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Manutenção

Centrada em
Confiabilidade

INF - LB4 e RB3

07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 1


Laminação de Inox
Atualmente estão sendo desenvolvidos estudos
de MCC nos seguintes equipamentos:
LB4:
•Rolos enxugadores da esquerda;
•Rolos Pollastrelis da esquerda;
•Bobinadeira esquerda.

Estes estudos serão replicados para os mesmos


conjuntos do lado direito do laminador, considerando
as suas particularidades. Isto implica em análises
feitas pelo grupo e atualizações nos sistemas
informatizados ( Maximo e MCC ).
07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 2
Novos estudos - Laminação de Inox
Conjuntos com solicitação de estudo pela INFM,
conforme planejamento anterior.
LB4:
• Desbobinadeira;
• Cadeira de Laminação;
• Central de lubrificação dos redutores;
• Central hidráulica - auxiliar - 150 bar;
• Central de óleo de refrigeração da cadeira;
• Exaustores.

07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 3


LB4 - Planejamento da demanda
anterior Torres,

Inclui no levantamento a Central de Óleo e os Exaustores.

Atendendo a sua solicitação para definição do cronograma do PAD - MCC do LB4 /2005.

A Engenharia de Manutenção utiliza para traçar uma previsão de duração de uma revisão MCC, do
seguinte critério:

Quant. de horas de reunião necessárias = ( número de componentes cadastrados antes da revisão


x 3 modos de falha ) : 6 modos de falha p/ hora de reunião.
No caso do LB4, seria então:
Bobinadeira esquerda: ( 96 x 3 ) : 6 = 48 horas de reunião;
Desbobinadeira: ( 64 x 3 ) : 6 = 32 horas de reunião;
Cadeira de Laminação: ( 397 x 3 ) : 6 = 198 horas de reunião.
Central de Óleo - refrigeração da cadeira de laminação: ( 271 x 3 ) : 6 = 136 horas de reunião;
Exaustores: ( 31 x 3 ) : 6 = 16 horas de reunião;
Total = 430 horas de reunião

Para calcularmos a quantidade de reuniões necessárias, dividimos a quantidade de horas de


reunião por 3 ( duração produtiva média de uma reunião ). No caso dos cinco conjuntos acima,
seriam necessárias 143 reuniões. Para efeito de elaboração de cronograma, deveremos
considerar ainda os motivos justos de cancelamentos previsíveis, tais como: Paradas
Programadas do LB4 e dos outros equipamentos que esta equipe é responsável, bem como as
férias do Facilitador ( estarei de férias : 15 dias em agosto/05, 15 dias em dez/05 e + 30 dias em
2006 ).
Em vários estudos feitos por mim anteriormente, a margem de erro na quantidade de reuniões
previstas x realizadas, está em torno de 10%, para mais ou para menos. Porém a data final de
conclusão, sempre é estendida em função dos cancelamentos não previstos, pelos seguintes
motivos: emergências, falta de quorun, reuniões de assuntos corporativos, etc.

Att.

Ricardo
07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 4
Freqüência
Lista de presença nas reuniões de MCC – LB4 –
Bobinadeira Esquerda
Ramal 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
NOME
Ricardo - facilitador 7140 X X X X X C X R X C X X C F C X X X C C C X X X

