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ESTADO DO MARANHÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE BURITICUPU


SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO-SEMED
UNIDADE INTEGRADA SIMAR PEREIRA PINTO
RUA DA LIBERDADE S/N CENTRO
CNPJ: 01.979.355/0001-37

Reunião Com Professores


Referente ao 1º Planejamento
Coletivo e Apontamentos sobre
o Diagnóstico inicial.
Mirian Fabricante e Fabiana Lula

BURITICUPU- MA
2019
Texto para deleite:

Aprenda a
chamar a polícia...
Luis Fernando Verissimo
OBJETIVOS
 Proporcionar uma convivência harmoniosa entre todos os
segmentos da comunidade escolar através de ações pautadas no
diálogo, valorização, respeito e justiça.

 Promover a construção de estratégias pedagógicas de superação de


todas as formas de discriminação, preconceito e exclusão social e
de ampliação do compromisso ético-político com todas as
categorias e classes sociais.
ANÁLISE DOS
DIAGNÓSTICOS
2º ano, Responsável: Fabiana
2º ano “A” – Professora
Marlene Alexandre
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual e um
ditado envolvendo palavras e formas geométricas, a partir daí
fez alguns registros.

O gráfico a seguir mostra os conceitos e o número de alunos


para cada hipótese com base nos documentos preenchidos
pela professora. A análise do diagnóstico matemático foi feito
através de uma pequena discussão textual.
Vejamos:
2º ano “A” – Professora Marlene Alexandre

22 alunos encontram-se na hipótese pré-silábico,


ou seja, apresenta leitura e escrita global.

3 alunos no silábico sem valor sonoro, ou seja,


faz leitura silabada e costuma usar uma letra
para cada som da língua.

OBSERVAÇÃO: grande parte dos alunos ainda não desenvolveram as capacidades


mínimas de matemática e de português. Muitas crianças também não conhecem algumas
formas geométricas planas.
2º ano “C” – Professora
Maria Euzivania
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual para
realizar o diagnóstico.

O gráfico a seguir mostra os conceitos número de alunos


para cada hipótese com base nos documentos preenchidos
pela professora. A análise do diagnóstico matemático foi
feito através de uma pequena discussão textual.
Vejamos:
2º ano “C” – Professora Euzivania
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual.

22 alunos encontram-se no nível pré-silábico 2, onde


a leitura é global e conhece as letras ou símbolos .

3 alunos encontram-se no nível silábico alfabético


sem valor sonoro 2, ou seja, o que escreve ainda
não corresponde com o som convencional daquela
sílaba. Leitura silabada.
3 alunos encontram-se no nível silábico com valor
sonoro, ou seja, o que se escreve tem
correspondência com o som convencional daquela
sílaba. Leitura silabada.

OBSERVAÇÃO: Quanto às habilidades observadas frente ao desenvolvimento


matemático boa parte dos alunos estão em desenvolvimento dos quesitos avaliados,
outros não conseguiram se desenvolverem.
2º ano “E” – Professora
Fernanda
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual, achou
melhor utilizar como legenda apenas os indicadores de
desenvolvimento.

FOI REALIZADO DOIS GRÁFICOS, UM PARA CADA


DISCIPLINA ANALISADA.
Vejamos:
2º ano “E” – Professora Fernanda
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual, considerou como legenda apenas os
indicadores de desenvolvimento.

10 alunos estão em desenvolvimento de


algumas habilidades em língua portuguesa.
8 alunos estão com boa parte das habilidades
desenvolvidas, necessitando de
aprimoramento.
7 alunos ainda não desenvolveram algumas
capacidades em português, tais como: escrever
textos legíveis, emitir opinião, ler palavras no
texto, etc.

OBSERVAÇÃO: Foi agrupado todas as habilidades levantadas e a grande maioria foi


considerada para a produção do gráfico.
2º ano “E” – Professora Fernanda
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual, considerou como legenda apenas os
indicadores de desenvolvimento.

11 alunos estão em desenvolvimento de algumas


habilidades em matemática com vários déficits
que necessitam de atenção e correção.
9 alunos ainda não desenvolveram algumas
habilidades em matemática, tais como: ordem
numérica, sequência, problemas, etc.
5 alunos estão com boa parte das habilidades
desenvolvidas, necessitando de aprimoramento.

OBSERVAÇÃO: Foi agrupado todas as habilidades levantadas e a grande maioria foi


considerada para a produção do gráfico.
2º ano “D” – Professora
Maria de Jesus
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual.
Para a discussão e análise do diagnostico de
matemática foi realizado um pequeno texto. Vejamos:
2º ano “D” – Professora Maria de Jesus
A professora utilizou a ficha diagnóstica individual.

15 alunos encontram-se no nível alfabético, onde a


criança já compreende o sistema de escrita.
13 alunos encontram-se na hipótese silábico alfabético,
ou seja, a criança já usa uma letra para cada sílaba oral,
e percebe os sons que formam a sílaba .
1 aluno encontram-se no nível silábico alfabético sem
valor sonoro 2, ou seja, o que escreve ainda não
corresponde com o som convencional daquela sílaba.
Leitura silabada.
1 aluno encontra-se no nível pré-silábico 2, onde a
leitura é global e conhece as letras ou símbolos .

