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4 – Topologia da Rede de Gerência

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Conteúdo - Módulos

• Apresentação Institucional; • Configurador de


• Sistemas DWDM; Amplificadores ópticos;
• Cuidados de operação com os
• Descrição dos produtos da
amplificadores ópticos;
Plataforma DWDM da Padtec;
• Optical Transport Network
• Topologia da Rede de (OTN) - G.709 ITU-T;
Gerência; • Gerenciamento de falhas na
• Configuração do Supervisor de rede de transmissão da
Transponder Pai e do Canal Padtec – simulação de falhas;
de Supervisão; • Avaliação do treinamento.
• Gerência Local da Padtec;
• Controle automático de Ganho
para amplificadores ópticos;

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-2


Topologia da Rede de Gerência Descrição

Definição:
• O Supervisor de Transponder Pai (SPVL ou SPVJ) é a placa central de gerência do
“bastidor”. Nesta placa são concentradas todas as informações de gerência de
todos os módulos da Padtec que são gerenciáveis.
• É o módulo Supervisor de Transponder Pai (SPVL ou SPVJ) que define um “site”.
Uma mesma estação pode ter mais de um Supervisor de Transponder Pai (SPVL ou
SPVJ) e consequentemente, mais de um “site”.
• Dentro do bastidor, a interligação entre os sub-bastidores (Transponder ou de
amplificadores), chaves-ópticas, módulos de ventilação (“FANs”) e Shelf House
Keeping (“SHK”), é realizada pelos cabos de gerência (“CCI” de quatro fios com
conectores RJ-11) com protocolos seriais RS232 e RS422.
• A interligação entre os módulos gerenciáveis forma um “cascateamento” de gerência,
tendo o módulo Supervisor de Transponder Pai (SPVL ou SPVJ) como ponto de
partida.
• Em um mesmo enlace a comunicação entre as estações é realizada pelo Canal de
Supervisão (SCMLx ou SCMx).
• O Canal de Supervisão interliga os Supervisores de Transponder Pai (SPVL ou
SPVJ) através do mesmo par de fibras ópticas (“Tx” e “Rx”) utilizadas pelos canais
de transmissão de dados, mas utilizando para si uma portadora óptica geralmente de
1510 nm (portanto, fora da banda de transmissão DWDM).

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-3


O módulo Supervisor de Cascata RS 422
Transponder Pai possui
duas portas de gerência, Cascata RS 232
com dois protocolos seriais
diferentes, RS 232 e RS
A ordem de interligação dos
422.
módulos pode ser modificada.
Apenas não podemos
Os demais módulos
interligar um módulo que
possuem duas portas
tenha interface serial de
serias para a gerência.
gerência RS 232 com outro
Mas neste caso, o módulo
módulo que tenha interface
vai trabalhar somente com
serial RS 422.
um tipo de protocolo serial
(RS 232 ou RS 422).
A porta de entrada é
denominada de
“Supervisor” e a porta de
saída (para continuar a
cascata) é denominada
“Extended Supervisor”.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-4


Montagem de gerência do bastidor

Definições:

• Sub-bastidor de Transponder Pai:

• O Supervisor de Transponder Pai (SPVL ou SPVJ) é inserido no sub-bastidor de


Transponder.

• As conexões entre o módulo Supervisor de Transponder Pai e os módulos Supervisor


de Transponder Filho (SPVJ-4SM), FAN GR, FAN G8, MUX com VOA e SHK (modelo
novo com 1U de altura) e ROADM utilizam protocolo serial “RS422”.

• Sub-bastidor de Transponder Filho:

• O Supervisor de Transponder Filho .(SPVJ-4SM ou SPVJ-xS). É inserido no sub-


bastidor de Transponder Filho.

• As conexões entre o módulo Supervisor de Transponder Pai, Supervisor de


Amplificador (“SPV 5AO”) e Chave óptica (módulo “OPS”), utilizam protocolo serial
“RS232”.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-5


Topologia do Canal de Supervisão

• A comunicação utiliza protocolo proprietário (aproximadamente 512 kbit/s).

• Canal síncrono.

• Apenas os módulos Terminais de Canal de Supervisão tem o “clock” configurável.

• Grupos de gerência limitam o número de sites interligado logicamente pela gerência.