Torres – eng. mecânico 7135 O I A A E A A A A

Sérgio – anal. mecânico 7515 X X N C N X N R N X X X N N N X X X

Altamir - anal. mecânico 7515 X X X X X G X A X C X X C I C X C C C

Washington- anal. elétrico 7515 X X X X R X R X E X X E A E X X X E E E X X X

Ronaldo – anal. elétrico 7515 E D L L S L L L L

Felipe – praticante elétrico 7515 S O A A A A A A

Geraldo – praticante mec. 7515 S D D R D D D D

Clésio - operador 7240 O G A A I A A A A

Grimaldo - operador 7240 R X C

Reginaldo - operador 7240 X A I V P A P A A A

Custódio - operador 7240 X X B X P A R R R C C C

José Geraldo - sup. oper. 7250 M A Z E D E O O O

Breno – eng. instr. 7415 D V O P P P P

Geraldo - instrumentista O C P L L L

Diogo – control. processo 7170 I L L A A A

Gener 7240 X X L B B M M M

OBS.: 3 4 E E E
09/08/2005

21/09/2005

05/10/2005
07/07/2005

11/07/2005

15/07/2005

19/07/2005

21/07/2005

26/07/2005

28/07/2005

02/08/2005

04/08/2005

11/08/2005

16/08/2005

18/08/2005

08/09/2005

13/09/2005

15/09/2005

06/10/2005

11/10/2005
Data

07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 5


Freqüência
Lista de presença nas reuniões de MCC – LB4 –
Bobinadeira Esquerda
Ramal 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25
NOME
Ricardo - facilitador 7140 X X X X X C X R X C X X C F C X X X C C C X X X

Torres – eng. mecânico 7135 O I A A E A A A A

Sérgio – anal. mecânico 7515 X X N C N X N R N X X X N N N X X X

Altamir - anal. mecânico 7515 X X X X X G X A X C X X C I C X C C C

Washington- anal. elétrico 7515 X X X X R X R X E X X E A E X X X E E E X X X

Ronaldo – anal. elétrico 7515 E D L L S L L L L

Felipe – praticante elétrico 7515 S O A A A A A A

Geraldo – praticante mec. 7515 S D D R D D D D

Clésio - operador 7240 O G A A I A A A A

Grimaldo - operador 7240 R X C

Reginaldo - operador 7240 X A I V P A P A A A

Custódio - operador 7240 X X B X P A R R R C C C

José Geraldo - sup. oper. 7250 M A Z E D E O O O

Breno – eng. instr. 7415 D V O P P P P

Geraldo - instrumentista O C P L L L

Diogo – control. processo 7170 I L L A A A

Gener 7240 X X L B B M M M

OBS.: 3 4 E E E
07/07/2005

15/07/2005

19/07/2005

26/07/2005

28/07/2005

09/08/2005

11/08/2005

16/08/2005

18/08/2005

08/09/2005

13/09/2005

21/09/2005

05/10/2005

11/10/2005
11/07/2005

21/07/2005

02/08/2005

04/08/2005

15/09/2005

06/10/2005
Data

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Estudos realizados

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Estudos realizados

07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 8


Estudos realizados

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RB3 - Referências que podem
ser usadas

RB3 tem 79 conjuntos cadastrados, sendo que 12


já foram analisados através da MCC.
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LB4 - Referências que podem ser
usadas

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Presente no mundo inteiro, presente na sua vida.

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Draft

Projeto GEO
Frente: Gestão Estratégica da
Manutenção
Criticidade dos conjuntos - 2ª Onda

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Objetivos:
• Estabelecer etapas para aplicação dos conceitos
de criticidade para todos os equipamentos da
empresa;

• Otimizar os planos de manutenção de acordo


com a criticidade estabelecida

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P R O J E T O - C r it ic id a d e d o s C o n ju n t o s e S u b c o n ju n to s - 2 ª o n d a
IT E M ÁREA ASSUNTOS O B J E T IV O RESPONSÁVEL DATA EVOLUÇÃO FAROL OBSERVAÇÕES
P 1 - C la s s if ic a r to d o s o s e q u ip a m e n to s , p o r T er com o base
G e ra r a lis ta 1 d e p r io r id a d e d e a p lic a ç ã o
1 E P M /IIM E G e rê n c ia N 2 , e m r a m o A , B o u C te n d o c o m o m a te r ia l u tiliz a d o n a
d o m é to d o d e c r it ic id a d e .
b a s e o P P V 2 0 0 6 e C u s to s d a F a lh a . p r im e ir a o n d a G E O
P 2 - L e v a n ta r in d ic a d o r e s d e d u r a ç ã o d a s f a lh a s , G e ra r a lis ta 2 d e p r io r id a d e d e a p lic a ç ã o
2 IIM E
C u s to d e m a n u te n ç ã o ( D e s p e s a in d ir e ta ) . d o m é to d o d e c r it ic id a d e .

