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Ciclos de Estudos do

Grupo Espírita Fraternidade

MÓDULO I
DOUTRINA ESPÍRITA
AULA 14 - DESENCARNAÇÃO

03 / maio / 2018
Objetivos

 Esclarecer que:
 a desencarnação é processo natural da vida;
 a nossa condição espiritual após a desencarnação
está relacionada com o nosso comportamento no
presente.
 Refletir sobre a importância da prece, da
palavra e dos pensamentos nos velórios.
Abordagens

 Introdução
 A alma após a morte
 Separação da alma do corpo
 Perturbação espiritual
 Procedimento perante a desencarnação de entes
queridos e outros
 Apoio aos familiares do desencarnado
 Comportamento em velórios
Introdução

 Morrer ou desencarnar é fenômeno biológico, por meio do qual ocorre


a cessação da vida orgânica no corpo físico.
 Nossa individualidade mantém-se preservada no além-túmulo e,
graças ao seu perispírito, conserva quase sempre os traços
fisionômicos que possuía na última reencarnação.

”Desencarnar é mudar de plano, como alguém que se


Q. 147 transferisse de uma cidade para outra, aí no mundo físico,
sem que o fato lhe altere as enfermidades ou as virtudes
com a simples modificação dos aspectos exteriores...”.
A alma após a Morte
149. O que acontece com a alma no instante da morte?
“Volta a ser Espírito, isto é, retorna ao mundo dos
Espíritos, de onde se apartara momentaneamente.”
150. A alma, após a morte, conserva a sua
individualidade?
“Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a
conservasse?”
a) Como comprova a alma a sua individualidade, uma
Questões vez que não tem mais corpo material?
149 e 150 “Continua a ter um fluido que lhe é próprio, extraído na
atmosfera do seu planeta, e que guarda a aparência de sua
última encarnação: seu perispírito.”
b) A alma não leva nada consigo deste mundo?
“Nada, a não ser a lembrança e o desejo de ir para um mundo
melhor, lembrança cheia de doçura ou de amargor, conforme o
uso que ela fez da vida. Quanto mais pura for, melhor
compreenderá a futilidade do que deixa na Terra.”
Separação da alma do corpo
154. A separação da alma e do corpo é dolorosa?
Não; o corpo, frequentemente, sofre mais durante a vida
que no momento da morte; neste, a alma nada sente.
Os sofrimentos que às vezes se provam no momento da
morte são um prazer para o Espírito, que vê chegar o fim
“Na morte natural, que se verifica pelo esgotamento
do seu exílio.”

da vitalidade155. Como se opera a separação da alma e do corpo?


orgânica em consequência de idade, o
“Os liames que a retinham, sendo rompidos, ela se
homem deixa a desprende.”
Questões vida sem perceber: é uma lâmpada
154 a 161 a) A separação se verifica instantaneamente, numa
que se apaga por
transição falta
brusca? Há de
umaenergia”
entre a vida e a morte?
.
linha divisória bem marcada

“Não; a alma se desprende gradualmente e não escapa como


(Comentário
um pássaro cativo subitamente libertado. de estados
Os dois Kardec) se
tocam e se confundem, de maneira que o Espírito se desprende
pouco a pouco dos seus liames; estes se soltam e não se
rompem.”
Separação da alma do corpo

COMENTÁRIO DE KARDEC
Durante a vida, o Espírito se acha preso ao corpo pelo seu perispírito.
A morte é somente a destruição do corpo, não a do perispírito, que se
separa do corpo quando acaba neste a vida orgânica.
No instante da morte, o desprendimento do perispírito se opera
gradualmente e com uma lentidão muito variável, conforme os
indivíduos.
Em uns é bastante rápido, podendo dizer-se que o momento da
morte é mais ou menos o da libertação.
Separação da alma do corpo

