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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

ESCOLA DE ENGENHARIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA NUCLEAR
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS E TÉCNICAS NUCLEARES

MODELOS NUCLEARES

Alunos: Caio Portela, Matheus Ribeiro, Diego Drummond, Kennedy


Professora: Dra. Cláubia Bezerra Pereira Lima
HISTÓRICO

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HISTÓRICO
1) Em 1911, Ernest Rutherford, por meio de experiências de espalhamento com as
partículas alfa(α), evidenciou que o núcleo é, essencialmente, uma massa puntiforme e
uma carga puntiforme, estando a maior parte da massa atômica contida no núcleo.

2) Em 1919, Rutherford propicia a 1º Transmutação Nuclear:

3) Supõe-se a possibilidade de uma força nuclear de curto alcance que mantém o núcleo
unido, de maneira a vencer a repulsão coulombiana.

4) Reações Nucleares observados por Cockroft e Walton em 1930 com partículas


artificialmente aceleradas.

5) Descoberta do nêutron em 1932 por James Chadwick

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HISTÓRICO
6) Descoberta da Radioatividade Artificial pelo casal Curie em 1933

7) Descoberta da Fissão Nuclear em 1938 por Hahn e Strassmann

8) Desenvolvimento do primeiro reator nuclear a fissão controlada em

1942 por Fermi e colaboradores (Projeto Manhattan)

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O NÚCLEO

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O NÚCLEO
• O núcleo, em grande maioria, é composto por prótons e nêutrons e apresentando propriedades comuns a todos os
núcleos:

o Todo núcleo possui o número atômico Z, igual ao número de prótons; o número de nêutrons N e o número de massa A,
sendo igual ao número de núcleons.

o O próton possui carga positiva de 1,6 x 10−19 C, o nêutron é eletricamente neutro e as respectivas massas, em unidades
de massa atômica (u) do próton e do nêutron, respectivamente, são: 1,007276 u e 1,008665 u.

o Considera-se 1 u = 1,660559 x 10−27 kg.

o A carga do núcleo é dada por Z x e, sendo Z o número atômico e “e”, a carga do elétron.

o Análises do espalhamento de partículas quanto a emissão das partículas alfa (α) demonstraram que o raio do núcleo são
aproximadamente de 9 F, onde F = 1 x 10−15 m. F é chamado de “Fermi”, em homenagem ao físico.

o Estabilidade Nuclear: existência da força nuclear forte de atração de curto alcance, independentemente da carga.

o Possuem momento dipolar magnético nuclear (μ), número quântico (i) e caráter de simetria.

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MODELO GOTA LÍQUIDA

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O núcleo como um líquido incompressível
 O Modelo da Gota Líquida foi proposto e refinado por 2 𝑍2 𝐴 − 2𝑍 2
𝐸𝐵 = 𝑎𝑉 𝐴 − 𝑎𝑠 𝐴 ൗ3 − 𝑎𝑐 1 − 𝑎𝐴 ± 𝛿 𝐴, 𝑍
Niels Bohr em 1936, tratando o núcleo como uma 𝐴 ൗ3 𝐴
esfera com densidade constant no seu interior e que
rapidamente decresce a zero na sua superfície.

 Os núcleons interagem fortemente uns com os outros e


sofrem frequentes colisões ao se deslocarem
caoticamente no interior do núcleo. Esse movimento é
análogo ao movimento de agitação das moléculas de
um líquido.

 O modelo ajuda a explicar a forma esférica da maioria


𝐸𝐵
dos núcleos atómicos, a energia de ligação nuclear e a 𝑚 = 𝑍𝑚𝑝 + 𝑁𝑚𝑝 − 2
𝑐
massa atômica.

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Os quatro principais efeitos da gota líquida
O Modelo da Gota Líquida possui cinco
efeitos de grande importância que
influenciam a energia de ligação do
núcleo, sendo eles conhecidos como:

1º) O Efeito Volumar: a energia de ligação


por núcleons é considerada
2º) O Efeito Superficial: Estando os núcleons na superfície
aproximadamente constante,
da gota, esses núcleons terão menos “vizinhos” que os
demonstrando que a força nuclear forte é
núcleons no interior, logo a energia de ligação na
proporcional a massa A e ao volume
nuclear. A energia de ligação está superfície será reduzida a uma grandeza proporcional a r².

associada ao efeito volumar sendo C1 = Sendo r² diretamente proporcional a A2/3 , a redução de

nEb, onde Eb = 0,5 MeV para os pares de energia pode ser expressa como –C2 A2/3 , onde C2 é uma
núcleons. constante.

