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WORKSHOP

MEDOS E FOBIAS
O QUE SÃO MEDOS E FOBIAS?
O Medo é um sentimento instintivo a todo ser humano.

Está ligado à antecipação mental do perigo a ser enfrentado.

Naturalmente é uma ferramenta de defesa inerente a nossa natureza.

Frente ao perigo, todo o organismo se prepara para enfrentá-lo: o cérebro


libera mais substâncias, o coração manda mais sangue, a mente fica em
estado de alerta, os músculos ficam enrijecidos e a força física aumenta
substancialmente.
Mas o medo em excesso paralisa a pessoa e pode se transformar em
um desequilíbrio conhecido como: fobia.

O medo sentido por pessoas que têm fobia é completamente


diferente da ansiedade normal. Temos, como exemplo, agorafobia
(medo de grandes espaços, multidões e do escuro), acrofobia (medo
de lugares altos), claustrofobia (medos de lugares fechados) e muitas
outras.
Mas qual o por quê de lidarmos com a
nossa realidade dessa forma?
Todos nós vivemos em nosso mundo pessoal. O mundo que criamos
segundo nossas crenças absorvidas ao longo da vida.

Esse mundo é um campo energético oscilante, uma área de atuação


pessoal onde interagimos com outras pessoas e, consequentemente,
com outros mundos.
Somos rádios mudando de estação o tempo todo.

Este campo estendido é, simultaneamente, um transmissor e


um receptor, através do qual podemos identificar um perigo.
Aquilo a que se dá o nome de «instintos»,
na realidade, é o nosso campo estendido
detectando outro campo.

Quer se trate de um tigre com fome


ou de um caminhão descontrolado.
O plano físico não é um lugar cômodo para se estar.
Sente-se tudo tão separado, as pessoas
caminham como se começassem e terminassem
na sua pele, os objetos parecem ter texturas e
superfícies distintas e os acontecimentos
parecem ter começos e fins diferentes.
Mas já sabemos, cientificamente, que nada é sólido.
Os nossos cérebros é que processam todos estes
dados de energia e registra como se fosse algo sólido.
Não existem indivíduos, nem coisas separadas, nem
acontecimentos isolados.
Apenas energia fluindo, num ir e vir, num subir e
descer de frequências.
O medo é o guardião vigilante do portão que, muito
simplesmente, impede que sintas, nos teus campos,
as frequências de energia que estão além do seu
conhecimento.
O medo encontra-se enraizado nos sistemas de
crenças ou nas opiniões acerca da realidade,
embora não tenham qualquer relação com
a realidade em si mesma.
É apenas a tentativa de evitar que o fluxo natural da
vida siga seu trilho. Tudo é fluxo de energia.
Como podemos viver sem nos permitirmos viver?
Para a Acupuntura Emocional sem Agulhas, todo
desequilíbrio, que chamamos de doença, é um
bloqueio desses fluxos energéticos

Por isso que temos sensações específicas como


taquicardia, dor no estômago, mente elétrica e
descontrolada, músculos enrijecidos... Dependendo
do local do bloqueio, temos reações diferentes.
EXEMPLO DESSES SINAIS:
Quando vivemos momentos de irritação com pessoas
próximas e que atrasam nosso desenvolvimento
pessoal e profissional. Quando nos sentimos
obrigados a fazer o que não gostamos, persuadidos
por pessoas de quem dependemos de alguma forma,
surgirá, com certeza, alguma alergia.
Ansiedade, preocupações, medos e todo tipo de
ressentimentos provocam excesso de secreção de
adrenalina que implica o afrouxamento dos músculos
do estômago reduzindo-lhe a capacidade de
contração. Dessa forma, com o estômago inativo, o
excesso de sangue precisará ser enviado às outras
partes do corpo, que causará certas alterações.
Exemplo: na cabeça, deixará a pessoa bastante
agressiva; no coração aumentará os batimentos
cardíacos e no fígado fará com que este devolva o
excesso de glicose para o sangue, aumentando o nível
de açúcar na corrente sanguínea.
A pessoa que fica pensando de maneira obsessiva em
fatos que, muitas vezes, fogem ao seu controle; mas
nem por isso consegue se desligar é uma possível
vítima da cefaleia.
Como em tudo no universo, para cada ação temos uma
reação. O nosso corpo é muito sábio. São entidades
milagrosas, com consciência própria, que se autorregulam de
uma forma extraordinária.

Mas essas entidades se sujeitam a nossa mente.


Mas como funciona nossa mente?
Já sabemos que somos campos energéticos entrando
em conexão com outros campos o tempo todo.

E o principal é o campo da Realidade de consenso.

O que chamamos de Inconsciente Coletivo.


Existem muitas razões que podem levar os teus campos a
ressoar com a realidade de consenso.
A primeira é que nasceste nela;

Nota como os bebês estão sempre entusiasmados.