Em outros, principalmente naqueles cuja vida foi toda material e


sensual, o desprendimento é muito lento, durando alguns dias,
semanas e até meses, o que não implica existir, no corpo, a menor
vitalidade, nem a possibilidade de voltar à vida, mas uma simples
afinidade com o Espírito.
Esta afinidade é sempre proporcional à supremacia que o Espírito,
durante a vida física, deu à matéria.
Ou seja, quanto mais o Espírito se identificou com a matéria, tanto
mais penoso lhe será se separar dela.
Separação da alma do corpo

Por outro lado, a atividade intelectual e moral, a elevação dos


pensamentos operam um começo de desprendimento, mesmo
durante a vida do corpo, de modo que, em chegando a morte, ele é
quase instantâneo.
Em certos indivíduos, a afinidade existente entre a alma e o corpo é
muito penosa, fazendo com que o Espírito experimente o horror da
decomposição do corpo físico no túmulo. Este caso, porém, é
excepcional e típico de certos gêneros de vida e de morte.
Separação da alma do corpo
156. A separação definitiva entre a alma e o corpo pode
verificar-se antes da cessação completa da vida
orgânica?
Na agonia, às vezes, a alma já deixou o corpo, que nada
mais tem do que a vida orgânica. O homem não tem mais
consciência de si mesmo, e, não obstante, ainda lhe resta
um sopro de vida. O corpo é uma máquina que o coração
põe em movimento. Ele se mantém enquanto o coração lhe
fizer circular o sangue pelas veias e para isso não necessita
da alma.”
Questões
154 a 161 157. No momento da morte, a alma tem, às vezes, uma
aspiração ou êxtase, que lhe faz entrever o mundo
para o qual regressa?
“A alma sente, muitas vezes, que se quebram os liames
que a prendem ao corpo, e então emprega todos os seus
esforços para os romper de uma vez. Já parcialmente
separada da matéria, vê o futuro desenrolar-se ante ela e
goza por antecipação do estado de Espírito.”
Separação da alma do corpo
158. O exemplo da larva, que primeiro se arrasta pela
terra, depois se fecha na crisálida, numa morte
aparente, para renascer numa existência brilhante,
pode dar-nos uma ideia da vida terrena, seguida do
túmulo e por fim de uma nova existência?
Uma pálida ideia. A imagem é boa, mas é necessário não
tomá-la ao pé da letra, como sempre o fazeis.”
159. Que sensação experimenta a alma, no momento em
Questões que se reconhece no mundo dos Espíritos?
154 a 161 “Depende. Se fizeste o mal com o desejo de fazê-lo,
estarás, no primeiro momento, envergonhado de o haver
feito. Para o justo, é muito diferente: ele se sente aliviado
de um grande peso porque não receia nenhum olhar de
cobrança.”
Separação da alma do corpo
160. O Espírito encontra imediatamente com quem
conheceu na Terra e que morreram antes dele?
“Sim, de acordo com a simpatia mútua entre eles.
Muitas vezes aqueles seus conhecidos o vêm receber à
entrada do mundo dos Espíritos e o ajudam a desligar-se
das faixas da matéria. Encontra-se também com muitos
dos que conheceu e perdeu de vista durante a sua vida
terrena.
Questões Vê os que estão na erraticidade, como vê os encarnados e
vai visitá-los.”
154 a 161
161. Em caso de morte violenta e acidental, quando os
órgãos ainda se não enfraqueceram em consequên-
cia da idade ou das doenças, a separação da alma e a
cessação da vida ocorrem simultaneamente?
“Geralmente assim é; mas, em todos os casos, muito
breve é o instante intermediário entre uma e outra.”
Separação da alma do corpo
O Espírito encarnado:

CORPO
FÍSICO

DUPLO
ETÉRICO

PERISPÍRITO ESPÍRITO
Separação da alma do corpo
Na desencarnação natural:
 O Espírito...
Espírito + perispírito
 se liberta do corpo físico,
juntamente com o perispírito.
 O Duplo-Etérico...
Duplo-etérico
 se desintegra junto com o corpo
físico (40 a 60 dias);
Corpo físico  funciona como um “amortecedor”,
suavizando a passagem do
perispírito para o plano espiritual.
Separação da alma do corpo
Como funciona o amortecimento?

