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CURSO PARA INTEGRANTES

DA CIPA
ASSUNTOS ABORDADOS
• 1 - Organização da CIPA e outros assuntos necessários ao
exercício das atribuições da comissão;
• 2 - Noções sobre acidentes e doenças do trabalho
decorrente de exposição aos riscos existentes na empresa;
• 3 - Noções sobre legislações trabalhistas e previdenciária
relativas à segurança do trabalho;
• 4 - Metodologia de investigação e análise de acidentes e
doenças do trabalho
• 5 - Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de
controle dos riscos;
• 6 - Estudo do ambiente das condições de trabalho, bem
como dos riscos originados do processo produtivo;
• 7 - Noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
– AIDS e medidas de prevenção;
ASSUNTOS ABORDADOS
MODULO I
• DO OBJETIVO
• DA CONSTIITUIÇÃO
• DA ORGANIZAÇÀO
• DESIGNADO CIPA
• DAS ATRIBUIÇÕES
• DO FUNCIONAMENTO
• DO TREINAMENTO
• DO PROCESSO ELEITORAL
• DAS CONTRATANTES E CONTRATADAS
• ACIDENTE DE TRABALHO
• AGRAVAMENTO DE ACIDENTE DE TRABALHO
• LEGISLACÃO ACIDENTÁRIA E DE SEGURANÇA DO TRABALHO
• DOENÇA PROFISSIONAL E DOENÇA DO TRABALHO.
ASSUNTOS ABORDADOS
MODULO II
• LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA
• PREVENÇÃO DE ACIDENTES
• BENEFÍCIOS DO INSS E GARANTIA DO EMPREGO
• RISCOS, MAPA DE RISCOS E SIMBOLOGIA DE RISCOS
• IDENTIFICAÇÃO, QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS
RISCOS
• CAUSAS E ACIDENTE DE TRABALHO
• PRINCÍPIOS GERAIS DA HIGIENE NO TRABALHO
• PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
• METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES
• FOGO,CLASSE DE INCENDIO E AGENTES EXTINTORES
• NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
ASSUNTOS ABORDADOS
MODULO III
• PLANO DE EMERGENCIA
• AIDS E HIV
A sigla CIPA significa:

COMISSÃO
INTERNA DE
PREVENÇÃO DE
ACIDENTES
DO OBJETIVO

5.1 A Comissão Interna de Prevenção de


Acidentes - CIPA - tem como objetivo a
prevenção de acidentes e doenças
decorrentes do trabalho, de modo a
tornar compatível permanentemente o
trabalho com a preservação da vida e a
promoção da saúde do trabalhador.
DO OBJETIVO
O inciso II do art. 20 da lei nº 8.213 de 24 de
Julho de 1991, define doença do trabalho como:
“A adquirida ou desencadeada em função
de condições especiais em que o trabalho é
realizado e com ele se relacione
diretamente, constante no anexo II do Decreto
no 3.048/1999 (Agentes patogênicos causadores
de doenças profissionais ou do trabalho,
conforme previsto no art. 20 da lei nº 8.213 de
1991).” Exemplo(s): Disacusia (surdez) em
trabalho realizado em local extremamente
ruidoso.
DO OBJETIVO
Doença ocupacional ou profissional o inciso I do
art. 20 da lei nº 8.213 de 24 de Julho de 1991,
define doença ocupacional ou profissional como: “A
produzida ou desencadeada pelo exercício do
trabalho peculiar a determinada atividade e
constante da respectiva relação elaborada pelo
Ministério do Trabalho e da Previdência Social,
presente no anexo II do Decreto no 3.048/1999
(Agentes patogênicos causadores de doenças
profissionais ou do trabalho, conforme previsto no
art. 20 da lei nº 8.213 de 1991).”
Exemplo(s): Saturnismo (intoxicação provocada
pelo chumbo) e Silicose (sílica).
DO OBJETIVO
Não são consideradas como doença do
trabalho:
 A doença degenerativa;

 A inerente a grupo etário;

 A que não produza incapacidade laborativa;


Doença endêmica adquirida por segurado
habitante de região em que ela se desenvolva,
salvo comprovação de que é resultante de
exposição ou contato direto determinado pela
natureza do trabalho
DA CONSTITUIÇÃO

NR 5.2- Devem constituir a CIPA, por


estabelecimento, e mantê-la em regular
funcionamento, as empresas privadas,
públicas, sociedades de economia mista,
órgãos da administração direta e indireta,
instituições beneficentes, associações
recreativas, cooperativas, bem como
outras instituições que admitam
trabalhadores como empregados.
DA CONSTITUIÇÃO

5.3 As disposições contidas nesta NR


aplicam-se, no que couber, aos
trabalhadores avulsos e às entidades que
lhes tomem serviços, observadas as
disposições estabelecidas em Normas
Regulamentadoras de setores econômicos
específicos.
DA CONSTITUIÇÃO

5.4 A empresa que possuir em um mesmo


município dois ou mais estabelecimentos,
deverá garantir a integração das CIPA e
dos designados, conforme o caso, com o
objetivo de harmonizar as políticas de
segurança e saúde no trabalho.
(Revogado pela Portaria SIT 247/2011)
DA CONSTITUIÇÃO

5.5 As empresas instaladas em centro


comercial ou industrial estabelecerão,
através de membros de CIPA ou
designados, mecanismos de integração
com objetivo de promover o
desenvolvimento de ações de prevenção
de acidentes e doenças decorrentes do
ambiente e instalações de uso coletivo,
podendo contar com a participação da
administração do mesmo.
DA ORGANIZAÇÃO

5.6 A CIPA será composta de


representantes do empregador e dos
empregados, de acordo com o
dimensionamento previsto no Quadro I
desta NR, ressalvadas as alterações
disciplinadas em atos normativos para
setores econômicos específicos.
5.6 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados.

Membros EFETIVOS DA CIPA diz que é 1 Membros SUPLENTES DA CIPA diz que é 1
representante do EMPREGADOR e 1 representante do EMPREGADOR e 1
representante dos EMPREGADOS representante dos EMPREGADOS
DA ORGANIZAÇÃO

5.6.1 Os representantes dos


empregadores, titulares e suplentes
serão por eles designados.

5.6.2 Os representantes dos


empregados, titulares e suplentes, serão
eleitos em escrutínio secreto, do qual
participem, independentemente de
filiação sindical, exclusivamente os
empregados interessados.
DA ORGANIZAÇÃO

PAPEL DO CIPEIRO
O Cipeiro ou Cipista é um funcionário eleito por voto
escrutínio ou escolhido pelo empregador para
representar o empregador e os empregados diante a
comissão, sobre os assuntos relativos à segurança do
trabalho. O Primeiro passo é ele acreditar que algo
pode ser feito para prevenção de acidentes em sua
empresa, deve o cipeiro, portanto: ser receptivo no
que diz respeito à prevenção, participar do
treinamento para membros da CIPA, buscar e
propor soluções para os problemas de
segurança e saúde de todos da empresa.
DA ORGANIZAÇÃO
PLANO DE AÇÃO DA CIPA
 PLANEJAMENTO - É estabelecer o que o grupo de
trabalho vai realizar no futuro, baseando-se nas
necessidades e deficiências da organização, respeitando a
política e regulamentos da empresa.
 ORGANIZAÇÃO - Estabelecer e fixar objetivos claros,
distribuindo as tarefas e responsabilidades adequadas à
competência e disponibilidade de cada cipeiro.
 CONTROLE - Limitar os planos no sentido pré
estabelecido, para garantir que os mesmos não se
desviem ou diluam de seu objetivo.
 AVALIAÇÃO - Checar os resultados, apurando as
distorções e corrigir as falhas mediante a um
replanejamento.
DA ORGANIZAÇÃO

5.6.3 O número de membros titulares e


suplentes da CIPA, considerando a ordem
decrescente de votos recebidos,
observará o dimensionamento previsto no
Quadro I desta NR, ressalvadas as
alterações disciplinadas em atos
normativos de setores econômicos
específicos.
DA ORGANIZAÇÃO

5.6.4 Quando o estabelecimento não se


enquadrar no Quadro I, a empresa
designará um responsável pelo
cumprimento dos objetivos desta
NR, podendo ser adotados mecanismos
de participação dos empregados, através
de negociação coletiva.
Designado da CIPA
Quando o dimensionamento da NR 5
não obrigar a empresa a constituir uma
CIPA tradicional com votação, a
empresa designará uma pessoa para
fazer o trabalho da CIPA, é o que
chamamos de Designado de CIPA.
Não importa tamanho ou segmento,
toda empresa precisa ter CIPA.
Designado da CIPA
Já que ele é a CIPA da empresa,
logicamente ele irá fazer o trabalho da
CIPA. Só não poderá fazer reuniões
ordinárias, pois é impossível fazer reunião
sozinho. Ele pode preencher relatórios
analisando a situação da empresa no
que se refere a segurança do trabalho
e indicar melhorias a serem realizadas.
Podemos dizer que o trabalho do Designado
é o mesmo trabalho da CIPA com ressalva
ás reuniões ordinárias.
Designado da CIPA
Qualquer funcionário, independente de
cargo, salário e etc pode ser designado. A
única exigência é que seja de fato
funcionário no padrão celetista (CLT).

