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3 – Descrição dos Produtos da Plataforma LightPad i1600G

Treinamento
Marketing - Padtec
treinamento@padtec.com
T +55 19 3579.4009

SAC
sac@padtec.com
T +55 19 2104.9719
0800 771 9009

padtec.com
Conteúdo - Módulos

• Apresentação Institucional; • Configurador de


• Sistemas DWDM; Amplificadores ópticos;
• Cuidados de operação com os
• Descrição dos produtos da
amplificadores ópticos;
Plataforma DWDM da Padtec; • Optical Transport Network
• Topologia da Rede de (OTN) - G.709 ITU-T;
Gerência; • Gerenciamento de falhas na
• Configuração do Supervisor de rede de transmissão da
Transponder Pai e do Canal Padtec – simulação de falhas;
de Supervisão; • Avaliação do treinamento.
• Gerência Local da Padtec;
• Controle automático de Ganho
para amplificadores ópticos;

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-2


Descrição de Produtos SPVL-4
SPVL-4
Canal
Canal Sup.
Sup.
Plataforma LightPad i1600G
Eq.
Eq. Cliente
Cliente Eq.
Eq. Cliente
Cliente
Transponder
Eq.
Eq. Transponder
Terminal
Terminal 2,5G
2,5G Transponder Transponder
Cliente
Cliente Transponder Transponder
P Terminal
Terminal 2,5G
2,5G Terminal
Terminal 2,5G
2,5G B

DEMUX
MUX

SCD
B

DEMUX
MUX

SCD SCM
SCM
Transponder

MUX
SCD SCM
Transponder

MUX

SCM
Terminal 10G
10G

SCD SCM
Terminal Transponder
Transponder

O
S

S
P

P
Regenerador 10G
Regenerador 10G

S
P
SCM
Transponder

SCD
Transponder
SPVL-4
SPVL-4

SCD
Terminal 40G
Terminal 40G Transponder
Transponder
Canal Regenerador 40G
Regenerador 40G
Canal Sup.
Sup.

O
P
DEMUX
DEMUX

S
P

DEMUX
DEMUX
P

MUX
MUX
DCM
B DCM

Eq.
Eq. Cliente
Cliente 1 2

SPVL-4
SPVL-4 Eq.
Eq. Cliente
Cliente

Transponder
Transponder
4 3 Canal
Canal Sup.
Sup.
Transponder
Transponder
Eq.
Eq. Terminal 2,5G
2,5G Ter. Canal
Ter. Canal X
X
Terminal
Cliente
Cliente
B
MUX
MUX

A L
SCD
SCM

Transponder

SCD SCM
SCD SCM

Transponder
Terminal
Terminal 10G
10G R

SCM
SCD SCM
Transponder SCM
SCD

Transponder
SPVL-4
Terminal
Terminal 40G
40G SPVL-4 R DCM
DCM

S
P
Canal
Canal Sup.
Sup.

SCD
OADM
OADM
DCM
DCM
O
P
DEMUX
DEMUX

S DCM
DCM Transponder
Transponder
P Ter.
Ter. Canal
Canal X
X

L A
Eq.
Eq. Cliente
Cliente Eq.
Eq. Cliente
Cliente

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Descrição de Produtos
Plataforma LightPad i1600G
Distribuidor de Alimentação
SHK

FAN-G8
Sub-bastidor de 14U

Canal de Voz
SPVL-4SM
Sub de 4U

PMDC
FAN-GR
SPVL-90
Sub de 5U
SPV-5AO

Decaduplex

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Transponder Terminal
Para que um determinado sinal possa trafegar por uma rede DWDM é necessário que
esteja em um dos canais previstos pela grade DWDM do ITU-T. O Transponder é
responsável por converter um sinal digital óptico de entrada (cliente) nas janelas
ópticas de 850, 1310 ou 1550 nm para um sinal digital óptico de saída (rede ou
DWDM) em um dos canais da grade DWDM (janela de 1550 nm) utilizando a
modulação NRZ ou RZ.
Lado Cliente Lado “DWDM”
IN2 OUT1
Transponder
OUT2 IN1

• Sinal do cliente (SDH, Ethernet, etc) • Canal na grade ITU-T “Colorido” com
modulação NRZ ou RZ
• Comprimento de onda na faixa de 770 a
860 nm multimodo ou 1250 a 1650 nm. • Banda C ou banda L

• Sem definição de canal • Pronto para ser multiplexado com outros


canais e trafegar pela rede DWDM

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Transponder 2,5G - Modelos

Combiner 2,5G Transponder 3R 2,5G


G.709 FEC - Bidirecional Medidor de Taxa - Bidirecional
O Combiner 2,5G 2x1 realiza a Unidade que converte um sinal
multiplexação de até 2 sinais ópticos óptico multimodo de entrada na janela
em um sinal OTU1 que modula a de 770 a 860 nm ou na janela de 1250 a
portadora óptica dentro da grade 1650 nm, dependendo do modelo, e
DWDM padronizada pelo ITU-T. modulado em intensidade do tipo NRZ
Unidade com interfaces ópticas em um sinal óptico de saída na janela
plugáveis (SFP) de 1550 nm dentro da grade DWDM do
ITU-T.
Protocolos Suportados; Esse transponder realiza a
• Gigabit Ethernet – 1,25 Gb/s regeneração, reformatação e
• Fast Ethernet – 100 Mb/s retemporização do sinal (3R) além da
• STM-16 – 2,5 Gb/s leitura da taxa de bit utilizado pelo
• STM-4 – 622 Mb/s cliente, informando-a ao sistema de
• STM-1 – 155 Mb/s gerência.
• 2G Fibre Channel (2G FICON) –
2,125 Gb/s Taxas Suportadas;
• 1G Fibre Channel (1G FICON) – • 12 Mb/s até 2,5 Gb/s
1,065 Gb/s
• HD-SDI – 1,485 Gb/s Para mais informações e
• SD-SDI – 270 Mb/s especificações técnicas consulte o
• ESCON – 200 Mb/s Manual Técnico da Plataforma LightPad

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Transponder 10G – Modelos

Combiner ODU 8x1 10 G


GCC - G.709 FEC – Bidirecional
TCX12...

Combiner 10 G Muxponder 10 G
G.709 FEC – Bidirecional G.709 FEC – Bidirecional
TC100DC... TM100DC...

Multi Taxa 10G


3R – Bidirecional
T100DCT-4BD...

Combiner ODU-XC 8x2


Terminal 10 G G.709 FEC – Duas interfaces de rede bidirecionais
G.709 FEC – Bidirecional
T100DC...

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Combiner 10G
Transponder Combiner 10G 8x1

O Combiner 10G 8x1 realiza a multiplexação de até 8 sinais ópticos


em um sinal OTU2 que modula a portadora óptica dentro da grade
DWDM padronizada pelo ITU-T.

•Modulação: NRZ-OOK
•Laser Sintonizável
•Com ODP (funcionalidade de proteção opcional)
•G.709: FEC ou XFEC (opcional)
•Protocolos Suportados (Lado Cliente):
•1GBE (auto-negociação não aplicável)
•ESCON (200 Mb/s)
•1G Fibre Channel/Ficon
•2G Fibre Channel/Ficon
Sub-bastidor de 4U

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Muxponder 10G
Transponder Muxponder 10G 4x1

O Muxponder 10G 4x1 realiza a multiplexação de 4 entradas STM16


(clientes) em um sinal OTU2 que modula a portadora óptica dentro da
grade DWDM padronizada pelo ITU-T.