Para não ocorrer desligamento brusco


do perispírito do corpo físico:
 primeiro desliga-se o corpo físico do
duplo etérico.
 em seguida desliga-se o duplo-
etérico do perispírito, pelo
enfraquecimento gradual dos seus
laços fluídicos.
Separação da alma do corpo
Na desencarnação violenta
(suicídio, acidente, AVC):
Os cordões fluídicos que ligam o corpo físico ao
duplo-etérico se rompem bruscamente:
 O Duplo Etérico se separa violentamente do
corpo físico.
 O Perispírito se mantém ligado ao Duplo
Etérico.
O Espírito entra num estado de perturbação:
 não pode mais agir no mundo físico e nem
no mundo espiritual.
 perturbação dura enquanto existirem laços
fluídicos ligando o duplo etérico ao
perispírito.
Perturbação Espiritual

163. A alma tem consciência de si mesma


imediatamente depois de deixar o corpo?
“Imediatamente não é bem o termo. A alma passa
algum tempo em estado de perturbação.”
164. A perturbação que se segue à separação da
alma e do corpo é do mesmo grau e da mesma
duração para todos os Espíritos?
Questões
“Não; depende da elevação de cada um.
163 a 165 Aquele que já está purificado, se reconhece quase
imediatamente, pois que se libertou da matéria
antes que cessasse a vida do corpo, enquanto que
o homem carnal, aquele cuja consciência ainda não
está pura, guarda por muito mais tempo a
impressão da matéria.”
Perturbação Espiritual

165. O conhecimento do Espiritismo exerce alguma


influência sobre a duração, mais ou menos
longa, da perturbação?
“Uma grande influência, pois o Espírito compreende
antecipadamente a sua situação; mas a prática do
bem e a pureza de consciência são o que exerce
maior influência.”
Questões
163 a 165
Perturbação Espiritual

COMENTÁRIO DE KARDEC
Por ocasião da morte, a princípio tudo é confuso. A alma precisa de
algum tempo para entrar no conhecimento de si mesma. Ela se acha
como que estonteada, no estado de uma pessoa que despertou de
profundo sono e procura orientar-se sobre a sua situação.
A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam, à medida
que se apaga a influência da matéria que ela acaba de abandonar, e à
medida que se dissolve a espécie de névoa que lhe obscurece os
pensamentos.
Perturbação Espiritual

Muito variável é o tempo que dura a perturbação que se segue à


morte. Pode ser de algumas horas, como também de muitos meses e
até de muitos anos. Aqueles que, desde quando ainda viviam na
Terra, se identificaram com o estado futuro que os aguardava, são os
em quem menos longa ela é, porque esses compreendem
imediatamente a posição em que se encontram.
Aquela perturbação apresenta circunstâncias especiais, de acordo
com os caracteres dos indivíduos e, principalmente, com o gênero de
morte.
Perturbação Espiritual

Nos casos de morte violenta, por suicídio, suplício, acidente,


derrame, ferimentos, etc., o Espírito fica surpreendido, espantado e
não acredita estar morto. Insistentemente sustenta que não o está. No
entanto, vê o seu próprio corpo, reconhece que esse corpo é seu, mas
não compreende que se ache separado dele. Acerca-se das pessoas a
quem considera, fala-lhes e não percebe por que elas não o ouvem.
Semelhante ilusão se prolonga até ao completo desprendimento do
perispírito. Só então o Espírito se reconhece como tal e compreende
que não pertence mais ao número dos vivos.
Perturbação Espiritual

