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MESTRADO EM REGULAÇÃO DA INDÚSTRIA DE ENERGIA

DISCIPLINA: Teoria e Prática da Investigação Científica (MRIE – 07)

Professor José Ângelo Sebastião Araujo dos Anjos

Salvador, março de 2006


Estrutura do Anti - Projeto

1. Tema (é um assunto que se deseja estudar com profundidade)


2. Delimitação do tema (por limites, determinar a profundidade,
abrangência e extensão do assunto)
3. Problema (?) (são fatos que ainda não possuem solução, resposta
ou explicação)
4. Hipótese (uma proposta da solução do problema que carece de
investigação) (confirmada ou refutada)
5. Objetivos
Geral (indicar claramente o que se pretende fazer e alcançar)
Especifico (questões secundarias a serem respondidas, relacionadas
com a questão principal)
6. Justificativa (apresentar as razões para a existência do projeto,
importância do tema, oportunidade e sua viabilidade)
7. Metodologia (metodologias e métodos)
8. Cronograma de atividades
9. Referências
TEMA SEGUNDO VÁRIOS AUTORES

Segundo Oliveira (2001), o tema da pesquisa é a


designação do problema e da área do conhecimento a
ser observado
Ex: Os acidentes de trabalho nas indústrias de São Paulo.

Segundo o autor, este tema é imediatamente associado ao


problema prático: como reduzir os acidentes nas
indústrias de São Paulo?

De maneira geral, o tema deve ser definido de modo


simples e sugerir os problemas e o enfoque que serão
selecionados.
TEMA SEGUNDO VARIOS AUTORES

Silva (2003, p. 49), “o tema e o assunto escolhido


sobre o qual versará o trabalho”

Boaventura (2004, p. 33) “ tema é o assunto que


se quer desenvolver ou aprovar”
2.Tema Delimitado

é um assunto que se deseja estudar com


profundidade, pois não interessa
somente saber o tema de modo vago,
indefinido, mas conciso, com limites bem
definidos, em que facilite o
encaminhamento da pesquisa
Premissas para escolha do tema

 Evitar temas demasiadamente complexos ou ambiciosos para sua


possibilidade;
 Escolher tema de importância teórica e, sobretudo, prática;
 Escolher uma hipótese de trabalho, baseado no conhecimento de
que já dispõe sobre o assunto;
 Uma vez escolhido o tema, planejar o tempo de que dispõe para
realizar o trabalho, e consultar especialistas na área do assunto;
 Verificar a existência de material bibliográfico e estatístico
disponível e de fácil acesso;
 Delimitar claramento a prespectiva em que deseja abordar o tema;
facilitando a organização do material necessário para inicio da
pesquisa;
 Identificar a utilidade e necessidade da realização da pesquisa;
 Julgar a validade de explorar determinado tema.
3. PROBLEMA

 São fenômenos ou fatos que ainda não possuem


solução, é são objeto de discussão, na área do domínio
do conhecimento em estudo.
 O problema só encontrará solução, resposta ou
explicação por meio da pesquisa ou da comprovação
dos fatos
 Com a reflexão do pesquisador a respeito do tema,
surge o problema como indagação necessária em
busca de soluções, pois é preciso ter idéia clara do
problema a ser resolvido ou da duvida a ser superada
3. PROBLEMA

 A formulação do problema indica exatamente qual a


dificuldade que se pretende resolver. É um processo
continuo de pensar reflexivo e com uma dose de
imaginação criadora;

 Regra prática para formulação do problema:


a) O problema deve ser formulado como pergunta (?);
b) Deve ser claro e preciso;
c) Deve ser suscetível de solução; e
d) Deve ser delimitado a uma dimensão viável.
4. HIPÓTESE

 Formulado o problema da pesquisa, o passo


seguinte é encontrar a principal resposta
provável à pergunta proposta, por meio de uma
proposição;
 Esta resposta recebe o nome de HIPÓTESE;
 A hipótese envolve uma possível verdade, um
resultado provável;
 A hipótese e a solução provisória ou uma
proposta da solução do problema que carece
de uma investigação;
4. HIPÓTESE

 As hipóteses são provisórias, porque poderão


ser confirmadas ou refutadas com decorrer da
pesquisa;
 Os fatos poderão verificar ou não a hipótese;

 PROBLEMA (O QUE INVESTIGAR?)


