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HISTÓRIA

Ensino Fundamental, Série 8º Ano


Independência da América Latina-
Formação dos Estados Nacionais
História, Ensino Fundamental, 8º ANO
Independência da América Latina- Formação dos Estados Nacionais

Independência da América Espanhola


O Sistema Colonial em Crise

No século XVIII o crescimento das colônias e o


enriquecimento da elite colonial provocou o
surgimento de uma crise no antigo sistema
colonial. Os colonos estavam desejosos por
liberdade para poder comercializar
livremente como vários países.
Os interesses dos criollos (descendentes de
espanhóis nascidos na América) no livre
comércio coincidiu com os dos industriais
ingleses, pois viam a emancipação política das
colônias espanholas na América como um
possibilidade de abertura de novos mercados
e aumento de lucros

Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Imperio_Espa%C3%B1ol_America_1800.png

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Independência da América Espanhola


Fatores que contribuíram para a crise

Múltiplos fatores contribuíram para a crise, dentre eles


podemos destacar:

•Opressão espanhola: Para sustentar as guerras a


monarquia espanhola aumentou os impostos nas
colônias;
•Proibição de se montar manufaturas: Com intuito de
impedir a concorrência com às espanholas;
•Enorme diferenças sociais e discriminação: Uma
minoria branca, os chapetones(
chapetones nascidos na Espanha) e
criolos (descendentes de espanhóis nascidos na
América), dominavam uma maioria composta por
indígenas, mestiços e afrodescendentes;
•Privilégios dos chapetones: Os principais cargos no
governo, no exército e na Igreja eram reservados aos
chapetones.

Disponível em :http://navegandonoestudo.blogspot.com.br/2010/07/as-colonias-espanholas-na-america.html
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Independência do Haiti

A Espanha fundou a sua primeira


fortificação na América em 1492 na
ilha Hispaniola, dividida atualmente
em Haiti e República Dominicana.
Em fins do século XVI franceses se
estabeleceram na parte oeste da ilha
e em 1691 a Espanha cedeu, por
meio de um tratado a parte
ocidental , fundando ali a colônia de
São Domingos Este arquivo é licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution-Share Alike 4.0 International
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Divisão politica da ilha de São Domingos


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Abolição da Escravidão no Haiti

Em 1791 François- Donminique Toussaint


Louverture, filho de um chefe tribal africano
levado como escravo para São Domingos,
liderou uma rebelião que resultou na abolição
da escravidão no Haiti, além de efetuar a
execução de proprietários brancos e o
confisco de terras que foram distribuídas aos
negros.
Em 1793 os jacobinos assumem o poder na
França e decretam o fim da escravidão nas
colônias francesas. Louverture ascendem ao
poder e conquista também a parte oriental
da ilha (pertencente à Espanha), mas os
brancos e mestiços se opõem ao seu
governo.
Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Toussaint_L%27Ouverture.jpg

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François-Dominique Toussaint Louverture
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Independência do Haiti
Aproveitando-se do enfraquecimento do
poder de Louverture Napoleão
Bonaparte enviou em 1801 um
expedição para retomada do controle
francês sob a ilha. Louverture foi preso e
deportado para França. Porém Jean –
Jacques Dessalines assumiu o controle e
em 1804 proclamou a independência da
colônia. O novo estado recebeu o nome
de Haiti.1806 Dessalines foi assassinado
e a ilha dividida em dois países: ao sul
surgiu uma república e ao norte uma
monarquia. Em 1820 o país foi Disponível em : https://commons.wikimedia.org/wiki/File:San_Domingo.jpg

reunificado sob regime republicano Imagem de domínio público

dirigido por Jean- Pierre Boyer.


Batalha em San Domingo, pintado por January
Suchodolski representando uma luta entre as tropas
polonesas ao serviço francês e os rebeldes do Haiti
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Independência do México

A região do atual México fazia parte do


vice-reino da Nova Espanha. O
movimento de independência da região
teve início em 1810, no povoado de
Dolores. Liderado pelo padre Miguel
Hidalgo um grupo de indígenas e
mestiços lutavam contra o governo
colonial, iniciando uma revolta que foi
chamada de Grito de Dolores.
Dolores

Miguel Hidalgo
líder da Guerra da Independência do México.

