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Quando pesquisa no google vão ter ao velho

Moodle

http://nonio.ese.ipsantarem.pt/aeazambuja/

Devem seguir o link, …..

http://mcctic.ese.ipsantarem.pt/aeazambuja/
Élie de Beaumont
1798-
associou as Catástrofes” de Cuvier e outros autores a
1874 fases de levantamento de montanhas (orgenias)

Teoria da “Maçã enrugada” (1829)– A Terra estava


sujeita a orogenias resultante de um processo gradual
de arrefecimento
A formação de uma montanha poderia provocar alterações geológicas
suficientemente importantes para justificarem as mudanças observadas no
registo fóssil, observadas por Cuvier
Eduard Suess – Geólogo Austríaco
1831-
La Face de la Terre - publicada entre 1883 e
1914 1909 fex

Teoria das Pontes Continentais


Os continentes teriam ocupado no passado uma maior área, tendo as grandes
massas fragmentando-se no seu centro e afundando-se (subsidência, tal
como Beaumont), formando bacias oceânicas e originando forças laterais

Existência de semelhanças entre a fauna e flora fósseis em regiões


actualmente separadas por oceanos, afirmou que estas não podiam ser
explicadas se não fosse admitida a existência de ligações intercontinentais –
existência de um continente primitivo no hemisfério Sul (Gondwana)
Ocorrência de Trangresões e regressões 1º Visão de Tectónica Global
Suess propôs o modelo:

- um núcleo de níquel e ferro


que designou por NIFE;

- uma camada intermédia de


silício e magnésio, o SIMA;

- uma fina camada externa de


silício e alumínio, o SIAL
Snider-Pellegrini (1858)
- Evidencia a semelhança entre a flora fóssil de camadas de carvão nos
Estados Unidos e na Europa;
- O oceano Atlântico ter-se-ia formado a partir de uma depressão de um
continente – a Atlântida – e da abertura de um vale, na sequência do Dilúvio.

Mapas de Antonio
Snider-Pellegrini
(1858)

Frank Taylor (1860-1938) e Baker


em 1908, observaram a continuidade das montanhas recentes da Eurásia
(paralelas ao Equador) e afirmou que estas resultam da deslocação dos
continentes de latitudes altas para baixas latitudes, por acção do
movimento de rotação da Terra. 8
Os continentes e os
Fixismo ou oceanos permaneceram
sempre na mesma posição.
Imobilismo
Morfologia e
dinâmica terrestre
Explicação: ao arrefecer a
Terra sofre um processo de
Ex: Contraccionismo contracção e enrugamento.

No início do século XX esta explicação entrou em desacordo


com uma série de dados e evidências:

- a descoberta da radioactividade permitiu conhecer a


idade da Terra.
- a identificação de semelhanças entre as linhas de costa
do Atlântico Sul e a continuidade das cinturas orogénicas da
Eurásia, entre outras.
- localização das montanhas na margem dos
continentes e a sua idade decrescer a partir do centro
Alfred Wegener 1880 - 1930
nasceu em Berlim. Fez os seus
estudos nas universidades de
Heidelberg, Innsbruck e Berlim, tendo
obtido o doutoramento em astronomia.
Posteriormente interessou-se pela
meteorologia. Em 1906, realizou a sua
primeira expedição à Gronelândia,
integrado numa equipa dinamarquesa.
Em 1912, realizou nova expedição.
Entretanto foi professor de
meteorologia na Universidade de
Marburg e Director do Departamento
de Pesquisas Meteorológicas do
Observatório da Marinha de
Hamburgo. Em 1915, publicou o livro
que o tornou célebre. Em 1924, foi
trabalhar para a Universidade de Graz
(Áustria). Morreu no decurso da sua
terceira expedição à Gronelândia.
A primeira ideia de translações continentais
veio-me ao espírito em 1910. Ao considerar o
mapa do globo, fui, subitamente atingido pela
concordância das costas do Atlântico, mas ao
princípio não me detive, pois achava semelhantes
translações inverosímeis. No Outono de 1911, tive
conhecimento de conclusões paleontológicas que
admitiam a existência de uma antiga ligação por
terra entre o Brasil e a África. Isto levar-me-ia a
fazer um exame prévio e sumário dos resultados
relacionados com o problema das translações.

in Wegener, A. – A Génese dos Continentes e dos Oceanos


Explicação: os
continentes, formados Argumentos de
Teoria da Deriva Wegener (evidências
por materiais mais
Morfologia e dos Continentes positivas):
leves, ter-se-iam
dinâmica terrestre (mobilisno)
deslocado no decurso
da história da Terra. - geodésicos;
As montanhas - morfológicos;
resultavam de - geológicos;
colisões entre massas - paleontológicos;
continentais. - paleoclimáticos.