Não é preciso depois das alterações da NR


5 que ocorreram em 2011 não é necessário
protocolar nada da CIPA no Ministério do
Trabalho e Emprego.
Designado da CIPA
Somente é necessário enviar ao sindicato
documento informando o início de
processo eleitoral CIPA NR 5.38.1, e
como nesse caso não tem processo
eleitoral não tem comunicado.

Não tem garantia de emprego


(estabilidade) é válida apenas para
cipeiros eleitos pelos funcionários segundo
a NR 5 item 5.8.
Designado da CIPA
Para empossar e
atender a legislação a
empresa precisa usar
o Formulário um
próprio para este fim.
Designado da CIPA
Um ano de mandato tal qual a CIPA
“convencional”, duração 20 horas.
O conteúdo ministrado deve atender o que
rege a NR 5 item 5.33 letra “A” até letra
“G”.
Todo ano o Designado deve passar por
treinamento, tal qual ocorrem com a
CIPA. Mesmo se o Designado permanecer
o mesmo por anos, mesmo assim, ele
precisará passar pelo treinamento todo ano.
Designado da CIPA
IMPORTANTE

Guardar toda documentação referente ao


designado.

Dar condição de trabalho de CIPA ao


designado.
Designado da CIPA
5.33 O treinamento para a CIPA deverá
contemplar, no mínimo, os seguintes itens:
a)estudo do ambiente, das condições de
trabalho, bem como dos riscos originados do
processo produtivo;
b)metodologia de investigação e análise de
acidentes e doenças do trabalho;
c)noções sobre acidentes e doenças do trabalho
decorrentes de exposição aos riscos existentes
na empresa;
Designado da CIPA
d) noções sobre a Síndrome da
Imunodeficiência Adquirida - AIDS, e medidas
de prevenção;

e) noções sobre as legislações trabalhista e


previdenciária relativas à segurança e saúde no
trabalho;
Designado da CIPA
f)princípios gerais de higiene do trabalho e de
medidas de controle dos riscos;

g)organização da CIPA e outros assuntos


necessários ao exercício das atribuições da
Comissão.
DA ORGANIZAÇÃO

5.7 O mandato dos membros eleitos da


CIPA terá a duração de um ano, permitida
uma reeleição.

5.8 É vedada a dispensa arbitrária ou


sem justa causa do empregado eleito
para cargo de direção de Comissões
Internas de Prevenção de Acidentes
desde o registro de sua candidatura até
um ano após o final de seu mandato.
DA ORGANIZAÇÃO

5.9 Serão garantidas aos membros da CIPA


condições que não descaracterizem suas
atividades normais na empresa, sendo
vedada a transferência para outro
estabelecimento sem a sua anuência,
ressalvado o disposto nos parágrafos
primeiro e segundo do artigo 469, da
CLT.
DA ORGANIZAÇÃO

469, da CLT
Ao empregador é vedado transferir o
empregado, sem a sua anuência, para
localidade diversa da que resultar do
contrato, não se considerando
transferência a que não acarretar
necessariamente a mudança do seu
domicílio .
DA ORGANIZAÇÃO

469, da CLT
§ 1º - Não estão compreendidos na
proibição deste artigo: os empregados
que exerçam cargo de confiança e
aqueles cujos contratos tenham como
condição, implícita ou explícita, a
transferência, quando esta decorra de real
necessidade de serviço.
DA ORGANIZAÇÃO

469, da CLT
§ 2º - É licita a transferência quando
ocorrer extinção do estabelecimento em
que trabalhar o empregado.
DA ORGANIZAÇÃO
469, da CLT
§ 3º - Em caso de necessidade de
serviço o empregador poderá transferir
o empregado para localidade diversa da
que resultar do contrato, não obstante as
restrições do artigo anterior, mas, nesse
caso, ficará obrigado a um
pagamento suplementar, nunca
inferior a 25% (vinte e cinco por cento)
dos salários que o empregado percebia
naquela localidade, enquanto durar essa
situação.
DA ORGANIZAÇÃO
5.10 O empregador deverá garantir que
seus indicados tenham a representação
necessária para a discussão e
encaminhamento das soluções de
questões de segurança e saúde no
trabalho analisadas na CIPA.
DA ORGANIZAÇÃO
• 5.11 O empregador designará entre
seus representantes o Presidente da
CIPA, e os representantes dos
empregados escolherão entre os
titulares o vice-presidente.
DA ORGANIZAÇÃO
5.12 Os membros da CIPA, eleitos e
designados serão empossados no
primeiro dia útil após o término do
mandato anterior.

5.13 Será indicado, de comum acordo


com os membros da CIPA, um secretário
e seu substituto, entre os componentes
ou não da comissão, sendo neste caso
necessária a concordância do
empregador.
DA ORGANIZAÇÃO
5.14 A documentação referente ao processo
eleitoral da CIPA, incluindo as atas de
eleição e de posse e o calendário anual
das reuniões ordinárias, deve ficar no
estabelecimento à disposição da
fiscalização do Ministério do Trabalho e
Emprego.
5.14 Empossados os membros da CIPA, a empresa deverá
protocolizar, em até dez dias, na unidade descentralizada do
Ministério do Trabalho, cópias das atas de eleição e de posse e o
calendário anual das reuniões ordinárias.(Alteração dada
pela Portaria SIT 247/2011)
DA ORGANIZAÇÃO
5.14.1 A documentação indicada no item
5.14 deve ser encaminhada ao Sindicato
dos Trabalhadores da categoria, quando
solicitada.

5.14.2 O empregador deve fornecer cópias


das atas de eleição e posse aos membros
titulares e suplentes da CIPA, mediante
recibo.
DA ORGANIZAÇÃO
5.15 A CIPA não poderá ter seu número de
representantes reduzido, bem como não
poderá ser desativada pelo empregador,
antes do término do mandato de seus
membros, ainda que haja redução do
número de empregados da empresa,
exceto no caso de encerramento das
atividades do estabelecimento.
5.15 Protocolizada na unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e
Emprego, a CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido, bem
como não poderá ser desativada pelo empregador, antes do término do mandato
de seus membros, ainda que haja redução do número de empregados da empresa,
exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento.(Alteração
dada pela Portaria SIT 247/2011)
DAS ATRIBUIÇÕES

Para que os objetivos da CIPA sejam


alcançados, é interessantes que seja feita
uma divisão de trabalho entre seus
membros, a qual possibilite que cada um
desempenhe bem o seu papel. Elas devem,
porém, ser adaptadas às finalidades da
CIPA na empresa.
DAS ATRIBUIÇÕES
a) identificar os riscos do processo de
trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a
participação do maior número de
trabalhadores, com assessoria do SESMT,
onde houver;

b) elaborar plano de trabalho que possibilite


a ação preventiva na solução de problemas
de segurança e saúde no trabalho;
DAS ATRIBUIÇÕES
c) participar da implementação e do controle
da qualidade das medidas de prevenção
necessárias, bem como da avaliação das
prioridades de ação nos locais de trabalho;

d) realizar, periodicamente, verificações nos


ambientes e condições de trabalho visando a
identificação de situações que venham a
trazer riscos para a segurança e saúde dos
trabalhadores;
DAS ATRIBUIÇÕES
e) realizar, a cada reunião, avaliação do
cumprimento das metas fixadas em seu
plano de trabalho e discutir as situações de
risco que foram identificadas;

f) divulgar aos trabalhadores informações


relativas à segurança e saúde no trabalho;
DAS ATRIBUIÇÕES
g) participar, com o SESMT, onde houver, das
discussões promovidas pelo empregador,
para avaliar os impactos de alterações no
ambiente e processo de trabalho
relacionados à segurança e saúde dos
trabalhadores;
h) requerer ao SESMT, quando houver, ou ao
empregador, a paralisação de máquina ou
setor onde considere haver risco grave e
iminente à segurança e saúde dos
trabalhadores;
DAS ATRIBUIÇÕES
i) colaborar no desenvolvimento e
implementação do PCMSO e PPRA e de
outros programas relacionados à segurança
e saúde no trabalho;

j) divulgar e promover o cumprimento das


Normas Regulamentadoras, bem como
cláusulas de acordos e convenções coletivas
de trabalho, relativas à segurança e saúde
no trabalho;
DAS ATRIBUIÇÕES
• l) participar, em conjunto com o SESMT,
onde houver, ou com o empregador da
análise das causas das doenças e acidentes
de trabalho e propor medidas de solução
dos problemas identificados;