P 3 - D e f in ir lis t a d o s e q u ip a m e n to s p r io r it á r io s ,
3 IIM E O b te r lis ta a p u r a d a d e p r io r id a d e s .
a tra v é s d o c ru z a m e n to d a s d u a s lis ta s a n te rio re s .

4 IIM E P 4 - L is t a r o s c o n ju n t o s p o r e q u ip a m e n to .

P 5 - C la s s if ic a r o s c o n ju n t o s lis ta d o s e m r a m o A ,
5 IIM E /Á re a P r io r iz a r o s c o n ju n to s
B ou C .

P o s s ib ilita r p r io r iz a ç ã o d e c o n ju n to s q u e
P 6 - I d e n tif ic a r c o n ju n to s lim ita d o r e s d e in te r v a lo
6 IIM E /Á re a in te r f ira m n o e s p a ç a m e n to d a s
d e p r e v e n t iv a s .
p re v e n tiv a s .

P 7 - E s ta b e le c e r c r ité r io s e d e f in ir o s p r in c ip a is Id e n tif ic a r f a m ília s d e c o m p o n e n te s


7 Á re a
c o m p o n e n t e s d o s c o n ju n to s r a m o A . p rio ritá rio s .

P 8 - F o r m a r g r u p o d e tr a b a lh o e a p lic a r M C C n o s
8 IIM E
c o m p o n e n t e s id e n t if ic a d o s .

P 9 - G e r a r p la n o p a d r ã o d o s p r in c ip a is
T e r p la n o b á s ic o d a s p r in c ip a is f a m í lia s
9 IIM E c o m p o n e n t e s lis ta d o s e c a d a s tr a r n o s o f tw a r e d o
p a r a f a c ilit a r a a p lic a ç ã o d a M C C .
M CC.
P 1 0 - G e r a r p la n o d e m a n u te n ç ã o d o
10 IIM E e q u ip a m e n to v a lid a d o p e la E n g . d e m a n u te n ç ã o E v ita r a lte r a ç õ e s n o s is te m a id e n t if ic a d o
e b lo q u e a r a lte ra ç õ e s .

P 1 1 - P r o je t a r p o s s ív e is re d u ç õ e s d e c u s to s n a s
11 IIM E
d e s p e s a s in d ire ta s e o u tr o s .

P 1 2 - I d e n t if ic a r e e le g e r o s K P I 's p a r a
12 IIM E
a c o m p a n h a m e n to d o s r e s u lta d o s .

P 1 3 - A c o m p a n h a r r e a liz a ç ã o d o s c u s to s
13 IIM E c o m p a r a n d o c o m a p r o je ç ã o re a liz a d a .
E s ta b e le c e r f a r o l p o r u n id a d e .

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LTQ
Custo de Falha

RB2
AF2 LB2
RC2 DC1 CL1

AOD

PB2
RB4
AF1

TL3 FEA2
LC1 LC2 MRP
TL7 RB3
AP2 TD2 LB1 LB4
RC3 TD1
RC1 Cetubos TL6 TL2
Lingotadeira EB's Esmerilhadeira LE1 PB1 LB3 TL5
FEA3TL1 RB1

MTBF

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Classificação da EPM*
Classe Ordem Equipamento * Esta classificação foi definida por fatores
1 LTQ
2 LB2
técnicos, levando-se em consideração:
RAMO A
3
4
RB2
CL1
1 - O custo da falha
5 DC1 2 - A frequência da falha (MTBF)
6 AOD
7 AF1 3 - Margem de contribuição do produto
8 AF2
9 RC2 4 - A importância no fluxo referência PPV 2006
10 PB2
11 RB4
12 FEA2
13 RB3
14 MRP
15 LB4
16 LB1
RAMO B
17 TD1
18 TD2
19 LB3
20 RB1
21 FEA 3
22 PB 1
23 LC1
24 LC2
25 LE1
26 Esmerilhadeiras
27 TL1
28 TL5
29 TL6
30 TL3
31 TL7
RAMO C
32 RC3
33 RC1
34 AP2
35 Ebs
36 Lingotadeira

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Classificação da EPM*
Classe Ordem Equipamento

1 RB4

2 RB3

3 LB4

4 LB1

5 LB3

6 RB1

7 PB 1

8 LE1

9 EB1

10 EB2

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Equipamento Custo Realizado 2005

RB3 855.914,86

RB4 504.617,73

RB1 472.514,02

LB3 405.683,72

LB4 289.666,75

LB1 211.749,20

EB2 120.230,22

EB1 114.721,60

PB 1 102.207,28

LE1 72.448,97

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Equipamento Horas de Paradas Manutenção 2005

RB3 302,05

RB4 231,50

RB1 140,13

LB3 ....

