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NBR 14724 ± Trabalhos acadêmicos e

NBR 10520 ± Citações

UFRGS/FABICO/DCI/
Biblioteca Central
BIB03084 ± Normatização de documentos

Lígia Dias de Freitas


sob a orientação da professora
Samile Andrea de Souza Vanz*/FABICO
Maria Cristina Bürger
Biblioteca Central
2010

*Baseadas no trabalho de Alexandre Lenzi da Silva e Clarisse Olga Arend, de 2006/1.


Ö A consulta a este material não dispensa a
consulta ao texto completo de cada norma.

Ö ste documento visa esquematizar as regras


mais importantes e não responde a questões
específicas.

Ö Mesmo que a fonte utilizada nos exemplos seja


diferenciada, ela deve permanecer a mesma
(tamanho 12) durante o trabalho todo, exceto
quando indicado que deve ser menor.
Margens
esquerda e
superior:
3 cm

Margens
direita e
inferior:
2 cm
]  
 ] 


  
]  

 
    
    
]   
ré Textuais         
        
    !   
      
          
        
" 
Textuais #  $   $   
  %  
&    
 s Textuais %    
 '   
(    
Capa O projeto
UNIV RSIDAD F D RAL DO RIO GRAND DO SUL gráfico é de
FACULDAD D BIBLIOT CONOMIA COMUNICAÇÃO
D ARTAM NTO D CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO
responsabi-
CURSO D BIBLIOT CONOMIA DOCUM NTAÇÃO lidade do
autor!
Nome do autor

V(V ))V* +)
subtítulo do trabalho

orto Alegre
2009
No verso da
Folha de rosto folha de rosto
UNIV RSIDAD F D RAL DO RIO GRAND DO SUL
FACULDAD D BIBLIOT CONOMIA COMUNICAÇÃO deve conter a
D ARTAM NTO D CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
CURSO D BIBLIOT CONOMIA DOCUM NTAÇÃO Ficha
Catalográfica.
Nome do autor

V(V ))V* +)
subtítulo do trabalho
Monografia apresentada como
requisito parcial para obtenção de
título de Bacharel em
Biblioteconomia ao Departamento
de Ciência da Informação da
Universidade Federal do Rio
Grande do Sul.

Orientador: rof. Dr. Carlos da


Silva.
Co-orientadora: rofa. Me. Maria
da Silva.

orto Alegre
2009
Dedicat ria

Dedico este trabalho a Deus,


à minha família, ao meu namorado
e à minha orientadora.
Agradecimentos &]#,]-V)"

A conclusão deste trabalho seria impossível


sem a colaboração de algumas pessoas e instituições que,
de diversas formas, deram sua contribuição em diferentes
etapas. Destas, manifesto um agradecimento especial,

Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento


Científico e Tecnol gico (CNq), pela concessão da bolsa
de estudos;

Aos funcionários e professores do rograma de


 s-graduação em Geociências (GGeo) da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul;

Finalmente, à minha esposa, minha família e


amigos, pelo incentivo e companheirismo imprescindíveis
ao longo deste trabalho.
pígrafes também
pígrafe podem ser utilizadas
nas folhas de
abertura das seções
primárias.

˜  
  

    

  
 
    
  
 
    


    
Resumo ]" ,)

Os direitos dos portadores de transtorno mental, na


perspectiva da reforma psiquiátrica brasileira, é o
tema da presente tese, resultante de pesquisa
explicativa dialético-crítico aplicada no Serviço
Residencial Terapêutico Morada São edro,
vinculado a Secretaria de stado da Saúde do Rio Deve-se usar
Grande do Sul. O objetivo geral foi verificar se a
proposta de desinstitucionalização do Morada São
o verbo na
edro possibilitou a efetivação dos direitos dos voz ativa e na
Sequência de seus usuários, visando contribuir na formulação e terceira
frases concisas e execução de políticas públicas no campo da saúde pessoa do
objetivas, não mental. Realizado um conjunto de técnicas
qualitativas e a técnica do tipo quase-experimento
singular.
ultrapassando 500
palavras. para comparação de dados da escala r   
 