Dificuldades com que se deparou a Teoria:

1. de natureza científica
- críticas aos vários argumentos;
- críticas ao mecanismo com que Wegener
justificava o movimento lateral dos
continentes.

2. de natureza social/política
Julho/Setembro, 2005
Biogeografia /
Os críticos Paleogeografia /
Geodesia

Teoria da Deriva
dos Continentes
WEGENER

Contexto
Socioeconómico
1926, Nova York –
e Cultural
CONGRESSO DA
Geofísica
Resistência
ASSOCIAÇÃO AMERICANA
à Mudança
DOS GEÓLOGOS DO
PETRÓLEO (AAPG) 18
Argumentos Geográficos
A complementaridade entre as costas Africana e Sul-Americana não é perfeita,
argumentaram os defensores do ideal fixista.

Os defensores do ideal mobilista realizaram outras tentativas de encaixe dos


continentes Africano e Sul-Americano através de simulações em computador
realizadas:

- a 200 m abaixo do nível médio das águas do mar


- sobre um globo em vez de se fazer num planisfério.

 
Desenhos esquemáticos figurativos de autoria de John Holden, para representar o ajustamento dos
continentes, existindo uma certa harmonia de um e do outro lado das linhas de costa (Wyllie, 1979).
Argumentos Paleontológicos

O estudo dos fósseis anteriores


a 225 M.a. - Lystrossauros,
Cynognathus, Mesossaurus e
Glossopteris - permitiu traçar as
regiões habitadas por esses
animais na Terra. Esses dados
estão expostos no mapa
seguinte:

- existe grande semelhança entre as faunas da América do Sul, África,


Antártida e Índia.

- existe grande semelhança no conteúdo fossilífero nas séries


sedimentares do paleozóico, após o que ocorre alguma divergência.
Argumentos Geológicos

- Verificou-se que tanto na África


como na América do Sul existem
maciços rochosos muito antigos,
datados de há 2000 M.a.

- Sequências sedimentares e
bacias carboníferas do paleozóico
são semelhantes.

Schucert (1928) perguntava porque é que o Pangeia foi um supercontinetente


durante tanto tempo e se fragmentou repentinamente há 100 Ma (?). Se as
montanhas terciárias, como, por exemplo os Alpes, Himalaias, montanhas
Rochosas e Andes devem a sua origem à deriva dos continentes, o que dizer
das velhas cadeias Caledónicas???
Argumentos Paleoclimáticos
Durante o período de vida de Wegener, os
cientistas descobriram evidências de que, no
passado, os glaciares cobriram partes da
África, Austrália, Índia e da América do Sul.

- Florestas de tipo equatorial, no Paleozóico (na antiga Laurássia),


hoje situadas desde da peninsula ibérica até ao Norte da Europa;

- Simultaneamente, regiões no Gondwana, estavam submetidas a


regime glaciário, localizando-se hoje em regiões tropicais.;

Wegener, defendia que eram os pólos que se


deslocavam, determinando, a correspondente
mobilidade das zona climáticas

Críticos: era um exagero pretender provar a existência do


Gondwana com base no vestígio de moreias glaciárias.
Argumentos Geofísicos
A força de Eötvös (Polflucht), resulta do
centro de gravidade G do continente ser
distinto do centro de acção P da força de
Arquimedes o que provoca que no interior de
um planeta elipsóide a direcção da gravidade
se afaste da normal à superfície.

Mas a teoria da deriva dos continentes enfrentou uma grande dificuldade:


desde o início do século XX que a sismologia tinha demonstrado que o globo
era sólido, sendo assim como era possível os continentes deslocarem-se num
meio deste tipo?

Com base nos movimentos isostáticos,


Wegener defendeu que o SIMA embora sólido
se poderia comportar como um liquido,
permitindo movimentos horizontais do que
estava por cima.
- Jeffreys (1924) afirmava que estas
forças eram “ridículas”, pois as leis
físicas não permitem o deslocamento
dos continentes, a crosta Terrestre é
demasiado rígida para que as forças
invocadas a possam deformar.