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Os quatro principais efeitos da gota líquida

3º) O Efeito da Repulsão Coulombiana: os prótons se repelem


no núcleo e a energia potencial correspondente, por par de
partículas que interagem é dada por E=ke²/r, sendo k, a
contante da Lei de Coulomb. A energia coulombiana total é o
trabalho necessário para reunir, em uma esfera de volume V,
os Z prótons que estavam inicialmente no infinito. A energia
potencial é proporcional ao número de pares de prótons Z(Z-1)
e inversamente proporcional ao raio do núcleo. Logo, a
redução de energia será dada por -C3Z(Z-1)/A1/3 .

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Os quatro principais efeitos da gota líquida
4º) O Efeito da Energia de Ligação: O pequeno efeito que contribui para a
energia de ligação somente é significativo para os núcleos pesados que
possuem excesso de nêutrons. Esse efeito proporciona um termo de energia
de ligação proporcional a (A-2Z)²/A.

Somando-se todos os efeitos e contribuições, chega-se ao termo da energia


de ligação total:

Eb = C1A – C2A2/3 – C3Z(Z-1)/A1/3 – C4(A-2Z)²/A.

Tem-se ainda os termos f0 e f6, sendo que o último termo designado como a
tendência dos núcleos de possuirem Z e N pares, considerando o
emparelhamento.

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Os quatro principais efeitos da gota líquida
4º) O Termo de Assimetria: O pequeno efeito que contribui para a energia de
ligação somente é significativo para os núcleos pesados que possuem
excesso de nêutrons. Esse efeito proporciona um termo de energia de ligação
proporcional a (A-2Z)²/A. Exprime a tendência de termos Z = N.

Somando-se todos os efeitos e contribuições, chega-se ao termo da energia


de ligação total:

Eb = C1A – C2A2/3 – C3Z(Z-1)/A1/3 – C4(A-2Z)²/A.

Tem-se ainda os termos f0 e f6, sendo que o último termo designado como a
tendência dos núcleos de possuirem Z e N pares, considerando o
emparelhamento. Esse termo aumenta a massa se Z e N são ímpares e a
diminui se Z e N são pares.

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O Modelo da Gota Líquida e a Fissão Nuclear
O Modelo da Gota Líquida falha em explicar alguns detalhes mais finos da estrutura nuclear, como
por exemplo as regras de estabilidade ou o momento angular e também não traz muito sobre a
estrutura interna do núcleo, mas em especial proporciona uma descrição qualitativa sobre o
processo da fissão nuclear. Quando a gota vibra com grande amplitude, vibração essa que pode
ser iniciada por colisões com as partículas, a gota pode se deformar e, em circunstâncias
apropriadas, divide-se.

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Os Números Mágicos

 Conforme mencionado, o modelo da gota líquida


foi incapaz de explicar a grande estabilidade
nuclear, a partir de certos valores de Z e N. Tais
valores são chamados de Números Mágicos.

 Os números mágicos são valores de Z ou N que


correspondem a núcleos que contém uma
estabilidade excepcionalmente elevada, sendo
esses valos Z ou N = 2, 8, 20, 28, 50, 82, 126. Os
núcleos que possuem números mágicos são
detentores de um momento elétrico nuclear
quadrupolar nulo, isto é, os núcleos são esféricos.

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O Modelo do Gás de Fermi

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Os Núcleons como um Gás Ideal
 O modelo do Gás de Fermi supõe que cada núcleon do
núcleo se move em um potencial efetivo atrativo,
representando o efeito médio das interações com os
outros núcleons. A interação conjunta dos nêutrons e dos
prótons pode ser explicada em termos de um poço
potencial nuclear.

 O potencial é criado pelos próprios núcleons e o


potencial deve ser reajustado em qualquer distúrbio dos
núcleons.

