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MOTORES ELÉTRICOS

SPLIT - PHASE

CAP. PARTIDA
GAIOLA DE
CAP. PERMANENTE
ESQUILO
CAP. 2 VALORES
ASSÍNCRONO

ROTOR
MONOFÁSICO BOBINADO
PÓLOS SOMBREADOS
SÍNCRONO
REPULSÃO
MOTOR C.A. UNIVERSAL

ASSÍNCRONO RELUTÂNCIA
HISTERESE
TRIFÁSICO
SÍNCRONO DE GAIOLA
DE ANÉIS

IMÃ PERMANENTE
EXCITAÇÃO SÉRIE
EXCITAÇÃO INDEPENDENTE
PÓLOS SALIENTES
EXCITAÇÃO COMPOUND PÓLOS LISOS
MOTOR C.C.

IMÃ PERMANENTE
MOTORES ELÉTRICOS
Motor de Indução Trifásico

É utilizado na maioria dos


acionamentos das cargas
industriais
MOTORES ELÉTRICOS

Constituição do Motor

ESTATOR
MOTORES ELÉTRICOS

Constituição do Motor

ROTOR
MOTORES ELÉTRICOS
MOTORES ELÉTRICOS

As linhas de fluxo do estator


passam pelo rotor induzindo
correntes e criando um campo
magnético.
Há perdas e geração de calor.
MOTORES ELÉTRICOS

PLACA DE IDENTIFICAÇÃO

18 JAN08
1000174281
MOTORES ELÉTRICOS

Número da Carcaça ABNT


Distância do centro da ponta de eixo à base do pé do motor (H)
RELAÇÕES DE TRANSMISSÃO

Carga

Motor 5 CV / 4 pólos

Pn : 5 CV Pc : 5 CV

Cn : 2,09 kgfm Cc : 2,09 kgfm

n : 1715 rpm nc : 1715 rpm


RELAÇÕES DE TRANSMISSÃO

Motor 5 CV / 4 pólos Carga

Pn : 5 CV Pc : 5 CV

Cn : 2,09 kgfm Cc : 1,04 kgfm

n : 1715 rpm nc : 3430 rpm


RELAÇÕES DE TRANSMISSÃO

Motor 5 CV / 4 pólos Carga

Pn : 5 CV Pc : 5 CV

Cn : 2,09 kgfm Cc : 4,18 kgfm

n : 1715 rpm nc : 858 rpm


MOTORES ELÉTRICOS
PARA UMA CORRETA APLICAÇÃO É NECESSÁRIO CONHECER

Características da rede de alimentação Características do ambiente


1. Tensão; 1. Temperatura ( < 40 ºC );
2. Frequência; 2. Altitude ( < 1000 m );
3. Método de partida. 3. Atmosfera.

Características da carga Características construtivas


1. Tipo de carga; 1. Forma construtiva;
2. Inércia da carga; 2. Sistema de refrigeração;
3. Curva de conjugado da carga; 3. Classe de isolamento;
4. Tipo de acoplamento ( direto, polias ); 4. Sentido de rotação;
5. Regime da carga; 5. Proteção térmica (sondas).
6. Esforços radiais e axiais;
7. Potência e polaridade.
MOTORES ELÉTRICOS

Curva: CONSTANTE LINEAR PARABÓLICO HIPERBÓLICO

Conjugado
x
Rotação

• Compressores
à pistão; • Calandras; • Bombas • Bobinadeira de fios,
• Talhas; • Bombas de centrífugas; panos e papel;
Exemplos • Ventiladores; • Descascador de toras
• Bombas à pistão; vácuo.
de • Misturadores • Tornos.
• Britadores;
Aplicação
• Transportadores centrífugos;
contínuos; • Compressores
• Extrusora centrífugos.

Categoria N N N N
do motor H H H H

Conjugado
C0  Ccn 2C0  Ccn Ccn  n2  n2 
de Carga Ccn . ln 
médio 2 3 n2  n1  n1 
(Ccméd )
MOTORES ELÉTRICOS
 J m  J ce 
Tempo de t a  2..n    [s]
Aceleração
 Cmméd Crméd 
2
Momento de inércia  nc 
J ce  J c    [kgm 2 ]
da carga referido ao n
eixo
Relação de n 
R c
Transmissão n

 C P Cmáx 
Conjugado do motor
médio
Cmméd  0,45      Cn (9,81) [N.m]
 Cn Cn 
*Categoria N ou H
Conjugado resistente
médio
Crméd  R .Ccméd [N.m]

n = rotação do motor [rps] Cp/Cn = relação de conjugado de partida por nominal


Legenda
n c = rotação da carga [rps] Cmax/Cn = Relação entre conjugado máximo por
nominal
Jm = Inércia do motor
[kgm²] Cn = Conjugado nominal [kg.f.m]
MOTORES ELÉTRICOS

Mudança da Classe de Isolamento:

210  40  80
1) Classe “F” em relação a classe “B”:
“B” trb (F ) 90
 k   1,3846
trb (B ) 185  40  80 65
trb(F) = 1,3846 .trb(B)
k

2) Classe “H” em relação a classe “B”:


“B” 235  40  80
trb(H) k 115
   1,7692
trb(B ) 185  40  80 65
trb(H) = 1,7692 .trb(B)
k

3) Classe “H” em relação a classe “F”:


“F” 235  40  80
trb(H) k 115
   1,2778
trb(H) = 1,2778 .trb(F) trb(F ) 210  40  80 90
k
MOTORES ELÉTRICOS
MOTORES ELÉTRICOS - INTRODUÇÃO

%C / %I
Curvas Torque/Corrente x Rotação
Motor = WELL
Potência = 10Cv
Polaridade = IV Pólos
Ip = 7,8In
Tensão = 440Vca
Corrente = 13,19A
Rotação = 1760rpm
T.R.B. = 12s
Conjugado nominal = 4,15kgfm
Ip/In = 7,8
Conjugado de partida = 10,582kgfm
Conjugado máximo = 12,617kgfm

Cmáx = 3,1Cn

Cp = 2,6Cn

Cn = 4,1kgfm
In = 13,19A

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% %n
INTRODUÇÃO

PRINCIPAIS MÉTODOS UTILIZADOS PARA A PARTIDA DE MOTORES DE INDUÇÃO

MÉTODOS EM QUE A TENSÃO APLICADA AO MOTOR É A TENSÃO PLENA DA REDE:


• PARTIDA DIRETA

MÉTODOS EM QUE A TENSÃO APLICADA AO MOTOR É A TENSÃO PLENA,


ENTRETANTO ALIGAÇÃO DAS BOBINAS DO MOTOR LEVA A UMA TENSÃO MENOR
EM CADA BOBINA:
• PARTIDA ESTRELA - TRIÂNGULO
• PARTIDA SÉRIE - PARALELO

MÉTODOS EM QUE A TENSÃO APLICADA AO MOTOR É EFETIVAMENTE REDUZIDA:


• PARTIDA COMPENSADORA
• PARTIDA COM SOFT STARTERS
• PARTIDA COM INVERSORES DE FREQÜÊNCIA
INTRODUÇÃO

PARTIDA DIRETA
Vantagens:
Menor custo de todas
Muito simples de implementar
Alto torque de partida
Desvantagens:
Alta corrente de partida, provocando queda de tensão na
rede de alimentação. Em função disto pode provocar
interferência em equipamentos ligados na mesma instalação
É necessário sobredimensionar cabos e contatores
Limitação do número de manobras/hora
Maior incidência de manutenção
INTRODUÇÃO
Partida Direta
%C / %I

Ip = 7,8In

Cmáx = 3,1Cn

Cp = 2,6Cn

Cn = 4,1kgfm
In = 13,19A

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
INTRODUÇÃO

PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO
Vantagens:
Custo reduzido
A corrente de partida é reduzida a 1/3 quando
comparada com a partida direta
Não existe limitação do número de manobras/hora
Desvantagens:
Redução do torque de partida a aproximadamente 1/3
do nominal
São necessários motores com 6 bornes
Caso o motor não atingir pelo menos 90% da
velocidade nominal, o pico de corrente estrela para
triângulo é equivalente ao da partida direta
Em caso de grande distância entre o motor e a chave
de partida, o custo é elevado devido a necessidade de
seis cabos
INTRODUÇÃO

Partida Estrela - Triângulo


Ip / In Cp / Cn

(a)
6

(b)
4

3
(c)

2
(d)
1
(e)

% rpm
0 20 40 60 80 100
INTRODUÇÃO

PARTIDA SÉRIE-PARALELO
Vantagens:
Custo reduzido
A corrente de partida é reduzida
a ¼ quando comparada com a partida
Desvantagens:
Redução do torque de partida a
aproximadamente 1/4 do torque de
partida nominal

São necessários motores com pelo menos 9 bornes (ou seja, capacidade de
fechamento das bobonas para tensão igual à duas vezes a tensão na rede.
Caso o motor não atingir pelo menos 90% da velocidade nominal, o pico de
corrente da comutação da ligação é equivalente ao da partida direta
Em caso de grande distância entre o motor e a chave de partida, o custo é elevado
devido a necessidade de nove cabos
INTRODUÇÃO

PARTIDA COMPENSADORA
Vantagens:
Capacidade de partir com alguma carga
Possibilidade de algum ajuste de tensão de
partida, selecionando (conectando) o TAP no
transformador
Necessário apenas três terminais disponíveis
no motor
Na passagem da tensão reduzida para a
tensão de rede, o motor não é desligado e o
segundo pico é bem reduzido
Desvantagens:
Tamanho e peso do autotransformador
Número de partidas por hora limitado
Custo adicional do autotransformador
INTRODUÇÃO

Partida com Chave compensadora


Conjugado ( % ) do conj. nominal

Relação de corrente
200 6
5
4
100 3
2
1

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100%

Relação em porcentagem da rotação síncrona


Soft-Starters

SOFT- STARTER 32
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

Principio de funcionamento
- Equipamento projetado para
PARTIR, PARAR e PROTEGER motores
de indução trifásicos, ajustando o
ângulo de disparo de tiristores
controlando a tensão aplicada ao motor.
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

TIRISTORES

O principal componente da Soft-Starter é o


SCR (Silicon Controlled Rectifier / Tiristor).

A Soft-Starter utiliza
tiristores conectado na
configuração
antiparalela e colocados
nas três (ou duas) fases.

SOFT- STARTER 34
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

TIRISTORES
O tiristor controla o nível de tensão aplicado aos
terminais do motor durante a partida e parada.

SOFT- STARTER 35
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

DIAGRAMA EM BLOCOS

SOFT- STARTER 36
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

POR QUE UTILIZAR UMA SOFT-STARTER ?

 Permite uma partida e parada suave tanto elétrica como


mecanicamente;
 Não possui partes móveis;
 Reduz o desgaste mecânico;
 Não gera arcos nem indução eletromagnética;
 Reduz / limita a corrente de partida do motor;
 Minimiza Golpes de Aríete;
 A produtividade e o tempo de funcionamento podem ser
otimizados pela redução de custos com manutenção, tempo de
parada e conserto de peças.

SOFT- STARTER 37
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

POR QUE UTILIZAR UMA SOFT-STARTER ?

 Monitoração de parâmetros do motor:


(Corrente, kW, kVA, Fator de potência, etc.);
 Proteção eletrônica do motor:
(Sobrecarga, falta de fase, rotor bloqueado, sequência de fase,
sobrecorrente imediata, subcorrente, etc.);
 Frenagem do motor.

SOFT- STARTER 38
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

POR QUE UTILIZAR UMA SOFT-STARTER ?

Agrega vantagens para :


• Rede de Alimentação
• Motor Elétrico
• Carga/Máquina
• Processo

SOFT- STARTER 39
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

POR QUE UTILIZAR UMA SOFT-STARTER ?

Rede de Alimentação
• Limitação dos picos de Maior
corrente estabilidade e
• Limitação das quedas de confiabilidade
tensão

Redução dos
• Otimização da instalação
custos da
instalação
( contatores/cabos/trafo/etc )

SOFT- STARTER 40
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

POR QUE UTILIZAR UMA SOFT-STARTER ?

Motor Elétrico
• Proteção eletrônica integral :
- Maior segurança contra queima;
- Sobrecarga, subcorrente, - Aumento da vida útil.
sobrecorrente, falta de fase,
sequência de fase invertida,etc.

Maior durabilidade do
• Redução de picos de corrente no isolamento do motor.
bobinado.

SOFT- STARTER 41
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

POR QUE UTILIZAR UMA SOFT-STARTER ?

Carga / Máquina

• Elimina choques mecânicos. Melhoria no processo.

• Redução acentuada de esforços Maior durabilidade


sobre acoplamentos e dispositivos (aumento da vida útil ).
de transmissão.

• Minimiza o Golpe de Aríete. Maior durabilidade da bomba


( sistemas de bombeamento ) e instalação hidráulica.

SOFT- STARTER 42
Características das Soft-Starters

SOFT- STARTER 43
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – PROTEÇÃO DO MOTOR

 Relés de sobrecarga e fusíveis não protegem


totalmente o motor em múltiplas partidas, o que
diminui gradativamente a vida útil do motor.

 A Soft-Starter possui incorporada uma proteção


térmica ajustável, que considera o aquecimento e
resfriamento do motor.

SOFT- STARTER 44
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – BYPASS INCORPORADO


Reduz as perdas de potência e de aquecimento nos tiristores,
permitindo redução de tamanho do equipamento, economia de
energia, redução do tamanho do painel e aumento de vida útil do
sistema.

