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PROJETOS ELÉTRICOS

Professor: AMAURI LUENGO FIGUEIRA


amauri.figueira@cesumar.com

amauri.figueira@hotmail.com

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PROJETOS ELÉTRICOS
AVALIAÇÃO

A nota bimestral do aluno será calculada pela média ponderada das notas da Prova
Bimestral (NPB), dos relatórios das Aulas Práticas (NAP) , ou seja:

Média Bimestral = (NPB + NAP ) / 2,

Avaliação de Aulas Práticas (NAP)

provas
1.- Primeira avaliação bimestral
2.- Segunda avaliação bimestral
3.- Substitutiva semestral (opcional ) Nota das provas = de 0 a 10,00
4.- Terceira avaliação bimestral
5.- Quarta avaliação bimestral
6.- Substitutiva semestral (opcional)

práticas
1.- Pratica 1º Bimestre – Edifício residencial
2.- Pratica 2º Bimestre – PlantaIndustrial
Nota das práticas = de 0 a 10,00
PROJETOS ELÉTRICOS
PROJETOS ELÉTRICOS

1.- Introdução a Instalações Elétricas

Temos um paradoxo entre o ponto de utilização de energia elétrica e a


sua produção em níveis comerciais.

Embora tenhamos diversas formas de produção de energia elétrica, a


nível geral temos que considerar sua utilização de forma comercial, que
seja sustentável economicamente e, que apresente garantia de
fornecimento contínuo e com qualidade.

No Brasil, a maior parte da energia elétrica é produzida através da


geração hidroelétrica de energia, além de outras forma comerciais de
geração: termoelétrica , a gás natural, a carvão e a derivados de
petróleo, cogeração de biomassa, geração eólica e PCH (pequenas
hidroelétricas) descentralizadas, entre outras formas de geração.
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O modelo brasileiro é composto por um parque de geração de energia ( das
variadas formas), que são produzidas por empresas públicas ou privadas
através de contratos de concessão de geração, e disponibilizando no
sistema interligado nacional (SIN) através de contratos de concessão de
transmissão de energia.

-composto por uma malha de transmissão regionalizada e com interligações


entre estes sistemas regionalizado –

Chegando assim às empresas de distribuição regionais ( ou locais) , tendo


estas contratos de concessão de distribuição de energia, formando assim
um sistema desverticalizado de geração, transmissão e de distribuição de
energia elétrica.

Energia elétrica é um bem púbico, no qual a união através de ação


direta ou através de autorizações, permissões e concessões, presta
serviços e coloca a disposição a mesma aos usuários.
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Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de


concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços
públicos.

Antes de tratar especificamente do acesso aos sistemas de transmissão e


distribuição, é necessário compreender conceitualmente o termo Livre Acesso.

Em um sistema onde existe uma multiplicidade de agentes comercializando


energia de diferentes fornecedores, independente das suas localizações físicas, o
acesso e uso das redes elétricas indistintamente constitui elemento essencial para
viabilizar o transporte desse bem, garantindo o exercício da competição.

O termo, no entanto, pode levar a outro tipo de entendimento, ou seja, que o


acesso poderia se dar da forma pretendida pelo acessante, mesmo que isso
acarretasse ônus e conseqüências para os demais. Na realidade, o acesso e uso
das redes elétricas é um direito de todo usuário interessado, estabelecido em lei,
implementado de forma planejada, mediante o pagamento dos encargos
correspondentes.
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Uma central geradora termelétrica, por exemplo, necessita de um ato autorizativo


emitido pelo poder concedente para entrar em operação e comercializar energia.
Nesse mesmo ato consta o ponto de conexão onde a central deverá ser ligada à
rede de transmissão ou distribuição, e quais deverão ser as instalações de
transmissão de seu interesse exclusivo, também conhecidas como instalações de
conexão.

No caso de grandes consumidores, que adquirem energia elétrica diretamente


de produtores ou comercializadores, o livre acesso se constitui no direito
de conexão e utilização das redes para transportar a energia adquirida.