Este fenômeno se explica facilmente: surpreendido de improviso


pela morte, o Espírito fica atordoado com a brusca mudança que nele
se operou; considera ainda a morte como sinônimo de destruição e
de aniquilamento. Como ele ainda pensa, vê e ouve, tem a sensação
de não estar morto!!!
Mais ainda lhe aumenta a ilusão o fato de se ver com um corpo
semelhante, na forma, ao anterior, mas cuja natureza etérea ainda
não teve tempo de estudar. Julga-o sólido e compacto como o
primeiro e, quando se lhe chama a atenção para esse ponto, admira-
se de não poder apalpá-lo.
Perturbação Espiritual

Isto é mais comum de ocorrer entre aqueles que, embora doentes,


não pensavam em morrer. Observa-se então o singular espetáculo de
um Espírito assistir ao seu próprio enterro como se fora o de um
estranho, falando desse ato como de coisa que lhe não diz respeito,
até ao momento em que compreende a verdade.
Para o homem de bem, a perturbação que se segue à morte nada
tem de penosa; ele se conserva calmo, semelhante em tudo a quem
acompanha as fases de um tranquilo despertar.
Perturbação Espiritual

Para aquele cuja consciência ainda não está pura, a perturbação é


cheia de ansiedade e de angústias, que aumentam à proporção que
ele se compenetra da sua situação.
Nos casos de morte coletiva, tem sido observado que todos os que
perecem ao mesmo tempo nem sempre tornam a se verem logo.
Presas da perturbação que se segue à morte, cada um vai para seu
lado, ou só se preocupa com os que lhe interessam.
Perturbação Espiritual

Por que ocorre a perturbação? Não estamos voltando ao


nosso verdadeiro mundo?
 Tudo deveria ser muito natural.

 Deveria e assim acontece com os Espíritos mais evoluídos.


Mas, geralmente, prendemo-nos demais às sensações físicas
durante a vida do corpo, canalizamos muito as sensações em
nossos órgãos dos sentidos.
Perturbação Espiritual

 Desencarnados, ainda queremos continuar a ver com os olhos,


ouvir com os ouvidos, sentidos corpóreos que já não temos.
 Por isso, de início não percebemos bem o novo plano em que
passamos a viver. Temos de habituar-nos às percepções
perispirituais em vez das percepções dos sentidos materiais.
 É uma readaptação ao plano do espírito. Quando nascemos na
Terra, levamos algum tempo adaptando-nos ao novo corpo. Ao
desencarnar, também precisamos de uma fase de readaptação
ao plano espiritual.
Procedimento perante a desencarnação de entes
queridos e outros
 As atitudes e ações de quem fica, em relação ao desencarnado,
influenciam muito sobre ele:
 Revolta, desespero, angústia pela partida do desencarnado
podem repercutir nele de modo triste, desfavorável, deprimente,
desanimador.
 Geralmente agimos assim por não entendermos a morte, o seu
porquê e os seus efeitos.
 Convém, então, estudarmos as informações espirituais quanto à
desencarnação, para sabermos como nos comportar ante esse
fato inevitável.
Procedimento perante a desencarnação de entes
queridos e outros
 Sentir saudade é natural e, por vezes, não há como evitar o pranto.
Mas não devemos resvalar para o choro excessivo, exigente e
inconformado.
 Ante os que desencarnaram, devemos:
 orar por eles, com resignação e esperança no futuro espiritual;

 não guardar demais objetos e coisas da pessoa que desencarnou,


nem os ficar contemplando e acariciando indefinidamente;
 ocupar-se de seus deveres e da prática de ações boas, do auxílio ao
próximo, em vez de ficar remoendo improdutivamente sua dor e
saudade;
 procurar fazer o bem que a pessoa desejaria ou deveria ter feito
quando estava aqui na Terra.
Apoio aos familiares do desencarnado