Rede Motor
Trifásica Trifásico

SOFT- STARTER 45
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – BYPASS INCORPORADO

Perdas (W)

Na partida
Tempo
(s)

SOFT- STARTER 46
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – BYPASS INCORPORADO

Perdas (W)

Na partida
Em regime
Tempo
(s)

SOFT- STARTER 47
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – TIPO DE LIGAÇÕES

Ligação a 3 fios x Ligação dentro do delta (a 6 fios)


I
F1 R F1 TOTAL
R
I TOTAL
F2 F2
S S
F3 F3
T T

ISSW

U V W ISSW U V W

4 56 6 1

1 3 3 4
2 5

SOFT- STARTER 48
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – TIPOS DE LIGAÇÕES

Ligação a 3 fios x Ligação a 6 fios


Ligação Standard ( 3 fios ) Ligação a 6 fios
I total consumida
I Soft-Starter = I total consumida ISoft Starter 
3

Ex.: Uma Soft - Starter 120 A / 380 V em ligação standard ( 3 fios ) pode partir um motor de 75 CV.
Esta mesma Soft-Starter em ligação 6 fios (dentro do delta do motor) pode partir um motor de 150 CV.
SOFT- STARTER 49
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – TIPOS DE LIGAÇÕES

Ligação a 3 fios x Ligação a 6 fios


- Corrente a 6 fios é 3 vezes menor que na ligação a 3 fios (42 % menor).

CONEXÃO
MOTOR REDE
6 CABOS

220V- Δ / 380V - Υ 220V- Δ 220V

380V- Δ / 660V 380V- Δ 380V

440V- Δ/ 760V 440V- Δ 440V

575V- Δ 575V- Δ 575V

220V- Δ / 380V / 440V- Δ / 760V 220V- Δ/ 440V- Δ 220 / 440V

Nota: Motor é ligado somente em Delta.


SOFT- STARTER 50
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – ACIONAMENTO MULTIMOTOR

SSW

SOFT- STARTER 51
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – ACIONAMENTO MULTIMOTOR

REDE
DI1 K1
SSW
RL1

K1 K2 K3 K4 K5 K6

M1 M2 M3

SOFT- STARTER 52
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – ACIONAMENTO MULTIMOTOR

REDE
DI1 K1
SSW
RL1

K1 K2 K3 K4 K5 K6

M1 M2 M3

SOFT- STARTER 53
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – ACIONAMENTO MULTIMOTOR

REDE
DI1 K1
SSW
RL1

K1 K2 K3 K4 K5 K6

M1 M2 M3

SOFT- STARTER 54
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

CARACTERÍSTICAS – ACIONAMENTO MULTIMOTOR

REDE
DI1 K1
SSW
RL1

K1 K2 K3 K4 K5 K6

M1 M2 M3

SOFT- STARTER 55
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

LINHAS WEG – FAIXAS DE POTÊNCIA

SSW-05: 0,75 a 75 cv Cargas leves


3 a 85 A

SSW-08: 6 a 450 cv Cargas leves a medianas


17 a 412 A

SSW-07: 6 a 450 cv Cargas pesadas


17 a 412 A

SSW-06: 3 a 2.650 cv Cargas Pesadas


10 a 1.400 A
SOFT- STARTER 56
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

LINHAS WEG – PRINCIPAIS DIFERENÇAS

Regime de partidas

SSW-05 4 partidas/hora 3 x Inom durante


(1 a cada 15 min) 10 seg.

SSW-07 10 partidas/hora 3 x Inom durante


(1 a cada 6 min) 30 seg.

SSW-08 10 partidas/hora 3 x Inom durante


(1 a cada 6 min) 20 seg.

SSW-06 10 partidas/hora 3 x Inom durante


(1 a cada 6 min) 30 seg.

SOFT- STARTER 57
Acessórios

SOFT- STARTER 58
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

ACESSÓRIOS – LINHAS SSW-07 / SSW-08

IHM – Interface Homem-Máquina


Local Remoto

SOFT- STARTER 59
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

ACESSÓRIOS – LINHAS SSW-07 / SSW-08

Módulos de Comunicação “Plug-in”

DeviceNet

Modbus RTU - RS232


Modbus RTU - RS485

**Profibus DP via MFW


SOFT- STARTER 60
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

ACESSÓRIOS – LINHAS SSW-07 / SSW-08

Entrada para PTC do Motor Kit Ventilação

SOFT- STARTER 61
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

ACESSÓRIOS – LINHA SSW-06

Cartão de comunicação Fieldbus:

 Profibus DP
 DeviceNet
 Profibus DPV1
 Ethernet/IP

Cartão de comunicação Modbus-RTU:

 Interface RS-485

SOFT- STARTER 62
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

ACESSÓRIOS – LINHA SSW-06

Kit de Proteção dos Bornes de Potência

Kit Interface USB

Kit Expansão de Entradas / Saídas

SOFT- STARTER 63
Tipos de Acionamentos

SOFT- STARTER 64
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

TIPOS DE ACIONAMENTO – COMANDO VIA HMI

Comando via HMI

SOFT- STARTER 65
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

TIPOS DE ACIONAMENTO - COMANDO VIA ENTRADAS DIGITAIS A DOIS FIOS

SOFT- STARTER 66
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

TIPOS DE ACIONAMENTO - COMANDO VIA ENTRADAS DIGITAIS A TRÊS FIOS

SOFT- STARTER 67
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

TIPOS DE ACIONAMENTO
COMANDO VIA ENTRADAS DIGITAIS / MUDANÇA DE SENTIDO DE GIRO

SOFT- STARTER 68
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

TIPOS DE ACIONAMENTO - COMANDO VIA ENTRADAS DIGITAIS E FRENAGEM CC

SOFT- STARTER 69
Ajustes Básicos

SOFT- STARTER 70
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW
AJUSTES BÁSICOS – SSW-07 / SSW-08
Tensão
RAMPA DE TENSÃO
100%

o  Para cargas com baixo torque de


açã 70% Un
r
cele De partida (ex:. bombas, ventiladores)
A sac
ele
raç
V inicial ão
40% Un

t(s)

Tempo aceler. Tempo desac. Voltage Current


Ramp Limit

SOFT- STARTER 71
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

AJUSTES BÁSICOS – SSW-07 / SSW-08


Corrente

LIMITAÇÃO DE CORRENTE  Para cargas com alto torque de


Corrente de partida ou torque constante
limitação
Límite
 Em redes de alimentação com
Corrente Nominal (Un) corrente limitada, evitando
saturação do transformador.

Voltage Current
t(s) Ramp Limit

Tempo aceler.

SOFT- STARTER 72
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

AJUSTES BÁSICOS – SSW-07 / SSW-08


Tensão
KICK START Tensão Nominal (Un)
 Cargas com elevado

Kick Start
atrito estático
80% Un

V inicial

Voltage Current
Ramp Limit

t(s)
OFF ON Kick
tempo do Tempo aceler. Start
Kick Start

SOFT- STARTER 73
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

AJUSTES BÁSICOS – SSW-07 / SSW-08

PROTEÇÕES

Ajuste que atua nas proteções:


-Sobrecarga;
-Sobrecorrente;
-Rotor bloqueado;
-Falta de fase.

Ex.: SSW-07 de 30 A
Motor de 25 A
Imot / Issw = 25 / 30 = 0,833
Ajustar em +/- 83%
SOFT- STARTER 74
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

AJUSTES BÁSICOS – SSW-07 / SSW-08

PROTEÇÕES

Ajuste da classe térmica:


Classe 30 20 10 5
Ch. sup. OFF OFF ON ON
Ch. inf. OFF ON OFF ON
SOFT- STARTER 75
Instalação

SOFT- STARTER 76
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

INSTALAÇÃO DE SOFT-STARTERS

Observar no capítulo “Instalação e Conexão” do manual:


- Espaçamentos para ventilação;
- Especificações de fusíveis, cabos, painel, parafusos, etc.;
- Aterramento

SOFT- STARTER 77
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

INSTALAÇÃO DE SOFT-STARTERS – CONEXÕES DE POTÊNCIA


Conexão Padrão Conexão Dentro do Delta do Motor

Ligação a 3 fios Ligação a 6 fios


SOFT- STARTER 78
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

INSTALAÇÃO DE SOFT-STARTERS – CONEXÕES DE CONTROLE


Entradas Digitais Saídas Digitais (Relé)

Saídas Analógicas

SOFT- STARTER 79
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

INSTALAÇÃO DE SOFT-STARTERS – BANCO DE CAPACITORES

Programar saída digital (relé) para


ativar ao final da rampa de tensão.

SOFT- STARTER 80
Dimensionamento

SOFT- STARTER 82
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

DIMENSIONAMENTO

Dados necessários:

 Aplicação (tipo de carga)


 Dados de placa do motor
 Curva da carga “Conjugado x Rotação”
 Inércia da carga
 Tensão de Alimentação
 Número de partidas/hora
 Condição do Ambiente
 Tensão de comando da Soft-Starter (110/220 Vca)

SOFT- STARTER 83
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

SOFT- STARTER 84
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

SOFT- STARTER 85
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

SOFT- STARTER 86
Exercícios
de
Dimensionamento

SOFT- STARTER 88
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

DIMENSIONAMENTO

Exercício 1
Dimensionar uma soft-starter para:

- Motor: WEG W21 Standard / 75 cv / 380 V / 4 pólos;

- Carga: Bomba centrífuga. Jce=0,3xJm. 10 partidas por hora,


sendo 1 partida a cada 6 min, ficando acionado por 4 min;

-Temperatura 40°C e Altitude 1000 m;

- Rede: 380 V (queda de tensão de 2,5%).

SOFT- STARTER 89
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

DIMENSIONAMENTO

Exercício 2
Dimensionar uma soft-starter para:

- Motor: WEG W21 AR / 75 cv / 440 V / 4 pólos;

- Carga: Ventilador centrífugo. Jc=226 kgm2. 2 partidas por hora;

- Fator de utilização de 90%

- Relação de transmissão: 3:1;

-Temperatura 40°C e Altitude 1000 m;

- Rede: 440 V (queda de tensão de 2,5%).


SOFT- STARTER 90
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

DIMENSIONAMENTO

Exercício 3
Dimensionar uma soft-starter para:

- Motor: WEG W22 Plus / 150 cv / 440 V / 6 pólos;

-Carga: Esteira transportadora. Jce=6xJm. 1 partida por hora;

- Fator de utilização de 90%;

-Temperatura 40°C e Altitude 1000 m;

- Rede: 440 V (queda de tensão de 2,5%).

SOFT- STARTER 91
CHAVES DE PARTIDA SOFT-STARTER SSW

DIMENSIONAMENTO

Exercício 4
Dimensionar uma soft-starter para a aplicação abaixo:
- Motor: WEG W21 AR / 250 cv / 380-660 V / 4 pólos

- Carga: Compressor a parafuso; Jce=0,2xJm; 4 partidas por hora;

- Fator de utilização de 90%;

-Temperatura 40°C e Altitude 1000 m;

- Rede: 380 V (queda de tensão de 2,5%).


SOFT- STARTER 92
Parametrização – SSW-06

SOFT- STARTER 94
INVERSORES DE FREQUÊNCIA - CFW

CFW100

CFW300
CFW10

CFW700 CFW11

CFW500 CFW08

Drives para motores de pequenas Drives para motores de grandes


potências e aplicações simples. potências e aplicações complexas.
INTRODUÇÃO

Principal função do Inversor

Variar a velocidade do motor


de indução trifásico.

Através da freqüência
INTRODUÇÃO

• Entradas / Saídas
digitais
• Entradas / Saídas
analógicas
CPU I.H.M
• Interface serial

Interfaces e Drives

Etapa Etapa
Link DC
Retificadora Inversora
INTRODUÇÃO
CONTROLE
EXTERNO
CONTROLE
RS-232
(opcional)
EXPANSÃO
EBA/EBB/EBC
(opcional)

DI
Cartão de
AI Controle
AO
PC
CLP
SDCD FIELDBUS
(opcional)
POTÊNCIA -Profibus DP DO
- Devicenet
- Modbus RTU
1 2 3 2

INVERSOR
IGBT
Pré
R Carga
S Motor
T
Banco
RETIFICADOR Capacitores
trifásico
Filtro RFI
4
5
INTRODUÇÃO

Etapa Etapa
Link DC
Retificadora Inversora
INTRODUÇÃO

DIAGRAMA DOS
INVERSORES DE FREQUÊNCIA
Ventilador do Ventilador interno
dissipador

Indutor do link CC Resistor de Frenagem


(não fornecido)

-UD

BR
+U
D
U
R V
S
T
W
Sensores de
corrente
PE

Cartão de filtro RFI


Indutor do link CC
INTRODUÇÃO
VARIAÇÃO DE VELOCIDADE
Sistema de modulação PWM
( Pulse Width Modulation )

60Hz

30Hz
INTRODUÇÃO
VARIAÇÃO DE VELOCIDADE

Partida com inversor de frequência

%C / %I

2Cn – 3s
In = 26,38A

1,5Cn – 1min
In = 19,79A

Cn = 4,1kgfm
In = 13,19A

0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 110% 120% 130% 140% 150%
INTRODUÇÃO
VARIAÇÃO DE VELOCIDADE
Kgf/m Motor IV pólos
Motor II pólos

64,00

50,10

32,00
25,00

1785 2975 3570 5950 rpm


INTRODUÇÃO

Retificador

Ponte não controlada na entrada que pode ser monofásica ou trifásica


dependendo do modelo do inversor.

+ Ud + Ud

REDE REDE

- Ud - Ud
INTRODUÇÃO

Circuito Intermediário

Filtra a tensão retificada diminuindo seu ripple, e fornece a corrente


de saída; Também faz a troca de reativos com o motor.

K1 Circuito de pré-carga

R
C
INTRODUÇÃO

Etapa Inversora

Os transistores operam como chaves

(+)

CH1 CH3 CH5


T1
Link DC T2
T3
CH4 CH6 CH2

(-)
INTRODUÇÃO
Etapa Inversora
Transforma o nível de tensão CC do link em uma tensão alternada para
que a mesma seja aplicada ao motor.

Como é possível transformar uma tensão CC em tensão CA ?


