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Código de Defesa

do Consumidor
Bioética e Ética Médica – 3 Ciclo
Art. 4º A Política Nacional das Relações de
Consumo tem por objetivo o atendimento das
necessidades dos consumidores, o respeito à sua
dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus
interesses econômicos, a melhoria da sua
qualidade de vida, bem como a transparência e
harmonia das relações de consumo, atendidos os
seguintes princípios.

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Vamos
entender
juntos a
relação Código
de Defesa do
Consumidor e a
profissão
médica?
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Lei n. 8.078, de 11 de setembro
de 1990.

Porque relacionar o Código de Defesa


do Consumidor a profissão médica?

“Art. 2° Consumidor é toda pessoa física


ou jurídica que adquire ou utiliza
produto ou serviço como destinatário
final.”
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Art. 3° Fornecedor é toda pessoa


física ou jurídica, pública ou privada,
nacional ou estrangeira, bem como
os entes despersonalizados, que
desenvolvem atividade de produção,
montagem, criação, construção,
transformação, importação,
exportação, distribuição ou
comercialização de produtos ou
prestação de serviços.
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Interpretações
do Código na
profissão
médica
Exemplos
Aplicação 1

◂ Art. 23. A ignorância do fornecedor


sobre os vícios de qualidade por
inadequação dos produtos e
serviços não o exime de
responsabilidade.
Exemplos: Dermatologistas
e procedimentos estéticos.
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Aplicação 2

◂ Art. 25. É vedada a estipulação


contratual de cláusula que
impossibilite, exonere ou atenue a
obrigação de indenizar prevista
nesta e nas seções anteriores.
Exemplo: Cirurgiões plásticos
e contratos de resultado.
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Aplicação 3
◂ Art. 28. O juiz poderá desconsiderar a
personalidade jurídica da sociedade quando,
em detrimento do consumidor, houver abuso
de direito, excesso de poder, infração da lei, fato
ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou
contrato social. A desconsideração também
será efetivada quando houver falência, estado
de insolvência, encerramento ou inatividade da
pessoa jurídica provocados por má
administração.
Exemplo: Isenção de penalização médica em caso
de abandono de tratamento. 10
Em relação ao prazo:
◂ Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios
aparentes ou de fácil constatação caduca em:
◂ I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de
serviço e de produtos não duráveis;
◂ II - noventa dias, tratando-se de fornecimento
de serviço e de produtos duráveis.
◂ § 1° Inicia-se a contagem do prazo
decadencial a partir da entrega efetiva do
produto ou do término da execução dos serviços.

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Em relação à publicidade:
◂ Art. 36. A publicidade deve ser veiculada de
tal forma que o consumidor, fácil e
imediatamente, a identifique como tal.
◂ Parágrafo único. O fornecedor, na
publicidade de seus produtos ou serviços,
manterá, em seu poder, para informação dos
legítimos interessados, os dados fáticos, técnicos
e científicos que dão sustentação à mensagem.
◂ Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa
ou abusiva.
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Em relação às cobranças:

◂ Art. 42. Na cobrança de débitos, o


consumidor inadimplente não será
exposto a ridículo, nem será submetido a
qualquer tipo de constrangimento ou
ameaça.

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◂ § 1° É enganosa qualquer modalidade de
informação ou comunicação de caráter publicitário,
inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro
modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro
o consumidor a respeito da natureza, características,
qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço
e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.

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Referências:

Lei 8.078/90 disponível em:


http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078.htm
Cartilha do Consumidor disponível em:
http://www.procon.al.gov.br/legislacao/cartilhadoc
onsumidor.pdf

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