•Modulação: NRZ-OOK
•Laser Sintonizável
•Com ODP (funcionalidade de proteção opcional)
•G.709: FEC ou XFEC (opcional)
•Protocolos Suportados (Lado Cliente):
•STM-16
OTU-2

STM-16
Sub-bastidor de 4U

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Terminal 10G
Transponder Terminal 10G

O Transponder Terminal 10G já recebe em sua entrada cliente um


protocolo de 10 G que pode ser Ethernet ou SDH. Ele realiza a
conversão de comprimento de onda desse sinal de entrada para um
dos canais da grade ITU-T encapsulando o protocolo cliente em um
quadro OTU-2.

•Modulação: NRZ-OOK
•Laser Sintonizável
•Com ODP (funcionalidade de proteção opcional)
•G.709: FEC ou XFEC (opcional)
•Protocolos Suportados (Lado Cliente): OTU-2
•STM-64
STM-64
•10 GE WAN
•10 GE LAN

Sub-bastidor de 4U

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Multi Taxa10G
Transponder Multi Taxa 10G

O Transponder Terminal 10G pode receber em sua interface cliente


qualquer protocolo de taxas entre 1Gb/s até 10 Gb/s. O sinal cliente
passa poor um processo de regeneração 3R e, em seguida, é
utilizado para modular a portadora óptica lado Rede sintonizada em
um dos canais da grade ITU-T.

•Modulação: NRZ-OOK
•Laser Sintonizável
•Com ODP (funcionalidade de proteção opcional)
•Transparente
•Protocolos Suportados (Lado Cliente):
•De taxa entre 1 Gb/s a 10 Gb/s

STM-64
STM-64

Sub-bastidor de 4U

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-11


Combiner ODU 8x1 - 10G
Combiner ODU 8x1

Realiza a multiplexação de até 8 sinais ópticos em um sinal OTU2


que modula a portadora óptica dentro da grade DWDM padronizada
pelo ITU-T.

•Modulação: NRZ-OOK
•Laser Sintonizável
•Com ODP (funcionalidade de proteção opcional)
•GCC opcional
•G.709: FEC
•Voltado a capilarização de acessos
•8 Interfaces clientes “softports” com SFP
•Protocolos Suportados (Lado Cliente):
• FE, GE
• STM 1/4/16
Sub-bastidor de 4U
• SD-SDI, HD-SDI
• 1G / 2G / 4G Fibre Channel/Ficon
• OTU1

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Combiner ODU-XC 8x2 - 10G
Combiner ODU-XC 8x2

Realiza a multiplexação de até 8 sinais ópticos em um sinal OTU2


que podem ser direcionados para duas saídas Rede, portadoras
ópticas dentro da grade DWDM padronizada pelo ITU-T.

•Mecânica: 9U ou 1U de altura •Cross-conexão de ODU0, ODU1 e ODU-Flex


•Modulação: NRZ-OOK •Configuração e visão de trilhas ODUk pelo
•Laser Sintonizável sistema de gerência
•GCC opcional •2 Interfaces de Rede OTU2 NRZ DWDM
•G.709: FEC 50GHZ Sintonizável
•Voltado a capilarização
•Suporte a GFEC
de acessos
•Proteção de SNC de ODU (Topologia em
•8 Interfaces clientes (SFP)
anel)
•Protocolos Suportados:
•Suporte a ODP
• FE, GE
• STM 1/4/16
• SD-SDI, HD-SDI
• 1G / 2G / 4G Fibre Channel/Ficon
• OTU1

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Combiner ODU-XC - Aplicação

Alto Custo devido aos diversos Switch Routers utilizados na captação do tráfego de acesso

Cliente A Cliente C
FE, GbE FE, GbE

Switch Router Switch Router


L2/L3 Sistema L2/L3

DWDM

Sistema Sistema
DWDM DWDM

Switch Router
L2/L3 Switch Router
L2/L3
Sistema
Cliente B DWDM Cliente D
FE, GbE FE, GbE

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Combiner ODU 8x2 - Redes de Acesso
1. Transporte de GbE entre A e B
2. Transporte de 2G FC entre A e C

Combiner 8x2 Combiner 8x2

Canal 21
10G DWDM
OTU2 OTU2

OTU2 OTU2

A C

OTU2
OTU2
Combiner 8x2

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Combiner ODU 8x2 - Redes de Acesso
1. Transporte de GbE entre A e B
2. Transporte de 2G FC entre A e C

Combiner 8x2 Combiner 8x2

Canal 21
GbE 10G DWDM
2G FC
2G FC

A C

Canal Canal
Canal 21
21 com
com 25%
25%
Canal 21
21 com
com 12,5%
37,5%
12,5%
37,5%
de
de ocupação
ocupação
Combiner 8x2

de ocupação
de ocupação

B
Trilha ODU0
Trilha ODU1
GbE

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Combiner ODU 8x2 - Redes de Acesso
Transmissão Recepção

Combiner 8x2 Combiner 8x2

Canal 21
10G DWDM
GbE
GbE

A C

O Apenas
Apenas um
um Trail
Trail éé
O Trail
Trail ODU
ODU éé replicado
replicado nas
nas
duas selecionado
selecionado em
em função
função dos
dos
duas interfaces
interfaces de
de rede
rede
Combiner 8x2

limiares de desempenho
limiares de desempenho
B

Rota Primária
Rota Backup

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Combiner ODU 8x2 - Redes de Acesso
Transmissão Recepção

Combiner 8x2 Combiner 8x2

Canal 21
10G DWDM
GbE
GbE

A C

O Apenas
Apenas um
um Trail
Trail éé
O Trail
Trail ODU
ODU éé replicado
replicado nas
nas
duas selecionado
selecionado em
em função
função dos
dos
duas interfaces
interfaces de
de rede
rede
Combiner 8x2

limiares de desempenho
limiares de desempenho
B

Rota Primária
Rota Backup

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Transponder 40G
Transponder Muxponder 40G RZ-DQPSK

O Muxponder 40G realiza a multiplexação de 4 sinais ópticos STM-


64, 10GbE LAN, 10GbE WAN (auto-negociação não aplicável), 8,5
G FC/FICON e OTU2/OTU2e em um sinal OTU3/OTU3e que
modula a portadora óptica dentro da grade DWDM padronizada pelo
ITU-T.

•Modulação: NRZ-DPSK ou RZ-DQPSK


•Laser Sintonizável Sub-bastidor de 14U
•Compensador de Dispersão
Cromática integrado
•Amplificador EDFA integrado
•G.709: FEC ou XFEC

NRZ-DPSK

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Transponder 40G
Transponder Terminal 40G

O Transponder Terminal 40G realiza o mapeamento do sinal óptico STM-


256, 40 GbE, OTU3 em um sinal OTU3/OTU3e que modula a portadora
óptica dentro da grade DWDM adronizada pelo ITU-T.

•Modulação: NRZ-DPSK ou RZ-DQPSK


•Laser Sintonizável
•Compensador de Dispersão Cromática integrado
•Amplificador EDFA integrado Sub-bastidor de 14U
•G.709: FEC ou XFEC

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Transponder 40G – Mapeamento
10 GE TM400C91-PBF-XHA-AS
Mapeamento

STM-64

OTU-2
OTU-3 – 40G

8 GFC (Fibre Channel)

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Transponder 40G – Mapeamento
OTU-3e 10 Gigabit Ethernet
Mapeamento

OTU-2e – 10G
1x

OTU-3e – 40G 4x

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-22


Transponder 40G – Mapeamento
OTU-2e TM400C91-PBF-XHA-AS
Mapeamento

OTU-2e

OTU-2e
OTU-3e – 40G

OTU-2e

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-23


Transponder Regenerador 10G
A principal fonte de ruído para sistemas DWDM são os amplificadores ópticos EDFA.
O ruído ASE acumulado, inserido por esses amplificadores, degrada os canais
ópticos. Assim, dependendo da qualidade (OSNR) dos canais será necessário
regenerá-los usando transponders regeneradores 3R.

