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Estudar a história é, sem dúvidas, entender alguns dos conflitos recentes, é perceber
que o homem ainda é essencialmente o mesmo de sempre e que se não precisamos
reinventar o mundo a cada geração, precisamos aprender que é o homem quem
faz a história e não a história que faz o homem.

Se hoje temos um mundo virtual, cibernético é porque há pelo menos 5000 anos atrás o
homem arou a terra e domesticou um animal.

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 O que é história Nova ?
 Oposição ao paradigma tradicional de análise histórica.
 A nova história interessa-se por toda atividade humana.
“Tudo tem história”.
 História Total (Annales)
 O que era previamente considerado imutável é agora
encarado como uma construção cultural, sujeita a
variações, tanto no tempo quanto no espaço.
 A base filosófica da nova história é a idéia que a
realidade é social ou culturalmente constituída.
 Abrangência total da história.
 Análise das estruturas.
 Os novos historiadores estão preocupados com as
opiniões das pessoas comuns e sua experiência
da mudança social.
 A história nova da ênfase a todo tipo de fonte
histórica.
 Variedade de evidências.
 Visuais
 Orais
 Estatísticas
 Materiais
 História vista-de-baixo.
 Considera os movimentos coletivos, quanto com
as ações individuais, tanto com as tendências,
quanto com os acontecimentos.
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Civilizações da
Antiguidade Oriental

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As mais antigas civilizações humanas tiveram origem no oriente. Surgem com o


sedentarismo humano, com a organização social dos grupos cada vez maiores e
mais complexos e também da necessidade de administrar os excedentes da
produção agrícola.

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Os rios, pela sua importância econômica, são o centro dessas civilizações antigas, a
ponto dessas civilizações serem associadas aos respectivos rios: Egito – Rio Nilo;
Mesopotâmia – Rios Tigre e Eufrates; Hebreus – Rio Jordão, entre outros.

Nesse ponto da história humana surge o arcabouço da civilização contemporânea, nos


inventos simples como a roda, ou sofisticados como a escrita. Assim o homem sai
da primitividade.

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Os homens possuem características comuns, como a escrita, a arquitetura


monumental, a agricultura extensiva, a domesticação de animais, a metalurgia, a
escultura, a pintura em cerâmica, a divisão da sociedade em classes e a religião
organizada.

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De modo geral, a forma de governo da maioria das sociedades é a Monarquia


teocrática e hereditária

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A religião é politeísta e o deus Sol, um dos mais importantes. As exceções são os


hebreus, único povo monoteísta da Antiguidade, e os persas, que acreditam na
existência de duas forças divinas - o bem e o mal.

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A arte também recebe uma forte influência religiosa e tem como temas mais constantes
as divindades, os reis, as batalhas e os aspectos da vida cotidiana. A arquitetura é
monumental, com edifícios religiosos e governamentais de grande porte. Essas
civilizações deixam importantes contribuições, como o alfabeto, a Bíblia, as
pirâmides, as técnicas de irrigação, os conhecimentos de astronomia, de
astrologia, os sistemas de pesos e medidas e os calendários lunares e solares.

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Sumérios
Desenvolvem a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo,
construção de canais, diques e reservatórios, utilizando instrumentos de tração
animal. Constroem templos de elaborada arquitetura, que servem como centro
político, religioso e econômico.
São politeístas e veneram divindades da natureza e deuses ligados aos
sentimentos. O rei é o chefe supremo. Criam a escrita cuneiforme (gravação de
figuras com estilete sobre tábua de argila) e fazem cerâmica e escultura de
pedra e metal. Na matemática, desenvolvem o método de dividir o círculo em
seis partes iguais.

Há 7.000 anos os primeiros


agricultores se instalaram
entre os rios Tigre e Eufrates
e formaram comunidades
agrícolas: os sumérios.

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Acadianos
Tinham Estado centralizado e o
rei era o chefe supremo. De
religião politeísta, constroem
monumentais palácios ao
lado dos templos sumérios.
Avançam na arte militar, com
tropas de grande mobilidade
no deserto e armamentos
leves, como o venábulo
(lança). Dão forma silábica à
escrita cuneiforme e
transcrevem obras literárias
sumérias.

Governante acádio, bronze


Museu de Bagdá

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Babilônicos
Os babilônicos possuíam um Estado centralizado. Seguiam o Código de Hamurabi, o mais
antigo código penal da história. O progresso econômico levou ao embelezamento das
cidades, com a construção de palácios, templos, da Torre de Babel e dos Jardins
Suspensos da Babilônia - considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.
Instituíram impostos em benefício de construções públicas. Criaram a astrologia e a
astronomia e aperfeiçoaram a matemática com a invenção do círculo de 360 graus e a
hora de 60 minutos. Eram politeístas e divinizavam o rei.