São considerados acessantes dos sistemas de transmissão e distribuição


todos os agentes regulados do setor elétrico e os consumidores livres, ligados
ao sistema interligado nacional.
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Os agentes regulados são os prestadores de serviços de energia elétrica –
concessionários, permissionários e autorizados – aí incluídos os produtores
independentes, comercializadores, autoprodutores e os importadores e exportadores
de energia elétrica.

Os consumidores cativos, caraterizados por aqueles que estão vinculados ao


fornecimentos da distribuição local, tendo garantido o fornecimento de energia

Os consumidores livres são caracterizados por aqueles que exerceram o direito,


estabelecido em lei, de se desvincular do fornecimento da distribuidora local e
adquirir energia de outro fornecedor.

O autoprodutor é o agente do setor que gera energia elétrica para seu próprio
consumo, podendo, eventualmente, comercializar a energia excedente. Do ponto
de vista de acesso à rede elétrica, quando as unidades de geração e de consumo
de um autoprodutor se encontram em regiões distintas, a primeira equivale-se a
um gerador comum, enquanto a última é equivalente a um consumidor livre.
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TUST – Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão


(Controlado pela ONS)

TUSD – Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição


(Regulado pela ANEEL)
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- consumidores cativos
- Cabe à concessionária de distribuição a compra de energia em leilões
de modo a garantir o fornecimento.
- TUST e TUSD já considerados nas tarifas de fornecimento
- pequenos consumidores = contrato de adesão
- grandes consumidores = contrato de fornecimento

- consumidores livres

- Cabe ao consumidor a compra de energia em leilões para garantir o


fornecimento.de suas necessidades ou negociação de mercado

- TUST e TUSD devem ser negociados pelo cliente com diversos agentes

- Não mais há garantia de fornecimento por parte da concessionária local


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Toda a energia produzida é colocada a disposição par uso no sistema interligado


nacional SIN, através de leilões públicos.

Estes leilões são regulados pela ANEEL – Agência Nacional de Energia


Elétrica e controlados pela CCEE - Câmara de Comercialização de Energia
Elétrica, através de delegação dada pela ANEEL

Cabe à ANEEL atribuições de regular e fiscalizar a produção, transmissão,


distribuição e comercialização de energia elétrica, zelando pela qualidade dos
serviços prestados, pela universalização do atendimento e pelo estabelecimento
das tarifas para os consumidores finais, sempre preservando a viabilidade
econômica e financeira dos Agentes e da indústria

Para operar, supervisionar e controlar a geração de energia elétrica no sistema


interligado nacional (SIN), e administrar a rede básica de transmissão de energia
elétrica no Brasil temos o ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico .
Tem como objetivo principal, atender os requisitos de carga, otimizar custos e
garantir a confiabilidade do sistema, definindo ainda, as condições de acesso à
malha de transmissão em alta-tensão do país.
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O planejamento a longo prazo cabe a Empresa de Pesquisa Energética – EPE

Com a função de avaliar permanentemente a segurança do suprimento de energia


elétrica temos o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico – CMSE

para atribuições formular políticas e diretrizes de energia e assegurar o


suprimento de insumos energéticos às áreas mais remotas ou de difícil acesso
país, temos o CNPE – Conselho Nacional de Política Energética.
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2.- Uso da Energia Elétrica

O uso da energia elétrica está diretamente relacionada à necessidade de uso de


outra forma de utilização de energia, ou seja: sistemas de iluminação, sistemas de
aquecimento, sistemas de refrigeração, sistemas motrizes, entre outros sistemas que
transformam a energia elétrica em outra forma de energia

Podemos assim dizer que o uso da energia elétrica está relacionada ao


fim a que se destina, sendo que em sistemas elétricos, as chamamos de
“cargas elétricas”.
Potência elétrica [W]
cargas elétricas Tensão elétrica [V]
Corrente elétrica [A]

Projeto = dimensionar, especificar e detalhar a implantação


de uma(s) carga(s) elétrica(s)
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3.- Conceitos de Projetos Elétricos

Projeto : Idéia que se forma de executar algo no futuro; Empreendimento a ser


realizado dentro de um determinado esquema; Plano geral de edificação
( dicionário Aurélio).

