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SISTEMAS FLUVIAIS

1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
10. HETEROGENEIDADES EM SISTEMAS FLUVIAIS
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
10. HETEROGENEIDADES EM SISTEMAS FLUVIAIS
PRINCIPAIS RIOS
DO PLANETA

Taxa de denudação
e carga sedimentar das
principais bacias de
drenagem da terra
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
10. HETEROGENEIDADES EM SISTEMAS FLUVIAIS
EROSÃO FLUVIAL

Incisão Migração Lateral


e/ou Avulsão
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
3.1 Fluxo de detritos
3.2 Tração
3.3 Suspensão
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
DIAGRAMA DE FORMAS DE LEITO SUBAQUÁTICAS
Marcas Onduladas
ANGULO DE CAVALGAMENTO DAS MARCAS
ONDULADAS
DIAGRAMA DE ALTURA/
ESPAÇAMENTO DE
FORMAS DE LEITO
SUBAQUÁTICAS.
NOTE A
DESCONTINUIDADE
NO ESPAÇAMENTO
DE 0.5 A 1M
DIAGRAMA DE FORMAS DE LEITO SUBAQUÁTICAS
MORFOLOGIAS DE FORMAS DE LEITO

Dunas 2D Dunas 3D
Dunas 2D
Dunas 3D
DIAGRAMA DE VELOCIDADE-
PROFUNDIDADE
MOSTRANDO O CAMPO
DE ESTABILIDADE DE
FORMAS DE LEITO 2D E 3D
Formas de Leito Cascalhosas
Dunas Longitudinais
Dunas Tranversais
BARRAS X DUNAS SUBAQUÁTICAS

Barras são grandes formas de leito, normalmente


apresentando dunas superpostas
CLASSIFICAÇÃO DA BARRAS

•Barras em pontal (point bar)

•Barras de meio de canal (middle bar ou braided bar)

•Barras laterais (side bar)


BARRAS EM PONTAL

Acreção lateral ao sentido


de fluxo do canal
Diferenças nas
velocidades do
fluxo em
canais sinuosos
FORMAÇÃO DE BARRAS EM PONTAL
BARRAS DE MEIO DE CANAL

As barras apresentam acresção a


Rio São Francisco
favor do fluxo e lateral
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
10. HETEROGENEIDADES EM SISTEMAS FLUVIAIS
CLASSIFICAÇÃO DE CANAIS FLUVIAIS

• Tipo de carga transportada: carga de fundo,


carga mista e carga em suspensão

• Morfologia do canal: entrelaçado, meandrante,


anastomosado e reto
CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DE CANAIS FLUVIAIS

Rio Meandrante Rio Reto

Rio Entrelaçado Rio Anastomosado


RIOS ENTRELAÇADOS

• Rede de canais interconectados


separados por barras cascalhosas
ou arenosas
• Carga de fundo
• Alto suprimento sedimentar
• Variabilidade da descarga
RIOS ENTRELAÇADOS

Rio Denali (Alasca)


Rio Bramaputra

• Predomínio de barras de meio de canal arenosas


ou cascalhosas
RIOS ENTRELAÇADOS

•Alta variabilidade da descarga


RIOS MEANDRANTES
• Canais de alta sinuosidade
• Carga mista
• Predomínio de barras em pontal
• Bancos relativamente estáveis
• Descarga regular
RIOS ANASTOMOSADOS
• Rede de canais interconectados separados por amplas regiões
de planície de inundação
• Carga em suspensão
• Canais de baixa a moderada sinuosidade (agradação vertical>
migração lateral)
• Planície de inundação vegetadas e com depósitos finos coesos
RIOS ANASTOMOSADOS

Rio Zambezi - Moçambique

Rio Paraguassu - Bahia


CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DE CANAIS FLUVIAIS

Rio Meandrante Rio Reto

Rio Entrelaçado Rio Anastomosado


INUNDAÇÕES EM LENÇOL – FLUXOS FRACAMENTE CANALIZADOS

Inundações relâmpagos – horas a semanas


Sedimentação dominantemente arenosa
Domínio de estruturas de regime de fluxo superior
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
DEPÓSITOS EXTERNOS AO CANAL

• Dique marginal
• Depósitos de crevasse
• Planície de inundação

Rio Columbia - Depósitos de crevasse formado pela


Rio Columbia - Sobreposição de dois lobos de crevasse
ruptura do dique marginal
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO S
VARIAÇÕES NA
TIPOLOGIA DOS
CANAIS FLUVIAIS
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
AVULSÃO