  (ILSS) dos usuários quando
Recomenda-se o internados no hospital psiquiátrico, ano de 2002, e
uso de parágrafo como residentes do Morada São edro, em 2004.
único.
  .
 : Reforma siquiátrica. Direitos.
Serviço Residencial Terapêutico.

alavras representativas
do conteúdo do trabalho.
Resumo *"VV
em língua
The rights of the psychiatric patients, in the
estrangeira perspective of the Brazilian psychiatric reform, are
the subject of the present thesis, dialectic-critical
resultant of explicativa research applied in the
Residential Service Therapeutical Morada São
edro, tied the State Secretary of the Health of the
Rio Grande do Sul. The general objective was to
verify if the proposal of deinstitutionalization of the
Morada São edro made possible the effectuation
of the rights of the users, aiming at to contribute in
the formularization and execution of public politics
in the field of the mental health. Carried through a
set of qualitative techniques and the technique of
the type almost-experiment for comparison of data
of the scale Independent Living Skills Survey (ILSS)
of the users when interned in the psychiatric
hospital, year of 2002, and as resident of the
Morada São edro, in 2004. Deve
ter as
mesmas
 /0 : sychiatric Reform. Rights. Residential
Service Therapeutical. características que
o resumo na língua
vernácula.
Lista de tabelas #"V]V*] " Cada item é
designado por
Tabela 01 - Número de hospitais psiquiátricos por natureza no Brasil, 1941 a seu nome
1991.................................................................................................. 50
específico.
Tabela 02 - Alteração do gasto público em saúde nas esferas de gestão nos
anos de 1980, 1994 e 2002..............................................................97

Tabela 03 - revisão orçamentária em 2004-2007 e valores pagos em 2004


às ações de atenção à saúde mental.............................................137

Tabela 04 - volução Comparativa ercentual entre Gastos com Internação


Hospitalar e Rede Substitutiva em Saúde Mental, 1997 a 2006 ±
Brasil...............................................................................................140

Tabela 05 - Leitos e CAS no Brasil ± 1996 a 2006......................................... 140

Acompanhado do
laborado de respectivo número
acordo com a da página.
ordem apresentada
no texto. Recomenda-se
elaborar lista para
cada tipo de
ilustração (gráficos,
tabelas, quadros e
outros)
Lista de siglas #"V]"#& "

Abrasco Associação Brasileira de  s-Graduação em


Saúde Coletiva
Abres Associação Brasileira de conomia da Saúde
AIH Autorização de internação Hospitalar
Sigla (ou AIS Ações Integradas de Saúde
abreviatura) Ampasa Associação Nacional do Ministério úblico de
xpressão
utilizada no texto, Defesa da Saúde correspondente
em ordem alfabética ANS Agência de Saúde Suplementar por extenso
BC Benefício de restação Continuada
CAs Caixa de Aposentadorias e ensões
CAS Centro de Atenção sicossocial
Cebes Centro Brasileiro de studos de Saúde
Cefess Conselho Federal de Serviço Social
C S Conselho stadual de Saúde
CIB Comissão Intergestora Bipartite
CIL Termo de Consentimento Livre e sclarecico
CIMS Comissão Interinstitucional Municipal de Saúde
Sumário " ,1#)
 #-V) )....................................................................... 8

2 ")*)"#&-))#&,#-),#)- 3
 "  #  ............................... 11
aginação: nº
24 "  #     !   da primeira
 
.............................................................. 13 página ) nº
242     !  "  #   19
das páginas
5 #]-V#]"")##"]6 ]"]]7]"V],)"
#-#7( )"])"& )"............................................... 22
inicial e final.
54    8  .................................................... 27
542 #     3  .  31
ï A construção da identidade profissional do bibliotecário ...... 36
ï O papel das entidades de classe na construção da
identidade profissional do bibliotecário ................................. 41-45
545      !   ......................................... 46