• m) requisitar ao empregador e analisar as


informações sobre questões que tenham
interferido na segurança e saúde dos
trabalhadores;
DAS ATRIBUIÇÕES
n) requisitar à empresa as cópias das CAT
emitidas;

o) promover, anualmente, em conjunto com o


SESMT, onde houver, a Semana Interna de
Prevenção de Acidentes do Trabalho -
SIPAT;

p) participar, anualmente, em conjunto com a


empresa, de Campanhas de Prevenção da
AIDS.
DAS ATRIBUIÇÕES
5.17 Cabe ao empregador proporcionar aos
membros da CIPA os meios necessários ao
desempenho de suas atribuições, garantindo
tempo suficiente para a realização das
tarefas constantes do plano de trabalho.
DAS ATRIBUIÇÕES
5.18 Cabe aos empregados:
a)participar da eleição de seus representantes;
b)colaborar com a gestão da CIPA;
c)indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador
situações de riscos e apresentar sugestões
para melhoria das condições de trabalho;
d)observar e aplicar no ambiente de trabalho
as recomendações quanto a prevenção de
acidentes e doenças decorrentes do
trabalho.
DAS ATRIBUIÇÕES
5.19 Cabe ao Presidente da CIPA:
a)convocar os membros para as reuniões da CIPA;
b)coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando
ao empregador e ao SESMT, quando houver, as
decisões da comissão;
c)manter o empregador informado sobre os
trabalhos da CIPA;
d)coordenar e supervisionar as atividades de
secretaria;
e)delegar atribuições ao Vice-Presidente;
DAS ATRIBUIÇÕES
5.20 Cabe ao Vice-Presidente:
a)executar atribuições que lhe forem delegadas;

b)substituir o Presidente nos seus impedimentos


eventuais ou nos seus afastamentos
temporários;
DAS ATRIBUIÇÕES
5.21 O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA, em
conjunto, terão as seguintes atribuições:
a) cuidar para que a CIPA disponha de condições
necessárias para o desenvolvimento de seus
trabalhos;

b) coordenar e supervisionar as atividades da


CIPA, zelando para que os objetivos propostos
sejam alcançados;

c)delegar atribuições aos membros da CIPA;


DAS ATRIBUIÇÕES
d) promover o relacionamento da CIPA com o
SESMT, quando houver;

e) divulgar as decisões da CIPA a todos os


trabalhadores do estabelecimento;

f) encaminhar os pedidos de reconsideração das


decisões da CIPA;

g) constituir a comissão eleitoral.


DAS ATRIBUIÇÕES
5.22 O Secretário da CIPA terá por atribuição:
a) acompanhar as reuniões da CIPA, e redigir as
atas apresentando-as para aprovação e
assinatura dos membros presentes;

b) preparar as correspondências; e

c) outras que lhe forem conferidas.


DO FUNCIONAMENTO
5.23 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de
acordo com o calendário preestabelecido.

5.24 As reuniões ordinárias da CIPA serão


realizadas durante o expediente normal da
empresa e em local apropriado.

5.25 As reuniões da CIPA terão atas assinadas


pelos presentes com encaminhamento de cópias
para todos os membros.
DO FUNCIONAMENTO

5.26 As atas devem ficar no estabelecimento


à disposição da fiscalização do Ministério
do Trabalho e Emprego.

5.26 As atas ficarão no estabelecimento à disposição dos Agentes


da Inspeção do Trabalho - AIT.(Alteração dada pela Portaria SIT
247/2011)
DO FUNCIONAMENTO

5.27 Reuniões extraordinárias deverão ser


realizadas quando:
a) houver denúncia de situação de risco grave e
iminente que determine aplicação de medidas
corretivas de emergência;
b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal;
c) houver solicitação expressa de uma das
representações.
DO FUNCIONAMENTO
5.28 As decisões da CIPA serão
preferencialmente por consenso.

5.28.1 Não havendo consenso, e frustradas as


tentativas de negociação direta ou com
mediação, será instalado processo de
votação, registrando-se a ocorrência na ata
da reunião.
DO FUNCIONAMENTO
5.29 Das decisões da CIPA caberá pedido de
reconsideração, mediante requerimento
justificado.

5.29.1 O pedido de reconsideração será


apresentado à CIPA até a próxima reunião
ordinária, quando será analisado, devendo o
Presidente e o Vice-Presidente efetivar os
encaminhamentos necessários.
DO FUNCIONAMENTO

5.30 O membro titular perderá o mandato,


sendo substituído por suplente, quando faltar
a mais de quatro reuniões ordinárias
sem justificativa.
DO FUNCIONAMENTO
5.31 A vacância definitiva de cargo, ocorrida
durante o mandato, será suprida por
suplente, obedecida a ordem de colocação
decrescente que consta na ata de eleição,
devendo os motivos ser registrados em ata
de reunião.
5.31 A vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, será
suprida por suplente, obedecida à ordem de colocação decrescente
registrada na ata de eleição, devendo o empregador comunicar à unidade
descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego as alterações e
justificar os motivos.(Alteração dada pela Portaria SIT 247/2011)
DO FUNCIONAMENTO
5.31.1 No caso de afastamento definitivo do
presidente, o empregador indicará o
substituto, em dois dias úteis,
preferencialmente entre os membros da
CIPA.

5.31.2 No caso de afastamento definitivo do


vice-presidente, os membros titulares da
representação dos empregados, escolherão o
substituto, entre seus titulares, em dois
dias úteis.
DO FUNCIONAMENTO

5.31.3 Caso não existam suplentes para ocupar


o cargo vago, o empregador deve realizar
eleição extraordinária, cumprindo todas as
exigências estabelecidas para o processo
eleitoral, exceto quanto aos prazos, que
devem ser reduzidos pela metade.
(Inclusão dada pela Portaria SIT 247/2011)
DO FUNCIONAMENTO

5.31.3.1 O mandato do membro eleito em


processo eleitoral extraordinário deve ser
compatibilizado com o mandato dos demais
membros da Comissão.
(Inclusão dada pela Portaria SIT 247/2011)
DO FUNCIONAMENTO
5.31.3.2 O treinamento de membro eleito em
processo extraordinário deve ser realizado no
prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados a
partir da data da posse.
(Inclusão dada pela Portaria SIT 247/2011)
DO TREINAMENTO
5.32 A empresa deverá promover treinamento
para os membros da CIPA, titulares e suplentes,
antes da posse.
5.32.1 O treinamento de CIPA em primeiro
mandato será realizado no prazo máximo de 30
(trinta) dias, contados a partir da data da posse.
5.32.2 As empresas que não se enquadrem no
Quadro I, promoverão anualmente
treinamento para o designado responsável
pelo cumprimento do objetivo desta NR.
DO TREINAMENTO
5.33 O treinamento para a CIPA deverá
contemplar, no mínimo, os seguintes itens:
a)estudo do ambiente, das condições de
trabalho, bem como dos riscos originados do
processo produtivo;
b)metodologia de investigação e análise de
acidentes e doenças do trabalho;
c)noções sobre acidentes e doenças do trabalho
decorrentes de exposição aos riscos existentes
na empresa;
DO TREINAMENTO
d) noções sobre a Síndrome da
Imunodeficiência Adquirida - AIDS, e medidas
de prevenção;

e) noções sobre as legislações trabalhista e


previdenciária relativas à segurança e saúde no
trabalho;
DO TREINAMENTO
f) princípios gerais de higiene do trabalho e de
medidas de controle dos riscos;

g) organização da CIPA e outros assuntos


necessários ao exercício das atribuições da
Comissão.
DO TREINAMENTO
5.34 O treinamento terá carga horária de 20
(vinte) horas, distribuídas em no máximo oito
horas diárias e será realizado durante o
expediente normal da empresa.

5.35 O treinamento poderá ser ministrado pelo


SESMT da empresa, entidade patronal, entidade
de trabalhadores ou por profissional que
possua conhecimentos sobre aos temas
ministrados.
DO TREINAMENTO
5.36 A CIPA será ouvida sobre o treinamento a
ser realizado, inclusive quanto à entidade ou
profissional que o ministrará, constando sua
manifestação em ata, cabendo à empresa
escolher a entidade ou profissional que
ministrará o treinamento.
DO TREINAMENTO
5.37 Quando comprovada a não observância ao
disposto nos itens relacionados ao treinamento,
a unidade descentralizada do Ministério do
Trabalho e Emprego, determinará a
complementação ou a realização de outro, que
será efetuado no prazo máximo de trinta dias,
contados da data de ciência da empresa sobre a
decisão.
DO PROCESSO ELEITORAL
5.38 Compete ao empregador convocar eleições
para escolha dos representantes dos
empregados na CIPA, no prazo mínimo de 60
(sessenta) dias antes do término do mandato
em curso.

5.38.1 A empresa estabelecerá mecanismos


para comunicar o início do processo eleitoral
ao sindicato da categoria profissional.
DO PROCESSO ELEITORAL
5.39 O Presidente e o Vice Presidente da CIPA
constituirão dentre seus membros, no prazo
mínimo de 55 (cinquenta e cinco) dias antes do
término do mandato em curso, a Comissão
Eleitoral - CE, que será a responsável pela
organização e acompanhamento do processo
eleitoral.