• 1º Reamplificação • 2º Reformatação • 3º Retemporização

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-24


Transponder Regenerador 10G

Transponder Regenerador 10 Gb/s


G.709
FEC
Bidirecional Lado 1 OTN (OTU-2) Lado 2 OTN (OTU-2)
“DWDM” “DWDM”

Lado 2 OTN (OTU-2) IN1 OUT2


(IN2 e OUT2)
Transponder
OUT1
Regenerador IN2
Lado 1 OTN (OTU-2)
(IN1 e OUT1)

IMPORTANTE
Saturação - 5 dBm
Sensibilidade (TEB=10-12) - 24 dBm
Pot. mínima de saída* 3 dBm
*Laser sintonizável
Detalhes no Manual Técnico da Plataforma LightPad

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Transponder Regenerador 40G

Transponder Regenerador 40 Gb/s


G.709
XFEC
Bidirecional
Lado 1 OTN (OTU-3) Lado 2 OTN (OTU-3)
“DWDM” “DWDM”

Lado 2 OTN (OTU-3) IN1 OUT2


(IN2 e OUT2) Transponder
OUT1
Regenerador IN2
Lado 1 OTN (OTU-3)
(IN1 e OUT1)

IMPORTANTE
Saturação - 10 dBm
Sensibilidade (TEB=10-12) - 20 dBm
Pot. mínima de saída* 3 dBm
*Laser sintonizável
Detalhes no Manual Técnico da Plataforma LightPad

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-26


Multiplexador Óptico
A multiplexação de vários canais de um sistema DWDM tem por objetivo possibilitar
que todos eles trafeguem por uma mesma fibra óptica aumentando a capacidade de
transmissão. O multiplexador pode ser construído com um atenuador variável (VOA)
para cada canal para permitir equalização de canais. Característica importante: Perda
de inserção (consultar manual, depende do modelo).

Antes do MUX nm Depois do MUX


• Vários cordões • Uma única fibra contém
ópticos vindos dos todos os canais multiplexados
transponders
nm

MUX
• Cada uma das
entradas recebe A multiplexação acontece no
um canal da grade domínio óptico!
ITU-T
IN de canais OUT do Mux

OUT Monitoring

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Multiplexador Óptico

Outros Modelos
Mux de 8 canais para sub-bastidor de 4U de altura
Ocupação de 1 slot

Conexões dos Multiplexadores Ópticos


•IN: há um conector para cada canal óptico a ser multiplexado. Podem ser em número
de 4, 8, 16, 20, 32, 40 e 80. Para a expansão de sistemas DWDM pode ser feita conexão
em cascata de unidades de multiplexação, utilizando-se o conector de expansão.
•LINE OUT: conector de saída do sinal óptico multiplexado. Este sinal pode ir para o
conector de expansão de outra unidade de multiplexação óptica.
•MONITORING: emite uma amostra dos canais ópticos multiplexados para propósito
de monitoramento.
•EXPANSION: usado para expandir sistemas DWDM. Através deste conector duas
unidades de multiplexadores ópticos podem ser conectadas em cadeia.

Mux de 8 canais de 1U de altura

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-28


Mux/Demux/Supervisory Channel

MDSDC21401ST2
Módulo Integrado Multiplexador, Demultiplexador LINE OUT Monitoramento
e Supervisory Channel Mux/Demux (SCMD) MUX MUX LINE OUT (dados)
Canais de dados

Canais de DATA IN canais LINE IN Monitoramento


dados e de dados DEMUX DEMUX LINE IN (dados)
supervisão Canais de dados
LINE OUT SUP. CHANNEL
IN do Canal de
Supervisão
•Integra em uma mesma mecânica as funções de
SUP. CHANNEL um multiplexador, demultiplexador e SCMD em 2
LINE IN OUT do Canal
Canais de de Supervisão
Us de altura
dados e
DATA OUT canais •Conectores ópticos LC-APC
supervisão
de dados •Também disponível com VOAs em 3U de altura

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-29


Demultiplexador Óptico
Na recepção, os canais ópticos multiplexados precisam ser separados para serem
recebidos por seus respectivos transponders.
Antes do DEMUX Depois do DEMUX
nm
• Uma única fibra contém • Vários cordões
todos os canais multiplexados ópticos (cada cordão

DEMUX
com um canal ITU-T
nm
separado)

A demultiplexação
acontece no domínio
óptico.

Exemplo de DEMUX (80 canais com


VOA)

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-30


Demultiplexador Óptico

Outros Modelos
Demux de 8 canais para sub-bastidor de 4U de altura
Ocupação de 1 slot

Conexões dos Multiplexadores Ópticos


•OUT: há um conector para cada canal óptico a ser demultiplexado. Podem ser em
número de 4, 8, 16, 20, 32, 40 e 80. Para a expansão de sistemas DWDM pode ser feita
conexão em cascata de unidades de multiplexação, utilizando-se o conector de
expansão.
•LINE IN: conector de entrada do sinal óptico multiplexado. Este sinal pode vir do
conector de expansão de outra unidade de multiplexação óptica.
•MONITORING: emite uma amostra dos canais ópticos multiplexados para propósito
de monitoramento.
•EXPANSION: usado para expandir sistemas DWDM. Através deste conector duas
unidades de multiplexadores ópticos podem ser conectadas em cadeia.

Demux de 8 canais de 1U de altura

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-31


OADM
Os módulos OADM permitem a derivação de qualquer número de canais ópticos a
partir de um sinal óptico multiplexado, ou seja, são acessados localmente 1 a “n”
canais enquanto os canais restantes passam pelo OADM sem nenhum tipo de
derivação local. Estes últimos são chamados de canais passantes.

A Figura ao lado ilustra as


configurações SH e DH de
OADMs para um sistema
DWDM unidirecional em
barramento, onde o módulo
OADM está na estação
intermediária e permite o
acesso a um canal óptico
mais o canal de supervisão.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-32


OADM

Modelos Os módulos OADM possuem mecânica de 1U de altura


própria para bastidores de 19”. A Figura abaixo mostra
um exemplo de um OADM Dual Homing Unidirecional de
2 canais, que opcionalmente inclui também a derivação e
inserção do canal óptico de supervisão.

Os módulos OADM possuem mecânica vertical própria


para sub-bastidores de 4U por 19”. A Figura ao lado
mostra um exemplo de um OADM Dual Homing
Unidirecional de 2 canais, que opcionalmente inclui
também a derivação e inserção do canal óptico de
supervisão.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-33


Booster
O Booster é um amplificador do tipo EDFA. Ele utiliza fibra dopada com Érbio e lasers
de bombeio para realizar a amplificação dos sinais ópticos. É o primeiro elemento
amplificador de um enlace. Amplifica os canais vindos do multiplexador óptico.

Antes do Booster Depois do Booster


• Canais amplificados,
prontos para a “transmissão”
• Canais vindos do MUX. através de um longo
comprimento de fibra

B
nm nm

IN OUT

A amplificação acontece no domínio óptico! Modelo de amplificador


Booster de 4U de altura.
IMPORTANTE Conector IN
Conector MON
Pot. Mín. de entrada (Para monitoramento com o OSA)
- 10 dBm
p/ região de saturação
Pot. Máx. de entrada 5 dBm
Conector OUT

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-34


Booster

Modelos
Booster de 4U de altura.
É inserido no mesmo sub de transponder
Potência máxima de saída:
•21 dBm
•24 dBm

Legado: Booster de 5U de altura.