Alinhamento 9 ) -#7]")]"6 #".............................................. 57


à esquerda : )-"#]]"#-#".................................................. 62

]];-#"..................................................................... 75
;-#]< 6  .............................................. 79
numeração das
;-#]*<      ................................ 83
divisões do trabalho, -]=)< V #*&]      
na mesma ordem e   ...................................................................... 86

grafia em que -]=)*< V #*&]       lementos pré-
 % .................................................................... 89
aparecem no textuais não
documento devem constar
no sumário
Os indicativos das
Sumário " ,1#) seções subsequentes à

primeira
#-V) )....................................................................... 8
são separados
2 ")*)"#&-))#&,#-),#)- 3
das anteriores por um
 "  #  ............................... 11 ponto.
24 "  #     !  
Subordinação dos  
.............................................................. 13
itens destacada 242     !  "  #   19
pelas diferentes 5 #]-V#]"")##"]6 ]"]]7]"V],)"
apresentações #-#7( )"])"& )"............................................... 22
54    8  .................................................... 27
tipográficas (uso de
542 #     3  .  31
CAIXA ALTA,
ï A construção da identidade profissional do bibliotecário ...... 36
,  ). ï O papel das entidades de classe na construção da
identidade profissional do bibliotecário ................................. 41-45
De forma idêntica 545      !   ......................................... 46
no sumário e no 9 ) -#7]")]"6 #".............................................. 57
texto. : )-"#]]"#-#".................................................. 62

]];-#"..................................................................... 75 O indicativo de
;-#]< 6  .............................................. 79
seção é separado
;-#]*<      ................................ 83 de seu título por
-]=)< V #*&]      
  ...................................................................... 86
um espaço. Não
-]=)*< V #*&]       se utiliza sinal
 % .................................................................... 89
algum ap s o
indicativo de seção
ntre o título da
Introdução #-V) ) seção e seu texto,
dois espaços de 1,5

O desenvolvimento da fotografia como prática


Indicativo numérico social é marcado, desde o princípio, por um
de seção precede contexto de forte apelo e estímulo aos avanços
seu título, alinhado à tecnol gicos e industriais. ntretanto, a atividade Os títulos das
esquerda, separado também trouxe em sua essência uma acentuadaseções primárias
por um espaço de característica de trabalho artesanal, oferecendo-sedevem iniciar em
caractere. como campo propenso à experimentação e à folha distinta.
inventividade.
sta aparente contradição colocou a fotografia
em uma área de fronteira. Forçava seus praticantes
e consumidores a aderir a uma dinâmica
globalizada de constante busca de atualização
técnica e padrões visuais, mas dependia da criação
de um ambiente único que fosse capaz de garantir spaçamento
a eficiência no momento da captação, além de um 1,5
recolhimento ao ateliê, necessário para o processo
de preparação, fixação e reprodução da imagem.
2 cm
aginação #-V) ) 11 2 cm

O desenvolvimento da fotografia como prática


social é marcado, desde o princípio, por um
contexto de forte apelo e estímulo aos avanços
tecnol gicos e industriais. ntretanto, a atividade
também trouxe em sua essência uma acentuada Canto superior
direito, a 2 cm da
característica de trabalho artesanal, oferecendo-se
como campo propenso à experimentação e borda à superior,
inventividade. ficando o último
sta aparente contradição colocou a fotografia
algarismo a 2 cm da
em uma área de fronteira. Forçava seus praticantes
e consumidores a aderir a uma dinâmica
borda direita da folha.
Todas as folhas, a globalizada de constante busca de atualização
partir da folha de técnica e padrões visuais, mas dependia da criação
de um ambiente único que fosse capaz de garantir
rosto, são contadasa eficiência no momento da captação, além de um
sequencialmente; recolhimento ao ateliê, necessário para o processo
mas s há de preparação, fixação e reprodução da imagem.
numeração a partir
da primeira folha da
parte textual
Todas as seções devem
Desenvolvi- 2")*)"#&-))#&, conter um texto
mento #-),#)- relacionado a elas.

