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Microeconomia A III

Prof. Edson Domingues

Aula 2
Incerteza, seguros,
diversificação e ativos de risco
Referências

 VARIAN, H. Microeconomia: princípios


básicos. Rio de Janeiro: Campus,1994.
(segunda edição americana, 1a. reimpressão)
 Capítulo 12 - Incerteza

 PINDYCK, R. S., RUBINFELD, D.L.


Microeconomia. São Paulo: Prentice Hall,
2002. (quinta edição)
 Capítulo 5 – Escolha sob Incerteza
Preferências Sob Incerteza

 Planos de contingentes consumo que


proporcionam a mesma utilidade
esperada são igualmente preferidos.
Preferências Sob Incerteza
Cna Curvas de Indeiferença
EU1 < EU2 < EU3

EU3
EU2
EU1
Ca
Preferências Sob Incerteza

 Qual a TMS de uma curva de


indiferença?
 Tome cna com prob. na e
ca com prob. a (na + a = 1).
 EU = naU(cna) + aU(ca).
 Para EU constante, dEU = 0.
Preferências Sob Incerteza
EU   na U(c na )   a U(c a )
Preferências Sob Incerteza
EU   na U(c na )   a U(c a )
dEU   na MU(c na )dc na   a MU(c a )dc a
Preferências Sob Incerteza
EU   na U(c na )   a U(c a )
dEU   na MU(c na )dc na   a MU(c a )dc a
dEU  0   na MU(c na )dc na   a MU(c a )dc a  0
Preferências Sob Incerteza
EU   na U(c na )   a U(c a )
dEU   na MU(c na )dc na   a MU(c a )dc a
dEU  0   na MU(c na )dc na   a MU(c a )dc a  0

  na MU(c na )dc na   a MU(c a )dc a


dc na π a MU(c a )
TMS na,a  
dc a π na MU(c na )
Preferências Sob Incerteza
Cna Curvas de Indeiferença
EU1 < EU2 < EU3

dcna  a MU(ca )

dca  na MU(cna )
EU3
EU2
EU1
Ca
Escolha Sob Incerteza

 Q: Como uma escolha racional é


feita sob incerteza?
 R: Escolha o plano de consumo
contingente disponível que é
preferido.
Restrição orçamentária
m = renda, L = perda, K = renda segurada, γ = custo do seguro por unidade monetária

Cna  m  γK

Ca  m  L  K  γK
Ca  m  L
Ca  m  L  ( 1  γ)K  K 
1 γ

C mL γm L  C 
Cna  m  γK  m  γ a   m  γ  γ a 
 1 γ  1 γ 1 γ 1 γ 

m( 1  γ)  γm  γL γ
Cna   Ca
1 γ 1 γ
Restrição Orçamentária: Dotação:
m  γL γ Cna  m
Cna   Ca
1 γ 1 γ se K  0  
Ca  m  L
Restrição orçamentária
m  L 
Cna Cna   Ca
1 1

Dotação
m

decl.  
1  Qual o plano de
consumo contingente
disponível preferido?

mL m  L Ca

Restrição orçamentária
m  L 
Cna Cna   Ca
1 1

Dotação
m

decl.  
1  Qual o plano de
consumo contingente
Planos disponível preferido?
disponíveis
mL m  L Ca

Restrição orçamentária
m  L 
Cna   Ca
Cna 1 1
Mais Preferidos
m

Qual o plano de
consumo contingente
disponível preferido?

mL m  L Ca

Restrição orçamentária
Cna
Mais Preferido
m

mL m  L Ca

Restrição orçamentária
Cna
Mais Preferido
m

mL m  L Ca

Restrição orçamentária
Cna
Mais Preferido
m TMS = inclinação da RO

mL m  L Ca

Restrição orçamentária
Cna
Mais Preferido
m TMS = inclinação da RO
; i.e.
  a MU(ca )