Disponível em :
Imagem de domínio público https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Don_Miguel_Hidalgo.jpg
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Independência do México

Hidalgo defendia a divisão das grandes


propriedades rurais e distribuição de terras,
suspensão de tributos sobre comunidades
indígenas e abolição da escravidão. Liderando
um exército formado por índios, mestiços e
brancos pobres, Hidalgo seguiu para cidade
do México. Eles carregavam estandartes de
Nossa Senhora de Guadalupe, chegando a
conquistar algumas cidades, mas ao enfrentar
as forças da coroa foram vencidos. Hidalgo foi
preso e executado em 1811.

Símbolos da Independência do México: Virgem de Guadalupe e as


cores dos Insurgentes. Vicente Riva Palacio, Julio Zárate (1880).

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Independência do México

O padre mestiço José María Morelos


assumiu o comando dos rebeldes,
convocou uma assembleia reunindo
representantes de várias grupos sociais.
Esse assembleia reunida em 6 de
novembro de 1813 declarou a
independência do México. Contudo o
governo foi dissolvido dois anos depois.
Pois os colonos ricos uniram-se a
metrópole espanhola para defender os
interesses em comum . María Morelos foi Disponível em
capturado e executado em 1815 :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Morelos_por_autor_an
%C3%B3nimo.jpg
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Retrato de José María Morelos y Pavón


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Independência do México

Os grandes proprietários continuavam


insatisfeitos com o governo
metropolitano. Eles desejavam uma
independência, mas não por meio de uma
revolta popular.
Em 1821 Augustín Itúrbide, militar que
tinha combatido os rebeldes apresentou
às elites coloniais o Plano Iguala, uma
proposta de Independência para o México
que prévia o estabelecimento de um
monarquia católica, governada segundo a
Constituição espanhola até que pudesse
formular a sua própria.
Augustín Itúrbide Disponível em
:https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Emperor_Agustin_I_kronin
gsportret.JPG
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Independência do México

Em setembro de 1821, o
México foi proclamado
independente e os criollos
assumiram o controle. As
reinvindicações de Hidalgo e
Morelos foram esquecidas.
Itúrbide foi coroado imperador
e governou até 1823.

Ata de Independência do México

Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Acta_Independencia_Mexico_1821.jpg

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Independência de Cuba

A organização social e econômica de cuba era


semelhante a do Haiti. Por isso os senhores de
escravos em Cuba queria a independência, mas
temiam uma rebelião de escravos como a que
ocorreu no Haiti.
O movimento pela independência só veio a ocorrer
em 1868. A coroa espanhola se empenhou
militarmente para manter a colônia. Em dez anos de
luta a coroa conseguiu manter o domínio colonial.
As lutas pela emancipação só retomaram a luta em
1895 e só conseguiu a independência em 1898 com
o apoio militar dos Estados Unidos que passou a
interferir nos assuntos internos do novo país.
Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Carlos_Manuel_de_Cespedes.jpg

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Carlos Manuel de Céspedes é conhecido como
"Pai da Pátria" em Cuba, tendo declarado a
independência do país da Espanha em 1868
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Emancipação da América Central

Em 1821, as províncias da América Central


admitiram anexar a região ao recém-formado
Império Mexicano. Mas a união durou pouco,
pois com a queda de Itúrbide a região se
separou do México. Em 1824 um congresso
na Guatemala proclamou a república na
região e tentou organizar a Federação
Centro-Americana conhecida como
Províncias Unidas da América Central. A
fragmentação política, disputas internas e a
fragilidade econômica impediram o sucesso
da federação. Nos anos seguintes , inúmeras
guerras dividiram a região em vários países Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:CentralAmerica1860Map.jpg

entre eles: Honduras, Guatemala, Nicarágua Imagem de domínio público

e Costa Rica.
Mapa da América Central (c. 1860) com os
Estados que integravam a Federação
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Independência na América do Sul

Dois grandes exércitos combateram nas lutas


pela independência das colônias espanholas
na América do Sul. Tropas lideradas por Simón
Bolívar atuaram no norte, na região do Vice-
Reino da Nova Granada (atuais Venezuela,
Colômbia, Panamá e Equador) e na Bolívia.
Bolívar defendia um projeto no qual os países
independentes da América se unissem em
uma grande República federativa composta de
Estados autônomos mais obedientes a um
governo central.
Simón Bolívar

Disponível em
:https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bolivar_Arturo
_Michelena.jpg
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A Batalha de Boyacá foi


decisiva no processo de
independência do Vice-
Reino de Nova Granada.

Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Batalla_de_Boyaca_de_Martin_Tovar_y_Tovar.jpg

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Mapa da antiga Grã-Colômbia.

Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gran_Colombia_map_1824.jpg


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Independência na América do Sul

A principal liderança militar no sul do


continente foi José de San Martín, que lutou
nos territórios que hoje correspondem à
Argentina, Uruguai, Chile e Peru.
Martín defendia a ideia que os países
independentes da América adotassem o
regime monárquico e fossem governados por
príncipes europeus para assim evitar guerras
civis e facilitar o reconhecimento da soberania
por parte dos países europeus. Porém, depois,
abandonou seu projeto e entregou a liderança
das forças de libertação para Bolívar. Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Smartin.JPG

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José de San Martín


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Independência na
América do Sul

A Espanha tinha dificuldade


para lutar nas várias frentes e
foi perdendo território, até
que na metade da década de
1820 toda a América do Sul
colonizada pela Espanha
tinha conquistado a
independência.
Disponível
em:https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Firma_del_acta_de_independencia_de_Venezuela.jpg

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A assinatura da Independência da
Venezuela, de Martín Tovar y Tovar
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Independência na América do Sul

As questões ligadas à luta


anticolonial se misturavam aos
interesses locais, gerando disputas
entre líderes militares e políticos
ou entre grupos sociais diferentes.
Mesmo Bolívar ou San Martín, que
entraram para a História como
“libertadores”, foram muito
questionados em seu tempo.

Disponível em://commons.wikimedia.org/wiki/File:La_Independencia_del_Per%C3%BA.jpg

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José de San Martín ao anunciar a


independência do Peru.
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O Projeto de Independência Consolidado na


América Espanhola

Na América espanhola, o projeto de independência implantado foi o


das elites criollas
criolla e por isso a concentração de terras nas mãos de
poucos e as enormes desigualdades sociais foram mantidas .
As lutas por independência envolveram índios, mestiços negros,
mas foram comandadas pelos brancos que já atuavam na
administração colonial ou eram envolvidos no comércio. E por isso
os novos Estados nacionais foram organizados para defender os
interesses dos grupos dominantes.
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Independência do Uruguai
O Uruguai pertencia ao território do Vice-
Reino do Rio da Prata. A região por muito
tempo foi abandonada pela Espanha, que só
voltou a se interessa pela região depois que
o príncipe regente de Portugal, D. João
tentou anexá-la ao Brasil em 1811.
O general José Gervásio Artigas foi um dos
principais líderes do movimento pela
independência da região, que era submetida
á junta de Buenos Aires. Porém insatisfeito
com o controle de Buenos Aires, Artigas
institui em Montevideu um governo
independente. Realizou a distribuição de
terras, favorecendo os mais pobres,
principalmente mestiços e índios Disponível em
:https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Juan_Manuel_Blanes_-
_Artigas_en_la_Ciudadela.jpg
José Artigas Imagem de domínio público
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Independência do Uruguai

Em 1821 Portugal incorporou o


território do Uruguai ao Brasil com o
nome de Província Cisplatina. Em 1825
Uruguai declarou independência
apoiado pela Argentina. Brasil e
Argentina disputaram o território na
guerra da cisplantina até 1828,
quando um acordo encerrou a disputa Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Juncal_MuratureJose_1865.png
e o Uruguai enfim foi reconhecido Imagem de domínio público

como um Estado independente.


Batalha de El Juncal
Independência
História, ou Morte, do pintor
Ensino Fundamental, 8º ANOparaibano Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
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Processo de Independência do Brasil


No Brasil a opressão da metrópole
também gerou manifestações de
descontentamento, revoltas e tentativa
de independência. Foi o caso da
Conjuração Mineira em 1788 em Vila
Rica, Minas Gerais, Conjuração Baiana
em 1798, em Salvador, Bahia e a
Revolução Pernambucana em 1817, em
Pernambuco. Todas elas tinham um
projeto de proclamar independência
para a referida província e implantar um
governo republicano. Em caso de vitória
teriam desencadeado um processo de Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Independence_of_Brazil_1888.jpg

fragmentação do território brasileiro. Imagem de domínio público

Mas a independência só viria em 1822 Independência ou Morte, do pintor paraibano


Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
pelas mãos do príncipe regente D. Pedro
de Alcântara, que garantiu a unidade
territorial do Brasil.
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A Revolução do Porto