5.39.1 Nos estabelecimentos onde não houver


CIPA, a Comissão Eleitoral será constituída pela
empresa.
DO PROCESSO ELEITORAL
5.40 O processo eleitoral observará as seguintes
condições:
a) publicação e divulgação de edital, em locais
de fácil acesso e visualização, no prazo mínimo
de 45 (quarenta e cinco) dias antes do término
do mandato em curso;

b) inscrição e eleição individual, sendo que o


período mínimo para inscrição será de 15
(quinze dias);
DO PROCESSO ELEITORAL
c) liberdade de inscrição para todos os
empregados do estabelecimento,
independentemente de setores ou locais de
trabalho, com fornecimento de comprovante;

d) garantia de emprego para todos os inscritos


até a eleição;
DO PROCESSO ELEITORAL
e) realização da eleição no prazo mínimo de 30
(trinta) dias antes do término do mandato da
CIPA, quando houver;

f) realização de eleição em dia normal de


trabalho, respeitando os horários de turnos e
em horário que possibilite a participação da
maioria dos empregados.
DO PROCESSO ELEITORAL
g) voto secreto;

h)apuração dos votos, em horário normal de


trabalho, com acompanhamento de
representante do empregador e dos
empregados, em número a ser definido pela
comissão eleitoral;
DO PROCESSO ELEITORAL
i) faculdade de eleição por meios eletrônicos;

j) guarda, pelo empregador, de todos os


documentos relativos à eleição, por um período
mínimo de 5 (cinco) anos.
CONVOCAÇÃO
DA ELEIÇÃO PELO

(X-60)
EMPREGADOR

FORMAÇÃO DA
COMISSÃO
(X-55)

ELEITORAL

PUBLICAÇÃO DO
EDITAL E
(X-45)

ABERTURA DO
PERÍODO DE
INSCRIÇÃO
INSCRIÇÃO
PERÍODO DE

*(x-66) dias são suficientes.


(X-30)
DO PROCESSO ELEITORAL

TREINAMENTO

FIM DO
(X)

MANDATO
DO PROCESSO ELEITORAL
5.41 Havendo participação inferior a 50%
(cinquenta por cento) dos empregados na
votação, não haverá a apuração dos votos e
a comissão eleitoral deverá organizar outra
votação que ocorrerá no prazo máximo de
10 (dez) dias.
5.42 As denúncias sobre o processo eleitoral
deverão ser protocolizadas na unidade
descentralizada do MTE, até 30 (trinta) dias
após a data da posse dos novos membros da
CIPA.
DO PROCESSO ELEITORAL
5.42.1 Compete a unidade descentralizada do
Ministério do Trabalho e Emprego,
confirmadas irregularidades no processo
eleitoral, determinar a sua correção ou
proceder a anulação quando for o caso.

5.42.2 Em caso de anulação a empresa


convocará nova eleição no prazo de 5
(cinco) dias, a contar da data de ciência ,
garantidas as inscrições anteriores.
DO PROCESSO ELEITORAL
5.42.3 Quando a anulação se der antes da posse
dos membros da CIPA, ficará assegurada a
prorrogação do mandato anterior, quando
houver, até a complementação do processo
eleitoral.

5.43 Assumirão a condição de membros


titulares e suplentes, os candidatos mais
votados.
DO PROCESSO ELEITORAL
5.44 Em caso de empate, assumirá aquele que
tiver maior tempo de serviço no
estabelecimento.

5.45 Os candidatos votados e não eleitos serão


relacionados na ata de eleição e apuração, em
ordem decrescente de votos, possibilitando
nomeação posterior, em caso de vacância de
suplentes.
DAS CONTRATANTES E
CONTRATADAS
5.46 Quando se tratar de empreiteiras ou
empresas prestadoras de serviços, considera-se
estabelecimento, para fins de aplicação desta
NR, o local em que seus empregados estiverem
exercendo suas atividades.
DAS CONTRATANTES E
CONTRATADAS
5.47 Sempre que duas ou mais empresas
atuarem em um mesmo estabelecimento, a
CIPA ou designado da empresa contratante
deverá, em conjunto com as das contratadas ou
com os designados, definir mecanismos de
integração e de participação de todos os
trabalhadores em relação às decisões das CIPA
existentes no estabelecimento.
DAS CONTRATANTES E
CONTRATADAS
5.48 A contratante e as contratadas, que atuem
num mesmo estabelecimento, deverão
implementar, de forma integrada, medidas de
prevenção de acidentes e doenças do trabalho,
decorrentes da presente NR, de forma a
garantir o mesmo nível de proteção em matéria
de segurança e saúde a todos os trabalhadores
do estabelecimento.
DAS CONTRATANTES E
CONTRATADAS
5.49 A empresa contratante adotará medidas
necessárias para que as empresas contratadas,
suas CIPA, os designados e os demais
trabalhadores lotados naquele estabelecimento
recebam as informações sobre os riscos
presentes nos ambientes de trabalho, bem
como sobre as medidas de proteção
adequadas.
DAS CONTRATANTES E
CONTRATADAS
5.50 A empresa contratante adotará as
providências necessárias para acompanhar o
cumprimento pelas empresas contratadas que
atuam no seu estabelecimento, das medidas de
segurança e saúde no trabalho.
NOÇÕES SOBRE ACIDENTES E
DOENÇAS DO TRABALHO
DECORRENTES DE EXPOSIÇÃO
AOS RISCOS EXISTENTES NA
EMPRESA
ACIDENTE DE TRABALHO
1. Exercício do trabalho a serviço da empresa
2. Lesão Corporal
3. Perturbação Funcional
4. Acidente do Trabalho – Caracterização
5. Acidente de Trajeto
6. Força Maior
7. Acidente Fora do Local e Horário de Trabalho
ACIDENTE DE TRABALHO
FATORES DETERMINANTES DOS ACIDENTES DE TRABALHO
• Fatores ambientais de riscos desencadeados em períodos
diversos, gerando condições perigosas, insalubres e
penosas:
• 1- Critérios de saúde e segurança adotados, e não seguidos
pelas pessoas e pela empresa;
• 2- Maus hábitos com relação à proteção pessoal diante dos
riscos;
• 3- O desconhecimento de determinadas operações;
• 4- O valor dado à própria vida;
• 5- O excesso de autoconfiança ou irresponsabilidade;
• 6- A organização e a pressão para produzir;
• 7- O imediatismo e ausência de treinamento adequado.
ACIDENTE DE TRABALHO
* No local e horário de trabalho, em decorrência
de:

• Ato de Terceiros;
• Ato de sabotagem ou terrorismo;
• Ato de pessoa privada do uso da razão
(louco);
• Ofensa física;
• Ofensa Psicológica;
• Situação de Força Maior (Catástrofe).
ACIDENTE DE TRABALHO
Fora do local e horário de trabalho, em
decorrência de:

- Acidente de trajeto;
- Execução de serviço sob ordem da empresa,
ainda que fora dela;
- Viagem para aperfeiçoamento profissional
custeado pela empresa;
- Prestação espontânea de serviço.
Acidente de TrabalhoDefinição
Legal
• Conforme prevê o art. 19 da Lei
8.213/91, acidente do trabalho é o que
ocorre pelo exercício do trabalho a
serviço da empresa, provocando lesão
corporal ou perturbação funcional que
cause a morte ou a perda ou redução,
permanente ou temporária, da capacidade
para o trabalho.
Acidente de Trabalho

• É importante observar que nos períodos


destinados a refeição ou descanso, ou por
ocasião da satisfação de outras
necessidades fisiológicas, no local do
trabalho ou durante este, o empregado é
considerado no exercício do trabalho.
• Equiparam-se a ele também o acidente
de trajeto.
Acidente de Trabalho

• Entende-se como percurso o trajeto da


residência ou do local de refeição para o
trabalho ou deste para aqueles,
independentemente do meio de locomoção,
sem alteração ou interrupção por motivo
pessoal, do percurso habitualmente realizado
pelo segurado.
Acidente de Trabalho

•Não havendo limite de prazo estipulado


para que o segurado atinja o local de
residência, refeição ou do trabalho, deve ser
observado o tempo necessário compatível
com a distância percorrida e o meio de
locomoção utilizado.
Acidente de Trabalho
Nota: Não será considerado acidente do
trabalho o ato de agressão relacionado a
motivos pessoais.

