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SUPER REVISÃO 7º SEMESTRE

Prof. Tiago Megale

ME AXUUUUDE !
1 – Um grupo econômico é formado pelas sociedades empresárias X, Y e Z.
Com a crise econômica que assolou o país, todas as empresas do grupo
procuraram formas de reduzir o custo de mão de obra. Para evitar dispensas, a
sociedade empresária X acertou a redução de 10% dos salários dos seus
empregados por convenção coletiva; Y acertou a mesma redução em acordo
coletivo; e Z fez a mesma redução, por acordo individual escrito com os
empregados. Diante da situação retratada e da norma de regência, assinale a
afirmativa correta.
A) As empresas estão erradas, porque o salário é irredutível, conforme previsto na
Constituição da República.
B) Não se pode acertar redução de salário por acordo coletivo nem por acordo
individual, razão pela qual as empresas Y e Z estão erradas.
C) A empresa Z não acertou a redução salarial na forma da lei, tornando-a inválida.
D) As reduções salariais em todas as empresas do grupo foram negociadas e, em
razão disso, são válidas.
Comentários:
A questão cobrou a exceção à intangibilidade salarial.

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros


que visem à melhoria de sua condição social:
VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo
coletivo;

Segundo a CF, art. 7º, VI, a redução de salários somente pode se


dar por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho.
1 – Um grupo econômico é formado pelas sociedades empresárias X, Y e Z.
Com a crise econômica que assolou o país, todas as empresas do grupo
procuraram formas de reduzir o custo de mão de obra. Para evitar dispensas, a
sociedade empresária X acertou a redução de 10% dos salários dos seus
empregados por convenção coletiva; Y acertou a mesma redução em acordo
coletivo; e Z fez a mesma redução, por acordo individual escrito com os
empregados. Diante da situação retratada e da norma de regência, assinale a
afirmativa correta.
A) As empresas estão erradas, porque o salário é irredutível, conforme previsto na
Constituição da República.
B) Não se pode acertar redução de salário por acordo coletivo nem por acordo individual,
razão pela qual as empresas Y e Z estão erradas.
C) A empresa Z não acertou a redução salarial na forma da lei, tornando-a
inválida.
D) As reduções salariais em todas as empresas do grupo foram negociadas e, em razão
disso, são válidas.
2 – A relação de emprego somente ocorre se estão presentes os
elementos que a caracterizam; sem eles, não se pode configurá-la
como tal. Assim, os elementos que caracterizam o vínculo
empregatício estabelecido por essa relação, são o(a):
A) Fundo de Garantia por Tempo de Serviço; as férias; o 13º salário; o
seguro-desemprego; o salário-família.
B) contrato de trabalho; a pessoa jurídica; a convenção coletiva de
trabalho; a habitualidade; a pessoalidade.
C) Salário; a remuneração; o adicional noturno; a convenção coletiva de
trabalho; o aviso-prévio.
D) Pessoa física; a continuidade; a subordinação; a onerosidade; a
pessoalidade.
E) pessoa jurídica; o empregado; a impessoalidade; a descontinuidade; a
onerosidade.
2 – A relação de emprego somente ocorre se estão presentes os
elementos que a caracterizam; sem eles, não se pode configurá-la
como tal. Assim, os elementos que caracterizam o vínculo
empregatício estabelecido por essa relação, são o(a):
A) Fundo de Garantia por Tempo de Serviço; as férias; o 13º salário; o
seguro-desemprego; o salário-família.
B) contrato de trabalho; a pessoa jurídica; a convenção coletiva de
trabalho; a habitualidade; a pessoalidade.
C) Salário; a remuneração; o adicional noturno; a convenção coletiva de
trabalho; o aviso-prévio.
D) Pessoa física; a continuidade; a subordinação; a onerosidade; a
pessoalidade.
E) pessoa jurídica; o empregado; a impessoalidade; a descontinuidade; a
onerosidade.
3 – De acordo com o entendimento sumulado pelo TST – Tribunal Superior do
Trabalho, é correto afirmar que o jus postulandi das partes, estabelecido no art.
791 da CLT, limita-se às Varas do Trabalho:
A) E aos Tribunais Regionais do Trabalho, alcançando a ação rescisória, a ação
cautelar, o mandado de segurança e os recursos de competência do Tribunal Superior
do Trabalho.
B) E aos Tribunais Regionais do Trabalho, não alcançando a ação rescisória, a ação
cautelar, o mandado de segurança e os recursos de competência do Tribunal Superior
do Trabalho.
C) Não alcançando os Tribunais Regionais do Trabalho, a ação rescisória, a ação
cautelar, o mandado de segurança e os recursos de competência do Tribunal Superior
do Trabalho.
D) E aos Tribunais Regionais do Trabalho, alcançando a ação rescisória, a ação
cautelar, o mandado de segurança, mas não os recursos de competência do Tribunal
Superior do Trabalho.
3 – De acordo com o entendimento sumulado pelo TST – Tribunal Superior do
