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MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


created by NEWTO DA SILVA
AMARAL GURGEL DE ALMEIDA

BRSC – E & T
Danfoss Overview
• Mais de 70 anos de experiência no setor de Refrigeração
• Líder mundial em refrigeração & ar-condicionado
• Mais de 1800 patentes registradas
• Fábricas e Subsidiárias em todo o mundo
• Suporte Técnico Global
• Divisões:
Refrigeration & Air-Conditioning
Compressores, Controles, Controles Industriais
Motion Controls
Variadores de Frequência, Soft-starters, Motoredutores.
Heating & Water
Comfort Controls, Building Controls, Water Controls
• Certificações ISO 14000 e ISO 9000
BRSC – E & T
Danfoss Overview
•54 Fábricas em todos os continentes
•111 Escritórios de Venda
•107 Agentes ou Representantes

BRSC – E & T
Objetivos do Curso

• Ensinar aos alunos, como selecionar e utilizar os


componentes de refrigeração Danfoss de forma correta e
segura em uma instalação frigorífica comercial real.

• Fornecer uma visão completa e abrangente do que é


uma câmara frigorífica e um ciclo frigorífico.

• Participar no processo de aperfeiçoamento profissional


dos alunos participantes

BRSC – E & T
Programa de Treinamento
• 1° dia : Um pouco sobre a Danfoss
Introdução teórica
Carga térmica
Envelopes
• 2° dia : Seleção de compressores e Unidades Cond.
Válvulas de expansão
Dimensionamento de tubulações
• 3° dia : Válvulas KVL, KVP
Controladores Eletrônicos EKC 102 e 202
• 4° dia : Pressostatos KP1, KP5, KP15, MP55
Componentes de linha
• 5° dia : Boas práticas em refrigeração
Atividades práticas
BRSC – E & T
Introdução
Por quê precisamos do frio?

• Conservação de produtos
• Conforto térmico
• Processos
• Teste de produtos
• Outros…

BRSC – E & T
Introdução
Câmaras frigoríficas
Equipamento ou instalação
destinada principalmente para:

• CONSERVAÇÃO DE PRODUTOS

• RESFRIAMENTO DE PRODUTOS

• CONGELAMENTO DE PRODUTOS

BRSC – E & T
Introdução
Câmaras frigoríficas – Principais passos
Levantar necessidades do cliente
(especificar a câmara)

Calcular a Carga Térmica

Selecionar componentes e
fazer o projeto

Orçar e apresentar proposta


com especificações

Vender

Instalar

Regular e dar start-up

Manutenção
BRSC – E & T
Introdução
Câmaras frigoríficas – Principais passos
Levantar necessidades do cliente
(especificar a câmara)

Calcular a Carga Térmica

Selecionar componentes e
fazer o projeto

Orçar e apresentar proposta


com especificações

Vender

Instalar

Regular e dar start-up

Manutenção
BRSC – E & T
Introdução
Câmaras frigoríficas – O caminho do calor

Produtos Câmara Evaporador

Condensador Refrigerante

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Princípios da Refrigeração
elaborado por NEWTO DA SILVA
Introdução Teórica
Como produzir frio?

O calor sempre flui de um corpo


mais quente para um corpo mais
frio !

BRSC – E & T
Introdução Teórica
O princípio da refrigeração (2ª lei)

(atmosfera, água, etc.)


(Câmara, Sala, etc.)
Espaço Refrigerado

Meio externo
CALOR

Calor Calor
removido do liberado
espaço para meio
refrigerado externo
BRSC – E & T
Introdução Teórica
A evaporação

• Mudança de estado : LÍQUIDO  VAPOR


• Temperatura de evaporação varia com a pressão
• O processo ABSORVE muito calor (principalmente latente)

BRSC – E & T
Espaço Refrigerado

BRSC – E & T
(Câmara, Sala, etc.)
A evaporação

CALOR
Introdução Teórica

Meio externo
(atmosfera, água, etc.)
Introdução Teórica
A condensação

• Mudança de estado : VAPOR  LÍQUIDO


• Temperatura de condensação varia com a pressão
• O processo REJEITA muito calor (principalmente latente)

BRSC – E & T
Espaço Refrigerado

BRSC – E & T
(Câmara, Sala, etc.)
A condensação

CALOR
Introdução Teórica

Meio externo
(atmosfera, água, etc.)
Introdução Teórica
O meio de transporte - Refrigerante

• Fluido utlilizado para transportar calor


• Sofre evaporação e condensação no sistema
• É recirculado (não é consumido)

BRSC – E & T
Introdução Teórica
Diagrama PxH de um Refrigerante

• Indica propriedades
• Indica comportamento
• Permite visualizar processos térmicos
• Cada refrigerante possui um diagrama próprio
• É utilizado para dimensionar componentes

BRSC – E & T
Introdução Teórica
Diagrama PxH de um Refrigerante

BRSC – E & T
Introdução Teórica
A compressão – O compressor

• Responsável pela movimentação do refrigerante


• Responsável pela elevação da pressão no ciclo
• Só deve comprimir vapor
• Consome energia
• Vários tipos: semi-hermético, hermético, scroll, etc

BRSC – E & T
Introdução Teórica

Compressor + Refrigerante

 Mecanismo de transporte do calor

BRSC – E & T
Espaço Refrigerado

BRSC – E & T
(Câmara, Sala, etc.)
A compressão

CALOR
Introdução Teórica

Meio externo
(atmosfera, água, etc.)
O Ciclo Frigorífico
Componentes básicos de um ciclo
CONDENSADOR

COMPRESSOR

DISPOSITIVO
DE EXPANSÃO

EVAPORADOR
BRSC – E & T
O Ciclo Frigorífico
Evaporador

• Retira calor do ambiente ou meio a ser refrigerado.


• É nele que ocorre a evaporação do refrigerante
• No ciclo ideal, o processo de evaporação ocorre a uma
pressão constante denominada pressão de evaporação.

BRSC – E & T
O Ciclo Frigorífico
Condensador

• Rejeita calor para o ambiente ou meio externo.


• É nele que ocorre a condensação do refrigerante.
• No ciclo ideal, o processo de condensação ocorre a uma
pressão constante denominada pressão de condensação.

BRSC – E & T
O Ciclo Frigorífico
Compressor
• Responsável pela compressão e circulação do refrigerante.
• Ele comprime vapor, aumentando sua pressão e
temperatura.
• Só deve comprimir vapor.
• No ciclo ideal, adiabático, o processo de compressão ocorre
mantendo-se a entropia constante (processo isentrópico).

BRSC – E & T
O Ciclo Frigorífico
Válvula de Expansão

• Realiza a queda de pressão no ciclo, caindo da pressão


de condensação até a pressão de evaporação.
• Promove a expansão do líquido em líquido+gás,
controlando a vazão de refrigerante para o evaporador.
• Só deve expandir líquido.
• No ciclo ideal, o processo de expansão ocorre a uma
entalpia constante (processo isentálpico)

BRSC – E & T
O Ciclo Frigorífico
Superaquecimento
• Aquecimento adicional do gás saturado, para garantir
que não exista líquido indo para o compressor, uma vez
que líquido não é compressível.

Subresfriamento
• Resfriamento adicional do líquido saturado, para
garantir que não exista vapor indo para a válvula de
expansão.

BRSC – E & T
O Ciclo Frigorífico
Resumo
CONDENSADOR

Subresfriamento

COMPRESSOR

DISPOSITIVO
DE EXPANSÃO

Superaquecimento

EVAPORADOR
BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Dados :
• Temperatura de evaporação = 5°C
• Temperatura de condensação = 50°C
• Superaquecimeto = 10 K
• Subresfriamento = 0 K
• Refrigerante R22

Desenhar o ciclo no diagrama P x h


Determinar as entalpias:
h1 (entrada do compressor)
h2 (saída ideal do compressor)
BRSC – E & T
Exemplo prático n°01

414 446

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Carga Térmica
created by NEWTO DA SILVA
Carga Térmica
O que é:

• Quantidade de calor que deve ser


adicionada ou removida de um
ambiente, câmara ou equipamento
para que consigamos controlar sua
temperatura.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Para que serve:

• Para podermos selecionar e/ou


projetar os equipamentos que irão
retirar ou fornecer o calor
necessários, mantendo assim o
controle da temperatura.

Exemplos:

• Carga térmica de aquecimento  Para projetar piso


aquecido (piso radiante) e aquecimento de piscinas.
• Carga térmica de refrigeração  Para projetar ar
condicionado de escritório e câmaras frigoríficas.
BRSC – E & T
Carga Térmica
Foco:

• Neste curso o foco será o cálculo de carga térmica de


refrigeração para uso em:

Câmaras frigoríficas de resfriados


Câmaras frigoríficas de congelados
Câmaras de resfriamento
Câmaras de congelamento
Túneis de resfriamento
Túneis de congelamento

BRSC – E & T
Carga Térmica
Câmaras Frigoríficas de Estocagem

• Câmaras Frigoríficas de Resfriados


• Câmaras Frigoríficas de Congelados

 Produto a ser estocado entra numa temperatura


próxima à da câmara
 Giro ou movimentação diária normalmente varia de
10 a 30% da capacidade de estocagem da câmara.
 O produto “quente” deve ter sua temperatura
rebaixada normalmente em 24 horas
 Carga térmica baixa, comparada ao volume da
câmara  equipamentos pequenos.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Câmaras Frigoríficas de Processo

• Câmaras de Resfriamento
• Câmaras de Congelamento
 Produto a ser estocado entra numa temperatura
bem maior que a da câmara
 Giro ou movimentação diária pode ser uma % da
capacidade de estocagem da câmara ou ainda
correspoder a 100% da estocagem.
 O produto “quente” deve ser resfriado ou congelado
normalmente em 24 horas.
 Carga térmica média quando comparada ao volume
da câmara  equipamentos médios.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Túneis

• Túneis de Resfriamento
• Túneis de Congelamento
 Produto a ser estocado entra numa temperatura
bem maior que a da câmara
 Giro ou movimentação diária normalmente
correspode a 100% da estocagem.
 O produto “quente” deve ser resfriado ou congelado
normalmente em algumas horas ou até mesmo em
minutos.
 Carga térmica alta quando comparada ao volume da
câmara  equipamentos grandes.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Comparativos
Câmara de Resfriados Câmara de Resfriamento Túnel de Resfriamento
Câmara de Congelados Câmara de Congelamento Túnel de Congelamento

BRSC – E & T
Carga Térmica
Revisando…

O calor sempre flui de um corpo


mais quente para um corpo mais
frio !

Refrigeração Aplicada
Carga Térmica
Revisando…

(atmosfera, água, etc.)


(Câmara, Sala, etc.)
Espaço Refrigerado

Meio externo
CALOR

Calor Calor
CARGAdo
removido liberado
TÉRMICA
espaço para meio
refrigerado externo
Refrigeração Aplicada
Carga Térmica
Revisando…
CONDENSADOR

COMPRESSOR

DISPOSITIVO
DE EXPANSÃO

EVAPORADOR
Refrigeração Aplicada
Carga Térmica
Potência Frigorífica & Carga Térmica

Qf = m.(h1-h4)

CT = m.(h5-h4)
Pressão (p)

onde:

P.condensação 3 2 m = vazão em massa de


refrigerante no circuito
h1 = entalpia na sucção
P.sucção 5 do compressor
4 1
h4 = entalpia na entrada
do evaporador
CT
h5 = entalpia na saída do
Qf Wc
evaporador
h3=h4 h5 h1 h2 Entalpia (h)
Refrigeração Aplicada
Carga Térmica • Transmissão de Calor
• pelas paredes da câmara
Fontes de Calor • pelo teto da câmara
• pelo piso da câmara

• Carga de Produto
• Resfriamento
• Congelamento
• Sub-Resfriamento
• Respiração
• Embalagem

• Cargas Internas
• Pessoas
• Empilhadeiras
• Equipamentos
• Iluminação

• Infiltração de Ar

• Cargas relacionadas ao Equipamento


• Degelo
• Motoventiladores
BRSC – E & T • Calor de Reaquecimento
Carga Térmica
Transmissão de Calor

BRSC – E & T
Carga Térmica
Transmissão de Calor

Q = U . A . Δt
onde,

Q= calor de transmissão
U= coeficiente global de
transmissão de calor [Kcal/(m2.K)]
A= área do isolamento (m2)
Δt= diferença de temperatura entre
os dois lados do isolamento.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Transmissão de Calor
Painéis em EPS – Isopor ® Painéis em PUR - Poliuretano

Fonte : Dânica Termoindustrial

“U”, depende do material e da espessura utilizada.