+ Ud
T1
+ Ud

CH1

T1
CH4
- Ud

- Ud
CH1
aberta CH4
fechada
INTRODUÇÃO

Equação de Velocidade

Freqüência

120  f
n  1  s 
p
Velocidade
Escorregamento

Número de pólos
INTRODUÇÃO

Filosofias de Controle

Equação de Conjugado do Motor

C  ke   m  I 2
Corrente rotórica

Fluxo magnético
Conjugado do motor

Controle Escalar Controle Vetorial


INTRODUÇÃO

Controle Escalar

O conjugado será constante se o produto entre o fluxo e a


corrente rotórica for constante.

C  ke   m  I 2
Podemos considerar que I2 seja praticamente constante.
Assim devemos avaliar como se comporta o fluxo.

U U
 m  k1  f  K
f
INTRODUÇÃO

Controle Vetorial

C  ke   m  I 2

I1 = Corrente total do motor ( medida )


Im = Cor rente de Magnetização ( medida )
I2 = Corrente Rotórica ( estimada )
INTRODUÇÃO

Controle Vetorial
Existem dois tipos de controle vetorial:
• Controle vetorial sensorless
• Controle vetorial com
(malha aberta - sem
encoder
sensor)
(malha fechada)
REDE REDE

(GERADOR DE PULSOS)
INTRODUÇÃO

Comparativo entre Tecnologias

Inversores Inversores Vetoriais Conversor C.C.


Item com
Escalares Sensorless C/ encoder realimentação

Precisão de +/- 1% 0,5 % 0,01 % 0,025 %


velocidade

Controle Não
Disponível Disponível Disponível
de torque disponível

Sincronismo
com NÃO NÃO SIM SIM

Precisão
INTRODUÇÃO

Características de Partida

Partida Partida com


Direta Inversor de Freqüência
Cp 2 a 3,5 Cn 0,7 Cmáx
IP / IN 4 a 8 In 1,5 In
Valores máximos válidos para tempos de aceleração menores que 60 s.
INTRODUÇÃO

Interação entre Rede - Inversor

Harmônicas
INTRODUÇÃO

Harmônicas

V t   2. Vef . sen . t  1


V3H ( t )   . 2 .Vef . sen(3..t )
 3
INTRODUÇÃO
Harmônicas

V t   2. Vef . sen . t  1


V3H ( t )   . 2 .Vef . sen(3..t )
 3
INTRODUÇÃO
Harmônicas

V t   2. Vef . sen . t  1


V3H ( t )   . 2 .Vef . sen(3..t )
 3

1
V5H ( t )   . 2 .Vef . sen(5..t )
5
INTRODUÇÃO

Harmônicas

1
Vtot (t , n )  2 .Vef . . sen  2.n  1..t 
n 1  2.n  1
INTRODUÇÃO

Harmônicas

Comportamento
linear da tensão
Circuito linear genérico e da corrente
i(t)
ELEMENTOS LINEARES
Corrente
+
V(t)
-
R L C

Tensão
INTRODUÇÃO

Harmônicas
Circuito não-linear (chaveado) genérico
i(t) ELEMENTOS LINEARES, NÃO-LINEARES E
INTERRUPTORES ESTÁTICOS

+
V(t)
-
R L C R L C

Corrente

Comportamento não-linear
da corrente

Tensão
INTRODUÇÃO
Harmônicas
Circuito com carga não-linear.
Tensão e corrente na
entrada da ponte retificadora

Corrent
e

Tensão
INTRODUÇÃO

Harmônicas
Fator de Potência
O Fator de Potência (FP) avalia quanto eficiente é a transmissão de
energia. Sendo definido como:
Fator de Potência para cargas lineares:

P P
FP    cos 
S Vef * I ef
Fator de Potência para cargas não-lineares:


cos 1   n
I 2
FP  THD(I)= n 2
2
1  THD(I)
I1
INTRODUÇÃO
Efeitos das Harmônicas
• Capacitores:
Aumento de temperatura, de perdas, diminuição da vida
útil,
sobretensões, sobrecorrentes, ruptura do dielétrico;
• Motores/Transformadores:
Aumento de temperatura, de ruídos, das perdas no ferro e
no
cobre, diminuição da vida útil, do rendimento;
• Fusíveis/Disjuntores/Chaves/Medidores/
Equipamentos Eletrônicos:
Atuação indevida;
• Instalação/Cabos:
Aumento da temperatura, sobreaquecimento do neutro das
instalações, redução do FP
INTRODUÇÃO
Harmônicas

Circuito de potência típico dos inversores

Retificador 6 pulsos (6 diodos)


Harmônicas produzidas
h = k.p 1 (onde k=1,2,3...)
pelo inversor de
freqüência h = k.61  5a ,7a,11a ,13a,...
INTRODUÇÃO

Harmônicas

T



Tensão

1 ) R ef A : 2 0 0 V o lt 5 m s
INTRODUÇÃO
Harmônicas




Corrente

1 ) R e f A : 1 0 A 5 m s
INTRODUÇÃO

Harmônicas
Análise Harmônica da Corrente (6 pulsos)
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22
INTRODUÇÃO

Tensão no motor

T

 Tensão

1 ) R ef A : 2 0 0 V o lt 2 m s
INTRODUÇÃO
Corrente no motor


 Corrente

1 ) R ef A : 5 A 5 m s
INTRODUÇÃO

Redução da THD

Técnicas para redução de THD:

- Filtros Passivos
- Filtros Ativos
- Reatâncias de rede
- Indutor no Link CC
- Inversor com número maior de pulsos
- Inversor Regenerativo
INTRODUÇÃO
Redução da THD - Reatâncias

T
Sem
reatância de
Corrente 

entrada

1 ) R ef A : 1 0 A 5 m s
INTRODUÇÃO
Redução da THD - Reatâncias
Com reatância de entrada

Com indutor no link CC

Os inversores CFW700 e CFW11 não necessitam da inserção do indutor no link CC ou na entrada


INTRODUÇÃO
Redução da THD
Inversores com maior número de pulsos
Retificador 12 pulsos (12 diodos)
h = k.121 11a ,13a ,23a, 25a...
Redução da THD

Análise Harmônica da Corrente (12 pulsos)


100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21
INTRODUÇÃO
Redução da THD
THDI para diferentes números de pulsos do retificador
6 P - THDI típica: 26 % 12 P - THDI típica: 8,5 %



1) Ref B: 200 mV 5 ms

18 P - THDI típica: 4,5 % 24 P - THDI típica: 3,5 %


INTRODUÇÃO

Redução da THD

Retificador Regenerativo
INTRODUÇÃO

Redução da THD

Tabela Comparativa

Tipo de THD (I) Fator de


Custo
Retificador Típico Potência
6 pulsos +
Reatância de Rede 40% 0.90 100%
ou Bobina C.C.

12 Pulsos 12% 0.98 a 0.99 150%


Regenerativo 4% 0.99 200%
INTRODUÇÃO

RETIFICADOR 18 PULSOS
Retificador 18 Pulsos (OPCIONAL)

20º 18 P - THDI típica: 4,5 %

a 0º
b
Link cc
c
100%
90%
80%
70%
-20º 60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
1 5 7 11 13 17 19 23 25
INTRODUÇÃO

RETIFICADOR 24 PULSOS
Retificador 24 Pulsos (OPCIONAL)
+7,5º
24 P - THDI típica: 3,5 %

a
b
c

Link cc

-7,5º 100%
90%
80%
70%
a
60%
b 50%
c 40%
30%
20%
10%
0%
1 5 7 11 13 17 19 23 25
INTRODUÇÃO

RETIFICADOR 6 PULSOS COM FILTRO PASSIVO


Retificador (6 Pulsos) com filtro passivo
INTRODUÇÃO

RETIFICADOR 6 PULSOS COM FILTRO ATIVO




Corrente na rede
1 ) R ef A : 1 0 A 5 m s

Corrente Corrente
na alimentação na alimentação
do inversor do filtro
INTRODUÇÃO

FILTRO ATIVO PARALELO – FAW700


 Atende os requisitos da IEEE-519 ou limites de fator de
potência.

 Compensa cargas típicas, como inversores com retificadores


convencionais de 6-pulsos (comuns no mercado).

 Adaptação automática às variações de carga do inversor.

 Solução modular: flexibilidade de aplicação, pois pode ser


usado em conjunto com um único inversor ou com grupos de
inversores.

 Dimensões reduzidas em comparação com filtros passivos


de potências.

Melhora a Alimentação
qualidade da
380-480 V AC. energia,

minimizando
 Correntedistorções dedecorrente
nominal 230 A RMS entrada. em
inversores de frequência trifásicos. Disponível
para venda
DRIVES - CFW
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Inversores de frequência
Visão geral da linha
Funcionalidades

CFW11/
AFW11M

CFW701

CFW700

CFW501

CFW500

CFW300

CFW100

Corrente
nominal
de saída
(A)

0 4,2 15 47 56 211 1141 2280


INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Características Gerais dos


Inversores de Frequência
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Rampa Linear e Rampa S


Permite escolher uma rampa linear ou “S” para a aceleração e
desaceleração.

fs

50% Rampa S

Rampa Linear

100% Rampa S

t (s)
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Tipos de Frenagens

O inversor deve fazer com que o motor desacelere


a carga e pare após um determinado tempo

Sistemas normalmente aplicados :

 Rampa de freqüência
 Frenagem reostática
 Frenagem regenerativa
 Frenagem por injeção de corrente contínua
 Frenagem ótima (Optimal Braking)
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Rampa de Freqüência

f Sistema eficiente para cargas


com baixa inércia.

t
Rampa programável
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Frenagem Reostática

Para cargas com baixa inércia.

REDE MOTOR

Para cargas com inércia mais


elevada.

REDE GERADOR

Sobretensão
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Frenagem Reostática

Energia dissipada
por efeito Joule
Não ocorrerá o bloqueio do
Resistor de
inversor na execução da rampa.
frenagem

REDE GERADOR

Módulo de frenagem
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Frenagem Regenerativa

REDE MOTOR

REDE GERADOR

Ponte regenerativa Ponte inversora


INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Frenagem por Injeção CC

f Frenagem
reostática ou
rampa Injeção de C.C.
Freqüência
mínima

UCC

t
tmorto tCC
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Comparativo dos modos de Frenagens


n (rpm)
Frenagem Reostática
Frenagem Ótima
1800
Frenagem por Rampa

Motor 50 CV

t (s)
0,7 2,5 3,8
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
U/f Ajustável
Permite a alteração da curva U/f padrão ajustando a característica
de tensão e freqüência em uma condição não convencional.

Tensão
de Saída

100%
P142

P143

P144

0,1Hz 3Hz P146 P145 P134 Velocidade /


Frequência
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Potenciômetro Eletrônico
Esta função permite que duas entradas digitais sejam programadas para
acelerar e desacelerar o motor.

COMUM

Acelera
Desacelera
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Multispeed
Ajuste de velocidades pré-definidas, através de combinações de
entradas digitais.

Referência
DI6 DI5 DI4 Exemplos
Velocidade*
0V 0V 0V P124 90 rpm
0V 0V 24 V P125 300 rpm
0V 24 V 0V P126 600 rpm
0V 24 V 24 V P127 900 rpm
24 V 0V 0V P128 1200 rpm
24 V 0V 24 V P129 1500 rpm
24 V 24 V 0V P130 1800 rpm
DI6
DI4
DI5

24 V 24 V 24 V P131 1650 rpm

COMUM DI=Digital Input (Entrada Digital)


* No CFW700 os parâmetros são 1011 a 1018
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Ride Through
tFalta < 2 s
Tensão no link DC

desabilitado Pulsos de saída


Tempo ajustável

Tensão de saída

Freqüência de saída
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Regulador PID
Esta função permite controlar automaticamente através de ação
PID , nível, pressão, vazão, temperatura, etc.

Velocidade
Referência

REGULADOR
PID
(Inversor)

(Sinal padronizado)
PROCESSO
Realimentação
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Regulador PID

Referência
(Setpoint)
A.I.

Sensor
Fluído

Rede

Bomba
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Inversor Multibombas

Vantagens :
• Economia de energia;
• Maior vida útil das bombas;
• Mantêm a pressão de linha
constante;
• Proporciona a vazão necessária
conforme a demanda do sistema;
• Partidas suaves, protegendo a
instalação mecânica e elétrica;
• Alternância de funcionamento
das bombas auxiliares em
função de horas trabalhadas.
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Configurações com barramentos CC (link DC)

Unidade Retificadora
Geral de Entrada

Rede de
Alimentação
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Carro Elétrico / Navio / Ônibus / Locomotiva
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

HMI com Função Copy

Inversor “A” Inversor “B”

P319=1 P319=2
CFW100
CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Filosofia Plug and Play


Interface de operação (IHM) local ou remota
Porta USB e comunicação RS485
CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

IHM indica até dois parâmetros indicados pelo usuário


simultaneamente (mostrados principal ou barra de
monitoração)
Diagnósticos de funcionamento, alarmes e falhas
CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

CFW100 com acessório CFW100-CCUSB e CFW100-CRS485


CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Novos acessórios plug-in JUNHO


2014

CFW100 Módulo de comunicação Bluetooth –


CBLT dispensa cabo para conexão ao notebook.

CFW100 Módulo de expansão de entradas e saídas


IOAR com 1 entrada analógica e 1 saída a relé.

CFW100
Módulo de comunicação CANOpen.
CCAN

CFW100 Módulo de controle


IOADR infravermelho.

Controle remoto Cabo transmissor


CFW100 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Novos acessórios plug-in

Módulo de controle infravermelho para CFW100

JUNHO
2014
CFW300
Inversor de frequência CFW300
Principais características
 1,6 a 15 A (0,25 a 5,0 cv);
 Tensão de alimentação 110 V, 220 V
monofásica/ trifásica ou pelo link CC;
 4 entradas digitais PNP ou NPN (configuráveis),
1 entrada analógica 0-10 V CC / 4-20 mA e 1
saída a relé 0,5 A / 250 V CA;
 SoftPLC;
 Software gratuito WPS: mesmo software para
parametrização e SoftPLC;
 2 slots independentes para comunicação e
expansão de funções de entradas e saídas E/S).

