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PROESSOS DE CONFORMAÇÃO - UV

Prof.: M.Sc. Antonio Fernando de Carvalho Mota

Marca
Instituição
Ensino
Bibliografia Básica
• DIETER, G.E. Metalurgia Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1981.
• HELMAN H. e CETLIN P. R., Fundamentos da Conformação
Mecânica dos Metais, Ed. Guanabara Dois.
• Ferreira, Ricardo Artur Sanguinetti.Fundamentos Metalúrgicos e
Mecânicos.Recife: Editora Universitária UFPE.
• BRESCIANI FILHO, E. Conformação Plástica dos Metais. Volumes
1 e 2. Campinas: UNICAMP.

2
Cap.1 – Tensões e Deformações
• 1.1 Conformações mecânicos são operações onde se
aplicam solicitações mecânicas em metais, que
respondem com uma mudança permanente de
dimensões.

Fig. 1,1 Solicitação e resposta do metal na laminação


Cap.1 – Tensões e Deformações
• Além da mudança de dimensões ocorre também alterações das
propriedades do metal.
• A conformação mecânica tem sido estudada de duas formas:
• Estudo do equipamento Visitas, estágios etc.
• Estudo da deformação do metal.
LR


• Deformação dos Metais = Def. Elástica + Def, Plástica
(pequena e reversível) (mais importante)
Estudo da Def. Plástica de Metais:
• Comportamento da Estrutura Cristalina (qualitativa) – Metalurgia
Física
• Obs.: Supondo que o metal é contínuo e sem investigar os
mecanismos de deformação.
• Avaliações quantitativas das relações
Solicitação – Resposta
• SOLICITAÇÃO MECÂNICA DO CONTÍNUO RESPOSTA
FÍSICA DOS SÓLIDOS
Considerando os corpos (metais) como isótropos (isotrópicos),
homogêneos e contínuos.
ISOTRÓPICO- Que possui valores idênticos de uma propriedade em
todas direções cristalográficas.
ANISOTROPIA: As propriedades físicas dos monocristais metálicos
dependem da direção cristalográfica na qual as medidas são feitas.
1.2 CONCEITO DE TENSÃO EM UM PONTO

• Binômio Solicitação – Resposta


A1  A2 – Solicitação em (a) maior

fig.1.2 Corpos de diferentes seções transversais submetidos ao mesmo esforço


1.2 CONCEITO DE TENSÃO EM UM PONTO

• Define-se a Tensão média como: T = F/A


• No caso mais geral

• Fig.1.3 Corpo submetido a esforços. O ponto P pertence ao corpo.


1.2 CONCEITO DE TENSÃO EM UM PONTO

• Consideremos uma pequena área A em torno de P e seja F a


resultante das forças agindo em todos os pontos de A.
• Define-se a tensão média agindo em A como: T = F/A

Fig.1.4 Procedimento para determinação da tensão no ponto P


1.2 CONCEITO DE TENSÃO EM UM PONTO

• Define-se tensão normal  como a componente de T agindo


segundo o eixo n (fig. 1.5) e de módulo:
•  = F cos/A
• Define-se a tensão de cisalhamento  como a componente de T que
age segundo a reta de interseção do plano de corte e do plano
definido por T e o eixo n:
•  = Fsen/A

Fig. 1.5 Decomposição da tensão T segundo eixos cartesianos


EXERCÍCIO
• Ex. Para a situação da Fig. 1.5 age em P uma força F = 1.500kg,
aplicada uniformemente em uma área de 2cm2. O ângulo  = 30º.
• Calcular  e .