Trabalho, é correto afirmar que o jus postulandi das partes, estabelecido no art.
791 da CLT, limita-se às Varas do Trabalho:
A) E aos Tribunais Regionais do Trabalho, alcançando a ação rescisória, a ação
cautelar, o mandado de segurança e os recursos de competência do Tribunal Superior
do Trabalho.
B) E aos Tribunais Regionais do Trabalho, não alcançando a ação rescisória, a
ação cautelar, o mandado de segurança e os recursos de competência do
Tribunal Superior do Trabalho.
C) Não alcançando os Tribunais Regionais do Trabalho, a ação rescisória, a ação
cautelar, o mandado de segurança e os recursos de competência do Tribunal Superior
do Trabalho.
D) E aos Tribunais Regionais do Trabalho, alcançando a ação rescisória, a ação
cautelar, o mandado de segurança, mas não os recursos de competência do Tribunal
Superior do Trabalho.
4 – Os princípios exercem um papel constitutivo, cuja
interpretação leva em consideração os valores que os
compõem. Nesse sentido, o entendimento jurisprudencial
adotado pelo Tribunal Superior do Trabalho de que o
encargo de provar o término do contrato de trabalho, quando
negados a prestação de serviço e o despedimento é do
empregador está embasado no princípio:
a) Protetor
b) Da Primazia da Realidade
c) Da irrenunciabilidade
d) Da Continuidade da Relação de Emprego
e) Da Boa-fé Subjetiva
4 – Os princípios exercem um papel constitutivo, cuja
interpretação leva em consideração os valores que os
compõem. Nesse sentido, o entendimento jurisprudencial
adotado pelo Tribunal Superior do Trabalho de que o
encargo de provar o término do contrato de trabalho, quando
negados a prestação de serviço e o despedimento é do
empregador está embasado no princípio:
a) Protetor
b) Da Primazia da Realidade
c) Da irrenunciabilidade
d) Da Continuidade da Relação de Emprego
e) Da Boa-fé Subjetiva
5 – Reclamatória foi ajuizada para pleitear o pagamento de adicional de horas
extras. Na análise dos documentos instrutórios, notou-se que, no período em
que se baseou o pedido, existia Convenção Coletiva da categoria fiando o
referido adicional em 52% sobre a hora normal, contrato de trabalho entre as
partes indicando adicional de 60% sobre a hora normal e regulamento da
empresa determinando adicional de 65% sobre a hora normal.
Considerando-se que a Constituição Federal de 1988 (CF) prevê que o referido
adicional deve ser pago no patamar mínimo de 50% sobre a hora normal, à luz
da hierarquia das fontes de direitos, na seara trabalhista, caso o pedido seja
deferido, deve ser aplicado o adicional previsto:
a) No contrato de trabalho
b) Na CF
c) Na Convenção Coletiva da Categoria
d) No Regulamento da Empresa
e) Nenhuma das alternativas
5 – Reclamatória foi ajuizada para pleitear o pagamento de adicional de horas
extras. Na análise dos documentos instrutórios, notou-se que, no período em
que se baseou o pedido, existia Convenção Coletiva da categoria fiando o
referido adicional em 52% sobre a hora normal, contrato de trabalho entre as
partes indicando adicional de 60% sobre a hora normal e regulamento da
empresa determinando adicional de 65% sobre a hora normal.
Considerando-se que a Constituição Federal de 1988 (CF) prevê que o referido
adicional deve ser pago no patamar mínimo de 50% sobre a hora normal, à luz
da hierarquia das fontes de direitos, na seara trabalhista, caso o pedido seja
deferido, deve ser aplicado o adicional previsto:
a) No contrato de trabalho
b) Na CF
c) Na Convenção Coletiva da Categoria
d) No Regulamento da Empresa
e) Nenhuma das alternativas
6 – Doralice é empregada da Faculdade “XZ” exercendo a função
de auxiliar administrativo. Além do salário mensal de Doralice a
faculdade lhe dá como utilidade o curso de Administração de
Empresas, fornecendo matrícula, as mensalidades, bem como
livros e material didático. Neste caso,
a) apenas a matrícula e as mensalidades são consideradas como
salário.
b) todas as utilidades fornecidas pela Faculdade não são consideradas
como salário.
c) apenas as mensalidades são consideradas como salário.
d) todas as utilidades fornecidas pela Faculdade são consideradas
como salário.
e) apenas os livros e o material didático são considerados como
salário.
O § 2º DO ARTIGO 458 DA CLT, NÃO CONSIDERANDO COMO SALÁRIO,
DESDE QUE COMPREENDIDO A TODOS OS EMPREGADOS, AS
SEGUINTES UTILIDADES:
•vestuários, equipamentos e outros acessórios fornecidos aos empregados e utilizados no
local de trabalho, para a prestação do serviço;
•educação, em estabelecimento de ensino próprio ou de terceiros, compreendendo os valores
relativos a matrícula, mensalidade, anuidade, livros e material didático;
•transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno, em percurso servido ou
não por transporte público;
•assistência médica, hospitalar e odontológica, prestada diretamente ou mediante seguro-
saúde;
•seguros de vida e de acidentes pessoais;
•previdência privada.