Quanto maior a espessura, menor o valor de “U” e menor a carga térmica por transmissão.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Transmissão de Calor
Quando “U”, não for conhecido, precisa ser calculado pela seguinte fórmula:

U= 1
1 + x1 + x2 + x3 + 1
hi k1 k2 k3 ho

onde,

U = coeficiente global de transmissão de calor


hi = condutância da superfície interna
ho = condutância da superfície externa
x = espessura da parede
k = condutividade térmica do material da parede

Se a superfície externa e interna estiverem expostas a ar parado, podemos usar hi e ho = 9,3 W/m2.K
Se a superfície externa estiver exposta a ventos de 24 Km/h, ho = 34 W/m2.K

BRSC – E & T
Carga Térmica
Transmissão de Calor
Quando uma das paredes ou teto estiverem expostas à incidência solar, devemos acrescer ao “Δt” os
valores listados na tabela abaixo, para compensar o efeito da radiação solar :

Superfície Superfície Superfície


Clara Média Escura
Parede 2K 3K 3K
Norte
Parede 0K 0K 0K
Sul
Parede 3K 4K 5K
Leste
Parede 3K 4K 5K
Oeste
Teto 5K 9K 11 K

Valores médios para regiões no Brasil.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Transmissão de Calor
Para transmissão pelo piso temos:

1 – Se embaixo do piso existir outro ambiente, usar o cálculo normal e considerar a temperatura no
ambiente debaixo do piso.

2 – Se o piso for apoiado sob terreno (solo), pode-se calcular de duas formas:
2.1 – Cálculo convencional, quando o piso for isolado, considerando-se a TBU do solo;
2.2 – Cálculo empírico perimetral, quando o piso não for isolado, conforme segue:

Q = 1.204 x 2 x (L + C) x Δt

onde,

Q= calor de transmissão pelo piso não isolado


L= largura da câmara (m)
C= comprimento da câmara (m)
Δt= diferença de temperatura entre as paredes da câmara.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Transmissão de Calor

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Convencional
+30

+25
RESFRIAMENTO

+20

+15

+10

+05

0
CONGELAMENTO
SUB-RESFRIAMENTO

-05

-10 Açúcar + O2 = Co2+H2O

-15
+
-20

CALOR
-25

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Convencional

RESFRIAMENTO

Q = m . Cpac . (t1-t2)

onde,

Q= calor de resfriamento do produto.


m= massa de produto (Kg).
cpac= calor específico do produto - acima do ponto de congelamento (Kcal/Kg.K).
t1= temperatura de entrada do produto na câmara.
t2= temperatura de saída do produto (se acima ponto de congelamento) ou
temperatura de congelamento (se o produto vai ser congelado)

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Convencional
SUB-RESFRIAMENTO

Q=m.cpab.(t2-t3)

onde,

Q= calor de sub-resfriamento do produto (o produto já está congelado).


m= massa de produto (Kg).
cpab= calor específico do produto - abaixo do ponto de congelamento (Kcal/Kg.K).
t2= temperatura de entrada do produto na câmara (se o produto já entrou congelado) ou,
temperatura de congelamento (se o produto vai ser congelado na câmara).
t3= temperatura de saída do produto

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Convencional
CONGELAMENTO

Q=m.L

onde,

Q= calor de congelamento.
m= massa de produto (Kg).
L= calor latente de congelamento = 80 Kcal/Kg x Conteúdo de umidade do produto (%).

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Convencional
Os valores de cpac, cpab, Ponto de congelamento e conteúdo de umidade
do produto podem ser obtidos em:
ASHRAE HANDBOOK – REFRIGERATION
capítulo “Thermal Properties of Food”, Tabela 3.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Entalpia
CONGELAMENTO E SUB-RESFRIAMENTO

Q=m. ΔH

onde,

Q= calor de congelamento.
m= massa de produto (Kg).
ΔH = diferença de entalpia no processo de congelamento do produto

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Entalpia
Os valores de entalpia podem ser obtidos em:
ASHRAE HANDBOOK – REFRIGERATION
capítulo “Thermal Properties of Food”, Tabela 4.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Comparativos
Comparativo - Convencional x Entalpia

50
40
30
Temperatura (°C)

20
10
0
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25
-10
-20
-30
tempo (h)

Convencional Entalpia

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Comparativos

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Comparativos

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Comparativos

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Comparativos

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto
RESPIRAÇÃO

Q=E.crte

onde,

Q= calor de respiração
E= Estocagem da câmara (Kg)
crte= calor de respiração à temperatura de estocagem (Kcal/Kg)

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto
Os valores de respiração dos produtos podem ser obtidos em:
ASHRAE HANDBOOK – REFRIGERATION
capítulo “Thermal Properties of Food”, Tabela 9.

BRSC – E & T
Carga Térmica
Carga de Produto – Método Convencional
EMBALAGEM

Q=m.cpemb.(t1-t2)

onde,

Q= calor de resfriamento da embalagem.


m= massa de embalagem (Kg).
cpemb= calor específico do material da embalagem (Kcal/Kg.K).
t1= temperatura de entrada da embalagem na câmara.
t2= temperatura de saída da embalagem

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas Internas

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas Internas
ILUMINAÇÃO

Q=Pilum x 0,86 x nh x f

onde,

Q= calor de vido à iluminação (Kcal/dia)


Pilum= potência de iluminação (Watts)
nh= número de horas de uso da iluminação por dia
f = fator de ajuste
1,25 se tiver reator dentro da câmara
1,00 se não tiver reator dentro da câmara

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas Internas
PESSOAS

Q= np x 0,86 x (272 – 6 x t) x nh

onde,

Q= calor devido às pessoas (Kcal/dia)


np= número de pessoas
nh= número de horas de uso de trabalho dentro da câmara por dia por pessoa
t = temperatura interna (°C)

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas Internas
EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS

Q= peq x nh x 0,86

onde,

Q= calor devido aos equipamentos (Kcal/dia)


peq= potência elétrica do equipamento (W)
nh= número de horas de uso do equipamento dentro da câmara por dia

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas Internas
EMPILHADEIRAS

Q= Pemp x nh

onde,

Q= calor devido à empilhadeira (Kcal/dia)


Pemp= potência da empilhadeira (W)
nh= número de horas de uso da empilhadeira dentro da câmara por dia

BRSC – E & T
Carga Térmica
Infiltração por troca de ar

BRSC – E & T
Carga Térmica
Infiltração por troca de ar
INFILTRAÇÃO

Q= q x Dt x Df x (1 – E)
onde,

Q= calor devido à infiltração (Kcal/dia)


q= calor total com fluxo estabelecido (sensível + latente)
Dt= fator tempo de abertura da porta
Df= Fator de fluxo pela porta
E=Eficácia do dispositivo de proteção da porta (cortina de impacto, cortina de ar, etc.)

mas,
q = 0,577 x W x H1,5 x (Qs/A) x (1/Rs)
onde,

W= largura da porta (m)


H = altura da porta (m)
Qs/A = carga de calor sensivel infiltrada por m2 de área de porta (KW/m2)
Rs = Fator de calor sensível, conforme tabela ou carta psicométrica

BRSC – E & T
Carga Térmica
Infiltração por troca de ar
Fator de calor sensível (Rs)
Exterior da câmara Interior da câmara (90% UR)
TBS UR TBS (°C)
°C % -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15
30 .76 .75 .74 .73 .72 .72 .73 .77 .87 -
40 .71 .69 .68 .66 .65 .63 .63 .64 .68 .83
30
50 .66 .64 .62 .60 .59 .57 .56 .55 .56 .62
60 .62 .60 .58 .56 .54 .52 .5 .48 .48 .49
20 .80 .79 .78 .77 .77 .77 .79 .84 .96 -
30 .72 .71 .69 .68 .67 .66 .67 .68 .72 .86
35 40 .66 .64 .63 .61 .59 .58 .57 .57 .58 .63
50 .61 .59 .57 .55 .53 .52 .5 .49 .48 .50
60 .56 .54 .53 .51 .49 .47 .45 .43 .42 .41
20 .76 .75 .74 .73 .72 .72 .73 .75 .82 .98
30 .68 .66 .65 .63 .62 .61 .6 .61 .62 .68
40
40 .61 .59 .58 .56 .54 .53 .52 .51 .50 .52
50 .55 .54 .52 .50 .48 .47 .45 .43 .42 .42

BRSC – E & T
Carga Térmica
Infiltração por troca de ar
INFILTRAÇÃO

Dt = (P x θp + 60 x θo)
3600 x θd
onde,

Dt= Fator tempo de abertura da porta


P= número de passagens pela porta
θp = tempo abre/fecha da porta por passagem (s)
θo = tempo que a porta permanece aberta (min)
θd =período de tempo operacional da porta no dia (h)

Df = Fator de fluxo pela porta


Se (temp.externa – temp.interna)<11K, usar Df = 1,1
Se (temp.externa – temp.interna) ≥11K, usar Df = 0,8
E=Eficácia do dispositivo de proteção da porta
cortinas de impacto : E ≈ 0,9
cortinas de ar : E ≈ 0,4

BRSC – E & T
Carga Térmica
Infiltração por troca de ar

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas relacionadas ao equipamento

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas relacionadas ao equipamento
Transmissão
+
Produtos
+
Cargas Internas
+
Infiltração Selecionar Evaporador(es)
+
Cargas do Equipamento •Ventiladores
•Degelo

CARGA TÉRMICA Selecionar U.C.

Capacidade U.C. > Carga Térmica

BRSC – E & T
Carga Térmica
Cargas relacionadas ao equipamento
Feito por estimativa (% da carga térmica parcial)  mais rápido mas pode ter erro.

Feito por tentativa e erro  mais demorado mas o resultado é mais confiável.

CARGA DE MOTOVENTILADORES:

Q = Pel. x nh
onde
Pel = Potência do(s) motor(es)
nh = número de horas de operação

CARGA DE DEGELO:

Q = Pdeg x nh x E
onde
Pdeg = Potência de degelo
nh = número de horas de operação
E = eficiência estimada do degelo (0 a 1)

BRSC – E & T
Carga Térmica
Lembretes Importantes
Quanto maiores as incertezas, maior o fator de segurança e ser
considerado!

Carga térmica de REFRIGERAÇÃO se calcula pelos valores máximos,


valores críticos!

O tempo de processo é importantíssimo e deve ser corretamente aplicado.

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Envelopes do Compressor x Envelope da Aplicação
A base de um sistema seguro created by NEWTO DA SILVA
Envelope do Compressor
Definição e características

• Estabelece os limites operacionais que permitem uma


operação segura do compressor.

• Indica limites para:


 pressão e temperatura de evaporação;
 pressão e temperatura de condensação;
 superaquecimento;

• Mudou refrigerante, mudou o envelope do compressor.

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Exemplo 1
R-22

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Exemplo 2
R-404A

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Conceito fundamental

Compressor funcionando SEMPRE dentro do envelope


=
Equipamento seguro, confiável

pouco sujeito a quebra

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Conceito fundamental

operação insegura
temperatura condensação

pressão condensação
ou

operação segura

temperatura evaporação
ou
pressão evaporação

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites
Problema Conseqüência Principais possíveis causas
Baixa pressão de evaporação,
Degradação do óleo, vazamento de refrigerante, alta pressão
A Temperatura de descarga elevada.
carbonização. de condensação, condensador sujo,
presença de ar e umidade, etc.
Pressão elevada, acima do Condensador sujo, ventilador queimado,
B Pressão condensação elevada . permitido, quebra mecânica. recirculação de ar quente, presença de
ar e umidade, etc.
Corrente elevada, acima dos
Carga térmica excessiva, principalmente
C Pressão de evaporação elevada. limites do motor. Queima ou
na partida do compressor.
desarme do motor.
Falta pressão para bombear
Baixa temperatura externa, controle de
refrigerante no sistema, válvula
D Pressão condensação baixa.
de expansão não fornece
condensação não atuando, baixa carga
de refrigerante.
capacidade total.
Superaquecimento do motor
Vazamento de refrigerante, válvula de
(resfriado por gás), formação
E Pressão de evaporação baixa.
de arco elétrico, instabilidade
expansão travada ou bloqueada por
gelo, etc.
(scrolls).

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites
Problema Conseqüência Principais possíveis causas
Baixa pressão de evaporação,
Degradação do óleo, vazamento de refrigerante, alta pressão
A Temperatura de descarga elevada.
carbonização. de condensação, condensador sujo,
presença de ar e umidade, etc.
Pressão elevada, acima do Condensador sujo, ventilador queimado,
B Pressão condensação elevada . permitido, quebra mecânica. recirculação de ar quente, presença de
ar e umidade, etc.
Corrente elevada, acima dos
Carga térmica excessiva, principalmente
C Pressão de evaporação elevada. limites do motor. Queima ou
na partida do compressor.
desarme do motor.
Falta pressão para bombear
Baixa temperatura externa, controle de
refrigerante no sistema, válvula
D Pressão condensação baixa.
de expansão não fornece
condensação não atuando, baixa carga
de refrigerante.
capacidade total.
Superaquecimento do motor
Vazamento de refrigerante, válvula de
(resfriado por gás), formação
E Pressão de evaporação baixa.
de arco elétrico, instabilidade
expansão travada ou bloqueada por
gelo, etc.
(scrolls).

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites
Problema Conseqüência Principais possíveis causas
Baixa pressão de evaporação,
Degradação do óleo, vazamento de refrigerante, alta pressão
A Temperatura de descarga elevada.
carbonização. de condensação, condensador sujo,
presença de ar e umidade, etc.
Pressão elevada, acima do Condensador sujo, ventilador queimado,
B Pressão condensação elevada . permitido, quebra mecânica. recirculação de ar quente, presença de
ar e umidade, etc.
Corrente elevada, acima dos
Carga térmica excessiva, principalmente
C Pressão de evaporação elevada. limites do motor. Queima ou
na partida do compressor.
desarme do motor.
Falta pressão para bombear
Baixa temperatura externa, controle de
refrigerante no sistema, válvula
D Pressão condensação baixa.
de expansão não fornece
condensação não atuando, baixa carga
de refrigerante.
capacidade total.
Superaquecimento do motor
Vazamento de refrigerante, válvula de
(resfriado por gás), formação
E Pressão de evaporação baixa.
de arco elétrico, instabilidade
expansão travada ou bloqueada por
gelo, etc.
(scrolls).