Selecionar Instalar e Operar Monitorar


Programa
r

Ideal para fabricantes de máquinas!


Inversor de frequência CFW300
Se adapta facilmente às aplicações Fixação por trilho
DIN

Módulo de memória flash

Filtro RFI
Comunicação Redução do nível
em rede e de emissão
acessibilidade conduzida
2 slots para
expansão
de funções
Expansão de
entradas e
saídas (E/S)

Ventilador facilmente removível


Interface de
operação remota

Maior proteção em ambientes agressivos


Inversor de frequência CFW300
Estratégia de vendas
Tensão de Alimentação (V)

220 CFW300
Trifásico
CFW10

CFW300

220
O CFW300
CFW100
Monofásic
o
CFW10 é sucessor
CFW300 do CFW10!
110-127
Monofásic
o CFW10

Corrente nominal
0 4 6 10 15 de saída (A)
Inversor de frequência CFW300
Estratégia de vendas

Principais vantagens
 Moderno, flexível e fácil de usar;
 SoftPLC: agrega as funcionalidades de um CLP;
 WPS: software gratuito único para programar tanto o
inversor quanto a SoftPLC;
 2 slots independentes para expansão de funções (um para
comunicação e outro para entradas e saídas E/S);
 Interface remota;
 Memória flash;
 Montagem lado a lado;
 Temperatura ambiente de 50°C para toda a linha;
 Disponível em 2 tamanhos (A e B);
 Fixação em trilho;
 Alimentação pelo link CC (padrão no tamanho B).
Inversor de frequência CFW300
Estratégia de vendas

Diferenciais em relação ao CFW10

 Redução de versões;
 Entradas digitais PNP ou NPN configuráveis;
 IGBT de frenagem (tamanho B);
 Lead free – RoHS;
 Interface de operação de cristal líquido com 4 dígitos;
 Ventilador com controle on/off;
 Ampliações de funções: flying start e ride through;
 Controle vetorial VVW;
 Frequência de chaveamento de 5 kHz para toda a linha;
 Acessórios: expansão de E/S, comunicação em rede,
encoder incremental e filtro RFI (footprint).
Inversor de frequência CFW300
Estratégia de vendas
Melhor custo benefício!

-35% -10% =$

CFW300 x CFW500 CFW300 x CFW10 CFW300 x CFW10


Standard Clean
Inversor de frequência CFW300
Módulos plug-in
2 slots independentes para expansão de funções

Expansão de E/S Redes de comunicação e acessibilidade

IOAR
CANOpen RS485
1 EA, 1 SA, 3 SR
IODR
DeviceNet RS232
4 ED, 3 SR
IOAENC
Profibus-DP Porta USB
1 EA, 2 SA, 1 EEI
IOADR
Bluetooth
1 NTC, 3 SR, 1 SIF
Inversor de frequência CFW300
Redução do nível de emissão conduzida

Filtro de radiofrequência (RFI) para


compatibilidade com as normas
europeias (CE) e redução do nível de
Emissão Eletromagnética Conduzida
(EMI).
Inversor de frequência CFW300
SoftPLC

 Equivalente a um CLP de pequeno porte;

 Não necessita de hardware adicional;

 Software de programação gratuito;

 Programação em linguagem ladder;

 Criação de aplicativos conforme a necessidade da


aplicação.
Inversor de frequência CFW300
Software gratuito WPS
 Fácil de usar;
 Monitoramento on-line;
 Análise gráfica via função trace;
 Rapidez de diagnóstico;
 Software único para parametrizar o CFW300 e também programar a
SoftPLC;
 Cópia da parametrização no PC;
 Programação off-line;
 Conexão USB, RS232 ou RS485 (acessórios).
Inversor de frequência CFW300
Interface remota

 Mesma funcionalidade da IHM do inversor;


 Instalação remota na porta de painel ou próximo
ao operador;
 Grau de proteção IP54;
 Instalação a até 3m do inversor sem fonte
externa;
 Kit: interface remota + CRS485 + cabo de 3m.
Inversor de frequência CFW300
Memória flash

 Ideal para aplicações em fabricantes de


máquinas com vários inversores;
 Copia (faz upload) da programação de um
CFW300 e pode descarregar (fazer download)
para outros inversores com eles desligados;
 Também copia programação da SoftPLC;
 1 MMF pode ser utilizado para vários CFW300;
 Reduz o tempo de parametrização;
 Evita erros e padroniza a solução;
 Solução rápida em caso de troca do inversor.
Inversor de frequência CFW300
Memória flash

O acessório CFW300-MMF
pode ser utilizado para copiar a
programação original do
CFW300 (upload), inclusive do
WPS.

Descarrega a
programação original
para vários outros
CFW300 com os
inversores desligados.

1 MMF pode ser


utilizado para
descarregar a
programação
(download) para vários
CFW300.

Reduz o tempo de parametrização!


Inversor de frequência CFW300
Montagem lado a lado

 Não necessita de espaços entre as laterais dos inversores;


 Espaços mínimos na parte superior, inferior e frontal;
 Não necessita de ventilação forçada;
 Economia de espaço no painel.
Inversor de frequência CFW300
Instalação elétrica estilo contator
Alimentação na parte superior

 Prático e fácil de instalar;


 Evita erros de instalação;
 Rápido para identificar a fiação no painel elétrico;
 Facilidade de manutenção;
 Redução do custo de fiação elétrica e tempo de
montagem.

Saída para o motor na parte


inferior
Inversor de frequência CFW300
Dimensões
Inversor de frequência CFW300
Modelos disponíveis
Inversor de frequência CFW300
Acessórios
 Módulos plug-in para expansão de entradas e saídas (E/S), redes de comunicação e
acessibilidade;
 4 entradas digitais PNP ou NPN (configuráveis), 1 entrada analógica 0-10 V CC / 4-20
mA e 1 saída a relé 0,5 A / 250 V CA na versão padrão.
Inversor de frequência CFW300
Visite nosso site!

 Catálogos;
 Manuais;
 Desenhos;
 Softwares gratuitos.
CFW500
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Tensão 200-480 V
Tamanho A
0,25 a 3,00 cv
Tamanho B:
1,50 a 5,00 cv

Acessórios:
IHM remota
Módulo plug-in padrão
Expansão de I/Os
Porta USB
Comunicação CanOpen
Comunicação Profibus DP

Tamanho B e tamanho A
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Estrutura mecânica do CFW500


1 – Suporte de fixacao (para montagem em
superficie)
2 – Suporte de fixacao (para montagem em
trilho DIN)
3 – Ventilador com suporte de fixacao
4 – Modulo plug-in
5 – HMI
6 – Tampa frontal
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
HMI Remota do CFW500 - HMIR500

Fixação Conexão

Quando a HMI remota (HMIR500) está ativa (P0312) a HMI local, embutida
no produto (HMI500), fica com as teclas de comando inativas e sem a
iluminação do led backligth.
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Módulo Plug-in
O controle do CFW500 é dividido em duas partes: uma fixa (CC500) no
produto e outra móvel (Plug-in) para adaptar-se a aplicação;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Módulos Plug-in do CFW500
 O controle do CFW500 é capaz de identificar até 64 módulos plugin diferentes;
 Todas as interfaces são compatíveis com o cartão de memória (Mcard);
 Todas as interfaces são compatíveis com o módulo SoftPLC;
 Todas as interfaces são compatíveis com a HMIR500;
 Todas as interfaces possuem entrada/saída em frequência;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Plug-in CFW500-IOS
Cartão de Slot Padrão do CFW500;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Plug-in CFW500-IOD
Digital Input Output – Interface com mais I/Os Digitais;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Plug-in CFW500-IOAD
Analog Input Output – Interface com mais I/Os Digitais e Analógicos;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Plug-in CFW500-CUSB
USB – Interface com conexão USB;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Plug-in CFW500-CCAN
CAN – Interface com conexão CAN (CANopen ou DeviceNET);
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Plug-in CFW500-CRS232
RS232 – Interface com conexão RS232;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Módulo SoftPLC
 Memória total de 8k Bytes para programa do usuário;
 7788 bytes para programa;
 404 bytes para parâmetros;
 WLP com interface similar ao CFW11;
 Transferência e monitoração online do programa do usuário via interface
RS232, USB ou RS485;
 O programa do usuário pode ser transferido de um inversor para outro via
cartão de memória Mcard, com proteção da propriedade intelectual;
 Programação em linguagem LADDER;
 50 parâmetros configuráveis para uso do usuário;
 Acesso a todos os parâmetros, I/Os e HMI do CFW500;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Cartão de Memória CFW500-MMF


 Transporte de dados dos parâmetros e
programa da softPLC entre inverosres
CFW500;
 Alimentado por baterias (3xAAA) com
autonomia mínima de 5000 ciclos de
operação;
 Opera com o inversor desenergizado;
 Seleção da direção de transferência via
DIP Switch e indicação de satus via
leds;
 Proteção à propriedade intelectual do
programa do usuário via WLP.
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Entrada/Saída em frequência
 Forma simples para gerar uma referência de velocidade para inversor
seguidor;
 Todos os módulos plug-in têm na entrada (DI2) e na saída DO2 a
implementação da entrada e saída em frequência do CFW500;
 Operação na faixa de 10Hz à 20kHz;
 Totalmente integrada ao firmware do CFW500 como se fosse mais uma
entrada/saída analógica do produto;
 A entrada em frequencia pode ser usada tanto como uma referência de
velocidade ou setpoint quanto variável de processo do PID.
 Resolução mínima de 10 bits em 20kHz;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Interface CAN
 Protocolos CANopen e DeviceNET integrados ao produto padrão;
 Sem limitação de velocidade (1Mbps);
 Recursos e funcionalidades similares ao CFW11 e CFW700;
 Possibilita o uso da HMI remota (HMIR500) em conjunto com a interface;

Interface PROFIBUS
 Protocolo Profibus – DP integrado ao produto padrão;
 Sem limitação de velocidade (12Mbps);
 Recursos e funcionalidades similares ao CFW11 e CFW700;
 Aplicações em rede Profibus – DP com custo muito agressivo;
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Novo modelo da família CFW501 HVAC


Funções Especiais:
 Economia de energia
 Bomba seca
 Correia partida
MARÇO 2013
 Proteção contra ciclos curtos
 Alarme para troca do filtro
 Sleep mode
 Bypass
 Fire mode
 PID avançado

Principais Características:
Corrente nominal de 1 a 24 A (380-480 V)

Filtro RFI incorporado

Interface de operação (IHM) específica

Baixa distorção harmônica de entrada atende a norma IEC sem reatância

Tipos de controle: Escalar (V/F), Vetorial (VVW) e Economia de energia (EOC)

SoftPLC

Protocolos de comunicação BACnet, Metasys e Modbus


CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Tamanho D

Agora a linha do CFW500


substitui toda a linha do CFW08.

 200-480 V.
 30 a 45 A. ABRIL
 Até 20 cv. 2014
 Com e sem filtro RFI.

Em média 10% mais barato que o


CFW08 Plus na mesma faixa de corrente!
MW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Motor Drive
Inversor descentralizado
 Tensão de alimentação trifásica 380-480 V

 Corrente nominal: até 10 A (5 HP)

 Proteção NEMA 4x/IP66

 Acoplável na linha de motores W22 da WEG


ou fixação em parede

 Proteção NEMA 4x/IP66


 Chave seccionadora

 Leds indicadores de funcionamento

 Compatível com os principais acessórios do CFW500


CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW500 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
HMI – CFW 500
FUNÇÕES DAS TECLAS DA HMI
 Permite mostrar 03 variáveis no display ao mesmo tempo
ESC/BACK ENTER/MENU

DECREMENTA
INCREMENTA

SENTIDO DE GIRO ACIONA MOTOR

MODO DE OPERAÇÃO FUNÇÃO JOG DESACIONA MOTOR

LOCAL/REMOTO
CFW700
CFW700 – Nova HMI - USB
CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

É uma nova família de inversores de frequência WEG com custo


benefício otimizado

 Solução otimizada para fabricantes de máquinas (OEMs)


 Nova IHM com novos indicadores
 Acessórios incorporados:
Indutor no link CC
Entrada de encoder incremental
Comunicação RS-485
 Filosofia Plug and Play
 Softwares gratuitos:
SoftPLC
Superdrive G2
CFW700 – Inversor de Frequência 231
CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

 Externamente o CFW11 e o CFW700 se parecem, mas


internamente existem diferenças

CFW700 - para aplicações gerais e CFW11 - para aplicações


fabricantes de máquinas complexas e sistemas
CFW700 – Inversor de Frequência 232
CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

 O circuito de potência é o mesmo utilizado no CFW11

CFW700 – Inversor de Frequência 233


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Comparação com os outros modelos de inversores WEG:


O CFW700...

