1% a tíétulo de RAT
• 0,2% para o SENAR
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
CONTRIBUIÇÃO DO SEGURADO ESPECIAL

Contribui com 2,3% sobre a receita bruta da


comercializaçaõ o da produçaõ o rural:
2,0% para a Seguridade Social
0,1% para o RAT
0,2% para o SENAR

• Só contribui quando comercializa.


FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
A responsabilidade pelo recolhimento da contribuiçaõ o
previdenciaé ria do segurado especial eé de quem compra a
sua produçaõ o (adquirente, consumidor, consignataé rio ou
cooperativa) – subrogaçaõ o. Nesse caso o recolhimento
seraé dia 20 do meê s seguinte, antecipando o vencimento
caso naõ o seja dia ué til.
Quando ele comercializa a sua produçaõ o com adquirente
domiciliado no exterior, diretamente no varejo a
consumidor pessoa fíésica, a outro produtor rural pessoa
fíésica ou a outro segurado especial deveraé recolher a
contribuiçaõ o previdenciaé ria por iniciativa proé pria no dia
15 do meê s seguinte ao da comercializaçaõ o, prorrogando
o prazo caso naõ o seja dia ué til.
FINANCIAMENTO DA PREV. SOCIAL
5. Contribuições sobre a Produção Rural
p.ex.: supermercado que adquire hortifrué ti

PRPF FG Aquisiçaõ o de
(teê m empregado) produçaõ o
Segurado Esp.

SUBROGAÇÃO

2,00% Prevideê ncia


0,10% Prev. (RAT)
0,20% SENAR
2,30% Desconta e recolhe
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
6 . Contr. - Faturamento e o Lucro
PIS/COFINS;
CSLL
A contribuiçaõ o varia conforme o porte e o regime de
tributaçaõ o de cada empresa.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
7 . Contr. - Concurso de Prognósticos
CONTRIBUIÇÃO SOBRE A RECEITA DE CONCURSOS DE
PROGNÓSTICOS
Lei 8212 - Art. 26. Constitui receita da Seguridade Social
a renda líéquida dos concursos de prognoé sticos,
excetuando-se os valores destinados ao Programa de
Creé dito Educativo.

A contribuiçaõ o sobre a RECEITA DE CONCURSO DE


PROGNOÁ STICOS não é uma contribuição substitutiva,
como na comercializaçaõ o rural e a dos clubes de futebol,
mas “contribuição adicional” definida no Decreto
3.048/99.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
8. Contribuições do Importador
PIS/PASEP – importação
1,65% sobre a base de caé lculo

COFINS – importação
7,6% sobre a base de caé lculo
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Receitas de outras fontes
OUTRAS RECEITAS DA SEGURIDADE SOCIAL: Art. 27
da Lei 8.212/91
I - as multas, a atualizaçaõ o monetaé ria e os juros
moratoé rios;
II - a remuneraçaõ o recebida por serviços de arrecadaçaõ o,
fiscalizaçaõ o e cobrança prestados a terceiros;
III - as receitas provenientes de prestaçaõ o de outros
serviços e de fornecimento ou arrendamento de bens;
IV - as demais receitas patrimoniais, industriais e
financeiras;
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Receitas de outras fontes
V - as doaçoõ es, legados, subvençoõ es e outras receitas
eventuais;
VI - 50% (cinquenta por cento) dos valores obtidos e
aplicados na forma do paraé grafo ué nico do art. 243 da
Constituiçaõ o Federal;
VII - 40% (quarenta por cento) do resultado dos leiloõ es
dos bens apreendidos pelo Departamento da Receita
Federal;
VIII - outras receitas previstas em legislaçaõ o especíéfica.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Receitas de outras fontes
Lei 8212, art. 27 - Parágrafo único.

As companhias seguradoras que manteê m o seguro


obrigatoé rio de danos pessoais causados por veíéculos
automotores de vias terrestres, de que trata a Lei nº
6.194, de dezembro de 1974, deveraõ o repassar aà
Seguridade Social 50%*** (cinquenta por cento) do valor
total do preê mio recolhido e destinado ao Sistema UÁ nico
de Saué de-SUS, para custeio da assisteê ncia meé dico-
hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de
traê nsito.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
1. (médico perito do INSS/2006/FCC) Integram o
orçamento da Seguridade Social no aê mbito federal,
a) as receitas da Uniaõ o, dos impostos e receitas de
outras fontes.
b) as contribuiçoõ es sociais recolhidas pelas empresas,
incidentes sobre a folha de salaé rios, excluíédo o pequeno
produtor rural.
c) as contribuiçoõ es sociais recolhidas pelas empresas,
incidentes sobre o faturamento e o lucro.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
d) a receita do concurso de prognoé sticos e contribuiçoõ es
sobre os salaé rios de empregados, salvo para
aposentados que tenham retorno aà atividade.
e) as contribuiçoõ es dos trabalhadores, inclusive dos
servidores pué blicos sujeitos a regime proé prio de
prevideê ncia.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
2. (AFPS/2002/Esaf) Naõ o constitui receita das
contribuiçoõ es sociais:
a) a das empresas, incidentes sobre a remuneraçaõ o paga
ou creditada aos segurados a seu serviço.
b) as dos empregadores domeé sticos, incidentes sobre o
salaé rio-de-contribuiçaõ o dos empregados domeé sticos a
seu serviço.
c) as provenientes da Uniaõ o.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
d) as das empresas, incidentes sobre o faturamento e o
lucro.
e) as incidentes sobre a receita de concursos de
prognoé sticos.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
pagamento de 5% da receita líéquida resultante dos
espetaé culos desportivos de que participem em todo o
territoé rio nacional, em qualquer modalidade desportiva,
inclusive jogos internacionais, computadas as receitas
provenientes de quaisquer formas de patrocíénio,
licenciamento de uso de marcas e síémbolos, de
publicidade, propaganda e transmissaõ o de espetaé culos
desportivos, cabendo aà entidade promotora do evento a
responsabilidade pela retençaõ o de tais valores e pelo
respectivo recolhimento aos cofres da seguridade, no
prazo de quarenta e oito horas apoé s a sua realizaçaõ o.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
3.(Fiscal/INSS/98/Cespe-UnB/adaptada) Acerca do
financiamento da seguridade social, julgue os itens
seguintes:
I – O valor da contribuiçaõ o devida pelos bancos
comerciais, de investimentos ou desenvolvimento, cuja
base eé o total das remuneraçoõ es pagas ou creditadas a
qualquer tíétulo aos segurados empregados eé de 22,5%,
sendo reduzida para 17,5%, quando se tratarem de
pagamentos feitos a contribuintes individuais.