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites
Problema Conseqüência Principais possíveis causas
Baixa pressão de evaporação,
Degradação do óleo, vazamento de refrigerante, alta pressão
A Temperatura de descarga elevada.
carbonização. de condensação, condensador sujo,
presença de ar e umidade, etc.
Pressão elevada, acima do Condensador sujo, ventilador queimado,
B Pressão condensação elevada . permitido, quebra mecânica. recirculação de ar quente, presença de
ar e umidade, etc.
Corrente elevada, acima dos
Carga térmica excessiva, principalmente
C Pressão de evaporação elevada. limites do motor. Queima ou
na partida do compressor.
desarme do motor.
Falta pressão para bombear
Baixa temperatura externa, controle de
refrigerante no sistema, válvula
D Pressão condensação baixa.
de expansão não fornece
condensação não atuando, baixa carga
de refrigerante.
capacidade total.
Superaquecimento do motor
Vazamento de refrigerante, válvula de
(resfriado por gás), formação
E Pressão de evaporação baixa.
de arco elétrico, instabilidade
expansão travada ou bloqueada por
gelo, etc.
(scrolls).

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites

BRSC – E & T
Envelope do Compressor
Entendendo os limites
Problema Conseqüência Principais possíveis causas
Baixa pressão de evaporação,
Degradação do óleo, vazamento de refrigerante, alta pressão
A Temperatura de descarga elevada.
carbonização. de condensação, condensador sujo,
presença de ar e umidade, etc.
Pressão elevada, acima do Condensador sujo, ventilador queimado,
B Pressão condensação elevada . permitido, quebra mecânica. recirculação de ar quente, presença de
ar e umidade, etc.
Corrente elevada, acima dos
Carga térmica excessiva, principalmente
C Pressão de evaporação elevada. limites do motor. Queima ou
na partida do compressor.
desarme do motor.
Falta pressão para bombear
Baixa temperatura externa, controle de
refrigerante no sistema, válvula
D Pressão condensação baixa.
de expansão não fornece
condensação não atuando, baixa carga
de refrigerante.
capacidade total.
Superaquecimento do motor
Vazamento de refrigerante, válvula de
(resfriado por gás), formação
E Pressão de evaporação baixa.
de arco elétrico, instabilidade
expansão travada ou bloqueada por
gelo, etc.
(scrolls).

BRSC – E & T
Componentes de Proteção
Conceito fundamental

Uma proteção só é efetiva se:

1. For corretamente SELECIONADA e


2. For corretamente REGULADA ou AJUSTADA e
3. Estiver FUNCIONANDO perfeitamente.

BRSC – E & T
Protegendo o Compressor
Termostato de Pressostato
Descarga de Alta

C
Regulador de
E pressão de
cárter (KVP)
D ou Válvula
expansão com
MOP

Pressostato Controle de
de Baixa condensação
BRSC – E & T
Protegendo o Compressor
Cada problema, uma solução
Problema Possíveis Proteções / Produtos
A Temperatura de descarga elevada. Termostato de descarga.

B Pressão condensação elevada . Pressostato de alta KP5.

Válvula reguladora de pressão de cárter (KVL);


C Pressão de evaporação elevada. Válvula de expansão com MOP;
Válvula de expansão eletrônica (grandes capacidades).
Controle de condensação, podendo utilizar:
• Pressostato de alta KP5.
D Pressão condensação baixa.
• Válvula KVR + NRD
• Controlador de ventilador de condensador XGE.

E Pressão de evaporação baixa. Pressostato de baixa KP1.

BRSC – E & T
Protegendo o Compressor A

Termostato de descarga –
Maneurop Recíproco e Scroll

• Temperatura de descarga < 135°C


• Kit código Danfoss 7750009
• Instalar na linha de descarga a
150mm da conexão de descarga do
compressor e interligar à lógica de
comando do quadro elétrico (deve ter
reset manual).

BRSC – E & T
Protegendo o Compressor A

Termostato de descarga –
Bock

• Temperatura de descarga < 135°C


• Kit código Danfoss 191U3385
• Instalar na conexão própria do
compressor e interligar ao MP10
(terminais 3 e 4).

BRSC – E & T
Protegendo o Compressor B

Pressostato de Alta – KP5

• CUT OUT = Pressão que abre o


contato elétrico (desliga o circuito);
• CUT IN = Pressão que fecha o
circuito elétrico (liga o circuito);
• A escala indica valores de CUT OUT;
• CUT OUT – Diferencial = CUT IN
• Utilizar KP5 com rearme manual.

BRSC – E & T
Protegendo o Compressor C

Válvula Reguladora de Pressão de


Sucção ou Cárter – KVL

IMPORTANTE para TÚNEIS e CÂMARAS de


RESFRIAMENTO e de CONGELAMENTO

• AJUSTE = Pressão abaixo da qual a


válvula começa a abrir (dar passagem);
• A pressão em questão é após a válvula
(cárter do compressor);
• Deve ser montada imediatamente antes
do compressor;
• Não mantém a pressão constante;
• Aumenta o tempo de processo.
BRSC – E & T
Protegendo o Compressor C

Válvula de Expansão com MOP


UNIVERSAL

MOP

• MOP = Maximum Operational Pressure;


• MOP = Motor Overload Protection;
• Pressão de sucção acima da qual a válvula
está totalmente fechada;
• Aumenta o tempo de processo.

BRSC – E & T
Controle de Condensação D

Válvula Reguladora de Pressão de


Condensação – KVR+NRD

• AJUSTE = Pressão acima da qual a


válvula KVR começa a abrir (dar
passagem);
• A pressão em questão é antes da
válvula (condensador);
• Obrigatório o uso de tanque de líquido;
• Não mantém a pressão constante;

BRSC – E & T
Controle de Condensação D

Controle de Condensação por


Pressostato de Alta – KP5

V1 V2
Temp. °C

45 Religa V2

40 Desliga V2

• CUT OUT = Pressão acima da qual (re)liga o


35 Religa V1
ventilador;
• CUT IN = Pressão abaixo da qual desliga o
30 Desliga V1 ventilador;
• A escala indica valores de CUT OUT;
• CUT OUT – Diferencial = CUT IN
• Utilizar KP5 com rearme automático a
V2 off
V2 on
V1 on V1 off V1 on V1 off
V2 on
V1 on
diferencial ajustável.
• KP5 interligado na linha de descarga/líquido.

BRSC – E & T
Controle de Condensação D

Controle de Condensação por Controlador


de Velocidade SAGINOMIYA - XGE

• FVS = Pressão de set-point na qual a


rotação é máxima;
• EPB = Banda Proporcional (fixo);
• Pmin = FVS-EPB
• Pmin é a pressão abaixo da qual temos a
rotação mínima ou o desligamento do
ventilador (Função selecionável)
• Conectar na linha de líquido.
BRSC – E & T
Protegendo o Compressor E

Pressostato de Baixa – KP1

• CUT OUT = Pressão que abre o


contato elétrico (desliga o circuito);
• CUT IN = Pressão que fecha o
circuito elétrico (liga o circuito);
• A escala indica valores de CUT IN;
• CUT IN – Diferencial = CUT OUT

BRSC – E & T
Protegendo o Compressor
Cada solução, um ajuste , que pode estar
CERTO
oucaso
neste

ERRADO !
Ajuste do KP5

Pois o compressor pode


operar fora do envelope.
ainda que o ponto de
projeto esteja dentro
dele !
Ajuste do KP1 Ajuste da KVL

BRSC – E & T
Envelope da Aplicação
Definição e características

• É obtido em função dos ajustes e regulagens feitas nas


proteções (KP1, KP5, KVL, etc.)

• Delimita os possíveis pontos de operação do


compressor.

• Permite visualizar possíveis problemas antes deles


ocorrerem.

BRSC – E & T
Envelope da Aplicação
Recomendações Importantes
Envelope de
operação do
Equipamento
USAR
DGT

• O envelope do equipamento deve permanecer dentro do envelope do compressor.


• Ajustar pressostato de alta e de baixa segundo envelope do equipamento.
• Verificar superaquecimento mínimo e máximo para todos pontos dentro do envelope do
equipamento.
• Implementar método de controle da temperatura de condensação.
• Verificar necessidade do termostato de descarga (DGT).
Confiabilidade do Equipamento

Qualquer que seja o problema


num circuito de refrigeração,
sempre quem irá quebrar é o
compressor !

BRSC – E & T
Confiabilidade do Equipamento
Outros inimigos do compressor

RETORNO RETORNO MIGRAÇÃO


DE ÓLEO DE DE
INSUFICIENTE LÍQUIDO LÍQUIDO

UMIDADE SUJEIRA FALTA


NO NO DE
SISTEMA SISTEMA MANUTENÇÃO

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Compressores e Unidades Condensadoras
created by IVAN F. QUARESMA
Compressor
Finalidade

• Comprimir e circular o fluido refrigerante pelo sistema.


• Ele comprime vapor superaquecido, aumentando sua
pressão e temperatura.
• Só deve comprimir fluido refrigerante no estado de vapor.

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Maneurop
Por dentro do compressor...

O desenho do pistão permite


uma alta eficiência volumétrica
(menor reexpansão do gás).

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Maneurop
Por dentro do compressor...

Válvula de segurança (30bar).


By-pass entre descarga e
sucção quando aberta.

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Maneurop
Por dentro do compressor...

Protetor térmico interno


acoplado ao motor elétrico,
abre os contatos com 105°C e
fecha com 60°C.

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Maneurop
Por dentro do compressor...

Pré aquecedor do óleo do cárter


(serpentina da descarga) e no
fundo cerâmicas imantadas
para atrair metais.

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Maneurop
Opcionais

Resistência de cárter:

Mantém o óleo aquecido


diminuindo o risco de partida
inundada.

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Maneurop
Funcionamento

BRSC – E & T
Unidades Condensadoras Herméticas
Modelos
BLUE STAR COMPACT LINE

BRSC – E & T
Unidades Condensadoras Herméticas
Por dentro da unidade condensadora...
COMPONENTES
- Compressor
- Condensador
- Tanque de líquido
- Filtro secador
- Pressostato de alta
- Pressostato de baixa
- Caixa elétrica
- Proteções elétricas (opc.)
- Visor de líquido (opc.)
- Acumulador (opc.)
- Separador de óleo (opc.)
- Carenagem (opc.)
- Resistência cárter (opc.)

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Bock HA
Por dentro do compressor...

MOTOR RESFRIADO A AR

BRSC – E & T
Compressores Recíprocos Bock HG
Por dentro do compressor...

MOTOR RESFRIADO A GÁS

BRSC – E & T
Compressor
Seleção Catalogo – Dados Necessários
• Capacidade frigorífica
• Temperatura de evaporação
• Temperatura de condensação
• Superaquecimento
• Sub-resfriamento
• Fluido

BRSC – E & T
Compressor
Seleção Catalogo – Dados Necessários
• Capacidade frigorífica = carga térmica
• Temperatura de evaporação < temp. câmara
• Temperatura de condensação > temp. ambiente
• Superaquecimento  estipulado no cat.
• Sub-resfriamento  estipulado no cat.
• Fluido  R$, M.Obra, etc.

BRSC – E & T
Compressor
Desvendando as temperaturas...

Temp. Cond.
?
△T
Temp. Ambiente.

? Temp. Câmara
△T
Temp. Evap.

BRSC – E & T
Compressor
Temperatura de Evaporação.

T.ev=T.câm-△tev

T.câm T.ev
T.câm>T.ev

BRSC – E & T
Compressor
Temperatura de Evaporação.
Quando o cliente não souber o Δt do evaporador, podemos
sugerir os seguintes valores.

Δt = temp. câmara – temp. evaporação


com Δt 6-8K  Câmara comum.  ± 80% RH
com Δt 12K  Câmara de Desum. ± 65% RH
com Δt 3K  Hortifruti  ± 90% RH

BRSC – E & T
Compressor
Temperatura de Condensação.

T.cond=T.ext+△tcd

T.ext T.cond

T.cond>T.ext
BRSC – E & T
Compressor
Superaquecimento – Útil, Inútil e Total
Superaquecimento
Útil (evaporador)
Útil (sistema)
Inútil
Total
Superaquecimento Útil ≤ △Tev

CÂMARA

BRSC – E & T
Compressor
Sub-resfriamento

Sub-resfriamento
É o quanto se reduz a
temperatura após a
mudança de estado do
fluido.
Geralmente Varia de 3
a8K

BRSC – E & T
Compressor
Fluido Refrigerante.