•No período destinado à refeição ou


descanso, ou por ocasião da satisfação
de outras necessidades fisiológicas, no
local do trabalho ou durante este, o
empregado é considerado a serviço da
empresa.
AGRAVAMENTO DE ACIDENTE DE
TRABALHO

Será considerado agravamento de


acidente do trabalho aquele
sofrido pelo acidentado quando
estiver sob a responsabilidade do
Setor de Reabilitação Profissional.
Acidente de TrabalhoConceito
Prevencionista
Acidente de trabalho é qualquer
ocorrência não programada, inesperada,
que interfere ou interrompe o processo
normal de uma atividade, trazendo como
conseqüência isolada ou
simultaneamente perda de tempo,
dano material ou lesões ao homem.
Doença Profissional
•Entende-se por doença profissional, aquela
inerente ou peculiar a determinado ramo de
atividade, dispensando a comprovação de
nexo causal.
•Exemplo: Um trabalhador que trabalhe
numa cerâmica onde é utilizada a sílica,
vindo a adquirir silicose, bastará comprovar
que trabalhou na cerâmica, para ficar
comprovada a doença profissional,
dispensando qualquer tipo de outra prova.
Doença do Trabalho
•A doença do trabalho diferencia-se da doença
profissional em vários pontos. Ela resulta de
condições especiais em que o trabalho é exercido e
com ele relaciona-se diretamente.
•Sendo uma doença genérica (que acomete
qualquer pessoa), exige a comprovação do nexo
causal, ou seja, o trabalhador deverá
comprovar haver adquirido a doença no
exercício do trabalho.
•Exemplo: A tuberculose poderá ser “doença do
trabalho” com relação àquele segurado que
comprovar tê-la adquirido no exercício do trabalho
em uma câmara frigorífica.
ASSUNTOS ABORDADOS
MODULO II
• LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA
• PREVENÇÃO DE ACIDENTES
• BENEFÍCIOS DO INSS E GARANTIA DO EMPREGO
• RISCOS, MAPA DE RISCOS E SIMBOLOGIA DE RISCOS
• IDENTIFICAÇÃO, QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS
RISCOS
• CAUSAS E ACIDENTE DE TRABALHO
• PRINCÍPIOS GERAIS DA HIGIENE NO TRABALHO
• PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
• METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES
• FOGO,CLASSE DE INCENDIO E AGENTES EXTINTORES
• NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
NOÇÕES SOBRE AS
LEGISLAÇÕES TRABALHISTA E
PREVIDENCIÁRIA RELATIVAS
À SEGURANÇA DO TRABALHO.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO
Todos indistintamente, têm responsabilidades
legais quanto a segurança. Assim, os
empregadores, a CIPA, o SESMT, o pessoal em
nível de supervisão que são os prepostos do
empregador, ou seja, aqueles que agem, que
atuam em nome do empregador e pode ser: o
Médico, o engenheiro, o Técnico de Segurança,
o Enfermeiro, enfim todas as pessoas que têm
poder de mando dentro da empresa.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO
Antes da Constituição Federal de 05/10/1988,
quando acontecia um acidente do trabalho era
muito difícil provar a CULPA do patrão ou de seus
propostos, isto porque estava em vigor a
SÚMULA n.º 229 do STJ – Supremo Tribunal de
Justiça e ela preceituava o seguinte: “A
indenização paga pela previdência social não
exclui a indenização paga pelo direito civil em
caso de dolo ou culpa grave do empregador”.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO
Isto significa, portanto, que a vítima podia
receber a dupla reparação: uma a título
acidentário (pago pela Previdência Social) e
outra por ATO ILÍCITO paga pela empresa, mas
para receber a indenização por ato ilícito a
vítima teria que se desdobrar em fazer um
prova de que o acidente aconteceu por CULPA
GROTESCA, que é aquela culpa que extrapola a
normalidade.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO

Ocorre, que após a CF/88 (Constituição Federal de


88) no artigo 7º inciso XXVIII, aboliu a palavra
“grave”, e com isso agora basta que a vítima ou
seus dependentes provem apenas a simples
culpa.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO

• CULPA - Deixa de prever aquilo que é perfeitamente


previsível. A culpa consiste na prática não intencional do
delito, faltando porém o agente (a pessoa) a um dever de
cuidado e de atenção.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO
As modalidades da culpa são:

• NEGLIGÊNCIA - é a displicência, relaxamento, a falta de


atenção devida como por exemplo: não observar a rua ao
dirigir um carro, ou não observar os riscos a que um
trabalhador ficará exposto e determinar que ele execute a
tarefa em condições precárias de Segurança, ou a
necessidade de ter em estoque EPI’s, ou a necessidade de
se colocar placas de sinalização em locais perigosos dentro
da empresa ou na obra.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO

• IMPRUDÊNCIA - é a conduta precipitada ou afoita, a


criação desnecessária de um perigo, como por exemplo; dirigir
um carro com excesso de velocidade, ou como ocorre muito
em obras de construção civil, alegando falta de tempo, pessoal
em nível de supervisão determina que seus subordinados
trabalhem às pressas e não verificam antes os riscos.
LEGISLAÇÃO ACIDENTÁRIA E
SEGURANÇA DO TRABALHO

• IMPERÍCIA - é a falta de habilidade técnica para certas


atividades, como não saber dirigir um carro, ou operar um
guincho ou uma serra circular ou um policorte, etc. A essência
da culpa está na previsibilidade. Se a pessoa podia prever o
risco, podia prever as consequências de sua ação e não o fez,
e se o dano ocorrer ela então agiu com culpa e basta isso para
que seja considerado culpada de acordo com a lei.
PREVENÇÃO DE ACIDENTES

A prevenção de acidentes é o objetivo


fundamental da CIPA. Analisando-se aos
resultados dos acidentes de trabalho,
podemos concluir que eles podem provocar
muitos prejuízos ao trabalhador, à empresa
e à comunidade.
Benefícios do INSS
Pensões:
- Por morte
- Especial
- Salário-família
- Salário Maternidade
Garantia de emprego
•Lei nº 8.213/91:

"Art. 118 - O segurado que sofreu acidente


do trabalho tem garantida, pelo prazo mínimo
de doze meses, a manutenção do seu
contrato de trabalho na empresa, após a
cessação do auxílio-doença acidentário,
independentemente de percepção de auxílio-
acidente
RISCOS

São considerados riscos ou agentes


agressivos químicos, físicos, biológicos,
ergonômicos e de acidentes, os que
possam trazer ou ocasionar danos à saúde
do trabalhador, nos ambientes de trabalho,
em função de sua natureza, concentração,
intensidade e tempo de exposição ao
agente.
RISCOS
“Risco é a probabilidade ou chance de
lesão ou morte” (Sanders e McCormick,
1993, p. 675). “Perigo é uma condição ou
um conjunto de circunstâncias que têm o
potencial de causar ou contribuir para
uma lesão ou morte” (Sanders e
McCormick, 1993, p. 675).
MAPA DE RISCOS

É a representação gráfica do
reconhecimento dos riscos existentes
nos locais de trabalho, por meio de
círculos de diferentes tamanhos e
cores.
O MAPA DE RISCOS TEM COMO
OBJETIVOS:
1- Reunir as informações necessárias para
estabelecer o diagnóstico da situação de
segurança e saúde no trabalho na empresa;

2- Possibilitar, durante a sua elaboração, a


troca e divulgação de informações entre os
trabalhadores, bem como estimular sua
participação nas atividades de prevenção.
PRINCÍPIOS PARA ELABORAÇÃO
DO MAPA DE RISCOS
1- Conhecer o processo de trabalho no
local analisado,

2- Identificar os riscos existentes no local


analisado, conforme sua classificação;

3- Identificar as medidas de Controle


existente e sua eficácia.
SIMBOLOGIA
Círculos com diâmetros diferentes – Grau do Risco

Risco grande Risco médio Risco pequeno

É importante saber que os círculos independentes,


dos seus tamanhos, tem que ter uma boa definição
para podermos identificar os respectivos graus de
riscos.
IDENTIFICAÇÃO DO RISCO

Riscos Cor
Físicos................................ Verde.............
Riscos Cor
Químicos............................ Vermelha.......
Riscos Cor
Biológicos.......................... Marron...........
Riscos Cor
Ergonômicos...................... Amarela.........
Riscos de Cor
Acidentes....................... Azul...............
QUANTIFICAÇÃO DO RISCO
PESSOAS EXPOSTAS AO RISCO
Será representada por um número descrito dentro dos
círculos, por exemplo:

Quantidade de pessoas expostas ao


2 risco.
Ao lado dos círculos de riscos devemos descrever o tipo
específico do risco, observando sempre a cor a ser
preenchida, por exemplo:
2 Levantamento e transporte manual de
peso
QUANTIFICAÇÃO DO RISCO
Quando uma bola estiver divida e, em suas partes as
cores forem diferentes, significa que o grau do risco é o
mesmo mais o tipo de risco é diferente, por exemplo:

Ruídos Gases
4 3
2

Levantamento e transporte
manual de peso
E AGORA?
Após a elaboração do Mapa de Riscos completo ou
setorial, o mesmo deverá ser discutido e aprovado pela
CIPA. É necessário que se fixe o mesmo em um local
bem visível e de fácil localização, para que todos tenham
acesso e conheçam o trabalho feito pela CIPA, e
principalmente, caso a fiscalização do Ministério do
Trabalho possa solicitá-lo.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO

ATOS INSEGUROS é a maneira como as


pessoas se expõem, consciente ou
inconscientemente, a riscos de acidentes.