1    na MU(cna )

mL m  L Ca

Seguros Competitivos
 Suponha que entrada no mercado de
seguros é livre.
 Lucro econômico esperado = 0.
 I.e. K - aK - (1 - a)0 = ( - a)K = 0.
 I.e. Entrada livre   = a.
 Se o preço de $1 seguro = probabilidade
de acidentes, então seguro é justo.
Seguros Competitivos

 Quando o seguro é justo, escolha


racional de seguro satisfaz
 a  a MU(c a )
 
1   1   a (1   a )MU(c na )
Seguros Competitivos

 Quando o seguro é justo, escolha


racional de seguro satisfaz
 a  a MU(c a )
 
1   1   a (1   a )MU(c na )

 I.e. MU(c )  MU(c )


a na
Seguros Competitivos

 Quando o seguro é justo, escolha


racional de seguro satisfaz
 a  a MU(c a )
 
1   1   a (1   a )MU(c na )

 I.e. MU(ca )  MU(cna )


 Utilidade marginal da renda deve ser
a mesma em ambos os estados.
Seguros Competitivos

 Quanto de um seguro justo um


avesso a risco decide comprar?
MU(ca )  MU(cna )
Seguros Competitivos

 Quanto de um seguro justo um


avesso a risco decide comprar?
MU(ca )  MU(cna )
 Avesso a risco  MU(c)  qdo c .
Seguros Competitivos

 Quanto de um seguro justo um


avesso a risco decide comprar?
MU(ca )  MU(cna )
 Avesso a risco  MU(c)  qdo c .
 Logo ca  cna .
Seguros Competitivos

 Quanto de um seguro justo um avesso a


risco decide comprar?
MU(ca )  MU(cna )
 Avesso a risco  MU(c)  qdo c .
 Logo c a  c na
Note que:
 I.e. Seguro total, Cna  m  γK

Ca  m  L  K  γK
KL Cna  Ca  m  γK  m  L  K  γK
 m  m  γK  γK  L  K
LK
Seguro “Injusto”

 Suponha seguradoras tem lucro


econômico esperado positivo.
 I.e. K - aK - (1 - a)0 = ( - a)K > 0.
Seguro “Injusto”

 Suponha seguradoras tem lucro


econômico esperado positivo.
 I.e. K - aK - (1 - a)0 = ( - a)K > 0.
 a
 Logo   > a   .
1 1a
Seguro “Injusto”
 Escolha racional requer
  a MU(ca )

1    na MU(cna )
Seguro “Injusto”
 Escolha racional requer
  a MU(c a )

1   (1 -  a )MU(c na )

Como  
  a
 MU(c a ) > MU(c na )
1  1  a

Note que:
  
 
 1     MU(c a )  1  MU(c )  MU(c )
  a  MU(c na ) a na

 (1 -  ) 
 a 
Seguro “Injusto”
 Escolha racional requer
  a MU(ca )

1    na MU(cna )

 Como  a
 , MU(ca ) > MU(cna )
1 1a
 Logo c < c para um avesso a
a na
risco.
Seguro “Injusto”
 Escolha racional requer
  a MU(ca )

1    na MU(cna )
 Como  a
 , MU(ca ) > MU(cna )
1 1a
 Logo c < c para um avesso a
a na
risco. Um avesso a risco compra menos
do que o seguro total “injusto”.
Seguro “Injusto”

Cna  m  γK

Ca  m  L  K  γK
Cna  Ca  m  γK  m  L  K  γK
LK
 Um avesso a risco compra menos
do que o seguro total
Demanda por Seguros

 Riqueza = 35.000
 Chance de perder 10.000 é  (“estado 2, c2”)

Chance de não perder nada é (1   ) (“estado 1, c1”)


 Seguro de $K custa K
 Sem perdas: c1  35000  K
Com perdas: c2  35000  10000  K  K
 25000  (1   ) K
Demanda por Seguros
 Utilidade Esperada:

UE  (1   )u (c1 )  u (c2 )
 Taxa marginal de substituição:
u (c2 ) c2 
TMS   
(1   )u (c1 ) c1 1 
 Lucro da seguradora é zero (em média):