Nessa altura da tua vida eras como uma esponja, pronta para
absorver tudo o que aparecesse no caminho.
Através dessa absorção podes ter recolhido, por
exemplo, as seguintes «impressões»:

«Devo trabalhar duramente para conseguir vencer na vida.»


«Sou um macho provedor.»
«O amor é caprichoso; não caias nas suas armadilhas.»
«Se não fores o primeiro, não serás nada.»
«Tudo que é bom dura pouco.»

A lista é interminável.
Portanto, sempre que contatamos com o campo de alguém
que esteja a transmitir numa frequência – seja ela positiva
ou negativa - poderemos captar essa vibração, amplificá-la e
devolvê-la à pessoa que a emite como uma espécie de retro
alimentação; logo depois recebemos de retorno uma dose
ainda mais poderosa, voltamos a amplificar e a devolver... e
assim sucessivamente.
Qualquer pensamento e sentimento discordante emitido por
um ser humano deve primeiro vibrar pelo e através do
cérebro e corpo do emissor, antes de chegar ao resto do
universo, quando então recomeça sua viagem de volta, se
juntando a outras vibrações da mesma espécie (positiva ou
negativa) e chega com um acréscimo que sobrecarrega o
mundo deste ser humano.
E tudo isto ocorre antes que percebamos, sequer, se a
retroalimentação é positiva ou negativa.

Arruinamos a harmonia de um dia ou de uma vida inteira


sem que nada tenhamos feito para que tal sucedesse...

Ao menos conscientemente graças a nossa ignorância!


Saindo da Ignorância...
Vamos entender melhor essas vibrações.
Os 7 corpos
Cada um deles vibra em uma
frequência específica.
Precisamos perceber que o motivo de termos tanta dificuldade de
lidar com os medos e as fobias é que tentamos racionalizar nossas
emoções.

Observe que temos corpos emocionais e mentais.


Tudo separado.

Mas nem todas as nossas dores


estão em nossas lembranças conscientes.
Um exemplo disso é que muitas vezes a nossa mente
racional acha uma bobagem ter medo de baratas. Mas
isso não diminui a fobia.
O registro desencadeador do medo pode estar em um período
em que não temos lembranças alguma.

E mesmo que esteja em nossas memórias, o corpo afetado é o


Emocional. Caso contrário todo mundo que se expõe a uma
mesma situação teria a mesma reação.

Mas não é isso que acontece.

Cada pessoa reage diferente.


Se a dor está no corpo emocional, ou vibracional como
chamamos, é lá que precisamos encontrar o bloco energético, o
bloqueio que está gerando a dor, o medo, a fobia, a depressão e
toda uma miríade de desequilíbrios.

Essas dores não falam a linguagem do intelecto.


Ela tem uma linguagem própria.

Se é no corpo vibracional, é com tratamento vibracional,


que conseguimos tratar esse bloqueio.
É por isso que temos tanta dificuldade de lidar com tantas
situações.

Tentamos racionalizar tudo.

Mas a frequência mental é diferente da frequência


emocional.
E ainda tem um agravante!
Esses blocos energéticos, assim como tudo no universo, quando
alimentados por nossas emoções são qualificadas por essas emoções
e criam vida própria.

O bloco percebe que para se manter vivo precisa conservar a


frequência de sua emoção.

Tudo. Desde um elemento subatômico às nossas células. Tudo tem


inteligência própria lembra?

Quando alimentados por sentimentos profundos se tornam formas


emocionais que se alimentam das situações que a criaram.

Assim criamos nossos próprios demônios e vampiros.


A barata se transforma em um monstro, o mar em um
abismo, o avião numa sentença de morte, a rua num campo
minado.

Assim, sem percebermos, nossa vida entra em um eterno


ciclo repetitivo de momentos que nos levam a encarar as
mesmas emoções.

Tudo porque o medo que você criou se alimenta do


sentimento que ele provoca em você.
Ficamos reféns das nossas próprias criações.
Como isso dói, nos isolamos, tentamos fugir dessas
situações e criamos as fobias.

E o ciclo continua até identificarmos o bloco, dissolvê-


lo e permitir que a vida volte ao fluxo natural.
De fato, através da ressonância, os pensamentos e as
emoções que mantemos acerca de si mesmos possuem um
enorme impacto sobre a consciência do corpo: o medo da
doença ou da morte pode, literalmente, programá-lo para
que adoeça.

Corrompemos nosso DNA!


Filminhos!!!
Nossa mente constrói e destrói, o tempo todo, nossa realidade.

Não importa o quê, como, consciente ou inconscientemente.

Onde fixamos nossa atenção, estamos dando poder.

Estamos trazendo para nosso campo e dando uma função


específica dentro da nossa vida.
Mas eu tenho uma boa notícia!
A realidade que experimentamos hoje, reflete a nossa
noção do que é a realidade.

E isso é bom.

Não importa se a sua vida hoje é difícil.

Se parares para pensar verificarás que, se não fosse assim,


o Universo estaria à mercê do acaso.

