Você está na página 1de 18

URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

Proteção SEP

Prof.: Diego Roberto Morais


 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

Bibliografias:
 Notas de Aula;
 Livros e demais documentos.
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

Avaliações:
 1ª nota: Avaliação escrita;
 2ª nota – Exercícios, e apresentação de um artigo;
 3ª nota - Avaliação escrita;
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

INTRODUÇÃO

SUBESTAÇÕES
OBJETIVO DA SUBESTAÇÃO
 Transformação de nível de tensão
 Manobra
 Seccionamento do Fluxo de potência
 Distribuição do Fluxo de Potência

NÍVEIS DE TENSÃO

 Média Tensão (13,8kV, 34,5kV)


 Alta Tensão (69kV,138kV, 230kV);
 Extra Alta Tensão (345kV, 440kV, 500kV, 765kV)
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

EXEMPLO DE SISTEMA
500 kV

500 kV

500 kV

230 kV
500 kV 230 kV
230 kV

500 kV
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

SETORES DE UMA SUBESTAÇÃO

 Pátio
• Bays
• Equipamento de Pátio

• Canaletas

• Malha de terra

 Casa de Comando
• Painéis de comando / IHM
• Serviços Auxiliares

• Estrutura para Operação / Manutenção

 Casa de Relés
• Painéis de Proteção
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

Tipos Usuais de Arranjo Subestações


 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

DEFINIÇÃO

O arranjo é definido pela forma de conexão de equipamentos


eletromecânicos que possibilita à subestação diferentes graus de
confiabilidade, segurança ou flexibilidade de operação, transformação
e distribuição de energia.

TIPOS USUAIS DE ARRANJO

 Barra simples
 Barra principal e transferência

 Barra dupla

 Anel

 Disjuntor e meio
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

BARRA SIMPLES

Arranjo típico em
subestações de indústrias e
de distribuição de energia

 Vantagens  Desvantagens
 Simplicidade de operação e proteção  Baixa confiabilidade
 Compacta  Baixa segurança
 Baixo custo  Baixa flexibilidade
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

BARRA PRINCIPAL E TRANSFERÊNCIA


P T

Arranjo típico em
subestações de 69kV,
aplicada ainda para 138kV e
230kV

 Vantagens
 Melhor confiabilidade em caso de falha em um disjuntor
 Possibilidade de manutenção de disjuntor sem desligamento

 Desvantagens
 Baixa segurança em caso de falha em barramento
 Baixa flexibilidade
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

BARRA DUPLA
 BARRA DUPLA A TRÊS CHAVES

 BARRA DUPLA A QUATRO CHAVES

 BARRA DUPLA A CINCO CHAVES

 Arranjo típico em subestações de 230kV e 138kV, aplicada ainda


para 345kV, 440kV e 500kV

 Melhor confiabilidade em caso de falha em um disjuntor e ou de barra


 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

BARRA DUPLA A TRÊS CHAVES

B1 B2
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

BARRA DUPLA A QUATRO CHAVES

B1 B2
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

BARRA DUPLA A CINCO CHAVES

B1 B2
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

BARRA DUPLA MAIS BARRA DE TRASFERÊNCIA


B1 B2 BT
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

ANEL

 Arranjo típico em subestações EAT


 Grande flexibilidade de operação

 Usualmente aplicada em SEs que evoluirão para arranjo Disjuntor e


meio
 URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

DISJUNTOR E MEIO

 Arranjo típico em subestações EAT


 Grande flexibilidade de operação