Argumentos Geodésicos:

As medidas geodésicas sobre o afastamento da Gronelândia eram


duvidosas. Wegener afirmava que a Gronelândia se deslocava para
Oeste, 1.6 Km por ano, vindo depois a sugerir o valor de 36cm/ano
bem como a América 1m para Oeste. A realidade contrariava-o!!!
Principais
Explicação: argumentos em
O globo terrestre é apoio:
Teoria da formado por várias
Tectónica de placas litosféricas. - dados
Morfologia e dinâmica paleomagnéticos,
terrestre
Placas Nos contactos entre
associados ao
(mobilismo) estas ocorrem, entre modelo da expansão
outros, processos de dos fundos
formação, destruição e oceânicos;
transformação da -dados sísmicos e
litosfera. vulcânicos;
-Idade do fundo dos
oceanos

Novas questões que a Teoria procura


explicar:

- Existirá realmente uma astenosfera?


- Serão as placas litosféricas rígidas como se
tem afirmado?
Durante muito tempo a sua teoria foi colocada de parte por falta
de provas para o movimento dos continentes, no entanto uma
nova era estaria prestes a começar com o fim da Segunda Guerra
Mundial

Em 1939, nove anos após a morte de Wegener,


teve início a 2.a Guerra Mundial, cujos efeitos
abrangeram várias áreas, fazendo com que se
explorassem territórios outrora desconhecidos
Submersível ROV Mapeamento Observatório
por sonar Perfuração
tripulado permanente

O desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia permitiu estudar os


fundos oceânicos e descobrir que a litosfera está fragmentada em
placas litosféricas que se movem e interagem entre si. Estes
movimentos são explicados pela teoria da tectónica de placas.
Toda a tecnologia utilizada na Guerra, vai ser agora finalmente colocada ao
serviço da ciência, permitindo novas descobertas. E uma dessas descobertas
estaria ligada à Teoria da Deriva Continental de Wegener

A Teoria da Expansão dos Oceanos

O fundo dos oceanos alastrava a partir do centro (rifte)


em direcção às margens onde é destruído
(subducção).

Harry Hess, um geólogo americano


que esteve ao serviço da marinha
americana durante a II Guerra Mundial,
deu continuidade ao trabalho de
Wegener, tendo contribuído para a
caracterização do fundo dos oceanos.
E posteriormente para o lançamento de
Harry Hess1906 - 1969 uma nova Teoria sobre a Pangeia….
Arthur Holmes (1890-1965)
Holmes, professor de geologia na Universidade de
Edimburgo, formulou em 1945 um modelo premonitório
do que viria a ser a Teoria da Tectónica de Placas.

A primeira ideia sobre as correntes de convecção foi apresentada, em 1928,


por Anthony Holmes, professor de uma universidade do Reino Unido. O
professor americano, Harry Hess, em 1962, propôs um primeiro modelo, que
sugeria que o movimento das placas tectónicas era consequência das 
correntes de convecção preconizadas por Holmes a qual foi apelidade de
Geopoesia

Correntes de conveccção
 os materiais quentes da
parte inferior
do manto sobem até ao
limite superior
da astenosfera e os
materiais frios descem,
gerando-se correntes
circulares desses materiais
O conhecimento do relevo dos fundos oceânicos foi fundamental
para compreender a mobilidade dos continentes e a formação
das cadeias montanhosas.
Idade e Mofologia da Crosta Oceânica

1 e 2.1
Idade e Morfologia da Crosta Oceânica

A idade dos basaltos dos fundos oceânicos, assim como a dos


sedimentos que os cobrem, é mais elevada à medida que nos
afastamos da dorsal.
https://www.geolsoc.org.uk/Plate-Tectonics/
Placas
agrupamento de rochas que se movem na
mesma direcção. Podem ser constituídas por
crosta oceânica, continental ou ambas

Tipo de contacto entre


placas
- Divergente ou construtivo: cristas médio-oceânicas
- Convergente ou Destrutivo: zonas de colisão; Arcos
Vulcânicos
- Transformante ou Conservativo: Falha de St. André
Em 1967, Jason Morgan sintetizou as diversas contribuições,
desenvolvendo uma primeira hipótese «plaquista». Ele supôs que
a litosfera estava formada por uma série de blocos perfeitamente
rígidos, deslocando-se uns em relação aos outros. O movimento
de um bloco poderia ser descrito por uma simples rotação entre a
sua posição inicial e final, rotação definida por um eixo passando
pelo centro da Terra e uma velocidade angular.
8

