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SOBRE A GERAÇÃO “Y”

AUTOESTIMA
ENTREVISTA
AUTOESTIMA

1. O QUE É AUTOESTIMA E COMO SE


DESENVOLVE?

2. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS COMPONENTES DA


SOBRE A GERAÇÃO “Y”

AUTOESTIMA?

3. QUAL A RELAÇÃO ENTRE A AUTOESTIMA E A


AUTOINFLAÇÃO?

4. QUAIS OS RESULTADOS DA AUTOINFLAÇÃO?

5. QUAIS OS EFEITOS COLATERAIS PELA


DIMINUIÇÃO DA COMPETIÇÃO, AS
RECOMPENSAS SEM MERECIMENTO E AS ALTAS
EXPECTATIVAS DE EXCELÊNCIA?
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
DADOS GERAIS

 Sabem o que querem (grandes coisas) e quando (agora), mas


raramente vê-se um plano prático e realista para o presente.
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

Seus grandes planos e expectativas, sem o conhecimento e a


experiência que os respaldem, são consequência direta de
um movimento geracional de incentivo à autoestima e à
confiança na criação e educação dos pais Boomers ou X.

 A boa intenção tornou-se um problema a partir da frase:


“Você pode ser o que quiser”, sem os benefícios da
experência de vida e uma base de vitórias, humildade e
capacidade de aprender com os erros realmente conquistada.
AUTOESTIMA
TEXTO RESUMO
• Nosso autoconceito determina nosso destino, isto é, a visão mais profunda de nós mesmos,
influencia todas as nossas escolhas significativas e todas as nossas decisões e, portanto, determina o
tipo de vida que criamos para nós.
• O autoconceito afeta os nossos sentimentos e o nosso comportamento.
• A AUTOCONFIANÇA - sentimento de competência pessoal.
• O AUTORRESPEITO - sentimento de valor pessoal.
•“Uma vez que a autoestima positiva é o sentimento, a experiência e a convicção de ser adequado à
vida e aos seus desafios, e que a nossa mente é a ferramenta básica da sobrevivência, o pilar central da
autoestima saudável é a política de viver conscientemente - o que acarreta racionalidade, honestidade e
integridade.”
•“Viver conscientemente é viver de maneira responsável em relação à realidade, com respeito por fatos,
conhecimento e verdade, e uma política de gerar um nível de consciência apropriado aos nossos atos.”
• O nível de nossa autoestima não pode ser mais alto que o nível de nossa auto aceitação.”
• “Se queremos proteger nossa autoestima, precisamos saber como avaliar de maneira adequada o
nosso próprio comportamento.
• Autoconfiança e auto respeito são sustentados por uma vida conduzida com autenticidade.
• Significa viver com assertividade - aquilo que pensamos, valorizamos e sentimos manifestamos no
mundo.
• Ao apoiar a autoestima dos outros, apoiamos a nossa própria. Assim a autoestima é beneficiada
quando vivemos com benevolência.”
AUTOESTIMA
TEXTO RESUMO

•Viver CONSCIENTEMENTE

•Viver com AUTO-ACEITAÇÃO

•Viver com RESPONSABILIDADE

•Viver com AUTENTICIDADE

•Viver com BENEVOLÊNCIA


SELF
É aquilo que sabemos a
respeito de nós mesmos.
AUTOCONCEITO

É quem e o que, consciente


SOBRE A GERAÇÃO “Y”

e inconscientemente,
pensamos que somos.
AUTOESTIMA

É como nos sentimos a


respeito de nós mesmos.
É o componente avaliador do
AUTOINFLAÇÃO
autoconceito.
Ego pouco desenvolvido,
atuando mais no nível do
Ideal.
O AUTOCONCEITO

•Nosso autoconceito determina nosso destino, isto é, a


visão mais profunda de nós mesmos, influencia todas
as nossas escolhas significativas e todas as nossas
decisões e, portanto, determina o tipo de vida que
criamos para nós.

•O autoconceito afeta os nossos sentimentos e o nosso


comportamento.
O QUE É AUTOESTIMA

 É a impressão que as pessoas têm de si mesmas. a relação que


mantenho com os outros (e como eu trabalho com eles) é reflexo
da minha relação comigo mesmo.
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 É mais do que um senso inato de valor próprio. É a disposição


para experimentar a si mesmo como alguém competente para
lidar com os desafios básicos da vida e ser merecedor da
felicidade.