...tem a mais que o CFW09 ...tem a mais que o CFW11 ...tem a menos que o CFW11
 Indutor no link CC
   
 Filtro RFI (opcional)
   Conexão USB
 SoftPLC
   Anybys Slot
 RS-485 (Modbus RTU)
   Placa PLC 1 ou 2 (opcional)
 Entrada para encoder incremental
 Parada de Segurança (opcional)    Função Trace
 Cartão de memória Flash (opcinal)  Comunicação RS-485 (Modbus
 Relógio de tempo real
RTU) padrão
 Terminais de controle removíveis  Entrada para encoder incremental  Expansão de I/Os
 Ventilador do dissipador facilmente padrão
destacável  Alimentação em 690 Vca (*)
 
 Controle automático do liga/desliga do  Corrente de saída acima de 211A
ventilador do dissipador e monitoração   (175 cv)
de velocidade    Versão RB (AFE)

 Modo de controle para Wmagnet


 

(*) CFW11 modelos de 600 e 690 Vca em desenvolvimento

CFW700 – Inversor de Frequência 234


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Recursos de controle:
 Modos de controle
- Escalar (V/Hz)
- VVW (Voltage Vector WEG)
- Vetorial sem encoder (sensorless)
- Vetorial com encoder

 SoftPLC incorporado
- Software de programação gratuito (WLP)
- Download e monitoração via porta RS-485
- Permite ao usuário a customização da aplicação, integrando ao
CFW700 um CLP simples, sem a necessidade de hardware ou custo
adicional
- Cartão de memória flash (opcional) permite copiar programações
em WLP e facilmente tranferí-las para outros CFW700

CFW700 – Inversor de Frequência 235


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Principais características:
 Indutores simetricamente conectados ao barramento CC em todos os modelos

 Benefícios:
- Não necessita de reatância de rede
- Cumpre os requisitos das normas IEC 61000-3-2 (2004) e IEC 61000-3-12
(2004)

CFW700 – Inversor de Frequência 236


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Principais características:

Tecnologia Plug-and-Play
 CFW700 pode ser
conectado a qualquer fonte de
alimentação (não necessita de
impedância mínima)

 O usuário pode facilmente


instalar os acessórios
necessários de forma correta

 Maior flexibilidade

CFW700 – Inversor de Frequência


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Principais características:

- Sistema inteligente de refrigeração:

 O ventilador do dissipador é ligado


e desligado automaticamente,
dependendo da temperatura dos
módulos de potência

 O ventilador pode ser facilmente


removido para limpeza ou troca

CFW700 – Inversor de Frequência 238


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Grau de proteção (modelos padrão)

IP20 para tamanhos A, B, C* e E IP20/Nema 1 para tamanho D

Tamanho C
Tamanho D

*Tamanhos A, B e C não tem a capa na tampa (azul escura) como padrão

CFW700 – Inversor de Frequência 239


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Interface de operação (IHM)

 Display LCD numérico com novos indicadores e backlight

 Permite o ajuste do CFW700 via menus ou listando


parâmetros sequênciais

 Permite mostrar 03 variáveis no display ao mesmo tempo

Status do CFW700

Display auxiliar
Menu (seleção dos grupos
de parâmetros): somente
Unidades de medição (referente
um grupo de parâmetros é
ao valor principal do display)
mostrado de cada vez
Barra de monitoração da
variável
Display principal
CFW700 – Inversor de Frequência 240
CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Interface de operação (IHM)

Exemplos de telas:

Modo de monitoração Modo de programação

CFW700 – Inversor de Frequência 241


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Interface de operação (IHM)

 Também pode ser instalada remotamente na porta de painel (distância máxima de


até 30 m do CFW700). Necessita de Kit de moldura opcional (RHMIF-02) e cabo de
conexão CAB-RS-xM, onde x = 1,2, 3, 5 ou 7,5 m

CFW700 – Inversor de Frequência 242


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

 IGBT de frenagem interno (branking chopper) é padrão nos


tamanhos A, B, C e D e opcional interno para o tamanho E

Opcionais (devem ser selecionados no código inteligente)

 Filtro RFI interno é opcional para todos os tamanhos: A, B, C, D e E

CFW700 – Inversor de Frequência 243


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Opcionais (devem ser selecionados no código inteligente)

 Função de parada de segurança (STO)


Certificação pendente

 Fonte de alimentação independente


para circuito de controle (tensão de
controle 24Vcc)

CFW700 – Inversor de Frequência 244


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Acessórios (vendidos separadamente ao CFW700)


 MMF-02 - Cartão de memória flash – diferente do utilizado no CFW11, inclusive a cor

 CAN-01 – Módulo de interface CANOpen / DeviceNet – mesmo do CFW11

 PROFIBUSDP-01 – Módulo de interface Profibus DP – mesmo do CFW11

CFW700 – Inversor de Frequência 245


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Acessórios (vendidos separadamente)


 RMHIF-02 – Para montagem da interface remotamente, grau de
proteção IP56
 CAB-RS-xM – Cabo de conexão para montagem da interface remota
(tamanhos x=1,2,3,5 e 7,5 m e são os mesmos utilizados no CFW11)

 KN1x-0x – Kit Nema1 (são diferentes dos utilizados no CFW11, para os


tamanhos A, B e C devido a capa, porém, para o tamanho E, é o mesmo
utilizado no CFW11)
 KIP21x-01 – Kit IP21 para tamanhos A, B e C (são diferentes dos
utilizados no CFW11). Para o tamanho D é o mesmo utilizado no CFW11)

 PCSx-01 – Kit de fixação de cabos de potência blindados (*)


 CCS-01 – Kit de fixação de cabos de controle blindados (*)
(*) são os mesmos utilizados no CFW11

CFW700 – Inversor de Frequência 246


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Acessórios (vendidos separadamente)


Interfaces de rede
 Utiliza os mesmos módulos de comunicação do CFW11 de fabricação WEG

 Profibus DP:

 DeviceNet:

 CANopen:

Nota: RS-485 (Modbus-RTU) já está incorporadada no modelo padrão

CFW700 – Inversor de Frequência 247


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Correntes de saída e potências nominais disponíveis:

Corrente nominal de saída / Potência Tamanho da


Tensão de alimentação
nominal de saída carcaça
Monofásica 200-240 Vca 6 até 10 A / 1,5 até 3,0 cv (220 Vca) A

200-240 Vca 7 até 105 A / 1,5 até 40,0 cv (220 Vca) A, B, C e D

Trifásica 220-230 Vca 142 até 211 A / 50,0 até 75,0 cv (220 Vca) E
A, B, C, D e
380-480 Vca 3,6 até 211 A / 2,0 até 175,0 cv (380 Vca)
E

Certificações UL e CE em andamento
CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Codificação

CFW700 – Inversor de frequência 249


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Instalação mecânica

CFW700 – Inversor de frequência 250


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Conexões
Nova placa de controle com 2 slots para módulos de controle de acesso

CFW700 – Inversor de frequência 251


CFW700 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Entradas e saídas do modelo padrão


Entradas 8x Bidirecionais, isoladas, 24Vcc
Relé com contato NA/NF (tensão 240Vca/1A,
1x
Digital corrente mínima 100mA)
Saídas
Saída dreno aberto (24 Vcc/80mA) mesmas
4x
referências das entradas digitais
Entradas 2x -10 a +10 - 11 bits + sinal (diferencial) / 0 a 10
Analógica Vcc ou 0/4-20mA - 11 bits (diferencial)
0 a 10 Vcc ou 0/4 a 20mA - 10 bits (não isolado
Saídas 2x
do terra do CFW700)

 Entrada para encoder incremental isolado, 5-12 Vcc


 Interface RS-485 isolada com protocolo Modbus-RTU

CFW700 – Inversor de frequência 252


CFW701 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW701 – HVAC Drive

Informações Gerais
O CFW701 HVAC Drive veio atender as necessidades do mercado de HVAC (Heating Ventilation & Ar
conditioning)

• Hospitais

• Aeroportos

• Hotéis

• Shoppings Centers

• Arenas Multiuso

•Aplicações Gerais de
Bombeamento e Ventilação

254
CFW701 – HVAC Drive

Alterações de Harwdare:
Não tem Encoder
Filtro de RFI padrão
3 Entradas Analógicas (CFW700 2 AI)
1 Entrada PTC
IHM com unidades de Engenharia HVAC

Funções de Software Adcionais:


Economia de Energia
Fire Mode
Bomba Seca & Correia Partida
Bypass
3 Loops PID´s
Alarme troca de Filtro
Proteção contra Ciclos Curtos
Protocolos Bacnet, Metasys N2 e Modbus-RTU
255
CFW701 – HVAC Drive
 Indutores no link CC- Garantia de Baixa Distorção Harmônica .

 Filtro RFI Incorporado no produto padrão.

CFW701 HVAC DRIVE 256


CFW701 – HVAC Drive

Hardware: Funções Especiais para o mercado HVAC:


Reatância no link CC  Economia de Energia até 17%
Filtro de RFI padrão para todas as mecânicas  Bypass
RS-485 : Protocolos Bacnet, Modbus-RTU e  Bomba Seca
MetaSys N2  Correia do Ventilador Partida
8 Entradas Digitais  IHM com todas as unidades de Engenharia
5 Saídas Digitais (2 a relé) HVAC
3 Entradas Analógicas (2- 0-10V 4-20 mA 1 – 4-20  Proteção contra clicos curtos (compressores)
mA)  Alarme Troca do Filtro (sala limpa)
2 Saídas Analógicas  3 Loops PID´s de ultima geração incorporados
1 Entrada Dedicada para PTC

Métodos de Controle: SoftPLC:


 V/F (Escalar)  Flexibilidade para o usuário
 VVW (Voltage Vector WEG)  Redução de Custos para o cliente
 Vetorial Sensorless  Ferramenta de Software Freeware
CFW701 – HVAC Drive

Carcaça plástica com grau de proteção IP54


 Carcaças plásticas nos tamanhos B e C.
 Correntes: JULHO
2014
– 220 V: Tamanho B: 24 a 33,5 A (7,5 a 12,5 cv).
Tamanho C: 45 a 70 A (15 a 25 cv).
– 380-440 V: Tamanho B: 17 a 31 A (10 a 20 cv).
Tamanho C: 38 a 58,5 A (25 a 40 cv).
 Seccionadora na alimentação (opcional).
 Certificação UL.

Em média 5% mais barato que o CFW11


IP54 (versão sem seccionadora).
CFW701 – HVAC Drive

Visão geral da linha

CFW701 HVAC IP54 - Normal Duty 400 V


Carcaças plásticas tamanhos B e C Carcaças metálicas tamanhos D e E
10, 15 e 20 cv 25, 30 e 40 cv 50 e 60 cv 75, 100, 150 e 175 cv

JULHO JANEIRO
2014 2015

20 40 60 175
Potência
(cv)
CFW11
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

0 Cv
é 10
At IP54 al)
cion
p
(O

0 a V
47 8A C
2 700
2 0 2a
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Display gráfico
Soft Keys para fácil operação
Backlight
Relógio em tempo real
Função copy
Plug-in
Seleção de idiomas
HMI remota
Incrementa
Função definida no display
Decrementa

Controle do sentido
de rotação Gira

Seleção Para
Local / Remoto

Jog
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Indicação modo: Indicação da


-LOC: modo local; velocidade do
-REM: modo remoto. motor em rpm.

Status Parâmetros de
- Run monitoração:
- Ready - P205;
- Configuração - P206;
- Aajuste - P207.
- Última falha
- Último alarme

Indicação da hora. Funções das soft keys.


Ajuste em:
P0197, P0198 e P0199.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Conteúdo de um dos parâmetros


definidos em P0205, P0206 ou
P0207 com números maiores.

Obs.: Parâmetros não mostrados devem ser programados para


0 em P0205, P0206 ou P0207.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Parâmetros de monitoração:
- Velocidade do motor em rpm;
- Corrente do motor em Amps;
- Freqüência de saída em Hz.
P0205, P0206 e P0207: seleção
dos parâmetros que serão
mostrados no modo monitoração.
P0208 a P0212: unidade de
engenharia para indicação de
velocidade.

Obs.: Para configurar a monitoração no modo gráfico de barras,


acesse os parâmetros P0205, P0206 e/ou P0207 e selecione as
opções finalizadas com o sinal – (valores na faixa de 11 a 20).
Ex.:
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

A bateria localizada na HMI é usada para manter a operação do


relógio quando o inversor é desenergizado.

Tampa de acesso a bateria

Instalação:
A HMI pode ser instalada ou retirada do inversor
com o mesmo energizado ou desenergizado.

NOTA: A bateria é necessária somente para funções relacionadas ao relógio. No


caso da bateria estar descarregada, ou não estiver instalada na HMI, o horário do
relógio ficará incorreto e ocorrerá a indicação de A181 (Relógio com valor
inválido), cada vez que o inversor for energizado.
Características - CFW-11
P193 a P199 – Calendário

Estes parâmetros ajustam os valores do calendário


conforme abaixo:

FAIXA DE
PARÂMETRO DESCRIÇÃO
VALORES

Dia da
P193 0a6
semana
P194 Dia 01 a 31
P195 Mês 01 a 12
P196 Ano 00 a 99
P197 Hora 00 a 23
P198 Minutos 00 a 59
P199 Segundos 00 a 59
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

O inversor de freqüência CFW-11 incorpora a


tecnologia Plug and Play.