 Os prótons e os nêutrons são tratados como se


estivessem em poços separados, mas superimpostos.
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Os Núcleons como um Gás Ideal
 As propriedades nucleares podem ser
tratadas por modelos estatísticos, assim
como o núcleo pode ser tratado como uma
gota de um líquido incompressível,
baseando-se na física clássica, o núcleo
pode ser considerado como um fluido de
férmions.

 O modelo de gás de Fermi trata os núcleons


como um gás ideal confinado em um volume
fixo do espaço, com as partículas podendo
se mover livremente dentro do núcleo,
desde que eles estejam no seu estado
fundamental.
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Os núcleons como um gás ideal
 Neste modelo, todos os núcleons são
considerados iguais e equivalentes e assim como os
elétrons na nuvem eletrônica, os núcleons estão
presentes em estados de energia bem definidos e
obedecem ao Princípio de Exclusão de Pauli.

 O comportamento do núcleo pode ser descrito em


termos do conceito termodinâmico da entropia,
sendo a entropia do sistema proporcional aos níveis
de energia e que cresce conforme o aumento da
energia do sistema.

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O MODELO DE CAMADAS

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Os Números Mágicos e o Modelo de Camadas
 O modelo de camadas é um tentativa de explicar os números
mágicos e certas propriedades nucleares em termos do
comportamento do núcleon em um campo de energia comum,
sendo capaz de predizer os números mágicos, o momento
angular total do estado fundamental da grande maioria dos
núcleos, o termo de emparelhamento e o momento magnético
nuclear.

 A solução do modelo de camadas foi encontrada por Maria


Goeppert-Mayer e J. H. D. Jensen em 1949, através da
equação de Schrödinger para uma partícula em um poço
potencial considerando a interação spin-órbita nuclear,
resultando em subdivisões dos níveis de energia similares aos
da camada eletrônica.

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O Modelo de Camadas

 Neste modelo, cada núcleon se move dentro do núcleo em uma


órbita bem definida, em um campo médio determinado pelos
outros núcleons. Os núcleons encontram-se em estado de
energia quantizados, ocorrendo poucas colisões entre eles.

 Os estados quantizados ocupados pelos núcleons podem ser


descritos por um conjunto de números quânticos. Uma vez que
o próton e o nêutron têm spin ½, aplica-se o Princípio da
Exclusão de Pauli.

 Os estados somente podem contar dois prótons ou dois


nêutrons com spins opostos. Os níveis dos prótons são mais
altos que os níveis dos nêutrons, em virtude da repulsão
coulombiana.

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As Explicações do Modelo de Camadas

 Com o modelo de Camadas é possível explicar a estabilidade de certos estados nucleares, em especial, com a colisão
de dois núcleons, a energia de cada estado após a colisão, deve corresponder às energias de estado.

 O Modelo de Camadas tem bastente êxito na previsão do momento angular dos núcleos estáveis, em particular, os
momentos magnéticos de cada núcleon que interge com o campo magnético provocado pelo movimento orbital do

 É possível compreender a razão de os núcleons com o número par de prótons e de nêutrons serem mais estáveis. Um
prótons ou um nêutron extra somente pode ser adicionado ao núcleo a níveis de aumento da energia do núcleo.

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As Explicações do Modelo de Camadas

 O aumento de energia do núcleo leva a um núcleo mais instável que o original,


sendo que a maioria deles possui uma estabilidade especial quando combinado

aos pares, proporcionando momento angular total nulo. Isso explica o grande

número de núcleos com elevada estabilidade com os números mágicos.

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O Modelo Coletivo

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A União dos Modelos

 O Modelo da Gota Líquida e o Modelo de Camadas são


modelos capazes de demonstrar as principais
propriedades nucleares, porém não as mesmas
propriedades. Logo, torna-se necessário a reorganização
dos dois modelos para remover os conflitos entre e
unificá-los.

 Aage Bohr e Bem Mottelson criaram o modelo coletivo,


combinando partes do modelo da gota líquida e do
modelo de camada com a distorção centrífuga
experimentada por um núcleo em rotação. A deformação
decorrente da rotação do núcleo da origem ao momento
quadrupolar elétrico.

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A União dos Modelos

 O núcleo é considerado como constituído por um


cerne completamente cheio de núcleons e por
núcleons “extras” que se movem em órbitas
quantizadas.