Em uma pesquisa realizada foi constatado


que em 80% dos casos de acidentes o
motivo principal é o ato inseguro.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
• Fumar em lugar proibido.
• Consumir drogas, ou bebidas alcoólicas
durante a jornada de trabalho.
• Improvisar ou fazer uso de ferramenta
inadequada à tarefa exigida.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
• Ficar junto ou sob cargas suspensas.
• Usar máquinas sem habilitação ou
permissão.
• Lubrificar, ajustar e limpar maquina
em movimento.
Não utilizar EPI.
• Manipulação inadequada de produtos
químicos.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
• Inutilizar dispositivos de segurança.
• Uso de roupa inadequada.
• Transportar ou empilhar inseguramente.
• Tentar ganhar tempo.
• Expor partes do corpo, a partes móveis de
maquinas ou equipamentos.
• Imprimir excesso de velocidade.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
Atos inseguros podem ocorrer por diversas
causas, e todas elas são provenientes do
homem, portanto, “como faz” que é o
grande problema dos resultados que traz
um ato inseguro.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
Fazer com segurança, consciência e sem
pressa são atitudes que contribuem para
que se faça bem feito e não gerando uma
situação insegura colocando em risco a
própria vida e a dos demais.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
CONDIÇÕES INSEGURAS são aquelas
que compreendem a segurança do
trabalhador. São as falhas, os defeitos,
irregularidades técnicas e carência de
dispositivos de segurança que põe em risco
a integridade física e/ou a saúde das
pessoas e a própria segurança das
instalações e equipamentos.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
Abaixo alguns exemplos de condições
inseguras mais comumente
conhecidas:
• Falta de proteção em máquinas e
equipamentos
• Deficiência de maquinário e
ferramental
• Passagens perigosas
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
• Instalações elétricas inadequadas ou
defeituosas
• Falta de equipamento de proteção
individual
• Nível de ruído elevado
• Proteções inadequadas ou defeituosas
• Má arrumação/falta de limpeza
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO

• Defeitos nas edificações


• Iluminação inadequada
• Piso danificado
• Risco de fogo ou explosão
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO

Portanto, a segurança começa e


termina com as ações, atitudes e
consciência de todos nós.
CAUSAS DE ACIDENTE DE
TRABALHO
Colabore com ambientes mais
saldáveis a começar de casa, escola,
rua, sociedade e principalmente
na empresa, reduzindo o
número de acontecimentos
alarmantes que cresce a cada
ano.
PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE
DO TRABALHO E DE MEDIDAS DE
CONTROLE DOS RISCOS
•Queda, escorregões, tropeções
e levantamentos;
•Queda de objetos;
•Produtos químicos;
PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE
DO TRABALHO E DE MEDIDAS DE
CONTROLE DOS RISCOS
Muitos acidentes tem acontecido por
causa de queda das plataformas.
PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE
DO TRABALHO E DE MEDIDAS DE
CONTROLE DOS RISCOS

Quando estiver em cima da plataforma,


preste muita atenção, tenha cuidado e
não seja mais uma vítima.
PRINCÍPIOS GERAIS DE HIGIENE
DO TRABALHO E DE MEDIDAS DE
CONTROLE DOS RISCOS
• Respeite seus limites
• Se a carga estiver muito
pesada peça ajuda.
LEVANTAMENTO MANUAL

•O transporte manual de cargas é uma das


formas de trabalho mais antigas e comuns, sendo
responsável por um grande número de lesões e
acidentes do trabalho especialmente em
transportadoras, estas lesões em sua grande
maioria, afetam a coluna vertebral mas também
podem causar outros males como, por exemplo, a
hérnia escrotal.
LEVANTAMENTO MANUAL
Nunca esqueça do valor que tem uma coluna
sendo assim, ao levantar cargas observe:
- Peso, Forma, Volume, Tipo, Condições
gerais;
- Posicionar-se sempre próximo a carga;
- Não torcer o corpo para pegar ou
movimentar cargas;
LEVANTAMENTO MANUAL
•Usar sempre a musculatura das pernas
para erguer a carga, os pés levemente
separados e o corpo equilibrado;
•Mantenha a carga sempre que possível
perto do corpo;
•Procurar segurar a carga com as duas
mãos sempre que possível, centralizando
a carga em relação às pernas;
LEVANTAMENTO MANUAL

•Utilize as pernas como apoio e sustentação


do movimento;
•O esforço é na coluna vertebral, para
levantar peso mantenha a coluna na
posição vertical;
•Observar quais Equipamentos de Proteção
Individual que a carga exige;
•Ao manusear peças com rebarbas use
luvas de raspa ou outra;
LEVANTAMENTO MANUAL
•Jamais tente transportar a carga quando
tiver peso, tamanho ou forma a adversas;
•Lembre-se que outros colegas de
trabalho, poderão auxiliá-lo quando
necessário, não tenha vergonha se
precisar peça ajuda;
LEVANTAMENTO MANUAL
LEVANTAMENTO MANUAL
PRODUTOS QUÍMICOS
• O principal passo para poder trabalhar
com um produto químico de forma segura
é conhecer o mal que ele pode causar.

- Usar os EPIs indicados.


- Colocar os químicos na área correta.
IMPROVISO E ADAPTAÇÕES

•Use as ferramentas apenas para o uso


em que se destinam.
•Cuidado com improvisações
PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
• Ter acesso imediato às saídas, deverão
existir, em caráter permanente e
completamente desobstruídos, circulações
internas ou corredores de acesso contínuos
e seguros, com largura mínima de 1,20m
(um metro e vinte centímetros).
PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
Quando não for possível atingir,
diretamente, as portas de saída, deverão
existir, em caráter permanente, vias de
passagem ou corredores, com largura
mínima de 1,20m (um metro e vinte
centímetros) sempre rigorosamente
desobstruídos.
PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
Todas as portas de batente, tanto as de
saída como as de comunicações internas,
devem:
• a) abrir no sentido da saída;
• b) situar-se de tal modo que, ao se
abrirem, não impeçam as vias de
passagem
PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
• Os extintores deverão ser colocados em
locais:

• a) de fácil visualização;
• b) de fácil acesso;
• c) onde haja menos probabilidade de o
fogo bloquear o seu acesso.
PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
Deverá ser pintada de vermelho uma larga
área do piso embaixo do extintor, a qual
não poderá ser obstruída por forma
nenhuma. Essa área deverá ser no
mínimo de 1,00m x 1,00m (um metro x
um metro).
PROTEÇÃO CONTRA INCENDIO
• Os extintores não deverão ser localizados
nas paredes das escadas.
• Os extintores sobre rodas deverão ter
garantido sempre o livre acesso a
qualquer ponto de fábrica.
• Os extintores não poderão ser encobertos
por pilhas de materiais.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
Colaborem
cobrando o uso de
EPI
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
6.1 - Para os fins de aplicação desta Norma
Regulamentadora - NR, considera-se
Equipamento de Proteção Individual - EPI,
todo dispositivo ou produto, de uso
individual utilizado pelo trabalhador,
destinado à proteção de riscos suscetíveis
de ameaçar a segurança e a saúde no
trabalho.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
•Sempre que as medidas de ordem geral
•não ofereçam completa proteção
•contra os riscos de acidentes do trabalho ou
de doenças ocupacionais;
•Enquanto as medidas de proteção coletiva
estiverem sendo implantadas;
•Para atender situações de emergência.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL

Obs: É importante lembrar que o EPI deve


sempre ser a última opção. A primeira opção
deve ser sempre em caráter coletivo.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
NR 6.6.1 - Cabe ao empregador quanto ao
EPI :
• a) adquirir o adequado ao risco de cada
atividade;
• b) exigir seu uso;
• c) fornecer ao trabalhador somente o
aprovado pelo órgão nacional
competente em matéria de segurança e
saúde no trabalho;
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
• d) orientar e treinar o trabalhador sobre
o uso adequado, guarda e conservação;
• e) substituir imediatamente, quando
danificado ou extraviado;
• f) responsabilizar-se pela higienização e
manutenção periódica; e,
• g) comunicar ao MTE qualquer
irregularidade observada
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
NR 6 Item 6.7.1 - Cabe ao empregado quanto
ao EPI:
• a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a
que se destina;
• b) responsabilizar-se pela guarda e
conservação;
• c) comunicar ao empregador qualquer
alteração que o torne impróprio
para uso; e,
• d) cumprir as determinações do empregador
sobre o uso adequado.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
COLETIVA
Trata-se de todo dispositivo ou sistema
de âmbito coletivo, destinado à
preservação da integridade física e da
saúde dos trabalhadores, assim como a
de terceiros.

Exemplo:Corrimão de escadas
proteção de partes móveis de máquinas e
equipamentos
METODOLOGIA DE
INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE
DE ACIDENTES E DOENÇAS
DO TRABALHO
INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE
ACIDENTES

é o ato de coletar dados sobre a


ocorrência a fim de descobrir suas causas e
chegar à conclusão do que levou ao
acidente, e evitar sua repetição.
Etapas de uma Investigação de
Acidente
A investigação de acidente de trabalho deve
acontecer seguindo no mínimo os seguintes passos:
Etapa I – Coleta de dados
É importante que esta etapa seja iniciada o mais rápido
possível.

Etapa II – Análise das informações


Nesta fase é recomendado reunir uma equipe para
análise (SESMT, CIPA, supervisão, testemunhas e o
próprio acidentado, se for possível) devem ser
convocados.
Etapas de uma Investigação de
Acidente
Etapa III – Identificação de medidas de controle
Nesta etapa listamos todas as medidas que deverão
ser implementadas para prevenir ocorrências similares.