LB4 .....

LB1 .......

EB2 .........

EB1 .........

PB 1 ...........

LE1 ..............

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Definição da criticidade e
classificação dos conjuntos.
Relacionar todos os conjuntos:
EQUIPAMENTO: LINGOTAMENTO CONTÍNUO 2 EQUIPAMENTO: LAMINADOR DE ENCRUAMENTO Nº 1
LC2
CÓDIGO CONJUNTO
Código CONJUNTO +--LE1-068884 Quadro de distribuicao de forca - qbt 2
LC2-017528 Central Hidráulica
LC2-230696 Cabine de comando - Supervisórios +--LE1-068889 Carro de bobinas da entrada
LC2-220355 Mesa de oscilacao do molde +--LE1-068920 Desbobinadeira
LC2-017344 Circuito de Refrigeração
LC2-017089 Unidade giratoria - torre +--LE1-069041 Central de lubrificacao - redutores bobinadeira e laminador
LC2-017090 Sala Elétrica +--LE1-069060 Cadeira de laminacao
LC2-171536 Plataforma de Lingotamento - OS1
LC2-017147 Unidade Hidráulica de Válvula Gaveta +--LE1-069392 Bobinadeira
LC2-017158 Tundish n.1 e n. 2 +--LE1-069503 Carro de bobinas da saida
LC2-258141 Estação de Combate à Incêndio
LC2-185835 Segmento de rolos
+--LE1-069531 Central hidraulica auxiliar
LC2-017755 Maquina de corte +--LE1-069587 Medicao de alongamento da tira
LC2-017326 Câmara de spray - Sistema de Exaustão
+--LE1-098910 Central de lubrificacao - mancais morgoil
LC2-017327 Zona de Dobramento
LC2-017215 Molde +--LE1-098912 Central hidraulica - sistema de aperto
LC2-017573 Barra falsa
+--LE1-210321 Unidade de refrigeracao do le1
LC2-017503 Central de lubrificacao 1 e 2
LC2-017385 Unidade Extratora (Segmentos 6 e 7) +--LE1-215716 Sala eletrica i2
LC2-017835 Empurrador de placas
+--LE1-252533 Limpeza de residuos + Polidor
LC2-017603 Mesa de rolos
LC2-017604 Mesa de Corte +--LE1-255959 Condicionador de ar - sala eletr. laminador encruamento
LC2-017605 Mesa de Transferência de Placas
LC2-017856 Balanca de pesagem de placas
LC2-017857 Periféricos - Auxiliares

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Definição da criticidade e
classificação dos conjuntos.
Estabelecer critérios para classificação:
CLASSIFICAÇÃO DA SEVERIDADE DAS FALHAS EM RELAÇÃO À PRODUÇÃO

NOTA CATEGORIA RISCO


4 CATASTRÓFICA Com potencial para parar o equipamento por mais
de uma semana ou perda econômica maior que
R$ 500.000,00.

3 CRÍTICA Com potencial para parar o equipamento por mais


de 01 dia ou perda econômica de R$ 100.000,00 até
R$ 500.000,00.

2 MODERADA Com potencial para parar o equipamento por até


01 dia ou perda econômica entre R$ 10.000,00 a
R$ 100.000,00.

1 BAIXA Sem potencial para parar o equipamento, mas podendo


gerar perda econômica até R$ 10.000,00.

