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UFCD 0714 – Qualidade e Aspetos

Comportamentais(50h)

Formador: Pascoal

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Objetivos:
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Pascoal Oliveira
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 Motivação para a qualidade


 Motivação para a qualidade
 Cultura da empresa - valores, crenças e atitudes
 Influência de agentes externos na organização
 Práticas e rituais da empresa
 Resistência cultural
 Propensão para o sucesso
 Integração entre a qualidade e a cultura da empresa

 Trabalho em equipa
 Introdução - fatores emocionais na comunicação e dinamização de equipas
 Trabalho em equipa - fatores de eficácia do trabalho em equipa
 Comunicação como ferramenta de dinamização de equipas
 Comunicação e as estratégias de negociação e resolução de conflitos
 Processo de delegação como elemento essencial para a eficácia da liderança

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 Comunicação interpessoal
 Processo comunicacional
 Barreiras à comunicação e formas de as ultrapassar
 Técnica a utilizar para o aumento da eficácia comunicacional
 Modelo da assertividade
 Liderança
 Papéis de liderança
 Conjunção de esforços para o cumprimento de objetivos comuns, através da
liderança
 Diferentes estilos de liderança
 Processo de delegação como elemento essencial para a eficácia da liderança

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 Os sete princípios em que se baseia um Sistema de Gestão da


Qualidade:
1. Foco no cliente.
2. Liderança.
3. Envolvimento das Pessoas.
4. Abordagem por processos.
5. Melhoria Contínua.
6. Abordagem à Tomada de Decisões Baseada em Factos
7. Relações Mutuamente Benéficas com Fornecedores

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 “As pessoas, em todos os níveis, são a


essência de uma organização e o seu pleno
envolvimento permite que as suas aptidões
sejam utilizadas em benefício da
organização.”
 NP EN ISO 9004. Sistemas de Gestão da Qualidade. Linhas de
Orientação para a Melhoria de Desempenho. Instituto Português da
Qualidade

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 Quando:
 Se fornecem às pessoas os meios adequados com
uma gestão correta;
 Valorizamos o seu trabalho,

 elas são capazes de atingir metas muito superiores às


que alcançariam com outras condições de trabalho.

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 A motivação do pessoal é um fator


básico para obter a sua participação e
envolvimento na empresa.

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 Pontos Fundamentais para Motivar os


Colaboradores e obter o seu
Envolvimento na Empresa:
 Fazer uma avaliação das pessoas: quando se
avaliam os funcionários, chega-se a
conclusões acerca da sua personalidade e
características, pelo que se obtém uma ideia
muito mais clara sobre a forma de os motivar.

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 Reconhecer as diferenças: é importante ter


uma ideia clara sobre as motivações
concretas de cada pessoa, pois podem ser
muito diferentes, para não falar da
personalidade de cada um, da idade, do
género ou da posição hierárquica, e tratá-las
segundo os seus próprios méritos. Deste
modo, pode atribuir-se a cada pessoa a tarefa
mais adequada.

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 “O princípio mais profundo


da natureza humana é o
desejo de ser apreciado”
William James

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 É um processo psicológico que vai determinar o seu


comportamento para atingir um determinado objetivo, como
resposta a um estado de carência, desequilíbrio e necessidade.
 A energia mobilizada por este impulso decorre da maior ou
menor intensidade das suas necessidades.
 A motivação é gerada por fatores intrínsecos (internos às
pessoas) e por fatores extrínsecos, ligados às compensações
externas.

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 As atitudes são constatações avaliadoras – favoráveis ou


desfavoráveis – de objetos, pessoas ou eventos.
 Refletem como alguém se sente em relação a algo quando
dizemos “gosto do meu trabalho”, estamos a expressar a
nossa atitude sobre o trabalho.
 As atitudes não são o mesmo que os valores, mas ambos
estão interrelacionados.
 Uma atitude é constituída por três componentes: a cognição,
o afeto e o comportamento.

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 Nas organizações, as atitudes são muito importantes porque


afetam o comportamento no trabalho.
 Se os trabalhadores acreditam que os seus chefes, auditores
e engenheiros de produção estão empenhados em fazer com
que eles trabalhem mais pelo mesmo dinheiro ou por menos,
então faz sentido tentar perceber como estas atitudes foram
formadas, suas relações com o comportamento no trabalho e
como elas poderão ser mudadas.

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• A importância do estudo da comunicação:


• O modo como nos relacionamos com os
outros, a maior ou menor eficácia no
relacionamento, depende do nosso poder e da
nossa habilidade na comunicação.

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• A importância do estudo da comunicação:


• A palavra comunicar provém do latim “comunicare”
que significa “por em comum”, “entrar em relação
com”.
• Comunicar é, pois, trocar ideias, sentimentos e
experiências entre pessoas que conhecem o significado
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daquilo que se diz e do que se faz.
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Barreiras internas: são os obstáculos que se referem, quer ao emissor


quer ao recetor.

Linguagem – a linguagem utilizada por quem está a transmitir pode


não ser percebida por quem está a ouvir;

 Diferença entre comunicação verbal e não verbal – se o conteúdo


da mensagem e a sua forma forem diferentes, a mensagem fica
confusa;
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 Expectativas – se tivermos à partida uma imagem e expectativas


pré-definidas podem implicar uma má comunicação;

 Disponibilidade de quem está a ouvir – este pode não estar


atento e disponível para receber a mensagem;

 Ambiguidade da mensagem – mensagens pouco claras podem ser


percebidas de diferentes formas;

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 Problemas da nossa personalidade que nos façam ter medo


de falar de determinado assunto ou falar com determinada
pessoa – quando tememos alguém porque a nossa experiência
anterior com esse alguém se apresentou negativa evitamos
enfrentá-lo ou tendemos a interpretar a mensagem ou pedido de
comunicação como perigosa para nós, logo evitamos falar sobre
esse assunto;
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 Saber deixar falar;


 Ser empático com o outro;
 Centrar-se no que é dito;
 Manter os canais abertos;
 Não interromper o outro;
 Controlar as emoções pessoais;

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 Demonstrar interesse e concentração no que diz o outro.


 Mostrar interesse genuíno na pessoa e nas suas ideias.
 Afastar o desconforto usualmente gerado pelos silêncios.
 Colocar questões assertivas e pertinentes.
 Prestar atenção à ideia que está a ser transmitida.
 Focalizar a atenção do outro.
 Quando pertinente, tirar notas.

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Para uma boa gestão de equipas é


fundamental ter consciência das
características particulares de cada
elemento da equipa.

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Somente assim será possível aproveitar

ao máximo as potencialidades de cada

elemento e/ou colmatar as suas

dificuldades.

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