Potência máxima de saída:
•17 dBm
•21 dBm
•24 dBm

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-35


Booster

LEDs no frontal do amplificador Booster (4U)

POWER:
• Quando aceso, indica que o amplificador está sendo alimentado eletricamente.
LOS:
• Apagado: indica que o amplificador está recebendo potência óptica
• Vermelho: indica que o amplificador não está recebendo potência óptica
Obs.: O limiar de LOS pode ser configurado via gerência
FAIL:
• Apagado: laser de bombeio do amplificador trabalhando perfeitamente
• Amarelo: indica que o laser principal não está funcionando, mas o laser reserva
assumiu a amplificação. Obs.: somente para amplificadores com laser reserva.
• Vermelho: laser(s) de bombeio não funcionando, o amplificador não irá
desempenhar sua função.
PUMP OFF:
• Apagado: laser de bombeio habilitado
• Amarelo: laser de bombeio desabilitado por Auto Laser Off
• Vermelho: laser desabilitado por telecomando

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-36


Amplificador de Linha
O amplificador de Linha EDFA é utilizado para re-amplificar os canais ópticos DWDM
ao longo da linha de transmissão do enlace. Internamente possui dois estágios. Os
modelos de 4U podem ser fabricados com a função GFF (Gain Flat Filter) que permite
ajustar a curva de ganho do amplificador para esquerda ou para direita.
Antes do Linha Depois do Linha

OUT
• Canais re-amplificados,

IN2
1
• Canais vindos do prontos para transmissão
por um outro enlace de
SCMD nm fibra
nm

IN1 A 1est L 2est OUT2


IN (1) A amplificação acontece no domínio óptico!

OUT (1)
span span
MON (1)
Estágio 1
Estágio 2 A L A L A L
MON (2)
OUT (2)

IN (2)
IMPORTANTE
• Modelo de amplificador Pot. Mín. de entrada* - 25 dBm
de Linha de 4U de altura *depende da taxa

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-37


Amplificador de Linha

Modelos
Linha de4U de altura.
É inserido no mesmo sub de transponder
Potência máxima de saída:
•21 dBm
•24 dBm

Legado: Linha de 5U de altura.


Potência máxima de saída:
•17 dBm
•21 dBm
•24 dBm

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-38


Amplificador de Linha
LEDs no frontal do amplificador Linha (4U)
POWER:
• Quando aceso, indica que o amplificador está sendo alimentado eletricamente.
LOS:
• Apagado: indica que o amplificador está recebendo potência óptica em ambos
estágios
• Amarelo: indica LOS em um dos estágios do amplificador
• Vermelho: indica que o amplificador não está recebendo potência óptica em
nenhum dos estágios
Obs.: O limiar de LOS pode ser configurado via gerência
FAIL:
• Apagado: laser de bombeio do amplificador trabalhando perfeitamente
• Amarelo: indica que o laser principal não está funcionando, mas o laser reserva
assumiu a amplificação. Obs.: somente para amplificadores com laser reserva.
• Vermelho: laser(s) de bombeio não funcionando, o amplificador não irá
desempenhar sua função.
PUMP OFF:
• Apagado: laser de bombeio habilitado
• Amarelo: laser de bombeio desabilitado por Auto Laser Off
• Vermelho: laser desabilitado por telecomando

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-39


Pré-Amplificador EDFA
O Pré-Amplificador é o útilmo elemento amplificador de um enlace, por isso precisa
ser especialmente construído para ser capaz de amplificar canais de níveis de
potência muito baixos. Entretanto, a potência de saída de um Pré não precisa ser tão
alta como no Boorter ou Linha
Antes do Pré Depois do Pré

• Canais com níveis de • Canais prontos para serem


potência bem baixos entregues à um DEMUX
nm nm
IN P OUT
• Modelo de Pré-
amplificador de
4U de altura.
A amplificação acontece no domínio óptico!
IMPORTANTE Conector IN Conector MON
(Para monitoramento
Pot. Mín. de entrada* - 25 dBm com o OSA)

Pot. Máx. de saída 14 dBm


Conector OUT
* Valores de potência de entrada
dependentes da taxa de bits utilizada

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-40


Pré-Amplificador EDFA

Modelos
Pré de 4U de altura.
É inserido no mesmo sub de transponder
Potência máxima de saída:
•14 dBm

Legado: Pré de 5U de altura.


Potência máxima de saída:
•14 dBm

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-41


Pré-Amplificador EDFA

LEDs no frontal do Pré-Amplificador


(4U)
POWER:
• Quando aceso, indica que o amplificador está sendo alimentado eletricamente.
LOS:
• Apagado: indica que o amplificador está recebendo potência óptica
• Vermelho: indica que o amplificador não está recebendo potência óptica
Obs.: O limiar de LOS pode ser configurado via gerência
FAIL:
• Apagado: laser de bombeio do amplificador trabalhando perfeitamente
• Amarelo: indica que o laser principal não está funcionando, mas o laser reserva
assumiu a amplificação. Obs.: somente para amplificadores com laser reserva.
• Vermelho: laser(s) de bombeio não funcionando, o amplificador não irá
desempenhar sua função.
PUMP OFF:
• Apagado: laser de bombeio habilitado
• Amarelo: laser de bombeio desabilitado por Auto Laser Off
• Vermelho: laser desabilitado por telecomando

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-42


RAMAN
O efeito Raman provoca a amplificação dos canais na própria fibra de transmissão,
através de lasers de bombeio de alta potência cujo comprimento de onda deve ser de
aproximadamente 100 nm abaixo dos canais que se deseja amplificar. O amplificador
Raman fabricado pela Padtec é utilizado antes do Pré-amplificador (ou Linha) quando
a distância entre duas estações é muito grande atenuando demais os canais.
• O ganho gerado pelo O laser de Bombeio sai
amplificador Raman no conector IN, ou seja,
depende do tipo de no sentido contrário da
fibra utilizado na transmissão dos canais
transmissão
IN nm

R
nm

A amplificação ocorre
OUT P
a partir de 10 a 20
km antes da estação

• Colocar ou retirar a fibra que chega no


Conector IN Conector OUT conector IN do Raman, seja no próprio
Raman ou no DIO, certamente danificará o
conector caso o laser do amplificador Raman
estiver ligado.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-43


RAMAN

Modelos
Raman de 4U de altura.
É inserido no mesmo sub de transponder
Potência de saída do bombeio
•28 dBm
•30 dBm

O Raman de 30 dBm é construído


com conectores ópticos especiais
para alta potência do tipo LX-5

Legado: Raman de 5U de altura.