07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 22


Definição da criticidade e
classificação dos conjuntos.
Estabelecer critérios para classificação:
CLASSIFICAÇÃO DA SEVERIDADE DAS FALHAS EM RELAÇÃO À SEGURANÇA

NOTA CATEGORIA RISCO


4 CATASTRÓFICA Com potencial para causar várias vítimas fatais

3 CRÍTICA Com potencial para causar pelo menos uma vítima


fatal ou grandes danos ao meio ambiente

2 MODERADA Com potencial para causar ferimentos ao pessoal ou


pequenos danos ao meio ambiente

1 BAIXA Com potencial de causar indisposição ou mal estar


no pessoal

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Definição da criticidade e
classificação dos conjuntos.
Estabelecer critérios para classificação:
CLASSIFICAÇÃO DA FREQUÊNCIA DAS FALHAS

NOTA CATEGORIA FREQUÊNCIA


4 FREQUENTE Ocorre várias vezes no ciclo de vida do equipamento.
Uma ou mais ocorrências a cada ano de operação.
Registros de ocorrências anteriores.

3 PROVÁVEL Ocorrência durante a vida útil do equipamento


ou em equipamento similar.
Registro de pelo menos uma ocorrência anterior.
2 IMPROVÁVEL A ocorrência depende de uma única falha
( humana ou de equipamento )
sem meios de proteção / redundância.
Sem registro de ocorrências anteriores.
1 REMOTA A ocorrência depende de falhas múltiplas
( falha a função protegida, tendo falhado antes
o elemento de proteção / redundância ).

07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME 24


Definição da criticidade e
classificação dos conjuntos.
Estabelecer critérios para classificação:

Critérios de classificação Segurança/Meio Ambiente Fatores econômicos

Se a soma da pontuação obtida em cada matriz for: Severidade Severidade

F/S 4 3 2 1 F/S 4 3 2 1

Maior ou igual a 8: Equipamento Ramo A 4 16 12 8 4 4 16 12 8 4

Maior que 3 e menor que 8: Ramo B 3 12 9 6 3 3 12 9 6 3


Freq. Freq.

Menor ou igual a 3: Ramo C 2 8 6 4 2 2 8 6 4 2

1 4 3 2 1 1 4 3 2 1

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Definição da criticidade e
classificação dos conjuntos.
Classificar os conjuntos:

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Definição do ponto de aplicação da MCC.

• Identificar componentes limitadores do intervalo de preventivas


do equipamento;

• Listar os componentes principais dos conjuntos do ramo A;

• Formar grupos de trabalho para aplicação da MCC nestes


componentes, com a participação de especialista.

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Quantificação dos resultados - LE1
LE1 - POLIDORES (EXCLUÍDOS/ MODIFICADOS)
TIPO GER.OS EQUIP.
Nº PM DES CRIÇÃO Nº PT NATUREZA ROTINA FREQ. OBS ERVAÇÃO
S ERVIÇO LIBERADA? PARADO?

4 7 2 3 5 EFETUAR REAP ERTO NOS P ARAFUSOS DE FIXACAO DOS


6 6 0(58 4 diaExe
s p c.
/ LE1 -Rot
Me) c. LE1 -rot N 1 Su b s titu ido p or Ins p e çã o rot.

4 7 2 5 9 EFETUAR DESMONTAGEM DOS CARROS DAS ROLDANAS


6 6 1DO
3 Exe c. Me c. N 168 Y Ins p e çã o P M's 4 9 0 9 1 e 4 9 1 0 6

4 7 2 5 5 EFETUAR LIMP EZA, TROCA DAS GUIAS, EIXOS 40386 Exe c. Me c. N 168 Y Ins p e çã o P M's 4 9 0 9 1 e 4 9 1 0 6

4 7 2 4 0 EFETUAR ENSAIO NAO DESTRUTIVO NAS HASTES DOS


6546 In s p . Me c. N 336 N Ens a io ca nce la do

4 7 2 4 1 DESMONTAR CILINDROS HIDRAULICOS DE TRANSLACAO


6 6 0 1DOS Monit. Me c. N 336 Y De s m ont. p / e fe tu a r e ns a io ca ncela d o

4 9 0 6 8 Ve rifica r de s ga s te rotor-Exa u s tor 42042 In s p . Me c. N 336 Y Su b s titu ido p or Ins p e çã o rot.