Projeto Elétrico: Projetar uma instalação elétrica consiste em escolher,


dimensionar e localizar, de uma maneira adequada, os equipamentos e outros
componentes necessários, a fim de proporcionar qualidade, segurança e
economia a instalação, com elaboração ou não de documentos.

Qualidade:
- Níveis adequados de grandezas elétricas;
- Isenção de perturbações indesejáveis;
- Facilidade na execução;
- Especificação de materiais de qualidade comprovada;
- Utilização de normas técnicas
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Segurança:
 Vida humana e animais:
-Contra acidentes pessoais: choques elétricos;
-Acidentes que levem a danos físicos
-Incêndios
 Patrimoniais:
-Efeitos térmicos - incêndios;
-Efeitos dinâmicos – destrutivos
-Incêndios

Economia:
• Execução das instalações
• Facilidade de manutenção
• Equipamentos e materiais adequados
• Custo de utilização futura
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Torna-se importante salientar a importância de se documentar um projeto elétrico,


tanto ser usado como um banco de dados para instalações existentes, quanto
para se proceder à implantação em conformidade com um estudo e
dimensionamento adequado das instalações, com observância às normas e
padrões, e execução de forma eficaz, segura e econômica

No dimensionamento e execução adequada das instalações, a observância das


normas e padrões torna-se imperativo em vista à responsabilidade técnica, civil
e criminal a que estão sujeitos os responsáveis pelas instalações elétricas em
todas as etapas: projeto, execução e funcionamento

• Código Civil Brasileiro


• Norma Regulamentador de Trabalho NR-10
Necessário conhecimento
• CREA – Conselho de Engenharia e Arquitetura
• Normas Técnicas (ABNT e outras)
• Código do Consumidor
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NORMA REGULAMENTADORA Nº 10

10.1- OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO

10.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições


mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas
preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta
ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

10.1.2 Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e


consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação,
manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas
proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos
competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.
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A NR-10, enfatiza os principais itens:

- 10.1- OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO


- 10.2 - MEDIDAS DE CONTROLE
10.2.8 - MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
10.2.9 - MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
- 10.3 - SEGURANÇA EM PROJETOS
- 10.4 - SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO, MONTAGEM, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
- 10.5 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DESENERGIZADAS
- 10.6 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ENERGIZADAS
- 10.7 - TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT)
- 10.8 - HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO, CAPACITAÇÃO E AUTORIZAÇÃO
DOS TRABALHADORES.
- 10.9 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO
- 10.10 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
- 10.11 - PROCEDIMENTOS DE TRABALHO
- 10.12 - SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
- 10.13 – RESPONSABILIDADES
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Alguns Tópicos
10.2.3 As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados
das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de
aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.

10.2.4 Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem


constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas, contendo, além do disposto no
subitem 10.2.3, no mínimo:
a) conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de
segurança e saúde, implantadas e relacionadas a esta NR e descrição das medidas de
controle existentes;
b) documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra
descargas atmosféricas e aterramentos elétricos;
c) especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o
ferramental, aplicáveis conforme determina esta NR
d) documentação comprobatória da qualificação, habilitação, capacitação,
autorização dos trabalhadores e dos treinamentos realizados;
e) resultados dos testes de isolação elétrica realizados em equipamentos de
proteção individual e coletiva;
f) certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas;
g) relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas
de adequações, contemplando as alíneas de “a” a “f”.
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10.2.8 - MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA

10.2.8.1 Em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser


previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis,
mediante procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma a garantir a
segurança e a saúde dos trabalhadores.