Deve se levar em consideração os seguintes dados:


• Faixas de trabalho
• Custo da obra
• Qualidade da mão de obra que executará a instalação
• Custo operacional (consumo energético)

BRSC – E & T
Compressor
Exemplo – Um mesmo regime

BRSC – E & T
Compressor
Exercício 1 – Selecionar Compressor

Dados:
• Capacidade 2150 Kcal/h
• Temperatura da câmara -20ºC
• Temperatura de condensação 50ºC
△Tev 6K
• Mão de obra pouco qualificada
• Usar MTZ com R-404A

BRSC – E & T
Compressor
Exercício 1 – Selecionar Compressor

Sempre INTERPOLAR !

BRSC – E & T
Compressor Maneurop Recíproco
Exercício 1 – Selecionar Compressor
Capacidade - Tev-25ºC
Tcd 45ºC – 3643 Kcal/h
Tcd 55ºC – 2468 Kcal/h
Tcd 50ºC – 3055.5 Kcal/h
Capacidade – Tev -30ºC
Tcd 45ºC – 2605 Kcal/h
Tcd 55ºC - 1737 Kcal/h
Tcd 50ºC – 2171 Kcal/h
Capacidade – Tcd 50ºC
Tev -25ºC – 3055.5 Kcal/h
Tev -30ºC – 2171 Kcal/h
Tev - 26ºC – 2878.6 Kcal/h

BRSC – E & T
Unidade Condensadora
Seleção Catalogo – Dados Necessários
• Capacidade frigorífica
• Temperatura de evaporação
• Temperatura ambiente
• Superaquecimento
• Sub-resfriamento
• Fluido

BRSC – E & T
Unidade Condensadora
Seleção Catalogo – Dados Necessários
• Capacidade frigorífica = carga térmica
• Temperatura de evaporação < temp. câmara
• Temperatura ambiente = temp. da casa máq.
• Superaquecimento  estipulado no cat.
• Sub-resfriamento  estipulado no cat.
• Fluido  R$, M.Obra, etc.

BRSC – E & T
Unidade Condensadora
Seleção Catalogo – Dados Necessários

43ºC 35ºC

Observação: Deve se
levar em consideração a
temperatura máxima do
ambiente onde será
instalada a unidade.

BRSC – E & T
Unidade Condensadora
Exercício 3 – Selecionar UC

Dados:
• Capacidade 5100 Kcal/h
• Temperatura de evaporação -10ºC
• Temperatura ambiente média 35ºC
• Usar unidade HCM com R-22
• Obs. A máquina será instalada em um ambiente
que nos dias mais quentes a temperatura chega aos
43ºC.

BRSC – E & T
Unidade Condensadora
Exercício 3 – Selecionar UC

BRSC – E & T
Unidade Condensadora
Exercício 3 – Selecionar UC

HCM050
Tev -10ºC e Ta 43ºC
Capacidade 5249 Kcal/h
Consumo:
Compressor= 3,8 KW
Ventilador= 0,45 KW
Consumo total= 4,25 KW

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Válvulas de Expansão
created by NEWTO DA SILVA
Válvula de Expansão
Finalidade – Recapitulando…

• Realiza a queda de pressão no ciclo, caindo da pressão


de condensação até a pressão de evaporação.
• Promove a expansão do líquido em líquido+gás,
controlando a vazão de refrigerante para o evaporador.
• Só deve expandir líquido.
• No ciclo ideal, o processo de expansão ocorre a uma
entalpia constante (processo isentálpico)
• Ajusta o fluxo de refrigerante dentro do
evaporador em função do superaquecimento.

BRSC – E & T
O Ciclo Frigorífico
Recapitulando…
CONDENSADOR

Subresfriamento

COMPRESSOR

DISPOSITIVO
DE EXPANSÃO

Superaquecimento

EVAPORADOR
BRSC – E & T
Válvula de Expansão
Superaquecimento R22

T. saída Evaporador
-
T. saturação na Pev. 10 psig

Exemplo:

Para R22:
10 psig  -29°C
Sup.Aq= (-20)-(-29)
Sup.Aq=9 K

-30 -29 -28 -27 -26 -25 -24 -23 -22 -21 -20 -19 °C

9K

BRSC – E & T
Válvula de Expansão
Posições de montagem

BRSC – E & T
Válvula de Expansão
Princípios de Funcionamento
PB

PM PE

PB PB = Pressão no BULBO
PM = Pressão da MOLA
PE = Pressão de Evaporação

BRSC – E & T
Válvula de Expansão
Princípios de Funcionamento
EM EQUILÍBRIO EM ABERTURA EM FECHAMENTO

PB PB PB

DIAFRAGMA
DIAFRAGMA
DIAFRAGMA

PM PE PM PE PM

PE

PB = PM + PE PB > PM + PE PB < PM + PE

BRSC – E & T
Válvula de Expansão
Selecionamento Manual

BRSC – E & T
Válvula de Expansão Pressure drop across valve
ou
Queda de pressão na válvula

p.a.v.= P.Cond-Δp(comp. linha liq.) - Δp(linha vert.asc.) Δp (bar) = p.a.v. – p.d.v.


p.d.v.= P.Evap+Δp(distribuidor)

Δp válvula = (P.cond-P.evap)- Σ perdas p.a.v. p.d.v.

TRECHOS VERTICAIS P.Evap.


ASCENDENTES L.L.

P.Cond.

DISTRIBUIDOR DE LÍQUIDO
E CJ. DE TUBOS DISTRIBUIDOR

CONDENSADOR COMPONENTES
LINHA LÍQUIDO

BRSC – E & T
Válvula de Expansão
Pressure drop across valve
ou
Queda de pressão na válvula

Δp (bar) = p.a.v. – p.d.v.

p.a.v.= P.Cond-Δp(comp. linha liq.) - Δp(linha vert.asc.)


p.d.v.= P.Evap+Δp(distribuidor)

Δp válvula = (P.cond-P.evap)- Σ perdas

Pressão Evaporação : Régua ou tabela gás


Pressão Condensação : Régua ou tabela gás
Perda de carga em componentes : CoolCat ou estimar ~ 1,2 bar
Perda de carga na linha de líquido : estimar ~ 0,1 bar
Linhas líquido verticais ascendentes : ver tabela abaixo

Regrigerante Perda de carga (linha líquido vertical ascendente)


R 22 – R 134a ~ 0,117 bar / metro
R 404A – R 507 ~ 0,107 bar / metro

BRSC – E & T
Exemplo prático n°02
Dados :
• Refrigerante R22
• Capacidade 7.500 kcal/h
• Temperatura de evaporação = - 10°C
• Temperatura de condensação =+45°C
• Superaquecimeto = 10 K
• Subresfriamento = 4 K
• Evaporador posicionado 5 metros
acima da unidade condensadora.
Selecionar válvula de expansão família TE,
usando selecionamento manual

BRSC – E & T
Exemplo prático n°02
Dados :
• Refrigerante R22
• Carga térmica no evaporador = 7.500 Kcal/h
• Temperatura de evaporação = - 10°C
• Temperatura de condensação =+45°C
• Subresfriamento = 4 K
• Evaporador posicionado 5 metros acima da unidade condensadora.

Solução :
• Refrigerante R22
• Carga térmica no evaporador = 7.500 Kcal/h  8,72 KW
• Temperatura de evaporação = - 10°C  P.evap.= 2,55 bar
• Temperatura de condensação =+45°C  P.cond. = 16,3 bar
• Subresfriamento = 4 K  Fator de correção = 1,00
• Evaporador 5 metros acima da unidade condensadora.  Δpll=0,585 bar
• Δp valv = (16,3 – 2,55) – (0,585 + 1,2 + 0,1) = 11,865 bar ~ 12 bar
• Catálogo componentes, pág 9, com T.ev.-10°C e Δp12 bar  TEX 2-2.3 (orifício 4)

BRSC – E & T
EQUALIZADOR
INTERNO
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

“T

T1< T2
T1< T2
Sempre isolar o
bulbo
EQUALIZADOR
EXTERNO
Válvula de Expansão
TE – Características
• Aplicações:
Congelamento
Refrigeração
Ar Condicionado
• Orifício intercambiável
• Elemento, bulbo e capilar em aço
inoxidável
• Conexões rosca ou solda
• Conexão angular
• Superaquecimento ajustável
• Equalização externa

BRSC – E & T
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

T2

“TE

T1< T2

T1
Sempre isolar o bulbo
EQUALIZADOR
EXTERNO
• Se o evaporador possui uma
perda de pressão superior à
0,2 bar recomenda-se a
utilização do equalizador
externo.

• Evaporador com distribuidor de


líquido deve utilizar
equalizador externo.
Válvula de Expansão
TE – Detalhes Construtivos

BRSC – E & T
Válvula de Expansão
TE – Processo de Solda

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Dimensionamento de Tubulações
created by NEWTO DA SILVA
Dimensionamento de Tubulações
Método da tentativa e erro
2m

3m
10m

• Determinar o comprimento REAL da linha de líquido e da linha de sucção, em metros.


• Admitir que o comprimento EQUIVALENTE seja igual ao comprimento REAL + 50%.
• Utilizar as tabelas de tubulações para escolher o diâmetro das linhas.
• Calcular o comprimento equivalente real e comparar com o admitido.
• Recalcular se necessário.

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de comprimentos equivalentes

Comprimento equivalente em metros de tubulação para conexões de cobre


Diâmetro 3/8" 1/2" 5/8" 3/4" 7/8" 1 1/8" 1 3/8" 1 5/8" 2 1/8" 2 5/8"
Regular 90° 0.35 0.4 0.5 0.6 0.7 0.9 1.1 1.3 1.6 1.9
Raio longo 90° 0.28 0.3 0.35 0.4 0.45 0.6 0.75 0.85 1.05 1.25
Curvas
Regular 45° 0.18 0.2 0.25 0.3 0.35 0.45 0.55 0.65 0.85 1.0
Raio longo 45° 0.14 0.15 0.18 0.2 0.22 0.3 0.37 0.43 0.57 0.65
Tee 0.7 0.8 1.0 1.2 1.4 1.8 2.2 2.6 3.2 3.8
Luva 0.28 0.3 0.35 0.4 0.45 0.6 0.75 0.85 1.05 1.25
25% 0.35 0.4 0.5 0.55 0.6 0.75 0.95 1.05 1.4 1.65
Redução
50% 0.35 0.4 0.5 0.6 0.7 0.9 1.1 1.3 1.6 1.9

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de sucção – R22

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de sucção – R22

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de líquido – R22

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de sucção – R404A

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de sucção – R404A

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de líquido – R404A

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de sucção – R134a

BRSC – E & T
Dimensionamento de Tubulações
Tabela de tubulações de sucção e líquido
– R134a

BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
2m

3m
-18°C 10m

Dados : Pede-se :
• Unidade Bock LDM 025 • diâm. linha de líquido
• Refrigerante R-22 • diâm. linha de sucção
• T.evap. = -24°C
• T.amb. = +38°C
• N° de curvas = 10 por linha
BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Solucão Linha de Sucção:
• Unidade Bock LDM 025 5056 Kcal/h
• Comprimento real = 15 metros (medido)
• Comprimento equivalente ~ 22.5 metros (estimado 50%)
• Diâmetro sucção = 11/8” (tabela)
• 10 curvas 11/8” = 10 x 0.9 = 9 metros equivalente
• Comprimento equivalente real = 15 + 9 = 24 metros
• Diâmetro mantido em 11/8”
Solucão Linha de Líquido:
• Comprimento real = 15 metros (medido)
• Comprimento equivalente ~ 22.5 metros (estimado 50%)
• Diâmetro líquido = 1/2” (tabela)
• 10 curvas 1/2” = 10 x 0.4 = 4 metros equivalente
• Comprimento equivalente real = 15 + 4 = 19metros
• Diâmetro mantido em 1/2”
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção

Pontos 1, 2, 3 e 4:

Checar para cada um dos pontos, o


volume específico do gás (sucção do
compressor), a vazão em massa e
então calcular a velocidade do gás.
Checar se atende aos critérios de
velocidade.
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção
Linha de Sucção

Ponto que contém o volume específico


que utilizamos para o cálculo de
velocidade na tubulação.

Necessário conhecer:
-Temp. Evaporação
-Superaquecimento
-Gás

BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção
Vazão em massa

A vazão em massa pode ser obtida


através do programa FORESEE da
Danfoss.

BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção
ATENÇÃO:

> 4 m/s Garantir velocidade MÍNIMA de 8m/s


nos trechos verticais ascendentes na
condição de MENOR CAPACIDADE
frigorífica.

Se a velocidade MÁXIMA ficar muito


alta na condição de MAIOR
CAPACIDADE frigorífica, utilizar
8 a 12 m/s

DOUBLE-RISER .

Auxilia o retorno de
óleo em situações de
baixa capacidade.
RETORNO
INSUFICIENTE
Evaporador abaixo do
DE ÓLEO
nível do compressor
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção
ATENÇÃO:

A cada 3 metros de linha de sucção


vertical ascendente, é necessário a
instalação de sifão , com o objetivo de
auxiliar o arraste de óleo ao
8 a 12 m/s compressor.
a cada 3 metros

RETORNO
INSUFICIENTE
DE ÓLEO
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção Double Riser
> 4 m/s ATENÇÃO:

Garantir velocidade MÍNIMA de 8m/s


no trecho verticais ascendente de
menor diâmetro (antes do sifão) na
condicão de MENOR CAPACIDADE.