 HIPÓTESE (QUAL PODE SER A SOLUÇÃO OU
SOLUÇÕES DO(S) PROBLEMA(S)
COLOCADO(S)?
5. OBJETIVO

 “Alvo que se pretende atingir”

 “Deve ser indicado claramente o que deseja fazer, o que


pretende alcançar”

OBJETIVO GERAL – Questão principal da pesquisa,


problema a ser resolvido;

OBJETIVO ESPECIFICO – Questões secundárias a serem


respondidas, relacionadas a questão principal.
6. JUSTIFICATIVA

 Razões para a própria existência do projeto;


 De um modo geral é possível justificar um
projeto por meio da sua:
a) Importância (para quem ?)
b) Oportunidade (novas tecnologias técnicas ou
gerencias);
c) Viabilidade (complexidade, custo do projeto e
acesso
7. Metodologia

Significa descrever os passos


seqüêciados para alcançar os
objetivos.

 Como será desenvolvida a pesquisa?


 Com o que ou com quem será
desenvolvida a pesquisa?
 Onde será desenvolvida a pesquisa?
7. Metodologia

Os principais elementos para determinação da


metodologia segundo Minayo (2002) são:

 Definicão da amostragem (a boa amostragem é


aquela que possibilita abranger a totalidade do
problema investigado em suas múltiplas dimensões);
 Coleta de dados – devem ser definidas as técnicas a
serem utilizadas na pesquisa de campo (entrevista,
questionários ou formulários) ou pesquisas
suplementares; e
 Organização e análise dos dados (deve-se
descrever com clareza como os dados serão
organizados e analisados).
7. Metodologia

Abordagens metodologicas

a) Quantitativa – Significa quantificar opiniões e dados nas formas de


coleta de informações, assim como tambem com o emprego de recursos
e técnicas estatisticas, desde as mais simples, tais com: percentagem;
média, moda, mediana e desvio padrão, até as de uso mais complexos
com coeficiente de correlação e análise de regressão;

b) Qualitativa – Os dados são ricos em pormenores descritivos e


apresentam uma profunda análise subjetiva. Não tem a pretensão de
numerar ou medir unidades ou categorias homogêneas e não empregar
dados estatísticos como centro do processo de análise de um problema.

c) Quantitativa/Qualitativa
7. Metodologia

Com base nos objetivos propostos a pesquisa


pode ser:

1) Pesquisa bibliográfica;
2) Pesquisa documenta;
3) Estudo de caso;
4) Pesquisa de campo
5) Pesquisa experimental ou de laboratorio;
7. Metodologia

1. Pesquisa bibliográfica

- Explica e discute um tema ou problema com


base em referências teóricas já publicadas em
livros, revistas, periódicos,artigos científicos,
etc;
- Fonece dados para qualquer outro tipo de
pesquisa ou pode esgotar-se em si mesma (o
material pesquisado pode ser fonte primaria
ou secundária)
7. Metodologia

Como desenvolver a pesquisa bibliográfica:

a) Levantamento das publicações sobre o


assunto nas bibliotecas;
b) Seleção das fontes de referência (indices,
bibliografias, etc);
c) Consulta a dicionarios e técnicas-científicas;
d) Consulta pessoais a estudiosos e
especialistas sobre o assunto;
e) Consulta a documentos em meio eletrônico.
7. Metodologia

Vantagen da pesquisa bibliografica se da quando


o problema requer dados muito disperso pelo
espaço.