• Solução:
•  = F cos/A
•  = 1.500kg x cos30º/2cm2 = 1.500kg x 0,866/2cm2
•  = 649,5kg/cm2
•  = Fsen/A
•  = 1.500kg x sen30º/2cm2 = 1.500kg x 0,5/2cm2
•  = 375kg/cm2
1.3 VARIAÇÃO DA TENSÃO COM O PLANO DE CORTE
• Um dos problemas a serem considerados na avaliação da tensão
em um ponto é sua variação com o plano de corte.
Para todos os pontos da seção A1,
tem-se: T1 = F/A1

Fig. 1.6 Variação de T com o plano de corte


1.3 VARIAÇÃO DA TENSÃO COM O PLANO DE CORTE
• O caso mais geral de corte no cilindro é caracterizado pelo ângulo .
• No caso de A1, tem-se: Da Trigonometria
•  = 0, 1 = T1 Cos2 = Cos2 + 1
2
• 1 = 0
• Considerando A, a força a ser considerada ainda é F, mas a área
sobre a qual age não mais é A1
• T = F/A
•  = F cos= F cos = F cos2
A A1/cos A1
•  = 1cos2 = 1( 1 + cos2) (eq. 1.8)
2
Demonstrar que A = A1/cos (Exercício 1.2)
1.3 VARIAÇÃO DA TENSÃO COM O PLANO DE CORTE
•  = F sen= F sen = F sen.cos
Da trigonometria
A A1/cos A1 Sen(2)= 2Sen.Cos
•  = 1.sen.cos = ½.1 .sen2 (eq. 1.9)
• As equações (1.8) e (1.9) são as equações paramétricas de um
círculo, como demonstrado nos exercícios 1.3 e 1.4.
• O significado físico do parâmetro  está no exercício 1.5. O círculo
em discussão é conhecido como círculo de Mohr.

Círculo de Mohr

Fig. 1.7 Tensões em diferentes planos


de corte na tração de um cilindro
Tensões em diferentes planos de corte
1.3 VARIAÇÃO DA TENSÃO COM O PLANO DE CORTE
• Considere-se agora uma analise das equações 1.8 e 1.9

•  = 1cos2 = 1( 1 + cos2) (eq. 1.8)


2
• = 1.sen.cos = 1 .sen2 (eq. 1.9)
• 2
• A tensão é máxima para  = 0º, e  = 1; Fig. do problema 1.5
• Neste plano,  = 0;  ainda é nulo para  = 90º, onde  é mínimo ( = 0).
• Os planos onde  é nulo são ortogonais.
• A tensão  é máxima para  = 45º, ou seja,com o plano em um plano
fazendo 45º com o plano onde age a  máx. Além disso máx. = 1/2. isto
pode ser claramente visto na figura do problema 1.5 (pontos A e B).
• A analise completa das variações das tensões com o plano de corte pode
ser feita de forma matematicamente mais rigorosa através do cálculo
tensorial.
Tensor de Tensões
1.4 TENSÕES PRINCIPAIS
• Considerando o caso do ensaio de tração, notou-se que é possível achar
planos de corte do corpo de prova onde a tensão de cisalhamento é nula, e
que nestes planos a tensão normal é máxima ou mínima; estes planos são
ortogonais entre si.
• A partir da Fig. 1.6, pode-se encontrar três planos passando por P,
mutuamente ortogonais e onde  é nulo. Nestes planos agem somente
tensões normais.
• Por convenção se indica: 123

Fig. 1.8 Planos passando pelo ponto P, onde  = 0


Fig. 1.6 Variação de T com o plano de corte
1.4 TENSÕES PRINCIPAIS
• Do ponto de vista da resposta do material, interessam de fato estas
tensões extremas.
• A variação de  e  com a posição do plano de corte poderá ser mais bem
visualizada através de métodos gráficos.
• Os planos onde  = 0 recebem o nome de “Planos Principais”, e as tensões
1, 2 e 3 recebem o nome de “Tensões Principais”.

Fig. 1.8 Planos passando pelo ponto P, onde  = 0


1.5 CÍRCULOS DE MOHR
• Uma maneira bastante cômoda de representar a variação da tensão com o
plano de corte.
• Inicialmente para um corpo de duas dimensões (uma chapa fina), demonstra-se
que, para cada ponto deste corpo, é sempre possível achar dois planos de
corte, perpendiculares entre si, onde age somente . Estes são os planos
principais.
• O terceiro plano principal será o plano da chapa onde  é nulo.
• A Fig, 1.9 mostra um quadrado de metal, extraído de uma chapa de uma chapa
de tal forma que seus lados sejam os planos principais 1 e 2 .
• Deseja-se agora determinar as tensões  e  no plano genérico A, fazendo o
ângulo  com o plano onde age 1.