O desenvolvimento da fotografia como prática


social é marcado, desde o princípio, por um
contexto de forte apelo e estímulo aos avanços
Tamanho da
tecnol gicos e industriais.
fonte: 12
(exceto quando
24  "   #   
indicado fonte
Dois espaços de 1,5 !     
 menor)

sta aparente contradição colocou a fotografia


em uma área de fronteira. Forçava seus praticantes
e consumidores a aderir a uma dinâmica
Alinhamento:
arte principal do globalizada de constante busca de atualização justificado
texto, que contém a técnica e padrões visuais.
exposição ordenada
do assunto.
Divide-se em seções
e subseções.
Siglas 545  ]    V    

A Teoria Geral da Terminologia (TGT) separa a


linguagem especializada do léxico comum; tem
como princípios a univocidade e a
monorreferencialidade. O objetivo da TGT é
eliminar ambigüidades nas comunicações
científicas e técnicas, por meio da normalização e
da padronização do vocabulário técnico-científico.
A Teoria Comunicativa da Terminologia (TCT),
por sua vez, valoriza os aspectos comunicativos
dos léxicos especializados, não tem prop sitos
Quando aparece
normalizadores e compreende que as unidades
pela primeira vez no
texto, a forma terminol gicas são parte da linguagem natural
completa do nome (KRI G R; FINATTO, 2004). Seus princípios são
precede a sigla, de que o termo é poliédrico e polissêmico.
colocada entre
parênteses.
Citações
   
Literal ou direta

Transcrição literal de um texto, respeitando-se todas as características


formais de redação, ortografia e pontuação.

xemplo:
"[. . .] quando literal a citação deve ser copiada ao pé da letra [. . .]"
(LAKATOS; MARCONI, 1992, p.177).

aráfrase ou indireta

Reprodução não literal das palavras do autor de forma a reproduzir a síntese


de suas idéias.

Na citação literal a transcrição é feita     , indicando a fonte da citação.


(LAKATOS; MARCONI, 1992).
Citações
Citações

Citação de citação

Transcrição, direta ou indireta, extraída de fontes secundárias, ou seja, o


autor não obteve acesso à fonte original.
No texto, a citação de citação deve ser feita obedecendo a seguinte
ordem: autor do documento não consultado, seguido da expressão latina
apud ou citado por e autor consultado. xemplos:

³Os dois requisitos imprescindíveis da boa introdução são: definição


do assunto e a indicação do caminho a seguir.´ (C RVO; B RVIAN
apud B CK R; FARINA; SCH ID, 1992, p.14).

Diz Vieira citado por Targino (1993, p.23): "evite referência a dados
não publicados, trabalhos no prelo, resumos em congressos,
comunicações pessoais, relat rios mimeografados em geral - a menos
que isso seja essencial6.
Citações
"    
 

De acordo com a ABNT (2002, p.3) ³as citações devem ser indicadas no
texto por um sistema numérico ou autor-data. Qualquer que seja o método
adotado, deve ser seguido consistentemente ao longo de todo o trabalho,
permitindo sua correlação na lista de referências ou em notas de rodapé´.

Sistema autor-data

As chamada pelo sobrenome do autor, instituição responsável ou título,


quando incluídas na sentença são em letras minúsculas. Quando estiverem entre
parênteses devem ser em letras maiúsculas. xemplos:

Severino (1992) dividiu os elementos que compõem a folha de rosto em quatro


itens.

Os elementos da folha de rosto dividem-se em quatro itens (S V RINO, 1992).


Citações

ara citações literais ou diretas é necessária a indicação


da página exata. xemplo:

Ao conceituar as citações breves e longas, Becker; Farina; Scheid (1992, p.23)


consideram que a "[. . .] distinção não deve ser interpretada em sentido
rigoroso, pois depende muito das circunstâncias da redação do texto.´
Citações
Sistema numérico
A indicação da fonte é feita por uma numeração única, consecutiva, em
algarismos arábicos remetendo a lista de referências ao final do trabalho, na
mesma ordem em que aparecem no texto.