OBSERVAÇÃO: Sobre os conceitos matemáticos, observou-se que grande parte da


turma possui mais dificuldade em resolver situações problemas, antecessor e sucessor,
gráficos, adições e subtrações, etc.
ANÁLISE DOS
DIAGNÓSTICOS
3º ano, Responsável: Brito
3º ano “A” – Professoras Domingas e Vera Lúcia

Através da analise das fichas


que as professoras
preencheram foi possível
perceber que cerca de 4 alunos
já possuem as habilidades
avaliadas desenvolvidas,
enquanto 8 alunos ainda não
conseguiram, e12 alunos estão
em construção.

Enquanto na matemática,
não foi diagnosticado nenhum
aluno com as características
avaliadas desenvolvidas, 7
alunos não conseguiram
desenvolver as habilidades e
17 estão em desenvolvimento,
onde varia bastante.
3º ano “B” – Professora Rosa Rodrigues
A professora em seu diagnóstico observou que 14 alunos (52%) encontram-se na
hipótese do sistema escrito 1, ou seja, o aluno diferencia desenhos de letras, a leitura
é global, com o dedo deslizando sobre a palavra.
7 (26%) alunos no nível alfabético 1, onde os alunos já compreenderam o sistema de
escrita, ou seja, letras, sílabas e seus sons.
E 6 (22%) alunos encontram-se no nível pré-silábico 2, onde a escrita e diferenciação
entre letras é bem maior , a variação entre caracteres varia muito. A leitura ainda é
global.
3º ano “C” – Professoras Lucinete e Lindinalva
A professora em seu diagnóstico destacou que 8 alunos de 13 está na hipótese pré-
silábico , 3 alunos está hipótese alfabético e 2 no silábico alfabético.

A professora analisou a segunda metade da turma diferente, utilizando apenas


indicadores de desenvolvimento, como podemos ver no gráfico 2 que foi realizado
com 9 crianças. Cinco delas estão com as capacidades avaliadas desenvolvidas, três
estão em desenvolvimento, ou seja, é perceptível essa mudança e 1 delas não
consegue ou ainda não desenvolveu os indicadores avaliados.

Gráfico 1, com 13 crianças Gráfico 2, com 9 crianças


3º ano “D” – Professora Fábia
De acordo com o gráfico, podemos perceber que a turma da professora que executou
a avaliação diagnóstica é heterogênea, isto é mista. Uma turma onde possui alunos de
diversas natureza. Alguns conseguem escrever, outros não, uns conhecem as letras e
outros não sabem nem diferenciar letras de símbolos. Porém podemos ver que a
maioria, cerca de 47% onde os alunos conseguem escrever e ler, ora outra fazendo
trocas ou confundindo.

Na matemática observa-
se que pouquíssimos
alunos tenham
capacidade
desenvolvidas, em sua
maioria estão não
desenvolvidas ou em
desenvolvimento.
ANÁLISE DOS
DIAGNÓSTICOS
4º ano, Responsável: Ildenir
4º ano “A” – Professora Conceição
A professora em seu diagnóstico observou que 18 alunos (69%) encontram-se na
hipótese alfabético 1, ou seja, o aluno compreende que a escrita tem função social;
não tem problemas de escrita no que se refere a conceito, etc. e 19% cerca de 5 alunos,
estão na hipótese pré silábico 3, ou seja, a criança não estabelece vinculo entre fala e
escrita; demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas
diferentes; tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que
quis escrever
4º ano “B” – Professora Rai Alencar
Foi possível analisar através dos diagnóstico s da professora Rai que 9 de seus alunos
(37%) encontram-se na pré silábico 2, onde a criança com exigência mínima de letras
com variações dentro da palavra. Leitura é global.
E um numero significativo também foi 29% com a hipótese alfabético 1, ou seja, o
aluno compreende que a escrita tem função social; não tem problemas de escrita no
que se refere a conceito, etc.
4º ano “E” – Professora Rosa Rodrigues
Na turma que a professora Rosa atua, 4º ano “E” a turma em sua maioria já são
alfabetizados, conseguem escrever com praticidade, faz leitura e compreende os
fonemas e as letras. Necessita apenas de reforços ortográfico, justifica-se pelos dados
75% (18 alunos) hipótese alfabético 2. Nos demais 3 alunos de cada.
ANÁLISE DOS
DIAGNÓSTICOS
4º ano, Responsável: Aldeci
5º ano “A”, “B” e “C”
Através do diagnóstico foi detectado o número de alunos que
não sabem ler de cada turma, veja:

Sala Número de Sabe Não


alunos no
geral Ler Sabe
5º “A” 28 22 6

5º “B” 28 24 4

5º “C” 28 24 4

CERCA DE 15% NÃO SABEM LER


Resultado das avaliações das
turmas de 5º ano “A”, “B” e “C”
Foi realizado um teste para diagnóstico em cada turma. Depois de averiguar todas as
notas extraiu-se a média de cada uma delas, vejamos:

Turma Média
5º “A” 6,08

5º “B” 7,04

5º “C” 5,50

MÉDIA FINAL 6,2

PORTUGUÊS
Resultado das avaliações das
turmas de 5º ano “A”, “B” e “C”
Foi realizado um teste para diagnóstico em cada turma. Depois de averiguar todas as
notas extraiu-se a média de cada uma delas, vejamos:

Turma Média
5º “A” 5,8

5º “B” 6,5

5º “C” 4,8

MÉDIA FINAL 5,7

MATEMÁTICA
Thank you
Agrademos a atenção