Garantir velocidade MÍNIMA de 8m/s


nos dois trechos verticais ascendentes
na condição de CAPACIDADE TOTAL .
8 a 12 m/s
8 a 12 m/s

Em situações de
baixa capacidade,
fica obstruído com
óleo e o gás volta
RETORNO
apenas pelo tubo de INSUFICIENTE
menor diâmetro.
Evaporador abaixo do
DE ÓLEO
nível do compressor
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção
Evaporador acima do
nível do compressor
Evita escoamento de
líquido do
evaporador para o
compressor por
gravidade.

Inclinação de 0,5 a 1% evita


que gás condensado na
linha quando o compressor
esteja parado, escoe para o
cárter do compressor. MIGRAÇÃO
DE
LÍQUIDO
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Tubulações – Linha de Sucção

> 4 m/s

Evita escoamento de
óleo do evaporador
anterior para o sifão
deste evaporador por
gravidade. RETORNO
INSUFICIENTE
DE ÓLEO
BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Válvulas KVL – Pressão de Cárter
created by NEWTO DA SILVA
Válvula KVL – Pressão de cárter
Conhecida como:

• Regulador de pressão de sucção;


• Regulador de pressão de cárter;
• Válvula reguladora de pressão de sucção;
• Válvula reguladora de pressão de cárter.

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Finalidade

• Evitar o desarme do motor elétrico do compressor (se


protegido) ou a queima do mesmo (se desprotegido).

• Evitar que o compressor trabalhe com uma pressão de


evaporação acima do máximo permitido.

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Envelope do Compressor – Curva C

Problema Como proteger

C Pressão de evaporação elevada  Corrente elevada Válvula reguladora de pressão de sucção (KVL)
Válvula de expansão com MOP

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Quando usar

Em situações em que a possibilidade de operação do


compressor com elevadas pressões de evaporação (fora
do envelope) é real:

• Processos de resfriamento ou congelamento com alta


carga térmica inicial (Túneis).
• Redes elétricas precárias.
• Start-up de alguns sistemas.

BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Dados :
• Compressor HA 34P
• Refrigerante R22

 Qual a pressão de evaporação máxima para este compressor?


 Qual a pressão de evaporação mínima para este compressor?

BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Dados :
• Compressor HA 34P
• Refrigerante R22

1.5 bar = 21 psig

- 0.15 bar = - 5 psig

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Funcionamento
PA

• Atua em função da pressão DEPOIS da


válvula KVL (sucção do compressor).

PE
• Se PS > PA  Válvula fechada
• Se PS < PA  Válvula aberta (0 a 100%)

• Se PE > PA  não tem relação!


• Se PE < PA  não tem relação!

PS

ESTA PRESSÃO É A QUE REALMENTE IMPORTA !


BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Aplicação
PA

PE

1.5 bar = 21 psig

PS
Se PA for ajustado para 1.5 bar, o compressor só trabalhará com
pressões de evaporação menores que 1,5 bar, ou seja, dentro do
BRSC – E & T envelope. Este é o porquê de se usar esta válvula!
Válvula KVL – Pressão de sucção
Funcionamento detalhado
PA

KVL não mantém


pressão constante!

PE

PA

PS

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
1
Por dentro da válvula… 2

1 Tampa protetora 3

2 Parafuso de ajuste
4

3 Mola principal

4 5
Fole de equalização

5 Pistão e assento da
válvula

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Por dentro da válvula…

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Por dentro da válvula…

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Instalação

• Sempre antes do compressor !

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Selecionamento Manual ?

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Selecionamento Manual

Pressão de sucção de projeto :


Deve estar dentro do limite do
envelope e deve ser menor que a
pressão de sucção máxima

Pressão de sucção máxima :


Deve ser no máximo o limite do
envelope. Pode corresponder à
temperatura de evaporação.

Perda de carga na válvula :


Perda obtida com a válvula
BRSC – E & T aberta
Exemplo prático n°02
Dados :
• Refrigerante R404A
• Temperatura de evaporação = - 30°C
• Temperatura de condensação =+45°C
• Superaquecimento = 10 K
• Subresfriamento = 5 K
• Compressor Bock HA 34P 215-4
• Diâmetro linha de sucção = 7/8”

Selecionar válvula KVL,


usando selecionamento manual

BRSC – E & T
Exemplo prático n°02

BRSC – E & T
Exemplo prático n°02
Solução :
• Refrigerante R404A
• Capacidade do compressor = 4,19 KW
• Temperatura de evaporação (projeto) = - 30°C  dentro do envelope  OK
• Temperatura de condensação =+45°C , Subresfriamento = 5 K
Temperatura de líquido = 45 – 5 = +40 °C
• Fator de correção pela temp. líquido = 1,26
• Capacidade corrigida = 4,19 x 1,18 = 5,28 KW (valor a ser procurado na tabela)
• Pressão de sucção máxima = -20°C  2 bar (limite do envelope)
• Catálogo componentes, pág 57, com T.ev.-30°C e P.máx.sucção 2 bar procurar por 5,28KW
• Duas opções :
KVL 28 ou 35, fornecendo 5,4 KW e perda de carga < 0,1 bar

Como a linha de sucção é de 7/8”, indicar uma KVL28 que é de 1 1/8”.


Quando menor a perda de carga (válvula maior), menor o consumo energético do compressor.

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Montagem

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Como ajustar – Método manual

KVL X bar/volta

12-15-22 2 13mm 0.45

28-35 2 19mm 0.45


BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Válvulas KVP – Pressão de Evaporação
created by NEWTO DA SILVA
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Conhecida como:

• Regulador de pressão de evaporação;


• Válvula reguladora de pressão de evaporação.

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Finalidade

• Evitar que o evaporador trabalhe com uma pressão de


evaporação abaixo do mínimo permitido.

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Quando usar

Em situações onde não podemos permitir que a


temperatura de evaporação (no evaporador) caia abaixo
de um determinado valor:

• Câmaras de flores, verduras e hortaliças – umidade


relativa alta;
• Alguns casos de chillers;
• Sistemas com duas temperaturas de evaporação
distintas para um único compressor.

BRSC – E & T
Finalidade : Umidade Relativa Alta
A capacidade do evaporador é proporcional ao Δt no mesmo.

Δt = temp. câmara – temp. evaporação


Ex.: Evaporador FBA4080D c/ temp. evap. 0°C:
com Δt 6K  1920 Kcal/h
com Δt 12K  3840 Kcal/h
com Δt 3K  960 Kcal/h

BRSC – E & T
Finalidade : Umidade Relativa Alta
Quanto menor o Δt no evaporador, maior a umidade relativa
dentro da câmara.

Δt = temp. câmara – temp. evaporação


Ex.: Evaporador FBA4080D c/ temp. evap. 0°C:
com Δt 6K  1920 Kcal/h  ± 80% RH
com Δt 12K  3840 Kcal/h  ± 65% RH
com Δt 3K  960 Kcal/h  ± 90% RH

BRSC – E & T
Finalidade : Umidade Relativa Alta
Câmara de Hortaliças

35,0

30,0

25,0
Temperatura (°C)

20,0 Temp.Evaporação
Temp.Sucção
15,0
Set-Point KVP
10,0 Temp. Câmara
Δt
5,0
Δt
0,0
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25
-5,0
Tempo (h)

BRSC – E & T
Finalidade : Chiller – Evitar congelamento
Se precisamos ter a temperatura de saída da água gelada
próxima a 0°C, existe o risco de congelamento. Limitando a
evaporação em 0° ou acima, podemos evitar o congelamento
da água.

10°C

água

t.evap. 0°C

4°C
BRSC – E & T
Finalidade : Temperaturas distintas

+ 8 °C

- 25 °C

BRSC – E & T
Finalidade : Temperaturas distintas
No caso de câmaras com temperaturas distintas, as válvulas
KVP são utilizadas nas câmaras com as maiores temperaturas
de evaporação. Neste caso utilizar válvula de retenção NRV
nas câmaras sem KVP, para evitar migração de refrigerante
enquanto o compressor estiver parado.

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Funcionamento

• Atua em função da pressão ANTES da


PA
válvula KVP (pressão de evaporação no
evaporador).

PS
• Se PE > PA  Válvula aberta (0 a 100%)
• Se PE < PA  Válvula fechada

• Se PS > PA  não tem relação!


• Se PS < PA  não tem relação!

PE

ESTA PRESSÃO É A QUE REALMENTE IMPORTA !


BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Aplicação Envelope do Compressor
Envelope da Aplicação
Envelope da Câmara

Ajuste da KVP

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Aplicação 60 psig

30 psig

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Funcionamento detalhado
KVP não mantém
PA
pressão constante!

PS

PA

PE

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
1
Por dentro da válvula… 2

1 Tampa protetora 3

2 Parafuso de ajuste
4

3 Mola principal

4 5
Fole de equalização

5 Pistão e assento da
válvula

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Por dentro da válvula…

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Por dentro da válvula…

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Instalação

• Sempre depois do evaporador !

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Selecionamento Manual
? ?

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Selecionamento Manual

Capacidade a procurar na tabela


=
Capacidade requerida no evaporador
x
fator de correção para temp. líquido
x
fator de correção para offset

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Selecionamento Manual

Temperatura de evaporação de projeto :


É a temperatura de evaporação ideal definida
em projeto para o evaporador.

Offset : É a diferença de pressão entre (t.ev.


projeto – t.ev. mínima admissível). Se for
diferente de 0.6 bar, usar fator de correção.

Perda de carga na válvula : Perda obtida


com a válvula aberta.
BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Dados :
• Refrigerante R22
• Temperatura de evaporação = +5°C
• Temperatura de condensação =+45°C
• Superaquecimento = 10 K
• Subresfriamento = 5 K
• A temperatura de evaporação não
pode cair abaixo de +2.5°C
• Diâmetro linha de sucção = 7/8”
• Capacidade do evaporador = 5 KW

Selecionar válvula KVP,


usando selecionamento manual

BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Solução :
• Refrigerante R22
• Capacidade do evaporador = 5 KW
• Temperatura de evaporação (projeto) = + 5°C  4.8 bar
• Temperatura de evaporação mínima admissível = +2.5°C  4.4 bar
• Offset = 4.8 – 4.4 = 0.4 bar
• Temperatura de condensação =+45°C , Subresfriamento = 5 K
Temperatura de líquido = 45 – 5 = +40 °C
• Fator de correção pela temp. líquido = 1.13
• Fator de correção pelo offset = 1.4
• Capacidade corrigida = 5 x 1.13 x 1.4 = 7.91 KW (valor a ser procurado na tabela)
• Catálogo componentes, pág 62, com T.ev.+5°C e R22 procurar por 7.91KW
• Duas opções :
KVL 22, fornecendo 7.91 KW (5 KW real) e perda de carga de 0.46 bar
KVL 28, fornecendo 7.91 KW (5 KW real) e perda de carga < 0.1 bar

BRSC – E & T
Válvula KVP – Pressão de evaporação
Montagem

BRSC – E & T
Válvula KVL – Pressão de sucção
Como ajustar – Método manual

KVP X bar/volta

12-15-22 2 13mm 0.45

28-35 2 19mm 0.30


BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Pressostatos KP1, KP5 e KP15
created by IVAN F. QUARESMA
Pressostato KP
Finalidade

Abrir ou fechar um contato em função de um valor de


pressão pré ajustado.

BRSC – E & T
Pressostato KP
Quando usar

Em todos os sistemas de refrigeração, podendo ser


utilizado como segurança ou controle.

• Proteger o compressor e componentes contra uma


pressão demasiadamente alta ou baixa.
• Controlar os ventiladores do condensador.
• Controle de capacidade.

BRSC – E & T
Pressostato KP
Finalidade : Proteger o Compressor

Protege o compressor, limitando para que o mesmo não


ultrapasse as suas faixas de aplicação, além de proteger
o sistema contra pressões demasiadamente altas ou
baixas.

BRSC – E & T
Pressostato KP
Finalidade : Controle de condensação

Controlar a pressão de condensação de uma unidade que


está instalada em uma região sujeita a temperatura
ambiente relativamente baixa. Limitamos a pressão de
condensação a um valor mínimo, ligando e desligando os
ventiladores.

BRSC – E & T
Pressostato KP
Finalidade : Controle de Capacidade

Em sistemas que possuem mais de um compressor em


paralelo, podemos ligar e desligar os compressores de
acordo com a pressão de sucção.

BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Pressostato de Baixa KP1

• CUT OUT = Pressão que abre o


contato elétrico (desliga o circuito);
• CUT IN = Pressão que fecha o
circuito elétrico (liga o circuito);
• A escala indica valores de CUT IN;
• CUT IN – Diferencial = CUT OUT

BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Pressostato de Alta KP5

• CUT OUT = Pressão que abre o


contato elétrico (desliga o circuito);
• CUT IN = Pressão que fecha o
circuito elétrico (liga o circuito);
• A escala indica valores de CUT OUT;
• CUT OUT – Diferencial = CUT IN

BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Pressostato de Alta e Baixa KP15

Baixa Alta

• CUT OUT (Alta) = Pressão que abre o


contato elétrico (desliga o circuito);
• CUT IN (Baixa) = Pressão que fecha o
circuito elétrico (liga o circuito);
•BAIXA: CUT IN – Diferencial = CUT
OUT;
• Diferencial (Alta) = Fixo 4 bar;
• Diferencial (Baixa) = Fixo 0.7 bar
ou ajustável.