 A autoestima torna-se consistente quando sinto que eu sou importante


(faço diferença) sinto-me competente para lidar com as várias
situações da vida e gosto da pessoa que eu sou.

 A baixa auto-estima ocorre quando estou muito distante da pessoa


que eu quero ser e sofro com isto, por não confiar na minha
possibilidade de atingir o meu ideal.
AUTOESTIMA - Componentes

 AUTOCONFIANÇA - sentimento de competência pessoal. É


a convicção de que somos capazes de pensar, julgar, conhecer
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e corrigir nossos erros - processo e capacidade mentais.

 AUTORRESPEITO - sentimento de valor pessoal. É a


expectativa da amizade, do amor e da felicidade como uma
conseqüência natural de quem somos e do que fazemos -
somos valorosos e merecemos o respeito dos outros.
ALTA PERFORMANCE BAIXA PERFORMANCE

• Decide, planeja e realiza • Reclama, acusa, dá desculpas


• Reconhece ser a origem dos • Sente-se vítima dos outros, do governo, do
acontecimentos em sua vida mundo
• Desenvolve o poder de estimular a auto- • Busca poder para controlar os outros
estima dos outros
• Atenção nos objetivos • Atenção nos problemas

• Foco na ação • Foco nas sensações corporais


• Atua baseado na importância das ações • Atua baseado no medo das conseqüências

• Atua pelo prazer de fazer bem feito • Atua esperando recompensas

• Vive no presente, orientado para o futuro • Vive no passado

• Pró-ativo • Reativo
• Senso de comunidade orientado para o • Orientado para si mesmo
grupo
• Fé • Medo
“A importância da auto-estima saudável está
no fato de que ela é o fundamento da nossa
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capacidade de reagir ativa e positivamente às


oportunidades da vida - no trabalho, no amor
e no lazer. É o fundamento da serenidade de
espírito que torna possível desfrutar a vida
”.
Nathaniel Branden
“Se ter autoestima é julgar que sou adequado à
vida, à experiência da competência e do valor,
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se autoestima é a autoafirmação da
consciência, de uma mente que confia em si,
então ninguém pode gerar essa experiência a não
ser eu mesmo.”

Nathaniel Branden
O IMPACTO DA AUTOESTIMA

• “Uma vez que a autoestima positiva é o sentimento, a


experiência e a convicção de ser adequado à vida e aos
seus desafios, e que a nossa mente é a ferramenta básica
da sobrevivência, o pilar central da autoestima saudável é
a política de viver conscientemente - o que acarreta
racionalidade, honestidade e integridade.”

• “Viver conscientemente é viver de maneira responsável


em relação à realidade, com respeito por fatos,
conhecimento e verdade, e uma política de gerar um nível
de consciência apropriado aos nossos atos.”
O IMPACTO DA AUTOESTIMA
• “A auto aceitação é uma recusa em negar ou rejeitar qualquer
aspecto do eu: pensamentos, emoções, lembranças, atributos
físicos, subpersonalidades ou ações.

• É a recusa de manter uma relação de animosidade com nossa


própria experiência.

• É o fundamento de todo crescimento e mudança.

• É a coragem, em última instância de estar do nosso lado.

• O nível de nossa autoestima não pode ser mais alto que o nível
de nossa auto aceitação.”
O IMPACTO DA AUTOESTIMA

• “Se queremos proteger nossa autoestima, precisamos


saber como avaliar de maneira adequada o nosso próprio
comportamento.

• Isto inclui viver pelos nossos padrões e conduzir nossas


avaliações com uma atitude de honestidade, simpatia e
disposição para considerar o contexto e as circunstâncias
dos nossos atos, sem culpas.”
O IMPACTO DA AUTOESTIMA

•Precisamos ter a coragem de assumir nossas forças e


nossas vantagens, sem usarmos desculpas ou repreensões
pelos nossos valores, evitando assim trair a autoestima.

•Precisamos reconhecer, fazer amizade, dialogar e abraçar


os nossos subeus, para que possamos nos sentir inteiros,
integrados.
O IMPACTO DA AUTOESTIMA

•Precisamos viver de maneira ativa e não passiva, para


assumir responsabilidade por nossas opções, sentimentos,
atos e bem estar, pela realização de nossos próprios
desejos, por nossa própria existência.

•Como a independência, a produtividade é uma virtude


básica da autoestima, sendo o trabalho uma das formas
práticas de manifestar a auto responsabilidade.
O IMPACTO DA AUTOESTIMA

•Autoconfiança e auto respeito são sustentados por uma


vida conduzida com autenticidade.