Reconhece e configura automaticamente os


acessórios e opcionais utilizados,
possibilitando fácil instalação, operação
segura, eliminando a configuração manual.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Módulo de
Memória FLASH

Slot 5
Slot 1
Slot 2
Slot 3

Slot 4
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

BLINDAGEM DOS CABOS DE CONTROLE

Bornes de controle plug-in


ACESSÓRIOS

SLOT FUNÇÃO

IOA-01

1 Entrada analógica de 14 bits


2 entradas digitais
2 saídas analógicas de 14 bits em tensão e corrente
2 saídas digitais tipo coletor aberto

IOB-01
2 entradas analógicas isoladas
2 entradas digitais
2 saídas analógicas isoladas em tensão e corrente
Expansão de I/Os 2 saídas digitais tipo coletor aberto
ACESSÓRIOS

SLOT FUNÇÃO

IOC-01

1 8 entradas e 4 saídas Relé


IOC-02
8 entradas e 8 saídas digitais transistor PNP
IOC-03
8 entradas e 7 saídas Transistor PNP 500mA
(utilizar Fonte externa para saídas)
IOE-01
5 entradas para termistores PTC
IOE-02
Expansão de I/Os 5 entradas para termistores PT100
IOE-03
5 entradas para termistores KTY 84
ACESSÓRIOS

SLOT FUNÇÃO

ENC-01

2 Interface para codificador incremental 5 a 12 Vcc,


100 kHz com repetidor

ENC-02
Interface para encoder incremental 5 a 12 Vcc, 100 kHz

Encoder Incremental
ACESSÓRIOS

SLOT FUNÇÃO

RS485-01

3 Interface para comunicação serial RS485 (ModBus)

RS232-01
Interface para comunicação serial RS232C

CAN/RS485-01
Interface CAN (CANopen, DeviceNet), RS485

CAN-01
Interface CAN (CANopen, DeviceNet)

Comunicação 1
PROFIBUS DP-01
Interface Profibus DP
ACESSÓRIOS

SLOT FUNÇÃO

PROFIBUS DP-05
4 Interface Profibus DP

Devicenet-05
Interface Devicenet

EthernetIP-05
Interface Ethernet IP

Comunicação 2
ACESSÓRIOS

SLOT FUNÇÃO

1, 2 e 3 PLC11-01 PLC11-02
9 entradas digitais 4 entradas digitais
3 saídas de relé 1 saídas de relé
3 saídas digitais 3 saídas digitais
1 entrada análoga (14 bits) 2 interfaces de Encoder
2 saídas análogas (14 bits) RS485 ModBus RTU
2 interfaces de Encoder CANopen, Devicenet
RS485 ModBus RTU CANopen Mestre/Escravo
CANopen, Devicenet Funções CLP
CANopen Mestre/Escravo IEC 61131-3 programação
Funções CLP
IEC 61131-3 programação
Placa PLC
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Kit p/ blindagem dos cabos de potência (PCSx-01) – padrão p/

inversores c/ filtro RFI (CFW11 xxxx x O FA); opcional existente


CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Software para parametrização comando e monitoração dos inversores

Programação, comando e monitoração


Lê parâmetros do drive
Escreve parâmetros no drive
Conexão USB
Função Trace / Scope
Documentação da aplicação
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

SoftPLC é um recurso que incorpora ao inversor CFW11 as funcionalidades de um CLP,


agregando flexibilidade ao usuário e permitindo-lhe desenvolver seus próprios aplicativos
(programas do usuário). Incorporado no inversor padrão

Exemplo de Aplicação
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Linguagem Ladder – WLP;


Acesso a todos os parâmetros e I/O´s;
Blocos de CLP, matemáticos e de controle;
Download, Upload e Monitoração on-line;
Memória de 15,36Kbytes;
40 Parâmetros de Usuário que podem ser individualmente programados permitindo editar
tags, unidades, valores mínimos e máximos, número de dígitos decimais e outras
características.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Módulo de Memória Flash


CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Funções:
- Armazena imagem dos parâmetros do inversor;
- Permite transferir parâmetros armazenados no módulo de memória FLASH para o inversor
e do inversor para o módulo;
- Permite transferir firmware armazenado no módulo de memória FLASH para o inversor e do
inverso para o módulo;
- Armazena programa gerado pelo soft PLC e pode-se transferi-lo para o inversor.
Sempre que o inversor é energizado, transfere este programa para a memória RAM,
localizada no cartão de controle do inversor, e executa o programa.

ATENÇÃO!
Para conexão ou desconexão do módulo de memória FLASH, desenergize primeiro o inversor
e aguarde o tempo de descarga dos capacitores.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Indutores no barramento CC simetricamente conectados no +UD e –UD:


Ccorrente de entrada
Alimentação trifásica
L1

U U
V M
V
W 3~
W
Alimentação monofásica

L2

Permite instalar inversor em qualquer rede (não há restrição de impedância mínima);


Fator de potência típico p/ condição nominal:
- 0,95 p/ alimentação trifásica;
- 0,70 p/ alimentação monofásica;
Atende a norma IEC61000-3-12, com relação a harmônicas de baixa ordem da corrente na
rede.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Cartão opcional no circuito de potência com um conversor CC/CC, com entrada de


24VCC .

A alimentação do circuito de controle será redundante, entre a fonte externa de


24VCC a fonte chaveada interna padrão do inversor.

Aplicações
Em redes de comunicação (Profibus, Devicenet, etc.) de forma que o circuito de
controle e a interface para rede de comunicação continuem ativas, mesmo com o
circuito de potência desenergizado e atender a norma NR10.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Operação normal ou severa adaptando-se a qualquer tipo de carga:

Normal Duty
1.1 x Inominal @ 60s @ 50ºC

1.5 x Inominal @ 3s @ 50ºC

Heavy Duty

1.5 x Inominal @ 60s @ 50ºC

2.0 x Inominal @ 3s @ 50ºC

Controle automático do ventilador do dissipador, com sensor de


velocidade (proteção adicional) e facilmente destacável para limpeza e
reposição
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

CFW11 IP54

Inversor de freqüência CFW11 com


grau de proteção (IP54) é destinado a
aplicações que exijam alto grau de
proteção, tais como:
•Indústria química
•Petroquímica
•Frigoríficos
•Demais aplicações onde necessitam
de total proteção ao equipamento
eletrônico.
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

• Grau de proteção : IP54

Respingos de todas as direções


Proteção contra acúmulo de
poeiras prejudiciais ao motor
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

315 a 2000 kW – 500 a 2500cv


500 a 690 V
Simples e de rápida manutenção
Funções de diagnóstico permitem rápida
identificação e solução de problemas
Módulo inversor tipo “book”
Compacto: 1470 x 232 x 575mm (A x L x P)
Até 5 módulos inversores alimentados
por um único retificador

Correntes e configurações em 500-600V Correntes e configurações em660-690V


CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

H H Desenho
dwg

L L

Height H Width L Depth P Volume


(mm) (mm) (mm) (m3)
%)
2300 1200 800 2,2 (-50

2300 2400 800 4,4


CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Exemplo de configuração com 5 Books (UP11) e retificador de 6 pulsos

Book
CFW11 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Exemplo de configuração com 5 Books (UP11)

Saída do Retificador
+UD e -UD

Até 5
Books
Movimentação
sobre trilhos

Saída para o Motor


U, V e W
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Parametrização Básica - CFW-11
Visualização no display

P205 (param. de leitura 1)


P206 (param. de leitura 2)
P207 (param. de leitura 3)

#  Visualização em valor numérico


-  Visualização em barra gráfica
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Novos parâmetros de leitura.


Exemplos:
• Temperaturas (IGBT´s, retificador e ar interno do inversor);
• Velocidade do ventilador;
• Horas do ventilador ligado;
• Diagnóstico de Alarmes;
• Diagnóstico de Falhas (10 Falhas com data e hora do evento)
• Grandezas da última falha (ex.: corrente, veloc., tensão, etc.);

Obs.: Disponíveis também para os inversores CFW700 e parte no CFW500


CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Características - CFW-11
Função Trace
É utilizada para registrar variáveis do CFW-11 (ex.: corrente, velocidade, tensão)
quando ocorre um determinado evento no sistema – “Trigger”
(ex. alarme/falha, corrente alta, etc).
As variáveis armazenadas podem ser vistas sob a forma de gráficos usando-se
SuperDrive G2 executando em um PC conectado via USB ou Serial ao CFW-11
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Estrutura de grupos de parâmetros - CFW11


Nível 0 Nível 1

MONITORAÇÃO 00 TODOS OS PARÂMETROS


01 GRUPOS DE PARÂMETROS
02 START-UP ORIENTADO
03 PARÂM. ALTERADOS
04 APLICAÇÃO BÁSICA
05 AUTO-AJUSTE
06 PARÂMETROS BACKUP
07 CONFIGURAÇÃO I/O
08 HISTÓRICO DE FALHAS
09 PARÂMETROS LEITURA
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Estrutura de grupos de parâmetros CFW11


Nível 2
20 Rampas 31 Comando Local 42 Dados do Inversor
21 Refer. Velocidade 32 Comando Remoto 43 Dados do Motor
22 Limites Velocidade 33 Comando a 3 fios 44 FlyStart/RideThru
23 Controle V/F 34 Com. 45 Proteções
24 Curva V/F Ajustável Avanço/Retorno 46 Regulador PID
25 Controle VVW 35 Lógica de Parada 47 Frenagem CC
26 Lim. Corrente V/F 36 Multispeed 48 Pular Velocidade
27 Lim. Barram. CC V/F 37 Potenc. Eletrônico 49 Comunicação
28 Frenag. Reostática 38 Entradas Analógicas 50 SoftPLC
29 Controle Vetorial 39 Saídas Analógicas 51 PLC
30 HMI 40 Entradas Digitais 52 Função Trace
41 Saídas Digitais
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Start-up Orientado

Dados do motor: Dados gerais:


0,5cv Uso Normal
1,7A Controle V/f
3380rpm Encoder 1024 ppr
220V Autoventilado
FS 1.0
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Parametrização Básica – CFW11
Ajustes de parâmetros do grupo Aplicação Básica
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Parametrização Básica - CFW11

Ajustes de parâmetros do grupo Aplicação Básica


CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Exercícios de Parametrização – CFW11


1) Seleção LOC/REM via chave seletora. Quando local, comandos via HMI
(Gira/Pára; Ref. de Velocidade, Sentido de Giro; JOG).
Quando remoto, comandos via bornes (Gira/Pára; Ref. de Velocidade via
AI1, Sentido de Giro; JOG).
Parametrização da Configuração do CFW-11
Parâmetro Valor Observações
P220 Seleção local/remoto
P221 Referência de velocidade
P223 Sentido de giro
Local
P224 Gira/Para
P225 Jog
P222 Referência de velocidade
P226 Sentido de giro
Remoto
P227 Gira/Para
P228 Jog
P263 Função da entrada digital DI1
P264 Função da entrada digital DI2
P265 Função da entrada digital DI3
P266 Função da entrada digital DI4
P267 Função da entrada digital DI5
P268 Função da entrada digital DI6
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Regulador PID – CFW11


Para ajustar o PID acessar:

Habilitar a função PID (P203=1):


Quando se habilita a função PID, automaticamente são alterados os seguintes
parâmetros:
P205=10 Parâmetro Leitura 1: Setpoint PID;
P206=9 Parâmetro Leitura 2: Variável de Processo;
P207=2 Parâmetro Leitura 3: Velocidade do Motor;
P223/P226=0 Sentido de Giro Local/Remoto: Horário;
P225/P228=0 Seleção Fonte JOG Local/Remoto: Inativo;
P236=3 Função da Entrada AI2: Variável de Processo;
P265=22 Função da Entrada DI3: Manual/Automático.
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Regulador PID – CFW11

O fluxograma representa a sequência de parâmetros disponível para que o


regulador PID opere.

TIPO DE AJUSTE PID SELEÇÃO


SETPOINT +
P525 (P221/P222=0) AÇÃO P520 Proporcional DIx=0 Manual Velocidade
P527=0 Direto P521 Integral
AIx (P221/P222>0) DIx=1 Automático
- P527=1 Reverso P522 Derivativo

REALIMENTAÇÃO
AIx (P524)
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Exercícios de Parametrização – CFW11


2) Uma motobomba é utilizada em um sistema de bombeamento de água onde
se deseja controlar a pressão desta no cano de saída. Um transdutor de
pressão (proporcional à pressão de água) é instalado no cano e fornece um
sinal de realimentação analógico para o CFW11. Um setpoint (valor desejado
de pressão na saída da bomba) é programado ao inversor via IHM (P525).
Utilize o regulador PID para que o inversor execute o controle automático.

Considere ainda:
Sempre LOCAL; Referência de velocidade via teclas da HMI, Gira/Pára via
DI1; Sentido de Giro Horário e JOG inativo.
Habilite o regulador PID com: setpoint fixo de 60%, Realimentação pela AI1,
ajuste automático do setpoint inativo, seleção manual/automático pela DI3 e
tipo de ação direta. Considere os ganhos PID default.
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Exercícios de Parametrização – CFW11
Parametrização da Configuração do CFW-11
Parâmetro Valor Observações
P220 Seleção local/remoto
P221 Referência de velocidade
P223 Sentido de giro
Local
P224 Gira/Para
P225 Jog
P263 Função da entrada digital DI1
P264 Função da entrada digital DI2
P265 Função da entrada digital DI3
P266 Função da entrada digital DI4
P267 Função da entrada digital DI5
P268 Função da entrada digital DI6
Parametrização do PID do CFW-11
Parâmetro Valor Observações
P203 Seleção Função Especial
P520 Ganho Proporcional PID
P521 Ganho Integral PID
P522 Ganho Diferencial PID
P524 Seleção Realimentação PID
P525 Setpoint PID pela HMI
P527 Tipo de Ação PID
P536 Ajuste Automático do P525
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Controle Vetorial (Seleção a partir de P202)

P408 – Fazer Auto-Ajuste


Habilita o inversor para executar a rotina de Auto-ajuste,
onde são estimados automaticamente os valores dos parâmetros
P409 a P413.
Valores possíveis
0  Não
1  Sem girar
2  Gira para Im
3  Gira para Tm
4  Estimar Tm
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Exercícios de Parametrização – CFW11
3) Sempre local, referência de velocidade via teclas do HMI, sentido de giro
pela função Avanço/Retorno, gira/para pela função Avanço/Retorno e Jog via
entradas digitais.

Parametrização da Configuração do CFW-11


Parâmetro Valor Observações
P220 Seleção local/remoto
P221 Referência de velocidade
P223 Sentido de giro
Local
P224 Gira/Para
P225 Jog
P222 Referência de velocidade
P226 Sentido de giro
Remoto
P227 Gira/Para
P228 Jog
P263 Função da entrada digital DI1
P264 Função da entrada digital DI2
P265 Função da entrada digital DI3
P266 Função da entrada digital DI4
P267 Função da entrada digital DI5
P268 Função da entrada digital DI6

Obs.: Utilizar as seguintes configurações :


- Avanço (seletora NA); Retorno (seletora NA);
- Jog + (pulsador NA); Jog – (pulsador NA)
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Soft PLC
SoftPLC é um recurso que incorpora aos inversores CFW500,
CFW700 e CFW11 as funcionalidades de um CLP, agregando
flexibilidade ao usuário e permitindo-lhe desenvolver seus próprios
aplicativos (programas do usuário). Incorporado no inversor padrão

Exemplo de Aplicação
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Placa PLC

Exemplo de programação em ladder


CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO

Placa PLC
Permite ao inversor assumir certas funções de CLP, estabelecendo
posicionamentos e trajetórias
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Exemplo

Acionamento de uma Rosca


Dosadora:

- Movimento de avanço Acionar Ent.