Distribuição dos sismos a nível mundial


7
L
O
C
A
L
I
Z
Ç
Ã
O
DOS
A
Ç
O
R
E
S
Exemplos de Limites de Placas
O-C O-O C-C O-O
convergente divergente divergente divergente

O-O O-O O-C


convergente divergente convergente
Velocidade relativa e movimento
das placas
Expansão rápida:
rápida >6 cm/ano
Expansão lenta:
lenta < 3 cm/ano

Data from C. Demets, R.G> Gordon, D.F. Argus, and S. Sten, Model Nuvel-1, 1990
Placas Oceânicas
Velocidade
Rápida
mais de 6cm/s
(entram em subducção)
Lenta
menos de 4cm/s
(não entram em subducção)

Placas rápidas - Pacífico, Nazca, Indo-Australiana, Cocos e Filipinas – entram


em subducção em mais de 20% do seu perímetro

Placas lentas - Africana, EuroAsiática, Norte e Sul Americana, Antárctica, Árabe e


Caraíbas – não entram em subducção ou entram muito pouco

- ??A velocidade não está só correlacionada com a extensão das


dorsais que as acompanham, mas também a subducção o principal
motor do movimento das placas??
5
Figura - Esquema representativo do mecanismo básico da Tectónica de placas,
evidenciando a convecção do material do manto ( BAPTISTA et al., 1995).
LIMITES DIVERGENTES

Dorsais oceânicas

Características

- Rifte central (prof.=1000m ; larg=10 a 50 Km)


- Produção de sismos superficiais
1.
- Produção de grandes quantidades de basalto
- Ocorrência de falhas transformantes
Características das emissões

- Raramente existem cones


com crateras

- Emissões são
essencialmente fissurais

- Sem explosões ou projecções


(a fase gasosa permanece na
lava devido à elevada pressão
(200 a 300 xs a pressão
atmosférica)

Dorsal de Lakigigar, situada na parte


emergente da dorsal que separa a
placa Americana e EuroAsiática .
115 cones ao longo de 25 km
Islândia, “cortada” pelo rifte médio-atlântico

Placa
Euroasiáti
ca
Placa
Norte-
Americana

63
Rifts continentais
• Início da formação de um oceano por
estiramento da crosta (forças distensivas)
• Tipo de rochas produzidas: basaltos
(vulcanismo alcalino – magma proveniente
do manto profundo)

1.2.

Ex: Rift Oriental Africano, Rio


Grande (América do Norte), Baikal
(Ásia),
Mar Vermelho* - com golfo de Suez e de Aqaba,
em cima

O Golfo de Suez
Com orientação NW-SE, abriu-se
durante o Miocénico, no seio do
cratão arábico-africano
Formação de um vale de rift devido a forças distensivas entre a placa Africana e a
placa Arábica, o qual foi preenchido pelo mar vermelho

O diagrama evidencia um sistema de falhas normais paralelas que se afundam


progressivamente, por baixo do mar.
O grande rifte Africano

67
Carta estrutural simplificada
do rifte este-africano (segundo
Chorowicz, 1983)

Este rifte é constituído,


verdadeiramente, por dois ramos
que mudam de sentido de um lado e
do outro do alinhamento de Assua
(limite transformante intracontinental).
Nesta zona de mudança, o lago
Vitória, pouco profundo e com
pequena taxa de sedimentação,
separa os dois referidos ramos e
contrasta com os lagos que
demarcam estes últimos.
A sua origem está associada aos
soerguimentos dos bordos destes
riftes, tanto a oeste como a leste,
soerguimentos que desenham uma
depressão natural, intermédia.

O abertura iniciou-se no Miocénico


(23-5 M.a) e o seu enchimento foi
continental ou lacustre. Os depósitos
podem atingir 8000 metros de
espessura
LIMITES CONSERVATIVOS
Falhas de desligamento
Movimento horizontal dos
blocos paralelos, em direcções
opostas

Falhas transformantes
(porque muitas vezes terminam em
zona de subducção)

Associadas às dorsais
oceânicas. Podem possuir
Gudmundar E. Sigvaldason
movimentos no mesmo
sentido ou opostos,
semelhantes aos das falhas
desligantes.
Nas falhas transformantes o deslocamento entre os locais A
e B dorsal não varia. O único movimento que se observa é
o de acreção ocêanica, isto é, o movimento de tapete
rolante do fundo oceânico.