Jardins suspensos da
Torre de Babel Babilônia Código de Hamurábi
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Assírios
Formam o primeiro Exército organizado e o mais poderoso até então. Desenvolvem
armas de ferro e carros de combate puxados a cavalo. Impõem práticas cruéis aos
vencidos, como a mutilação. Os guerreiros e sacerdotes desfrutam grandes
privilégios: não pagam tributos e são grandes proprietários de terra.
A população, formada por camponeses e artesãos, é sujeita ao serviço forçado na
construção de imensos palácios e estradas e ainda paga altos tributos. Os assírios
implantam a horticultura e aperfeiçoam o arado. São politeístas e possuem um deus
supremo, Assur.

Militar Assírio do primeiro


exército organizado da
história

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EGÍPCIOS
A agricultura e o comércio de produtos naturais são a base da economia. Desenvolvem
técnicas de irrigação e construção de barcos.
Com a unificação, a propriedade da terra passa dos clãs ao faraó, aos nobres e aos
sacerdotes. Os membros dos clãs são transformados em servos, que trabalham nas
minas, na construção de palácios, templos e monumentais pirâmides de pedra (túmulos
dos faraós).
Empregam a técnica de mumificação de corpos, fazem o primeiro calendário lunar e
destacam-se na astronomia, na engenharia e nas artes.
Lançam os fundamentos da geometria e do cálculo e criam a escrita hieroglífica (com
ideogramas). Politeístas, cultuam o deus Sol e representam as divindades com formas
humanas.

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 O Egipto é um dom
do Nilo.
 Sem o Nilo o Egipto
seria um deserto.
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 Esta civilização
dependia das cheias
periódicas do Nilo que
irrigavam e
fertilizavam os solos.
 Para apoiar a
agricultura
construíram um
sistema de diques e
canais. Estes serviam
para armazenar e
distribuir água
conforme as
necessidades.
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 ANTIGO IMPÉRIO (3200 a.C. a 2300 a. C.)

 Um Estado pacifista e dedicado à construção de


Obras de drenagem e irrigação, que
impulsionaram o desenvolvimento da agricultura.
  Foram construídas as célebres  pirâmides de
Gizé: Quéops, Quéfren e Miquerinos. A
autoridade do faraó é enfraquecida pela ação dos
nomarcas, apoiada pela nobreza.
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 MÉDIO IMPÉRIO (2100 a.C. a 1750 a. C. )

 Os faraós reconquistaram o poder. Príncipes do Alto Egito


restauraram a unidade política do Império e estabeleceram em
Tebas a nova Capital. A massa camponesa, através de revoltas
sociais, conseguiu o atendimento de algumas reivindicações,
como por exemplo a concessão de terras, a diminuição dos
impostos e o direito de ocupar cargos administrativos até então
reservados às camadas privilegiadas. O Médio Império chega
ao fim com a invasão dos hicsos, um povo de origem asiática.
Os hebreus retirando-se da Palestina, chegaram ao Egito; mas
foram os hicsos que criaram maiores dificuldades. Com
cavalos e carros de combate que os egípcios desconheciam,
dominaram o país e instalaram-se no delta do Nilo
permanecendo na região aproximadamente dois séculos.
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 NOVO IMPÉRIO (1580 a.C. a 525 a. C. ) m/
 
 O período iniciou-se com  a expulsão dos hicsos e foi marcado por
numerosas conquistas. Outra característica fundamental deste período foi o
expansionismo e o poderio militar, pois a luta contra o invasor
desenvolvera no egípcio um espírito militar conquistador. No governo de
Tutmés III, o domínio egípcio chegou a se estender até o rio Eufrates, na
Mesopotâmia. No século XIV a. C., Amenófis IV,  casado com  a rainha
Nefertite, empreendeu  uma revolução religiosa e política, substituindo os
deuses tradicionais por Aton, simbolizado  pelo disco solar.  Esta medida
visava diminuir o poder dos sacerdotes que acabaram por fim expulsos.
Amenófis IV passou a se chamar Aquenaton que significa supremo
sacerdote do novo deus. Seu sucessor Tutancâmon, restaurou o culto aos
deuses tradicionais e pôs fim à revolução.
 
 O governo do faraó Ramsés II (1320 - 1232 a. C.) enfrentou novo
obstáculo, como a invasão dos  hititas. Inimigos ameaçavam as fronteiras;
a resistência era enfraquecida pela rivalidade entre o faraó e grandes
senhores enriquecidos pela guerra. Por volta do século VII a. C.  os assírios
invadiram o país.  Em 525 a. C., o rei persa Cambises derrotou o faraó
Psamético III, colocando fim à  independência egípcia. Os povos do Nilo
seriam ainda dominados pelos gregos e, a partir de 30 a. C., pelos romanos.
 A sociedade egípcia era uma
sociedade estratificada e
hierarquizada.
 Cada grupo social ocupava
um lugar determinado pelas
suas actividades, riqueza,
poder e influência.
 Dividiam-se em dois
grandes grupos: dirigentes
e produtores.
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 O Egito é um exemplo de uma economia


