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Pela LENTE DO aMOR a gente...

Se viro de um lado vejo a amplitude dos pequenos gestos de generosidade, de partilha, de confraternização, de
comunhão, de união, de concessão…

Se viro a lente de outro, vejo que o amor se distancia… que o mundo se esfria… que o branco tão lindo passa a
ser ofuscante aos olhos… congela… do egoísmo que separa e torna a ponte que nos une quebrada, rompe
objetivos, fere a união… e dificulta alcançar os frutos que ora simplesmente brotam na natureza…

Mas, o homem é naturalmente puro sensação, calor, depende do carinho, da emoção, não pode sobreviver só e
no frio, não pode criar no tédio que a imensidão que o isolamento proporciona prende e sufoca. 

Assim, quebra corrente, e segue Darwin, “os mais fortes sobrevivem ao meio” é … e essa força vem do
amor… não do amor a si próprio, mas do amor à vida, à natureza, ao outro, do amor altruísta, que se ergue
estende a mão e forma um elo de força em um tributo à Deus e à Natureza…      (por Janice Macêdo da Matta
Simões)

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