É apenas no segmento que separa os dois troços da dorsal


que os deslocamentos se fazem em sentido contrário
e que se observam, por essa razão, focos sísmicos.
Mapa ilustrativo dos
diferentes limites
transformantes do
Pacífico Oriental
Interpretar ….
Localização geográfica da Falha de S.to André

4 a 6.5 cm por ano


1200 Km em 30 M.A.
Deslocação de
terrenos
provocada pelo
movimento das
placas litosféricas 77
LIMITES CONVERGENTES
Cadeias Montanhosa de margem continental
Oceano-Continente
ocorre subducção, a litosfera oceânica, mergulha sob a
placa continental (ex: Andes)

3.
Os Andes

79
A- Norte do Peru: plano pouco
inclinado, regime compressivo à
superfície, ausência de vulcanismo.

B - Sul do Peru: plano mais acentuadamente inclinado, regime


distensivo à superfície, vulcanismo.
Oceano-Oceano
Arcos ilha ou arcos insulares:

Características:

cintura tectónica de grande sismicidade

a libertação de magma tipo Andesítico, devido à fusão do


manto que fica por cima da placa subductada, dando origem
a arcos vulcânicos

rodeado por uma fossa oceânica

Exs: Japão, ilhas


Marianas,
Arquipélago de
Tonga, Vanuaatu,
Fiji, Martinica…

3.1
A crosta oceânica, à medida
que se afasta da dorsal ao
ficar mais fria, torna-se mais
densa, ficando mais densa
que a própria astenosfera.

Um dos bordos das duas


placas bascula e mergulha na
astenosfera.

Convergência
Oceano–Oceano
Fossa oceânica

83
Fossa das Marianas

Ocorre subducção de uma placa sob a outra, ambas


revestidas por crosta oceânica. A placa que não
mergulha tem tendência a enrugar e formar
montanhas submarinas, que poderão evoluir para
ilhas emersas.

Profundidade -
11,033m

O local mais profundo à


superfície da Terra
Arco Intra-Oceânico do
Pacífico Ocidental

- Arquipélago de Tonga a
NE da Nova Zelândia

- Arquipélago de Vanuatu
e das Figi
Continente-Continente
colisão de um arco insular com um continente (ex: ilhas Formosa –
resultante da colisão do arco insular das Filipinas com a margem chinesa da
placa euro-asiática) ou entre dois continentes (ex: Himalaias, Alpes)

4.
• Produto da colisão entre a Índia e a Ásia.
• A colisão começou há 65 milhões de anos,
continuando hoje.
• Antes da colisão o sul da Ásia seria
semelhante aos Andes de hoje.

4
Resumo…
Forças Tipo de
Limite Resultado Exemplo
envolvidas limite
Fossas Fossa das
Compressivas
Convergente Destrutivo oceânicas / Marianas /
(A)
montanhas Himalaias

Distensivas Dorsal
Divergente Construtivo Vales de rifte
(B) Médio-Atlântica

Deslizantes
Transformant ou Conservativ Falha de Santo
Falhas
e Cisalhantes o André
(C)

A B C 92
PREVER O FUTURO com base no conhecimento actual
formación de un rift continental (1).
Cada segmento de ese continente se transforma en una nueva placa independiente que crece mediante
la incorporación de nueva litosfera con formación de una dorsal (2).
Al separarse las dos placas aparece y crece un nuevo océano (fase oceánica) (3).
A cierta distancia de la dorsal puede romperse la unión de la nueva litosfera oceánica y formarse una
zona de subducción, que ahora irá consumiendo litosfera (4)(5).
El océano generado por la rotura del antiguo continente puede desaparecer colisionando las dos masas
que al principio del ciclo formaban una unidad (colisión) (6).
 
É o ciclo completo de formação, desenvolvimento e fechamento de um
oceano relacionado à tectônica de placas, que envolve rifteamento,
subsidência, abertura do Oceano, início da subducção, fechamento da bacia oceânica
e, eventualmente, colisão continente-continente. Esta ideia foi inicialmente proposta por John
Tuso Wilson (1908-1993) em seu trabalho “Did the Atlantic close and then re-open?” publicado
na Nature de 1966.

https://www.youtube.com/watch?v=Kg_UBLFUpYQ