II – As associaçoõ es desportivas que mantenham equipe


de futebol profissional contribuiraõ o com o
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
III – As contribuiçoõ es devidas pelas empresas para
custeio dos benefíécios concedidos em razaõ o do grau de
incideê ncia de incapacidade laborativa proveniente de
riscos ambientais do trabalho seraõ o proporcionais aos
riscos presentes em cada uma das atividades
preponderantes por elas desenvolvidas e teraõ o como
base de caé lculo os respectivos faturamentos mensais.

Os itens que estaõ o errados saõ o:


a) I e II b) II e III c) I e III d)todos e) nenhum
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
4.JUIZ SUBSTITUTO 5ª REGIÃO – EÁ correto afirmar
que as entidades desportivas que manteê m clubes de
futebol profissional contribuem como as empresas em
geral.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
5.(Analista)TRF da 3ª reg.)2007)FCC) – De acordo com a
Constituiçaõ o Federal, as contribuiçoõ es do empregador,
da empresa e da entidade aà ela equiparada na forma da
lei, incidiraõ o, dentre outras, sobre:
a) Os rendimentos do trabalho pagos ou creditados
somente a tíétulo salarial, aà pessoa fíésica que lhe preste
serviço exclusivamente com víénculo empregatíécio.

b) A Folha de Salaé rios pagos aà pessoa fíésica que lhe


preste serviço exclusivamente com víénculo
empregatíécio.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
c) Todo e qualquer rendimento do trabalho com
natureza salarial pagos aà pessoa fíésica que lhe preste
serviço exclusivamente com víénculo empregatíécio.

d) Todo e qualquer rendimento do trabalho pago ou


creditado a tíétulo exclusivamente salarial, aà pessoa fíésica
ou juríédica que lhe preste serviço, mesmo sem víénculo
empregatíécio.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
e) A Folha de salaé rios e demais rendimentos do trabalho
pagos ou creditados, a qualquer tíétulo, aà pessoa fíésica
que lhe preste serviço, mesmo sem víénculo
empregatíécio.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
6. (Juiz do trabalho/TRT da 11ª região/2005/FCC)
Podem contribuir facultativamente para o regime geral
de prevideê ncia social:
a) a dona-de-casa, o estudante a partir dos quatorze
anos de idade e o presidiaé rio que naõ o exerce atividade
remunerada.

b) a dona-de-casa, o estudante a partir dos dezesseis


anos de idade e o servidor pué blico sem regime proé prio.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
c) a dona-de-casa, o estudante a partir dos dezesseis
anos de idade e a empregada domeé stica que trabalha
em imoé vel rural em atividade sem fins lucrativos.

d) a dona-de-casa, o trabalhador autoê nomo e o


brasileiro contratado no Brasil para trabalhar em filial
de empresa brasileira no exterior.

e) o segurado especial, o estudante a partir de dezesseis


anos de idade e o síéndico naõ o remunerado de
condomíénio.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
7. (Fiscal /INSS/98/Cespe-UnB/adaptada) Acerca do
financiamento da seguridade social, julgue os itens a
seguir:
I- O valor da contribuiçaõ o devida pelos bancos
comerciais, de investimento ou desenvolvimento, cuja
base eé o total das remuneraçoõ es pagas ou creditadas a
qualquer tíétulo aos segurados empregados, eé de 22,5%,
sendo reduzida para 17,5%, quando se tratarem de
pagamentos feitos a contribuintes individuais.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
II – As associaçoõ es desportivas que mantenham equipe de
futebol profissional contribuiraõ o com o pagamento de 5%
da receita líéquida resultante dos espetaé culos desportivos
de que participem em todo o territoé rio nacional, em
qualquer modalidade desportiva, inclusive jogos
internacionais, computadas as receitas provenientes de
quaisquer formas de patrocíénio, licenciamento de uso de
marcas e síémbolos, de publicidade, propaganda e
transmissaõ o de espetaé culos desportivos, cabendo aà
entidade promotora do evento a responsabilidade pela
retençaõ o de tais valores e pelo recolhimento aos cofres da
seguridade, no prazo de quarenta e oito horas apoé s a sua
realizaçaõ o.
FINANCIAMENTO DA S. SOCIAL
Exercícios de Fixação
III – As contribuiçoõ es devidas pelas empresas para
custeio dos benefíécios concedidos em razaõ o do grau de
incideê ncia de incapacidade laborativa proveniente de
riscos ambientais do trabalho seraõ o proporcionais aos
riscos presentes em cada uma das atividade
preponderantes por elas desenvolvidas e teraõ o como
base de caé lculo os respectivos faturamentos mensais.

Os itens que estaõ o errados saõ o:


a) I e II b) II e III c) I e III d) todos e) nenhum

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