agrária. As principais actividades
económicas eram a agricultura e a criação
de gado.
 As actividades artesanais (tecelagem,
metalurgia, cerâmica, vidraria, joalharia,
ourivesaria, etc.) também tiveram muita
importância.
 Os excedentes agrícolas e artesanais eram
exportados para a Fenícia.
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 Os egípcios tinham uma


religião politeísta
(adoravam vários deuses).
 O faraó tinha um poder
sacralizado e era
considerado um deus vivo.
 Enquanto deus-rei tinha
um poder absoluto,
centralizador e
planificador.
 O Egipto constituía um
estado teocrático.
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 Os egípcios inventaram a
escrita hieroglífica que se
baseava em sinais pictográficos
que representavam pessoas e
objectos (hieróglifos).
 Esta escrita foi decifrada a
partir da descoberta da pedra
de Roseta que tinha inscrito o
mesmo texto em três tipos de
escrita: hieroglífica (a),
demótica (b) e grega (c).
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 Tipos de monumentos: templos, túmulos


(mastabas, hipogeus e pirâmides) e palácios.
 Todos os edifícios, em honra dos deuses e dos
faraós, tinham proporções monumentais para
transmitir a imagem de poder e de eternidade
e impressionar os mortais.
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 As estátuas eram
colossais e rígidas.
 Estavam
representadas na
posição estática, com
os braços ao longo do
corpo ou dobrados
sobre o peito.
 Os artistas representavam a
figura humana de acordo com as
seguintes regras:
1. Lei da frontalidade – a
cabeça, as pernas e os pés
estavam representados de
perfil, enquanto que os olhos
e os ombros estavam
representados de frente;
2. Lei da hierarquia – as
pessoas com maior estatuto
social tinham maiores
dimensões;
3. Realçavam a beleza, o vigor e
a juventude dos retratados.
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HEBREUS

Praticam a agricultura, o pastoreio, o


artesanato e o comércio. Têm por base
social o trabalho de escravos e servos. As
tribos são dirigidas de forma absoluta
pelos chefes de família (patriarcas), que
acumulam as funções de sacerdote, juiz e
chefe militar. Com a unificação destas, a
partir de 1010 a.C., elegem juízes para
vigiar o cumprimento do culto e da lei.
A partir de então unem-se em torno do rei.
Produzem uma literatura dispersa, mas
importante, contida em parte na Bíblia e
no Talmude. Criam a primeira religião
monoteísta da história, o judaísmo,
baseada nos Dez Mandamentos revelados
a Moisés no Monte Sinai.

Moisés: os 10 mandamentos
cristãos.

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FENÍCIOS
A principal atividade econômica é o comércio marítimo. Realizam um grande intercâmbio
com as cidades gregas e egípcias e as tribos litorâneas da África e da Península Ibérica,
no Mediterrâneo.
Possuem uma poderosa classe de comerciantes ricos e utilizam o trabalho escravo. A base da
organização política são os clãs familiares, detentores da riqueza e do poder militar.
Cada cidade-estado é governada por um rei, indicado pelas famílias mais poderosas.
Criam técnicas de navegação e de fabricação de barco, vidro, tecido e artesanato
metalúrgico. Criam um alfabeto, posteriormente adotado com modificações pelos gregos
e a partir do qual é criado o alfabeto latino. Sua religião é politeísta, com cultos e
sacrifícios humanos.

Alfabeto Fenício O intenso comércio marítimo


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HITITAS
Desenvolvem a mineração de ferro, a
agricultura, o artesanato e o comércio
nos mercados e caravanas. Servos e
escravos (prisioneiros de guerra ou por
dívidas) encarregam-se do trabalho.
Ricos comerciantes e a nobreza
administram os negócios do Estado por
meio de uma monarquia hereditária.
O rei centraliza o poder: é juiz supremo,
sumo sacerdote e chefe do Exército.
Possuem normas de direito nas quais
são previstas penas pecuniárias (pagas
com dinheiro), privação de liberdade e
escravidão. Criam as escritas
hieroglífica e cuneiforme. Politeístas,
cultuam divindades da natureza.

Hieróglifos hititas
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CRETENSES
Praticam a agricultura, a metalurgia do bronze e do ouro, mas a base da economia é um
ativo comércio marítimo de bens e produtos manufaturados com os Estados vizinhos
do Egito e do Oriente Médio.
O trabalho é exercido por escravos. O poder é centralizado no rei. Constroem grandes
palácios (como o de Cnossos), dedicam-se a afrescos e à cerâmica e desenvolvem, em
placas de argila, a escrita pictográfica "Linear A" (com alguns hieroglifos
emprestados copiados dos egípcios) e a "Linear B" (uma forma primitiva do grego).
As tabuletas relatam fatos sobre as administrações dos palácios. São politeístas e cultuam
deuses humanos e animais.