Potência de saída do bombeio:
•28 dBm
•30 dBm

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-44


RAMAN

LEDs no frontal do Raman (4U)

POWER:
• Quando aceso, indica que o amplificador está sendo alimentado eletricamente.
FAIL:
• Apagado: laser de bombeio do amplificador trabalhando perfeitamente
• Amarelo: indica que o laser principal não está funcionando, mas o laser reserva
assumiu a amplificação. Obs.: somente para amplificadores com laser reserva.
• Vermelho: laser(s) de bombeio não funcionando, o amplificador não irá
desempenhar sua função.
PUMP OFF:
• Apagado: laser de bombeio habilitado
• Vermelho: laser desabilitado por telecomando

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-45


SCMD – Supervisory Channel MUX/DEMUX
O Canal de Supervisão deve ser multiplexado para trafegar juntamente com os canais
de dados pela fibra que interliga duas estações. Na transmissão, o módulo SCMD é
utilizado para fazer essa multiplexação. Na recepção, o SCMD separa os canais de
dados do canal de supervisão.
Transmissão (Mux)
nm fibra com os
canais de dados canal de supervisão + canais de dados

SCMD
nm

fibra de interligação entre duas estações


fibra com o canal de supervisão
(vinda do SCMLT /C)

Recepção (Demux) nm
canal de supervisão + canais de dados canais de dados
SCMD

nm

fibra de interligação entre duas estações

canal de supervisão

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SCMD – Supervisory Channel MUX/DEMUX

Modelos
SCMD 1U (não gerenciável)

SCMD 4U (não gerenciável)


Ocupação de 1 slot no sub de transponder

SCMD gerenciável para implementação da função ALS

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-47


Supervisor SPVL-4
É o elemento principal de gerência dos elementos de rede. É o SPVL-4 que
concentra as informações e permite o envio de telecomandos para todas as
unidades/módulos gerenciáveis de seu bastidor. Além de se conectar à rede
DCN, o SPVL-4 se comunica com o Canal de Supervisão o que permite
trocar informações com outros sites via uma portadora em 1510 nm.

Interface serial DB9 (Craft Terminal): acesso à Gerência


Local e gravação de firmware e endereço IP

Interface para conexão com a DCN


através de um cabo Ethernet

Interfaces para conexão com os elementos gerenciáveis


(cascateados através de cabos CCI de 4 vias)
RS 232: Supervisor de Amplificador 5U (SPV-5AO) e Chave
Óptica 1U (OPS)
RS 422: Outros Módulos (ex.: Mux gerenciável, SHK, FAN)

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-48


Supervisor SPVL-4

Todos os elementos gerenciáveis de um site estarão de


alguma forma interligados ao SPVL-4. Veremos
posteriormente como deve ser montada a cascata de
gerência.
Info SPVL-4
rma
e Te ções d
leco e
man gerênc
do s ia

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-49


Supervisor SPVL-4SM
É o Supervisor de Transponders Filho, utilizado quando for necessário em um
mesmo site mais de um sub de transponder. Sua função será dar
continuidade a cascata de gerência do site.

LEDs e configurações:
•LED verde de “Power”: aceso indica que a unidade está alimentada
•LED amarelo de “Tx/Rx”: piscando, indica que o Supervisor de Transponder
Filho (SPVL-4SM) está em comunicação com o Supervisor de Transponder Pai

•Na parte lateral do Supervisor de Transponder Filho (SPVJ-4SM), existe um


orifício com “dip switches” – com 10 chaves de “on” e “off”.
•As chaves servem para definir a numeração do Supervisor Filho para a
gerência. Isso possibilita a numeração em seqüência dos slots dos módulos
Transponders.

Interfaces para conexão com os


elementos gerenciáveis. Cascata
RS422.
Exemplo: Supervisor Filho número 4

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-50


Supervisor SPVL-4SM

Supervisor de Transponder Pai

Supervisor de Transponder
Filho – número “1”

Supervisor de Transponder
Filho – número “2”.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-51


Supervisor SPVL-90
O SPVL-90 é o supervisor do sub de 14U. Esse supervisor coleta as informações
das placas de 9U via protocolo Ethernet através do backplane e repassa ao
SPVL-4. Dessa forma as placas de 9U poderão ser gerenciadas.

•Conecta-se ao SCME através da porta UP


•É inserido no slot 36 do sub de 14U

Interfaces Elétricas

• UP: Utilizado para conectar a unidade com SCME-


4CP ou cascateamento de unidades.
• DOWN: Utilizado para conectar a unidade com
SCME-4CP ou cascateamento de unidades.
• DCN: Utilizado para conexão direta com DCN
(Apenas em caso de utilização sem SCME-4CP).
• ETH1 a ETH4: Utilizado para acessar as placas
presentes no respectivo Sub-bastidor.
•GL: Utilizado para acessar Gerência Local (Ethernet)
• CON: Utilizado para acessar o console do SPVL-90.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-52


Canal de Supervisão
O Canal de Supervisão é responsável pela troca de informações de gerência entre as
estações de uma rede. Existem dois modelos de Canais de Supervisão fabricados
pela Padtec: o Canal de Supervisão Legado (SCMLT e SCMLC) e o Canal de
Supervisão Ethernet (SCME).

Canal de Supervisão Legado Canal de Supervisão Ethernet


Comprimento de onda Comprimento de onda
em torno de 1510nm em torno de 1510nm

Dois tipos de placas: Módulos SCME com


SCMLT e SCMLC portas para 2 SFPs

Taxa de 512 kb/s Portas Ethernet para


comunicação com
Protocolo proprietário Supervisores

Taxa de 100 Mb/s


Protocolo Ethernet
Para obter mais informações sobre um dos modelo de Canal de Supervisão, clique sobre a figura do modelo desejado

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-53


Canal de Supervisão Ethernet
O comprimento de onda do Canal de Supervisão Ethernet é em torno de 1511 nm,
portanto fora da banda C ou banda L. Utiliza protocolo Ethernet e taxa de 100 Mb/s.

• Portas 1 à 7: conectores RJ-45 para interligações elétricas entre


as placas de um mesmo site. As regras de utilização para cada uma
dessas portas serão descritas no Capítulo 5.

• Portas 8 e 9: para inserção de SFPs possibilitando a interligação


óptica entre SCMEs de estações diferentes

• 1 conector RJ-45 (CONSOLE) para uso da Padtec

• 2 interfaces ALS (opcional)

• Não é necessário realizar nenhuma configuração via serial para


esse modelo de Canal de Supervisão

• Gerenciável via Gerência Local

SCMLE-4CP
Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-54
Canal de Supervisão Ethernet
Indicações luminosas no frontal do módulo SCME:

PWR – LED verde que, quando aceso, indica que a placa SCME está
alimentada
RPS – LED verde que, quando aceso indica que o SCME está
utilizando a via de alimentação redundante
POST – LED verde que, quando piscando indica que a placa SCME
está inicializando seus processos. Após a inicialização da placa esse
LED permanecerá aceso, indicando que a placa foi inicializada
corretamente.
LASER ON – LED verde que, quando aceso, indica que o laser de um
dos dois SFPs está habilitado
LNK/ACT 8 – LED verde que, quando piscando, indica que existe
comunicação óptica através da porta 8 entre estações
LNK/ACT 9 – LED verde que, quando piscando, indica que existe
comunicação óptica através da porta 9 entre estações
OFF LINE 8 – LED vermelho que, quando aceso, indica que o SFP da
porta 8 não está inserido
OFF LINE 9 – LED vermelho que, quando aceso,
Indica que o SFP da porta 9 não está inserido

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-55


Canal de Supervisão Legado
O Canal de Supervisão é responsável pela troca de informações de gerência entre as
estações. O comprimento de onda do Canal de Supervisão Legado é 1510 nm, portanto
fora da banda C ou banda L. Utiliza protocolo proprietário e taxa de aproximadamente
512 kb/s.
• Unidade Canal de • Unidade Canal de
Supervisão Terminal Supervisão Cliente

• Utilizada nas estações • Utilizada nas estações


terminais do Enlace intermediárias do Enlace

• Possui dois conectores • Possui quatro conectores


Ópticos (Tx e Rx) Ópticos (Tx2/Rx2 Norte e
Tx1/Rx1 Sul)

SCMLC

Características

SCMLT

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-56


Canal de Supervisão Legado

Indicações Luminosas:

Unidade Terminal
•POWER: LED verde aceso indica que a unidade está
alimentada.
•LOS: Loss of signal. O LED vermelho aceso indica a falta
de sinal óptico no conector óptico “IN” ou que o nível de
potência óptica está abaixo do limiar de sensibilidade da
unidade.