As citações são indicadas por chamadas numéricas que podem aparecer entre
parênteses, alinhadas ao texto, ou meia entrelinha acima do texto, ap s a
pontuação que fecha a citação, mencionando ou não o nome do autor.
xemplos:

"Conceber e executar projeto emancipat rio supõe de modo geral dois suportes
mais visíveis, que são a busca de auto-sustentação e de autogestão, algo
econômico e político.´¹

De acordo com Demo, a concepção e execução do projeto emancipat rio


supõe, via de regra, dois suportes: a auto-sustentação e a autogestão (1)
Citações
  !

As citações são transcritas sempre entre aspas duplas. As aspas simples


indicam citação dentro da citação. xemplos:

Segundo Demo (1992, p.77) 6[...] em nome da pesquisa, todo µprofessor¶ deve
ser cientista".
Citações 94     > 
 !   

Neste projeto será utilizado como base


te rica o Manifesto da IFLA/UN SCO
As citações podem ser
curtas ou longas. As sobre bibliotecas públicas, por se tratar de
citações curtas têm até um documento de abrangência mundial e
três linhas são
incorporadas ao texto e de bastante importância.
transcritas entre aspas.
xemplo:
Segundo o Manifesto
(INT RNATIONAL..., 1994, online), as
bibliotecas públicas devem fornecer
³condições básicas para uma
aprendizagem contínua, para uma tomada
de decisão independente [ . . . ]´
Citações
:]"V )]")

ara complementar Barros explica que o


estudo de caso
As citações longas têm mais
de três linhas devem ser [ . . . ] se volta à coleta e ao registro de
transcritas em parágrafos informações sobre um ou vários casos
pr prios, espaço entrelinhas particularizados, elaborando relat rios
simples, fonte de tamanho críticos organizados e avaliados, dando
margem a decisões e intervenções sobre o
menor que a do texto, objeto escolhido para a investigação [ . . . ]
  4 Localizam-se abaixo (BARROS, 2000, p. 95).
do texto, em bloco, iniciando,
a 4cm da margem esquerda, É consenso que uma das limitações do estudo
terminando na margem
de caso é a impossibilidade de generalização dos
direita do trabalho. xemplo:
dados, pois a unidade escolhida pode não ser a
com características mais comuns às semelhantes
(GIL, 1993, p. 60); mas, é exatamente por essa
subjetividade que ele foi escolhido.
Citações

ara indicar supressões utiliza-se três pontos entre colchetes


[. . .] e as interpolações, os acréscimos ou comentários são
feitos entre colchetes. xemplo:

³Como esta espécie de indução [completa ou formal] não


leva a novos conhecimentos, é estéril, não passando de
um processo de colecionar coisas já conhecidas [. . .]´
(LAKATOS; MARCONI, 1992, p.50).
Citações
ara indicar ênfase ou destaque na citação utiliza-se grifo
ou negrito ou itálico e informa-se grifo nosso, entre
parênteses, ap s a chamada da citação ou grifo do autor, se
a ênfase ou destaque já fazem parte citação.

³Há quem, ao recorrer a essas expressões, as coloque ao final da


sentença ou até do parágrafo, para não ocasionar interrupção da
citação,        4´ (TARGINO, 1993, p.25,
grifo nosso).

³ m verdade, Galileu recorre à  . Usa     ,


além das eventuais razões que tenha a oferecer´. (F  RAB ND,1977,
p.121, grifo do autor.)
Citações
As citações podem ser traduzidas pelo autor do trabalho,
neste caso o autor deve informar logo ap s a chamada
de citação a expressão tradução nossa. xemplo:

³Nos anos 50 e 60 [Italo Calvino] desempenha as


funções de dirigente na ditora inaudi e intensifica cada
mais a sua atividade cultural e seu compromisso no
debate político-intelectual, colaborando com numerosas
revistas.´ (MALAART , 2007, online, tradução nossa).
Citações

m citação de fonte verbal tais como palestras, debates,


comunicações, deve-se indicar, entre parênteses, a
expressão informação verbal e mencionar os dados
disponíveis em nota de rodapé. xemplo:

O Serviço de Ouvidoria será implantado na UFRGS até o final de


2009 (informação verbal)¹.