Reconstituição do Palácio de Cnossos


Arqueiro cretense http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/sala_de_aula/historia/grandes_civilizacoes/mesopotamia/civil_mesopotamica_sumeria
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PERSAS
Praticam a agricultura, a pecuária, o artesanato, a metalurgia e a mineração de metais e pedras
preciosas. Realizam intensos intercâmbios comerciais, constroem estradas de pedra e canais
para facilitar o transporte, as trocas e o correio a cavalo.
Implantam uma economia monetária e um sistema de pesos e medidas, e instituem impostos
fixos. No topo da estrutura social está a nobreza territorial, militar e burocrática e, na base,
servos e escravos. Em 539 a.C., com Ciro II, passam a viver sob Monarquia absoluta. Criam
uma literatura diversificada, particularmente a religiosa. Seguem os ensinamentos do profeta
Zaratustra (ou Zoroastro), que realiza importante reforma religiosa no século VI a.C. A
religião persa é dualista: os deuses são Ahura-Mazda, o bem, e Arimã, o mal.

Profeta Zoroastro
Guerreiros persas
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Antiguidade Clássica: Grécia


1 – CARACTERÍSTICAS GERAIS:
 Território acidentado:

 Desenvolvimento do comércio e navegação;

 Descentralização política (Cidade-Estado);

 Modo de produção escravista;

 Contribuições nas artes, ciências e filosofia (formadores da


CULTURA OCIDENTAL).
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 Instalação dos vários


povos que formaram
a Civilização Grega:
 Aqueus, Eólios, Jônios e
Dórios (violência);
 1ª Diáspora (Ilhas do
Mar Egeu e Ásia Menor)
 formação de colônias.
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2 – FASES DA HISTÓRIA:

 Período Pré-Homérico (2800 – 1100 a. C.) – povoamento


da Grécia.
 Período Homérico (1100 – 800 a. C.) – poemas Ilíada e
Odisséia.
 Período Arcaico (800 – 500 a.C) – formação da pólis
(cidade-Estado).
 Período Clássico (500 – 336 a.C) – auge da pólis.
 Período Helenístico (336 – 146 a.C) – decadência da pólis/
domínio Macedônico.
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3 – PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO:

 Civilização Creto-Micênica (cretenses + aqueus):


 Cretenses: comércio marítimo, talassocracia (poder
nas mãos de elite comerciante), escrita silábica
(Linear A e Linear B), destaque para as mulheres;
 Micênicos: Grécia Continental – aqueus.
Conquistaram os cretenses, porém assimilaram
alguns de seus valores culturais;
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4 – PERÍODO HOMÉRICO:
 Ausência de registros escritos (poemas épicos Ilíada e
Odisséia);
 GENOS – Organização básica familiar
 Pater = líder;
 Hierarquia = parentesco com Pater;
 Propriedade coletiva;
 Aumento da população dos genos e do consumo = em guerras;
 União de GENOS = FRÁTRIAS;
 União de FRÁTRIAS = TRIBOS;
 União de TRIBOS = DEMOS (povo) – base da PÓLIS grega;
- Líder: Basileu (rei).
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 Nova configuração social:


EUPÁTRIDAS (bem nascidos) – melhores terras

GEORGÓIS (pequenos agricultores) – piores terras

THETAS (marginalizados) – sem terras

 Necessidade de terras provoca 2ª diáspora


(Mediterrâneo Ocidental) – Magna Grécia e Ibéria.
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5 – PERÍODO
ARCAICO:
 Consolidação das
Cidades-Estado
(Pólis);
 Principais: Esparta
e Atenas (disputas)
 Evolução geral das
póleis:
 Monarquia
 Oligarquia
 Tirania
 Democracia.
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 ESPARTA – modelo oligárquico.


 Península do Peloponeso;
 Sinecismo (união) de tribos dórias;
 Militarismo acentuado (cidadãos-soldados: Licurgo);
 CLASSES SOCIAIS:

+ Espartanos ou esparciatas: poder político, religioso e militar


(cidadania);
+ Periecos: povos dos arredores. Estrangeiros, comerciantes e
artesãos. Livres mas sem direitos políticos. Submetidos à
autoridade dos espartanos.
+ Hilotas: servos do Estado. Sem direitos políticos e oprimidos
pelos espartanos. Camponeses.
 Educação: voltada para a obediência e aptidão física;
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 Educação espartana:
 A sociedade espartana era conservadora, a educação era
voltada para o militarismo, obediência a regras e vigor
físico, e isso impunha um código moral bastante severo.
 A criança ao nascer era examinada por um conselho de
cidadãos, que avaliava sua condição física, caso houvesse
alguma deficiência era atirada em um desfiladeiro.
Crianças eram entregues ao estado a partir dos sete anos,
para prepará-las para a educação militar, garantindo a
proteção da cidade e a ordem interna.
 A obrigação da mulher era a de gerar filhos saudáveis para
servir ao Estado,praticavam exercícios que lhes
garantissem uma vida forte e saudável.
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 ATENAS: modelo democrático;


 Ática;
 Aqueus + Eólios + Jônios;
 Início oligárquico – controle político dos Eupátridas;
 9 Arcontes – exército, religião e poder judiciário;

 Areópago – controle dos arcontes.