L  K  K  (1   ).0  0    
 Quantidade ótima de seguros

u (c2 ) c2  u (c1 ) u (c2 )


  
(1   )u (c1 ) c1 1   c1 c2
Demanda por Seguros
2
 Seja um indivíduo avesso ao risco: du (c )
2
0
dc
u (c1 ) u (c 2 )
 Se c1  c 2   .
c1 c 2
u (c1 ) u (c 2 )
Logo,   c1  c 2
c1 c 2

 Logo:
c1  35000  K  c 2  25000  (1   ) K
 K  10000
Demanda por Seguros
 Indivíduos avessos a risco.
 Maximizadores de utilidade esperada.
 Recebem oferta justa de seguro quanto a
uma perda (custo do seguro for igual ao
prejuízo esperado).
 Irão adquirir seguro suficiente para a plena
recuperação de uma potencial perda
financeira (seguro total).
Redução do Risco

 Diversificação
 Suponha que uma empresa tenha a opção
de vender condicionadores de ar,
aquecedores ou ambos.
 A probabilidade de fazer calor ou frio é 0,5.
 O melhor para a empresa seria a
diversificação.
Rendimentos obtidos com venda de
eletrodomésticos

Tempo quente Tempo frio

Vendas de condicionadores de ar $30.000 $12.000


Vendas de aquecedores 12.000 30.000

* 0,5 de probabilidade de fazer calor ou frio


Redução do Risco
Diversificação
Diversificação

 Se a empresa vender apenas


aquecedores ou condicionadores de ar
sua renda será $12.000 ou $30.000.
 Sua renda esperada seria de:
 1/2($12.000) + 1/2($30.000) = $21.000
Redução do Risco
Diversificação
Diversificação

 Se a empresa dividisse igualmente o


seu tempo entre os dois aparelhos,
suas vendas de condicionadores de ar
e aquecedores seriam metade de seus
valores originais.
Redução do Risco
Diversificação
Diversificação
 Se fizesse calor, sua renda esperada seria de
$15.000 de condicionadores de ar e $6.000
de aquecedores, ou seja, $21.000.
 Se fizesse frio, sua renda esperada seria de
$6.000 de condicionadores de ar e $15.000
de aquecedores, ou seja, $21.000.
Redução do Risco
Diversificação
Diversificação
 Com a diversificação, a renda esperada
seria de $21.000 sem nenhum risco.
Redução do Risco
Diversificação
Diversificação

 As empresas podem reduzir o seu risco


diversificando entre atividades cujos
resultados não sejam fortemente
correlacionados positivamente.
Redução do Risco
A
ABolsa
Bolsa de
de Valores
Valores

 Questões para discussão


 Como a diversificação pode reduzir o risco
de investir na Bolsa de Valores?
 A diversificação pode eliminar o risco de
investir na Bolsa de Valores?
Demanda por Ativos de Risco

 Ativos
 Um ativo é algo que produz um fluxo de
dinheiro ou serviços para seu proprietário.
 O fluxo de dinheiro ou serviços pode
ser explícito (dividendos) ou implícito
(ganho de capital).
Demanda por Ativos de Risco

 Ganho de Capital
É um aumento no valor de um ativo,
enquanto uma diminuição é uma perda de
capital.
Demanda por Ativos de Risco

Ativos
Ativos de
de risco
risco &
&Ativos
Ativos sem
sem risco
risco
 Ativo de risco
 Oferece um fluxo incerto de dinheiro ou
serviços para seu proprietário.
 Exemplos
Aluguel de apartamentos, ganhos de
capital, letras de câmbio de empresas,
preços de ações
Demanda por Ativos de Risco

Ativos
Ativos de
de risco
risco &
&Ativos
Ativos sem
sem risco
risco
 Ativo sem risco
 Oferece um fluxo de dinheiro ou serviços
garantido.
 Exemplos
Títulos de curto prazo do governo
(Tesouro Nacional dos EUA),
certificados de depósito de curto prazo.
Demanda por Ativos de Risco