•Essa é a coragem de ser quem somos, preservar a


congruência entre o nosso eu interior e o eu que
apresentamos ao mundo.

•Significa viver com assertividade - aquilo que pensamos,


valorizamos e sentimos manifestamos no mundo.

•Não nos relegamos aos subterrâneos do não-expresso e do


não-vivido.
O IMPACTO DA AUTOESTIMA

• “Ao apoiar a autoestima dos outros, apoiamos a nossa


própria.

• Assim a autoestima é beneficiada quando vivemos com


benevolência.”

• “Crescer em autoestima é abandonar aquela zona de


segurança e entrar no desconhecido.”
O IMPACTO DA AUTOESTIMA

•Precisamos entender que, como um ideal ético-


psicológico, a autoestima implica e pressupõe o valor
supremo de uma vida individual.

•Ela repousa em uma visão moral que vê cada pessoa com


um fim em si e - em oposição à doutrina da auto renúncia e
do auto sacrifício - sustenta o auto interesse racional como
princípio orientador.
COMO AUMENTAR A
AUTOESTIMA
•Viver CONSCIENTEMENTE

•Viver com AUTO-ACEITAÇÃO

•Viver com RESPONSABILIDADE

•Viver com AUTENTICIDADE

•Viver com BENEVOLÊNCIA


Autoestima Elevada

Sucesso é atribuído a causas


Pessoas com Autoestima internas (suas próprias
Elevada competências e habilidades)
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Motivação mais alta


O fracasso é atribuído a
Maior satisfação no trabalho
causas externas (ex. falta
Maior desempenho
de sorte)
Maior sucesso na carreira

Fonte: ELLIS, R. A; TAYLOR, M. S.


Role of self-esteem within the job search process. Journal of Applied Psychology, 68, 632-640, 1983.
Autoestima Baixa

Pessoas com Autoestima Sucesso é atribuído a causas


Baixa externas (ex: sorte)
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

Motivação mais baixa O fracasso é atribuído a


Menor satisfação no trabalho causas internas (ex.: suas
Baixo desempenho próprias habilidades e
Menor sucesso na carreira competências)

Fonte: ELLIS, R. A; TAYLOR, M. S.


Role of self-esteem within the job search process. Journal of Applied Psychology, 68, 632-640, 1983.
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
FUNDAMENTOS DA AUTOESTIMA

 A Autoestima é:
 O conceito do EU;
 Como pensamos e nos sentimos em relação a nós
mesmos no mundo.
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 Se a nossa autoestima for saudável, nos sentiremos


valorizados, compreendidos, úteis, satisfeitos com nossas
qualidades, mais produtivos no trabalho e mais criativos na
vida.

 Se a autoestima for baixa, nos sentiremos rejeitados, inúteis,


incompreendidos, incapazes, fazendo de tudo para esconder
os pontos fracos e com baixa resistência à frustração e alta
capacidade de magoar-se (aliementar expectativas pouco
realistas, não aceitar feedback, culpar os outros por seus
erros e ter diiculdade de ver as coisas em perspectivas).
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
O MOVIMENTO DE AUTOINFLAÇÃO

 O Sistema educacional e de criação dos pais mudou


radicalmente nessa geração, passando a focar o
desenvolvimento desmedido da autestima, o que gerou
despropositadamente, o que se chama, “Movimento de
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AUTOINFLAÇÃO” – elogio ao bom desempenho e também


ao desempenho insuficiente.

 O RESULTADO disso é uma geração que não pode errar. A


experiência de vida de aprender com os erros, assumir
responsabilidade pelo desempenho e desenvolver as
habilidades essenciais para enfrentar desafios foi excluída
desse movimento de autoinflação.

 Esse tipo de ensinamento está executando e pilhando dois


aspectos fundamentais para o desenvolvimento de uma
autoestima saudável: a HUMILDADE e o
AUTOCONHECIMENTO.
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
O MOVIMENTO DE AUTOINFLAÇÃO INCLUI:

 Experiências infladas de autoestima com o desempenho


insuficiente;

 Poucas experiências de autoestima positiva que acontecem


naturalmente quando o desempenho é superior;
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 Confiança de que o filho é livre para ser e fazer o que quiser,


sem o desenvolvimento de expectativas realistas, práticas e
fundamentadas.

 Proteção de qualquer forma de fracasso ou culpa. A culpa é


imediatamente redirecionada pelos adultos.