Desvantagem da pesquisa bibliográfica está nos


possiveis erros das fontes consultadas. Cabe,
neste momento, ao pesquisador comparar os
dados colhidos de diversas fontes, amenizando
a problematica do erros.
7. Metodologia

2. Pesquisa Documental
Tem a finalidade de reunir, classificar e distribuir os
documentos de todos gêneros dos diferentes domínios
da atividade humana
Difere da pesquisa bibliográfica por utilizar materiais que
ainda não recebeu tratamento analitico ou que pode ser
reelaborado, suas fontes são muito mais diversificadas
e dispersas
A investigação documental é a realizada em documentos
conservados no interior de órgãos públicos e privados,
como: registros, anais, regulamentos, circulares,
oficios, memorando, balancetes, documentações
informais, filmes e informações em disquetes.
7. Metodologia

As vantagens da pesquisa documental:

a) Os documentos constituem fonte rica e


estável de dados;
b) Importante fonte de dados em qualquer
pesquisa de natureza histórica;
c) Custo baixo, se comparado com o de outras
pesquisas; e
d) Não exige contato com os sujeitos da
pesquisa.
7. Metodologia

3. Pesquisa Estudo de Caso

É um estudo que analisa um ou poucos fatos com


profundidade. O objeto a ser pesquisado nesta
pesquisa pode ser o indivíduo, a empresa, uma
atividade ou uma organização.
As vantagens do estudo de caso são: estimulo a novas
descobertas, uma ênfase na totalidade e a simplicidade
dos procedimentos.
As desvantagens são: limita-se ao universo do estudo de
caso realizado e dificuldades de generalizar os
resultados obtidos
7. Metodologia

4. Pesquisa de Campo

Consiste na coleta direta de informação no local


em que acontecem os fenômenos e se realiza
fora do laboratório.
Os dados da pesquisa de campo são coletados in
loco, com objetivos preestabelecidos e
discriminando suficientimente o que é coletado.
Podem ser incluidos nesta pesquisa entrevistas,
aplicação de questionario e testes.
7. Metodologia

5. Pesquisa Experimental ou de Laboratório

Consiste em determinar um objeto de estudo, no


qual o pesquisador manipula e controla
variáveis, e observa as variações que tais
manipulações e controle produzem.

As vantagens da pesquisa experimental são o


grande grau de clareza, objetividade e precisão
em seus resultados.
7. Metodologia

Técnicas ou Métodos de Coleta de Dados

Em uma pesquisa pode-se utilizar vários métodos


ou tecnicas de levantamento de dados com a
finalidade de atingir os objetivos propostos.
Principais Instrumentos:
- Questionários;
- Entrevistas;
- Formulários; e
- Métodos analíticos.
7. Metodologia

QUESTIONÁRIO

É um conjunto ordenado e consistente de


perguntas a respeito de situações que se
deseja medir ou descrever.
Quando da elaboração de um questionário deve-
se observar a clareza das perguntas, tamanho,
conteúdo e organização, de modo fque o
informante possa ser motivado a responde-lo.
7. Metodologia

Critérios para preencimento de questionários

 Incluir apenas itens que sejam importante para


esclarecer o problema;
 Verificar se foram contempladas todas as variáveis
indicadas na hipótese;
 Estabelecer critério de ordenação e sistematização das
questões;
 Formular questões claras, de modo que facilitem a
compreensão por parte do entrevistado;
 Esmerarmna impressão e estética.
7. Metodologia

Caracteristicas do questionário

 Ser ordenado em sequência lógica;


 As questões devem ter uma sequência das mais simples para as
complexas;
 Cada item deve ter uma só pergunta;
 Evitar perguntas que induzam a resposta;
 Evitar a realização de calculo;
 Evitar questionários muito longo;
 Evitar referências emotivas;
 Não incluir perguntas sobre passado distante;
 Antes da versão final do questionário submete-lo a sessões de
pré-testes.
7. Metodologia

ENTREVISTA

É uma comunicação verbal entre duas ou mais pessoas


com um grau de estruturação previamente definida.
Sua eficácia passa pela competência e preparo do
entrevistador.
As principais vantagens da entrevista são: a flexibilidade
na formulação de questões; permitir maior sinceridade
de expressão; e registra as informações durante a
entrevista.
As principais desvantagens: exige mais habilidade para
aplicação; e dificil comparação entre uma entrevista e
outra.
7. Metodologia