Etapa IV – Plano de ação


Esse é o momento em que as ações devem ser
planejadas com data para execução e responsável.
É importante que haja um acompanhamento do plano
de ação e a verificação da eficácia de cada item do
plano.
RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTE
Principais passos para a elaboração do relatório
1 – Se possível, converse com o acidentado e consiga
o máximo de informações, tais como:

Qual era a tarefa que estava sendo executada;


Peça para ele descrever o que aconteceu;
Quantas pessoas trabalhavam na atividade;
Nome do responsável direto por ele;
RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTE
2 – No local da ocorrência:
Verifique a área com todo cuidado a procura de
detalhes que podem ter levado ao acidente (isso faz
parte da investigação, mas se não for feito na hora, o
cenário pode ser mudado e você poderá perder dados
importantes);
RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTE
2 – No local da ocorrência:
Fotografe tudo que achar necessário;
Converse com as testemunhas (se houver);
Converse com o responsável;
Pegue os dados do acidentado, tais como: nome
completo, idade, matrícula, função, tempo na empresa
e na função;
Pergunte se o funcionário demonstrou ter algum
problema nos últimos dias e se o mesmo faltou ao
trabalho;
Qual o motivo da falta;
RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTE
3 – Divulgando a ocorrência (apenas interno):
Verifique a área com todo cuidado a procura de
detalhes que podem ter levado ao acidente (isso faz
parte da investigação, mas se não for feito na hora, o
cenário pode ser mudado e você poderá perder dados
importantes);

Cada empresa tem sua forma de divulgação de


ocorrências, mas se você for o responsável pela
divulgação, então tenha certeza do que vai escrerver,
pois você será cobrado depois.
RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTE
3 – Divulgando a ocorrência (apenas interno):
Divulgação rápida – É aquele comunicado
(normalmente por email) para todos os gerentes da
empresa (é enviado logo após o ocorrido);
Escreva apenas o básico: Nome do acidentado;
Departamento/Seção; Função; Data da ocorrência;
Descrição suscinta da ocorrência; Tipo de lesão;
Divulgação detalhada – É o relatório em si (pode ser
usado qualquer modelo de relatório), mas é
imprescindível que já esteja acompanhado da Análise
da Ocorrência com as causas (básicas e raíz) e o Plano
de Ação.
RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DE
ACIDENTE
Lembrando que, para qualquer um dos casos acima,
serão utilizadas as informações que você colheu logo
após a ocorrência.
Para o Relatório Final, é importante contar com
a Análise da Ocorrência feita por um grupo de pessoas
e não apenas pelo Técnico. As ferramentas para análise
pode ser a que melhor lhe atender ou, se for o caso,
aquela que a empresa já adota.

Ex.: Árvore das causas, 5 Porquês, Ishikawa, etc…


FOGO

Reação química de
oxidação, onde há liberação
de luz e calor.
FOGO

Na falta de algum desses elementos


é impossível, que haja fogo.
FOGO
Se suprimirmos desse triangulo, um dos
seus lados, eliminaremos o fogo.
A partir disso, podemos definir 3 formas
de eliminar Combustão:
a) Resfriamento: Quando se retira o
calor;
b) Abafamento: Quando se retira o
comburente;
c) Isolamento: Quando se retira o
combustível.
CLASSES DE INCENDIO
Classe A Compreende os incêndios em
corpos combustíveis comuns: papel,
madeira, fibras, etc., que quando
queimam deixam cinzas e resíduos e
queimam em razão de seu volume, isto
é, em superfície e profundidade.
Necessitam para a sua extinção, o
efeito de resfriamento: a água ou
solução que a contenha em grande
porcentagem.
CLASSES DE INCENDIO
Classe B São os incêndios em líquidos
petrolíferos e outros líquidos inflamáveis
tais como a gasolina, óleo, tintas,
etc., os quais, quando queimam, não
deixam resíduos e queimam
unicamente em função de sua
superfície. Para sua extinção, usa-se o
sistema de abafamento (Pó químico
seco).
CLASSES DE INCENDIO
Classe C Compreende os incêndios em
equipamentos elétricos que oferecem
riscos ao operador. Exige-se, para a sua
extinção, um meio não condutor de
energia elétrica (extintor de CO2).
CLASSES DE INCENDIO

Classe D Compreende os incêndios


ocasionados por elementos pirofosfóricos,
como magnésio, zircônio, titânio, dentre
outros.
TIPO DE AGENTE EXTINTOR
Para incêndios de classe A
O eficiente é o extintor de água.

Pode-se usar também o


extintor de pó químico e CO²
porém não é eficiente para
esse tipo de incêndio
TIPO DE AGENTE EXTINTOR
Para incêndios de classe B - Pó químico.
Nesse caso nunca deve ser usado o
extintor de água, pois ele pode aumentar
o as chamas.

Nesse tipo de
incêndio o CO²
não é eficiente.
TIPO DE AGENTE EXTINTOR

Para incêndios de classe C (CO²)


Gás carbono.

Pode ser usado também o


pó químico seco, mas seu
uso pode estragar os
equipamentos.
TIPO DE AGENTE EXTINTOR
Para incêndios de classe D (PQE)
NOÇÕES BÁSICAS DE
PRIMEIROS SOCORROS
NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS
SOCORROS
Conceito: são uma série de procedimentos
simples com o intuito de manter vidas em
situações de emergência, feitos por pessoas
comuns com esses conhecimentos, até a
chegada de atendimento médico
especializado.
NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS
SOCORROS

Diante de uma emergência as


pessoas apresentam reações
emocionais variadas:
FATORES EMOCIONAIS EM PRIMEIROS
SOCORROS
Ansiedade: É normal e compreensivo
que fiquemos ansiosos diante de uma
emergência, porem de forma controlada
que nos permita tomar as medidas
emergenciais corretas, tão logo seja
possível;

Pânico: Algumas pessoas tendem a


entrar em pânico e não conseguem tomar
qualquer atitude;
FATORES EMOCIONAIS EM PRIMEIROS
SOCORROS
Disfunção orgânica: Apresentam
desmaios, tremores, etc. Tornando-se mais
uma “vítima a ser socorrida”;

Depressão: Outras entram em depressão,


choram, se isolam das vítimas e também
ficam incapazes de ajudar;

Hiperatividade: Agitado corre para todo


lado tentando ajudar a todos.
FATORES EMOCIONAIS EM PRIMEIROS
SOCORROS
Sempre manter a calma e ser positivo com

a vítima.

•Jamais expresse com palavras expressões


faciais ou comentários paralelos sobre a
gravidade das lesões, pois isso nada
ajudará o atendimento e tornará a vítima
mais assustada do que já está, podendo
causar-lhe reações psicoemocionais, como
aumentar a frequência cardíaca e com isso
piorar a situação.
Atue desta maneira mesmo
que acredite que a vítima
esteja inconsciente, pois ela
pode estar semi-acordada a
ouvindo tudo que acontece ao
seu redor.
ASPECTOS LEGAIS DO SOCORRISMO
OMISSÃO DE SOCORRO (ART. 135º DO CÓDIGO
PENAL.)
Art. 135 - Deixar de prestar assistência, quando
possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança
abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida
ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente
perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da
autoridade pública:
• Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.
• Parágrafo único - A pena é aumentada de
metade, se da omissão resulta lesão corporal de
natureza grave, e triplicada, se resulta a morte.
ASPECTOS LEGAIS DO SOCORRISMO
OMISSÃO DE SOCORRO (ART. 135º DO
CÓDIGO PENAL.)

Todo cidadão é obrigado a prestar auxílio


a quem esteja necessitando, tendo três
formas para fazê-lo:
ASPECTOS LEGAIS DO SOCORRISMO
• Atender, Auxiliar quem esteja atendendo
ou Solicitar auxílio.

Exceções da lei (em relação a atender


e/ou auxiliar): menores de 16 anos,
maiores de 65, gestantes a partir do
terceiro mês, deficientes visuais, mentais
e físicos (incapacitados).
CONCEITO
•Primeira assistência dada à uma pessoa
vítima de acidente ou mal súbito.

•Normalmente fornecido por pessoa leiga e


em ambiente extra-hospitalar.