Digital
. Deslocamento: 100 voltas
. Velocidade: 500 rpm
. Tacel: 5 seg
Executar
. Rampa “S” Avanço

Aguardar 3 s
- Movimento de retorno
. Deslocamento: -100 voltas
. Velocidade: 2000 rpm Executar
. Tacel: 2 seg Retorno
. Rampa “T”
CFW11 – PARAMETRIZAÇÃO
Exemplo
Aspectos de instalação
CFW – INSTALAÇÃO

1 – Fusíveis
2 – Seccionadora / Disjuntor / Contator
3 – Reatância(indutor) de entrada
4 – Filtro EMC
5 – Reatância(indutor) de saída
6 – Cabos de saída
7 – Dutos
8 – Cabos de sinais de controle (comando)
9 – Banco de capacitores para correção do
F.P. (cos )
CFW – INSTALAÇÃO

1 – Fusíveis :
- Ultra-rápidos para proteção dos elementos de potência do inversor;
- Retardado para proteção da instalação;

2 – Seccionadora/Disjuntor/Contator:
- Segurança / manutenção;

3 – Reatância(indutor) de entrada:
- Utilizar em redes de baixa impedância;
- Melhora F.P. (diminui THD);

4 – Filtro EMC
- Minimizar interferência eletromagnética;
CFW – INSTALAÇÃO

5 – Reatância(indutor) de saída:
- Em tensões > 500 V;
- Em distâncias entre inversor-motor > 100m;

6 – Cabos de saída:
- Cabos isolados de demais circuitos;
- Cabos blindados caso a EMC interferir em outros equipamentos;

7 – Dutos:
- Exclusivo e aterrado;
- Distante 30 cm de demais circuitos;
CFW – INSTALAÇÃO

8 – Cabos de sinais de controle (comando):


- Instalados em duto exclusivo e aterrado;
- Cabos blindados;
- Separado da potência;

9 – Banco de capacitores para correção do F.P. (cos )


- Recomendados somente se a carga não-linear for < 20% do total
instalado;
- Instalar o mais próximo possível do transformador (preferência na
MT/AT).
CFW – INSTALAÇÃO

Conexões de Potência e Aterramento


CFW – INSTALAÇÃO

Conexões de Controle
Saída Digital (Relé)

Entrada Digital

Entrada Analógica

Saída Analógica
CFW – INSTALAÇÃO

Frenagem Reostática

Conexão possível para os inversores CFW500, CFW700 e CFW11


Dimensionamento
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Dimensionamento
Para dimensionar um Inversor , é necessário saber :
 Aplicação (tipo de conjugado resistente)
 Dados de placa do Motor (INOM)
 Tensão de Alimentação
 Características dinâmicas (aceleração e frenagem)
 A faixa de velocidade de operação (Vel. mínima e máxima).
 Sistema de acoplamento entre motor e máquina.
Se houver redutor, qual é o fator de redução ?
 Sobrecargas (na partida ou em operação)
 Ambiente (temperatura, altitude, atmosfera)

Recursos de comando e comunicação


(Ex. tipos de portas de comunicação e número de I/O’s)
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Curva de Derating

D
C

B E

A
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Valores Aproximados

Curva de Derating
Trecho
Limites Derating (p.u.)
TR = f/fn + 0,5
A 0,10 ≤ f/fn < 0,25
TR = f/fn + 0,6
TR = 0,4 × f/fn + 0,65
B 0,25 ≤ f/fn < 0,50
TR = 0,4 × f/fn + 0,75
TR = 0,30 × f/fn + 0,70
C 0,50 ≤ f/fn < 0,83
TR = 0,16 × f/fn + 0,87
TR = 0,95
D 0,83 ≤ f/fn ≤ 1,00
TR = 1,00
TR = 0,95 / (f/fn)
E f/fn > 1,00
TR = 1,00 / (f/fn)
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Considerações Importantes

Trecho “A”, “B” e “C”: Usado para determinar a


carcaça do motor sem sistema de ventilação;

Trecho “D”: Região ótima de utilização;

Trecho “E”: Região de enfraquecimento de campo.


Determina a perda efetiva de torque do motor;
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
O que devemos fazer?

Se o motor operar nos seguintes trechos:

aplicar ao motor um sistema de refrigeração


independente;
Trechos A, B ou C consultar a WEG para avaliar a possibilidade
de projetar um motor com carcaça aumentada;
aumentar a potência do motor (Não recomendado);
dimensionar o motor considerando o fator
Trecho D
relacionado à alimentação não senoidal;
Trecho E aumentar a potência do motor;
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

O Que Devemos Fazer ?

Se ocorrer sobrecarga :

Na partida :

 calcular o motor para o regime permanente


e depois verificar se o mesmo atende a partida;

Em operação (regime):

 considerar a sobrecarga para dimensionar o motor;


Exercícios
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Exercício 1

Uma esteira transportadora horizontal de uma empresa de


mineração, opera a uma altitude de 2000 m, onde a temperatura
ambiente é de
35 °C.

O motor é acoplado à esteira através de correias com polias em


“V”, cuja relação de redução é de 2:1 e o rendimento do
acoplamento
é de 97%.

A faixa de variação de velocidade desejada na esteira é de 250 a


1150 rpm. O conjugado nominal da carga é de 300 N.m e a rede
é de 440 VCA, trifásica, 60 Hz.

Determine o motor e o inversor recomendados.


INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Exercícios

Exercício 2
Um motor de 10 CV, IV pólos, está instalado em uma esteira
Transportadora, que sempre parte a vazio.

Deseja-se variar a velocidade da esteira utilizando um


inversor de freqüência na ordem de 1:10.

Analisando a corrente do motor em regime se observou que


o mesmo trabalha em 12A, o que corresponde a 92% da
potência nominal

Considere a temperatura ambiente de 40 °C, altitude menor


que 1000 m. A rede é 440 Vca, 60 Hz.

Dimensionar o inversor e verificar se há


necessidade de trocar o motor.
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Exercícios
Exercício 3

Utilizada em uma estação de tratamento de efluentes, uma bomba


centrífuga necessita operar de 250 a 1780 rpm.

O conjugado nominal da bomba é igual a 1,63 kgf.m em


1780 rpm. A rede de alimentação é 380 VCA, 60 Hz.

Considere a temperatura ambiente de 40°C e altitude de 1000m.

Determine o motor e o inversor recomendados.


INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Exercício 4
Um fazenda precisa fazer a irrigação de uma
plantação, para isso ela vai utilizar um conjunto moto-bomba
de 20Cv / IV Pólos.
A rede no local é 220Vca monofásica,
Dimensionar o inversor para este caso?

Existe uma opção para reduzir o custo desta


aplicação? Caso positivo orçar segunda opção?
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Exercício 5

Um fabricante de máquinas deseja fabricar


uma máquina de lavar industrial com motor de:

- 5CV / II pólos / 220Vca / 60 Hz.

Deseja-se trabalhar nas seguintes condições:


- Ciclo de lavagem:
O motor gira para os dois lados numa velocidade de
1200rpm alternando o sentido de rotação a cada 10s durante 350s
com rampas de 2s para aceleração e 2s na desaceleração
- Ciclo de secagem:
O motor gira em um único sentido numa velocidade de
3600rpm durante 120s com rampa de desaceleração de 10s.
Orçar motor e inversor para este caso.
INVERSOR DE FREQUÊNCIA –
DIMENSIONAMENTO
Exercício 6

Uma mineradora deseja reformar um sistema de


transporte de minérios, o transportador coleta o minério e leva para o
beneficiamento por uma esteira descendente de inclinação de 45º,
atualmente o sistema possui um motor de 40Cv / II pólos / 380Vca
e um redutor que reduz a velocidade do sistema na ordem de 4:1,
dimensionar uma solução para a atualização do sistema
removendo-se o redutor.
O sistema novo vai ter que operar em uma velocidade
de 400rpm até 1000rpm.

Orçar também uma opção visando economia de


energia para retorno de investimento para o sistema.
Parametrização Básica do
Inversor de Frequência
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica

Em função do modelo de inversor pode variar:

•O número total de parâmetros;

•O número do parâmetro para uma dada função;

•A faixa de valores de um mesmo parâmetro.

Alguns parâmetros são visíveis apenas em determinadas


condições (ex. em vetorial ou escalar).
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

Tipos de Parâmetros

Leitura P001 ~ P099

Mostram variáveis que podem ser visualizadas nos displays,


mas não podem ser alteradas pelo usuário.

Regulação P100 ~ P199

São os valores ajustáveis a serem utilizados pelas funções do


inversor.

Continua ...
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

Tipos de Parâmetros

Configuração P200 ~ P399

Definem as características do inversor, funções a serem utilizadas,


funções de entradas/saídas.

Motor P400 ~ P499

Registram os dados do motor em uso.

Funções Especiais P500 ~ P599


INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P000 - Acesso aos Parâmetros

Permite efetuar alterações nos valores dos parâmetros.

Valores possíveis

0...4 e 6...9999  Leitura


5  Libera alterações
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P001 - Referência de Velocidade

Indica o valor da referência de velocidade em rpm*


(ajuste de fábrica)

mín máx

0 18000 rpm
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P002 - Velocidade do Motor

Indica o valor da velocidade real em rpm* (ajuste de fábrica).

mín máx

0 18000 rpm
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P003 - Corrente do motor

Indica a corrente de saída do inversor em Amperes

mín máx

0 4500.0 A
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P004 - Tensão CC

Indica a tensão atual do Link CC em Volts.

mín máx

0 2000 V
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P005 - Frequência no Motor

Indica o valor da freqüência de saída do inversor em Hz.

mín máx

0 1020.0 Hz
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P006 – Estado do Inversor

Indica o estado atual do inversor.

0  Ready (Pronto)
1  Run (Execução)
2  Subtenção
3  Falha
4  Auto-Ajuste
5  Configuração
6  Frenagem CC
7  STO (Parada Segurança Ativa)
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P007 - Tensão de Saída

Indica a tensão de linha na saída do inversor em Volts.

mín máx
2000
0 V
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P009 - Torque do Motor

Indica o torque desenvolvido pelo motor.

mín máx

-1000.0% 1000.0%
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P014...P017 – Valor das Saídas Analógicas


Indicam os valores percentuais ao fundo de escala das saídas
analógicas. A indicação é em precentual ao fundo de escala.

P014  Valor de AO1 (0 a 100.00%)


P015  Valor de AO2 (0 a 100.00%)
P016  Valor de AO3 (-100,00 a 100.00%)
P017  Valor de AO4 (-100,00 a 100.00%)
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P018...P021 – Valor das Entradas Analógicas

Indicam os valores percentuais ao fundo de escala das


entradas analógicas.

P018  Valor de AI1 mín máx


P019  Valor de AI2
-100.00% 100.00%
P020  Valor de AI3
P021  Valor de AI4
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P023 - Versão de Software

Indica a versão de software contida na memória do


microcontrolador.
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P030 a P034 - Temperaturas

Indica os valores atuais das temperaturas do inversor.

P030  Temperatura IGBT´s U (-20.0 a 150.0°C)


P031  Temperatura IGBT´s V (-20.0 a 150.0°C)
P032  Temperatura IGBT´s W (-20.0 a 150.0°C)
P033  Temperatura Retificador (-20.0 a 150.0°C)
P034  Temperatura Ar Interno (-20.0 a 150.0°C)
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P043 – Horas Habilitado

Indica o número de horas que o inversor permaneceu habilita

mín máx

0 65535 h
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P045 – Horas Ventilador Ligado

Indica o número de horas que o ventilador do dissipador


permaneceu ligado.

mín máx

0 65535 h
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica
P050 a P089 – Histórico de Falhas

Indicam as últimas 10 falhas ocorridas, com horários e datas


em que elas ocorreram.

P050  Última Falha (0 a 999)


P051  Dia/Mês da Última Falha (00/00 a 31/12)
P052  Ano da Última Falha (00 a 99)
P053  Hora da Última Falha (00:00 a 23:59)
...
P086  Décima Falha (0 a 999)
P087  Dia/Mês da Décima Falha (00/00 a 31/12)
P088  Ano da Décima Falha (00 a 99)
P089  Hora da Décima Falha (00:00 a 23:59)
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica
P090 a P097 – Valores da Última Falha
Indicam os registros de algumas grandezas no momento
da cocorrência da última falha.

P090  Corrente Última Falha


P091  Barramento CC Última Falha
P092  Velocidade Última Falha
P093  Referência Última Falha
P094  Freqüência Última Falha
P095  Tensão do Motor Última Falha
P096  Estado DIx Última Falha
P097  Estado DOx Última Falha
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P100 - Tempo de Aceleração

Define o tempo para acelerar linearmente de 0 até a


velocidade máxima (P134).

mín máx

0.0 s 999.0 s
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica

Rampa de Aceleração
n (rpm)

P134

P100* t (s)

* P100 - tempo de aceleração (s)


INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P101 - Tempo de Desaceleração

Define o tempo para desacelerar linearmente da


velocidade máxima (P134) até 0.

mín máx

0.0 s 999.0 s
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica

Rampa de Desaceleração
n (rpm)

P134

t
P101* (s)

* P101 - tempo de desaceleração (s)


INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica
P102 e P103 - Tempos de Aceleração e
Desaceleração 2ª Rampa
Permitem que se configure uma segunda rampa para
aceleração (P102) ou desaceleração (P103) do motor, a
qual é ativada via comando definido por P105.
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica

P105 – Seleção 1ª/2ª Rampa

Define a fonte de origem do comando que irá selecionar


entre a 1ª Rampa e a 2ª Rampa.