Representa a mudança, relativamente rápida, de um rio para um novo


canal na parte mais baixa da planície de inundação, da planície aluvial,
do delta ou do leque aluvial
CAUSAS DA AVULSÃO

Avulsão a partir do aumento na


razão Sa/Se*, devido a um
aumento no Sa

* Sa é o gradiente do potencial
curso de avulsão,
Se é o gradiente do canal existente
CAUSAS DA AVULSÃO

Avulsão a partir do aumento na


razão Sa/Se*, devido a uma
diminuição no Se

* Sa é o gradiente do potencial
curso de avulsão,
Se é o gradiente do canal existente

A - Aumento da sinuosidade com o tempo

B – Progradação do lobo deltaico


OUTRAS CAUSAS DA AVULSÃO

1. Obstrução do Canal
1.1 aumento da carga de sedimento,
1.2 fluxo de massa,
1.3 processos eólicos
1.4 obstrução por troncos
1.5 obstrução por gelo

2. Trilhas de animais
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
10. HETEROGENEIDADES EM SISTEMAS FLUVIAIS
ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS

• A variação do nível • Qual a superfície


de base ao longo equivalente ao
do tempo é nível de base em
responsável pela sistemas fluviais?
criação e
destruição do
espaço de
acomodação
NÍVEL DE BASE

• Nível de base geomorfológico:


geomorfológico Limite
teórico ou nível mais baixo ao qual a
erosão da superfície da terra busca atingir

• Nível de base estratigráfico:


estratigráfico Superfície
acima da qual nenhuma partícula atinge
repouso e abaixo da qual a acumulação e
soterramento é possível
NÍVEL DE BASE GEOMORFOLÓGICO
X
NÍVEL DE BASE ESTRATIGRÁFICO
PERFIL DE EQUILÍBRIO FLUVIAL

• O perfil de equilíbrio de um rio é a expressão de sua declividade, ou


gradiente, representados pela relação entre altimetria e comprimento,
para diversos pontos, situados entre a nascente e a foz.

• O perfil de equilíbrio representa um contexto em que a energia


requerida para transportar sedimentos disponíveis é exatamente
balanceada pela energia potencial liberada pelo fluxo, de tal sorte que
o rio não sofrerá nem agradação nem degradação (Leopold & Bull, 1979).

• A inclinação do perfil de equilíbrio é uma função da descarga do rio e


da carga sedimentar transportada.
ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS

CLIMA
TECTÔNICA
NÍVEL DO MAR
SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
10. HETEROGENEIDADES EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO

9.1 Litofácies
9.2 Elementos Arquiteturais
9.3 Geometria dos Corpos Arenosos de Canais Fluviais
9.4 Superfícies Limítrofes
9.5 Reconstrução de Sistemas Fluviais no
Registro Geológico
9.6 Análise Sequencial de Sistemas Fluviais
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO

9.1 Litofácies
9.2 Elementos Arquiteturais
9.3 Geometria dos Corpos Arenosos de Canais Fluviais
9.4 Superfícies Limítrofes
9.5 Reconstrução de Sistemas Fluviais no
Registro Geológico
9.6 Análise Sequencial de Sistemas Fluviais
Código Fácies Estruturas sedimentares Interpretação

Gmm Cascalho maciço matriz-suportado Gradação incipiente Fluxo de detritos plástico, fluxo viscoso, alta coesão
interna

Gmg Cascalho matriz-suportado Gradação inversa a normal Fluxo de detritos pseudoplástico, fluxo viscoso, baixa
coesão interna

Gci Cascalho clasto-suportado Gradação inversa Fluxo de detritos, alta concentração de clastos (alta
coesão interna) ou fluxo de detritos pseudoplástico
(baixa coesão)

Gcm Cascalho maciço clasto-suportado Fluxo de detritos pseudoplástico (fluxo turbulento)


-

Gh Cascalho clasto-suportado, acamadamento incipiente Acamadamento horizontal, imbricamento Formas de leito longitudinais, depósitos residuais
(lags)

Gt Cascalho estratificado Estratificações cruzadas acanaladas Preenchimento de pequenos canais

Gp Cascalho estratificado Estratificações cruzadas planares Formas de leito transversais, crescimento deltaico a
partir de barras remanescentes

St Areia fina a muito grossa (podendo ser cascalhosa) Estratificações cruzadas acanaladas Dunas 3D, cristas sinuosas ou lingüóides

Sp Areia fina a muito grossa (podendo ser cascalhosa) Estratificações cruzadas planares Dunas 2D, cristas retas