Fig, 1.9 Análise de tensões em duas dimensões


1.5 CÍRCULOS DE MOHR

Fig, 1.9 Análise de tensões em duas dimensões


1.5 CÍRCULOS DE MOHR
• Fazendo-se cálculos semelhantes ao da seção 1.3 para o caso da tração
pura, chega-se a (Exercício 1.6)
•  = ½ (1 + 2) + ½ (1 - 2) cos2
•  = ½ (1 - 2) sen2 (eq.s 1.11)

Fig. 1.10 Representação geométrica das eq.s (1.11) (Círculo de Mohr)


Exercício 1.6
• Demonstrar as equações (1.11)  = ½ (1 + 2) + ½ (1 - 2) cos2
•  = ½ (1 - 2) sen2
• tomando o equilíbrio do triangulo abaixo.
• Notar que: AC= AB Cos
• CB = AB Sen
• Lembrar que: Cos2 = Cos2 + 1 e Sen2 = 1 – Cos2
• 2 2
sen 2α = 2 sen α.cos α
CÍRCULOS DE MOHR
• Planos que fazem 90º entre si na Fig. 1.9 apresentam tensões de cisalhamento
iguais e de sinais opostos. Exemplos pontos A e E na Fig. 1.10. Conversão 1  2

Fig, 1.9 Análise de tensões em duas dimensões Fig. 1.10 Representação geométrica das eq.s (1.11)

Ponto A  Plano genérico A


Ponto 1  Plano 1, onde  = 0 e  = 0
Ponto 2  Plano 2, onde  = 90º, 2  = 180º e  = 0
Ponto D  Plano onde máx. = 2 = 90º e  = 45º.
• OB = 0C + CB = ½ (1 + 2) + ½ (1 - 2) cos2
• AB = ½ (1 - 2) sen2 (Eq.s 1.2)

•  = ½ (1 + 2) + ½ (1 - 2) cos2


•  = ½ (1 - 2) sen2 (Eq.s 1.11)
• Comparando-se as eq.s (1.11) e (1.12), conclui-se que: OB = 
• AB = 
• Para estabelecer a correspondência entre planos na Fig. 1.10, deve-se lembrar:
• Os ângulos  e 2 são contados no mesmo sentido.
• Se  é positivo, provoca “giro” do plano A em torno de 0 (Fig. 1.9) no sentido horário.

Fig, 1.9 Análise de tensões em duas dimensões Fig. 1.10 Representação geométrica das eq.s (1.11)
Círculo de Mohr para três dimensões

(a) (b)

Fig. 1.11 Extensão de círculos de Mohr a três dimensões

Uma vez analisado o círculo de Mohr em duas dimensões, pode-se generalizar a


situação para três dimensões. Considerando que, na Fig. 1.11a, os planos 1,2 e 3
são planos principais passando pelo ponto “P”.
A tensão em qualquer plano perpendicular ao plano 3 não é afetado por 3
(lembrar de tração pura  para  = 90º   =  = 0), nestes planos, a tensão
depende somente de 1 e 2.
Os pontos do círculo que passa por 1 e 2 (Fig. 1.11b) correspondem a planos
perpendiculares ao plano 3.
Círculo de Mohr para três dimensões

(a) (b)
Fig. 1.11 Extensão de círculos de Mohr a três dimensões
• De forma análoga, o círculo 2 3 representará os planos perpendiculares
ao plano 1, e o círculo 1 2, os planos perpendiculares ao plano 2.
• É possível demonstrar que os valores de  e  para um plano com
inclinação qualquer passando por “P” corresponderão sempre a pontos
dentro da região hachurada na Fig. 1.11b.
• A tensão máxima de cisalhamento (máx.) está mostrada na Fig. 1.11b, e
seu valor é dado pela (eq. 1.14).
•  máx. = 1 - 3 (eq. 1.14)
• 2
1 
2 máx
(a) 1 Tração pura
2 =3=0

1  A adição de 2 não altera a  máx.


(a resistência a deformação plástica
2 máx fica inalterada)
(b) 2 1
3=0

1

2 máx A adição de 3 diminui a  máx.
(c)
3 3  1
2

1  máx Já a adição de uma tração 3 de


compressão aumenta drasticamente
(d) 2  máx.

