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 ESBOÇO

II CORÍNTIOS
 Tema: Glória através do sofrimento
1. Defesa de Paulo sobre as acusações
2. Apelo a coleta para necessitados de Jerusalém
3. Resposta aos descontentes

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II CORÍNTIOS
 INTRODUÇÃO
 Cartamais pessoal do Apóstolo Paulo aos
Coríntios depois de obter informações sobre o
impacto da primeira.
 Apresentação
da sua conduta como modelo do
homem que o Senhor deseja para sua obra.
 Refere-sea grandes dificuldades internas e
externas que se devem ultrapassar no exercício da
missão divina.
 Perigo
de morte que sempre espreitava-lhes,
chegando a desesperar no trabalho do Senhor.
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 DEFESA
II CORÍNTIOS
DE PAULO SOBRE AS ACUSAÇÕES
 MINSTÉRIO DE SOFRIMENTOS (1.1-11)
 O apóstolo dá seu reconhecimento ao Senhor, como Deus das
misericórdias e da consolação ao se manifestar neles em grande
sofrimento.
 A presença do Senhor era para lhes dar novo ânimo e regozijo por
estarem a sofrer por causa Dele. O sofrimento ensinava-lhes e dava
poder para consolarem a outros que atravessavam a mesma
situação.
 Deus consente sofrimento aos seus para que estes dependam
unicamente da fé Nele.
 Para a quebra de algo que o Senhor pretende Paulo teve ministério
repleto de tribulações, sofrimentos, doença, acima do normal. Este
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é o preço de andar com Deus no ministério da consolação.


II CORÍNTIOS
 MINISTÉRIO DE SINCERIDADE (1:12-24)
 Haviam acusações de que Paulo não era digno de confiança
por ter alterado o tempo de sua 2ª visita. Paulo toma Deus
como seu testemunho que esta alteração foi para lhes
poupar e dar-lhes mais tempo.
 Sua vida de sinceridade e piedade não lhe permitiria fazer
isso sem intervenção divina, dá três razões da sua
sinceridade:
 As promessas de Deus são verdadeiras se nele é sim, é sim.
 Ele
disse amém, isto é, aceita o que Deus lhe ordena fazer
sem hesitação.
 Ele
tornou-se um com Cristo. Confirmou, ungiu, selou e deu
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penhor.
 MINISTERIO
II CORÍNTIOS
DE LÁGRMAS E TRIUNFOS (2)
 Aslágrimas fazem parte essencial do ministério de amor do
cristão. Quanta tristeza e quebrantamento traz o pecado, ao
seu líder, enquanto circular pela igreja.
 Pauloperdoa o transgressor que o havia condenado e agora
apelava para o perdão e o conforto que deviam dar ao
arrependido.
 Paulocheirava a Cristo e orgulhava-se de estar livre no
cativeiro de Cristo.
 Era maior bênção porque perseguira a igreja de Cristo.
 Cristo
apresentava Paulo em público como exemplo do seu
doce aroma de perdão, diante dos salvos e aroma de morte
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para os que se perdem.


II CORÍNTIOS
 MINISTÉRIO DE UMA NOVA ALIANÇA (3)
 Osacusadores diziam que Paulo não tinha carta de
recomendação de Jerusalém. Paulo aponta para o trabalho de
Cristo escrita no coração dos Coríntios por intermédio dele.
A suficiência do apóstolo vinha de Deus e não é resultado de
alguma capacitação humana mas, Ele equipa aos seus
chamados para serem eficazes.
A lei da nova aliança é espiritual e vivificadora diferente do
A.T. escrita em pedras esta, está instituída em promessas
superiores (letra/espírito).
A glória estava oculta no A.T. em Moisés e agora podemos
contemplar, não sob o véu mas, em sua plenitude e, refleti-la
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sob forma de uma vida transformada de glória em glória.


