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Atividade Física e a

importância do brincar na
primeira infância.

RAILA SILVA
Profissional de Educação Física
NASF Carnaubal
• A atividade física é definida por Caspersen et al.
(1985) como: qualquer movimento corporal
produzido pelos músculos esqueléticos, que
resulta em gasto energético maior que os níveis
de repouso.
• Na primeira infância, onde é construída a
capacidade motora do ser humano, a Educação
Física tem o papel de trabalhar e desenvolver os
aspectos cognitivos, sociais, afetivos e motores de
forma integrada.

• As habilidades motoras devem ser desenvolvidas


através de jogos, do brinquedo, das cantigas de
roda, da dança, pois são fatores importantes para
o desenvolvimento das crianças.
É ai que está a importância de
BRINCAR!
• O brinquedo proporciona o aprender-fazendo e
para ser melhor aproveitado é conveniente que
proporcione atividades dinâmicas e desafiadoras
que exijam a participação ativa da criança.
Existem brinquedos e brincadeiras para
etapas diferentes do desenvolvimento:

• Do 1 ao 6 mês:
• Móbiles com argolas de cores fortes; bichinhos coloridos e
bolas de diferentes texturas; chocalhos e brinquedos musicais;
mordedores.

• Dos 6 aos 12 meses:


• Bichinhos flutuantes de borracha para a hora do banho; cubos
ilustrados ou com guizos embutidos; brinquedos de encaixe;
argolas; coisas para martelar, empilhar e desmontar;
telefoninhos e objetos que produzam sons por meio de
botões para apertar, girar ou empurrar.
• Dos 12 aos 24 meses:
• Bonecos; brinquedos de empurrar e puxar e de montar e
desmontar; objetos com texturas, sons e cores variados; livros
e álbuns de fotos com ilustrações dos familiares e objetos
conhecidos; escorregador, balanço e triciclo.

• Dos 3 a 4 anos:
• Começam as brincadeiras do faz de conta. As crianças
respondem a brincadeiras de casinha, de trânsito, de
escolinha e de outras atividades cotidianas.
• 5 a 6 anos:
• Surgem os jogos coletivos, de campo ou de mesa, jogos de
tabuleiro, futebol, brincadeiras de roda. Os jogos motores (de
movimento) e os de representação (faz de conta) continuam e
se aprimoram.

• 7 anos acima:
• A criança está apta a participar e se divertir com todos os tipos
de jogos aprendidos, mas com graus de dificuldades maiores.
De olho na segurança!
• Evite brinquedos pesados, que possam cair sobre o
bebê e feri-lo.
• Descarte objetos com bordas, pontas afiadas ou que
soltem farpas, capazes de causar cortes e arranhões.
• Dispense efeitos sonoros muito altos, pois
prejudicam a audição.
• Confira se há peças pequenas que possam ser
engolidas – há risco de engasgo e sufocamento.
• Verifique a pintura – brinquedos que soltam tinta
certamente não têm bom controle de qualidade e
podem causar alergias e intoxicações.
• Meça eventuais fios e cordinhas – eles não devem
ultrapassar 30 centímetros; senão, o bebê pode
enrolá-los no pescoço.
• Prefira peças que sejam facilmente higienizáveis,
porque o bebê leva tudo à boca.
• Procure sempre o selo do Inmetro e respeite a
classificação etária indicada pelo fabricante – são
garantias de segurança e adequação.
• Sendo assim, devemos acreditar que é através da
atividade lúdica que a criança se prepara para a vida,
assimilando a cultura do meio em que vive,
integrando-se nele, adaptando-se às condições que
o mundo lhe oferece e aprendendo a competir,
cooperar com os seus semelhantes: a conviver como
um ser social.
O brincar faz parte do cotidiano da criança;
O brincar está dentro da criança;
O brincar trás prazer, alegria;
Dá asas a sua própria imaginação;
A criança dá vida a brincadeira!
OBRIGADA!