3 3 1
2
• Fig. 1.13 Exemplos de círculo de Mohr para diferentes estados de tensão
Tração pura

A adição de 2 não altera a  máx.


(a resistência a deformação plástica
fica inalterada)

A adição de 3 diminui a  máx.

Já a adição de uma tração 3 de


compressão aumenta drasticamente
 máx.

• Fig. 1.13 Exemplos de círculo de Mohr para diferentes estados de tensão


1.6 APLICAÇÕES DOS CÍRCULOS DE MOHR
• 1.6.1 O ensaio de tração
• Durante o ensaio de tração é válido o círculo de Mohr da Fig. 1.13a.
• A medida que a tensão aplicada vai crescendo (pontos A, B, C e D da Fig.
1.14a). A partir deste ponto ocorre uma estricção no corpo de prova, e o
estado de tensões não é o de tração pura.

Fig. 1.14 Círculos de Mohr para um ensaio de tração


1.6.2 Trefilação de arames
• Quando se deseja alongar uma barra cilíndrica, é possível traciona-la,
como no ensaio de tração. No entanto, se a deformação desejada exigir
uma aplicação de tensão acima de 1D (Fig. 1.14), a barra sofrerá estricção
e o produto obtido não mais será satisfatório.
• Nestes casos, é possível impor a deformação desejada através da
trefilação. No caso a tensão necessária para trefilar o material ( tref.) deve
estar abaixo do limite de escoamento da barra que já passou pela fieira,
para que esta não seja simplesmente tracionada.

Fig. 1.14 Círculos de Mohr para um ensaio de tração


Trefilação de arames
• Observa-se (Fig. 1.15) que a fieira muda o estado de tensões no arame em
relação a tração pura, pela imposição de tensões de compressão.
• A consequência disso é um aumento de máx. sem necessidade de aumento
de 1 (Fig. 1.15 c), que levaria a um aumento de tref.
• Esta observação está de acordo com o que foi observado na Fig. 1.13d.
• A deformação plástica ocorrerá com mais facilidade dentro da ferramenta
cônica e não haverá perigo de ocorrer deformação plástica ou estricção e
fratura na barra já trefilada, devido a valores excessivos de tref.

 máx
1
2
3 1
3 2
(d)
Fig. 1.13 Exemplos de círculo de Mohr para
diferentes estados de tensão

Fig. 1.15 Estado aproximado de tensões e círculo de Mohr correspondente para o caso da trefilação
EXERCÍCIOS
• 1.1 Para a situação da Fig. 1.5 age em P uma força F = 1.500kg,
aplicada uniformemente em uma área de 2cm2. O ângulo  = 30º.
• 1.2 Para o caso da Fig. 1.7, demonstrar que A = A1/cos . (Lembrar
que A é a área de uma elipse cujo eixo menor é o diâmetro do cilindro.)
• 1.3 Tracionando um cilindro de área transversal unitária e seção circular. A
força aplicada é um instante é 20.000kg. Calcular  e  em planos que
fazem ângulos 10º, 20º, 30º, 40, 45º, 50º, 60º, 70º, 80º e 90º com a seção
transversal.
• 1.4 Considerando um sistema de eixos cartesianos ,  ( na abscissa e 
na ordenada), usando a mesma escala para  e  nos dois eixos, fazer
uma curva de  x  para os pontos obtidos no exercício 1.3; completar o
exercício para  até 360º.
EXERCÍCIOS – CONT.
• 1.5 Considerando o desenho abaixo, demonstrar que as coordenadas do
ponto “P” são dadas pelas equações (1.8) e (1.9). Notar que 2 é marcado
no mesmo sentido que o ângulo  no corpo.