No rodapé:
¹Notícia fornecida por Henry Fayol no ncontro Internacional de
Administradores, em orto Alegre,em maio de 2009.
Citações

Na coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de


seus prenomes, persistindo a coincidência, acrescenta-se o prenome por
extenso. xemplo:

(BAND IRA, M., 1997) (BAND IRA, Manuel, 1990)


(BAND IRA, ., 1999) (BAND IRA, Marcio, 1999)

Citações de diversos trabalhos de um autor, num mesmo ano, são


distinguidos pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética,
depois da data e sem espaço. xemplo:

(LAKATOS; MARCONI, 1992a, p.56)


(LAKATOS; MARCONI, 1992b, p.177).
Citações
Citações indiretas de diversos trabalhos de mesma autoria
autoria, publicados
em anos diferentes, mencionados simultaneamente, têm suas datas
separadas por vírgula. xemplo:

(C RVO; B RVIAN, 2006, 2002, 1996)

Citações indiretas de diversos trabalhos de diversas autorias


autorias,
mencionados simultaneamente, são separadas por ponto e vírgula, em
ordem alfabética. xemplo:

(C RVO; B RVIAN, 2006; MARCONI, 2007; VI IRA, 2003)


As notas devem
Notas de ser apresentadas
rodapé conforme a NBR
10520/2002 e
14724 /2002
As notas de rodapé são indicações, observações ou aditamentos ao texto
elaborados pelo autor.

As notas de rodapé podem ser:

Ö  '  ± quando prestam esclarecimentos ou fazem


comentários sobre o texto ou quando remetem para uma bibliografia; e

Ö     %  ± quando apresentam a indicação da fonte das citações


no trabalho. Utilizam-se as notas de referência quando se adota o sistema
numérico.

As notas devem estar numeradas por algarismos arábicos, numa sequência


única e consecutiva para cada capítulo ou parte. As notas são digitadas dentro
das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de
entrelinhas e por um filete de 3cm, a partir da margem esquerda.
.
Notas de
rodapé 94     >   
!   

Neste projeto será utilizado como base


te rica o Manifesto da IFLA/UN SCO¹ sobre
bibliotecas públicas, por se tratar de um documento
de abrangência mundial e de bastante importância.

Segundo o Manifesto
(INT RNATIONAL..., 1994, online), as bibliotecas
públicas devem fornecer ³condições básicas para
uma aprendizagem contínua, para uma tomada de
decisão independente [ . . . ]´.

Nota explicativa ¹ ara maiores informações sobre o Manifesto IFLA/UN SCO


consulte: http://www.ifla.org.sg/VII/s8/unesco/port.htm
Notas de
94     >   
rodapé !   

Neste projeto será utilizado como base te rica


o Manifesto da IFLA/UN SCO sobre bibliotecas
públicas, por se tratar de um documento de
abrangência mundial e de bastante importância.

Segundo o Manifesto, as bibliotecas públicas


devem fornecer ³condições básicas para uma
aprendizagem contínua, para uma tomada de
decisão independente [ . . . ]´¹.

¹ INT RNATIONAL F D RATION OF LIBRAR ASSOCIATIONS


AND INSTITUTIONS. Manifesto da IFLA/UN SCO sobre bibliotecas
Nota de referência públicas. 1994. Disponível em:
<http://www.ifla.org/VII/s8/unesco/port.htm>. Acesso em: 24 jun. 2008.
Notas de
rodapé
m nota de referência a primeira citação de uma obra é realizada de
forma completa. ara as menções posteriores à mesma obra devem ser
usadas as seguintes expressões latinas:

#4@# (do mesmo autor) - substitui o nome do autor em notas


sucessivas. xemplo:

D MO, . ,    %    4 São aulo :


Atlas, 1989. p. 26.