Não teríamos nenhum controle e nem razão de estarmos aqui.


Uma mente em desequilíbrio gera um corpo em
desequilíbrio que gera uma vida em
desequilíbrio. Por isso a nossa primeira parada
da longa trilha da Plenitude começa em

conhecer a si mesmo.
Mas conhecer a si mesmo é descobrir que não
fazemos a menor ideia de quem somos!

É reconhecer que não somos esse amontoado de


crenças que chamamos de personalidade.

Somos muito mais.


Não julgues o medo como algo «mau»!

Ele é, de fato, um excelente professor no que toca a


determinadas lições.

Mas encara-o – e isto é urgente – como aquilo que, na


verdade, ele é: simplesmente energia!

Uma frequência de tantas que geramos todos os dias.


Nada mais.
Mas estamos prontos para reconhecer que não
somos o que achamos que somos?

Estamos dispostas a desconstruir essa pilha de


pedras, conceitos, crenças que formam a
autoimagem distorcida que construímos durante
tantos anos?
Lembra que falamos sobre os
Campos de Ressonância de Consenso?

A verdade é que estamos criando com moldes pré-fabricados.


Presos inconscientemente a outros campos.
Estamos seguindo os passos ou determinações de outras pessoas.
E isso é tudo o que nos resta porque não sabemos quem somos.
E quando somos forçados a trilhar novos caminhos, porque essa é a
função da vida, perdemos o norte, nos sentimos perdidos, com medo,
desamparados...
Não fazemos a menor ideia do poder que temos
como co-criadores(as) da vida.
Se crês que o mundo é um lugar inóspito, regido por
um deus iracundo e vingativo, assim será para ti!

Se acreditas que o Universo é benévolo e que o


Espírito, a Fonte de tudo e todos, te guia a cada passo,
será isso o que experimentarás.
«O Universo reformula-se a si mesmo de acordo
com a imagem que cada um tem da realidade».
Por exemplo:
Se o «quadro de realidade» acerca de ti mesmo for:

«não passo de um insignificante ser humano,


sem qualquer valia»,

e alguém te menospreza, tu assimilarás a experiência


como um reforço mental e emocional do
«quadro de realidade»
que guardas acerca de ti mesmo.
Perceba que, na verdade, a outra pessoa não te
ofendeu mas reagiu a alguma «ameaça» que tu
representas para ela.

Foi algo que fizeste ou disseste, algo que tem a ver


com a forma como tu a vês, que lhe despertou certas
memórias que nada têm a ver contigo.
Isso é a ressonância dos campos energéticos que
vivenciamos todos os dias.

Você pode dizer que isso é natural.


Faz parte da vida...

E é natural até o ponto em que não temos


controle sobre o ato diário de criar.
Mas agora caminhamos para saber!

Logo, não teremos desculpas e as nossas reações


às ações do Campo de Ressonância de Consenso,
serão Escolhas Conscientes!
E aí?!
Tudo ocorre através da ressonância, a qual é
imparcial em face da energia «boa» ou «má».

É desta forma que criamos a nossa realidade.


A Vida é um grande mistério, não a ser desvendado, mas a
ser vivenciado. Por isso se chama Vida.

E é impossível desvendar o mistério através das crenças,


porque só se pode crer naquilo que já se conhece.

Se desarmar e se abrir ao desconhecido é viver.


Mas é claro que isso gera medo, porque fomos
condicionados a manter nosso universo dentro
dos parâmetros, dos limites das velhas crenças.
Todo desequilíbrio tem sua raiz em um ou em um
amontoado de peças do grade quebra-cabeças de
crenças que carregamos.

E é ai que entram as crises.

Os gritos de socorro conscientes ou não.

Obviamente, determinar essa raiz do problema é a


chave do sucesso para qualquer tratamento.
Temos 14 técnicas oferecidas aqui no Vidya que podem te
ajudar nessa caminhada. Nessa busca pela raiz que te
impede de viver a Plenitude da Vida.

Hoje falaremos da Acupuntura Emocional sem Agulhas. Que


tanto pode ser feito com o auxílio profissional como sozinho.

A diferença é que o profissional consegue adentrar mais


profundamente nessas raízes dos desequilíbrios. Mas vou
ensinar o básico para você começar a se tratar.
A EFT não irá anular a memória do evento que
possa estar causando o medo ou a fobia.

Ela eliminará a reação negativa em relação ao


evento ou ao medo em si.
O que precisamos saber é que as Fobias são blocos
energéticos criados por nós.

Lembre-se que a nossa energia está onde


está a nossa atenção.

Se damos atenção, damos poder.

Quando damos poder estamos criando.


Encare sua dor! Ela foi criada por você! Ela é você!
Se a dor é reprimida ela cresce, se você a
expressar, ela diminui. Com a alegria ocorre
totalmente o oposto: se você reprimir a alegria,
ela diminui; se você a expressar ela aumenta."

(Osho)
SORTEIO!!!