 Retorno sobre ativos


 Retorno sobre um Ativo
Fluxo monetário de um ativo como
proporção de seu preço.
 Retorno Real sobre um Ativo
Retorno simples (ou nominal) menos a
taxa de inflação.
Demanda por Ativos de Risco

 Retorno sobre ativos

Fluxo monetário
Retorno sobre ativo 
Preço de compra

Fluxo $100/ano
Retorno sobre ativo    10%
Preço do título $1,000
Demanda por Ativos de Risco
Retorno
Retorno Esperado
Esperado versus
versus Retorno
Retorno Real
Real

 Retorno Esperado
 Retornoque um ativo deveria proporcionar
em média.
 Retorno Efetivo
 Retorno que um ativo efetivamente
proporciona
Investimentos—Risco e Retorno
(período: 1926-1999)

Risco
Taxa real de (desvio-
retorno (%) padrão,%)

Ações ordinárias (S&P 500)9.5 20.2


Títulos de empresas a longo prazo 2.7 8.3
Letras do Tesouro dos EUA0.6 3.2
Demanda por Ativos de Risco

Retorno
Retorno Esperado
Esperado versus
versus Retorno
Retorno Real
Real
 Retornos mais elevados estão
associados a um risco maior.
 O investidor avesso a risco deve buscar
um equilíbrio entre risco e retorno
Demanda por Ativos de Risco
Substituição
Substituição entre
entre risco
risco ee retorno
retorno

 Um investidor deve optar entre letras do


Tesouro e ações:
 Letras do tesouro (sem risco) versus ações
(arriscado)
 Rf = retorno das letras do Tesouro isentas de
risco
 Quando não há risco, o retorno esperado é
igual ao retorno efetivo.
Demanda por Ativos de Risco
Substituição
Substituiçãoentre
entrerisco
risco ee retorno
retorno

 Um investidor deve optar entre letras do


Tesouro e ações :
 Rm = retorno esperado das ações
 rm = retorno efetivo das ações
Demanda por Ativos de Risco
Substituição
Substituiçãoentre
entrerisco
risco ee retorno
retorno

 No momento da decisão quanto ao


investimento, nós conhecemos o
conjunto de resultados possíveis e a
probabilidade de cada um, mas nós não
sabemos qual resultado irá ocorrer
Demanda por Ativos de Risco
Substituição
Substituiçãoentre
entrerisco
risco ee retorno
retorno

 O ativo de risco tem um retorno


esperado maior do que o ativo sem
risco (Rm > Rf).
 Caso contrário, os investidores avessos
a riscos comprariam apenas Letras do
Tesouro Nacional.
Demanda por Ativos de Risco
Carteira
Carteira de
de Investimentos
Investimentos

 Como alocar os recursos:


b = proporção dos recursos no
mercado acionário
1 - b = proporção nas letras do
Tesouro
Demanda por Ativos de Risco
Carteira
Carteira de
de Investimentos
Investimentos

 Retorno Esperado:
Rp: média ponderada entre os retornos
esperados dos dois ativos
Rp = bRm + (1-b)Rf
Demanda por Ativos de Risco
Carteira
Carteira de
de Investimentos
Investimentos

 Retorno Esperado :
Se Rm = 12%, Rf = 4%, e b = 1/2

Rp = 1/2(0,12) + 1/2(0,04) = 8%
Demanda por Ativos de Risco
Carteira
Carteira de
de Investimentos
Investimentos

 Pergunta
 Quão arriscada é a carteira de
investimentos?
Demanda por Ativos de Risco
Carteira
Carteira de
de Investimentos
Investimentos

 O risco (desvio-padrão) da carteira é a


fração da carteira com investimentos
em ativos de risco multiplicada pelo
desvio-padrão de tal ativo:

 p  b m
Demanda por Ativos de Risco
Problema
Problema da
da Escolha
Escolha do
do Investidor
Investidor

 Determinando b:

R p  bRm  (1  b) R f

R p  R f  b( Rm  R f )
Demanda por Ativos de Risco
Problema
Problema da
da Escolha
Escolha do
do Investidor
Investidor