 Após o velório e ao enterro dos nossos conhecidos, colegas e


amigos, o apoio aos seus familiares deve prosseguir.
 Nos dias seguintes, lembremos de fazer breve ligação telefônica,
indagando se a família não necessita de algo.
 Talvez uma orientação ou a simples companhia. Ou, ainda, uns
minutos da nossa atenção para amenizar a saudade que tenta lhes
fazer companhia.
 Ofereçamos o nosso abraço e falemos palavras de encorajamento.
Palavras simples como “Conte comigo”, “Oro por sua tranquilidade”.
 Levemos conosco um livro nobre e alimentemos o ambiente com
pensamentos saudáveis, com a leitura individual e silenciosa.
Comportamento em velórios

1. Somente permanecer presente no velório enquanto puder


manter uma postura de vigilância;
2. Orar com sinceridade em favor do desencarnante e de sua
família, compreendendo que mais cedo ou mais tarde chegará
a nossa hora e que, então, constataremos o gigantesco valor
da prece a nós dirigida em situações como a desencarnação;
3. Esforçar-se para não lembrar episódios infelizes envolvendo o
desencarnante, compreendendo que todo pensamento tem
elevada repercussão espiritual;
Comportamento em velórios

4. Estar sempre disponível para o chamado “atendimento


fraterno” com os irmãos presentes, mas não esquecer que o
velório não é uma situação adequada a debates de natureza
filosófico-religiosa;
5. Respeitar a religião de todos os presentes e os cultos
correspondentes a essas crenças, buscando contribuir
efetivamente para a psicosfera de solidariedade do ambiente
mesmo que em silêncio;
Comportamento em velórios

6. Não perder o foco do objetivo maior da presença no velório


que é o auxílio espiritual ao desencarnante e aos familiares,
assim como aos Espíritos desencarnados que estejam no local
necessitando de auxílio fluídico através da oração, para
contribuir no desligamento do desencarnante;
7. Se convidado a enunciar prece ou algumas palavras de
homenagem ao desencarnante, tomar o cuidado de manter
sempre a brevidade, a objetividade e o otimismo, evitando
quaisquer imagens negativas que possam ser sugeridas por
nossas palavras em relação aos irmãos presentes, sejam eles
encarnados ou desencarnados;
Comportamento em velórios

8. Aproveitar a ocasião para refletir sobre a impermanência de


todas as situações materiais da vida física, fortalecendo o
nosso desejo de amar e servir durante o tempo que ainda nos
resta no corpo físico;
9. Orar para que o desencarnado se tranquilize, ajustando-se ao
seu novo estado de Espírito liberto da carne, e para que a
saudade e a preocupação com os seres amados que ficaram
não o atormentem, enquanto ele se ambienta no mundo
espiritual;
Comportamento em velórios

11. Manter o clima de oração para que o desencarnado possa se


libertar com facilidade dos laços que prendem a alma ao
corpo;
12. Não se utilizar de expressões como “Meus pêsames”, Lamento
muito”, ”Que desgraça!”.
Só morre bem quem viveu bem

“(...) Para o homem cuja alma se desmaterializou


e cujos pensamentos se elevam acima das coisas
terrenas, o desprendimento quase se completa
antes da morte real, isto é, enquanto o corpo
ainda tem vida orgânica o Espírito já penetra na
vida espiritual, apenas ligado por elo frágil que se
rompe com a última pancada do coração (...)”
Fonte: KARDEC, A. O céu e o inferno. Rio de janeiro: FEB, 2009.
Segunda Parte, cap. 1 item 9.
Sugestão de leitura
 Contém 67 depoimentos de Espíritos
nas mais diversas condições no
mundo espiritual, sendo que uma  Nos ajuda a
2ª parte
delas será, sem nenhuma dúvida, a conhecer a
nossa, dependendo da semelhança verdadeira
com o modo de vida que o Espírito propriedade,
em comparação teve aqui na Terra. Cap. 16 valendo
Item 9
tanto para o
mundo físico
 Contém muita informação quanto para
Cap. 4
sobre a vida do lado de lá. o mundo
Treino para a
morte
espiritual.
FIM

Luiz Henrique
luizh.gef@gmail.com