 Isso tudo vem da adoção de uma postura de educação centrada


no filho – MEU FILHO ESTÁ CERTO DE QUALQUER
MANEIRA… MESMO QUE ESTEJA ERRADO. O filhos
foram condicionados a ficarem atrás de seus pais pensando: EU
SOU A VÍTIMA AQUI E MEUS PAIS VÃO RESOLVER A
SITUAÇÃO.
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
O MOVIMENTO DE AUTOINFLAÇÃO INCLUI:

 Quando somos criados como vítimas, deixamos de aprender


com a experiência, perdemos a capacidade de ver outros pontos
de vista e não entendemos outras posturas, o que impede o
desenvolvimento da autoestima.
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

 Quando somos responsabilizados por nosso comportamento,


passamos a entender o Sistema de causa e efeito de respeito
social; quando assumimos responsabilidade por nossos atos,
aprendemos, nos desenvolvemos e crescemos com a
experiência e nossa autoestima aumenta.

 No ambiente de trabalho, esse é um fator fundamental para o


desenvolvimento de técnicas positivas de liderança e
autoestima saudável.

 O AMOR-PRÓPRIO e a AUTOESTIMA surgem quando


assumimos responsabilidade por nosso desempenho.
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
O MOVIMENTO DE AUTOINFLAÇÃO INCLUI:

 A ênfase depositada na autoestima se justifica, mas a genuinidade


decorrente das experiências de vida que desenvolvem a autoestima se
perdeu.

 De um modo geral a competição é saudável e provê um meio para


aprendermos a nos relacionar e interagir, assim como enfrentar desafios –
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questões fundamentais no ambiente de trabalho.

 No entanto, devido ao movimento de autoinflação, os pais e escolas


exigiram menos competição no mundo acadêmico e mais foco na
preocupação com o “EU”. O amor-próprio passou a ser ensinado em
projetos autofocados, como relatórios “tudo eu”.

 O desenvolvimento dos sentimentos de valorização do “EU” foi cultivado


com troféus imerecidos e celebração de comportamentos que antigamente
eram de praxe (por favor, obrigado, tartar bem, compartilhar, estudar).

 A expectativa de excelência em tudo o que a criança faz, seja na escola,


seja em atividades extraescolares, lhe dificulta a aceitação do fracasso e a
capacidade de aprender com os erros.
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
O MOVIMENTO DE AUTOINFLAÇÃO INCLUI:

Efeitos colaterais gerados na Geração “Y” pela diminuição


da competição, as recompensas sem merecimento e as altas
expectativas de excelência:
• Dificuldade de aceitar o fracasso.
• Dificuldade de lidar e aprender com os erros.
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• Dificuldade de aceitar feedback e críticas construtivas.


• Dificuldade de estabelecer um sistema realista de
medidas para autoavaliação do desempenho e das
expectativas.
• Dificuldade de assumir a responsabilidade pelos erros
cometidos.
• Dificuldade de ver outros pontos de vista.
• Falta de autoconhecimento.
• Dificuldade de reconhecer suas limitações.
• Dificuldade de assumir a responsabilidade por seus atos
e suas decisões.
• Incapacidade de focar o presente.
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
O MOVIMENTO DE AUTOINFLAÇÃO INCLUI:

Os jovens da Geração “Y”:


SOBRE A GERAÇÃO “Y”

• Têm autoconfiança.
• Sentem-se capazes.
• Têm desejo de ter mais responsabilidades.
• Gostam de encarar desafios.
• Usam de franqueza e ousadia.
• Não têm medo de errar.
• São abertos e destemidos.
AUTOESTIMA – EU, EU, EU (DEPOIS VOCÊ)
AÇÕES PARA SOLUÇÃO

• Mudança de discurso: De “Eu sou, Eu fiz, Eu quero”


Para “Fale-me um pouco mais de você” – OUVIR.

• Comece com um elogio, passe para a crítica construtiva


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e depois faça outro elogio, sua mensagem será


emocionalmente digerível.

• Fazer uso da avaliação 180 graus.

• Treinar o pensar antes de agir – autocontrole.

• Mudar a visão autocentrada para a visão holística.

• Transformar o movimento de autoinflação em


movimento de autorrealização.
 ANTES, CADA CRIANÇA SE DESTACAVA DO SEU JEITO.

 COM O TEMPO, TODOS PASSARAM A SER TRATADOS DA


MESMA MANEIRA E NINGUÉM E DESTACAVA, PORQUE
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

TODO MUNDO VENCIA.