Sr Areia muito fina a grossa Laminações cruzadas de marcas onduladas Marcas onduladas (regime de fluxo inferior)

Sh Areia muito fina a grossa (podendo ser cascalhosa) Laminação horizontal, lineação de partição Formas de leito plano (regime de fluxo superior/
crítico)

Sl Areia muito fina a grossa (podendo ser cascalhosa) Estratificações cruzadas de baixo ângulo (<15°) Preenchimentos de suaves depressões (scour fills),
(podendo ser sigmoidais) dunas atenuadas, antidunas

Ss Areia fina a muito grossa (podendo ser cascalhosa) Amplas e suaves depressões Preenchimentos de suaves depressões (scour fills)

Sm Areia fina a grossa Maciça ou laminação indistinta Depósitos de fluxos hiperconcentrados, fluidizações
ou intensa bioturbação

Fl Areia, site, lama Laminações finas, Laminações cruzadas de marcas Depósitos externos ao canal, canais abandonados ou
onduladas de muito pequeno porte depósitos de inundação

Fsm Silte, lama Maciço Depósitos externos ao canal ou canais abandonados

Fm Lama, silte Maciço, gretas de contração Depósitos externos ao canal ou canais abandonados

Fr Lama, silte Maciço, raízes, bioturbação Solo incipiente

C Carvão, lama carbonosa Restos vegetais, filmes de lama Depósitos de pântanos vegetados (swamps)

P Paleossolo carbonático (calcita, siderita) Feições pedogênicas: nódulos, filamentos Solo com precipitação química

Tabela de litofácies fluviais (Miall, 1996)


LITOFÁCIES

Gh

Sl Sl

Sp
LITOFÁCIES
0 2cm
Fsm

0 2cm
Fm

Sr
Fsm
St

Fm
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO

9.1 Litofácies
9.2 Elementos Arquiteturais
9.3 Geometria dos Corpos Arenosos de Canais Fluviais
9.4 Superfícies Limítrofes
9.5 Reconstrução de Sistemas Fluviais no
Registro Geológico
9.6 Análise Sequencial de Sistemas Fluviais
ELEMENTO ARQUITETURAL

• É uma subdivisão morfológica de um sistema


deposicional sendo caracterizado por uma
determinada associação de fácies, geometria e
processos deposicionais
ELEMENTOS
ARQUITETURAIS
DE CANAIS
ELEMENTO DA - MACROFORMA DE ACRESÇÃO FRONTAL

Superfícies Estratos
de acresção cruzados

SB

DA
LS
ELEMENTO DA - RIO IBICUI/ RS
ELEMENTO LA -
MACROFORMA
DE ACRESÇÃO
LATERAL
FORMAÇÃO DE BARRAS EM PONTAL
DIFERENÇAS ENTRE
MACROFORMAS DE
ACRESÇÃO FRONTAL
(DA) E DE ACRESÇÃO
LATERAL (LA)
Hollow
Hollow –

Zonas de
Confluências
Hollow – Formação Baia Blanca, Bacia de Talara-Peru
ELEMENTO FF - Finos de Planície de Inundação

FF
ELEMENTO LV - DIQUE MARGINAL

Finos de Planície
de inundação
(Elemento FF)

Dique marginal
Canal de Crevasse (Elemento CR)
(Elemento LV)
ELEMENTO CS - Espraiamento de Crevasse
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO

9.1 Litofácies
9.2 Elementos Arquiteturais
9.3 Geometria dos Corpos Arenosos de Canais Fluviais
9.4 Superfícies Limítrofes
9.5 Reconstrução de Sistemas Fluviais no
Registro Geológico
9.6 Análise Sequencial de Sistemas Fluviais
GEOMETRIA DE
CORPOS
ARENOSOS DE
CANAIS
FLUVIAIS
GEOMETRIA DE
CORPOS
ARENOSOS DE
CANAIS
FLUVIAIS
ARENITOS EM FITA

L/ E < 15

Dique Marginal – agradação


do canal contemporâneamente
a planície de inundação
GEOMETRIA DE
CORPOS
ARENOSOS DE
CANAIS
FLUVIAIS
ARENITOS EM LENÇOL - Preenchimento simples

Topo

Base
GEOMETRIA DE
CORPOS
ARENOSOS DE
CANAIS
FLUVIAIS
ARENITOS EM LENÇOL - Multiepisódico e multilateral
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO

9.1 Litofácies
9.2 Elementos Arquiteturais
9.3 Geometria dos Corpos Arenosos de Canais Fluviais
9.4 Superfícies Limítrofes
9.5 Reconstrução de Sistemas Fluviais no
Registro Geológico
9.6 Análise Sequencial de Sistemas Fluviais
HIERARQUIA DE
SUPERFÍCIES EM
DEPÓSITOS FLUVIAIS
HIERARQUIZAÇÃO DE SUPERFÍCIES EM AFLORAMENTOS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO

9.1 Litofácies
9.2 Elementos Arquiteturais
9.3 Geometria dos Corpos Arenosos de Canais Fluviais
9.4 Superfícies Limítrofes
9.5 Reconstrução de Sistemas Fluviais no
Registro Geológico
9.6 Análise Sequencial de Sistemas Fluviais
SISTEMA FLUVIAL
ENTRELAÇADO
SISTEMA FLUVIAL
ANASTOMOSADO
RECONSTRUÇÃO DA PALEOHIDROLOGIA
E GEOMETRIA DOS CANAIS
Cálculo da Profundidade do Canal

1) Através da espessura do corpo de areia

h = 0.55t

t = espessura do corpo arenoso


Cálculo da Profundidade do Canal

2) Através da medição de espessuras de ciclos de


granodecrescência ascendente e/ altura das
superfícies de acresção lateral

Restrito a canais de alta sinuosidade


Cálculo da Largura do Canal

• Cálculo da largura do canal a partir da


profundidade do canal

Wc = 6.8h1.54

Restrito a canais de alta sinuosidade


Cálculo da Largura do Canal

2) Cálculo da largura do canal a partir da


Superfícies de acresção lateral

Wc = 1.5h/tanB

Restrito a canais de alta sinuosidade


Cálculo do Comprimento de Onda dos Meandros

Lm = 10.9Wc 1.01

Restrito a canais de alta sinuosidade


Cálculo da Largura dos Corpos Arenosos
Através da Definição da Amplitude dos Meandros

Wm = 7.44 Wc 1.01

Wm = 64.6h 1.54

Restrito a canais de alta sinuosidade


Cálculo da Largura dos Corpos Arenosos
Através da Profundidade do Canal

1A – Canais retos, não-migrantes e incisivos


1B – Canais não-migrantes, não-incisivos
2A – Média geométrica de todos os tipos de canais
2B – Canais meandrantes
3 – Canais entrelaçados
Extração da Geometria
Através de Sísmica 3D

Golfo da Tailândia
Canais Sinuosos

Brown, 1996
Extração da Geometria
Através de Sísmica 3D

Golfo da Tailândia
Canais,
Point bars, e
Crevasse Splays

Brown, 1996
Extração da Geometria
Através de Sísmica 3D

Offshore Texas
Matagorda Block 668

Brown, 1996
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO

9.1 Litofácies
9.2 Elementos Arquiteturais
9.3 Geometria dos Corpos Arenosos de Canais Fluviais
9.4 Superfícies Limítrofes
9.5 Reconstrução de Sistemas Fluviais no
Registro Geológico
9.6 Análise Seqüencial de Sistemas Fluviais
ESTRATIGRAFIA DE SEQÜÊNCIAS EM SISTEMAS FLUVIAIS
RESPOSTA DO SISTEMA FLUVIAL A UM REBAIXAMENTO DO N.R.M

A - Erosão
B - Equilíbrio
C - Deposição

B C
ESTRATIGRAFIA DE
SEQÜÊNCIAS EM
SUCESSÕES FLUVIAIS

Variações dos Padrões Estratais


Características dos Sistemas
Fluviais em Resposta a Mudanças
no Nível de Base Estratigráfico
Alta freqüência
de avulsão

Baixa freqüência
de avulsão

Alta taxa de sedimentação


(ou agradação)

Baixa taxa de
sedimentação
(ou agradação)

Baixa taxa de Alta taxa de migração do canal


migração do canal

Diagrama esquemático ilustrativo da preservação da morfologia


deposicional do sistema fluvial em função da taxa de sedimentação,
taxa de migração lateral e da freqüência de avulsão.
Sistemas Fluviais
Distante da Costa

Currie, 1997
Sistemas Fluviais Distante da Costa

Martinsen et al., 1999


Sistemas Fluviais Distante da Costa

Martinsen et al., 1999


SISTEMAS FLUVIAIS
1. INTRODUÇÃO
2. EROSÃO FLUVIAL
3. TRANSPORTE E DEPOSIÇÃO
4. TIPOLOGIA DE CANAIS FLUVIAIS
5. ÁREAS EXTERNAS AOS CANAIS FLUVIAIS
6. MECANISMOS CONTROLADORES DA TIPOLOGIA DE
CANAL FLUVIAL
7. AVULSÃO
8. ACUMULAÇÃO EM SISTEMAS FLUVIAIS
9. SISTEMAS FLUVIAIS NO REGISTRO GEOLÓGICO
10. HETEROGENEIDADES EM SISTEMAS FLUVIAIS
HETEROGENEIDADES EM DEPÓSITOS FLUVIAIS

1a. ordem: Distribuição regional do sistema fluvial. Análise exploratória.