II CORÍNTIOS
 MINISTÉRIO APOSTÓLICO (4)
 Com oposição de todas as vertente, Paulo, não
perdeu ânimo estava determinado a pregar a
mensagem de Cristo por ser este o seu ministério.
 Muitasvezes se deve dizer não, para não adulterar
o evangelho, ser honesto e não fazê-lo aceitável a
este ou aquele grupo.
A mensagem deve ser Cristo Centrica e não pregar
para a sua glória mas, a glória daquele que te
chamou identificando-se como servo.
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 MINISTÉRIO
II CORÍNTIOS
APOSTÓLICO (4)
 Somos vasos de barro para a manifestação da glória de
Deus. Ele manifesta-se em nossas fraquezas.
 Levamos no corpo a morte de Jesus Cristo e devemos
compartilhá-la sob forma de amor, lágrimas, paciência,
rejeição, decepção, sofrimento e coisas similares.
Oquebrantamento do homem exterior permite a
manifestação gloriosa do interior.
O ponto forte da autoridade apostólica de Paulo residia
em não estar focado nas coisas que se vêm mas, para
as que se não vêm. Temporais são as que se vêm e,
eternas as que se não vêm.
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II CORÍNTIOS
 MOTIVAÇÃO DA ESPERANÇA(5:1-9)
 Depois de muito sofrimento, Paulo, recebe o conforto
divino que lhe encoraja prosseguir, sem temer a morte.
A morte física é um fenómeno real que deve ser
cumprido, porém, tendo a eternidade habitando em nós,
asseámos em alcançá-lo.
 Enquantovivemos na terra estamos num tabernáculo
nosso corpo geme por um revestimento eterno
compatível com o lar celestial.
 Deus é quem preparou nos isso dando nos o penhor do
Espirito Santo, por isso esforçámo-nos, para em tudo,
obter sua aprovação.
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 MOTIVAÇÃO
II CORÍNTIOS
DA RESPONSABILIDADE E DO AMOR (5:10-21)
 Devemos fazer o trabalho do Senhor cientes de que um dia
teremos que prestar contas ao dono da obra.
O corpo é prisão temporária da manifestação divina sujeita a
todo tipo de prova de fidelidade para ser coroado.
O galardão é apresentado em dois sentidos(bem, mal):
 Obras testadas no fogo e que resistiram: Galardão.
 Obras testadas no fogo e arderam: Sem galardão.
 Todaa obra deve ser feita por constrangimento de amor ao
nosso pai celestial, que sentenciou seu filho a morte para que
os que vivem, vivam para Ele a partir da carne.
 Nossamensagem deve ser a de reconciliação dos homens com
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Deus, pois, foi este o ministério confiado a Paulo.


 CONDUTA
II CORÍNTIOS
NO MINISTÉRIO (6:1-13)
 No nosso ministério devemos ter o cuidado de não
receber a graça em vão, isto é, ser faltoso nos
momentos cruciais da apologética cristã ou renunciá-la,
sem justificação, na hora em que chega o dia da
salvação.
 Mostra aos coríntios que se identificam com ele, a sua
biografia repleta de lutas com colossos mestres
heréticos e os tumultos, aflições e sofrimentos dum
verdadeiro obreiro de Deus entregue ao ministério.
 há contraste na forma como os cristãos são
observados no céu e pelo mundo, enquanto o céu
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regozija-se os mundanos afligem.


II CORÍNTIOS
 SEPARAÇÃO DO MUNDO (6:14; 7:1)
 Noseio dum ambiente conturbado, Paulo, aconselha a separação
dos falsos mestres que praticavam o mundanismo em Coríntios.
 NoA.T. Deus agradava-se de um povo separado da vida mundana
e consagrar-se, exclusivamente, para si.
A quebra da separação, para Deus, torna seu povo amigo do
mundo, depois, amor e conformidade com o mundo. Deus quer
preservar seu povo da influência mundana.
 Não nos prendermos num jugo desigual com aqueles que
praticam a iniquidade. Não há comunhão entre luz e trevas. Não
há ligação entre santuário de Deus e de Satanás.
 Deviaexistir a separação forçada, isto é, deviam retirarem-se
deles, não tocar nada do imundo, para serem recebidos por Deus.
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II CORÍNTIOS
 ARREPENDIMENTO DOS CORÍNTIOS (7:2-16)
 Quando há muitas tribulações Deus traz consolo e
Tito foi a consolação de Paulo naquele momento em
que enfrentava oposição interna e externa.
 Tito
chegou com as boas novas de que os Coríntios
estavam arrependidos pelo seu comportamento
anterior, queriam ver Paulo e zelavam por ele.
 Pauloalegrou-se porque a igreja de Coríntios
recebera e tratara bem a Tito obedecendo todas as
orientações dele.
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II CORÍNTIOS
 CONTRIBUIÇAO FINANCEIRA (8:1,9;15)
 Oscoríntios prometeram ajudar aos necessitados de Jerusalém
segundo o pedido do apóstolo.
 Paulo,deu exemplo dos crentes da Macedónia que apesar de
passar por severa tribulação, voluntariamente, sacrificaram
acima das suas posses. Com rogos constrangeram-nos para
aceitar a ajuda da vontade de Deus.
 Princípios para dar:
 De acordo com o que tem.
 Suprir a necessidade do próximo.
 Boa vontade.
 Generosa.
 Bem administrado. 14

 Deus ama aquele que dá com alegria.