 ANTES, TODA CRIANÇA SABIA O QUE ERA PERDER.

 HOJE EM DIA, NÃO EXISTE MAIS ISSO NO CURRICULO


ESCOLAR, O QUE PREJUDICA SERIAMENTE NOSSOS
ALUNOS MAIS TALENTOSOS, PORQUE SE TODO MUNDO
GANHA, NIVELAMOS POR BAIXO, E NINGUÉM TEM A
CHANCE DE SE SOBRESSAIR.
“Feliz não é a pessoa num
determinado conjunto de
circunstâncias,mas a pessoa com um
determinado conjunto de atitudes”

Hugh Downs
“Quatro lições para aprender na vida: pensar
com clareza, sem pressa ou confusão; amar a
todos com sinceridade; agir sempre movido por
nobres motivos; confiar completamente em
Deus”.

Hellen Keller
AUTOESTIMA – O QUE FAZER?

1. Cuidar o suficiente para desenvolver o sentimento de


ser amado.

2. Dar feedbacks honestos tanto em situações positivas


quanto negativas – acertos e erros.
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3. Colocar limites de forma equilibrada e verdadeira.

4. Valorizar, compreender e desenvolver o sentimento de


importância.

5. Desafiar para correr riscos.

6. Liberdade vigiada – críticas construtivas, construções


conjuntas, incentivar a autoavaliação.

7. Tornar-se presente sem tirar a responsabilidade e a


individualidade.
SOBRE A GERAÇÃO “Y”
MOTIVAÇÃO
ENTREVISTA
MOTIVAÇÃO

1. O QUE É A MOTIVAÇÃO E QUAL A SUA


IMPORTÂNCIA?

2. EU MOTIVO O OUTRO OU É O OUTRO QUE SE


SOBRE A GERAÇÃO “Y”

MOTIVA?

3. O QUE É LOCUS DE CONTROLE?

4. COMO É A MOTIVAÇÃO NA GERAÇÃO “Y”?

5. QUAL A QUESTÃO MAIS PREOCUPANTE EM


RELAÇÃO À MOTIVAÇÃO E À MATURIDADE –
VIDA ADULTA DESTA GERAÇÃO?

6. O QUE FAZER?
MOTIVAÇÃO
Energia oriunda do
conjunto de expectativas,
desejos, valores e
desafios individuais.
EXPECTATIVAS
São fatores motivacionais
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de primeira ordem.
DESEJOS

É aquilo que existe de


mais profundo no ser
humano.
VALORES

São crenças duradouras


que regem a nossa vida.
LOCUS DE CONTROLE

 O psicólogo Julian Rotter chamou de Locus de


Controle ao tipo de motivação utilizada pelo
indivíduo em sua vida. Refere-se ao quanto nós
acreditamos ser capazes de controlar os principais
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eventos de nossa vida.

 Interno – têm controle sobre o que acontece, fazem


mudanças significativas, aprendem lições valiosas no
processo, têm entusiasmo e lutam pela realização.

 Externo – acreditam que as situações ou as mudanças


que precisam acontecer estão fora de seu controle.
Persistem na tarefa apenas enquanto tiver um
motivador externo – reconhecimento, recompensa,
feedback, etc.
MOTIVAÇÃO EXTERNA (EXTRÍNSECA)

 A Motivação Externa – é quando fazemos algo pelo


reconhecimento e recompensa ou por medo de castigo e
consequências.
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

 Quando somos motivados por fatores externos, buscamos


recompensas tangíveis, queremos elogios, esperamos
feedback imediato e exigimos reconhecimento após cada
pequena conquista.

 Os funcionários motivados por fatores externos geralmente


sentem que têm pouco controle em relação ao que
acontece com eles e com o mundo à sua volta, e se sentem
incapazes de mudar as coisas, o que gera insegurança e
frustração, diminuindo a produtividade.
MOTIVAÇÃO INTERNA (INTRÍNSECA)

 Quando temos Motivação Interna, fazemos as coisas porque


sentimos entusiasmo e nos sentimos preenchidos pelo trabalho
em si.
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 As recompensas externas são bem-vindas, mas não são nosso


objetivo. Há envolvimento com o seu trabalho. Trabalha-se para
contribuir, não necessariamente pelo reconhecimento.

 Estes fucionários geralmente sentem que têm controle em


relação ao que acontece com eles, se sentem capazes de mudar
o que for necessário e criam novos projetos que agregam
valor sem necessidade de reconhecimento ou recompensas.