Id.  ?  : princípio científico e educativo. 2. ed. São aulo : Cortez,


1991. p. 77.
Notas de
rodapé

#4@# (mesma obra) - substitui a referência à mesma obra


em notas sucessivas. xemplo:

L IT , J. A. A. ,      . São aulo :


McGraw-Hill do Brasil, 1978. p. 85.

Ibid., p. 87.
Notas de
rodapé

)4 4 @ )   (na obra citada) - substitui o título e demais


elementos (excetuando-se a paginação) da referência de obra já citada
em nota anterior, ou na mesma página. xemplo:

D MO, .  ?  : princípio científico e educativo. 2. ed. São aulo :


Cortez, 1991. p.77.

L IT , J. A. A. ,     4 São aulo :


McGraw-Hill do Brasil, 1978. p. 85.

D MO, op. cit., p. 87.


Notas de
rodapé
4 4 @   (no lugar citado) substitui o título e demais
elementos da referência de obra já citada em nota anterior, na
mesma página. xemplo:

S V RINO, A. J. ,  


 . 18. ed. São
aulo : Cortez, 1992. p. 81.

HÜHN , L. M. ,    : caderno de textos e


técnicas. 3. ed. Rio de Janeiro : Agir, 1989. p. 219.

S V RINO, loc. cit.


Tabelas
Ö As tabelas são numeradas consecutivamente em algarismos
arábicos, precedidas da palavra tabela em letras maiúsculas.

Ö Devem possuir um título de forma a identificar  ? é a tabela,


  foi aplicada e ? , localizado em sua parte superior.

Ö As tabelas não devem ser fechadas por linhas laterais.

Ö Quando não couberem na página, as tabelas não devem ser


fechadas pela linha horizontal inferior, neste caso devem continuar
na página seguinte, ap s a expressão continuação, repetindo-se o
cabeçalho.

Ö A fonte dos dados deve aparecer logo abaixo da tabela.

Ö As tabelas devem ser apresentadas que acordo com as Normas


de Apresentação Tabular do IBG .
Tabelas Assim, o aumento das internações psiquiátricas no
período apresentado está relacionado a uma resposta do
stado à falta de emprego como uma forma de responder
à questão social; o stado realiza uma modalidade de
proteção social proporcionando a acumulação no setor
privado da saúde mental. A presença do setor privado
contratado pela revidência Social é relevante na oferta
de serviços de hospital psiquiátrico ao longo de seis
décadas, como se constata na Tabela 01.
TAB LA 01 ± Número de hospitais psiquiátricos por natureza no
Brasil, de 1941 a 1991

Hospitais 1941 1961 1971 1981 1991


psiquiátricos
rivado - 39 81 269 357 259
Filantr pico
úblico 23 54 72 73 54
Total 62 135 341 430 313

Fonte: ALV S, D. S. N. et al. lementos para uma análise da


assistência em Saúde Mental no Brasil. In: CONF RÊNCIA NACIONAL
D SAÚD M NTAL, 2., 1992, Brasília.   ... Ministério da Saúde,
1992.
Ilustrações
Consideram-se ilustrações os quadros, lâminas, plantas, fotografias,
organogramas, fluxogramas, esquemas, desenhos, figuras etc.

As ilustrações localizam-se junto ao texto a que se referem. Caso não


seja possível, podem ser reunidas em forma de anexo.

A identificação das ilustrações é feita em sua parte inferior precedida da


palavra que a designa, seguida de seu número de ordem de ocorrência
no texto em algarismos arábicos, do respectivo título e/ou legenda
explicativa e da fonte, se necessário.
Conclusão È)-"#]]"#-#"

O objetivo desse trabalho foi o de compreender o


funcionamento da categorização e verificar como a noção
foi explorada na elaboração de linguagens documentárias
em diversos momentos. É sensato afirmar que a
complexidade da questão não permite, nos limites deste
trabalho, uma avaliação conclusiva. Foi possível, porém,
enumerar algumas referências para futuras pesquisas a
partir da reunião de algumas reflexões sobre o tema.