2a. ordem: Descreve a geometria externa e a inter-relação entre


unidades permeáveis e impermeáveis (canal-planície de
inundação). Análise de heterogeneidade de campos produtores.

3a. ordem: Representa mudanças de elementos arquiteturais.


Caracterização de variações interpoços.

4a. ordem: Refletem variações em escala de litofácies. São resultantes


de variações internas aos elementos arquiteturais representando
heterogeneidades intrapoços.

5a. Ordem: Está associada a escala de laminações. È determinada


principalmente pelas características texturais dos depósitos.
HETEROGENEIDADES EM DEPÓSITOS FLUVIAIS

1a. ordem: Distribuição regional do sistema fluvial. Análise exploratória.

2a. ordem: Descreve a geometria externa e a inter-relação entre


unidades permeáveis e impermeáveis (canal-planície de
inundação). Análise de heterogeneidade de campos produtores.

3a. ordem: Representa mudanças de elementos arquiteturais.


Caracterização de variações interpoços.

4a. ordem: Refletem variações em escala de litofácies. São resultantes


de variações internas aos elementos arquiteturais representando
heterogeneidades intrapoços.

5a. Ordem: Está associada a escala de laminações. È determinada


principalmente pelas características texturais dos depósitos.
HETEROGENEIDADES
DE 1a. ORDEM

Cunhas Clásticas

Vales Incisos
HETEROGENEIDADES DE 1a. ORDEM

Cunhas Clásticas
HETEROGENEIDADES DE 1a. ORDEM

Vales Incisos
HETEROGENEIDADES EM DEPÓSITOS FLUVIAIS

1a. ordem: Distribuição regional do sistema fluvial. Análise exploratória.

2a. ordem: Descreve a geometria externa e a inter-relação entre


unidades permeáveis e impermeáveis (canal-planície de
inundação). Análise de heterogeneidade de campos produtores.

3a. ordem: Representa mudanças de elementos arquiteturais.


Caracterização de variações interpoços.

4a. ordem: Refletem variações em escala de litofácies. São resultantes


de variações internas aos elementos arquiteturais representando
heterogeneidades intrapoços.

5a. Ordem: Está associada a escala de laminações. È determinada


principalmente pelas características texturais dos depósitos.
HETEROGENEIDADES DE 2a. ORDEM
HETEROGENEIDADES DE 2a. ORDEM
HETEROGENEIDADES DE 2a. ORDEM
ESTRATIGRAFIA DE
SEQÜÊNCIAS EM
SUCESSÕES FLUVIAIS

Variações na conectividade lateral e


vertical dos corpos arenosos
HETEROGENEIDADES EM DEPÓSITOS FLUVIAIS

1a. ordem: Distribuição regional do sistema fluvial. Análise exploratória.

2a. ordem: Descreve a geometria externa e a inter-relação entre


unidades permeáveis e impermeáveis (canal-planície de
inundação). Análise de heterogeneidade de campos produtores.

3a. ordem: Representa mudanças de elementos arquiteturais.


Caracterização de variações interpoços.

4a. ordem: Refletem variações em escala de litofácies. São resultantes


de variações internas aos elementos arquiteturais representando
heterogeneidades intrapoços.

5a. Ordem: Está associada a escala de laminações. È determinada


principalmente pelas características texturais dos depósitos.
HETEROGENEIDADES DE 3a. ORDEM
HETEROGENEIDADES
DE 3a. ORDEM
HETEROGENEIDADES EM DEPÓSITOS FLUVIAIS

1a. ordem: Distribuição regional do sistema fluvial. Análise exploratória.

2a. ordem: Descreve a geometria externa e a inter-relação entre


unidades permeáveis e impermeáveis (canal-planície de
inundação). Análise de heterogeneidade de campos produtores.

3a. ordem: Representa mudanças de elementos arquiteturais.


Caracterização de variações interpoços.

4a. ordem: Refletem variações em escala de litofácies. São resultantes


de variações internas aos elementos arquiteturais representando
heterogeneidades intrapoços.

5a. Ordem: Está associada a escala de laminações. È determinada


principalmente pelas características texturais dos depósitos.