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Discutir sobre os ×    


   
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   e que trarão tanto à criança
quanto ao próprio professor, subsídios para
seguir em frente e avançar no processo
educativo.
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  e não o produto final& isto é,
devemos descrever os processos pelos quais
as crianças passam, vivenciam,
experimentam, conversam, ao invés de
darmos maior importância a um produto final
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u - preciso que o professore direcione o seu olhar, para


contribuir na organização de objetivos e critérios que auxiliem
a sua observação (olhar atento), na coleta de dados (como
registrar) e na construção de um documento mais significativo
(o que registrar) que represente este processo educativo.
Espera-se que neste registro apareçam vivências sobre as
aprendizagens e o desenvolvimento da criança.
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u àara que uma avaliação aconteça de forma coerente, que
atenda as necessidades tanto das crianças quanto do
professor, é preciso uma disponibilidade e aproximidade dos
envolvidos.

u m avaliação deve ser entendida como elemento indissociável


do processo educativo, possibilitando, ao professor, definir
critérios para planejar e replanejar as suas atividades.

u m avaliação precisa ser realizada de forma sistemática e


contínua, visando à melhoria da ação diária educativa.
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   a ação da criança, ele reúne
dados significativos do processo de
desenvolvimento e aprendizagem da
criança e (re)significa a sua prática docente.
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àriorizar o acompanhamento estreito do professor às


ações das crianças. Neste caminho a ser seguido, o
professor pode         como
aponta HmDJI (2001) a cada momento deste processo,
interagindo e intervindo quando necessário.

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Durante a observação diária, enquanto
as crianças realizam as atividades, o
professor encoraja a livre expressão, criando
oportunidades, permitindo-lhes conhecer
melhor os seus interesses e compreender os
processos de aprendizagem.
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§ ato de observar contribui tanto para que o(a)
professor(a) possa perceber a singularidade e a
integralidade das crianças, quanto para que possa
realizar propostas de trabalho de acordo com suas
necessidades.
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u § professor é um ³observador-participante´,
interessado em registrar cuidadosamente as várias
informações, a fim de construir um entendimento
das crianças, que possa ser compartilhado com
seus pares, outros profissionais e com os pais.
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u Tabelas que facilitem o registro rápido e preciso do professor;


u Fichas individuais para o registro de cada criança;
u uadros para o registro das ações coletivas;
u àranchetas penduradas em lugares estratégico;
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u - preciso considerar nos processos avaliativos das


crianças pequenas também aquilo que elas apontam,
ou seja, é preciso considerá-las também como
sujeitos do processo e, conseqüentemente, como
atores competentes para reorientar a prática de sua
avaliação.

u ms reações das crianças, suas contribuições,


participações, falas, conclusões, sugestões e
socializações precisam ser descritas e salientadas
compartilhando com os pais e equipe. ms falas das
crianças ilustram e confirmam as suas aprendizagens
no EI.
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u DImNÓSTI§;

u ELmTÓI§;
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eralmente estes documentos são feitos


pensando somente nos pais, mas eles servem para
orientar toda a equipe pedagógica e principalmente
orientar as ações dos professores com relação ao
planejamento diário, e a médio e longo prazo.
àor isso, quando escrevemos essa avaliação,
temos que manter em mente que várias pessoas
poderão ler e que servirá a vários propósitos.
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um §#§ serve para apresentar as


características da criança e ela no grupo ± e o
grupo em relação a ela! Falem de seu
trabalho enquanto professor ± que se
preocupa com o bem estar de todos, com a
aprendizagem significativa, que recebe as
crianças e tudo que elas trazem em suas
vivências e experiências.
u §   ± quem é, como são, qual é a rotina deles,
atividades preferidas, característica(s) do grupo;

u m      ± como ela se situa no coletivo ±


como se destaca e/ou como se coloca nele; como
reage frente as atividades coletivas;
u m   2     ± como ela é;

u m    !  ± suas preferências, suas


reações, suas contribuições,

u m H      ± ela e a rotina ± ela


reclama, adere, participa do que? Seu temperamento
e escolhas;
u  B     - ênfase na parte afetiva ± seus
relacionamentos fazendo uma ligação com suas características
pessoais;

u     0 0 ± nas atividades ± como ela se


envolve nas atividades, seu progresso, seu envolvimento com
as atividades e pessoas;

u $          - 


     !! ± suas falas, gracinhas,
surpresas, insights, contribuições, perguntas, observações, etc.

u        @( ± o que você pensa que a criança


precisa para continuar se desenvolvendo de maneira
progressiva e positiva, o que em particular você planejaria para
ela. evele o seu olhar particular para ela e suas projeções.
u m § m; %m servem para indicar
como o professor irá continuar o trabalho com a
criança em questão, ESSmLTmND§ m
àE§àm§ INDIVIDmL, MmS INTEmND§-
m N§ à§!

$m&Fale do grupo também, das suas intenções para


o grupo, para o planejamento e recursos que usará.


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u mbordando todos estes itens, o professor
estará falando tanto das áreas do
desenvolvimento infantil, como das áreas do
currículo, trazendo a tona os quatro focos
principais da Educação Infantil ±   
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u § professor deve escrever como se estivesse
escrevendo para alguém que não conhece as
crianças e, portanto vão revelar as dificuldades com
moderação.

u Neste documento é o lugar do professor falar na sua


própria voz revelando suas observações,
planejamentos, reflexões e planos futuros. m voz da
criança será para exemplificar aquilo que vocês estão
falando sobre elas!
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u Tente não colocar panos quentes nos fatos mas sem ocultar a
verdade lidando com o problema/questão de forma
profissional; revelar as possibilidades, conquistas, falas,
pensamentos da criança de maneira realista, etc.

u àrepare-se para falar das dificuldades de maneira profissional


e ponderada, isto é, apontando as partes positivas e aquelas
que merecem atenção.
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(...) Tenho elaborado ações que despertem na Maria
maiores desafios quanto à alimentação, expressão de
escolhas, coordenação motora ampla, linguagem,
cuidados com o corpo, para assim, vivenciar situações de
aprendizagem ativa por meio de um ambiente rico em
interações, onde amplie seu contato com outras crianças,
adultos e objetos, percebendo as diferentes formas de
sentir, expressar e comunicar.
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HmDJI, 2001.
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