D. João VI, encontrava-se no Brasil desde


1808, quando ainda era príncipe regente,
pois fugiu de Portugal que foi invadido pelo
exército francês de Napoleão Bonaparte,
por ter desobedecido ao Bloqueio
continental. Em 1815 , aparentemente
disposto a permanecer no Brasil, D. João
elevou o Brasil a Reino Unido a Portugal e
Algaves.
Mas em 1820, os portugueses insatisfeitos
com D. João VI, iniciaram uma revolta
conhecida com Revolta Liberal do Porto.
Convocaram eleições para as Cortes e
decidiram que D. João VI deveria retornar a
Portugal imediatamente e teria seus
poderes limitados pela Constituição.

Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Portuguese_Cortes_1822.jpg


As Cortes portuguesas em 1822
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O Dia do Fico

D. João VI retornou a Portugal, mas


deixou no Brasil seu filho Pedro de
Alcântara como regente. Mas as Cortes
portuguesas exigiram que D. Pedro
voltasse para Portugal, enquanto o
partido brasileiro iniciou um movimento
para convencê-lo a ficar.
Em 9 de janeiro de 1822 D. Pedro
recebeu um manifesto com mais de 8
mil assinaturas pedindo que ficasse no
Brasil e ele concordou em ficar e
determinou que as ordens vindas de
Portugal só seriam obedecidas no Brasil
si ele determinasse “ cumpra-se”. Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:PeterI-de_Sa.jpg

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Pedro I do Brasil retratado por Simplício Rodrigues de Sá


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Independência do Brasil
Em 7 de setembro de 1822 D. Pedro
recebeu duas cartas: uma das Cortes
portuguesas anulando seus atos no
Brasil e forçando seu retorno; a outra
carta era de José Bonifácio que dizia
que ou ele retornava a Portugal como
prisioneiro ou proclamar a
independência. D. Pedro escolheu
romper com Portugal e declarar a
emancipação política do Brasil.

Disponível em:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jose_bonifacio_de_andrada_e_silva.jpg

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José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da


Independência.
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Independência do Brasil

A independência do Brasil foi


resultado do movimento
promovido por uma elite que
queria garantir seus interesses:
manter a liberdade de comércio,
ampliar a autonomia
administrativa, conservar seus
privilégios e manter a maioria
do povo afastada da política.
Por isso foi mantida a
Monarquia, a escravidão e a
grande propriedade. Disponível em :https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Independencia_brasil_001.jpg

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Independência do Brasil: óleo sobre tela por François-René Moreaux (Museu


Imperial de Petrópolis). Foi executado em 1844, a pedido do Senado Imperial.
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Aclamação de D. Pedro I
Imperador do Brasil

A aclamação de D. Pedro com o


título de imperador do Brasil
aconteceu em 12 de outubro de
1822 e uma multidão compareceu
ao evento.

Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brazilian_independence_compilation.JPG

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Coroação de D. Pedro I imperador do Brasil


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As Lutas pela Independência

Em várias províncias como Bahia, Piauí,


Maranhão e Província Cisplatina foi preciso
que o povo brasileiro combatesse militares
fiéis a Portugal. O Brasil contou, inclusive,
com os serviços de navios ingleses para
bloquear Salvador e forçar as tropas
portuguesas a deixar o Brasil em 2 de julho
de 1823.
Portugal só reconheceu a soberania do Brasil
em 1825, mas exigiu para tanto o pagamento
de uma indenização no valor de dois
milhões de libras esterlinas( moeda inglesar).
O Brasil teve de pedir empréstimo a
Inglaterra, iniciando assim a história da dívida
externa brasileira.
Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Entrada_do_Ex
%C3%A9rcito_Libertador_1930.jpg
O Exército brasileiro adentrando Salvador Imagem de domínio público
após a rendição das forças portuguesas, 1823
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Referências Bibliográficas

BRAIK, Patrícia Ramos. Estudar história: das origens do


homem à era digital. 1 ed. São Paulo; Moderna; p´g. 144-
180; 2011.
BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História: sociedade & cidadania.
Edição reformulada, 8º ano. 2 ed.- São Paulo; FTD; pág.
150 -178, 187-189; 2012.