Unidade Cliente
•POWER: LED verde aceso indica que a unidade está
alimentado.
•LOS 1 “SOUTH”: Loss of signal. O LED vermelho aceso
indica a falta de sinal óptico no conector óptico “Rx1” ou que
o nível de potência óptica está abaixo do limiar de
sensibilidade da unidade.
•LOS 2 “NORTH”: Loss of signal. O LED vermelho aceso
indica a falta de sinal óptico no conector óptico “Rx2” ou que
o nível de potência óptica está abaixo do limiar de
Unidade Unidade sensibilidade da unidade.
Terminal Cliente

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-57


Canal de Supervisão Legado

Interfaces Elétricas:

Unidades Terminal e Cliente


•CONF: conector serial do tipo DB-9. Utilizado para a
configuração da unidade, via software “JavaKit”.
•G.703 (Rx e Tx): conector do tipo BNC (de recepção e de
transmissão da unidade) para o canal co-direcional G.703
de 64 kb/s. Deve ser utilizado o cabo coaxial de 75 Ohms.
•PHONE: interface com conector RJ-11 do canal de voz,
para a conexão com um aparelho telefônico (interface “Z”,
conforme especificado na Norma ABNT NBR 13083).
•LINE: interface com conector RJ-11 que permite a
interligação entre o canal de voz das unidades de Canal de
Supervisão à Rede de Telefonia Pública Comutada (RTPC)
ou Public Switched Telephone Network (PSTN).
•ALS: conector circular SN 1800 macho de 4 vias.
Presente dependendo do modelo

Unidade Unidade
Terminal Cliente

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-58


Canal de Supervisão Legado

Interfaces Ópticas:

Unidade Terminal
•Rx: conector do tipo SC-APC de recepção da unidade.
•Tx: conector do tipo SC-APC de transmissão da unidade.

Unidade Cliente
•Rx1: conector do tipo SC-APC de recepção do lado
“SOUTH” da unidade.
•Tx1: conector do tipo SC-APC de transmissão do lado
“SOUTH” da unidade.
•Rx2: conector do tipo SC-APC de recepção do lado
“NORTH” da unidade.
•Tx2: conector do tipo SC-APC de transmissão do lado
“NORTH” da unidade.

Unidade Unidade
Terminal Cliente

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-59


Chave Óptica - OPS
O módulo OPS (Optical Protection System) é um sistema que realiza a comutação
automática entre duas fibras ópticas baseado na queda do nível de potência óptica
recebida. Pode ser usado para a proteção de um canal óptico individualmente ou dos
canais ópticos multiplexados. O sistema de comutação automática está de acordo com
as recomendações ITU-T G.664 e GR-2979-CORE.
Los

OPS Los OPS

Tempo de comutação da chave óptica < 10ms.

Chave Splitter Principal Reserva Rompimento


Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-60
Chave Óptica – OPS2-4AA
Modelo de 4U com ocupação de 1 slot no sub de transponder.

Conectores ópticos: utiliza conectores ópticos do tipo LC-APC.

Campo “MUX/DEMUX”:
– TX: envia o sinal óptico proveniente de um dos conectores de entrada RX (route
1) ou RX (route 2), para o equipamento DWDM ou para o equipamento gerador de
protocolo.
– RX: recebe o sinal óptico com os canais DWDM (proveniente do equipamento
DWDM) ou de um único canal (proveniente de um equipamento gerador de
protocolo).
Campo “ROUTE 1”:
– TX: transmissão da via Principal do módulo OPS2.
– RX: recepção da via Principal do módulo OPS2 (IN1).
Campo “ROUTE 2”:
– TX: transmissão da via de Proteção do módulo OPS2.
– RX: recepção da via de Proteção do módulo OPS2 (IN2).
Optical Power (Bargraph)

É possível ajustar uma potência de referência tanto da fibra principal (IN1) como da
fibra de proteção (IN2), através do sistema de gerência. Após esse ajuste o botão “SET”
no frontal da chave deve ser pressionado. Desta forma o Bargraph indicará o desvio da
potência atual em comparação à potência de referência configurada (IN 1 ou IN2). Os
LEDs no painel frontal indicam se a potência está acima ou abaixo da referência, com
passos de 0,5 ou 1 dB.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-61


Chave Óptica – 1U de altura
Modelo de 1U de altura.

Conectores ópticos: utiliza conectores ópticos do tipo SC-APC.

Campo “DGO”:
• IN 1: recepção (via Principal ) do módulo OPS.
• IN 2: recepção (via de Proteção) do módulo
OPS.

Campo “Equipment”:
• IN: recebe o sinal óptico com os canais DWDM
(proveniente do equipamento DWDM) ou de um
único canal (proveniente de um equipamento
gerador de protocolo).
• OUT: envia o sinal óptico proveniente de um
dos conectores de entrada IN1 ou IN2, para o
equipamento DWDM ou para o equipamento
gerador de protocolo.

Campo “DGO”:
• OUT 1: transmissão (via Principal) do módulo
OPS.
• OUT 2: transmissão (via de Proteção) do
módulo OPS.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-62


Chave Óptica – 1U de altura

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-63


Chave Óptica – 1U de altura

• Conectores elétricos: • Conectores elétricos:

• Parte frontal do módulo: • Parte traseira do módulo:


• Supervisor: interface serial RS232 • DRY CONTACT: interface de
com o conector RJ-11. Possibilita a exteriorização de alarmes e
comunicação do módulo OPS com o telecomandos por contato seco. Utiliza
Supervisor de Transponder Pai e um conector DB-25 fêmea.
também, para a configuração do
número de slot do módulo OPS. • Alimentação:
• Extended Supervisor: interface serial • EARTH: conector GND.
RS-232 com o conector RJ-11. •
Possibilita a continuidade do 0V: conector de 0 Volt.
barramento de comunicação serial • SOURCE A: conector -48 Volts da via
RS232. “A” de alimentação.
• SOURCE B: conector -48 Volts da via
“B” de alimentação.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-64


Compensador de Dispersão Cromática
O módulo DCM (Dispersion Compensation Module) é utilizado para compensar a
dispersão cromática acumulada no enlace óptico. Sua fabricação é baseada na grade
de Bragg e atende a norma G.666 do ITU-T. Uma outra maneira de compensar a
dispersão cromática é utilizar fibra de dispersão negativa que são colocadas dentro de
módulos DCF.

Antes do DCM Depois do DCM


• É comum colocar o
módulo DCM entre os
estágios de um
t DCM t amplificador de linha ou
após o pré-amplificador.

DCM

IN1 OUT2

P DCM
OU L L
Estágio 1 Estágio 2

Amplificador de Linha

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Compensador de Dispersão Cromática

Modelos

DCFM de 2U de altura para inserção de até 4


módulos compensadores de valores diferentes

DCM de 4U de altura
p/ sub de transponder

DCM de 1U de altura
IN
OUT

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-66


Compensador de PMD
Para taxas de 40 Gb/s a dispersão por PMD passa a ser um efeito ainda mais crítico
para o comissionamento de canais. O módulo PMDC é utilizado nos sistemas
DWDM para compensar a dispersão por PMD para transponder de 40 Gb/s,
aumentando a tolerância à DGD em até 8 ps.