Cálculo da redução percentual do custo de execução de serviços - LE1


2005 Redução Prevista 2006
Redução
PM Homem x Hora utilizado em 2005
Projetada
Mão de obra Material Mão de obra Material Total

47235 4 vezes por ano x 1 mec x 3 horas R$ 258,96 R$ - 50% R$ 129,48 R$ - R$ 129,48

47259 2 vezes por ano x 3 mec x 8 horas R$ 1.035,84 R$ 3.481,84 30% R$ 310,75 R$ 1.044,55 R$ 1.355,30

47255 2 vezes por ano x 2 mec x 8 horas R$ 345,28 R$ 4.168,80 30% R$ 103,58 R$ 1.250,64 R$ 1.354,22

47240 1 vez por ano x 1 mec x 1 hora R$ 21,58 R$ - 100% R$ 21,58 R$ - R$ 21,58

47241 1 vez por ano x 2 mec x 1 hora R$ 43,16 R$ - 100% R$ 43,16 R$ - R$ 43,16

49068 1 vez por ano x 1 mec x 2,5 horas R$ 21,58 R$ - 100% R$ 21,58 R$ - R$ 21,58

Total Realizado 2005 R$ 1.726,40 R$ 7.650,64

Total Redução R$ 630,14 R$ 2.295,19 R$ 2.925,33

Custo total do conjunto em 2005 R$ 5.016,38 R$ 18.254,96 R$ 23.271,34

% redução no custo dos PM´s de Exec. Alterados 37% 30% 31%

07/20/20 Engenharia de Manutenção - IIME


Redução % no custo total do conjunto (2005) 13% 13% 13% 28
Resumo dos resultados

Ramo do % redução
Equipamento Conjunto
conjunto Mão de Obra Material
Polidores A 13% 13%
LE1
Central Lub. Redut. Bob. C 0 0

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Resultados da aplicação

• Plano de manutenção padrão para os componentes;

• Geração do cadastro de planos padronizados no sistema MCC;

• Alteração no sistema MAXIMO do plano de manutenção do


equipamento estudado;

• Bloqueio de alterações dos planos revisados no sistema


MAXIMO;

• Identificação e aplicação da lateralidade para os planos


padronizados;

• Definição dos KPI´s e acompanhamento dos resultados.


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Características do modelo
• Critério para estabelecer prioridade dos estudos nos equipamentos
da Usina e também a prioridade de estudos dentro das fábricas;
• Grupos de MCC com a participação de Especialistas;

• MCC aplicada um nível abaixo do atual;

• Padrões técnicos de componentes para futuras replicações;

• Planos revisados com bloqueio e controle de alterações no


sistema MAXIMO;
• Melhoria na identificação e aplicação da lateralidade para os
planos padronizados;
• Uso de software dedicado para registro dos estudos realizados.

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Presente no mundo inteiro, presente na sua vida.

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Back up

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Conclusões:
• Não foi identificado “sobremanutenção” nos conjuntos ramo C;

• O potencial de ganho foi identificado nos conjuntos ramo A;

• As variações entre os percentuais de redução dos conjuntos


ramo A e Ramo C, indicam a necessidade do cálculo individual de
cada conjunto;

• Nos conjuntos onde já foram aplicados a MCC, a velocidade de


revisão é maior;

• Para o espaçamento entre preventivas, torna-se necessário uma


avaliação focada no plano de manutenção dos conjuntos críticos.

• A avaliação dos conjuntos que mais influenciam no custo do


equipamento deve ser feita visando a redução da demanda de
atividades nas paradas programadas.

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Sistema MCC
• Permite editar os estudos em tempo real no
meio definitivo, liberando tempo do facilitador;
• Permite que qualquer pessoa habilitada /
capacitada, acompanhe o andamento do
estudo, podendo contribuir com o seu
conhecimento ( sugestões );
• Para seu melhor aproveitamento, serão
necessários recursos adicionais:
– micro-computador ligado em rede na sala de
reunião;
– desejável um projetor para que o grupo interaja com
o que esta sendo editado, evitando correções
posteriores.

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