BRSC – E & T
Pressostato KP
Tipos de Rearme

• Manual – Quando o pressostato desarma só voltará a


operar se uma pessoa rearmá-lo.

• Automático – Quando o pressostato desarma não há


necessidade de ser rearmado.

• Conversível – Possui a possibilidade de ser ajustado


para rearmar automaticamente ou manualmente.

BRSC – E & T
Pressostato KP1 e KP5
Funcionamento dos contatos

KP1 • Abre e fecha os contatos de


acordo com o valor ajustado.

KP1-BAIXA
• 1-4 Normal Fechado – Motor
• 1-2 Normal Aberto – Sinal

KP5 KP5-ALTA
• 1-4 Normal Aberto – Sinal
• 1-2 Normal Fechado - Motor

BRSC – E & T
Pressostato KP15
Funcionamento dos contatos

• Abre e fecha os contatos de


acordo com os valores ajustados.

SPDT+LP
• A-C Normal Fechado - Motor
• A-B Normal Aberto – Sinal Baixa

SPDT+LP e HP
• A-C Normal Fechado - Motor
• A-B Normal Aberto – Sinal Baixa
• A-D Normal Aberto – Sinal Alta

LP = Low Pressure HP = High Pressure


BRSC – E & T
Pressostato KP
Aplicação Proteção do Compressor

BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Envelope do Compressor – Curva B
B

Problema - Pressão condensação elevada Como Surge

B • Quebra Mecânica • Condensador Sujo


• Corrente Elevada • Ventilador Quebrado
• Rompimento das Tubulações e Componentes • Temperatura Externa Alta
• Incondensaveis no sistema
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Envelope do Compressor – Curva E

Problema - Pressão de evaporação baixa Como Surge

E • Pressões abaixo da atmosférica (vácuo) levam a • Vazamento de Fluido Refrigerante


formação de arco elétrico. • Filtro Secador Obstruído
• Comp. Hermético – Aquecimento do Motor Elétrico • Válvula de Expansão Travada ou Obstruída
• Comp. Scroll – Instabilidade no Scroll
• Perda de Óleo - Travamento
BRSC – E & T
Considerações de Projeto
Envelope da Aplicação
KP5 Envelope de
operação do
Equipamento
Cut-out

KP1

Cut-out

•O envelope do equipamento deve permanecer dentro do envelope do compressor.


•Ajustar pressostato de alta e de baixa segundo envelope do equipamento.
•Verificar superaquecimento mínimo e máximo para todos pontos dentro do envelope do
equipamento.
•Implementar método de controle da temperatura de condensação.
•Verificar necessidade do termostato de descarga (DGT).
BRSC – E & T
Pressostato-KP5
Controle de Condensação por
Pressostato de Alta
Pressão psig

Temp. °C

235 45 Religa V2

205 40 Desliga V2

180 35 Religa V1

• CUT OUT = Pressão acima da qual (re)liga o


160 30 Desliga V1 ventilador;
• CUT IN = Pressão abaixo da qual desliga o
ventilador;
• A escala indica valores de CUT OUT;
V2 on V2 off V2 on
V1 on V1 off V1 on V1 off V1 on
• CUT OUT – Diferencial = CUT IN
• Utilizar KP5 com rearme automático a
diferencial ajustável.
BRSC – E & T • KP5 interligado na linha de descarga/líquido.
Considerações de Projeto
Envelope do Compressor – Curva D

Problema Como Surge

D • Perda de Capacidade do Sistema • Temperatura Externa Relativamente Baixa


• Retorno de liquido

BRSC – E & T
Pressostato KP1
Aplicação Controle de Capacidade

Pressão de evaporação 30psi


Cut-in 55 psi – Cut-out 50 psi
Cut-in 50 psi – Cut-out 45 psi
Cut-in 45 psi – Cut-out 40 psi
Cut-in 40 psi – Cut-out 35 psi

CUT IN = Pressão acima da qual liga o compressor;


• A escala indica valores de CUT IN
• CUT IN – Diferencial = CUT OUT
• Utilizar KP1 com rearme automático a diferencial
ajustável.
• KP1 interligado a linha de sucção.

BRSC – E & T
Pressostato KP1
Aplicação Controle de Capacidade

50
45
P
40
r
35
e
30
s
25
s
20
ã
15
o
10
5
0
100% 75% 50% 25%
BRSC – E & T
Capacidade
Pressostato KP15
Por dentro do Pressostato.

BRSC – E & T
Pressostato KP15 - Proteção
Instalação

BRSC – E & T
Pressostato KP5 - Condensação
Instalação

BRSC – E & T
Pressostato KP
Selecionamento Manual
Dados Necessários para a seleção
• 1-Aplicação (alta, baixa ou ambas)
• 2-Rearme (automático, manual ou conversível)
• 3-Tipo dos contatos (SPDT+LP ou SPDT+LP+HP)
• 4-Tipo da conexão

Obs.: Conversível - O pressostato possui as duas funções


(automático e manual)

BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Dados :
• Aplicação: alta e baixa (conjugado)
• Rearme: alta-manual baixa-automático
• Conexão: ¼’’ Rosca
• Contato: Quando desarmar por baixa
pressão o pressostato acionara um
sinalizador.

Selecionar Pressostato,
usando selecionamento manual

BRSC – E & T
Exemplo prático n°01
Solução:

BRSC – E & T
Pressostato KP
Como ajustar – Antes da instalação

BRSC – E & T
Pressostato KP1 Diff Ajustável
Como ajustar – Antes da instalação

Valor real
Valor ajustado

• Ajustar visualmente na escala de cut-in um valor


bem superior ao valor de CUT-IN desejado;
• Injetar nitrogênio no pressostato, aos poucos,
até atingir o valor de CUT-IN desejado no
manômetro;
•Diminuir lentamente a pressão indicada na escala
de cut-in até que o relé seja acionado.
Conseguimos a regulagem do valor de CUT-IN;

BRSC – E & T
Pressostato KP1 Diff Ajustável
Como ajustar – Antes da instalação

Valor ajustado

Valor real de ajuste

•Ajustar visualmente em “Diff” um valor bem


superior ao valor do diferencial desejado.
•Diminuir a pressão do nitrogênio
gradativamente até que esta atinja o valor de
CUT-OUT desejado no manômetro.
•Diminuir lentamente o valor indicado em
“Diff”(através do parafuso de ajuste do
diferencial) até que o relé seja acionado.
Conseguimos a regulagem do diferencial.

BRSC – E & T
Pressostato KP1 Diff Fixo
Como ajustar – Antes da instalação

• Ajustar visualmente na escala de cut-in um valor


bem superior ao valor de CUT-OUT desejado;
• Injetar nitrogênio no pressostato, aos poucos, até
atingir o valor de CUT-OUT desejado no manômetro;
•Diminuir lentamente a pressão indicada na escala de
cut-out até que o relé seja acionado. Conseguimos a
regulagem do valor de CUT-OUT;

BRSC – E & T
Pressostato KP5 Diff Fixo
Como ajustar – Antes da instalação

Valor ajustado

Valor real de ajuste

• Ajustar visualmente na escala de cut-out um


valor bem superior ao valor de CUT-OUT desejado.
• Injetar nitrogênio no pressostato, aos poucos, até
atingir o valor de CUT-OUT desejado no
manômetro.
• Diminuir lentamente a pressão indicada na escala
(através do parafuso de ajuste do Cut-out) até que
o relé seja acionado. Conseguimos a regulagem do
valor de CUT-OUT. O diferencial é fixo, não tem
ajuste.
BRSC – E & T
Pressostato KP5 Diff Ajustável
Como ajustar – Antes da instalação

Valor real de ajuste

Valor ajustado

• Ajustar visualmente na escala de cut-in um valor


bem superior ao valor de CUT-OUT desejado;
• Injetar nitrogênio no pressostato, aos poucos, até
atingir o valor de CUT-OUT desejado no
manômetro;
•Diminuir lentamente a pressão indicada na escala
de cut-OUT até que o relé seja acionado.
Conseguimos a regulagem do valor de CUT-OUT;

BRSC – E & T
Pressostato KP5 Diff Ajustável
Como ajustar – Antes da instalação

Valor ajustado

Valor real de ajuste

•Ajustar visualmente em “Diff” um valor bem


superior ao valor do diferencial desejado.
•Diminuir a pressão do nitrogênio
gradativamente até que esta atinja o valor de
CUT-in desejado no manômetro.
•Diminuir lentamente o valor indicado em
“Diff”(através do parafuso de ajuste do
diferencial) até que o relé seja acionado.
Conseguimos a regulagem do diferencial.

BRSC – E & T
Pressostato KP1
Como testar

BRSC – E & T
Pressostato KP1
Como testar (baixa)

Pressione aqui com os dedos

Não utilizar a chave de fenda aqui

BRSC – E & T
Pressostato KP1
Como testar da maneira correta

BRSC – E & T
Pressostato KP15
Como testar da maneira errada (baixa)

BRSC – E & T
Pressostato KP15
Como testar da maneira correta (baixa)

Pressione com os dedos

BRSC – E & T
Pressostato KP15
Como testar da maneira correta (baixa)

BRSC – E & T
Pressostato KP15
Como testar da maneira correta (alta)

Utilize uma chave de


fenda para pressionar
para cima

BRSC – E & T
Pressostato KP15
Como testar da maneira correta (alta)

BRSC – E & T
Pressostato KP15
Como testar da maneira correta (alta)

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Pressostatos de óleo MP54 e MP55
created by Ivan F. Quaresma
Pressostato de Óleo
Finalidade

Proteger o compressor contra problemas de lubrificação,


(falta de óleo, bomba defeituosa, filtro de óleo sujo,
etc...)

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Aplicação
Sucção < Descarga

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Instalação – HA e HG

Descarga da bomba

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Instalação – HA e HG

Descarga da bomba

Sucção da bomba

△P>1,5bar
BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Instalação – Pluscom
Obs. para
utilizar
pressostato de
óleo no
compressor
Pluscom, deve
se ajustar o
diferencial para
0,3 bar.
Modelo do
pressostato MP
55

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Funcionamento
• Atua em função do △P entre LP e
Oil.

• Se LP + P. mola > Oil  Desarma


• Se LP + P. mola < Oil  Armado

P.mola = △P de fabrica ou ajustado.

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Funcionamento
Test
Reset

LP+PM >Oil
LP 220
110
L
S
M
Oil
T2

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Funcionamento
Test
Reset
LP+PM <Oil
LP 220
110
L
S
M
Oil
T2

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Ajuste △P

Para ajustar
o diferencial,
gire aqui
com uma
chave de
fenda.

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Como Ajustar
• Ajustar visualmente na escala de diferencial um valor bem inferior ao valor desejado;
• Injetar nitrogênio no pressostato no ponto (oil), aos poucos, até atingir o valor do diferencial
desejado ;
• Aumentar lentamente o diferencial indicado na escala até que o contato seja acionado.

Contato

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Como ajustar

Realizado o
ajuste do
diferencial, a
escala deve
ser
ajustada.

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Reset
O pressostato somente
poderá ser resetado
após o bimetálico ter
esfriado.

Observação: O reset é
sempre manual.

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Teste
Para testar o
pressostato
pressione para
baixo neste
ponto, após
alguns segundos
o mesmo irá
desarmar.

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Sinalizador
Este sinalizador indica
que o sistema está
operando normalmente,
se o sinalizador apagar o
compressor deve parar
após o tempo do rele.
Código do pressostato
com sinalizador:
060B117866

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Mecanismo de desarme

Contatos

Resistência

Bimetálico

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Mecanismo de desarme

Contatos

Resistência

Bimetálico

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Esquema elétrico sem jamper

3 x 220v

BRSC – E & T
Pressostato de Óleo
Esquema elétrico com jamper

3 x 220v

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Controladores Eletrônicos EKC102 e EKC202
created by Ivan F. Quaresma
Controles
Por quê precisamos?

• Controle de temperatura
• Controle de degelo
• Visualização de temperatura
• Supervisão
• Alarmes

BRSC – E & T
PRODUÇÃO
DISTRIBUIÇÃO

MONITORAMENTO EM
MATADOURO
TODA A CADEIA DO FRIO

LOJA

CONSERVA

BRSC – E & T
Controles
Por quê utilizar um controlador eletrônico?

BRSC – E & T
Sistema de controle com Degelo

BRSC – E & T
Sistema com Degelo

BRSC – E & T
Evolução

BRSC – E & T
Sistema de Controles

BRSC – E & T
Vantagens Controlador Eletrônico
• Um único controlador substitui vários componentes.
• Fácil instalação e manutenção.
• Visualização de temperatura e funções adicionais.
• Rápido e fácil de ajustar.