- Aumento do comércio redefine classes sociais:

EUPÁTRIDAS (bem nascidos – melhores terras)


DEMIURGOS (comerciantes e artesãos prósperos)
GEORGÓIS e THETAS (pequenos agricultores e marginalizados)
METECOS (estrangeiros)
ESCRAVOS (povos conquistados)
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 Reformas políticas para atenuar conflitos;


 DRÁCON (621 a.C): primeiras leis escritas (severas);
 SÓLON (594 a.C): fim da escravidão por dívidas, divisão
censitária da sociedade (4 tribos);
 Estrutura Política: BULÉ (400 membros), ECLÉSIA
(Assembléia Popular para aprovar leis da Bulé) e HELILEU
(tribunal);
 Principais Governantes: PSÍSTRATO, HIPARCO e
HÍPIAS (561 – 510 a.C): Tiranos. Obras públicas para gerar
empregos e diminuir atritos.
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 CLÍSTENES (510 a.C) – “pai da democracia” - Os gregos


chamavam a palavra governo de Kratía,  e demo – povo,  por isso
seu governo era chamado de democracia (governo do povo).
 Redivisão social em 10 tribos;
 Bulé ampliada (500 membros);

 10 Arcontes – um por tribo;

 Eclésia: 6 mil membros, com mais poder;

 Ostracismo – afastamento da cidade (10 anos);

 Estabilidade social e progresso.

- Mulheres, Metecos (estrangeiros) e escravos: sem direitos;


- Cidadãos: Homens, adultos, filhos de pai e mãe atenienses,
nascidos em Atenas.
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 Educação ateniense – tinha por objetivo a


formação completa do cidadão (física, intelectual
e artística). Aos 7 anos, eram entregues ao
pedagogo, faziam aula de  música, ginástica e
aprendiam a arte de falar em público.
 As meninas ficavam sobre a proteção materna
até casarem, eram submissas e raramente saíam
de casa. Eram preparadas para o casamento.
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6 – PERÍODO CLÁSSICO:
 Guerras Médicas (490 – 449 a.C);
 Gregos* X Persas (Xerxes);
 Confederação ou Liga de Delos;
 Supremacia naval e financeira de Atenas;
 Batalhas de Maratona e Salamina.
 461 – 429 a.C. (séc V a.C.) – Auge de Atenas;
- Século de Péricles (Idade de Ouro);
- Soldo (Misthoy) para exército;
- Cargos públicos remunerados;
- Imperialismo com cidades da Liga de Delos;
- Transferência de recursos financeiros de Delos para Atenas.
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 Guerra do Peloponeso (431 – 404 a.C.)


- ESPARTA* X ATENAS;
- Crise da democracia e das Cidades-Estado gregas;
- Breves períodos de preponderância de Esparta e posteriormente Tebas.

7 – PERÍODO HELENÍSTICO:
 Domínio Macedônico na Grécia;
 Filipe II (359 – 336 a.C.) – domínio da Grécia;
 Alexandre (336 – 323 a.C.) – conquistas territoriais amplas
(Egito, Fenícia, Palestina, Mesopotâmia e Pérsia),
fundação de cidades (Alexandrias);
 Após a morte de Alexandre, Império esfacela-se
entre disputas de generais;

 Helenismo: fusão da cultura grega com oriental;


 Artes plásticas – realismo, violência, dor, sensualidade;
 Ciências – PTOLOMEU (Geocentrismo) e ERASTÓSTENES (cálculo
da circunferência da Terra);
 Filosofia – ZENÃO (Estoicismo – aceitação), EPÍCURO (Epicurismo –
busca do prazer), PIRRO (Ceticismo – não emitir julgamentos
definitivos. Nada é o que parece).
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8 – A CULTURA GREGA:
 Teatro: tragédias e comédias. Ar livre, utilização de máscaras e coros,

atores homens. ÉSQUILO, SÓFOCLES e EURÍPEDES (tragédias) e


ARISTÓFONES (comédias);
 História: HERÓDOTO (Guerras Médicas), XENOFONTE e TUCÍDIDES

(Guerra do Peloponeso);
 Poesia: HOMERO (Ilíada e Odisséia), PÍNDARO (Jogos Olímpicos);

 Filosofia: TALES, PITÁGORAS, PROTÁGORAS, SÓCRATES,

PLATÃO e ARISTÓTELES;
 Arquitetura: Estilos JÔNICO (elegância, beleza), DÓRICO

(funcionalidade e peso), CORÍNTIO (luxo, riqueza de detalhes);