10.2.8.2 As medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a


desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o
emprego de tensão de segurança.

10.2.8.2.1 Na impossibilidade de implementação do estabelecido no subitem


10.2.8.2., devem ser utilizadas outras medidas de proteção coletiva, tais como:
isolação das partes vivas, obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de
seccionamento automático de alimentação, bloqueio do religamento automático.

10.2.8.3 O aterramento das instalações elétricas deve ser executado conforme


regulamentação estabelecida pelos órgãos competentes e, na ausência desta,
deveatender às Normas Internacionais vigentes.
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10.3 - SEGURANÇA EM PROJETOS
10.3.1 É obrigatório que os projetos de instalações elétricas especifiquem
dispositivos de desligamento de circuitos que possuam recursos para impedimento
de reenergização, para sinalização de advertência com indicação da condição
operativa.
10.3.2 O projeto elétrico, na medida do possível, deve prever a instalação de
dispositivo de seccionamento de ação simultânea, que permita a aplicação de
impedimento de reenergização do circuito.
10.3.3 O projeto de instalações elétricas deve considerar o espaço seguro, quanto
ao dimensionamento e a localização de seus componentes e as influências externas,
quando da operação e da realização de serviços de construção e manutenção.
10.3.3.1 Os circuitos elétricos com finalidades diferentes, tais como:
comunicação, sinalização, controle e tração elétrica devem ser identificados e
instalados separadamente, salvo quando o desenvolvimento tecnológico permitir
compartilhamento, respeitadas as definições de projetos.
10.3.4 O projeto deve definir a configuração do esquema de aterramento, a
obrigatoriedade ou não da interligação entre o condutor neutro e o de proteção e a
conexão à terra das partes condutoras não destinadas à condução da eletricidade.
10.3.5 Sempre que for tecnicamente viável e necessário, devem ser projetados
dispositivos de seccionamento que incorporem recursos fixos de equipotencialização
e aterramento do circuito seccionado.
10.3.6 Todo projeto deve prever condições para a adoção de aterramento
temporário.
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Código do Consumidor:
Art. 10 - O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que
sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à
saúde ou segurança.
Art. 14 - O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela
reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos
serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua
fruição e riscos.
Art. 26 - O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I - 30 dias (não duráveis)
II - 90 dias (duráveis)
3º - Tratando-se de vício oculto, o prazo decadencial inicia-se no momento em
que ficar evidenciado o defeito.
Art. 27 - Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do
produto ou do serviço, iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento
do dano e de sua autoria.
Art. 7- Parágrafo Único - Tendo mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente
pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo.
"Art.39 - VIII : É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, colocar, no mercado de
consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos
oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de
Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial - COMMETRO."
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Normas Técnicas
Algumas normas brasileiras voltadas às instalações elétricas:

NBR 5410 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV


NBR14039 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV
NBR 5419 _ Proteção estruturas contra descargas atmosféricas para edificações
NBR 6808 _Conjuntos de manobra e comando de baixa tensão
NBR 6529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos
NBR 6979 - Conjunto de manobra e controle em invólucros metálicos.até 36,2KV
NBR 5418 – Instalações Elétricas em Atmosféricas explosivas.
NBR 13570 - Inst. eletr. em locais de afluência de publico.
NBR 13534 – Inst. Eletr. Em Estabelecimentos de assistência de saúde;
NR-10 : Norma Regulamentadora da área de eletricidade ( saúde )
NBR – 5444/86 - Símbolos Gráficos para Instalações Prediais
NBR – 5453/ 85 - Sinais e Símbolos para Eletricidade
NBR14136 - Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo até 20 A/250 V em corrente
alternada – Padronização
NBR5444 - Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais
NBR14306 - Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de
telecomunicações em edificações – Projeto
NBRIEC60439-1 - Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão
NBR 6979 - Conjunto de manobra e controle em invólucro metalico para tensões acima de 1kV
até 36,2kV

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