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Unidade Modular 2-

Comunicação e Imagem nas Organizações

A Comunicação empresarial é a
forma de comunicação que
compreende conteúdos
relativos ao quotidiano da
administração, seja ela qual for.
A comunicação na empresa
Módulo
Módulo22
    
As finalidades da comunicação empresarial
Compreende um conjunto complexo de atividades,
ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos
para reforçar a imagem de uma empresa ou entidade
(sindicato, órgãos governamentais, associações,
universidades etc) junto aos seus públicos de interesse
(consumidores, funcionários, formadores de opinião,
classe política ou empresarial, acionistas, comunidade
em geral, imprensa, …).
A comunicação na empresa
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Módulo22

 A comunicação global da empresa pode ser sintetizada em


quatro vertentes:

1- Sistemas de - Política de nomes e marcas dos produtos;


identificação da - … logótipo, linha gráfica (…)
própria empresa

2- Sistema de - Publicidade; promoção de vendas;


comunicação marketing direto; atendimento pessoal e
comercial telefónico.

3- Sistema de
- Comunicação Externa;
comunicação de - Comunicação Interna.
pertença

4- Sistema de
- Observação dos mercados, da tecnologia
Auditoria e e da concorrência (…)
Controlo
A comunicação na empresa
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Módulo22

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A Comunicação Interna e Externa

Comunicação Interna- toda a atividade comunicacional


desenvolvida em contexto organizacional


Objetivos
• propiciar a troca de informações entre os membros da
organização de forma eficaz;
• proporcionar uma visão mais integrada da organização, pois cada
indivíduo passa a conhecer de maneira mais adequada as várias
atividades desenvolvidas e quais são os responsáveis;
• criar um clima que estimule os desafios e a criatividade;
• aproximar as pessoas estimulando o sentimento de pertença.
Comunicação e processo de influência
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Módulo11
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O custo da comunicação organizacional A multiplicidade de agentes
sociais e o surgimento de novas tecnologias da informação,
ampliam a quantidade de emissores e receptores que se
comunicam entre si simultaneamente. As noções de tempo e
espaço foram modificadas, exigindo novos ritmos de transmissão e
de elaboração de conteúdos, revelando todo o dinamismo do
processo comunicacional. A comunicação organizacional pode sair
muito dispendiosa, não tanto devido às despesas de apoio
necessárias, mas principalmente em função do tempo que ela pode
absorver e as demoras que isso normalmente acarreta e por isso
deve ser muito bem planeada, sistematizada e adequada à
realidade de cada organização. Sendo de um modo positivo ou
negativo, a comunicação é usada diariamente em todas as
organizações. Tendo como pano de fundo o planeamento
estratégico acerca da comunicação, deverão ser criados
mecanismos diversificados e ajustados aos recursos humanos e
humanizados, que naturalmente irão dar frutos no que toca à
sustentação e sustentabilidade destas mesmas organizações face
ao mercado que estão inseridas.
A Empresa – da constituição ao arranque
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Módulo11
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Gestão, Marketing e Fiscalidade

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Objectivos da sessão de aprendizagem


o
a çã
i fic
ss
la
C

➣ Interpretar o conceito de empresa


➣ Identificar os recursos e os objectivos e os factores internos
s
a pa e externos na vida das empresas
Et ➣ Identificar formas de crescimento
o ➣ Enumerar e caracterizar critérios de classificação de
a çã empresas
a l iz
g ➣ Conhecer as etapas na constituição de uma empresa
Le
➣ Identificar as entidades públicas que intervêm na
t
en legalização
m
e rn ➣ Reconhecer as vantagens do e-government na vida das
v
go empresas
e-
➣ Dominar procedimentos e navegar em páginas oficiais
e ➣ Identificar os estudos e recursos a afectar para o arranque
nqu
ra da empresa
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Gestão, Marketing e Fiscalidade

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o
Programa da sessão de aprendizagem
çã

• O conceito de empresa
a
i fic
ss
la
C

• Critérios de classificação de empresas

pa
s • Etapas na constituição de empresas
a
Et

o
• As entidades reguladoras do processo de
çã
iz
a constituição legal de empresas
gal
Le
en
t • Pesquisa e utilização das funcionalidades do e-
e rnm government na formação de empresas
v
-go
e
• Estudos a realizar e recursos a afectar para a
entrada em funcionamento das empresas
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Trabalhos a Realizar
i fic
ss
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C

1 - Pesquisa e elaboração de uma síntese em


pa
s Word ou em PowerPoint, sobre um serviço
a
Et público digital, de entre os indicados na
o
proposta de trabalho.
ã

iz
al
Le
g 2 – Resposta a um Questionário de avaliação
en
t sumativa, sobre os conteúdos do módulo.
rnm
v e
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o Processo de Legalização de Empresas

O empresário pode tomar a iniciativa de pessoalmente percorrer as diversas


a çã

etapas de constituição legal da empresa, aconselhando-se que neste caso utilize


i fic

os serviços dos CFE´s, Centros de Formalidades de Empresas, ou recorrer a


ss
la

empresas especializadas, para poder usufruir dos serviços jurídicos de apoio à


C

constituição de empresas.