 Escultura: FÍDIAS e MIRÓN

 Ciências: TALES e PITÁGORAS (mat), HIPÓCRATES (medicina);


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m/

 Religião: politeísta e antropomórfica POSÊIDON


(águas);

APOLO
HERA
(luz);
(mulheres e casamento);
ZEUS
(principal); AFRODITE
(amor e beleza feminina).
ARTÊMIS
(caça);

HERMES
DIONÍSIO (mensageiro – comércio);
ATENA (vinho);
(artes e sabedoria);
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Civilização
753 a.C.
Romana
Rômulo e Remo
Etruscos
Latinos e Sabinos (Rio Tibre)
Italiotas, gregos e etruscos

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fases: BAIXO IMPÉRIO:
• declínio & queda

IMPÉRIO
LOGIA
CRONOLOGIA
IIIdC

ALTO IMPÉRIO:
JC • auge da civilização romana
I
• Senado e magistraturas: patrícios
REPÚBLICA • lutas sociais: concessões à plebe
• expansão territorial e crise política
VI
• fundação de Roma (latinos)
MONARQUIA • divisão social:
patrícios, plebeus e escravos
VIIIaC

séculos:
ROMA ANTIGA
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A Monarquia (753 – 509 a.C.)

Na Monarquia, o rei era escolhido por uma Assembléia


Curial e tinha o poder limitado pelo Senado. A
Assembléia Curial era formada por cidadãos em idade
militar e tinha como função:
 escolher o rei, elaborar e votar as leis.
 O Senado (Conselho de Anciãos) era um órgão
consultivo, cabendo aprovar ou rejeitar as leis
elaboradas pelo rei.

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Monarquia
À solidez econômica e política da situação dos
patrícios somou-se o talento militar dos romanos, que
fez de Roma, uma cidade-Estado, a sede de um
poderoso império.

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Monarquia
O elemento central da grande estabilidade desfrutada
por Roma foi a instituição do latifúndio escravista,
que, estabelecido ali numa escala desconhecida pelos
gregos, proporcionou aos patrícios o controle sobre os
rumos da sociedade

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Sociedade
Patrícios e plebeus. Desde o tempo da Monarquia, a
sociedade romana encontrava-se dividida em patrícios
e plebeus. Os patrícios pertenciam à camada superior
da sociedade, e os plebeus, à camada inferior.
O que distinguia a ambos era a gens.
 Somente os patrícios pertenciam às gentes (plural de
gens).
Roma: gens  -  cúria - tribo
Grécia: genos - fratria - tribo

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Sociedade
Clientes: Ligavam-se a uma familia de patrícios.
Clientela. Obrigações políticas, militares e
econômicas.

Eram diferentes dos plebeus, porém com o tempo vão


acabar se fundindo.

Escravos – Originados dos povos conquistados,


formavam grupo reduzido.

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Monarquia
Ao longo do governo dos três últimos reis etruscos, a
desigualdade entre patrícios e plebeus se aprofundou.
Os patrícios não cessavam de ampliar o seu poder com
o recrutamento de clientes

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Monarquia
Sete reis
Autoridade limitada (fiscalizada) patricios
Organização social: Gens (pater-familia)
Agricultura, comércio e artesanato.
509 a.C. último rei etrusco.

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República – Séc. VI a Séc. I
Os patrícios que se revoltaram implantaram, em
Roma, uma república oligárquica que se estendeu até
27 a.C. Nesse período, organizou-se uma magistratura.
Magistrados detinham o poder e eram eleitos
anualmente.

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República
Cônsules – Em número de dois, comandavam o
exército, convocavam o Senado e presidiam os cultos
públicos.

Pretor – Responsável pela execução das leis e da


justiça.

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Pretores: resolviam querelas entre cidadãos romanos e
estrangeiros ou entre cidadãos romanos e estrangeiros
entre si.

Censores: Censo, renda anual, moralidade.

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Censor – Elaborava o censo com base nas riquezas e
vigiava as condutas dos cidadãos.
Questor – Responsável pela área financeira.
Edis – Responsáveis pelo policiamento, pelo
abastecimento e pela preservação das cidades.

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República
Senado – Órgão com maior poder, composto por 3
mil senadores vitalícios. Elaboravam as leis, cuidavam
de questões religiosas, conduziam a política externa,
administravam as províncias, participavam da escolha
do ditador.

Ditador – Eleito para um mandato de seis meses, em


época de guerra.

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Havia três Assembléias:
Curial – Examinava os assuntos religiosos.
Tribal – Responsável pela nomeação dos Questores e
Edis.
Centurial – Composta pelos centúrias, grupos
militares encarregados de votar as leis e eleger os
magistrados.

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República e lutas Sociais
Crescimento da população e alargamento do território.
Repartição desigual.
Diferenças entre patrícios e plebeus.