Pulso dispersado
por PMD Pulso compensado

RX TX
t t IN
PMDC Transponder 40G
OUT CXX DWDM
DEMUX

Antes do PMDC Depois do PMDC

Placa PMDC

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-67


Canal de Voz
O Canal de Voz (CVA-4SSA) permite a comunicação de voz entre sites através do
Canal de Supervisão Ethernet, utilizando aparelho telefônico analógico comum. Isso
porque, a placa CVA-4SSA converte o sinal analógico de voz em Voz sobre IP.

Config: Interface para configuração inicial (somente para uso


Padtec)

SCME: Interface para a comunicação VoIP - Conexão com o


SCME-4xP

Interface para a conexão com o


PABX

Interface para a conexão com o telefone


analógico

•A chamada de voz é estabelecida ponto a ponto (Site a Site) ou entre 3


Sites simultâneos (Conferência a 3).

• Conferência a 3 funciona de forma paralela, ou seja, é possível


estabelecer mais de uma conferência ao mesmo tempo entre os demais
Canais de Voz.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-68


Sub-bastidor de Transponder 4U
Provê suporte físico, alimentação e a comunicação de gerência para as unidades de 4U
de altura, exemplo: transponders, Supervisor de Transponder (Pai e Filho) e Canal de
Supervisão, amplificadores, chave óptica e etc.

Embaixo do sub de 4U:


CPCO + Defletor de Ar

•Possui capacidade para até dez (10) unidades sistêmicas com ocupação de 1 slot.
•O Supervisor de Transponders (Pai ou Filho) deve ser inseridos obrigatoriamente no slot 11
•O Canal de Supervisão deve obrigatoriamente ser inserido no slot 12
•Pode-se retirar ou inserir qualquer unidade com a alimentação ativa no sub-bastidor sem afetar as
demais em operação;
•Os conectores de alimentação do sub-bastidor ficam localizados na parte traseira;
•O sub-bastidor possui a indicação do número dos slots serigrafados ao lado dos conectores do tipo
EURO-96 180o fêmea, no cartão traseiro;
•É obrigatório o uso de presença de módulos de ventilação artificial (“FAN-G8”).

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-69


Sub-bastidor de 14U
O SB-TrS 9 é utilizado para sistemas de 40Gb/s e ROADM WSS e outros produtos em
lançamento. A altura total de 14U incluindo slots para miscelâneas (módulos de
alimentação e ventilação). Espaço para inserção de placas com até 9U de altura,
aceitando também placas de 4,5U. Estabelece a comunicação entre as placas via
backplane através do protocolo Ethernet.
Frontal do Sub-bastidor
Identificação dos slots

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-70


Sub-bastidor de 14U

Conectores Elétricos através do backplane:


• Alimentação.
• Comunicação com demais placas, SPVL-90 e
gerência.

Comunicação através do backplane baseada em


Ethernet. Para isto, o backplane possui um Dip Switch
para identificar o endereço do Sub-bastidor.

Endereço (Formato):
<valor Chave 0> x (20) + <valor Chave 1> x (21) +
<valor Chave 2> x (22) + <valor Chave 3> x (23) +
<valor Chave 4> x (24)
Sendo:
<valor Chave x> = “0” na posição ON
<valor Chave x> = “1” na posição OFF.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-71


Sub-bastidor de 14U

Exemplos de configuração de endereço para o Sub-bastidor de 14 U:


Endereço 0 Endereço 1 Endereço 2

Endereço 3 Endereço 4 Endereço 5

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-72


Sub-bastidor de 14U

Cada placa inserida no Sub-bastidor de 14U receberá um endereço IP para


comunicação com o Supervisor SPVL-90. O endereço IP de cada placa utiliza a
seguinte metodologia:

169.254. DS . S

Na qual:
•DS: Endereço de identificação do Dip Switch do respectivo Sub-bastidor.

•S: Número do slot inferior da respectiva placa a ser acessada. Caso a placa ocupe
2 slots, deve-se considerar o slot no canto inferior esquerdo.

Exemplo: IP interno 169.254. 7.21 – Placa no Sub-bastidor identificado como 7,


posicionado no slot 5 (Superior) / 21 (Inferior).

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-73


Sub-bastidor de 14U
Dimensões:
Regras de ocupação do Sub de 14U Altura [mm] 621
Largura [mm] 483
1. Sempre preencher os slots vagos do sub com Profundidade [mm] 300
placas cegas de 9U. Esse procedimento
garante que todo o sub seja ventilado de forma
eficiente.

2. Sempre que houver transponders Muxponders


de 40G inseridos no sub, a velocidade dos
FANs-10 devem ser configuradas para no
mínimo 80%.

3. É obrigatório utilizar uma tampa cega de 9U ao


lado de transponders Muxponders de 40G,
preferencialmente do lado direito. Deste modo,
cada transponder desse modelo terá uma
ocupação total de 2 slots de largura incluindo a
tampa cega.

Gavetas de FANs (total de 4 gavetas)

Placas de Alimentação\Controle
(total de 2 slots)

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-74


Sub-bastidor de 14U
Miscelâneas:
SSC-10: Distribuidora de alimentação Sub-bastidor 14U.
Essa unidade gerência os módulos FAN-10
Duas SSC-10 por Sub-bastidor (ativa e reserva). Altura [mm] 25
Largura [mm] 216,4
Interfaces Elétricas: Profundidade [mm] 215

• -48V: Dois conectores para entrada de -48 VDC. Cada conector suporta até 50A.
Nota: Para alimentar com -48 VDC via A e B, é necessária duas SSC-10.
• 0V: Dois conectores para entrada de 0 VDC. Cada conector suporta até 50A..
• EARTH: Conector para aterrar a unidade.
• Dry Contact: Conector RJ-12 para exteriorização de contato seco.

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-75


Sub-bastidor de 14U
Miscelâneas:
FAN-10: Unidades de ventilação dedicadas ao Sub-bastidor 14U.
Esta unidade é controlada pela SSC-10 (Controladora)

Características:

• Cada unidade FAN-10 possui 2 ventiladores internos


• A gerência dos módulos FAN-10 é feita pela SSC-10 ativa
• 4 unidades FAN-10 (gavetas) por sub
• Gerência: SSC-10

Altura [mm] 57,7


Largura [mm] 108
Profundidade [mm] 216,5

Padtec S/A © 2012 Todos os direitos reservados Capítulo 2-76


Sub-bastidor de Amplificadores de 5U
Provê suporte físico, alimentação e a comunicação de gerência entre amplificadores
ópticos de 5U e o Supervisor de Amplificadores SPV-5AO.

•Possui capacidade para seis (6) amplificadores ópticos de 5U.


•Regra de inserção:
•Slot 1 a 4: Amplificadores Booster, Linha ou Raman
•Slot 5 e 6: Somente Pré-amplificadores
•Slot 7: Somente Supervisor de Amplificador
•Pode-se retirar ou inserir qualquer um dos amplificadores ópticos com a alimentação ativa no sub-
bastidor, sem afetar os demais em operação;
• Os conectores de alimentação do sub-bastidor ficam localizados na parte traseira;
•O sub-bastidor possui a indicação do número dos slots serigrafados ao lado dos conectores do tipo
EURO-96 1800 fêmea, no cartão traseiro;
•Este sub-bastidor necessita de ventilação artificial (“FAN-GR ou G8”).

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Supervisor de Amplificadores de 5U
O SPV-5AO é a interface da gerência entre os amplificadores ópticos em operação no
sub-bastidor de amplificadores e o Supervisor de Transponder Pai (SPVL-4).