 A realização vem do orgulho interno e da vontade de vencer.


A MOTIVAÇÃO NA GERAÇÃO “Y”

 A Geração “Y” é impulsionada mais pela motivação


externa do que pela motivação interna. Buscam
gratificação instantânea; não querem saber de
investimentos de longo prazo no que se refere a trabalho.
Precisam de constante aprovação e recompensa para se
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

sentirem motivados a produzir.

 Quando ajudamos o funcionário “Y” a encontrar a


motivação Interna, aumentamos sua capacidade de ser
bem-sucedido, produtivo, independente e autossuficiente,
e diminuimos sua dependência em relação a nossa atenção
individual personalizada e feedback.

 A Geração “Y” está em um extremo de motivação externa


em comparação com as outras gerações.
MOTIVAÇÃO NA GERAÇÃO “Y”

 A capacidade da Geração “Y” de ser motivada por fatores


internos foi afetada pelo movimento de autoinflação.

 Eles cresceram ouvindo elogios em casa, na escola e em sua


comunidade. O foco eram as recompensas e as vitórias,
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

geralmente sem merecimento, no lugar da crítica construtiva


e do aprendizado.

 Não poder “perder” significa não ter a oportunidade de


aprender com os erros.

 Consequentemente, a motivação interna com base em uma


necessidade/desejo de melhorar não se desenvolve. Sem o
fracasso, como podemos aprender a melhorar ou saber o que
realmente fazemos bem?

 Os jovens dessa geração cresceram com a ideia de que são


importantes e merecem reconhecimento e/ou recompensa,
independentemente do que façam.
MOTIVAÇÃO NA GERAÇÃO “Y”

 Quando recebemos recompensas e elogios por um desempenho


abaixo da média, desenvolvemos expectativas de reconhecimento
por tudo o que fazemos. Essas expecativas vão ficando cada vez
maiores com a idade se não forem corrigidas.

 No entanto, por conta do movimento de autoinflação, existe um


SOBRE A GERAÇÃO “Y”

consenso geral entre os jovens dessa geração de que eles estão


predestinados a ter sucesso.

 Eles acham que estão sendo motivados por seus próprios padrões
internos. Ledo engano, que reflete a falta de autoconhecimento
quanto às suas necessidades motivacionais.

 O que estamos vendo é uma geração com grande necessidade de


motivação externa disfarçada de uma falsa sensação de
motivação interna, que vai morrendo.

 O problema dessa máscara, usada na faculdade e no trabalho, é


que ela cai facilmente em situações de conflito.
MOTIVAÇÃO NA GERAÇÃO “Y”

 Um sinal de maturidade é conseguir abrir mão da gratificação


instantânea e encontrar motivação interna para seguir em
frente e prosperar.
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

 Um problema nas organizações é que sem atenção pessoal,


elogios constantes e estratégias criativas de motivação externa,
a produtividade e o compromisso diminuem.

 Outro problema, é que, com o tempo, se o comportamento que


era motivado por fatores internos passa a ser motivado por
fatores externos a motivação interna desaparecerá.
VANTAGENS DA MOTIVAÇÃO EXTERNA

1. Os funcionários “Y” acham importante que eu chefe


assuma o papel de mentor no trabalho. Eles valorizam
esse feedback e dizem que a orientação os ajuda a manter
a motivação e o compromisso.
SOBRE A GERAÇÃO “Y”

2. Os jovens “Y” preferem trabalhar em equipe.


Comunicação constante, relacionamento e elogio sempre
fizeram parte da sua vida e se ressentem quando não têm.

3. Funcionam muito bem se os outros sabem o que eles


precisam e proporcionam ou criam expectativas.
O QUE FAZER?

1. Bate-papo de cinco minutos individualmente sobre ideias


que agreguem valor à equipe.

2. Benefícios do trabalho em equipe e recompensas.

3. Ajudar a aumentar a autoconsciência monitorando a si


SOBRE A GERAÇÃO “Y”

mesmos de forma independente e a assumir


responsabilidades – perguntar sempre por que algo tem de
ser feito de determinada maneira.

4. Fazer reuniões para identificar comportamentos a serem


trabalhados.

5. Misturar as gerações para aprendizagem e para reconhecer


e aprimorar pontos fortes.

6. Estabelecer reconhecimentos e gratificações gradativas.

7. Ensinar a abrir mão da gratificação instantânea.

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