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CRISTALIZAÇÃO

Técnico/a de Química Industrial

TCL-TQI 2016-2019

Realizado por:
Ângela Silva, N.º 4
Disciplina: Tecnologia Química

junho de 2017
Sumário
Introdução;
Cristalização;
Vantagens e desvantagens da cristalização;
Sobressaturação e nucleação;
História;
Tipos de cristalização;
Equipamentos utilizados;
Aplicações industriais;
Vídeo;
Conclusão.
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Introdução

 A seguinte apresentação realizada no âmbito da disciplina de


Tecnologia Química, tem como objetivo dar a conhecer um pouco
mais de forma generalizada, o conceito de cristalização bem como
dos seus constituites. Durante a apresentação, iremos também
apresentar um pequeno vídeo e uma breve conclusão.

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Cristalização
 A cristalização é a operação unitária
responsável pela separação e
purificação de um constituinte de uma
fase líquida por formação de uma fase
sólida. Os cristais podem ser obtidos
através dos processos físicos,
arrefecimento e evaporação ou através
Figura 1 – Exemplo de cristalização
do Sal de processos químicos, cristalização
Drowning-out ou fracionada.
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Vantagens da cristalização

 É efetuada a temperaturas baixas;

 É importante para o número de substâncias comercializadas na


forma de cristais;

 A sua forma pura é obtida a partir de soluções impuras;

 A pureza do produto pode chegar a 99,9%;

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Desvantagens da cristalização

 Normalmente, não é possível purificar mais de um componente num


único estágio;

 É necessária a utilização de um equipamento de cristalização para


que não seja permitido que todo o soluto seja recuperado num único
estágio.

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sobressaturação

 Sobressaturação é quando um líquido contém uma maior


quantidade de sólido do que normalmente se consegue dissolver à
temperatura da operação. A sobressaturação é aplicados em
qualquer cristalizador contínuo que apresente temperatura, pressão
e concentração de sólido

Figura 2 – Processo de sobressaturação 7


Nucleação

 A nucleação é a etapa em que as moléculas do soluto dispersas no


solvente começam a formar aglomerados. Esses aglomerados
constituem o núcleo e só se tornam estáveis a partir de um certo
tamanho crítico, dependendo das condições de operação.

Figura 3 – Exemplo - bolhas de CO2 à volta de um dedo 8


História

 A cristalização é uma operação


muito antiga que tinha o prepósito de
cristalizar cloreto de sódio presente
na água do mar, ou seja, o sal que
se utiliza na conservação de
alimentos

Figura 4 – Salinas

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Tipos de cristalização

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Cristalização por Arrefecimento
 A cristalização por arrefecimento é utilizada para variação de
solubilidade. Este tipo, é executado dentro de um cristalizador onde o
arrefecimento é obtido pela troca térmica nas paredes do mesmo. Para
auxiliar é utilizada uma serpentina que serve como tubo de recirculação
em torno da agitação ou com a ajuda de recirculação externa, utilizando
um permutador.

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Cristalização por Arrefecimento

Figura 5 - Cristalização por arrefecimento


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Cristalização por Evaporação
 A cristalização por evaporação é muito utilizada quando a solubilidade
sofre ligeiramente um aumento e permanece quase constante ou
quando ocorre diminuição de temperatura no mesmo. A solução que
estiver em processo de sobressaturação, é alimentada no cristalizador
e de seguida irá ser aquecida ao ponto de ebulição da solução de
forma que o solvente seja desta forma evaporado.

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Cristalização por Evaporação

Figura 6 -Cristalização por evaporação 14


Cristalização Drowning-out

 A cristalização drowning-out é responsável pelos sais inorgânicos


das soluções aquosas que têm como objetivo “ajudar” substâncias
orgânicas que vão oferecer uma vantagem considerável para outros
processos sendo que haverá menor custo de energia, e sendo
assim capaz de economizar energia durante o processo.

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Cristalização Fracionada

 A cristalização fracionada é a refinação de substâncias. Esta é


baseada na diferença de solubilidade. Se duas ou mais
substâncias forem dissolvidas num solvente estas irão cristalizar na
solução precipitando-se em diferentes estados. Esta técnica é muito
utilizada para obtenção de substâncias sólidas muito puras, ou para
recuperar produtos comerciais.

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Cristalização Fracionada

Figura 7 - Cristalização Fracionada


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Equipamentos de cristalização

Figura 9 – Superfície raspada Figura 10 – Tanque Figura 11 – Cristalizador


descontínuo 18
Equipamentos de cristalização

Figura 12 – Cristalizador Swenson- Figura 13 – Cristalizador contínuo


Walker
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Equipamentos de cristalização

Figura 14 – Cristalizador com Figura 15 – Cristalizador Figura 16 – Cristalizador a vácuo


circulação externa Oslo
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Aplicações industriais
Indústria farmacêutica;

Indústria química;

Indústria alimentar;
Figura 17 – Indústria alimentar
Indústria mineral;

Indústria petroquímica;

Indústria metalúrgica;

Indústria da cosmética. 21
Figura 18 – Indústria química
Visualização de um video

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Conclusão

• Com a realização deste trabalho podemos concluir que adquirimos


maior conhecimento por parte da operação unitária em estudo e
que o mesmo nos permitiu ganhar maior autonomia,
responsabilidade e espírito de equipa.

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