FORMULÁRIO

É usado quando se pretende obter respostas


mais amplas e com maior número de
informações.
Consiste a melhor técnica para coleta de dados
de pesquisa de opinião pública ou de mercado.
Maior flexibilidade, uma vez que o pesquisador
pode reformular perguntas.
8. Cronograma de atividades

Principais etapas do projeto de pesquisa


organizado de forma sequencial, no qual se
possa avaliar o estágio do precesso de
desenvolvimento da pesquisa.
Sugestão para etapas da pesquisa:
 Elaboração do anti-projeto
 Disciplinas
 Execução do projeto
 Qualificação
 Apresentação da dissertação
9. Referências

É o conjunto padronizado de elementos


descritivos retirados de um documento, que
permite sua identificação individual (NBR
6023/2002)

São as obras citadas e consultadas para a


elaboração do trabalho acadêmico, e devem ser
organizadas de motodo a constituir uma lista
única de referências
PROPOSTA PARA PESQUISA
BIBLIOGRÁFICA

 Ficha de resumo
a) Deve captar a idéia maior do texto, que é fundamental
para o pesquisador;
b) As palavras são do pesquisador, porem a idéia é do
autor do texto;
c) Começar a desenvolver um glossário com o
significado das palavras mais importantes da sua
pesquisa
Ruim – menor que vinte textos
Regular – entre vinte e trinta textos
Bom – entre trinta e quarenta textos
Muito bom – entre quarenta e cinqüenta texto
Excelente – maior que cinqüenta texto
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 De acordo com a NBR 10520 (ABNT, 2002, p. 1-2):

1. Citação: Menção de uma informação extraída de uma


fonte;
2. Citação de citação: Citação direta ou indireta de um
texto que não se teve acesso ao original;
3. Citação direta: Transcrição textual de parte da obra do
autor consultado;
4. Citação indireta: Texto baseado na obra do autor
consultado;
5. Notas de rodapé: Indicação, observações ou
aditamentos ao texto feitos pelo autor, tradutor ou
editor.
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

Quando se fala em fontes citadas, na verdade


estão sendo abordados os meios que o
pesquisador utilizou para elaborar sua
pesquisa: livros, revistas, jornais, artigos,
entrevistas, internet, etc.
Para Mezzaroba e Monteiro (2004, p. 272) “todas
as informações incluídas no texto a partir de
outras fontes deverão ser claramente citadas
de alguma forma”
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 Sistemas de citação:

a) numérico
b) autor-data; a indicação da fonte deverá constar
- O sobrenome do autor ou o nome da instituição
responsável ou do título da obra;
- A data da publicação da obra;
- A(s) página(s) de onde foi retirada a citação, no
caso de uma citação direta.
- Poderá constar obras citadas e as consultadas
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

CITAÇÃO DIRETA CURTA (com até três linhas) – deve vir


dentro do texto entre aspas duplas.

1. Exemplos com nomes dos autores fora dos


parênteses:
 Exemplo com um autor;
Segundo Blau (1984, p. 11) as instituições de ensino
superior “são bastante diferentes no que se refere as
responsabilidade, ao tipo de pessoal e ao modo como
se organizam em muitos aspectos”
 Exemplo com dois autores:
De acordo com Nalebuff e Brandenburge (1996, p.4) a
competição ocorre quando “o bolo tem de ser
dividido”
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 Exemplo com três autores;


De acordo com Anjos, Barros e Peneluc (2005, p. 4) “a
utilização de dados primários será considerada na
pesquisa para permitir uma compreensão das
particularidades de cada um dos municípios
pesquisados, de acordo com os questionários
respondidos”
 Exemplo com quatro autores ou mais;
De acordo com Anjos e outros (2005, p. 12) “o fato de que
o empreendimento estar completamente inserido no
Bioma da Mata Atlântica é motivo de atenção redobrada
no parâmetro ambiental”
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

2. Exemplos com nomes dos autores dentro dos


parênteses:

As instituições de ensino superior “são bastante


diferentes no que se refere as
responsabilidade, ao tipo de pessoal e ao modo
como se organizam em muitos aspectos”
(BLAU, 1984, p. 11)
A competição ocorre quando “o bolo tem de ser
dividido” (NALEFUFF; BRANDENBURGER,
1999, p. 49)
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

Exemplo com três autores:


No projeto Gasene “a utilização de dados primários será
considerada na pesquisa para permitir uma
compreensão das particularidades de cada um dos
municípios pesquisados, de acordo com os
questionários respondidos” (ANJOS; BARROS;
PENELUC, 2005, p. 4)

Exemplo com quatro autores ou mais;


“O fato de que o empreendimento estar completamente
inserido no Bioma da Mata Atlântica é motivo de
atenção redobrada no parâmetro ambiental” (ANJOS et
al; 2005, p. 12)
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 CITAÇÃO DIRETA LONGA (Igual ou acima de 04 linhas)


deve vir:

1. Em parágrafos separados do texto;


2. Sem aspas;
3. Tamanho da fonte menor que 12. Sugere-se a
utilização de fonte tamanho 10;
4. Espacejamento simples;
5. Com recuo de 4cm na margem esquerda; e
6. Os sobrenomes dos autores podem vir fora ou dentro
dos parênteses.
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 Exemplo com um autor FORA dos parênteses:


A distinção entre organizações e instituições
pode ser explicitada de acordo com Castells
(2002, p. 209)
Por organizações, entendo os sistemas específicos de
meios voltados para a execução de objetivos
específicos. Por instituições, compreendo as
organizações investidas de autoridade necessária para
desempenhar tarefas especificas em nome da
sociedade como um todo.
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 Exemplo com um autor DENTRO dos


parênteses:

A distinção entre organizações e instituições


pode ser explicitada da seguinte forma:
Por organizações, entendo os sistemas específicos de
meios voltados para a execução de objetivos
específicos. Por instituições, compreendo as
organizações investidas de autoridade necessária para
desempenhar tarefas especificas em nome da
sociedade como um todo (CASTELLS, 2002, p. 209)
.
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

PARÁFRASE – CITAÇÃO INDIRETA

Considera-se paráfrase toda menção a uma obra


onde o texto é interpretado e reescrito com
outras palavras, mantendo-se o significado
original e não contradizendo o autor. Na
paráfrase não se utiliza aspas nem indicação de
página.
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 Exemplo de citação direta:


Para Souza (1999, p. 2) o “desenvolvimento econômico
define-se, portanto, pela existência de crescimento
econômico continuo, em ritmo superior ao crescimento
demográfico, envolvendo mudanças de estrutura e
melhoramento de indicadores econômico e sociais”
 Exemplo de paráfrase
De acordo com Souza (1999), pode-se concluir que o
desenvolvimento econômico é caracterizado pela
ocorrência de um crescimento econômico continuo e
com uma evolução acima do crescimento demográfico,
estando relacionadas mudanças de estrutura e melhora
nos indicadores sociais e econômicos.
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

 EXPRESSÃO LATINA – CITAÇÃO DE CITAÇÃO


Apud – citado por, conforme, segundo

É a única expressão latina que pode ser usada dentro do


texto. O sobrenome do autor que foi citado pode vir
dentro ou fora dos parênteses. Por exemplo:

Segundo Bogdan e Biklen (1994 apud BOAVENTURA,


2004) o pesquisador constitui-se como instrumento
principal da pesquisa, e os dados são coletados no seu
ambiente natural.
CITACÃO EM DOCUMENTOS
(NBR 10520/2002)

OU

A pesquisa também se apresenta como um estudo quantitativo:

“pelo emprego da quantificação tanto


nas modalidades de coleta de
informações, quanto no tratamento dessas
través de técnicas estatísticas, desde
as mais simples como percentual”
(RICHARDSON, 1985, p. 29 apud
BOAVENTURA, 2004, p. 56)

Obs: Nestes exemplos, a obra efetivamente consultada foi aquela


cujo autor figura por ultimo.