BRSC – E & T
Introdução
• Definições: Digital e Analógico;

• Entradas de sinal (Digitais e Analógicas);

• Saídas / Acionamentos (Digitais e Analógicos);

BRSC – E & T
Digital
Em Informática e Automação, digital é o
nome dado às entradas ou saídas que
permitem apenas duas condições, sempre
opostas:
• Um ou Zero,
• Sim ou Não,
• Ligado ou Desligado (On ou Off),
• Aberto ou Fechado,
• Aceso ou Apagado
Entradas ou Saídas Digitais também são
conhecidas como Discretas, Binárias,
Booleanas ou On-Off.
BRSC – E & T
Entradas
Todos os sinais que são transmitidos para o sistema (ex.
controlador) são chamados de entradas.
Estes sinais são usados como base para que o sistema
possa interpretar o que ocorre com o equipamento (ex.
câmara) e assim tomar as ações adequadas.

Podemos comparar as entradas com nossos cinco sentidos:


Visão, Audição, Olfato, Paladar e Tato. Com eles nosso
cérebro interpreta o que ocorre à nossa volta.
BRSC – E & T
Entradas Digitais
Entradas Digitais são aquelas que recebem um sinal Sim ou
Não. O sistema normalmente identifica este sinal através da
presença ou ausência de tenção elétrica.
Se há tensão temos: SIM, UM, ON, etc.
Se não há tensão: NÃO, ZERO, OFF, etc.
Exemplos típicos de contatos digitais:
• Pressostato
• Termostato de Segurança
• Relé térmico
• Sensor de porta da Câmara

BRSC – E & T
Analógico
Entradas
Entradas Analógicas são aquelas que recebem um sinal
variável de tensão ou corrente.
Normalmente este sinal é proveniente de um sensor.
Exemplos típicos de sensores analógicos:
• Transmissores de Pressão,
• Sensores de Temperatura,
• Sensores de Umidade,
• Medidores de Nível
• Medidores de Vazão

BRSC – E & T
Saídas

Todos os sinais que o sistema de


controle envia para o equipamento
são chamados de saídas.
As saídas são os acionamentos, ou
seja, as ações que o sistema de
controle toma, segundo uma
determinada programação.
Em geral, os acionamentos são
configurados como função de uma
ou mais entradas, quer sejam
digitais ou analógicas.

BRSC – E & T
Saídas Digitais (Relés)
As Saídas Digitais também são conhecidas como Saídas
a Relé ou simplesmente Relés.
Os Relés são interruptores movimentados por um
campo magnético e podem acionar os equipamentos
diretamente no próprio equipamento, ou indiretamente,
por meio de um contator ou de um acoplador quando a
carga acionada é relativamente grande.

BRSC – E & T
Saídas Digitais (Relés)
Exemplos típicos de saídas digitais em sistemas de refrigeração:
• Acionamento dos Compressores
• Acionamento dos Ventiladores do Forçador / Evaporador
• Acionamento das Resistências de Degelo
• Acionamento das Válvulas de Degelo a gás quente

BRSC – E & T
Sistema com Degelo e Alarme

BRSC – E & T
Principais Características
EKC 102/ 202 são usados
para :
• Controle de temperatura
• Controle de degelo
• Acionamento de
Compressor
• Acionamento dos
Ventiladores
• Acionamento de Alarme
remoto

BRSC – E & T
Principais Características
Vantagens :
• Funções técnicas de refrigeração
integradas
• Degelo por demanda
• Botões e anel de vedação fixo no
frontal
• Proteção IP65
• Pode controlar 2 compressores
• Entrada digital configurável para:
- Alarme de porta;
- Início de degelo;
- Habilita / Desabilita controle;
- Set point noturno;
• HACCP
BRSC – E & T
Principais Características
HACCP – O que é ?

HACCP – Hazard Analysis and Critical Control Point

• Método para identificação de riscos à saúde ou fatores de


risco relacionados com a produção, distribuição e uso de
produtos alimentícios.

• HACCP se tornou parte da legislação em muitos países.

• Indústrias de alimentos ou ingredientes para indústria de


alimentos devem controlar e verificar seus produtos e
métodos de produção para não gerar riscos à saúde.

BRSC – E & T
Diferencial
Inovação técnica, facilidade,
segurança e muita confiabilidade!
Instalação simples: Rápido e fácil de instalar:
Relês de alta eficiência de 10A O anel de vedação
para acionamento direto incorporado ao controlador
de cargas como compressores facilita a
e resistências, sem uso de agiliza a instalação,
contatores intermediários. diminuindo ainda a
possibilidade de erro.

Proteção IP65: Programação fácil e


A construção integrada da caixa rápida:
de montagem, A chave “Copy Key” pode
botões e painel frontal, salvar até 25 setup’s,
garantem um alto grau de proporcionando
segurança. rapidez e diminuindo as
possibilidades de erro.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 102A
Refrigeração:

• Controle com um relé de saída e um sensor de


temperatura.
• Controle on/off do compressor em função da
temperatura.
• Degelo natural com parada do compressor.
• Controle de temperatura por válvula solenóide
(pump down).

Aquecimento:

• O controlador pode ser utilizado como


termostato para aplicações em aquecimento.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 102B
Refrigeração:

• Controle com dois relés de saída, um sensor de


temperatura extra e entrada digital.
• O relé 2 pode ser usado para função de alarme
ou para controlar o segundo estágio de
refrigeração.
• O sensor de temperatura pode ser usado para
temperatura do produto ou para temperatura de
condensação com função de alarme.
• A entrada digital pode ser utilizada como
alarme de porta, início de degelo, liga/desliga
controle ou set point noturno.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 102C
Refrigeração:

• Controle com dois relés de saída, sensor de


temperatura extra e entrada digital.
• O relé 2 pode ser usado para a função de alarme
ou degelo elétrico.
• O sensor extra pode ser usado para fim de degelo
ou para temperatura do produto. Com o sensor de
fim de degelo instalado no evaporador, o
controlador é capaz de iniciar o degelo por
demanda (DOD). A função DOD somente iniciará
um degelo quando perceber a formação de gelo no
evaporador.
• A entrada pode ser usada para alarme de porta,
início de degelo, liga / desliga controle ou set point
noturno.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 102C
Refrigeração:

• Controle com dois relés de saída, sensor de


temperatura extra e entrada digital.
• O relé 2 pode ser usado para a função de alarme
ou degelo elétrico.
• O sensor extra pode ser usado para fim de degelo
ou para temperatura do produto. Com o sensor de
fim de degelo instalado no evaporador, o
controlador é capaz de iniciar o degelo por
demanda (DOD). A função DOD somente iniciará
um degelo quando perceber a formação de gelo no
evaporador.
• A entrada pode ser usada para alarme de porta,
início de degelo, liga / desliga controle ou set point
noturno.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 102D
Refrigeração:

• Controle com três relés de saída, dois sensor de


temperatura extra e entrada digital.
• O sensor extra pode ser usado para fim de degelo
• A entrada pode ser usada para alarme de porta,
início de degelo, liga / desliga controle ou set point
noturno.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 202A

Refrigeração:

• Controle com dois relés de saída, dois sensores


de temperatura e entrada digital.
• Controle de temperatura ON/OFF do
compressor ou válvula solenóide.
• Sensor de degelo.
• Degelo elétrico.

Suporta módulo para comunicação via software.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 202B
Refrigeração:

• Controle com três relés de saída, dois sensores


de temperatura e entrada digital.
• Controle de temperatura ON/OFF do
compressor ou válvula solenóide.
• Sensor de degelo.
• Degelo elétrico.
• Relê de saída para controle do ventilador.

Suporta módulo para comunicação via software.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 202C
Refrigeração:

• Controle com quatro relês de saída, dois


sensores de temperatura e entrada digital.
• Controle de temperatura ON/OFF do
compressor ou válvula solenóide.
• Sensor de degelo.
• Degelo elétrico.
• Relê de saída para controle do ventilador.

Suporta módulo para comunicação via software.

BRSC – E & T
Exemplo de Aplicação
EKC 202D
Refrigeração:

• Controle com quatro relês de saída, três


sensores de temperatura e duas entrada digitais.
• Controle de temperatura ON/OFF do
compressor ou válvula solenóide.
• Sensor de degelo.
• Duas temperaturas de referencia.
• Degelo elétrico.
• Relê de saída para controle do ventilador.

Suporta módulo para comunicação via software.

BRSC – E & T
Operação
Display

Refrigeração

Degelo

Ventilação

BRSC – E & T
Botões
Quando for necessário fazer alguma alteração, o
botão superior aumentará os valores e o botão
inferior diminuirá os valores. Mas antes de alterar
algo, você necessita entrar no menu.

O Acesso é obtido segurando o botão superior por


alguns segundos, acesso a coluna de códigos dos
parâmetros.

Encontre o parâmetro desejado e aperte o botão


intermediário até o valor ajustado aparecer.
Quando tiver alterado o valor, salve-o apertando
novamente o botão intermediário.

BRSC – E & T
Exemplos
Ajuste do menu

1. Segure o botão superior até aparecer um parâmetro;

2. Aperte o botão superior ou inferior para encontrar o parâmetro desejado;

3. Aperte o botão intermediário para ver o valor deste parâmetro;

4. Aperte o botão superior ou inferior para ajustar o valor;

5. Aperte o botão intermediário novamente para salvar o valor ajustado;

Inibe relê de alarme/Reconhecimento de alarme/Ver código de Alarme

1. Aperte rapidamente o botão superior.

2. Se existir mais de um alarme é possível vê-los como “rolagem”.

3. Aperte o botão superior e o inferior para alternar os alarmes.


BRSC – E & T
Exemplos
Ajuste Set-Point

1. Aperte o botão intermediário até o valor de set-point aparecer;

2. Aperte o botão superior ou inferior para ajustar no valor desejado;

3. Aperte o botão intermediário novamente para salvar o valor ajustado;

Inicio ou parada manual de degelo:

1. Segure o botão inferior por quatro segundos.

Ver a temperatura do sensor S5:

1. Aperte rapidamente o botão inferior.

2. Se não existe sensor instalado, não aparecerá nenhum valor.


BRSC – E & T
Sensores

Type -30°C +15°C


NTC +/- 1,2°C +/- 0,75°C
PTC +/- 1,5°C +/- 1,5°C
Obs.: Pt1000 +/- 0,45°C +/- 0,375°C
• Podem haver emendas? sim
• Temos que tomar muito cuidado na execução das emendas (estanhadas /
soldadas muito bem isoladas).
• Comprimento máximo pode chegar a 100m utilizando a função de calibração
do sensor.

BRSC – E & T
Parâmetros
O controlador possui 9 conjuntos de parâmetros específicos.
• Termostato – (r)
• Alarme – (A)
• Compressor – (c)
• Degelo – (d)
• Ventilador – (F)
• Tempo real – (t)
• Diversos – (o)
• Manutenção – (u)

BRSC – E & T
Funções
Entrada digital DI
A entrada digital pode ser utilizada para indicar que a
porta da câmara esta aberta ou para acionar algumas
funções do controlador.
• Inicio de degelo Obs. Apenas uma
das funções pode
• Habilita e desabilita o controlador ser configurada.

• Acionar set point noturno


• Função limpeza
• Sensor de porta

BRSC – E & T
Funções
Função limpeza
Esta função possibilita que o técnico faça a limpeza do
equipamento,
operando o mesmo através da entrada digital.

BRSC – E & T
Funções
Degelo por demanda
O controlador faz o acompanhamento e estabelece uma
temperatura para S5, somente será iniciado um degelo se a
temperatura de S5 cair além do △T estipulado no parâmetro (d19

BRSC – E & T
COPY KEY
Benefícios
• Facilidade de programação
• Reduz possibilidade de erro
• Reduz tempo de programação
• Padroniza os equipamentos

• Até 25 set-up’s em uma única Copy key


• Velocidade de transmissão de dados
• Sinalização de status de cópia dos arquivos

BRSC – E & T
Tipo

EKC 204 A
EKC 202 B
EKC 202 A
EKC 102 B
EKC 102 A

EKC 202 D
EKC 202 C
EKC 102 D
EKC 102 C

BRSC – E & T
N° de código

084B8520
084B8536
084B8523
084B8522
084B8521
084B8506
084B8502
084B8501
084B8500
Tensão ( V c.a.)

230
230
230
230
230
230
230
230
230
230
230

230
4
4
4
3
2
2
3
2
2
2
2
1
Relés

Compressor / Solenóide (SPDT)

16A
16A
16A
16A
16A
16A
16A
16A
16A
16A
16A
16A
Degelo (SPDT/SPST)

8A

16A
16A
16A
16A
16A
16A
Ventilador (SPST)

8A
8A
8A
8A
8A
Alarme/Iluminação/Auxiliar (SPDT)

8A
8A
8A
8A
16A
16A

Compressor n° 2 (SPDT)
16A
Tabela de Seleção

3
3
2
2
2
2
2
2
2
2
2
1

Entradas analógicas (sensores)

2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1

Entradas digitais











Sensor Pt1000











Sensor PTC ou NTC












"Copy Key" como opcional







Módulo LON como opcional







Relógio de tempo real







Compatível com HACCP via sistema


Função HACCP incorporada



Interruptor de seleção de aplicação



Módulo LON como opcional



Indicação de temperatura ponderada



Degelo sincronizado





Degelo sincronizado via sistema


MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Filtros Secadores DML e DCR
elaborado por NEWTO DA SILVA
Filtros Secadores DML
Finalidades - Aplicações

• Remover umidade do refrigerante.