as Sucintamente as entidades intervenientes são:


a p
Et  Empresário
 Registo Nacional de Pessoas Colectivas - Onde se submeterá c Certificado de
ão admissibilidade de Firma ou Denominação Social

il z  Advogado para a elaboração dos estatutos da sociedade
e ga  Instituição bancária – Depósito do capital social
L  Cartório Notarial – Realização da escritura pública
t  Serviço de Finanças – Entrega da Declaração de Início de Actividade
en
nm  Conservatória do Registo Comercial – Matrícula da sociedade
ver  Centro Regional de Segurança Social – Inscrição da entidade patronal
go  D.G. Comércio e Concorrência, ou Delegação Regional do Ministério da
e-
Economia – Inscrição no cadastro comercial ou industrial
 IDICT – Comunicação de início de actividadade

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o O Pacto Social

É o documento que consagra as regras de funcionamento da empresa,


a çã

deve resultar da vontade das partes envolvidas e estar de acordo com o


i fic
ss

estipulado no Direito Comercial.


la
C

Extracto do Código das Sociedades Comerciais


ARTIGO 9º - Elementos do contrato
pas 1. Do contrato de qualquer tipo de sociedade devem constar:
a
Et a) Os nomes ou firmas de todos os sócios fundadores e outros dados de
identificação destes;
b) O tipo de sociedade;
ão
aç c) A firma da sociedade;
il z d) O objecto da sociedade;
e ga
L e) A sede da sociedade;
t f) O capital social, salvo nas sociedades em nome colectivo em todos os sócios
en contribuam apenas com a sua indústria;
nm g) A quota de capital e a natureza da entrada de cada sócio, bem como os
ver
pagamentos efectuados por conta de cada quota;
go
e- h) Consistindo a entrada em bens diferentes de dinheiro, a descrição destes e a
especificação dos respectivos valores.

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Se o processo de legalização for conduzido através de um CFE – Centro de


Formalidades das Empresas, os serviços disponibilizam um conjunto de minutas
para que o empresário seleccione e adapte aquela que melhor corresponderá ao
o
çã

estatuto jurídico da empresa a constituir.


a
i fic
ss

Os Centros de Formalidades das Empresas (CFE) são serviços de


la
C

atendimento e de prestação de informações aos utentes que têm por


finalidade facilitar os processos de constituição, alteração ou extinção de
empresas e actos afins.
pas Consistem na instalação física num único local de delegações ou extensões dos
a
Et Serviços ou Organismos da Administração Pública que mais directamente intervêm
nos processos atrás referidos.
ão
aç Estão presentes em cada CFE:
il z
e ga
L Um corpo técnico de atendimento ( IAPMEI )
t Uma delegação do RNPC- Registo Nacional de Pessoas Colectivas (DGRN)
en Um Cartório Notarial (DGRN)
nm Uma extensão da DGCI – Direcção Geral dos Impostos
ver
go Uma extensão do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social
e- Um Gabinete de Apoio ao Registo Comercial – GARC (DGRN)
Um Gabinete de Licenciamentos (CFE de Setúbal) (Ministério da Economia)
Um balcão da Caixa Geral de Depósitos
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Isenção de Formalidades
o
a çã

As UNIP´s – Sociedades Unipessoais por Quotas, podem ser constituídas por


i fic
ss

“Documento Particular”, desde que não existam entradas de bens sujeitos a


la

registo (bens imóveis), ficando assim isentas da realização de escritura


C

pública de constituição, procedimento que acelera o processo de criação das


empresas deste tipo jurídico.

pas
a Uma pessoa singular só pode ser sócia de uma única UNIP.
Et

ão Consulte a título de exemplo o documento que se encontra no



il z
ga
menu “Recursos”, intitulado:
Le
t
en
er
nm “UNIP Documento particular”
v
go
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ce O e-government
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De acordo com a UMIC – Unidade de Missão, Inovação e


o
çã

Conhecimento, a Sociedade da Informação, é a sociedade onde a


a
i fic

componente da informação e do conhecimento, desempenham um


ss
la

papel nuclear em todos os tipos de actividade humana, em


C

consequência do desenvolvimento da tecnologia digital, e da internet


em particular. É caracterizada pela capacidade dos seus membros -
pas Cidadãos, Empresas e Estado – obterem e partilharem, qualquer tipo
a
Et de informação e conhecimento instantaneamente, a partir de qualquer
lugar e na forma mais conveniente.
ão

il z O Estado Português tem investido nas componentes G2B (Government
e ga
L to Business), e G2C (Government to Citizen).
t
en É neste contexto que seguidamente vamos analisar algumas das
nm
ver funcionalidades do e-government.
go
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O Certificado de Admissibilidade de Firma, ou Denominação


o
çã

Social
a
i fic
ss
la

No que respeita à legalização da empresa, interessa em primeiro lugar, que o


C

empresário possa, com celeridade, saber se é possível a adopção de certa firma


para o seu negócio ou não.

pas
a Deverá consultar as “Regras sobre a Composiçõo de Firmas e Denominações
Et
certificadas”, disponível no endereço:

ão http://www.dgrn.mj.pt/rnpc/compfirm.asp

il z
e ga
L e seguidamente, depois de decidir sobre sua escolha ou escolhas, consultar a base
t de dados do Registo nacional de pessoas colectivas
en
nm http://www.dgrn.mj.pt/rnpc/avi_rnpc.asp
ver
go
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Tomemos como exemplo a denominação:


C

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C

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Et

ão

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L
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… cá está o resultado.
C

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C

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Um simples clique sobre o código CAE, permite dirigir a pesquisa para a página
do INE, e esclarecer qual a actividade a que se dedica a empresa em causa.
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Se for utilizada uma firma, indicando o nome do empresário, uma


o

expressão relativa à actividade desenvolvida, com o aditamento de


a çã

acordo com a forma jurídica, as hipóteses de encontrar


i fic
ss

denominações repetidas, diminui.


la
C

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Et

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o
çã

O passo seguinte consistiria em efectuar, via internet o pedido de


a
fic

certificado de admissibilidade de firma.


i
ss
la
C

pas
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Et

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Versatilidade dos Serviços Públicos Digitais


a çã
i fic
ss

Os diversos serviços públicos digitais fornecem indicações


la
C

preciosas sobre os procedimentos a adoptar, nas várias situações que


podem ocorrer, directamente relacionadas com a sua área de
as
intervenção.
a p
Et
Uma vez mais, e a título de exemplo pode consultar-se:
ão
aç ☀ http://www.seg-social.pt, que permite o envio das declarações de
il z
ga remunerações, via Internet, após registo no sistema da respectiva
Le
entidade, para além de fornecer informações gerais sobre os
t processos de inscrição das entidades patronais e dos trabalhadores
en
nm por conta de outrem
ver
go
e-

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o
Portal da Segurança Social
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Ou ainda a página do Instituto Nacional da Propriedade Industrial


através do qual é possível requerer a protecção de uma marca:
o
a çã
fic

☀ http://www.inpi.pt/
i
ss
la
C

A Propriedade Industrial abrange:


pas
Et
a Os direitos que respeitam às criações no domínio da invenção
técnica e do design (Patentes, Modelos de Utilidade, Topografias de
Produtos Semicondutores, Modelos e Desenhos Industriais);
ão
aç Os direitos sobre sinais distintivos:
il z
e ga - os que são propriedade do empresário singular ou colectivo
L (Marcas, Nomes e Insígnias de Estabelecimentos, Logotipos,
t Recompensas),
en
nm - os que pertencem a uma região (Denominações de Origem e
ver
go
Indicações Geográficas);
e- Os direitos relativos à concorrência desleal

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o Limitações do e-government
çã

Nem todos os actos relativos à constituição e legalização de


a
fic

empresas, pode ser efectuado a distância, por duas ordens de


i
ss

razões principais.
la
C

- a primeira, porque se torna necessário confirmar


pas presencialmente a identidade e a qualidade em que intervêm os
a requerentes
Et

ão - a segunda, porque apesar do avanço dos serviços


aç digitais, ainda subsistem dificuldades e atrasos dos mecanismos e
il z
e ga procedimentos que assegurem a autenticação e segurança dos
L
documentos necessários à instrução dos respectivos actos.
t
en
nm
ver
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O Plano de Empresa ou de Negócios


C

Tendo como objectivo maximizar as perspectivas de êxito e de crescimento


o
çã

é indispensável que os promotores definam os objectivos quantitativos e


a
fic

qualitativos, as suas estratégias e tácticas de comercialização e os


i
ss

orçamentos adequados, elaborando para isso um plano de Empresa ou de


la
C

Negócios considerando e desenvolvendo os seguintes pontos:

- Caracterização do promotor
pas - Objecto do projecto
a - Objectivos e estratégia do negócio
Et
- Caracterização do produto / serviço
- Análise do mercado
ão - Recursos humanos e organização funcional

il z - Meios e política de produção
e ga - Política de distribuição
L
- Política e estratégia comercial e de marketing
t - Instalações necessárias
en
nm - Plano de implementação do projecto
ver - Plano de investimento
go - Plano de financiamento
e-
- Projecções e análise financeiras

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Bibliografia
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C

 Técnicas de Organização Empresaria. Plátano Editora,


o
a çã
fic

Bibliografia
i
ss

Técnicas de Organização Empresarial. Texto Editora


la
C

Técnicas de Organização Empresarial. Porto Editora



s
a pa
Et http://www.iapmei.pt

ção
a  www.cfe.iapmei.pt
li z
e ga
L
t  www.infocid.pt
en
m
e rn
v
go www.dgrn.mj.pt
e-

 outros sites referidos na apresentação


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Esta apresentação foi concebida e compilada por Evenor


la
C

Moreira, para utilização no âmbito do Curso de Formação


em Gestão, Marketing e Fiscalidade, em b-Learning, do
as
Projecto ReQual.
a p
Et

A sua utilização, no todo ou em parte, não é permitida


ão
aç sem autorização prévia do Projecto e conhecimento do
liz
g a autor.
Le
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