Esses conflitos tiveram início quando os plebeus


formaram um exército próprio e retiraram-se para o
Monte Sagrado: eles reivindicavam direitos políticos .

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República e lutas sociais
Os patrícios, por outro lado, precisavam dos plebeus
nas atividades da guerra (militares e econômicas). Por
isso, aceitaram as reivindicações dos plebeus e
instituíram os tribunos da plebe, que podiam vetar leis
que considerassem contrárias aos interesses da classe
representada.

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República – conquistas da Plebe.
As leis escritas também foram conquistas da
plebe. Foram elaboras:
a) Lei das Doze Tábuas: as primeiras leis escritas
comuns a todos.
b) Lei Canuléia: permitiu o casamento entre
patrícios e plebeus.
c) Lei Licínia: aboliu a escravidão por dívida e
garantiu direitos políticos iguais entre patrícios e
plebeus.
d) Lei Ogúlnia: permitiu direitos religiosos iguais
entre patrícios e plebeus.
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República
No momento em que se deu a unificação da Itália
pelos romanos, duas grandes potências dominavam o
Mediterrâneo: no Ocidente, Cartago (Anibal)
(império marítimo); no Oriente, Macedônia (império
continental).

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Guerras Púnicas
Primeira Guerra Púnica – Teve início em 264 a.C. e
se estendeu até 241 a.C., Roma vence.
Segunda Guerra Púnica (218-201 a.C.) – Teve como
objeto a Espanha e como Palco a Itália.
Terceira Guerra Púnica (149-146 a.C.) – Terminou
com a vitória romana; Cartago foi anexada como
província da África. Roma conquistou a Grécia, a
Macedônia, a Ásia Menor, o Pérgamo e, no Ocidente
da Península Ibérica, fundou as Gálias.

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República
Roma transformou-se no maior império do Mundo
Antigo. As regiões conquistadas, transformadas em
províncias, foram obrigadas a pagar impostos.

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Conquistas
Luxo
Influencias orientais
Decadência Moral
Melhoria no exército
Comerciantes e militares (ascensão)
Modo de produção escravista

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Crise na República
O período compreendido entre os anos de 133 a 27 a.C
marcou o declínio da República.

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Crise
Irmãos gracos – A crise agrária e a luta dos irmãos
Gracos, Tibério e Caio, que, eleitos sucessivamente
tribunos, propuseram reformas sociais, dentre as quais
podemos citar, a Lei de Reforma Agrária – elaborada
por Tibério, foi aprovada e desagradou profundamente
os grandes proprietários rurais que, por sua vez,
tramaram o assassinato do seu idealizador.

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Crise
Mário e Sila – Nos consulados de Mário e Sila, o
primeiro estabeleceu o pagamento de salário aos
soldados, o que levou à entrada de pessoas pobres no
exército e diminuiu os privilégios da aristocracia. Em
função de sua política, Mário foi assassinado pelos
seguidores de Sila, com a ajuda do Senado.

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Crise
Espártacus – Os escravos agrícolas da região sul da
península itálica reuniram-se em Cápua, sob a direção
do gladiador Espártacus, espalhando pânico na
população romana. Os escravos foram vencidos pelos
exércitos de Pompeu e Crasso que, como recompensa,
foram eleitos cônsules, formando o Primeiro
Triunvirato.

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Crise
Primeiro Triunvirato – Envolvia Pompeu, Crasso
e Júlio César. Pompeu ficou com Roma e o
Ocidente; Crasso com o Oriente e Júlio César era
responsável pelas Gálias. Crasso morreu em
campanha militar; Júlio César estava em campanha
contra os gauleses. Pompeu deu um golpe de
Estado com o apoio do Senado. César dirigiu-se
para Roma e venceu Pompeu na Farsália. Em
seguida, César foi aclamado ditador, por um ano,
por dez anos e por toda a vida. Em virtude de uma
conspiração armada pelo Senado, Júlio César foi
assassinado em 44 a.C.

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Crise
Segundo Triunvirato – Os amigos de Júlio César,
anti-republicanos, formaram o Segundo
Triunvirato: Marco Antônio, Lépido e Otávio. Os
Triunviros puniram os assassinos de Júlio César,
instituíram o terror ao Senado e dividiram o
governo romano: Otávio ficou com o Ocidente,
Marco Antônio ficou com o Oriente e Lépido com a
África. Logo, afloraram as rivalidades entre os
Triunviros pela conquista da supremacia política.
Lépido foi destituído de seu cargo, sob pressão de
Otávio. Marco Antônio rompeu com Otávio e
tornou-se o governante supremo do Oriente e, logo
em seguida, fez uma aliança com Cleópatra do
Egito.
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Império
O imperador detinha poderes absolutos. Além de
executar as leis, exercia o comando do exército e
também legislava por meio de editos, decretos e
mandatos. Ao Senado, restou a posição de conselheiro
do imperador, com seu senatus consulta, porém seus
conselhos não eram aceitos como na fase republicana.