Ao final do trabalho, somos tentados a encontrar um


ponto comum entre os vários modos de abordar a questão
da categorização, como meio de encaminhar uma proposta
para um avanço nas discussões. Nesse sentido, quatro
principais direções são apontadas.
arte final do texto, na
qual se apresentam
conclusões
correspondentes aos
objetivos.
Referências ]];-#"

BATISTA, merson de Oliveira. "    


          
   . São aulo: Saraiva, 2004.

Separadas
CAM LLO, Bernadete. O movimento da entre si por dois
competência informacional: uma perspectiva para o espaços
letramento informacional. % #  ,
simples
Brasília, DF, v. 32, n. 3, p. 28-37, set./dez.2003.

DUDZIAK, lisabeth Adriana. Information literacy: spaço


Alinhamento princípios, filosofia e prática. %  entrelinhas
à esquerda #  , Brasília, DF, v. 32, n. 1, p. 23-35, simples
jan./abr. 2003.

lemento
HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles;
obrigat rio. FRANCO, Francisco Manoel de Mello.
ara elaboração ,  +    .
das referências, Rio de Janeiro: Objetiva, 2004. Recurso tipográfico
que destaca o título
utiliza-se a NBR
deve ser uniforme
6023/2002.
Apêndice ;-#]<       .
      

Como é a rotina na Biblioteca? Que atividades você Identificado por


realiza? letras
maiúsculas
A Biblioteca realiza atividades culturais? Qual o consecutivas,
público-alvo dessas atividades?
travessão e
Você sente dificuldade para realizar as tarefas respectivo título.
rotineiras, tais como o registro e catalogação dos
livros, empréstimo e pesquisa?

Há idéia de implementação de projetos para a


melhoria da Biblioteca e de suas atividades?

Como você avalia as atividades exercidas pelo


Sistema stadual de Bibliotecas úblicas? le dá o
Texto ou suporte esperado?
documento
elaborado pelo
autor, a fim de
complementar sua
argumentação.
Anexo -]=)< V #*&]   
    

Identificado por
letras
maiúsculas
consecutivas,
travessão e
respectivo título.

Texto ou
documento 
elaborado pelo
autor, que serve de
fundamentação,
comprovação e
ilustração.
-)," V# #A"

ASSOCIAÇÃO BRASIL IRA D NORMAS TÉCNICAS. -*È 25: informação e documentação ±


referências ± elaboração. Rio de Janeiro

______. -*È 25: Informação e Documentação - Referências - laboração. Rio de Janeiro, 2002.

______. -*È 29: Informação e Documentação - Numeração rogressiva das Seções de um


Documento scrito - Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

______. -*È 2B: Informação e Documentação - Sumário - Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

______. -*È 2C: Informação e Documentação - Resumo - Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

______. -*È 2D: informação e documentação - livros e folhetos - apresentação. Rio de Janeiro,
2006.

______. -* :2 : Informação e Documentação - Citações em Documentos - Apresentação. Rio de


Janeiro, 2002.

______. -*9B29: Informação e Documentação - Trabalhos Acadêmicos - Apresentação. Rio de


Janeiro, 2005.

INSTITUTO BRASIL IRO D G OGRAFIA STATÍSTICA. -     . 3. ed.
Rio de Janeiro, 1993. Disponível em:
<http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/visualiza_colecao_digital.php?titulo=Normas%20
de%20apresenta% 7% 3o%20tabular&link=Normas_de_Apresentacao_Tabulares>. Acesso em: 20
maio 2009.
DICAS
Ö As normas bibliográficas da ABNT estão
disponíveis para consulta e download no SABi;
Ö Na pagina da Biblioteca Central:
- em ³outros recursos´ temos uma ferramenta
chamada MOR que auxilia a montar
referências bibliográficas;
- em ³serviços´ temos um tutorial com dicas
de como fazer referências e soluções para as
dificuldades mais comuns.
 LA AT NÇÃO, OBRIGADA!

Não esqueça, se tiver dúvida, dirija-se a


biblioteca de seu curso e fale com o
bibliotecário ou então me escreva:
ref@bc.ufrgs.br