II CORÍNTIOS
A RESPOSTA DE PAULO (10-13)
 AUTORIDADE APOSTÓLICA (10)
 Facea muitas acusações Paulo respondeu que estava
seguindo o exemplo de Cristo tratando os com
mansidão e benignidade de Cristo.
 Aquelesque o julgavam pela aparência física advertiu
aos Coríntios para não se deterem pelo homem exterior
porque, para além, tinha muito por ajudá-los e edificá-
los.
 Pauloafirma que não precisava da recomendação pois
o trabalho de implantação da igreja em Coríntios era
prova de que o Senhor recomendara lá.
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II CORÍNTIOS
 EM QUE SE GLORIAR (11)
 Paulo tinha zelo pelos coríntios com intuito de lhes
apresentar a Jesus Cristo, puros e sem mácula.
 Não aceitou salário para não lhes sobrecarregar
fazia-o movido por amor, contrario ao procedimento
de falsos apóstolos que podiam se disfarçar de
muita coisa, que não eram (satanás anjo de luz).
 o apóstolo descreve o seu sofrimento por amor ao
evangelho de Jesus Cristo que judeus e demais
apóstolos não passaram por eles e, é nisso que o
apóstolo se gloria. 16
II CORÍNTIOS
A REVELAÇÃO DO CÉU E A ESPINHA NA CARNE (12)
 Paulo testifica, ainda mais, a sua chamada para apóstolo
contando as visões celestiais há 14 anos sem especificar se no
corpo, ou no espírito.
 Elefoi arrebatado ao terceiro e viu coisas muito profundas,
indiscritíveis, isto é, sem paralelo na vida humana.
 Manteve esta revelação até o momento em que o Espirito
deliberou que pudesse compartilhar para o fortalecimento dos
obreiros de Deus em Coríntios.
 Espinha na carne foi dada ao apóstolo para não se exaltar pela
excelência das visões recebidas, mensageiro de Satanás, afim de
ser forte quando fraco e depender somente da Graça de Deus.
 Declara-senão inferior a outros apóstolos, sinais e maravilhas
foram vistos do seu apostolado e estava disposto a gastar-se
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pelos seus filhos, ir pela terceira vez ter com eles, porém, sem
O
II CORÍNTIOS
ÚLTIMO APELO (13)
 Apóso fortalecimento dos arrependido Paulo, volta a
minoria que se opunham ao seu apostolado
prometendo não poupar aqueles que vivem no pecado.
 Pediu
uma examinação individual depois de muitas
acusações dirigidas a ele. Indaga se ainda estavam
caminhando aprovados na salvação.
 Escreveu de forma dura para que pudesse encontra-los
arrependidos e dignos de recebê-lo em regozijo para
sua edificação e consolo.
 Apelo para viver em paz uns para com outros.
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Muita paz, obrigado!


 Stamps,
BIBLIOGRAFIA
Donald C.
 Ladd, George Eldon, Teologia do Novo Testamento, pg. 343-381.
 Kruse, Colin. II Coríntios introdução e comentários.
 Bultmann, R. Paul, Existence and faith, p. 115.
 Prokulski, W. The conversion of Paul, CBQ 19, 453, 73.
 Bornkamm, G. Paulus, RGG³ V, 170.
 Schweitzer, A. The Mistisism of St. Paul, p 99, 220.
 Davies, W.D. Paul and Rabbinic Judaism, p. 222, 285.
 Lightfoot, J.B. The name and Office of na Apostle, p 92-101.
 Manson, T.W. The Church’s Ministry, p. 31-52.
 Filson, F.V. False an true Apostles, IBX, 271-272.
 Wilckens, U. The apostolic and Post-Apostolic Times, p. 98.
 Machen,J.G. The Origin of Pauls’s Religion, p. 144. 19

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