Com esta lei, o legislador procurou estimular o empregador a proporcionar melhores


condições de trabalho ao empregado, desonerando vários itens que, até então, eram
considerados como salário utilidade.
6 – Doralice é empregada da Faculdade “XZ” exercendo a função
de auxiliar administrativo. Além do salário mensal de Doralice a
faculdade lhe dá como utilidade o curso de Administração de
Empresas, fornecendo matrícula, as mensalidades, bem como
livros e material didático. Neste caso,
a) apenas a matrícula e as mensalidades são consideradas como
salário.
b) todas as utilidades fornecidas pela Faculdade não são
consideradas como salário.
c) apenas as mensalidades são consideradas como salário.
d) todas as utilidades fornecidas pela Faculdade são consideradas
como salário.
e) apenas os livros e o material didático são considerados como
salário.
7 – Considera-se como regras de proteção à maternidade, de acordo com a
Consolidação das Leis do Trabalho:
a) licença de cento e vinte dias, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade no
emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.
b) licença de cento e vinte dias, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade no
emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cento e oitenta dias após o
parto.
c) licença de cento e oitenta dias, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade
no emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cento e vinte dias após o
parto.
d) licença de cinco meses, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade no
emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cento e vinte dias após o
parto.
e) licença de cento e vinte dias, sem prejuízo do emprego e do salário e, apenas para as
empregadas urbanas, estabilidade no emprego pelo período desde a confirmação da
gravidez até cinco meses após o parto.
7 – Considera-se como regras de proteção à maternidade, de acordo com a
Consolidação das Leis do Trabalho:
a) licença de cento e vinte dias, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade
no emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o
parto.
b) licença de cento e vinte dias, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade no
emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cento e oitenta dias após o
parto.
c) licença de cento e oitenta dias, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade
no emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cento e vinte dias após o
parto.
d) licença de cinco meses, sem prejuízo do emprego e do salário, e estabilidade no
emprego pelo período desde a confirmação da gravidez até cento e vinte dias após o
parto.
e) licença de cento e vinte dias, sem prejuízo do emprego e do salário e, apenas para as
empregadas urbanas, estabilidade no emprego pelo período desde a confirmação da
gravidez até cinco meses após o parto.
8 – Desconsiderando exceções, quando da despedida sem
justa causa, o empregado faz jus ao pagamento de aviso
prévio, 13o salário, férias vencidas acrescidas de 1/3, férias
proporcionais acrescidas de 1/3 e saldo de salário.
Além desses direitos, o empregado também receberá o valor
da multa sobre os depósitos do FGTS. Essa multa é de:
a) 30%
b) 35%
c) 38%
d) 40%
e) 45%
8 – Desconsiderando exceções, quando da despedida sem
justa causa, o empregado faz jus ao pagamento de aviso
prévio, 13o salário, férias vencidas acrescidas de 1/3, férias
proporcionais acrescidas de 1/3 e saldo de salário.
Além desses direitos, o empregado também receberá o valor
da multa sobre os depósitos do FGTS. Essa multa é de:
a) 30%
b) 35%
c) 38%
d) 40%
e) 45%
9 – Viviane e Carolina receberam aviso prévio de sua empregadora,
a empresa Z, relacionado à rescisão de seus contratos de trabalho
por prazo indeterminado. O aviso prévio de Viviane é indenizado e o
de Carolina não. Assim, o pagamento relativo ao período de:
a) ambos os avisos estão sujeitos à contribuição para o FGTS.
b) apenas o aviso prévio de Viviane está sujeito à contribuição para o
FGTS.
c) apenas o aviso prévio de Carolina está sujeito à contribuição para o