 É possível ocorrer deformações também em razão da


interação forte do cerne com os núcleons extras,
conforme modelo da gota líquida, auxiliando na
explicação de fenômenos nucleares.

 Deformações na superfície do núcleo produzem uma


corrente elétrica que geram um momento dipolar
magnético proporcional ao momento angular orbital.

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Consequências do Modelo Coletivo

 O núcleo é considerado como constituído por um cerne


completamente cheio de núcleons e por núcleons “extras”
que se movem em órbitas quantizadas.

 É possível ocorrer deformações também em razão da


interação forte do cerne com os núcleons extras,
conforme modelo da gota líquida, auxiliando na
explicação de fenômenos nucleares.

 Deformações na superfície do núcleo produzem uma


corrente elétrica que geram um momento dipolar
magnético proporcional ao momento angular orbital.

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O Modelo Padrão

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As Partículas Elementares
 Apesar de explicar diferentes
propriedades nucleares, os modelos
anteriores não são capazes de explicar
a interação entre as partículas
elementares do núcleo. Então, o modelo
padrão utiliza o conceito de classes de
partículas elementares com
características distintas, capaz de
explicar a força nuclear forte, a força
nuclear fraca e alguns tipos de
decaimento nuclear.

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As Partículas Elementares

 Segundo o Modelo Padrão, a grande quantidade de


partículas elementares, até hoje detectadas, cerca de
300, em aceleradores de partículas ou em raios
cósmicos, pode ser agrupada em léptons, quarks e
hádrons ou em léptons e hádrons, visto que os
quarks são constitu intes dos hádrons ou, ainda, em
léptons, bárions e mésons, pois os hádrons podem
ser divididos em bárions e mésons.

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Forças Nucleares

O Modelo Padrão é uma teoria compreensiva que


identifica as partículas básicas e especifica como
elas interagem. Existem na natureza quatro tipos
de interações, sendo elas as interações
gravitacional, eletromagnética, forte e fraca. Cada
uma delas com a devida propriedade fundamental
da matéria: massa (gravitacional), carga elétrica
(eletromagnética), cor (interação forte) e carga
fraca (interação fraca).

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Resumo
Modelos Nucleares Hipóteses Teoria Utilizada Teoria Utilizada

Os núcleos possuem a densidade de massa similares e as


Clássica em termo de assimetria e emparelhamento induzidos Massa e energias de ligação média precisas e determinadas
Gota Líquida energias de ligação proporcionais às suas massas (como a
sem justificativas. por meio de uma fórmula de massa semiempírica.
gota de um líquido eletricamente carregado).

Profundidade do potencial
Os núcleos movem-se independentemente no potencial
Gás de Fermi Estatística quântica relativa ao gás de Fermi dos núcleons. nuclear efetivo.
nuclear efetivo.
Termo de assimetria.

Números mágicos, spins


Os núcleons movem-se de maneira independentes no
Resolução da equação de Schroedinger correspondente ao nucleares, paridades
Camadas (Partículas Independentes) potencial nuclear efetivo com forte acoplamento e com o spin
potencial nuclear efetivo. nucleares, termo de
órbita invertido.
emparelhamento.

Resolução da equação
Momentos dipolares
Potencial nuclear efetivo de Schroedinger para
Coletivo magnéticos. Momentos
experimenta deformações. um potencial efetivo
quadrupolares elétricos.
nâo esférico.

O Modelo Padrão é uma teoria que compreende e identifica


Léptons e Quarks são particulares elementares, no sentido de
as partículas básicas especificando as suas interações. Todas
não possuierem estrutura interna. As partículas que possuem
Padrão as interações, com exceção da gravidade, é resultado das
estrutura interna são chamados de Hádrons, constítuidos de
partículas descritas no Modelo Padrão interagindo de acordo
quarks.
com suas regras e equações.

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Referências
• EISBERG, R.; RESNICK, R. Física Quântica. Editora Campus, Ltda. Rio
de Janeiro, 1979.

• SERWAY, Raymond A., Física 4 para Cientistas e Engenheiros. 3º


Edição. 1996. Rio de Janeiro.

• EVANS, Robley D. The Atomic Nucleus. 1995. MC Graw Hill. New Delhi.

• ACOSTA, Virgílio. COWAN, Clyde L. GRAHAM, B.J. Curso de Física


Moderna. 1962.

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