•  = 1cos2 = 1( 1 + cos2) (eq. 1.8)


2
•  = 1.sen.cos = 1 .sen2 (eq. 1.9)
2
Exercício 1.6
• Demonstrar as equações (1.11)  = ½ (1 + 2) + ½ (1 - 2) cos2
•  = ½ (1 - 2) sen2
• tomando o equilíbrio do triangulo abaixo.
• Notar que: AC= AB Cos
• CB = AB Sen
• Lembrar que: Cos2 = Cos2 + 1 e Sen2 = 1 – Cos2
• 2 2
sen 2α = 2 sen α.cos α



EXERCÍCIOS – CONT.
• 1.7 Dado um quadrado onde agem 1 = 20kgf/mm2 2 = 4kgf/mm2,
calcular 1 e 2 em planos cuja normal fazem 30º, 45º e 80º com a
direção de 1.

• 1.8 Para o estado de tensão abaixo, calcular 1, 2 , máx. e o


ângulo que o plano onde atua 1 faz com 0x, através de círculos de
Mohr.
• x = 1.000psi
• y = 4.000psi
•  = 2.000psi
EXERCÍCIOS – CONT.
• 1.9 Calcular máx. para os estados de tensões a seguir
• a) 1 = 10.000psi 2 = 4.000psi 3 = 1.000psi
• b) 1 = 10kg/mm2 2 = 2kg/mm2 3 = -8kg/mm2
• c) 1 = -80MPa 2 = -150MPa 3 = -200MPa

• 1.10 Para cada caso a seguir, desenhar círculos de Mohr, achar máx.
e  no plano onde atua máx. (Tensões não dadas são nulas).
• a) 1 = 20MPa; 3 = -60MPa
• b) 3 = -60psi
• c) 1 = 10kg/mm2; 3 = -50kg/mm2 ; 2 = -10kg/mm2

• 1.11 um arame de comprimento inicial 200,0mm é estirado de 20mm;


após esta operação, sofre outro estiramento adicional de 50mm,
obtendo-se um valor total de 70mm. Calcular e e  para cada etapa de
deformação, sua soma, e comparar esta soma com valores obtidos
para a deformação total.
CÍRCULOS DE MOHR - APLICAÇÃO

Estado Plano de Tensões

Estado Plano de Deformação


Anexos
OPERAÇÕES TÍPICAS DE CONFORMAÇÃO
PROCESSOS INDUSTRIAIS EMPREGADOS NA
CONSTRUÇÃO DE ELEMENTOS DE MÁQUINAS
PROCESSOS INDUSTRIAIS EMPREGADOS NA
CONSTRUÇÃO DE ELEMENTOS DE MÁQUINAS
Ensaio de Tração Real

Considerando o volume constante

Fig. 4
Deformação Linear

e= l
l0

e= l .100(%) e‘= 2l .100(%)


l0 l0
Seria mais preciso dizer que a sua deformação total é dada por:
e= l + l
l0 l0 + l
Indo mais longe, pode-se considerar que l é a soma de infinitésimos dl:
lf lf
 = dl + dl + dl + ... + dl =  dl =  dl = ln lf = ln (l0 + l) = ln(1+e)
l0 l0+dl l0 +2dl lf-dl lo l lo l l0 l0
Deformação Real - Aplicação

Fonte:
TENSÃO E DEFORMAÇÃO REAL

70
lo
DEVER DE CASA - QUEBRA DO NAVIO

• CONSTRUÇÃO DE NAVIOS:
• Desempeno e estreitamento;
• Marcação e cortes;
• Conformação;
• Soldagem;
• Proteção.

Pesquise os processos de Conformação de Chapas


(Curvatura de Chapas) Realizados na construção de navios.
Justificativa: A conformação sendo um trabalho de forte viés
prático, feito de maneira bastante empírica, também
enriquecida na medida do possível por conceitos
acadêmicos.
Dicas:
Um navio-tanque com duplo casco oito tanques em cada
bordo.
A tabela apresenta o cálculo das propriedades de área da seção
mestra de uma embarcação.
1.6.3 O ensaio de Torção

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