FGTS.
d) ambos os avisos estão sujeitos à contribuição para o FGTS, mas a
contribuição do aviso de Viviane é pela metade.
e) ambos os avisos estão sujeitos à contribuição para o FGTS, mas a
contribuição do aviso de Carolina é pela metade.
9 – Viviane e Carolina receberam aviso prévio de sua empregadora,
a empresa Z, relacionado à rescisão de seus contratos de trabalho
por prazo indeterminado. O aviso prévio de Viviane é indenizado e o
de Carolina não. Assim, o pagamento relativo ao período de:
a) ambos os avisos estão sujeitos à contribuição para o FGTS.
b) apenas o aviso prévio de Viviane está sujeito à contribuição para o
FGTS.
c) apenas o aviso prévio de Carolina está sujeito à contribuição para o
FGTS.
d) ambos os avisos estão sujeitos à contribuição para o FGTS, mas a
contribuição do aviso de Viviane é pela metade.
e) ambos os avisos estão sujeitos à contribuição para o FGTS, mas a
contribuição do aviso de Carolina é pela metade.
10 – Hércules firmou contrato de trabalho com uma empresa de consultoria em
informática para trabalhar no município de Goiânia. Há uma cláusula contratual
prevendo como condição do seu trabalho a possibilidade de transferência. Após três
meses, o empregado foi transferido para a filial da empresa localizada na cidade de
Catalão, por real necessidade do serviço, permanecendo nesse novo local por quatro
meses e retornando a Goiânia. Nessa situação, é correto afirmar que:
a) a transferência é lícita, mesmo que não houvesse consentimento do trabalhador, em
razão da real necessidade dos serviços do empregador, e pelo seu poder de direção.
b) somente se houvesse o pagamento de adicional de transferência no importe de 20%
sobre o valor do seu salário é que seria considerada lícita a transferência.
c) a transferência não é lícita porque causou prejuízos ao trabalhador em relação ao seu
convívio familiar, sendo nula a cláusula de alteração contratual e devida uma indenização.
d) a transferência ocorreu de forma lícita ante a cláusula contida no contrato prevendo essa
condição de alteração contratual em razão da real necessidade de serviço.
e) a lei trabalhista não considera transferência ilícita aquela que resultar em mudança de
municípios dentro do mesmo Estado da Federação.
Art. 469 - Ao empregador é vedado transferir o empregado, sem
a sua anuência, para localidade diversa da que resultar do
contrato, não se considerando transferência a que não acarretar
necessariamente a mudança do seu domicílio.
§ 1º - Não estão compreendidos na proibição deste artigo: os
empregados que exerçam cargo de confiança e aqueles cujos
contratos tenham como condição, implícita ou explícita, a
transferência, quando esta decorra de real necessidade de
serviço. 
10 – Hércules firmou contrato de trabalho com uma empresa de consultoria em
informática para trabalhar no município de Goiânia. Há uma cláusula contratual
prevendo como condição do seu trabalho a possibilidade de transferência. Após três
meses, o empregado foi transferido para a filial da empresa localizada na cidade de
Catalão, por real necessidade do serviço, permanecendo nesse novo local por quatro
meses e retornando a Goiânia. Nessa situação, é correto afirmar que:
a) a transferência é lícita, mesmo que não houvesse consentimento do trabalhador, em
razão da real necessidade dos serviços do empregador, e pelo seu poder de direção.
b) somente se houvesse o pagamento de adicional de transferência no importe de 20%
sobre o valor do seu salário é que seria considerada lícita a transferência.
c) a transferência não é lícita porque causou prejuízos ao trabalhador em relação ao seu
convívio familiar, sendo nula a cláusula de alteração contratual e devida uma indenização.
d) a transferência ocorreu de forma lícita ante a cláusula contida no contrato
prevendo essa condição de alteração contratual em razão da real necessidade de
serviço.
e) a lei trabalhista não considera transferência ilícita aquela que resultar em mudança de
municípios dentro do mesmo Estado da Federação.
MUITO OBRIGADO!

BONS ESTUDOS!