0  1ª Rampa
1  2ª Rampa
2  DIx
3  Serial/USB
4  Anybus-CC
5  CANopen/DeviceNet
6  SoftPLC
7  PLC11
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P120 - Backup da Referência

Quando ativo armazena o valor da referência de velocidade


sempre que ocorra a desabilitação do inversor.

Valores possíveis

0  Inativo
1  Ativo
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P122 - Referência de JOG

Quando o JOG estiver ativado o inversor acelera até o valor


definido neste parâmetro.

mín máx

18000
0
rpm
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P133 - Velocidade Mínima

Define o menor valor possível para a referência de velocidade

mín máx

0 18000 rpm
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P134 - Velocidade Máxima

Define o maior valor possível para a referência de velocidade.

mín máx

0 18000 rpm
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P136 - Boost de Torque Manual


(Controle V/F)

Compensa a queda de tensão na resistência


estatórica do motor.

mín máx

0 9
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

Boost de Torque Manual (Controle V/F)

Tensão de saída

nominal

P136 = 9
1/2
nominal

P136 = 0

Velocidade
1/2 nominal nominal
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P156 - Corrente de Sobrecarga

Utilizado para proteção de sobrecarga do motor (Ixt - E05)


quando este estiver na velocidade nominal.

mín máx

0.1xInom 1.5xInom
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P202 - Tipo de Controle

Define o tipo de controle de operação do inversor.

Valores possíveis
0  V/F 60 Hz 4  Encoder (Vetorial)
1  V/F 50 Hz 5  VVW (Voltage Vector WEG)
2  V/F Ajustável 6  PM Com Encoder
3  Sensorless (Vetorial) 7  PM Sensorless
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P204 - Carrega/Salva Parâmetros


Valores possíveis

0,1  Sem Função 7  Carrega Usuário 1


2  Reset P045 8  Carrega Usuário 2
3  Reset P043 9  Carrega Usuário 3
4  Reset P044 10  Salva Usuário 1
5  Carrega Padrão WEG (60 Hz) 11  Salva Usuário 2
6  Carrega Padrão WEG (50 Hz) 12  Salva Usuário 3
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica

P204 - Carrega/Salva Parâmetros de Fábrica


P204=10
Ajuste de Memória
P204=7 Usuário 1
Fábrica P204=5
60 Hz
(padrão WEG) P204=11
Parâmetros
Memória
atuais
Ajuste de P204=8 Usuário 2
P204=6 do
Fábrica Inversor
50 Hz
(padrão WEG) P204=12
Memória
P204=9 Usuário 3

Transferência de Parâmetros
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P205 a P207 – Seleção de Parâmetros de Leitura

Selecionam quais variáveis serão mostradas no display

P208 - Fator de Escala da Referência


Define como será apresentada a Referência de Velocidade
(P001) e a Velocidade do Motor (P002) quando este girar
na velocidade síncrona.
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P209, P210,P211 e P212 - Unidades da Engenharia


da Referência

Parâmetros relacionados a unidade e a forma como serão


apresentados grandezas no display da HMI
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P216 – Contraste do Display HMI

Permite ajustar o nível de contraste do display da HMI.


Valores maiores configuram um nível de contraste mais alto.

mín máx

0 37
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P318 – Função Copy Memory Card

Salva o conteúdo dos parâmetros de escrita do inversor no


módulo de Memória FLASH (MMF), ou vice-versa.

0  Inativo
1  Inversor  Memory Card
2  Memory Card 
Inversor
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG

Parametrização Básica

P340 - Tempo para Auto-Reset

Quando ocorrer uma falha, o inversor poderá provocar um


reset automaticamente, após transcorrido o tempo
fornecido por P0340.

mín máx

0s 255 s
INVERSORES DE FREQUÊNCIA WEG
Parametrização Básica
Situação LOCAL / REMOTO
Comportamento dos Motores de
Indução Acionados por Inversores de
Frequência
MOTORES ACIONADOS COM CFW

Influência do inversor no motor

• Isolamento do motor:
 “Rise time” do pulso de tensão;
 Comprimento do cabo;
 Mínimo tempo entre pulsos;
 Freqüência de chaveamento;
 Acionamento multi-motores.

• Elevação da temperatura:
• Corrente nos mancais
MOTORES ACIONADOS COM CFW

Isolamento do motor

INFLUÊNCIA DO “RISE TIME ”


Tensão [V]

Vpico

100% Tensão do Link DC

90%

dV V  V 

t  s 
V

dt
10%

t tempo [s]

“Rise time”
Pulso de tensão típico nos terminais do motor
MOTORES ACIONADOS COM CFW

Isolamento do motor

INFLUÊNCIA DO COMPRIMENTO DO CABO

Conforme guia de aplicação da NEMA:

• 3m de cabo  início dos “overshoots” (sobretensões)


• 15m de cabo  pode atingir 2 x Vfonte
• Acima de 120m  picos superiores a 2 x Vfonte (>duração)
MOTORES ACIONADOS COM CFW
Isolamento do motor

Terminais do Motor com Terminais do Motor


Cabo de 1,5 m com Cabo de 15 m

Terminais do Motor com Terminais do Motor


Cabo de 34 m com Cabo de 54 m
MOTORES ACIONADOS COM CFW

ACIONAMENTOS MULTI MOTORES

L
Recomendado
distância “L”=0
ou menor possível
MOTORES ACIONADOS COM CFW

CRITÉRIOS, QUANTO AO ISOLAMENTO, PARA


MOTORES WEG ACIONADOS POR INVERSORES DE
FREQÜÊNCIA:

Para tensões de alimentação  460 V

Não há a necessidade de usar filtros nas seguintes


condições:

• “Rise time” do inversor: tr  0,1s


• Máxima tensão de pico: Vpico  3,1.Vnom
• Mínimo tempo entre pulsos consecutivos: tmtep  6 s
• Máxima freqüência de chaveamento: 5 kHz
• Máximo dv/dt na saída do inversor: 5200 (V/ s)
MOTORES ACIONADOS COM CFW

Elevação de temperatura do motor

INFLUÊNCIA DO INVERSOR NA ELEVAÇÃO DE


TEMPERATURA DO MOTOR (T )
O T sofre a influência de 2 fatores principais:
• Harmônicas do inversor
• Variação de rotação.

A influência conjunta dos fatores deve ser considerada


para evitar o sobreaquecimento do motor.

Para manter o mesmo T do motor:


• Redução do torque ou
• Sobredimensionamento do motor
(potência/carcaça/ventilação forçada).
MOTORES ACIONADOS COM CFW
Correntes pelos mancais

CIRCUITO EQUIVALENTE DO MOTOR PARA AS


CORRENTES CAPACITIVAS (ALTA FREQUÊNCIA)

Enrolamento
ICM Estatórico Ier Rotor IC

Cer

Tensão modo
comum Cec Crc

Cmd Cmt
mancais

ICM Carcaça / Terra

Capacitâncias Circuito Equivalente para


parasitas do motor as correntes capacitivas
MOTORES ACIONADOS COM CFW

Correntes pelos mancais

PROBLEMAS CAUSADOS PELA CIRCULAÇÃO DE


CORRENTE PELOS MANCAIS

Estriamento (fluting) causado pela corrente


MOTORES ACIONADOS COM CFW

MÉTODOS PARA EVITAR OU MINIMIZAR AS


CORRENTES PELOS MANCAIS

MOTOR COM UMA


PONTA DE EIXO

MOTOR COM DUAS


PONTAS DE EIXO
Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas
Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas
Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas
Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas
Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas

Configuração Máxima
TPW04 - Controlador Lógico Programável

Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas


TPW04 - Controlador Lógico Programável

Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas


TPW04 - Controlador Lógico Programável

Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas


TPW04 - Controlador Lógico Programável

Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas


TPW04 - Controlador Lógico Programável

Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas


Motores | Automação | Energia | Transmissão & Distribuição | Tintas

PLC300
Controlador Lógico Programável
CLP PLC300
 O PLC300 é um robusto controlador lógico programável
que concentra as funcionalidades de CLP e IHM.
Compacto, configurável e de baixo custo, é perfeito para
atender as necessidades no controle de máquinas e
pequenos processos industriais.

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL


CARACTERÍSTICAS
 Grau de proteção IP 65 (frontal) e IP22 (interna)
 IHM 4 linhas x 20 colunas com back light
 12 Teclas de função, tela de setup protegida por senha e tela
de alarmes online e histórico
 Opção de membrana personalizada
 Modelos com e sem IHM (montagem interna em painel)

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL


ENTRADAS
10 entradas digitais:
-Consumo em 24 V: 10 mA
- Frequência máxima DI1 a DI8: 4 kHz
-Frequência máxima DI9 e DI10: 100 kHz
-1 entrada analógica 12 bits (0~10Vcc/0~20mA/4~20mA)
1 entrada para encoder em quadratura até 100kHz (fonte
de alimentação para encoder 5/12Vcc 300mA e verificação
dos sinais – 24Vcc com fonte externa)
MONITORAÇÃO ENTRADAS/SAÍDAS

ENTRADAS DIGITAIS

ENTRADA ANALÓGICA

FONTE 5/12Vcc PARA ENCODER

ENTRADA ENCODER
(A,A/,B,B/,Z,Z/)

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 413


SAÍDAS Total 9 saídas digitais
 9 saídas digitais isoladas (24Vcc/0,5A PNP)
 1 das saídas é rápida 100mA até 300kHz para PWM
 1 saída analógica 10 bits (0~10Vcc/0~20mA com pontos
de conexão diferenciados para tensão/corrente)

SAÍDAS DIGITAIS

SAÍDA PWM

SAÍDA ANALÓGICA

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 414


EXPANSÃO DE ENTRADAS/SAÍDAS
 Centralizada: até 2 cartões IOA, IOB, IOC, IOE
 Descentralizada: até 63 escravos através da rede CANopen

CARTÕES EXPANSÃO

ALIMENTAÇÃO
24Vcc/310mA

REDE CANopen
LEDS DE ESTADO
Status/CAN/Serial

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 415


UNIDADES MISTAS

 IOA-01:
1 entrada analógica 14 bits tensão/corrente
2 entradas digitais (24Vcc/PNP isoladas)
2 saídas analógicas 14 bits tensão/corrente
2 saídas digitais (24Vcc/50mA NPN)

 IOB-01:
2 entradas analógicas 12 bits tensão/corrente
2 entradas digitais (24Vcc/PNP isoladas)
2 saídas analógicas 12 bits tensão/corrente
2 saídas digitais (24Vcc/50mA NPN)

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 416


UNIDADES DIGITAIS

 IOC-01:
8 entradas digitais (24Vcc/PNP isoladas)
4 saídas a relé (240Vca/1A)

 IOC-02:
8 entradas digitais (24Vcc/PNP isoladas)
8 saídas digitais (24Vcc/50mA NPN)

 IOC-03:
8 entradas digitais (24Vcc/PNP isoladas)
7 saídas digitais (24Vcc/50mA PNP)

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 417


UNIDADE REMOTA CANopen

 RUW01-CN14DI10DO:
14 entradas digitais bidirecionais (24Vcc PNP/NPN)
10 saídas digitais bidirecionais (24Vcc/0,5A PNP/NPN)
 RUW01-CN13DI:
13 entradas digitais bidirecionais (24Vcc PNP/NPN)
 RUW02-CN7AI:
07 entradas analógicas (0 a 10 Vcc ou 4 a 20mA)
 RUW04-CN7TH:
07 entradas termopar J/K
 RUW06-CN2SG:
02 entradas analógicas para célula de carga

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 418


MEMÓRIA E PROCESSAMENTO
 Processador ARM Cortex-M3 de 32 bits - 120 MHz
 Scan de 1,7mS /1k instruções booleanas
 1MB de memória de programa (configuráveis)
 Programa e dados mantidos através de bateria
 Suporte a SD Card para salvar programa, dados,
log, receitas, etc.
 RTC em todos modelos;

BATERIA CR2032

SD CARD

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 419


INTERFACES DE COMUNICAÇÃO
 USB para comunicação com computador (Programação)
 RS232 com protocolo Modbus-RTU Escravo para programação
e monitoração remota (através de modem/linha telefônica)
 RS485 isolada com protocolo Modbus-RTU Mestre/Escravo
 Ethernet 10/100 com protocolo Modbus/TCP
 CAN isolada com protocolo CANopen Mestre/Escravo (até 63
escravos)
USB (Programação)

ETHERNET (Modbus TCP)

RS232 (Modbus-RTU Escravo)

RS485 (Modbus-RTU
Mestre/Escravo)
CANopen

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 420


CONECTIVIDADE

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 421


COMUNICAÇÃO
ESPECIFICAÇÃO DO MODELO

 Modelos Plus:
Suporte para cartões de entradas/saídas
Entrada para Encoder
Porta Ethernet

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 424


MODELOS DISPONÍVEIS

PLC300 – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL 425


PROGRAMAÇÃO
 Programa WPS (Weg Programming Suite)
 Ferramenta integrada. Mesmo programa possibilita a edição das
telas da IHM, programar o CLP e configurar a rede CANopen
 Monitoração da lógica e gráficos online
 Linguagem de programação Ladder (conforme IEC 61131-3)
 WPS fornecido Gratuitamente
 Cabo de programação fornecido com o produto (USB padrão de
mercado)

WPS – WEG PROGRAMMING SUITE 426


“Agradecemos
a atenção e a
presença de todos”.

www.weg.net
www.weg.com.br

Contato:
Marcio Rosa
WEG Automação
E-mail: marcior@weg.net
Tel.: 11-5053-2332
Cel.: 11-98181-2995