• Filtrar (reter) partículas sólidas.
• Instalado na linha de líquido, depois do tanque de líquido

BRSC – E & T
Filtros Secadores DML
Water Solubility in Refrigerants. Liquid Phase
(Y-Axis Logarithmic)

10000

1000
mg of water/kg refrigerant [ppm]

100

10

1
-60 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 60
Tem perature [ oC]

R12 R22 R134a R407C R410A R404A R502 CO2 R290

BRSC – E & T
Filtros Secadores DML
Detalhes Construtivos

100 % MOLECULAR SIEVES – NÚCLEO SÓLIDO – NÃO POSSUI ESFERAS SOLTAS

BRSC – E & T
Filtros Secadores DML
Instalação

BRSC – E & T
Filtros Secadores DML
Solda

BRSC – E & T
Filtros Secadores DCR
Características

• Carcaça fixa, núcleo intercambiável.


• Núcleos para umidade, acidez, filtragem e queima.
• Aplicação em linhas de líquido e de sucção.

BRSC – E & T
Filtros Secadores DCR
Núcleos
48-DM: Possui 100% de Molecular Sieves para
aplicação de refrigerantes com HFC: Proporciona
alta absorção de umidade.
48-DC: Possui 80% de Molecular Sieves e 20%
de alumina ativada em seu núcleo disponível para
refrigerantes CFC & HCFC e compatível com HFC:
Absorve umidade e ácidos.
48-DA: Possui 30% de Molecular Sieves e 70%
de alumina disponível para aplicação pós-queima
do compressor com CFC / HCFC / HFC: Alta • Tamanho de partículas
capacidade de absorção de ácidos e umidade. uniformes no núcleo
48–F: Feltro compatível com todos os proporcionam a menor perda
refrigerantes: Retém partículas maiores do que de carga possível.
15 mícrons. É utilizado na carcaça do DCR • Proteção efetiva quanto a
impurezas
• Núcleo resistente à pressão e
vibração
BRSC – E & T
Filtros Secadores DCR
Instalação

• Linha de líquido
• Linha de sucção
• Prever registros para manutenção.

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Visores de líquido SGI e SGN
elaborado por NEWTO DA SILVA
Visores de Líquido SGI e SGN
Finalidades - Aplicações

• Verificar se existe subresfriamento suficiente.


• Verificar se a carga de gás é suficiente.
• Verificar o nível de umidade no sistema.
• Verificar se existe acidez no sistema (óleo preto)
• Verificar retorno de óleo de um separador

BRSC – E & T
Visores de Líquido SGI e SGN
Como diferenciar ?

SGN possui um SGI possui um anél


anél branco ao verde ao redor do
redor do indicador indicador

BRSC – E & T
Visores de Líquido SGI

Para montagem na linha de líquido


Para refrigerantes CFC

Refrigerante Seco (Verde) Intermediário Úmido (Amarelo)


R 12 a +43 C < 35 35 - 65 ppm > 65
R 502 a +43 C < 110 110 - 230 ppm > 230
R 404a a +43 C < 125 125 - 250 ppm > 250
R 22 a +43 C < 250 250 - 500 ppm > 500

BRSC – E & T
Visores de Líquido SGN

Para montagem na linha de líquido


Para refrigerantes HFC e HCFC

Refrigerante Seco (Verde) Intermediário Úmido (Amarelo)


R 134a a +43 C < 30 45 - 170 ppm > 170
R 404a a +43 C < 25 25 - 100 ppm > 100
R 407c a +43 C < 60 60 - 225 ppm > 225
R 507 a +43 C < 30 30 - 110 ppm > 110
R 22 a +43 C < 50 50 - 200 ppm > 200

BRSC – E & T
Visores de Líquido
Detalhes de montagem

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Válvulas solenóides EVR
elaborado por NEWTO DA SILVA
Válvulas Solenóides EVR
Finalidades - Aplicações

• Permitir ou bloquear fluxo de refrigerante em uma linha,


através de acionamento elétrico.
• Recolhimento ou Pump-down

BRSC – E & T
Válvulas Solenóides EVR 6 a 22
Princípio de Funcionamento – Servo Acionada

Clique na válvula para


Aver
bobina está ela funciona
como
desenergizada e a válvula
está fechada

BRSC – E & T
Válvulas Solenóides EVR 6 a 22
Detalhes Construtivos

BRSC – E & T
Válvulas Solenóides EVR

The coil is de-


de-energised The coil is d
and the valve is open and the val

Normalmente Aberta Normalmente Fechada


1
2001/11/06
OPEN (NO)
Niels Damgaard Hansen 2001/11/06 Niels Damgaard Hansen
CLOSED (NC)
BRSC – E & T
Válvulas Solenóides EVR

BRSC – E & T
Válvulas Solenóides EVR
Detalhes de Montagem

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Registros BML e Válvulas GBC
elaborado por NEWTO DA SILVA
Registros BML
Finalidades - Aplicações

• Permitir ou bloquear fluxo de refrigerante em uma linha,


manualmente.
• Permitir manutenção e/ou substituição de componentes
(filtros, por exemplo)

BRSC – E & T
Registros BML
Exemplo de Uso – Manutenção de Filtros

BRSC – E & T
Registros BML
Detalhes de Montagem

BRSC – E & T
Válvula esfera - GBC
Finalidades - Aplicações

• Permitir ou bloquear fluxo de refrigerante em uma linha,


manualmente.
• Permitir manutenção e/ou substituição de componentes
(filtros, por exemplo)
• Baixíssima perda de carga quando aberta.

BRSC – E & T
Válvula esfera - GBC
Detalhes de Montagem

BRSC – E & T
Válvula esfera - GBC
Detalhes de Montagem

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Válvulas de Retenção NRV e NRVH
created by NEWTO DA SILVA
Válvula de Retenção
Finalidade

Assegura um único sentido de fluxo no ponto


em que está instalada.

BRSC – E & T
Válvula de Retenção
Aplicação
• Sistemas com dois evaporadores que possuem diferentes
temperaturas de evaporação.
• Sistemas onde existe a possibilidade de migração de
liquido do condensador para o compressor.
• Sistemas paralelo.
• Após separadores de óleo.

BRSC – E & T
Válvula de Retenção

BRSC – E & T
Válvula de Retenção

BRSC – E & T
Válvula de Retenção
NRV e NRVH

NRV – São indicadas para serem instaladas nas linhas de


baixa pressão.

NRVH – São indicadas para serem instaladas nas linhas de


alta pressão.

BRSC – E & T
Válvula de Retenção
NRV e NRVH
Assento
da
Válvula

Pistão

Mola de
fechamento

BRSC – E & T
Válvula de Retenção
NRV e NRVH

1. Pistão
2. Placa de válvula
3. Guia do pistão
4. Corpo da válvula
5. Mola

BRSC – E & T
Válvula de Retenção
Seleção
A válvula deve ser selecionada sempre pela capacidade e
não pelo diâmetro.
Caso a temperatura da linha de liquido seja diferente de
25ºC, temos que corrigir a capacidade usando o fator da
tabela abaixo

BRSC – E & T
Válvula de Retenção
Seleção
Perda de carga Capacidade

Capacidade na linha de sucção Capacidade na linha de sucção

BRSC – E & T
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Filtro pós-queima DAS
elaborado por NEWTO DA SILVA
Filtro pós-queima DAS
Finalidade

• Ajudar na limpeza final de um circuito frigorífico após a


queima de um compressor.
• Evitar que o compressor novo recém instalado venha a
queimar devido aos resíduos da queima anterior.

BRSC – E & T
Filtro pós-queima DAS
Por dentro do filtro...

70% DE ALUMINIA ATIVADA


30 % DE MOLECULAR DE SIEVES

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Filtro pós-queima DAS
Procedimentos pós-queima

1 – Limpeza do sistema;
2 – Substituir o compressor;
3 – Instalar o filtro DAS na linha de sucção do compressor;
4 – Procedimentos de vácuo;
5 – Dar nova carga de refrigerante;
6 – Rodar o sistema e monitorar a perda de carga no filtro e
o nível de acidez;
7 – Substituir por novo(s) filtro(s) DAS se necessário;
8 – Quando estiver OK, retirar DAS;
9 – Substituir filtro secador da linha de líquido e visor de
líquido.

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Filtro pós-queima DAS
Instalação

Temperatura de evaporação
Perda de carga
para troca do filtro
5°C -7°C -18°C -29°C

R22,R404A,
3 psi 2 psi 1.5 psi 1 psi
R407C,R507

R134a 2 psi 1.5 psi 1 psi 0.5 psi

R410A 4 psi 3 psi 2 psi 1.5 psi

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Calcular os componentes:
Túnel de congelamento.
1 – Produto: Pão de queijo
2 – Quantidade: 850kg
3 – Temperatura de entrada: 30C
4 – Temperatura final: -30C
5 – Tempo de rebaixamento: 2 horas
6 – Ambiente externo 35C
7 – Distância entre evaporador / condensador: 37m
8 – 12 curvas de 90* regular

Calcular:
– Unidade condensadora
– Válvula de expansão
– Linha de líquido e sucção
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MAKING MODERN LIVING POSSIBLE

Curso de Refrigeração Básica Aplicada


Instalação e boas práticas em refrigeração
elaborado por NEWTO DA SILVA
Instalação do Equipamento
Localização da unidade condensadora
• Piso nivelado.
• Ambientes onde não exista acúmulo de sujeira.
• Local com ótima circulação de ar fresco e que não
permita recirculação de ar quente.
• Prever espaço para manutenção.

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Instalação do Equipamento
Localização da unidade condensadora

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Instalação do Equipamento
Localização da unidade condensadora

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Instalação do Equipamento
Localização da unidade condensadora

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Instalação do Equipamento
Localização da unidade condensadora

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Boas Práticas em Refrigeração
Brasagem da tubulação
• O processo de brasagem deve ser realizado sempre com
a passagem de nitrogênio através da tubulação. Desta
forma, evita-se a formação de resíduos (óxidos) de cobre
ou “carepa” indesejável para o sistema.
• Evitar o contato do fluxo decapante com o interior das
tubulações.
Sem passagem de nitrogênio

Com passagem de nitrogênio

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Boas Práticas em Refrigeração
Limpeza do sistema
• A limpeza de uma instalação pode ser realizada por
passagem de R141b ou refrigerantes similares sob
pressão, ou ainda mediante a utilização de filtros na linha
de sucção ( tipo DAS ou 48-F), que deverão ser
substituídos entre 48 e 72 horas a partir do funcionamento
do equipamento.

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Boas Práticas em Refrigeração
Impurezas - Fatos
• Soldas feitas sem a passagem de nitrogênio dentro dos tubos,
leva à formação de carepa, a qual não é facilmente removida pelo
R141b;
• Nitrogênio é bem mais barato que R141b. Não há porquê não
usar.
• O R141b deve ser usado para fazer apenas a limpeza final.
• Tubos de cobre devem ter as rebarbas removidas e as pontas
lixadas.
• Sempre que o sistema for aberto, deve-se trocar o filtro
secador.
• Após queima de motor, trocar o óleo de todos compressores do
circuito, filtro secador e instalar filtro pós-queima na sucção se
necessário. A acidez resultante da queima irá queimar outros
compressores que estejam interligados em paralelo se nada for
feito no sistema.
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Boas Práticas em Refrigeração
Procedimento de Vácuo
•Inicialmente, fazer teste de pressão e eliminar eventuais vazamentos;
•Conectar a bomba de vácuo tanto pelo lado de baixa quanto o de alta pressão;
•Energizar a resistência de cárter durante todo o processo de vácuo;
•Use vacuômetros confiáveis e de precisão (Conjunto manifold não serve!);
•A leitura de vácuo deve ser feita no sistema e não na bomba de vácuo!
•Atingir vácuo abaixo de 500 microns (0,67 mBar); UMIDADE
•Isolar o circuito da bomba;
•Esperar no mínimo 30 minutos;
•Se a pressão subir rapidamente, e não parar, existem vazamentos. Localizar e iniciar o
processo;
•Se a pressão subir e estabilizar acima de 500 microns, existe umidade. Quebre o vácuo
com nitrogênio e faça novo vácuo;
•Se a pressão ficar estabilizada em até 500 microns por no mínimo 1 hora, o sistema
está bem desidratado e sem vazamentos. O vácuo do circuito estará pronto.
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Boas Práticas em Refrigeração
Procedimento de Vácuo

UMIDADE

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Boas Práticas em Refrigeração
Carga de refrigerante
• É recomendado após a realização do vácuo, quebrar o
vácuo com o refrigerante na fase líquida através do tanque
de líquido, desta forma conseguiremos introduzir boa parte
de toda a carga necessária de maneira rápida e sem riscos
de golpe de líquido ou ciclagem do compressor.

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Boas Práticas em Refrigeração
Acompanhar nível de óleo
• Verificar sempre o nível de óleo.
• Sistemas com grandes distâncias ou com condensador
remoto, é provável que tenha a possibilidade de completar
o nível do óleo após o start up.
• Após a partida e o sistema entrar em regime de trabalho
é importante verificar o nível do óleo. Ele deve estar no
mínimo com ¼ e no máximo com ¾ do visor.

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M