• Os grupos devem ser configurados para no máximo, nove sites interligados.

• Os enlaces de gerência são limitados pelos módulos Terminais (“SCMT”).

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-6


Topologia do Canal de Supervisão

Devemos configurar:

• Site: mesmo endereço do Supervisor (exemplo: site 1, site 2, etc).

• Grupo: número de grupo igual para todos os módulos de Canal de supervisão


(desde que não excedam o número de nove sites interligados).

• Clock (apenas para módulos Terminais): interno (gera o sincronismo) e recuperado.

• G.703: canal de 64 kbit/s G.703 que pode ser utilizado para qualquer tipo de
transmissão de dados. Pode ser configurado como ON (habilitado) ou OFF
(desabilitado).

• Ramal: número de identificação do canal de voz para um determinado site. Pode ser
qualquer número inteiro de 1 a 99.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-7


Topologia do Canal de Supervisão
Como funciona ?

• Clock => Interno • Clock => se Interno


• Clock => para os no Site 1 =>
obrigatoriamente o
módulos de “Canal de
site 5 deve ser
Supervisão Cliente”,
configurado como
NÃO há configuração
Recuperado
de clock !

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-8


LOS North
(“Rx2”) LOS South
(“Rx1”)

Ocorre um rompimento do cabo


de fibra óptica ou falha no módulo
de transmissão !

No módulo com LOS no Rx South:


No módulo com LOS no Rx North: A partir do alarme de LOS, o módulo
A partir do alarme de LOS, o modulo canal de Supervisão dispara um
canal de Supervisão dispara um contador contador decrescente. Se ao final, o
decrescente. Se ao final, o alarme de alarme de LOS ainda estiver presente o
LOS ainda estiver presente o módulo de módulo de Canal de Supervisão Cliente
Canal de Supervisão Cliente vai passar a vai assumir o sincronismo da rede de
enviar de volta os quadros pelo Tx South. gerência, deste ponto em diante.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-9


Gera clock

Passam a existir duas rotas de gerência !


Uma rota: site 1 e site 2.
Segunda rota: site 3, site 4 e site 5.

Quando a falha cessar, os alarmes de LOS também vão cessar.


Automaticamente, o sistema irá voltar a situação inicial, com o site
1 gerando o sincronismo para toda a rede de gerência.

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Topologia da Rede de Gerência
Concentrador Concentrador
Master Slave

Rede DCN do cliente (Data Communication


Network)

Router Visualizador
Visualizador Visualizador

Ethernet
(10 BaseT)

Conversor
Ethernet (10 BaseT)
=> 2 M bit/s G.703
Número máximo de Visualizadores conectados ao Concentrador: 15.
Número máximo de NE (Network Element = Supervisores): 10000.

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Concentrador
DCN do DCN do
Master
Cliente Cliente
Gera clock

Endereço
Endereço
IP IP

Supervisor Supervisor Supervisor


sem sem sem
Endereço IP Endereço IP Endereço IP

Tenho a conexão TCP-IP implementada nas duas extremidades da rota.


A pesar de ter a falha entre os sites 2 e 3, vou conseguir manter o gerenciamento de
TODOS os sites da rota. Através do site 1, tenho a comunicação entre os sites 1 e 2.
Através do site 5, tenho a comunicação entre os sites 3, 4 e 5.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 4-12


Definição de “Grupo de Gerência”
Site 1 Site 2 Site 3 Site 4 Site 5 Site 6 Site 7

Site 8
Grupo 1
• Máximo de 15 sites interligados.
• A Rede deve ser dividida em dois grupos.
• Um “grupo” de gerência NÃO deve possuir mais de 9 sites.
• Os grupos de gerência não impedem a comunicação do canal de voz Site 9
entre os sites de grupos diferentes!
Grupo 2

Site 15 Site 14 Site 13 Site 12 Site 11 Site 10

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Exemplos de Topologia de Rede
Grupo 1 Estação comum
a dois sites Cabo UTP-5

Site 5 Site 4 Site 3 Site 2 Site 1


DCN
Cabo UTP-5
do
Cliente

Site 2
DCN
do
Cliente Site 1
Site 3

Cabo UTP-5 Grupo 1


Site 8 Site 7 Site 6 Site 5 Site 4
DCN
do
Cliente

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Obrigado!

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