•Tem como objetivo o suporte básico à


vida.
ETAPAS DO ATENDIMENTO
• Avaliação de cena

• Avaliação primária

• Avaliação secundária
VÍTIMAS INCONSCIENTES
BUSQUE POR:
• Nível de consciência
• Ajuda
VÍTIMAS INCONSCIENTES

• A – Abrir vias aéreas


• B – Boa respiração
• C – Circulação
VÍTIMAS INCONSCIENTES

• A – Abrir vias aéreas


VÍTIMAS INCONSCIENTES

• B- 2 insuflações.
VÍTIMAS INCONSCIENTES
• C- 30 compressões
toráxicas
VÍTIMAS INCONSCIENTES

30 x 2

No mínimo 100 compressões por minuto


VÍTIMAS INCONSCIENTES

Até quando realizar a RCP:

• 30 minutos no mímimo;
• Exaustão do socorrista;
• Chegada do resgate;
• Retorno da vítima;
• Haja risco para o socorrista
VÍTIMAS INCONSCIENTES
Técnicas de RCP para crianças :

30 x 2
VÍTIMAS INCONSCIENTES
Técnicas de RCP para bebês :

30 x 2
VÍTIMAS INCONSCIENTES

Respira e tem batimento :

Posição de recuperação
OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS
OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS

Obstrução leve: Incentivar a tosse

Obstrução grave: Compressões


abdominais
OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS

Compressão abdominal
Adulto e criança
OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS

5 tapas entre as escápulas com 5 compressões


torácicas (linhas dos mamilos)
ASSUNTOS ABORDADOS
MODULO III
• PLANO DE EMERGENCIA
• AIDS E HIV
PLANO DE EMERGENCIA
PLANO DE EMERGENCIA
Conhecer o plano de emergência da empresa,
e saber sua função em cada evento e
primordial.
• Mantenha o calendários de exercícios em
dia.
• Revise mensalmente os equipamentos de
combate a incêndio e de socorro.
PLANO DE EMERGENCIA
• Mantenha todos os ramais,
rádios, câmeras e alto-falantes
em perfeito estado de
conservação e funcionamento.
PLANO DE EMERGENCIA
Mantenha a manutenção da ambulância
em dia.
Mantenha uma escala que ofereça
um período de descanso mínimo aos
socorristas, motoristas e brigadistas.
PLANO DE EMERGENCIA
• Mantenha a matriz de treinamentos dos
funcionários atulizada.
• Observe as regras de segurança.
PLANO DE EMERGENCIA
PLANO DE EMERGENCIA
NOÇÕES SOBRE A SÍNDROME
DA IMUNODEFICIÊNCIA
ADQUIRIDA – AIDS, E
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
AIDS
A Síndrome da imunodeficiência adquirida
(AIDS) foi relatada pela primeira vez nos Estados
Unidos em 1981. A AIDS é causada pelo vírus da
imunodeficiência humana, ou HIV. Através do
comprometimento das células do sistema imune, o
vírus destrói progressivamente a capacidade do
organismo de combater as infecções e
determinados tipos de câncer. Os pacientes tornam-
se suscetíveis a doenças potencialmente letais
chamadas infecções oportunistas, causadas por
microrganismos (micróbios) que habitualmente não
causam doença em pessoas saudáveis.
TRANSMISSÃO
Vírus é transmitido mais comumente através
de contato sexual com parceiro infectado. O vírus
pode entrar no organismo através do revestimento
da vagina, vulva, pênis, reto (porção final do
intestino) e boca.
A transmissão também ocorre através de sangue
contaminado. Atualmente, devido a introdução dos
testes em bancos de sangue, e técnicas de
tratamento do sangue e seus derivados, a
transmissão por este tipo de transfusão tornou-se
bastante rara.
HIV
HIV é a sigla em inglês do vírus da
imunodeficiência humana. Causador da AIDS ataca o
sistema imunológico, responsável por defender o
organismo de doenças. As células mais atingidas são
os Linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula
que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se
multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros
para continuar a infecção.

O HIV usa a membrana da própria


célula para se proteger enquanto se
locomove para outra célula
MANIFESTAÇÃO

A infecção manifesta-se em geral como


um quadro gripal (febre, mal estar e
dores no corpo) que pode estar
acompanhada de manchas vermelhas
pelo corpo e adenopatia (íngua)
generalizada (em diferentes locais do
organismo).
MANIFESTAÇÃO
A fase aguda dura, em geral, de 1 a 2
semanas e pode ser confundida com outras
viroses (gripe, etc) bem como pode também
passar despercebida.
Os sintomas da fase aguda são portanto
inespecíficos e comuns a várias doenças, não
permitindo por si só o diagnóstico de infecção
pelo HIV, o qual somente pode ser
confirmado pelo teste anti-HIV, o qual deve
ser feito após 90 dias (3 meses) da data da
exposição ou provável contaminação.
DIAGNÓSTICO
A detecção da infecção pelo HIV é realizada
através da presença de anticorpos (proteínas de
defesa), contra o vírus, no sangue da pessoa. Estes
anticorpos em geral podem demorar até 6 meses
para atingirem níveis que permitem esta detecção.

Dois tipos de testes para anticorpos estão


disponíveis para diagnóstico da infecção pelo HIV
(Western Blot e Elisa). Se uma pessoa tem alta
probabilidade de estar infectado e os dois teste
resultam negativos, o médico pode ainda solicitar
que seja realizado um teste para detecção do vírus
no sangue.
BIOLOGIA
HIV é um retrovírus, classificado na
subfamília dos Lentiviridae.
Esses vírus compartilham algumas
propriedades comuns: período de
incubação prolongado antes do
surgimento dos sintomas da doença,
infecção das células do sangue e do
sistema nervoso e supressão do
sistema imune.
QUAL O TEMPO DE SOBREVIDA DE
UM INDIVÍDUO PORTADOR DO
HIV?
Até o começo da década de 1990, a aids
era considerada uma doença que levava à
morte em um prazo relativamente curto.
Porém, com o surgimento do coquetel
(combinação de medicamentos
responsáveis pelo atual tratamento de
pacientes HIV positivo) as pessoas
infectadas passaram a viver mais.
QUAL O TEMPO DE SOBREVIDA DE
UM INDIVÍDUO PORTADOR DO
HIV?
Esse coquetel é capaz de manter a carga viral
do sangue baixa, o que diminui os danos
causados pelo HIV no organismo e aumenta o
tempo de vida da pessoa infectada.
QUAL O TEMPO DE SOBREVIDA DE
UM INDIVÍDUO PORTADOR DO
HIV?
O tempo de sobrevida (ou seja, os anos de
vida pós-infecção) é indefinido e varia de
indivíduo para indivíduo. Por exemplo,
algumas pessoas começaram a usar o
coquetel em meados dos anos noventa e
ainda hoje gozam de boa saúde.
QUAL O TEMPO DE SOBREVIDA DE
UM INDIVÍDUO PORTADOR DO
HIV?
Outras apresentam complicações mais
cedo e têm reações adversas aos
medicamentos.
Há, ainda, casos de pessoas que, mesmo
com os remédios, têm infecções
oportunistas (infecções que se instalam,
aproveitando-se de um momento de
fragilidade do sistema de defesa do
corpo, o sistema imunológico).
QUANTO TEMPO O HIV SOBREVIVE
EM AMBIENTE EXTERNO?
O vírus da aids é bastante sensível ao
meio externo. Estima-se que ele possa
viver em torno de uma hora fora do
organismo humano.
Graças a uma variedade de agentes
físicos (calor, por exemplo) e químicos
(água sanitária, glutaraldeído, álcool,
água oxigenada) pode tornar-se inativo
rapidamente.
COMO SE PEGA O HIV
- Sexo sem camisinha (vaginal, anal ou
oral).
- De mãe infectada para filho durante a
gestação, o parto ou a amamentação.
- Uso da mesma seringa ou agulha
contaminada por mais de uma pessoa.
- Transfusão de sangue contaminado com
o HIV.
- Instrumentos que furam ou cortam, não
esterilizados.
Quanto tempo após me
expor a uma situação de
risco deve fazer o exame?
Resposta:
Os testes mais novos conseguem detectar
a presença de anticorpos até 6 semanas
após a exposição ao vírus. Para se ter total
certeza da infecção ou não, o teste deve
ser repetido com 12 e 24 semanas quando
o primeiro é negativo. Não adianta fazer
o teste antes desse período que é
chamado de janela imunológica.
PREVENÇÃO
A prevenção ainda é o melhor remédio
para qualquer DST, use camisinha em
qualquer relação sexual, a camisinha
evita o contato direto do pênis com a
vagina, ânus, boca, impedindo que a
doença seja transmitida ou adquirida.
Diminua a quantidade de parceiros e faça
exames quando perceber algum
corrimento, ardência ou qualquer outra
situação anormal em seu órgão sexual.
TRATAMENTO

Nos últimos 10 anos desenvolveram-se


terapias para combater o vírus com as
infecções associadas. O primeiro grupo
de drogas é o de inibidores da enzima
transcriptase reversa. A mais conhecida
deste grupo é a zidovudina (AZT).
TRATAMENTO

Estas drogas diminuem a propagação do


vírus e o aparecimento de infecções
oportunistas. Porém não impedem a
transmissão do vírus para outros
indivíduos. Como o vírus pode se tornar
resistente a cada classe de drogas, o
tratamento combinado torna-se
necessário para suprimir o vírus.
TRATAMENTO
Convém lembrar que as
drogas disponíveis não
curam a pessoa da
infecção e todas possuem
efeitos colaterais que
podem ser severos.
PREVENÇÃO
A única maneira de prevenir a infecção
pelo HIV é evitar os comportamentos de
risco, como compartilhar agulhas e
seringas ou sexo sem proteção. Não há
como saber se o parceiro (a) está
infectado, a não ser que ele (a) submeta-
se a testes repetidos para detecção do
vírus e não possua qualquer
comportamento de risco.
PREVENÇÃO
O risco de transmissão de uma mãe
infectada para o feto é significativamente
reduzido com o uso de AZT durante a
gestação e parto, e a administração da
droga ao recém-nascido nas primeiras seis
semanas de vida.
Chegamos ao fim...

Perguntas
RICARDO AZEREDO
ricardozeredo@gmail.com
55 22 99224-1782