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CERTEZA DA SALVAÇÃO

DISCIPULADO DE FÉRIAS 2020

DEPARTAMENTO DE JOVENS E ADOLESCENTES

Por: F. M.S. Terceiro


Estrutura

 Introdução
 Dois Erros Sobre a Certeza da Salvação
 O que a Bíblia diz Sobre a Certeza da Salvação
 Bases Fundamentais da Certeza da Salvação
 Perspectiva Joanina Sobre a Certeza da Salvação
 Duas Abordagens sobre a Perda da Salvação
 Equilíbrio escriturístico Sobre Perda da Salvação
 Perda da Salvação Ponto de Vista da IPC
Introdução

Todo cristão deseja ter a certeza da salvação, ou seja: a certeza


de que, quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá
estar com o Senhor, no céu (Fp 1.23; 2Co 5.8).

A doutrina da certeza da salvação é uma ênfase especificamente


evangélica. E um dos principais ministérios do Espírito é
proporcionar ao povo de Deus a certeza de salvação.
Introdução

Deus quer que tenhamos a certeza absoluta da nossa Salvação. Não


podemos viver nossa vida cristã nos perguntando e nos
preocupando a cada dia se Realmente Somos Salvos.
Dois Erros Sobre a Certeza da
Salvação
Hernandes dias Lopes aponta dois Grandes Erros cometido sobre a Certeza
da Salvação.

O Primeiro: É de a Pessoa ter a Salvação, mas não ter a Certeza, por um


Problema Doutrinário de não compreender bem o que a Bíblia Ensina sobre
o Assunto.

O segundo Talvez maior: É a pessoa ter uma falsa certeza da salvação. Ela
acha que está salva, mas não está.
O que a Bíblia Diz Sobre a Certeza da Salvação.

Há vários textos bíblicos que ressaltam essa certeza da salvação


Vejamos:

1) “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia,


ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? (Rm
8.35-39).

2) “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa
obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Fp 1.6).
Bases Fundamentais da Certeza da Salvação

Primeiro: é “a obra consumada de Cristo”

Segundo: Pai, Filho e Espírito (Cada uma das três pessoas da Trindade contribui
para nossa convicção).

Terceiro: O grande perdão de Deus

Quarto: A graça imutável

Sétimo: A promessa de vitória (Romanos 8)


Perspetiva Joanina Sobre a Certeza da Salvação

1Jo 5.13 “Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna
e para que creais no nome do Filho de Deus.”

O propósito de João ao escrever esta primeira epístola é que o povo de


Deus tenha certeza da salvação (5.13).

João não declara em parte alguma da carta que uma experiência de


conversão vivida apenas no passado proporciona certeza ou garantia da
salvação hoje.
Esta epístola expõe nove maneiras de sabermos que estamos salvos como
crentes em Jesus Cristo.

1) Temos a certeza da vida eterna quando cremos “no nome do Filho de


Deus” (5.13; cf. 4.15; 5.1, 5).

2) Temos a certeza da vida eterna quando amamos o Pai e o Filho, e não


o mundo (2.15; cf. 5.4).

3) Temos a certeza da vida eterna quando habitual e continuamente


praticamos a justiça, e não o pecado (2.29).
4) Temos a certeza da vida eterna quando amamos os irmãos (3.14;
ver também 2.9-11; 4.7, 12, 20; 5.1; Jo 13.34,35).

5) Temos a certeza da vida eterna quando temos consciência da


habitação do Espírito Santo em nós. (3.24). Ver também 4.13

6) Temos a certeza da vida eterna quando nos esforçamos para


seguir o exemplo de Jesus e viver como ele viveu (2.6; cf. Jo 13.15).
7) Temos a vida eterna quando cremos, aceitamos e
permanecemos na “Palavra da vida”.

8) Temos a certeza da vida eterna quando temos um intenso


anelo e uma inabalável esperança pela volta de Jesus Cristo,
para nos levar para si mesmo. “… (3.2,3; cf. Jo 14.1-3).
Duas abordagens diferentes
Sobre a Perda da Salvação

1- Calvinismo
2- Arminianismo
Visão Calvinista

Essa Visão afirma, não importa o que aconteça, os que forem


uma vez salvos nunca poderão perder a salvação – eles irão
necessariamente perseverar até o fim e nunca apostatarão. É daí
que surge o lema calvinista de que, “uma vez salvo, sempre
salvo”.
Visão Arminiana

“pessoas verdadeiramente regeneradas, ao negligenciarem a graça


e entristecerem o Espírito Santo com pecado, decaem totalmente e,
finalmente, da graça para a eterna reprovação”.
Os arminianos defendem que a perda da salvação é possível diante
de três fatores principais: (a) a condicionalidade da perseverança;
(b) a possibilidade da apostasia; (c) a expressa declaração de
crentes que caíram da graça.
Equilíbrio escriturístico Sobre Perda da
Salvação
As respectivas posições fundamentais, tanto do Calvinismo como do
Arminianismo, são ensinadas nas Escrituras.

O Calvinismo exalta a graça de Deus como a única fonte de salvação — e assim o


faz a Bíblia; o Arminianismo acentua a livre vontade e responsabilidade do
homem — e assim o faz a Bíblia.

A solução prática consiste em evitar os extremos antibíblicos. João Wesley era


arminiano e George Whitefield calvinista. Entretanto, ambos conduziram
milhares de almas a Cristo.
Perda da Salvação Ponto de Vista da IPC

Quanto a perda da Salvação a IPC compartilha com a visão


Arminiana:

De que o "Um cristão salvo pode vir a se perder; pode, sim,


desviar-se, cair em pecado e perecer, caso não se arrependa ante a
insistência do Espírito Santo (Ez 18.24,26; 33.18; Hb 3.I2-I4; 5.9;
ITm 4.1; 5.15; 63 12.25; 2 Pe 3.17; 2.20-22…).
Por outro lado, compartilhamos com a visão Arminiana de que o
Crente perde salvação por Três Razões:

1) quando apostatamos e não voltamos atrás,

2) quando cometemos o pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo

3) quando perdemos a fé em Jesus e sua graça, ou seja,


quando simplesmente não há mais fé.
Portanto, "O crente está seguro quanto à sua salvação
enquanto permanecer em Cristo (Jo 15.1-6). Não há segurança
fora de Jesus e do seu aprisco.
QUE DEUS NOS ABENÇOE

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