 Determinando b:

b   p / m
( Rm  R f )
Rp  R f  p
m
Demanda por Ativos de Risco
Risco
Risco ee Linha
Linha do
do Orçamento
Orçamento

 Observações
(Rm  Rf )
1) A equação final R p  Rf  σp
σm
é uma linha de
orçamento pois descreve o dilema entre
risco e retorno esperado. ( p.)
(R p )
Demanda por Ativos de Risco
Risco
Risco ee Linha
Linha do
do Orçamento
Orçamento
(Rm  Rf )
 Observações :R p  Rf  σp
σm
2) É uma equação de linha reta:
R m , Rf , e  m são constantes

3) Inclinação  (R  R )/
m f m
Demanda por Ativos de Risco
Risco
Risco ee Linha
Linha do
do Orçamento
Orçamento

 Observações
3) O retorno esperado, RP, aumenta à
medida que o risco se eleva.
4) A inclinação é o preço de risco ou a
substituição entre risco e retorno.
Escolha entre Risco e Retorno
U2 é a escolha ótima,
Retorno dentre as possíveis,
Esperado,Rp porque fornece
o maior retorno
para um determinado
risco e é tangente
à linha
U3
do orçamento. U2
U1 Linha do
Rm orçamento

R*

Rf

Desvio - padrão

0  m do retorno,  p
A Escolha de dois Investidores
Diferentes

Retorno UB
Esperado,Rp
UA Linha do
Rm orçamento

Dada a mesma linha de


RB orçamento, o investidor A
escolhe retorno menor
- baixo risco, enquanto
RA o investidor B
escolhe retorno maior-
risco elevado.
Rf

Desvio - padrão

0 A B m do retorno,  p
Compra de Ações na Margem
UA: Elevada aversão a risco
Retorno -- Carteira composta por
Esperado,Rp ações e letras do Tesouro UB
UA Linha do
RB orçamento

UB: Baixa aversão a risco


Rm
-- O investidor investiria
mais de 100% de sua
riqueza tomando
RA emprestado e comprando
ações na margem.

Rf

Desvio - padrão

0 A m B do Retorno p
Investimento na Bolsa de Valores

 Observações
 Percentagem de famílias americanas que
investiram na Bolsa de Valores de forma
direta ou indireta.
 1989 = 32%
 1995 = 41%
Investimento na Bolsa de Valores

 Observações
 Proporção da riqueza investida na Bolsa
de Valores
 1989 = 26%
 1995 = 40%
Investimento na Bolsa de Valores

 Observações
 Participação na Bolsa de Valores por idade
 Menos de 35 anos
 1989 = 23%
 1995 = 29%
 Mais de 35 anos
 Pequeno aumento
Investimento na Bolsa de Valores

 O que você acha?


 Porque existem mais pessoas investindo
na Bolsa de Valores?
Dividendos e Relação P/E para o
Índice S&P 500

 FIGURA 5.9
Resumo

 Consumidores e administradores
freqüentemente tomam decisões que
envolvem incerteza quanto ao futuro.
 Consumidores e investidores
preocupam-se com o valor esperado e
a variabilidade dos resultados incertos.
Resumo

 Quando se defronta com escolhas


incertas, o consumidor maximiza sua
utilidade esperada, que é uma média
das utilidades associadas a cada
resultado possível, ponderadas por
suas respectivas probabilidades.
 Uma pessoa pode ser avessa a risco,
neutra a risco ou amante de risco.
Resumo

 O montante máximo em dinheiro que


uma pessoa avessa a riscos pagaria
para evitar ter de assumir riscos é
chamado de prêmio de risco.
 O risco pode ser reduzido por meio da
diversificação, pela aquisição de seguro
e pela obtenção de informações
adicionais.
Resumo

 A lei dos grandes números possibilita às


companhias seguradoras oferecerem
seguros atuarialmente justos, para os quais
os prêmios pagos são iguais aos valores
esperados dos prejuízos contra os quais os
seguros são feitos.
 A teoria do consumidor pode ser aplicada à
decisão de investimento em ativos de risco.