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Alto Império Baixo Império
• Otávio: “Pax Romana” • crise do escravismo (séc IIIdC)
• centralização do poder • colapso econômico e político
• sistema censitário (renda) • principais imperadores: Dioclesiano,
• máxima extensão territorial Constantino e Teodósio
• nascimento de Cristo • divisão do império: Ocidente (Roma)
• principais imperadores: e Oriente (Constantinopla)
Tibério, Calígula, Nero, • difusão e oficialização do cristianismo

Tito e Marco Aurélio (Teodósio: Edito de Tessalônica)


• perseguição aos cristãos • invasões bárbaras: pacíficas e violentas

27aC 70dC 212dC 313dC 476dC


Otávio Diáspora Edito de Caracala Edito de Milão Queda
Augusto dos judeus (cidadania) (Constantino)
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Paz romana
A Pax Romana, expressão latina para "a paz romana", é o
longo período de relativa paz, gerada pelas armas e pelo
autoritarismo, experimentado pelo Império Romano.
Iniciou-se quando August César, em 29 a.C., declarou o fim
das guerras civis e durou até o ano da morte de Marco
Aurélio, em 180.
Este termo enquadra-se historicamente nos dois primeiros
séculos do Império Romano, instaurado em 27 a. C. por
Augusto César. Neste período, a população romana viveu
protegida do seu maior receio: as invasões dos bárbaros que
viviam junto às fronteiras, o limes.
Pax romana era uma expressão já usada na época,
possuindo um sentido de segurança, ordem e progresso
para todos os povos dominados por Roma

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Império Romano na época de Cristo

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Divisão do império
Teodósio: 395 divisão (Ocidente e Oriente)
Crise militar, crise econômica e crise política.
Invasões Bárbaras.
Crise do escravismo
Cristianismo
Divisão

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Crise do Império
O Dominato
O Dominato era uma monarquia despótica e militar,
semelhante ao helenístico, ou seja, o poder do
governante tinha uma fundamentação religiosa. O
nome dessa instituição derivou de Dominus (senhor),
que foi como passaram a se intitular os imperadores a
partir de Diocleciano.

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Crise Império
No governo de Diocleciano, foi criada a Tetrarquia.
Para melhorar a defesa das fronteiras,
principalmente com a pressão dos bárbaros, o
Império foi dividido em quatro partes, cada uma
delas com governo próprio. Na economia,
Diocleciano tentou reduzir a inflação, por meio do
Edito Máximo, que consistia na criação dos
preços máximos para os produtos comercializados
e um limite de ganhos sobre a jornada de trabalhos

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Constantino
Em 313, Constantino assumiu o poder e
restabeleceu a unidade imperial. Defensor de que a
base do Império provinha das províncias do
Oriente, estabeleceu, em 330, sua capital na antiga
colônia grega de Bizâncio, rebatizada com o nome
de Constantinopla. Além disso, ele instituiu o
Edito de Milão, no qual reconheceu a religião
cristã e transformou-a na religião mais importante
de Roma. Ainda no século IV, os bárbaros
iniciaram as invasões em busca de terras férteis.
Em 378, os visigodos investiram contra o Império
Romano, vencendo-o na batalha de Adrianópolis.
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Teodósio foi o último imperador uno. Esse
imperador instituiu o Edito de Tessalônica, em
330, pelo qual a religião cristã se tornava a religião
oficial do Império.
Por ocasião da morte de Teodósio (395), o Império
foi divido em Ocidente, governado por Honório, e
Oriente, governado por Arcádio, ambos filhos do
Imperador.

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LEGADO CULTURAL
CRISTIANISMO
• de ameaça à ordem a religião oficial;
• monoteísmo e formação da Igreja Católica;
• resistência à crise do Império.

DIREITO
• base da ciência jurídica no Ocidente;
• Jus Naturale (Direito Natural), Jus Gentium
(Direito das Gentes), Jus Civile (Direito
Civil).
ARTES
• pintura e escultura: influência grega;
• arquitetura: luxo e grandiosidade;
• circos, termas, aquedutos (Fórum, Coliseu);
• latim: raiz do italiano, português, espanhol;
• letras: Virgílio (Eneida), Tito Lívio (História).
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Religião
Culto familiar e o público
Deuses protetores da família (Lares).
Práticas primitivas: antepessados

Privado se mistura ao público: elites.


Influencias: etruscos (auspícios)e gregos
(divindades)

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Deuses
Zeus x Júpiter
Atena x Minerva
Ares x Marte
Afrodite x Vênus
Dionísio x Baco
Podeidon x Netuno

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Cristianismo
Monoteísmo
Culto ao imperador (negava)
Opôe-se ao militarismo
Escravismo
Prega igualdade social
Constantino – Édito de Milão 313
Teodósio – oficializou

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Grandes Civilizações: ROMA

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