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FAMÍLIA E

DEPENDÊNCIA
QUÍMICA
Prof. Esp. William Alessio
DROGAS
• Ritualística
• Cultural
• Ideológica
• Hedonista
VISÃO SISTÊMICA
• Não foca no
usuário e sim nas
relações.
• A patologia é
um sintoma que
indica a
disfunção do
sistema familiar.
DINÂMICA DA FAMÍLIA

Estrutura- conjunto de exigências

Subsistemas- agrupamentos familiares

Fronteiras- barreiras invisíveis


(rígidas/ difusas)
PACIENTE IDENTIFICADO

Quando o sistema encontra


dificuldades para transformar e
adaptar-se às novas exigências:
crise é expressa por
comportamentos inadequados/
sofrimento.
INÍCIO DO USO
• Limites geracionais frágeis e
conflitos no exercício de
papéis.
• Transformação dos vínculos
infantis, busca de autonomia,
independência e
desligamento da família de
origem Individuação.

ADOLESCÊNCIA
ASPECTOS PREDITORES
• ALCOOLISMO DE UM DOS
PAIS
• GENÉTICA FAMILIAR
• VIOLÊNCIA
• AMBIENTE HOSTIL
• FALTA DE UM SISTEMA DE
CRENÇAS
FAMÍLIAS PSICOTÓXICAS
• Compreender a dinâmica familiar do DQ,
torna viável construir possibilidades de
intervenção para a modificação do
contexto familiar, restauração das relações
afetivas e individualidades. Toda a família
têm oportunidade de ser requalificada em
suas respectivas competências.
• A construção do sistema terapêutico
inclui a família como essencial e
colaboradora no processo. Toda rede é
acionada.
CODEPENDÊNCIA
• O codependente é a pessoa que
convive de forma direta com
alguém que apresenta alguma
dependência química. Por
extensão foi uma pessoa que
viveu uma prolongada relação
parentalizada na família de
origem, assumindo precocemente
responsabilidades inadequadas
para sua idade/ou contexto social.
CARACTERÍSTICAS
• Atração por pares instáveis emocionalmente
• Alta tolerância- dificuldade em estabelecer
limites
• Necessidade de cuidar e controlar
• Coleciona rancores e raivas
• Oscila entre vítima e herói
• Dificuldades de expressar sentimentos
• Hipersensibilidade à críticas
INTERVENÇÃO

• A intervenção familiar sistêmica mantêm-se fiel à crença de que a


família se torna uma estrutura de relevância pelo seu papel de
COAUTORA tanto do surgimento de uso de drogas, quanto de
CRIADORA DE POSSIBILIDADES DE SAÚDE PARA SEUS MEMBROS.
(Payá, R.,2011)
TRATAMENTO
• Terapia familiar e terapia
individual
• Grupos de apoio
• Comunidades terapêuticas
• Atendimento em rede
TERAPEUTA
• Firmes e acolhedores
• Informações e contrato terapêuticos
claros
• Batalha pela estrutura
• Fortalecimento de vínculos saudáveis
• Equipe multiprofissional
• Reconhecer limitações
DIAGNÓSTICO RELACIONAL

• Codependência
• Comunicação
• Transgeracionalidade
• Estratégias de enfrentamento
• Prevenção, manutenção e recaída
• Psicoeducação
• OBRIGADO!

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