• Possui duas interfaces seriais RS232,


com conector do tipo RJ-11 (“Supervisor” e
“Extended Supervisor”).
• Possui também um orifício na parte
lateral do módulo, que deve ser configurado
na posição indicada na figura (posição
denominada de “Filho”), quando o sub-
bastidor for classificado como sub-bastidor
de amplificadores “Filho”.
• Pode ser retirado ou inserido do sub-
bastidor de amplificadores sem atrapalhar a
operação dos demais inseridos no mesmo
sub-bastidor. Deve ser inserido no slot 7.

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Distribuição de Energia
Os módulos de distribuição de energia tem por função fornecer
energia elétrica para os equipamentos “ativos” do bastidor. Alimentação do módulo:
Alimentação em -48 Volts DC, 0 Volt. Utilizam aterramento da estação. •Via “A”
Possuem uma entrada “GND”. Possuem DUAS entradas de energia, a •Via “B”
via “A” de alimentação e a via “B”, totalmente INDEPENDENTES; •GND
Corrente de até 35 A.
PPM 48353 Possui disjuntores para cada chicote

Os “chicotes” de alimentação de entrada do módulo


Cartão opcional Conjunto de conectores (via “A” e via “B”) e os “chicotes” de alimentação de
para gerência do de -48V, 0V e GND VDC. distribuição ao longo do bastidor saem por um corte
módulo PPM lateral do módulo PPM.

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Distribuição de Energia
Os módulos de distribuição de energia tem por função fornecer
energia elétrica para os equipamentos “ativos” do bastidor. Alimentação do módulo:
Alimentação em -48 Volts DC, 0 Volt. Utilizam aterramento da estação. •Via “A”
Possuem uma entrada “GND”. Possuem DUAS entradas de energia, a
•Via “B”
via “A” de alimentação e a via “B”, totalmente INDEPENDENTES;
•GND
Corrente de até 16 A.
MPM 48/48-3

Conjunto de conectores de -48V, 0V e


GND VDC para distribuição de chicotes

Alarmes de contato seco: Os “chicotes” de alimentação de entrada do módulo


Falha de Via “A” de -48 VDC. (via “A” e via “B”) e os “chicotes” de alimentação de
Falha de Via “B” de -48 VDC. distribuição ao longo do bastidor saem por um corte
Modo de alarme: Normal Fechado. lateral do módulo PPM.

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Shelf House Keeping
O objetivo do módulo Shelf House Keeping (SHK) é coletar informações de um conjunto
de itens / equipamentos e/ou atuar sobre um conjunto de equipamentos. Estes itens /
equipamentos estão presentes na estação onde o equipamento Padtec se encontra
instalado. As informações coletadas recebem o nome de telessinais e as ordens de
acionamento recebem o nome de telecomandos.

Conectores RJ-11 para cascata de gerência RS422

LED Tx/Rx piscando: comunicação com o supervisor

O módulo SHK de 1U de altura é capaz de:


•Monitorar até 40 itens / equipamentos da estação desde que estes possam
externar a sua condição operacional através da abertura ou fechamento de algum
tipo de contato: contato seco de rele ou um contato do tipo “interloc”. Como exemplo
de itens monitorados tem-se: porta da sala da estação, porta de bastidores de
equipamentos, estado do ar condicionado etc.
•Acionar até 8 equipamentos fechando ou abrindo contatos secos de relê. Como
exemplo de acionamento tem-se: acionamento de campainha, reposição da unidade
de corrente contínua, reposição da unidade de corrente alternada e etc.

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FAN-G8
A função do módulo de ventilação FAN-G8 é fornecer ventilação artificial para o sub-
bastidor de transponders ou de amplificadores ópticos.
Características:
•Possui oito rotores independentes;
•Permite o controle da velocidade de rotação para
cada um dos oito ventiladores do módulo, de forma
independente, por comando remoto, através da
gerência LightPad;
•Possui alarme de falha para cada um dos oito
rotores do módulo;
•O FAN G8 permite que, quando um de seus
ventiladores queimar, a velocidade dos adjacentes
seja alterada pelo operador para compensar a falta
de ventilação;
•Pode-se gerenciar até oito módulos FAN G8 por
Telemedidas: Supervisor de Transponder Pai;
•Leitura de Temperatura dos 2 sensores de • A configuração de “endereço” de cada módulo
temperatura. na gerência Metropad é feita através de dip
•Histórico de Desempenho para Temperatura. switches na parte frontal do módulo.
•Apresentação gráfica na gerência da posição
•Código de produto. dos ventiladores e seus status.
•Número de Série. •Temperatura de operação: -5 a +45°C.
•Versão de Firmware e de Hardware. •Fusíveis de segurança, Via A e Via B, internos e
•Status dos 8 ventiladores. rearmáveis.
•Leitura da % configurada da velocidade dos 8
ventiladores individualmente.

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Configurando endereço para módulos FANs
Para que os módulos de ventilação (FAN-G8 e FAN-GR) possam funcionar com a
gerência Padtec é necessário configurar o DIP Switch em seu frontal. Veja abaixo como
realizar essa configuração:

Dip switch: numeração binária


• Chave “1” = bit menos significativo
• Chave “4” = bit mais significativo

Exemplos:

1 2 3 4 Endereço 0

Valor lógico de endereço para o módulo de ventilação:


1 2 3 4 Endereço 1
Valor =
<chave1> x (20) + <chave2> x (21) +
<chave3> x (22) + <chave4> x (23);
1 2 3 4 Endereço 2
Sendo:
<chave> = “1” se chave em “on”
<chave> = “0” se chave em “off” 1 2 3 4 Endereço 3

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FAN-GR
A função do módulo de ventilação FAN-GR é fornecer ventilação artificial para o sub-
bastidor de amplificadores ópticos. Esse módulo não pode ser usado para o sub de 4U.
Características:
•Possui três rotores independentes;
•Possui sensor de temperatura interno ao módulo
– fornece a telemedida de temperatura ( 0C) para a
gerência;
•Permite o controle da velocidade de rotação dos
ventiladores por comando remoto, através da
gerência;
•Possui alarme de falha para cada um dos rotores
do módulo;
•Possui alarme configurável de temperatura pela
gerência;
•Pode-se gerenciar até oito módulos FAN GR por
Supervisor;
Telemedidas: • A configuração de “endereço” de cada módulo
•Leitura de Temperatura. na gerência é feita através de dip switches na parte
•Histórico de Temperatura. frontal do módulo.
•Código de produto. •Possui exteriorização de alarmes por contato
•Número de Série. seco
•Versão de Firmware e de Hardware. Possui três pinos (conectores) de contato seco:
•Status dos 3 ventiladores. Pino “NO” – Normal Aberto;
•Leitura da % configurada da velocidade dos Pino de “NC” – Normal Fechado;
ventiladores. Pino de “C” – Comum.

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Deca Duplex
O módulo Deca Duplex possui 10 unidades Duplex (splitters ópticos). Cada uma dessas
unidades funciona dividindo ou acoplando sinais ópticos. Pode ser utilizado para
implementar sistemas de proteção: ODP e canais protegidos com ROADM PLC.

Divisão do Sinal Acoplamento do Sinal


50% de potência
do sinal saíndo sinal chegando Duplex
Duplex
OUT OUT
Sinal saindo
IN/OUT
IN/OUT
IN IN
Sinal chegando
50% de potência sinal chegando
do sinal saíndo

Frontal do módulo Deca Duplex.

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